O CEO da Meta, empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, está a pedir aos diretores para passarem a cargos de produção ou abandonarem a empresa, naquilo a que chamou o “Ano da Eficiência”.
De acordo com o meio internacional ‘Bloomberg’, que cita fontes da empresa, este processo chama-se “flattening” (nivelamento) e chega no contexto da diminuição em 13% da força de trabalho da Meta.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, explicou durante a apresentação do relatório de resultados da empresa este mês que ainda achava que a organização estava muito lenta e com demasiadas pessoas e classificou este ano como “Ano da Eficiência”, prometendo cortar gerentes intermediários e projetos de baixo desempenho.
A atual rodada de cortes de empregos será mais gradual, decretada individualmente, segundo fontes da empresa. Alguns funcionários da Meta sublinham que sentem que a mudança era necessária, já que a organização inclui algumas equipas que competem para atingir objetivos semelhantes e gerentes que supervisionam apenas um ou dois funcionários.
O plano de Zuckerberg para uma organização menos burocrática ajudou o preço das ações a recuperar desde o fim de 2022, que foi o pior ano de todos os tempos para a Meta. Desde o início do ano subiu cerca de 56%.
Metaverso de Zuckerberg em queda livre. Divisão da Meta apresenta prejuízo milionário













