E vão cinco. Bruxelas fecha novo contrato com a CureVac para a compra de mais 225 milhões de doses de vacinas

A Comissão Europeia fechou esta terça-feira um novo acordo com a farmacêutica CureVac, para a compra de mais 225 milhões de doses de uma vacina contra a covid-19.

Simone Silva
Novembro 17, 2020
15:43

A Comissão Europeia fechou esta terça-feira um novo acordo, é já com o quinto, com a farmacêutica CureVac, para a compra de mais 225 milhões de doses de uma vacina contra a covid-19, de acordo com um comunicado do organismo.

Na nota o bloco revela que «aprovou um quinto contrato com a farmacêutica CureVac, que prevê a compra inicial de 225 milhões de doses em nome de todos os Estados-Membros da UE, para além de uma opção adicional de mais 180 milhões de doses, assim que a vacina prove ser segura e eficaz contra a Covid-19».

«O contrato de hoje amplia o já amplo portefólio de vacinas a serem produzidas na Europa, incluindo os contratos assinados com AstraZeneca, Sanofi, Janssen e BioNtech-Pfizer, e as negociações exploratórias bem-sucedidas com a Moderna», acrescenta o organismo.

Assim, explica Bruxelas, este conjunto «diversificado» de vacinas vai «garantir que a Europa está bem preparada para a vacinação, quando as vacinas se mostrem seguras e eficazes. Os Estados-Membros também podem decidir doar a vacina aos países mais pobres ou reencaminhá-la para outros países europeus».

A Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também já divulgou a novidade através da sua conta de Twitter. «Hoje aprovámos um novo contrato para comprar doses de uma futura vacina produzida pela CureVac. Este é o quinto contrato. Até agora, garantimos 1,2 mil milhões de doses de potenciais vacinas. Estamos empenhados em garantir o acesso a vacinas seguras, eficazes e acessíveis», escreveu.

A responsável refere que a Comissão «cumpre o seu compromisso de garantir o acesso equitativo a vacinas seguras, eficazes e acessíveis, não só para os cidadãos da UE, mas também para as pessoas mais pobres e vulneráveis ​​do mundo».

«A maioria dessas vacinas candidatas está numa fase avançada de testes clínicos, esperamos que a autorização confirme esses resultados positivos que nos ajudarão a superar a pandemia», acrescentou.

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