O euro foi criado em 1 de janeiro de 1999, data em que foram fixadas as taxas de câmbio entre as moedas dos países membros da União Europeia (UE). Naquele dia, foi fixada a taxa de câmbio – no caso português, um euro valia 200,482 escudos – e, em termos de política monetária, as moedas nacionais, como o escudo, deixaram de ter existência independente.
Nos três anos seguintes o euro foi uma divisa ‘invisível’, apenas usada para fins contabilísticos, como pagamentos eletrónicos, uma vez que só em 1 de janeiro de 2002 é que entraram em circulação as notas e moedas de euros – No dia 1 de janeiro de 2002 as notas e moedas de euro começaram a circular em Portugal e mais 11 Estados-membros da UE.
O escudo circulou em simultâneo durante dois meses, até 28 de fevereiro de 2002. No dia 1 de março passaram a ser usados apenas euros.
Inicialmente, o euro era a moeda oficial de 11 países da União Europeia (UE), entre os quais Portugal.
Com o alargamento da UE, a zona euro ganhou novos membros e hoje integra 19 países – Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda e Portugal.
As duas décadas do euro também ficam marcadas por crises, designadamente a crise financeira internacional, em 2008, e a crise da dívida pública da zona euro, que começou em 2009.













