Daqui a algumas horas as famílias estarão reunidas para o habitual jantar da véspera de Natal, que provavelmente, não terá tanta gente, nem será da forma que gostariam, devido à crise de saúde pública da Covid-19, que obrigou a uma época diferente.
Para que tudo decorra em segurança, a Direção Geral da Saúde (DGS), divulgou a 15 de dezembro, 10 conselhos, que visam fazer com que as famílias portuguesas passem o Natal da melhor forma possível, protegendo-se simultaneamente do vírus que ainda circula. Recorde-os agora.
1. Devem ser cumpridas todas as regras em vigor nesta quadra natalícia, relativamente ao nosso concelho, em termos quer da mobilidade, quer ainda em relação a eventuais restrições.
2. Se estiver doente, com sintomas, ou estiver sujeito a isolamento profilático, tem o dever, obrigação e solidariedade de estar afastados dos restantes.
3. Reduzir os contactos antes e durante as quadras festivas. Isto significa, que em vez de socializar com um número vasto de pessoas, deve tentar reduzir esse número, para diminuir «a probabilidade e o risco de ser contaminado».
4. Reduzir todo o tempo de exposição, «em vez de estarmos juntos cinco horas, vamos tentar estar juntos num tempo mais limitado de 1h ou 2, para que possamos evitar dissabores no futuro», segundo DGS.
5. Adotar um comportamento contrário ao habitual, que passa por reduzir os contactos em termos de núcleo familiar, ou seja, apenas membros da família que coabitam na mesma casa.
6. Limitar todas as celebrações e contactos nesta época festiva ao agregado familiar com quem se habita», o que vai em concordância com a medida anterior. A DGS sugere o contacto com outros membros por meios digitais, ou em visitas rápidas, no jardim, ou no patamar das escadas.
7. Adotar sempre o distanciamento físico em todas as ocasiões, na preparação das refeições sobretudo, porque as cozinhas são locais de alto risco, segundo a DGS. Mas também nos convívios, nas salas que se partilha, evitando os cumprimentos habituais.
8. Arejar e desinfetar os espaços, que contribui para um menor risco de propagação do vírus. Nesse sentido, acumulando com todas as outras medidas, «é mais uma forma de estarmos melhor protegidos».
9. Cumprir as regras básicas de lavagem de mãos, etiqueta respiratória, uso de máscara em espaços fechados ou exteriores caso não seja possível garantir a distância de segurança.
10. Se estiver em conjunto com os agregados familiares não coabitantes, evitar ao máximo a partilha de objetos comuns, como por exemplo talheres, copos, entre outros.














