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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Keir Starmer anuncia demissão do cargo de primeiro-ministro do Reino Unido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 08:37:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciou este sábado a sua demissão do cargo de chefe de Governo e da liderança do Partido Trabalhista, numa decisão que abre um processo de sucessão política no Reino Unido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciou este sábado a sua demissão do cargo de chefe de Governo e da liderança do Partido Trabalhista, numa decisão que abre um processo de sucessão política no Reino Unido. A declaração foi feita à porta de Downing Street, onde o líder trabalhista confirmou que permanecerá em funções apenas até ser escolhido um sucessor, processo que, segundo indicou, deverá ficar concluído até ao final do verão.</p>
<p>No discurso de despedida, Starmer recordou a chegada ao número 10 de Downing Street, em 2024, classificando esse momento como “o mais orgulhoso” da sua vida. O líder britânico afirmou que entrou na política com o objetivo de melhorar a vida de milhões de pessoas e fez um balanço do percurso que levou o Partido Trabalhista ao poder após anos na oposição. Segundo afirmou, herdou uma força política que considerava estar “politicamente, financeiramente e moralmente falida”, mas garantiu ter conseguido contrariar as previsões de quem considerava que o partido estava acabado.</p>
<p>O ainda primeiro-ministro destacou as mudanças realizadas na formação política, apontando como prioridades a eliminação do antissemitismo no partido, a recuperação da confiança dos cidadãos na economia, na defesa e na segurança nacional. “Disseram-me vezes sem conta que o partido estava acabado”, recordou, acrescentando que conseguiu provar que esses prognósticos estavam errados. Starmer sustentou ainda que todo o processo de transformação teve um único objetivo: “mudar o Reino Unido para melhor”.</p>
<p>Ao justificar a decisão de abandonar a liderança, Starmer revelou que a principal questão colocada internamente era saber se continuava a ser a pessoa mais indicada para conduzir o Partido Trabalhista às próximas eleições gerais. “Ouvi a resposta e aceitei essa resposta com graça”, afirmou. O líder britânico acrescentou que todas as decisões tomadas durante o mandato tiveram como prioridade “colocar o país em primeiro lugar”, razão pela qual decidiu avançar com a saída.</p>
<p>Starmer revelou ainda que já comunicou formalmente a decisão ao rei durante a manhã e que solicitará a criação de um calendário para a sucessão. Até que seja escolhido um novo líder trabalhista, continuará a desempenhar as funções de primeiro-ministro. A demissão surge apenas dois anos depois da vitória eleitoral que devolveu o Partido Trabalhista ao poder, num desfecho que representa uma das mais significativas reviravoltas da política britânica recente.</p>
<p>(EM atualização)</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779438]]></sapo:autor>
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		<title>Famílias portuguesas sobre-endividadas recorrem cada vez mais a créditos para pagar alimentação e renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 08:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O aumento do custo de vida e o peso crescente das despesas com habitação estão a empurrar cada vez mais famílias portuguesas para situações de sobre-endividamento, levando muitas a recorrer a créditos pessoais e cartões de crédito para suportar gastos básicos como alimentação, renda ou prestações da casa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento do custo de vida e o peso crescente das despesas com habitação estão a empurrar cada vez mais famílias portuguesas para situações de sobre-endividamento, levando muitas a recorrer a créditos pessoais e cartões de crédito para suportar gastos básicos como alimentação, renda ou prestações da casa. Os dados mais recentes apontam para um agravamento das dificuldades financeiras, com o número médio de créditos por agregado familiar a aumentar para seis, face aos cinco registados no mesmo período do ano passado.</p>
<p>Segundo dados da DECO divulgados pelo <a href="https://www.dn.pt/economia/famlias-sobre-endividadas-esto-a-pedir-cada-vez-mais-crditos-pessoais-para-pagar-despesas-bsicas#google_vignette" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias</a>, as famílias acompanhadas pela associação acumulam atualmente, excluindo o crédito à habitação, responsabilidades financeiras médias de cerca de 27.500 euros entre créditos pessoais e cartões de crédito. Até meados de junho, a associação recebeu aproximadamente 15 mil pedidos de ajuda. A coordenadora do Gabinete de Proteção Financeira (GPF), Natália Nunes, alerta que a habitação continua a representar “o grande sufoco” dos orçamentos familiares, agravado pelos aumentos dos custos energéticos e alimentares. “Há famílias numa situação muito, muito preocupante do ponto de vista financeiro. A média é de seis créditos por família, mas temos casos de agregados com 15 responsabilidades financeiras”, afirmou.</p>
<p>Apesar de o rendimento médio dos agregados acompanhados ter subido para cerca de 1.400 euros mensais, a margem financeira continua a diminuir devido ao aumento dos encargos fixos. A taxa de esforço destas famílias ultrapassa os 57%, o que significa que cerca de 800 euros por mês são destinados ao pagamento de prestações de crédito. Natália Nunes sustenta que muitos destes financiamentos estão a ser utilizados para assegurar despesas correntes. “A finalidade dos créditos e dos cartões de crédito é clara: estão a ser usados para pagar despesas básicas, as contas do dia a dia e, em muitos casos, a renda da casa”, sublinhou, defendendo também uma maior responsabilização da banca na concessão de crédito.</p>
<p>O perfil dos consumidores acompanhados pela DECO revela uma forte incidência entre trabalhadores do setor privado, que representam 43,1% dos casos, seguindo-se reformados e desempregados, ambos com 18,6%. A faixa etária entre os 35 e os 49 anos concentra o maior número de pedidos de apoio, embora o peso dos jovens entre os 18 e os 34 anos tenha aumentado para 16,4%. Os solteiros são o grupo mais afetado pelo sobre-endividamento, com 43,9% dos processos, e as famílias unipessoais representam mais de 80% dos casos acompanhados pela associação.</p>
<p>A distribuição geográfica mostra que o fenómeno é particularmente expressivo nos grandes centros urbanos. Lisboa lidera o número de situações de sobre-endividamento acompanhadas pela DECO, com 38,8% dos processos, seguida pelo Porto (17,8%) e Setúbal (12,1%). Em contraste, distritos do interior como Guarda, Vila Real e Bragança apresentam uma incidência significativamente menor. Para a associação de defesa do consumidor, os números refletem um problema estrutural que continua a afetar milhares de famílias portuguesas, pressionadas por custos crescentes e por uma capacidade financeira cada vez mais limitada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779421]]></sapo:autor>
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		<title>Vinhos do Grupo Nabeiro crescem mais de 40% em Angola. “É um mercado de enorme relevância para a Adega Mayor”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 08:27:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Adega Mayor, marca vínica do Grupo Nabeiro liderada pela neta do fundador, Rita Nabeiro, registou um crescimento de 41% em valor e 15% em volume em Angola nos primeiros cinco meses de 2026, consolidando a importância daquele mercado na sua estratégia de internacionalização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Adega Mayor, marca vínica do Grupo Nabeiro liderada pela neta do fundador, Rita Nabeiro, registou um crescimento de 41% em valor e 15% em volume em Angola nos primeiros cinco meses de 2026, consolidando a importância daquele mercado na sua estratégia de internacionalização. Atualmente, Angola representa cerca de 25% das exportações da empresa e afirma-se, a par da Suíça, como um dos seus principais mercados externos.</p>
<p>Os resultados foram divulgados no âmbito da participação da Adega Mayor na Grande Prova Vinhos de Portugal 2026, iniciativa promovida pela ViniPortugal que decorreu no Hotel InterContinental Miramar, em Luanda, reunindo dezenas de produtores portugueses, profissionais do setor, líderes de opinião, imprensa especializada e consumidores.</p>
<p>Com cerca de 40 mil garrafas comercializadas anualmente no mercado angolano, a marca está presente nos principais canais de distribuição do país, desde o retalho moderno à hotelaria, restauração e comércio informal.</p>
<p>“Angola é um mercado de enorme relevância para a Adega Mayor e para a nossa estratégia de internacionalização. Para além de representar cerca de um quarto das nossas exportações, é um mercado com o qual mantemos uma relação de proximidade construída ao longo dos anos e onde continuamos a identificar um elevado potencial de crescimento”, afirma Pedro Foles, Diretor-Geral da Adega Mayor.</p>
<p>Segundo o responsável, os resultados alcançados em 2026 reforçam a confiança da empresa na estratégia seguida e sustentam o investimento contínuo na consolidação da marca junto dos consumidores angolanos.</p>
<p>Durante a Grande Prova Vinhos de Portugal, a Adega Mayor apresentou algumas das suas referências mais emblemáticas, incluindo os vinhos das gamas Caiado, Reserva, Monocastas, Reserva do Comendador e Grande Reserva Pai Chão.</p>
<p>Para Pedro Foles, o evento constituiu uma oportunidade para estreitar relações com clientes, parceiros e consumidores locais. “Angola continua a ser um mercado prioritário para a marca e pretendemos continuar a investir na consolidação da nossa presença e no fortalecimento das relações que temos vindo a construir ao longo dos anos”, sublinha.</p>
<p>A Adega Mayor pretende agora aprofundar a sua presença junto dos principais operadores dos setores do retalho, hotelaria e restauração em Angola, dando continuidade ao crescimento registado nos últimos anos.</p>
<p>A história da Adega Mayor remonta a 1997, quando foram plantadas as primeiras vinhas em Campo Maior, fruto da paixão de Rui Nabeiro pelo vinho e pela região. Uma década mais tarde, nasceu a primeira adega de autor em Portugal, projetada pelo arquiteto português Álvaro Siza Vieira. Atualmente, sob a visão de Rita Nabeiro, a marca continua a reforçar a sua aposta na valorização dos vinhos do Alentejo e na expansão internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779425]]></sapo:autor>
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		<title>Governo prepara prémios de desempenho na Função Pública e lança fundo soberano português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 08:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, encerrou este domingo o 43.º Congresso Nacional do PSD, em Anadia, com a apresentação de um conjunto de medidas que o Governo pretende implementar nos próximos meses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, encerrou este domingo o 43.º Congresso Nacional do PSD, em Anadia, com a apresentação de um conjunto de medidas que o Governo pretende implementar nos próximos meses, destacando-se a criação de um novo regime de incentivos ao desempenho na Administração Pública, centrado na valorização do mérito, na obtenção de resultados e na atração de jovens altamente qualificados para o Estado.</p>
<p>Segundo avançou o Correio da Manhã, Montenegro dedicou cerca de meia hora do seu discurso à apresentação de oito iniciativas consideradas prioritárias para o Executivo. Entre elas está a constituição de um fundo soberano de Portugal, a funcionar junto do IGCP, entidade responsável pela gestão da dívida pública. O objetivo, explicou o líder social-democrata, passa por permitir ao Estado deter participações relevantes em empresas consideradas estratégicas para o desenvolvimento e resiliência do país, nomeadamente nos setores da energia, banca, comunicações e infraestruturas aeroportuárias.</p>
<p>O chefe do Governo confirmou também o avanço de um fundo destinado a responder ao impacto financeiro de catástrofes, através de mecanismos de seguros e resseguros. De acordo com Luís Montenegro, este instrumento será dividido em dois subfundos: um dedicado ao risco sísmico e outro direcionado para fenómenos climáticos extremos. No mesmo discurso, anunciou ainda futuras reformas na justiça administrativa e fiscal, na orgânica do Ministério da Saúde e no Regime Jurídico do Arrendamento, além da apresentação, já em julho, do modelo português de inteligência artificial denominado “Amália”.</p>
<p>O congresso ficou igualmente marcado por desenvolvimentos internos no PSD. Pedro Santana Lopes surgiu de forma inesperada em Anadia para anunciar o regresso à militância no partido, manifestando apoio à liderança de Montenegro. Já a nova Comissão Política Nacional proposta pelo primeiro-ministro foi eleita com 88% dos votos. Leonor Beleza mantém-se como primeira vice-presidente, enquanto Alexandre Poço e Inês Palma Ramalho continuam como vice-presidentes. Entre as novas entradas na direção social-democrata figuram Pedro Duarte, Carlos Moedas e Sebastião Bugalho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779413]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias abrem mistas à espera das negociações entre EUA e Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 08:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As bolsas europeias abriram com resultados mistos, numa sessão onde o foco está voltado para as negociações entre os Estados Unidos e o Irão, na Suíça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As bolsas europeias abriram com resultados mistos, numa sessão onde o foco está voltado para as negociações entre os Estados Unidos e o Irão, na Suíça.</p>
<p>Pelas 08:45 (hora de Lisboa), as bolsas portuguesa, espanhola e alemã registavam ganhos, ao subirem 0,13%, 0,09% e 0,26%, respetivamente.</p>
<p>O PSI mantinha assim a tendência positiva de abertura e situava-se nos 9.114,09 pontos.</p>
<p>Por outro lado, pela mesma hora, a bolsa de Milão recuava 0,14%, enquanto Paris caía 0,28% e Londres 0,04%.</p>
<p>Reunidas na Suíça, as delegações iraniana e americana obtiveram &#8220;progressos encorajadores&#8221;, escreveram hoje os governos paquistanês e catariano, em comunicado conjunto.</p>
<p>Teerão e Washington concordaram com uma &#8220;linha de comunicação&#8221; para garantir o trânsito pelo estratégico estreito de Ormuz, por onde normalmente flui um quinto do petróleo mundial, anunciaram os mediadores das negociações na Suíça.</p>
<p>Mas os investidores &#8220;permanecem cautelosos diante da incerteza&#8221; e &#8220;das reviravoltas das últimas horas, que servem como um lembrete de que nenhum avanço diplomático foi alcançado até o momento&#8221;, disse John Plassard, chefe de estratégia de investimentos do Cité Gestion Private Bank, à AFP.</p>
<p>Nas matérias-primas, o crude Brent recuava 1,73% para os 79,19 dólares o barril, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), a referência dos EUA, cedia 0,54% para 75,44 dólares.</p>
<p>Nos mercados cambiais, o dólar manteve-se estável em relação ao euro (+0,09%), cotado a 1,1460 dólares por euro.</p>
<p>O preço do ouro subiu 1,02%, para 4.198,11 dólares a onça.</p>
<p>Nos Estados Unidos, Wall Street permaneceu fechada na última sexta-feira devido a um feriado. As negociações serão retomadas hoje, e os futuros dos principais índices apontam para leves quedas.</p>
<p>Sem a expectativa de grandes divulgações de dados macroeconómicos hoje, o mercado estará focado nas negociações entre os Estados Unidos e o Irão, que visam alcançar um acordo de paz definitivo.</p>
<p>Na Ásia, o índice Nikkei de Tóquio fechou hoje em alta de 1,55%, atingindo novos máximos históricos pelo terceiro dia consecutivo.</p>
<p>A Bolsa de Valores de Xangai também subiu, 1,78%, enquanto a de Hong Kong caiu 0,28%.</p>
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		<title>Setor cervejeiro sustenta mais 170 mil empregos e representa 2,5% do PIB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 08:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor cervejeiro sustenta cerca de 170 mil empregos e representa, atualmente, perto de 7,3 mil milhões de euros de impacto económico, o equivalente a 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, segundo um estudo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor cervejeiro sustenta cerca de 170 mil empregos e representa, atualmente, perto de 7,3 mil milhões de euros de impacto económico, o equivalente a 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, segundo um estudo.</p>
<p>Este trabalho, chamado &#8220;Impacto Socioeconómico do Setor Cervejeiro em Portugal&#8221;, desenvolvido pela Nova School of Business and Economics (Nova SBE) para a APCV &#8211; Cervejeiros de Portugal, aponta que &#8220;a atividade cervejeira assegura emprego direto, indireto e induzido &#8211; 170.283 postos de trabalho em Portugal, representando cerca de 3% da população ativa nacional&#8221;.</p>
<p>Num comunicado, a APCV disse que &#8220;na prática, por cada emprego direto na indústria cervejeira, geram-se 68 postos de trabalho na economia portuguesa&#8221;.</p>
<p>A entidade explicou que &#8220;este efeito multiplicador deve-se a Portugal apresentar uma característica singular no contexto europeu&#8221;, visto que &#8220;cerca de 70% do consumo nacional de cerveja realiza-se através do canal HoReCa &#8211; hotéis, restaurantes, cafés e bares &#8212; o valor mais elevado da Europa&#8221;.</p>
<p>Assim, esta realidade reflete a &#8220;forte dimensão social da cerveja na cultura portuguesa, consumida fora de casa, e o papel que o setor desempenha na dinamização da atividade económica&#8221; a nível nacional.</p>
<p>Por outro lado, segundo o documento, &#8220;em 2025, a atividade cervejeira gerou mais de 331 milhões de euros em receitas fiscais diretas para o Estado, através do IVA e do Imposto Especial de Consumo (IEC)&#8221;, sendo que &#8220;estes valores representam apenas uma parte do impacto fiscal gerado pelo setor&#8221;, realçou.</p>
<p>O estudo da Nova SBE estima &#8220;um impacto fiscal global de cerca de 2,3 mil milhões de euros em toda a economia portuguesa, incluindo impostos diretos e indiretos&#8221;, tendo em conta a sua &#8220;ligação à restauração, hotelaria, turismo, agricultura, logística e comércio&#8221;.</p>
<p>Além disso, o estudo aponta a &#8220;elevada complementaridade financeira do setor&#8221;, visto que &#8220;cada euro de Valor Acrescentado Bruto (VAB) gerado diretamente pela indústria cervejeira traduz-se em 18,37 euros de VAB total na economia portuguesa&#8221;.</p>
<p>Segundo o comunicado, atualmente contam-se cerca de 100 cervejeiras no país, sendo que 95% destas empresas são PME.</p>
<p>De acordo com os dados divulgados, a produção nacional cresceu 1,73% e as vendas aumentaram 0,88% em 2025.</p>
<p>&#8220;O principal destaque do ano foi, contudo, a evolução da cerveja sem álcool. Em 2025, a categoria registou um crescimento de 11,45%, significativamente acima da média dos últimos anos, situada entre os 6% e os 8%&#8221;, destacou, apontando que este segmento &#8220;representou cerca de 27% do crescimento total do mercado doméstico&#8221;.</p>
<p>Ainda assim, &#8220;apesar desta evolução, o setor continua a enfrentar desafios relevantes em matéria de competitividade, equidade e enquadramento fiscal&#8221;, indicou a associação, apontando que &#8220;a cerveja permanece sujeita à taxa máxima de IVA e ao IABA &#8212; Imposto sobre o Álcool e as Bebidas Alcoólicas &#8211;, ao contrário do vinho, que beneficia de um regime de isenção neste imposto especial de consumo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma assimetria fiscal histórica&#8221;, referiu.</p>
<p>&#8220;Não defendemos a eliminação deste imposto. Defendemos previsibilidade. Tal como sucede noutros mercados europeus, um congelamento plurianual do IABA permitiria às empresas planear investimentos de longo prazo, reforçar os seus compromissos de sustentabilidade e continuar a sustentar a vasta cadeia de valor económica e social associada ao setor cervejeiro&#8221;, disse Rui Lopes Ferreira, Presidente dos Cervejeiros de Portugal, citado na mesma nota.</p>
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		<item>
		<title>Irão: Chefes da equipa negocial iraniana regressaram a Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 08:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A delegação iraniana, que participou no domingo nas negociações com os Estados Unidos na Suíça, sob a mediação do Paquistão e do Qatar, regressou a Teerão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A delegação iraniana, que participou no domingo nas negociações com os Estados Unidos na Suíça, sob a mediação do Paquistão e do Qatar, regressou a Teerão.</p>
<p>De acordo com a agência de notícias iraniana IRNA, a delegação regressou à capital do Irão após 18 horas de &#8220;intensas discussões&#8221;.</p>
<p>A equipa iraniana foi liderada pelo presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, e integrou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi.</p>
<p>A agência de notícias oficial do Irão acrescentou que as discussões técnicas vão continuar ao longo da semana na Suíça.</p>
<p>Anteriormente, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, referiu-se a progressos significativos nas negociações com os Estados Unidos saudando a libertação de ativos iranianos e o levantamento das restrições ao petróleo, bem como avanços na questão libanesa.</p>
<p>&#8220;As exportações de petróleo e produtos petroquímicos já não estão restringidas, o bloqueio foi levantado, alguns ativos congelados foram libertados e foi lançado um importante plano de reconstrução e desenvolvimento para o Irão&#8221;, disse o ministro através de uma mensagem difundida através das redes sociais.</p>
<p>Hoje, os preços do petróleo caíram, após as negociações entre os representantes de Teerão e Washington na Suíça.</p>
<p>O preço do barril de crude WTI norte-americano caiu 0,62%, cotado a 75,38 dólares.</p>
<p>O preço do barril de crude Brent do Mar do Norte, referência global, baixou 1,79%, cotado nos 79,13 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779409]]></sapo:autor>
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		<title>Sondagem: Maioria dos portugueses defende que Seguro deve reforçar fiscalização ao Governo e à oposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 07:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria dos portugueses considera que o Presidente da República, António José Seguro, deve assumir uma postura mais exigente perante o Governo e os partidos da oposição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos portugueses considera que o Presidente da República, António José Seguro, deve assumir uma postura mais exigente perante o Governo e os partidos da oposição, privilegiando a fiscalização da atividade política em vez de uma relação de maior cooperação institucional. A conclusão resulta da mais recente <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/maioria-quer-seguro-mais-exigente-com-governo-e-oposicao" target="_blank" rel="noopener">sondagem da Intercampus</a> para o Negócios, Correio da Manhã, CMTV e NOW, divulgada esta segunda-feira.</p>
<p>De acordo com o barómetro realizado entre 10 e 16 de junho, 56,7% dos inquiridos defendem que o chefe de Estado deve ser mais fiscalizador da ação governativa, enquanto apenas 32,2% entendem que deverá concentrar-se em apoiar o Executivo na tomada das decisões consideradas mais adequadas. A diferença de cerca de 25 pontos percentuais evidencia uma preferência clara por um papel mais interventivo de Belém.</p>
<p>A mesma tendência verifica-se relativamente aos partidos da oposição. Quando questionados sobre a relação entre o Presidente e as forças opositoras, 51,6% dos participantes na sondagem afirmam preferir uma atitude mais exigente e fiscalizadora, contra 34,6% que defendem uma postura mais cooperante. No caso específico do Chega, a exigência surge ainda mais destacada: 53,7% dos inquiridos consideram que António José Seguro deve ser mais rigoroso na avaliação das propostas do partido, enquanto apenas 24,8% optam por um papel de maior apoio ou colaboração.</p>
<p>O estudo foi realizado já após a Presidência Aberta às regiões afetadas pelo conjunto de tempestades que atingiu sobretudo a região Centro no início de abril e depois do discurso de 10 de Junho, no qual António José Seguro apelou à “coragem” para enfrentar decisões difíceis. Ainda assim, a avaliação global do desempenho presidencial mantém-se positiva. Cerca de 45% dos inquiridos consideram que o Presidente está a corresponder às expectativas criadas aquando da sua eleição, enquanto quase três em cada dez entendem que a sua atuação tem sido melhor do que o esperado. Apenas 15% avaliam o desempenho de forma negativa.</p>
<p>A sondagem procurou ainda comparar o atual Presidente da República com o seu antecessor, Marcelo Rebelo de Sousa. Neste ponto, quase 40% dos portugueses consideram que não existem diferenças significativas entre ambos. Já 28,9% classificam António José Seguro como melhor Presidente, enquanto 16,3% entendem que o atual chefe de Estado apresenta um desempenho inferior. Segundo a análise da Intercampus, as avaliações positivas continuam a superar de forma clara as negativas, indicando que, apesar da perceção de continuidade em relação ao anterior mandato presidencial, Seguro mantém níveis de aceitação globalmente favoráveis junto da opinião pública.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779405]]></sapo:autor>
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		<title>Concentração de pólen na atmosfera estará de moderada a elevada esta semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 07:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria do território continental terá uma concentração moderada a elevada de pólen na atmosfera esta semana, em contraste com valores baixos no distrito de Faro e nas regiões autónomas.
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria do território continental terá uma concentração moderada a elevada de pólen na atmosfera esta semana, em contraste com valores baixos no distrito de Faro e nas regiões autónomas.</p>
<p>Segundo as previsões da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), a maioria do território continental estará, entre sexta-feira e 25 de junho, em risco moderado a elevado de concentração de pólen, sobretudo das árvores oliveira, castanheiro, sobreiro e carvalhos e das ervas gramíneas, tanchagem, quenopódio, bredo, azeda, urtiga e urticáceas (incluindo a parietária).</p>
<p>Em Vila-Real (região de Trás-Os-Montes e Alto Douro) a concentração de pólen no ar irá registar valores de risco elevado, enquanto no Porto (região de Entre Douro e Minho), as previsões apontam para risco moderado a elevado, para mesmas árvores e ervas.</p>
<p>Em risco elevado estará também Coimbra (região da Beira Litoral), assim como Castelo Branco (região da Beira Interior) relativamente às mesmas espécimes.</p>
<p>Já na região de Lisboa e Setúbal, a concentração de pólen na atmosfera estará em risco moderado a elevado, com destaque dos grãos de pólen das árvores oliveira, sobreiro e carvalhos e das ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, bredo, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
<p>A região do Alentejo terá uma concentração elevada de pólen na atmosfera para as árvores oliveira, castanheiro, eucalipto e sobreiro e das ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, bredo, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
<p>Em contrapartida, na região do Algarve as previsões apontam para uma concentração baixa, designadamente dos pólenes das árvores oliveira, castanheiro, sobreiro e carvalhos, mantendo-se as ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, bredo, urtiga e urticáceas (incluindo a parietária).</p>
<p>Na região autónoma da Madeira, a concentração de pólen na atmosfera será também baixa, mas para as árvores cipreste e eucalipto e das ervas gramíneas, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
<p>A região autónoma dos Açores terá igualmente uma concentração baixa, mas para as árvores cipreste (e/ou criptoméria), pinheiro, eucalipto e castanheiro e das ervas gramíneas, tanchagem, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778412]]></sapo:autor>
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		<title>Quantos estrangeiros vivem em Portugal? INE divulga hoje números aguardados há meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 07:00:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal deverá conhecer esta segunda-feira um dos mais aguardados retratos estatísticos dos últimos anos: os números atualizados da população estrangeira residente no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal deverá conhecer esta segunda-feira um dos mais aguardados retratos estatísticos dos últimos anos: os números atualizados da população estrangeira residente no país. A divulgação dos dados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) surge após vários meses de atraso e no final de um complexo processo de revisão e validação de informação relacionada com os fluxos migratórios.</p>
<p>A publicação é particularmente aguardada porque deverá ajudar a esclarecer a verdadeira dimensão do crescimento da imigração em Portugal nos últimos anos, numa altura em que o país viveu aquilo que vários responsáveis classificaram como um autêntico &#8220;vazio estatístico&#8221; sobre a população estrangeira.</p>
<p>Desde o final de 2023 que não eram divulgados dados atualizados sobre residentes estrangeiros, deixando em aberto questões fundamentais sobre quantos imigrantes vivem atualmente em Portugal, onde estão concentrados e qual o impacto do seu crescimento em diversos indicadores económicos e sociais.</p>
<p><strong>Dois anos sem números atualizados</strong><br />
Até agora, os dados oficiais do INE continuavam a apontar para pouco mais de um milhão de estrangeiros residentes em Portugal no final de 2023.</p>
<p>Contudo, a realidade migratória alterou-se significativamente desde então, impulsionada pelo aumento dos fluxos migratórios e pela regularização de centenas de milhares de processos pendentes.</p>
<p>A suspensão da divulgação dos dados foi explicada pelo INE com a necessidade de tratar e validar informação proveniente da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), cruzando-a com outras bases administrativas utilizadas na produção das estatísticas oficiais.</p>
<p>O resultado foi um atraso de vários meses na publicação inicialmente prevista, obrigando o instituto a realizar uma profunda revisão dos dados demográficos nacionais.</p>
<p><strong>Governo antecipa aumento significativo da população imigrante</strong><br />
Em audição parlamentar realizada em maio, o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afirmou não ter dúvidas de que os novos números revelarão um crescimento expressivo da população residente e da população estrangeira em Portugal.</p>
<p>&#8220;Não temos dúvida que vai haver uma revelação do aumento significativo da população total e da população imigrante neste período&#8221;, afirmou o governante.</p>
<p>A convicção do ministro baseia-se nos dados já conhecidos da AIMA, que apontavam para cerca de 1,5 milhões de cidadãos estrangeiros em Portugal durante 2024.</p>
<p>Segundo os números divulgados pela agência, a população estrangeira quadruplicou ao longo dos últimos sete anos e duplicou apenas nos últimos três.</p>
<p><strong>Porque podem os números do INE ser diferentes dos da AIMA?</strong><br />
Apesar das expectativas geradas em torno dos dados, o Governo tem alertado que os números do INE não deverão coincidir com os divulgados pela AIMA.</p>
<p>A diferença resulta dos critérios utilizados por cada entidade.</p>
<p>Enquanto a AIMA contabiliza cidadãos estrangeiros com títulos de residência válidos, processos de regularização em curso ou estatutos de proteção humanitária, o INE mede a população residente em Portugal durante mais de 12 meses, independentemente da sua situação documental.</p>
<p>Esta metodologia pode incluir pessoas sem documentação regularizada, ao mesmo tempo que exclui trabalhadores sazonais ou recém-chegados que ainda não cumpram o período mínimo de residência.</p>
<p>Leitão Amaro deu alguns exemplos concretos dessas diferenças.</p>
<p>&#8220;Entre os números que não aparecem na AIMA está um grande agregado de crianças que estão nas escolas, que vieram com os pais, mas que ainda não têm títulos. E estão também os ilegais&#8221;, explicou.</p>
<p>O ministro acrescentou ainda que os dois relatórios apresentarão uma forte sobreposição, mas poderão registar diferenças relevantes sem que isso coloque em causa a credibilidade de qualquer uma das estatísticas.</p>
<p><strong>Regularização de 440 mil processos obrigou a rever dados históricos</strong><br />
Um dos principais fatores que contribuiu para o atraso da publicação foi a resolução de cerca de 440 mil processos de autorização de residência que se encontravam pendentes.</p>
<p>Estes processos, muitos deles associados às antigas manifestações de interesse, estavam acumulados há vários anos e foram posteriormente tratados por uma Estrutura de Missão criada especificamente para esse efeito.</p>
<p>Segundo o ministro da Presidência, foi precisamente esta enorme quantidade de informação que obrigou o INE a desenvolver um trabalho de revisão estatística sem precedentes.</p>
<p>&#8220;A AIMA tirou do armário uma grande explosão de entradas não reportadas, uma pilha de mais de 440 mil, e o INE ainda não tinha esses números suficientemente e robustamente tratados&#8221;, afirmou.</p>
<p>O governante justificou ainda o atraso da divulgação dos dados com a necessidade de garantir rigor estatístico.</p>
<p>&#8220;Parar para fazer bem é melhor do que fazer um disparate&#8221;, declarou.</p>
<p><strong>Revisão pode afetar indicadores económicos e sociais</strong><br />
A atualização dos dados não se limita à simples contabilização da população estrangeira.</p>
<p>O INE teve igualmente de rever séries estatísticas de anos anteriores, redistribuindo os processos entretanto regularizados pelos respetivos anos de entrada no país.</p>
<p>Essa revisão poderá ter impacto em diversos indicadores nacionais, incluindo estimativas da população residente, fluxos migratórios e indicadores económicos e sociais.</p>
<p>Entre os dados potencialmente afetados encontram-se métricas como o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, os rácios de utilização dos serviços públicos, o número de médicos por habitante e até indicadores relacionados com natalidade e mortalidade.</p>
<p>Leitão Amaro descreveu o processo como &#8220;uma operação brutal, e brutalmente complexa&#8221;, explicando que o instituto teve de cruzar informação proveniente de múltiplas bases de dados administrativas.</p>
<p><strong>Escolas, SNS e Segurança Social revelam dimensão do crescimento</strong><br />
Embora os números oficiais da população estrangeira ainda não tenham sido divulgados, vários indicadores apresentados pelo Governo dão uma ideia da dimensão da transformação ocorrida nos últimos anos.</p>
<p>Segundo os dados apresentados pelo ministro da Presidência, entre 2017 e 2024:</p>
<p>O número de alunos estrangeiros inscritos nas escolas públicas aumentou de 40 mil para 70 mil;<br />
As consultas de cidadãos estrangeiros nos cuidados de saúde primários passaram de 326 mil para 1,4 milhões;<br />
Os utentes estrangeiros registados no Serviço Nacional de Saúde aumentaram de 328 mil para 871 mil;<br />
O número de contribuintes estrangeiros ativos na Segurança Social subiu de 244 mil para mais de um milhão.</p>
<p>O aumento da participação dos imigrantes no mercado de trabalho, particularmente em setores como a agricultura, turismo e serviços, tem sido apontado como um dos fatores que contribuem para o crescimento das receitas da Segurança Social e para o desempenho das contas públicas.</p>
<p><strong>Mais de 458 mil cartões de residência emitidos</strong><br />
Durante a audição parlamentar, António Leitão Amaro apresentou também um balanço detalhado do processo de regularização conduzido pela AIMA.</p>
<p>Segundo o governante, o atual executivo encontrou cerca de 933 mil processos pendentes.</p>
<p>No caso das manifestações de interesse, que totalizavam aproximadamente 450 mil processos, 98% já se encontram resolvidos.</p>
<p>O ministro revelou ainda que foram emitidos 458.989 cartões de residência no âmbito dos vários processos analisados.</p>
<p>No total, registaram-se 933 mil notificações, 763 mil atendimentos, 568 mil imigrantes atendidos, 528 mil processos decididos, 473 mil deferimentos e cerca de 52 mil indeferimentos.</p>
<p>A operação envolveu a colaboração da AIMA, da Estrutura de Missão e de uma bolsa externa de advogados e solicitadores, aos quais já foram pagos cerca de 3,7 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778549]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cotação do Brent para entrega em agosto cai 2% para 79 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 07:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em agosto caiu hoje quase 2%, para 79 dólares (69 euros), enquanto seguem as negociações de paz entre os Estados Unidos da América e o Irão, na Suíça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em agosto caiu hoje quase 2%, para 79 dólares (69 euros), enquanto seguem as negociações de paz entre os Estados Unidos da América e o Irão, na Suíça.</p>
<p>Segundo dados da agência especializada Bloomberg compilados pela espanhola EFE, o Brent, referência europeia para o petróleo bruto, estava em queda de 1,91%, cotado a 79,04 dólares o barril.</p>
<p>Durante as primeiras horas da manhã, o preço do petróleo chegou a baixar a um mínimo de 78,69 dólares.</p>
<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, que participa das negociações na estância alpina de Bürgenstock com o vice-presidente norte-americano, JD Vance, além dos mediadores, afirmou que foram feitos &#8220;progressos significativos&#8221; para pôr fim à &#8220;guerra no Líbano&#8221;.</p>
<p>&#8220;A incansável mediação do Paquistão e do Qatar alcançou progressos significativos para o fim da guerra no Líbano&#8221;, declarou Araqchi.</p>
<p>O Irão e os Estados Unidos concordaram em criar uma &#8220;célula de gestão de conflitos&#8221; para pôr fim aos combates no Líbano, que têm prejudicado o cessar-fogo em vigor no Médio Oriente, anunciaram no domingo à noite mediadores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779400]]></sapo:autor>
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		<title>Greve na EMEL arranca hoje com trabalhadores a exigirem aumentos salariais e retoma das negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores da EMEL – Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa iniciam esta segunda-feira uma greve parcial de quatro dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhadores da EMEL – Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa iniciam esta segunda-feira uma greve parcial de quatro dias para exigir a retoma das negociações do caderno reivindicativo e uma proposta salarial que consideram adequada à realidade da empresa e dos seus profissionais.</p>
<p>A paralisação, aprovada em plenário pelos trabalhadores, prolonga-se até quinta-feira, 25 de junho, e inclui interrupções de duas horas por turno ao longo de cada dia. A decisão surge após vários meses de impasse negocial, durante os quais os trabalhadores acusam a administração da empresa e a Câmara Municipal de Lisboa de não apresentarem respostas concretas às suas reivindicações.</p>
<p><strong>Paralisação prolonga-se até quinta-feira</strong><br />
A greve decorre entre os dias 22 e 25 de junho e abrange todos os turnos de trabalho da empresa municipal responsável pela gestão do estacionamento e da mobilidade na capital.</p>
<p>De acordo com o calendário definido pelos trabalhadores, a paralisação realiza-se nos seguintes períodos:</p>
<ul>
<li>Turno da manhã: das 10h00 às 12h00;</li>
<li>Turno da tarde: das 15h30 às 17h30;</li>
<li>Turno da noite: das 18h00 às 20h00;</li>
<li>Turno da madrugada: das 06h00 às 08h00.</li>
</ul>
<p>Além da greve parcial, estão também previstos piquetes de greve junto à sede da empresa, no Lumiar, durante os turnos da manhã e da tarde. Os trabalhadores anunciaram igualmente a realização de concentrações e ações de protesto no local.</p>
<p><strong>Trabalhadores acusam EMEL e Câmara de silêncio</strong><br />
Na origem da contestação está aquilo que os trabalhadores classificam como uma falta de resposta às propostas apresentadas no âmbito do caderno reivindicativo.</p>
<p>Num comunicado divulgado para justificar a greve, os funcionários afirmam continuar a assistir a um &#8220;desrespeito contínuo&#8221; pelos seus direitos, responsabilizando tanto o Conselho de Administração da EMEL como a Câmara Municipal de Lisboa pela ausência de avanços nas negociações.</p>
<p>Segundo os trabalhadores, as duas entidades mantêm &#8220;um silêncio inaceitável&#8221;, sem apresentarem aquilo que consideram ser uma proposta séria para a valorização salarial dos profissionais da empresa.</p>
<p><strong>Contestação à proposta de aumento salarial</strong><br />
Um dos principais pontos de conflito prende-se com a proposta salarial apresentada pela administração.</p>
<p>Os trabalhadores criticam a manutenção de uma atualização salarial de apenas 25 euros, valor que afirmam já ter sido rejeitado de forma clara pelos funcionários.</p>
<p>De acordo com a posição assumida pelos representantes dos trabalhadores, a proposta não responde à necessidade de valorização das carreiras nem acompanha a evolução do custo de vida.</p>
<p>A contestação surge numa altura em que a empresa anunciou novos investimentos, situação que os trabalhadores utilizam para questionar as prioridades da gestão.</p>
<p>&#8220;Há dinheiro para investimentos, mas não há vontade para valorizar quem realmente trabalha e constrói os resultados da empresa diariamente&#8221;, defendem.</p>
<p><strong>Questão das diuturnidades continua sem solução</strong><br />
Outro dos temas centrais da greve está relacionado com a implementação das diuturnidades.</p>
<p>Os trabalhadores acusam a empresa de continuar a recusar a aplicação deste mecanismo de progressão remuneratória, apesar de considerarem que existiram compromissos assumidos anteriormente nesse sentido.</p>
<p>A ausência de avanços nesta matéria é apontada como mais um exemplo da falta de resposta às reivindicações apresentadas pelos profissionais.</p>
<p><strong>Trabalhadores criticam referência a possíveis despedimentos</strong><br />
No comunicado divulgado para anunciar a greve, os trabalhadores afirmam ainda que a administração da EMEL tentou justificar a ausência de melhorias salariais com a possibilidade de futuros despedimentos.</p>
<p>Segundo os funcionários, essa argumentação foi encarada como uma tentativa de desencorajar a mobilização dos trabalhadores e a defesa dos seus direitos laborais.</p>
<p>Perante aquilo que classificam como uma postura de intransigência por parte da empresa e da Câmara Municipal de Lisboa, a maioria dos trabalhadores decidiu avançar para a paralisação agora iniciada.</p>
<p><strong>Exigências apresentadas ao longo da greve</strong><br />
Entre as principais reivindicações dos trabalhadores encontram-se uma revisão salarial significativamente superior aos 25 euros propostos pela empresa, a retoma das negociações do caderno reivindicativo e a implementação das diuturnidades.</p>
<p>Os trabalhadores exigem concretamente:</p>
<ul>
<li>Uma revisão salarial considerada digna e substancialmente superior à proposta apresentada pela administração;</li>
<li>A abertura de um processo de discussão e negociação efetiva das matérias constantes do caderno reivindicativo;</li>
<li>A implementação das diuturnidades, de acordo com os compromissos que afirmam ter sido assumidos anteriormente.</li>
</ul>
<p><strong>Novo plenário marcado para sexta-feira</strong><br />
No final do período de greve, os trabalhadores voltarão a reunir-se em plenário para avaliar a evolução do conflito laboral e decidir os próximos passos.</p>
<p>A nova reunião está marcada para 26 de junho, nos Paços do Concelho, em Lisboa.</p>
<p>A expectativa dos trabalhadores é que a paralisação e as ações de protesto previstas ao longo desta semana levem a administração da EMEL e a Câmara Municipal de Lisboa a retomarem as negociações e a apresentarem propostas que permitam desbloquear o impasse que se arrasta há vários meses.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778507]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Mais de 30 concelhos do interiro Norte e Centro em perigo máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 30 concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Coimbra e Portalegre estão em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 30 concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Coimbra e Portalegre estão em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Em perigo muito elevado de incêndio estão mais de uma centena de concelhos nos distritos de Bragança, Vila real, Braga, Porto, Aveiro, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Santarém, Portalegre e Faro, de acordo com o IPMA.</p>
<p>Em perigo elevado está toda a região do Alentejo e dezenas concelhos dos distritos de Faro, Setúbal, Lisboa, Leiria, Santarém, Portalegre, Coimbra, Aveiro, Viseu, Porto, Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Bragança.</p>
<p>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</p>
<p>A previsão meteorológica do IPMA aponta para hoje uma pequena descida da temperatura máxima, com possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoadas no interior.</p>
<p>As temperaturas máximas vão variar entre os 25 graus Celsius (Aveiro e Sines) e os 37º (Bragança, Castelo Branco e Évora) e as mínimas entre os 17º (Viana do Castelo, Porto, Aveiro, Leiria, Setúbal, Sines e Sangres) e os 25º (Portalegre).</p>
<p>Na quinta-feira, o ministro da Administração Interna apelou a que sejam evitados comportamentos de risco de incêndio devido às elevadas temperaturas previstas pelas autoridades.</p>
<p>Segundo o ministro, há comportamentos que não se devem ter como a utilização de maquinaria como roçadoras de discos e determinados equipamentos agrícolas, realização de queimas e queimadas e a utilização de fogos-de-artifício em festas tradicionais, incluindo balões de mecha acesa durante as festividades do São João, que se realizam na próxima semana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779399]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Ataque de drone russo causa um morto e incêndio em navio no mar Negro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um navio de carga incendiou-se no Mar Negro após um ataque de drone russo, matando pelo menos uma pessoa, anunciou hoje o vice-primeiro-ministro ucraniano, Oleksiy Kuleba.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um navio de carga incendiou-se no Mar Negro após um ataque de drone russo, matando pelo menos uma pessoa, anunciou hoje o vice-primeiro-ministro ucraniano, Oleksiy Kuleba.</P><br />
<P>A Marinha ucraniana reportou &#8220;múltiplas vítimas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um ataque de drone causou um incêndio numa embarcação de bandeira panamiana. Um membro da tripulação morreu: um cozinheiro egípcio de 58 anos&#8221;, escreveu Kuleba na plataforma de mensagens Telegram, acrescentando que oito marinheiros foram resgatados.</P><br />
<P>A Marinha ucraniana tinha declarado anteriormente que o incidente causou &#8220;múltiplas vítimas&#8221; a bordo do navio cargueiro Victress, que navegava com nove tripulantes, de nacionalidades egípcia, turca e indiana, e já não está em condições de navegar.</P><br />
<P>Segundo Kuleba, outros dois navios, com bandeiras do Belize e do Palau, foram atacados pela Rússia durante a madrugada de hoje, sem provocar feridos.</P><br />
<P>Também hoje, as autoridades ucranianas anunciaram que ataques aéreos russos contra as cidades de Zaporijia e Odessa fizeram dois mortos.</P><br />
<P>&#8220;Três pessoas ficaram feridas e uma mulher continua presa numa casa em chamas após um ataque inimigo em Zaporijia&#8221;, no sudeste do país, escreveu inicialmente no Telegram o chefe da administração militar da região, Ivan Fedorov.</P><br />
<P>&#8220;Infelizmente, a morte da mulher que estava dentro da casa destruída pelo drone inimigo foi confirmada&#8221;, acrescentou Fedorov, numa mensagem posterior.</P><br />
<P>O chefe da administração militar da região de Odessa (sul), Oleg Kiper, reportou um ataque com um míssil balístico Iskander durante a noite contra uma quinta, também com uma vítima mortal.</P><br />
<P>A Rússia bombardeia a Ucrânia diariamente desde o início da guerra, em fevereiro de 2022. Recentemente, Kiev intensificou os ataques contra o território russo.</P><br />
<P>Os quatro aeroportos de Moscovo foram temporariamente encerrados hoje devido a vagas de drones ucranianos, com as autoridades locais a noticiarem que cerca de 60 drones foram abatidos.</P><br />
<P></P><br />
<P>VQ //</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779398]]></sapo:autor>
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		<title>Luís Montenegro inicia hoje visita aos EUA com Mundial 2026, economia e comunidade portuguesa na agenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, inicia esta segunda-feira, uma visita aos Estados Unidos da América que se prolongará até quarta-feira, dia 25.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, inicia esta segunda-feira, uma visita aos Estados Unidos da América que se prolongará até quarta-feira, dia 25, numa deslocação que combinará contactos com a comunidade portuguesa, iniciativas de cariz económico e a presença em eventos ligados ao Campeonato do Mundo de Futebol de 2026.</p>
<p>A deslocação tinha sido anunciada pelo gabinete do chefe do Governo no final de maio, altura em que foi indicado que a visita decorreria “previsivelmente entre 22 e 25 de junho” e incluiria uma componente dedicada às comunidades portuguesas, à promoção económica e também ao desporto.</p>
<p>A visita acontece numa altura em que os Estados Unidos acolhem, juntamente com o México e o Canadá, o Campeonato do Mundo de Futebol de 2026, competição que decorre entre 11 de junho e 19 de julho e que, pela primeira vez na história, reúne 48 seleções nacionais.</p>
<p><strong>Apoio à Seleção Nacional no Mundial</strong><br />
Um dos momentos centrais da deslocação de Luís Montenegro será a presença no segundo encontro de Portugal na fase de grupos do Mundial.</p>
<p>O primeiro-ministro deverá assistir, em Houston, ao jogo entre Portugal e o Uzbequistão, marcado para terça-feira, 23 de junho. A partida assume particular importância para as aspirações da equipa das quinas na competição, depois da estreia frente à República Democrática do Congo.</p>
<p>Portugal integra o Grupo K da fase final do torneio, juntamente com as seleções do Uzbequistão, da Colômbia e da República Democrática do Congo. De acordo com o regulamento da competição, seguem para a fase a eliminar os dois primeiros classificados de cada grupo, bem como os oito melhores terceiros classificados.</p>
<p>A presença do chefe do Governo português no encontro reforça a dimensão institucional do apoio nacional à seleção durante a maior competição de futebol do mundo.</p>
<p><strong>Comunidade portuguesa e vertente económica entre as prioridades</strong><br />
Para além da componente desportiva, a deslocação inclui encontros com representantes da comunidade portuguesa residente nos Estados Unidos, uma das maiores diásporas portuguesas no exterior.</p>
<p>Segundo as informações divulgadas pelo gabinete do primeiro-ministro, a visita contempla igualmente uma vertente económica, enquadrada nos esforços de reforço das relações entre Portugal e os Estados Unidos, bem como na promoção de oportunidades de investimento e cooperação empresarial.</p>
<p>Os contactos previstos deverão abranger representantes do tecido económico e empresarial, numa missão que pretende igualmente destacar os laços históricos e culturais entre os dois países.</p>
<p><strong>Presidente da República também estará nos Estados Unidos</strong><br />
A visita de Luís Montenegro antecede uma outra deslocação institucional portuguesa relacionada com o Mundial 2026.</p>
<p>A Assembleia da República aprovou por unanimidade a deslocação do Presidente da República, António José Seguro, a Miami, entre os dias 25 e 29 de junho, para assistir ao encontro entre Portugal e a Colômbia.</p>
<p>Na comunicação enviada ao Parlamento, o chefe de Estado indicou que viajará para os Estados Unidos a convite do presidente da FIFA, Gianni Infantino, para acompanhar o terceiro jogo da Seleção Nacional na fase de grupos.</p>
<p>O duelo entre Portugal e a Colômbia está agendado para as 19h30 locais de 27 de junho, correspondendo às 00h30 de 28 de junho em Lisboa.</p>
<p><strong>Presença institucional portuguesa no torneio</strong><br />
O Mundial 2026 tem contado com a presença de várias figuras institucionais portuguesas. O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, assistiu ao encontro de estreia da seleção portuguesa frente à República Democrática do Congo, disputado em Houston.</p>
<p>Agora, será a vez de Luís Montenegro marcar presença na competição, numa visita que combina diplomacia, economia, ligação às comunidades portuguesas e apoio à Seleção Nacional.</p>
<p>Com o Mundial a decorrer até 19 de julho, Portugal procura garantir a qualificação para a fase seguinte da prova, enquanto o Governo aproveita a deslocação aos Estados Unidos para reforçar contactos políticos, económicos e comunitários num dos mais importantes parceiros internacionais do país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778511]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Aeroportos de Moçambique voltam aos lucros em 2025 após anos de prejuízos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:19:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Aeroportos de Moçambique (AdM) regressaram aos lucros em 2025, com resultados líquidos de 637 milhões de meticais (8,7 milhões de euros), após concluírem o saneamento da dívida da LAM e a reestruturação dos passivos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Aeroportos de Moçambique (AdM) regressaram aos lucros em 2025, com resultados líquidos de 637 milhões de meticais (8,7 milhões de euros), após concluírem o saneamento da dívida da LAM e a reestruturação dos passivos.</P><br />
<P>Segundo o relatório e contas de 2025, a empresa pública, que gere cerca de 20 aeroportos e aeródromos da rede nacional, encerrou o exercício invertendo vários anos consecutivos de prejuízos, que tinham atingido 1,53 mil milhões de meticais (20,9 milhões de euros) em 2024.</P><br />
<P>A administração atribui a melhoria dos resultados sobretudo às reversões de perdas por imparidade associadas ao processo de saneamento da dívida da também estatal Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), que permitiram que os resultados operacionais passassem de um saldo negativo de 583 milhões de meticais (oito milhões de euros) em 2024 para um resultado positivo de 1,19 mil milhões de meticais (16,3 milhões de euros) em 2025.</P><br />
<P>A Deloitte, auditora das contas da empresa, refere no documento que o Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) procedeu em 2025 a um encontro de contas entre créditos da AdM sobre a LAM e dívidas da gestora aeroportuária ao Estado e outras entidades públicas, no montante de 3,78 mil milhões de meticais (51,7 milhões de euros).</P><br />
<P>Segundo o parecer, a operação permitiu a reversão de imparidades anteriormente registadas no valor de 2,48 mil milhões de meticais (33,9 milhões de euros), contribuindo assim para a melhoria dos resultados da AdM, mas com alertas.</P><br />
<P>Apesar do regresso aos lucros, a Deloitte aponta para uma &#8220;incerteza material&#8221; sobre a continuidade da empresa. Em 31 de dezembro de 2025, a AdM apresentava um capital próprio negativo de 857 milhões de meticais (11,7 milhões de euros) e passivos correntes superiores aos ativos correntes.</P><br />
<P>A auditora acrescenta que a empresa mantinha créditos sobre a LAM avaliados em 1,12 mil milhões de meticais (15,3 milhões de euros) e avisa que, tal como alertou em anos anteriores, &#8220;existe uma incerteza material que pode colocar dúvidas significativas sobre a capacidade da entidade em se manter em continuidade&#8221;, acrescentando que a operação continua dependente do apoio financeiro do Estado.</P><br />
<P>O volume de negócios da AdM recuou para 2,85 mil milhões de meticais (39,1 milhões de euros), refere a administração no relatório, acrescentando que o valor ficou 23% abaixo do plano e 5% abaixo do registado em 2024.</P><br />
<P>As receitas aeronáuticas, principal fonte de rendimento da empresa, totalizaram 2,57 mil milhões de meticais (35,1 milhões de euros), uma redução de 6,7% face ao ano anterior, enquanto as receitas não-aeronáuticas cresceram 10%, para 290 milhões de meticais (quatro milhões de euros).</P><br />
<P>Ao nível operacional, os aeroportos moçambicanos movimentaram 1.863.772 passageiros em 2025, menos 9,3% do que os 2.055.435 registados em 2024. O número de aeronaves movimentadas recuou 10,9%, para 54.495 operações.</P><br />
<P>A carga manuseada totalizou 7.842 toneladas, menos 28,4% que em 2024, enquanto o movimento de correio caiu 43,5%, para 275 toneladas. Em contrapartida, os sobrevoos do espaço aéreo nacional aumentaram 10,6%, para 32.901 aeronaves.</P><br />
<P>A empresa empregava 843 trabalhadores no final de 2025, mais 13 do que no ano anterior.</P><br />
<P>No plano financeiro, os rendimentos e ganhos da AdM ascenderam a 5,85 mil milhões de meticais (79,9 milhões de euros), um aumento de 67%, enquanto os gastos e perdas cresceram 12,2%, para 5,45 mil milhões de meticais (74,5 milhões de euros).</P><br />
<P>Sobre o contexto operacional, a presidente da empresa, Amélia Mucandane, reconhece que 2025 foi &#8220;bastante desafiador para o sector de aviação&#8221;, devido à conjuntura macroeconómica, aos desenvolvimentos geopolíticos, à instabilidade registada no país após o último trimestre de 2024 e à situação de segurança em Cabo Delgado.</P><br />
<P>A AdM antecipa uma evolução positiva da atividade em 2026, sustentada pelo crescimento da procura de passageiros, do turismo e do tráfego aéreo, bem como pela expansão das operações da Solenta Aviation e pela entrada da companhia Airlink no Aeroporto Internacional de Nacala.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779397]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>GNR e PSP retomam hoje negociações com o Governo. Revisão salarial domina discussões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As associações socioprofissionais da Guarda Nacional Republicana (GNR) e os sindicatos representativos da Polícia de Segurança Pública (PSP) regressam esta segunda-feira à mesa das negociações com o Ministério da Administração Interna (MAI).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As associações socioprofissionais da Guarda Nacional Republicana (GNR) e os sindicatos representativos da Polícia de Segurança Pública (PSP) regressam esta segunda-feira à mesa das negociações com o Ministério da Administração Interna (MAI), numa reunião considerada decisiva para o futuro das carreiras e das condições remuneratórias dos profissionais das forças de segurança.</p>
<p>O encontro decorre no âmbito da retoma do processo negocial entre o Governo e as estruturas representativas das forças policiais, na sequência dos compromissos assumidos anteriormente pelo executivo, incluindo o acordo subscrito por duas associações da GNR, entre as quais a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR).</p>
<p>A revisão do regime remuneratório surge como o principal tema da agenda, depois de o Governo ter assumido o compromisso de trabalhar numa solução até ao final deste ano.</p>
<p><strong>Revisão salarial é a prioridade das associações</strong><br />
A expectativa das associações profissionais da GNR e dos sindicatos da PSP centra-se sobretudo na valorização das carreiras e na correção de situações que consideram injustas no atual sistema remuneratório.</p>
<p>Há duas semanas, quando foi anunciada a retoma das negociações, o presidente da APG/GNR, César Nogueira, identificou a revisão do estatuto remuneratório como a principal reivindicação da estrutura que lidera.</p>
<p>Segundo explicou na altura, o ministro da Administração Interna, Luís Neves, transmitiu às associações a intenção de avançar com medidas que permitam valorizar os profissionais das forças de segurança.</p>
<p>&#8220;A questão do estatuto remuneratório para nós é principal&#8221;, afirmou César Nogueira, acrescentando que voltou a questionar o ministro várias vezes para perceber se o processo ficaria concluído até ao final do ano.</p>
<p>De acordo com o dirigente associativo, o governante garantiu que o objetivo passa por trabalhar nesse sentido e promover a valorização dos profissionais.</p>
<p><strong>Promoções sem aumento salarial preocupam profissionais</strong><br />
Entre os problemas apontados pela APG/GNR está a existência de situações em que militares são promovidos sem qualquer benefício financeiro efetivo.</p>
<p>César Nogueira alertou que existem profissionais que, após uma promoção, mantêm exatamente o mesmo nível de remuneração, apesar das novas responsabilidades assumidas.</p>
<p>&#8220;Temos profissionais que são promovidos e ficam a ganhar o mesmo, para além da penalização de terem de ser deslocados, muitos deles para várias centenas de quilómetros. Ou seja, deixa de ser uma promoção e passa a ser uma penalização&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para a associação, a revisão do sistema deverá garantir mecanismos que permitam uma progressão mais justa e evitar situações de bloqueio nas carreiras.</p>
<p><strong>APG defende mais níveis remuneratórios</strong><br />
No entendimento da APG/GNR, uma solução equilibrada para o problema passaria pela criação de mais escalões remuneratórios e por uma maior valorização da progressão profissional.</p>
<p>Questionado anteriormente sobre aquilo que consideraria uma proposta justa, César Nogueira respondeu que a solução deveria contemplar &#8220;sempre os quatro níveis remuneratórios no mínimo&#8221;, defendendo igualmente a existência de mais patamares de evolução salarial para impedir a estagnação dos profissionais ao longo da carreira.</p>
<p>O dirigente associativo recordou ainda que o estatuto profissional prevê o direito à progressão horizontal, mesmo quando não existe promoção.</p>
<p>&#8220;O nosso estatuto profissional, que parece que é um decreto-lei que está morto, diz que os profissionais têm o direito à progressão. Podem não ter direito à promoção, porque isso depende depois de cada um, mas têm direito à progressão horizontal e esse direito está-lhes a ser cortado e isso não pode continuar a acontecer&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Governo comprometeu-se a melhorar condições de trabalho</strong><br />
Além da questão salarial, as negociações deverão igualmente abordar aspetos relacionados com as condições de trabalho dos profissionais da GNR e da PSP.</p>
<p>Na preparação desta nova ronda negocial, o ministro da Administração Interna já tinha indicado que o Governo pretende discutir medidas que permitam melhorar tanto as condições individuais como as condições coletivas dos elementos das forças de segurança.</p>
<p>&#8220;Vamos encetar de facto uma discussão relativamente àquilo que é possível melhorar as condições individuais e coletivas das pessoas&#8221;, afirmou Luís Neves numa declaração anterior.</p>
<p>O encontro desta segunda-feira é, por isso, encarado como um momento importante para aferir a concretização dos compromissos assumidos pelo executivo e para avaliar até que ponto poderão surgir avanços concretos na revisão do regime remuneratório.</p>
<p><strong>Associações admitem formas de luta se não houver acordo</strong><br />
Apesar de manifestar confiança nas garantias dadas pelo ministro, a APG/GNR já deixou claro que espera resultados concretos do processo negocial.</p>
<p>&#8220;Acreditamos na palavra do senhor ministro&#8221;, afirmou César Nogueira.</p>
<p>Contudo, o presidente da associação advertiu também que, caso a revisão remuneratória não avance ou não produza resultados satisfatórios, a estrutura poderá recorrer a novas formas de contestação.</p>
<p>Segundo o dirigente, a APG/GNR está preparada para avançar com formas de luta caso a valorização prometida aos profissionais não se concretize.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775330]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>FMI alerta para desafios colocados pelos cortes acentuados nas ajudas a África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:04:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As ajudas aos países africanos registam desde 2025 uma queda acentuada e preveem-se mais cortes devido ao ambiente geopolítico, alerta hoje o FMI, destacando a importância de gerir este declínio sem recuar nas melhorias alcançadas nas últimas décadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As ajudas aos países africanos registam desde 2025 uma queda acentuada e preveem-se mais cortes devido ao ambiente geopolítico, alerta hoje o FMI, destacando a importância de gerir este declínio sem recuar nas melhorias alcançadas nas últimas décadas.</P><br />
<P>&#8220;A tarefa imediata consiste em gerir o declínio da ajuda sem retroceder nas conquistas significativas em matéria de desenvolvimento humano alcançadas nas últimas décadas&#8221;, lê-se num relatório divulgado hoje pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).</P><br />
<P>Já a longo prazo, &#8220;o desafio [&#8230;] é adaptar-se a um mundo em que a ajuda é menos abundante e menos previsível&#8221;, sendo que &#8220;a forma como os países lidarem com ambas as situações irá moldar os resultados em termos de crescimento e desenvolvimento nos próximos anos&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Assinado pelos economistas do Departamento Africano do FMI Chie Aoyagi, Maurizio Leonardi e Athene Laws e pelo analista Hamza Mighri, no relatório destaca-se que a ajuda oficial ao desenvolvimento tem sido há décadas &#8220;um pilar central&#8221; do financiamento na África subsaariana, mas os atuais cortes no financiamento são &#8220;profundos, generalizados e impulsionados pelos doadores&#8221;, deixando os decisores políticos &#8220;com poucas opções fáceis&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não se trata de uma flutuação rotineira. Esta situação está a afetar países que dispõem de margem limitada para se adaptarem e de poucas fontes alternativas de financiamento&#8221;, enfatiza-se.</P><br />
<P>As primeiras estimativas apontam que, em 2025, a ajuda bilateral sofreu um corte na ordem dos 26%, estando o apoio multilateral também sob pressão, com as principais instituições &#8220;a preverem reduções orçamentais consideráveis&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Poderão seguir-se mais cortes à medida que os doadores redefinem as suas prioridades num ambiente geopolítico em mudança&#8221;, antecipa o FMI.</P><br />
<P>Afetando praticamente todos os países da África subsaariana &#8211; que em 2024 registou maior dependência mundial de ajuda, que representou 3% do Produto Interno Bruto (PIB) regional e foi sobretudo utilizada para financiar serviços essenciais como a saúde, educação e assistência humanitária &#8211; estes &#8220;cortes avultados&#8221; são ainda mais &#8220;difíceis de gerir&#8221; porque se seguem a seis anos de choques sucessivos, incluindo a pandemia, condições financeiras globais mais restritivas e crises alimentares e energéticas.</P><br />
<P>Neste contexto, o FMI alerta para as &#8220;escolhas difíceis&#8221; que se colocam aos governos locais, muitos dos quais têm espaço orçamental limitado, dívida crescente e reservas reduzidas.</P><br />
<P>Inquéritos realizados pela instituição em 28 países africanos indicam que alguns governos não estão a substituir a ajuda perdida, permitindo que os programas caduquem, o que acarreta &#8220;elevados custos sociais&#8221;, enquanto muitos estão a redefinir as prioridades de despesa, muitas vezes reduzindo o investimento público, prejudicando o seu crescimento futuro.</P><br />
<P>Já outros estão a contrair mais dívida, aumentando os riscos daí decorrentes, havendo ainda os que estão a intensificar a mobilização de receitas, mas com resultados que demoram a surgir.</P><br />
<P>&#8220;Cada opção acarreta compromissos. Substituir a ajuda perdida pode proteger os serviços e o crescimento, mas à custa de défices mais elevados e desequilíbrios externos. Não a substituir estabiliza os orçamentos e protege a sustentabilidade da dívida, mas arrisca danos duradouros ao capital humano e ao desenvolvimento. Não há escolhas fáceis&#8221;, nota-se no relatório.</P><br />
<P>Para o FMI, o atual desafio político passa por tentar &#8220;gerir o ajustamento, preservando simultaneamente os ganhos fundamentais em matéria de desenvolvimento&#8221;, sendo três as prioridades: Proteger e direcionar a ajuda de alto impacto para os países e setores onde tem maior efeito, alargar o conjunto de instrumentos de financiamento e reforçar a capacidade interna.</P><br />
<P>Salientando viver-se &#8220;um ponto de viragem&#8221;, o FMI considera &#8220;improvável que a mudança iniciada em 2025 seja temporária&#8221; e aponta um novo contexto em que a dependência da ajuda externa será mais incerta e a política interna terá maior importância.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779396]]></sapo:autor>
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		<title>Prova de Matemática do 9.º ano realiza-se hoje e encerra a primeira fase dos exames finais do ensino básico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de alunos de todo o país enfrentam esta segunda-feira um dos momentos mais importantes do seu percurso escolar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de alunos de todo o país enfrentam esta segunda-feira um dos momentos mais importantes do seu percurso escolar. A prova final de Matemática do 9.º ano realiza-se hoje, encerrando a primeira fase dos exames nacionais do ensino básico e concluindo um processo de avaliação que tem peso direto na classificação final dos estudantes.</p>
<p>Depois da realização da prova de Português na semana passada, os alunos chegam agora ao segundo e último exame obrigatório do 3.º ciclo do ensino básico. A avaliação de Matemática decorre em dois turnos distintos, estando o primeiro agendado para as 09h30 e o segundo para as 12h00.</p>
<p>A realização das provas finais integra o calendário oficial definido para o ano letivo de 2025-2026, publicado em Diário da República, que estabelece as datas das provas de monitorização da aprendizagem, das provas finais do ensino básico, dos exames nacionais do ensino secundário e das provas de equivalência à frequência.</p>
<p><strong>Exame tem peso na nota final dos alunos</strong><br />
A prova de Matemática assume uma importância determinante para os estudantes do 9.º ano. Tal como acontece com a disciplina de Português, a classificação obtida corresponde a 30% da nota final da disciplina.</p>
<p>Além do impacto na média final, a realização destas provas mantém carácter obrigatório para efeitos de conclusão do 3.º ciclo do ensino básico, sendo um requisito necessário para a certificação do ensino básico e para a transição para o ensino secundário.</p>
<p>As disciplinas de Português e Matemática continuam a ser as únicas sujeitas a provas finais nacionais no 3.º ciclo, concentrando por isso grande parte da atenção de alunos, professores e encarregados de educação nesta fase do ano letivo.</p>
<p><strong>Semanas de preparação culminam no exame de hoje</strong><br />
A prova desta segunda-feira surge após vários dias de preparação por parte dos estudantes, que desde a realização do exame de Português concentraram esforços na revisão dos conteúdos lecionados ao longo do ciclo de ensino.</p>
<p>Nas escolas de todo o país, o dia fica marcado por uma forte mobilização de recursos humanos e logísticos para garantir o normal funcionamento das provas, num processo que envolve milhares de alunos e centenas de estabelecimentos de ensino.</p>
<p>Para muitos estudantes, o exame de Matemática representa o último grande desafio antes do encerramento formal do ano letivo e da entrada numa nova etapa académica.</p>
<p><strong>Resultados serão conhecidos em julho</strong><br />
Concluída a primeira fase das provas finais do ensino básico, os alunos terão agora de aguardar pela divulgação dos resultados.</p>
<p>De acordo com o calendário oficial, as pautas serão afixadas a 14 de julho, data em que os estudantes ficarão a conhecer as classificações obtidas nos exames de Português e Matemática.</p>
<p>Os alunos que pretendam solicitar a reapreciação das provas poderão fazê-lo nos termos previstos pela legislação em vigor. Os resultados desses processos deverão ser divulgados a 6 de agosto.</p>
<p><strong>Segunda fase arranca em julho</strong><br />
Para os estudantes que necessitem de realizar a segunda fase dos exames finais do ensino básico, o calendário prevê novas datas durante o mês de julho.</p>
<p>A prova de Português está marcada para 16 de julho, às 09h30, enquanto a prova de Matemática se realizará a 20 de julho, também às 09h30.</p>
<p>Com o exame de Matemática desta segunda-feira, termina assim a primeira fase das provas finais do ensino básico de 2025-2026, um momento decisivo para milhares de alunos que procuram concluir com sucesso o 9.º ano e preparar a entrada no ensino secundário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768826]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia australiana deteta 2,7 toneladas de cocaína na maior apreensão de sempre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 05:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A polícia encontrou 2,7 toneladas de cocaína numa propriedade nos arredores de Sydney, na maior apreensão da droga alguma vez registada na Austrália, disseram hoje as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia encontrou 2,7 toneladas de cocaína numa propriedade nos arredores de Sydney, na maior apreensão da droga alguma vez registada na Austrália, disseram hoje as autoridades.</P><br />
<P>A droga foi encontrada a 19 de junho em recipientes de plástico enterrados em bunkers subterrâneos escondidos sob três contentores numa propriedade semirrural no subúrbio de Londonderry, na zona oeste de Sydney, informou a Força Conjunta de Combate ao Crime Organizado do estado de Queensland, em comunicado.</P><br />
<P>Os contentores tinham pisos falsos que davam acesso à cocaína, que a polícia estima ter um valor de mercado de 816 milhões de dólares australianos (499 milhões de euros).</P><br />
<P>Dois residentes de Sydney, homens de 21 e 25 anos, foram detidos na propriedade e acusados de posse de uma quantidade comercial de droga ilícita. Caso sejam considerados culpados, podem ser condenados à prisão perpétua.</P><br />
<P>A anterior apreensão recorde de cocaína na Austrália era de 2,34 toneladas métricas, confiscadas em 2024 de um barco de pesca perto de K&#8217;gari, anteriormente conhecida como Fraser Island, na costa do estado de Queensland.</P><br />
<P>A polícia disse que a cocaína encontrada em Sydney, capital do estado de Nova Gales do Sul e a cidade mais populosa da Austrália, foi desembarcada de barco em Midge Point, nos trópicos pouco povoados de Queensland.</P><br />
<P>As forças de segurança afirmam que um grupo de crime organizado de Sydney transportou a droga por terra até à cidade, uma distância de 1.800 quilómetros.</P><br />
<P>A polícia suspeita que a carga tenha sido desembarcada do mesmo navio-mãe que transportou 178 quilos de cocaína apreendidos anteriormente em Queensland.</P><br />
<P>Seis pessoas foram acusadas em relação a esta cocaína e a 142 quilos de metanfetamina que também foram encontrados na investigação.</P><br />
<P>A polícia suspeita que o navio-mãe seja o Wealth, um cargueiro com bandeira do Belize que foi apreendido pelas autoridades das Ilhas Salomão por suspeita de envolvimento em crime organizado transnacional.</P><br />
<P>As Ilhas Salomão ficam a dois mil quilómetros a nordeste de Queensland.</P><br />
<P>O comandante da Polícia Federal Australiana, Stephen Jay, disse que os grupos de crime organizado estão cada vez mais a visar a costa de 13 mil quilómetros de Queensland para contrabandear drogas.</P><br />
<P>Os australianos pagam alguns dos preços mais elevados do mundo pela cocaína, o que faz da Austrália um mercado lucrativo para os traficantes de droga.</P><br />
<P>A Austrália e a Nova Zelândia têm o maior consumo per capita de cocaína do mundo, segundo um relatório do Gabinete das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) publicado em junho de 2025.</P><br />
<P>A agência alertou na altura que as ilhas do Pacífico estão a ser cada vez mais utilizadas como pontos de trânsito para a cocaína destinada à Austrália e à Nova Zelândia, onde a ONU estima que 3% das pessoas entre os 15 e os 64 anos tenham consumido cocaína em 2023.</P></p>
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