Assinala-se esta terça-feira, 17 de maio, o Dia da Internet. Como tal, a Cash Converters revela dados sobre os hábitos de compra em segunda mão, em e-commerce, dos consumidores portugueses.
Uma das conclusões mostra que “a Geração X (dos 35 aos 44 anos) é aquela que mais recorre ao e-commerce na altura de comprar produtos em segunda mão, representando 25% do número de visitas ao website da multinacional líder em economia circular”, lê-se em comunicado.
A análise revela ainda que em 2021 registou-se “um aumento de cerca de 45% de compras online por mês a nível nacional, em comparação com o ano anterior. O pico faz- se sentir nos meses de outubro, novembro e dezembro, devido às épocas que promovem o crescimento do e-commerce – como é o caso da Black Friday e o Natal”.
Por outro lado, “o gasto médio verificado em produtos em segunda mão pelo consumidor português foi na ordem dos 119 euros, um ligeiro decréscimo em relação a 2020 (de cerca de 120 euros)”, segundo a Cash Converters.
Os smartphones estão no topo das categorias online mais comprados pelos consumidores portugueses, representando 26,65% das compras. Segue-se a informática (17,50%), os videojogos (13,03%), fotografia e vídeo (8,15%) e ainda a joalharia (5,60%).
“No primeiro trimestre de 2022, a tendência manteve-se, com os smartphones a totalizar os 20,80% das compras, a informática 17,58% e os videojogos 11,18%”, sublinha a empresa na mesma nota.
Quanto ao dispositivo mais usado para fazer compras online, o telemóvel é o preferido (60%), seguindo-se computadores (cerca de 30%) e tablets (cerca de 2%). Relativamente à segmentação dos consumidores por região, a maioria dos portugueses que recorrem à loja de produtos de segunda mão são de Lisboa, Porto, Setúbal, Braga e Aveiro.
Paulo Freitas, portavoz da Cash Converters em Portugal, explica que “de acordo com os dados que viemos a registar nos últimos anos, prevemos um aumento médio das compras online de produtos em segunda mão na ordem dos 30%, já em 2022″.
“Isto porque vemos cada vez mais portugueses a aceder ao nosso website, sendo que, verificámos uma taxa de crescimento de compras mensais 12,5% de 2020 para 2021”, acrescenta.
Para o responsável, “os portugueses estão mais despertos para o impacto ambiental das compras em primeira mão – como revelado no nosso estudo, no qual 44% dos inquiridos afirma que compra 2ª mão por uma razão de sustentabilidade – e, por isso, começam a estar mais interessados em dar uma segunda vida ao que já não usam e à comprar produtos em segunda mão”, conclui.














