Os serviços de Inteligência do Ministério da Defesa da Ucrânia revelaram esta quinta-feira, num post na rede social Facebook, que a Rússia não está a conseguir reparar totalmente a capacidade de combate das unidades militares retiradas da Ucrânia. “A consequência das sanções económicas impostas pelas principais potências mundiais ao país agressor é o declínio significativo da indústria de defesa da Rússia”, pôde ler-se na publicação.
“Tendo perdido parte significativa do seu potencial técnico militar durante a guerra na Ucrânia, os russos já estão a ser obrigados a fornecer às unidades que sofreram perdas irreperáveis equipamentos produzidos nos anos 1950 e 1960”, apontaram.
De acordo com a Inteligência ucraniana, a Rússia está a retirar equipamentos enferrujados há décadas de armazéns e os militares estão a ser forçados a aceitar esses veículos “enferrujados e podres”, assim como relatar ao comando militar sobre a “completa tripulação e provisão de unidades de combate”.
Além disso, segundo a Defesa ucraniana, a restauração da capacidade de combate e do pessoal das tropas do Distrito Militar Ocidental é realizada com a ajuda de armas e equipamentos militares retirados do armazenamento no 239º centro de abastecimento de mobilização, em Boguchar. O Ministério da Defesa da Ucrânia já havia revelado anteriormente que os mísseis “mais novos” da Rússia usavam um sistema de navegação PGI-2M, desenvolvido em 1977, ao passo que as unidade de orientação “modernas” foram desenvolvidas nas décadas de 1960 e 1970.












