Espera-se que no futuro a Covid-19 passe a ser monitorizada como a gripe, deixando de ser considerada uma emergência de saúde. Mas isso só deve acontecer no próximo outono-inverno, avança o ‘Jornal de Notícias’ (JN), que cita fonte do Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge (INSA).
Segundo a mesma publicação, nessa altura, a Covid-19 deve passar a ser integrada nas redes sentinela da gripe e de outras infeções respiratórias. Contudo, cabe à Direção-Geral da Saúde (DGS) definir a passagem para esse novo modelo de vigilância.
Para já, de acordo com o último relatório de monitorização da situação epidemiológica da Covid-19, a transmissibilidade do vírus é “muito elevada” com tendência estável, mantendo-se o “impacto reduzido” nos internamentos e na mortalidade.
Por esse motivo, as autoridades de saúde continuam a recomendar “a manutenção das medidas de proteção individual nos grupos de maior risco e a vacinação de reforço”, ainda que as principais regras da pandemia já tenham caído, pelo menos para a generalidade das situações.
Assim, atualmente já não é obrigatório o uso de máscara na grande maioria dos espaços fechados, subsistindo apenas algumas exceções: estabelecimentos e serviços de saúde; lares e outras estruturas residenciais ou de acolhimento de idosos; serviços de apoio domiciliário a idosos ou outras populações vulneráveis; unidades de cuidados continuados integrados; transportes públicos; transportes coletivos de passageiros (incluindo aviões, táxis e TVDE).
Contudo, há regras que se mantêm: os infetados com Covid-19 têm de continuar a cumprir confinamento obrigatório, o que significa que não podem sair para a via pública. Pode esclarecer todas as dúvidas, aqui.














