Mais de metade dos jovens que estão numa relação de namoro que inclua sexo, cerca de 55%, admite que nem sempre usa preservativo. A conclusão é do estudo “Jovens e Educação Sexual: Conhecimentos, Fontes, Recursos”, citado pelo ‘Jornal de Notícias’ (JN).
A pesquisa, a que o jornal teve acesso e que vai ser hoje apresentada, mostra ainda que a maioria dos jovens utilizou, no ano passado, o preservativo na sua primeira relação sexual, para evitar uma gravidez. Contudo, a percentagem diminuiu de 97% em 2008 para 88,4% no ano passado.
Da autoria do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, da Associação para o Planeamento da Família e do Centro Lusíada de Investigação em Serviço Social e Investigação Social, o estudo analisou 2319 respostas a um inquérito online a estudantes que tiveram relações sexuais.
Dos inquiridos, 59% dizem usar a pílula e 24% interromper o coito como forma de evitar uma gravidez. Nas raparigas, mais de 26% dizem usar o contracetivo oral e 5% interrompem o coito.
O preservativo, adianta o ‘JN’, continua a ser o contracetivo mais usado na primeira experiência sexual com um parceiro: Mais de 92% das raparigas dizem que usaram este método, contra 88,4% nos rapazes.
Outra das conclusões mostra que cerca de 27% dos jovens de ambos os sexos têm um “conhecimento mau” sobre contracetivos e infeções sexualmente transmissíveis.













