O Grupo Garland divulgou esta terça-feira os resultados referentes ao exercício fiscal de 2022, onde reportou um crescimento na faturação na ordem dos 13% para 144,3 milhões de euros em comparação com 2021, e mais 21% em relação a 2019, no pré-pandemia.
Depois de terem registado uma quebra de 18% face a período homólogo em 2020, motivada pelos efeitos da Covid-19, 2021 foi um ano de crescimento para a Garland, que aumentou então a faturação em 29%.
De acordo com a empresa, o Grupo Garland registou um crescimento médio anual de 6,4% desde 2019.
Grande parte da faturação do Grupo Garland foi obtida com as suas operações em Portugal, com 129 milhões de euros (89% do total) a terem origem em território nacional. O volume de negócios no país cresceu 21% face a 2021 e 31% comparativamente a 2019.
“Neste período de pandemia, nunca deixámos de investir no nosso parque logístico e no nosso desenvolvimento tecnológico”, explica Mark Dawson, CEO do Grupo Garland acrescentando que, durante a fase mais crítica da pandemia, “o grupo soube estar ao lado dos seus colaboradores, parceiros e fornecedores, procurando atenuar os efeitos desta crise para todos. Essa forma de estar leva a que os nossos vários parceiros sejam os nossos primeiros embaixadores, ajudando-nos a crescer”.
Em 2022 o grupo registou crescimento em todas as áreas de negócio, com destaque para a Garland Logistics, com o número de pickings a crescer 14% face a 2021, de 7,8 para 8,9 milhões e o armazenamento de paletes a passar de 336.500 para 519.000 (mais 54%).
As empresas de transportes do Grupo – Garland Transport Solutions e Garland Maroc, movimentaram via camião 684.000 toneladas, mais 4% do que em 2021 e 1.170 toneladas via aérea, um crescimento de 11% face ao mesmo período.
Já a Garland Shipping (no conjunto de Portugal e Espanha) cresceu 1% face a 2021, agenciando 505 navios e movimentando 55.000 TEUS.




