“Ao volante o telemóvel pode esperar”. Saiba onde vão estar as autoridades no último dia de campanha

“A campanha tem como objetivo alertar os condutores para as consequências negativas e mesmo fatais do uso indevido do telemóvel durante a condução”.

Executive Digest

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) terminam esta segunda-feira, 30 de maio, a Campanha de Segurança Rodoviária “Ao volante, o telemóvel pode esperar”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2022.

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As ações de sensibilização ocorrem em simultâneo com operações de fiscalização em várias localidades. Neste último dia de campanha, as autoridades vão estar no IC2, em Condeixa, pelas 16h. 

A decorrer desde o passado dia 24 de maio, “a campanha tem como objetivo alertar os condutores para as consequências negativas e mesmo fatais do uso indevido do telemóvel durante a condução”, revelam em comunicado.

A campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar” integra ações de sensibilização da ANSR e operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o Plano Nacional de Fiscalização 2022.

A campanha visa assim “contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que tange ao manuseamento do telemóvel durante a condução.

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A ANSR, a PSP e a GNR relembram que “o uso do telemóvel ao volante é um risco para a segurança do próprio e dos outros”, isto porque “os condutores que utilizam o telemóvel durante a condução são mais lentos em reconhecer e reagir a perigos”.

A par disso, “a distração ocorre quando duas tarefas mentais, conduzir e utilizar o telemóvel, são executadas ao mesmo tempo, o que provoca lapsos de atenção e erros de avaliação”.

“O uso de aparelhos eletrónicos durante a condução causa dificuldade na interpretação da sinalização e desrespeito das regras de cedência de passagem, designadamente em relação aos peões”, acrescentam.

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