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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Credores da Sicasal votam hoje o plano de insolvência da empresa de carnes de Mafra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 06:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sicasal]]></category>
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					<description><![CDATA[Os credores deliberam hoje sobre a proposta de insolvência da Sicasal - Indústria e Comércio Carnes, estruturada pelo administrador de insolvência, Jorge Calvete.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os credores deliberam hoje sobre a proposta de insolvência da Sicasal &#8211; Indústria e Comércio Carnes, estruturada pelo administrador de insolvência, Jorge Calvete.</p>
<p>A Portral, indústria de carnes localizada no concelho de Sintra, está interessada em adquirir a Sicasal, empresa que se encontra em processo de insolvência desde 6 de janeiro. A existência de um investidor interessado levou os credores da Sicasal a mandatarem Jorge Calvete para apresentar um plano de insolvência da empresa de carnes sediada no concelho de Mafra.</p>
<p>Recorde-se que a Sicasal foi declarada insolvente, a pedido do Banco Comercial Português, um dos maiores credores. O tribunal da Comarca de Lisboa Oeste, com sede em Sintra, nomeou Jorge Calvete como administrador de insolvência e marcou para 4 de março a assembleia de credores.</p>
<p>À Lusa, o Instituto da Segurança Social esclareceu que a empresa tinha 315 trabalhadores no final de 2024 e chegou ao fim de 2025 com 260. De acordo com o Jornal de Negócios, a Sicasal, que chegou a faturar perto de 100 milhões de euros, vinha a acumular prejuízos, tendo em 2023 faturado 69,7 milhões de euros, com os resultados negativos a somarem 12 milhões entre 2022 e 2023.</p>
<p>No final do verão, a unidade industrial parou a produção e, em outubro, avançou para um Processo Especial de Revitalização (PER), para conseguir negociar com os credores um plano de recuperação. Contudo, explica o jornaL, o PER foi chumbado pelo tribunal por a empresa falhar a entrega de documentos de forma repetitiva.</p>
<p>A Sicasal foi fundada em 1968 pelo seu atual administrador Álvaro Santos Silva. Em 2011, um incêndio destruiu parte da área de produção, tendo a empresa conseguido renascer das cinzas e garantido os postos de trabalho dos 700 trabalhadores que tinha na altura.</p>
<p>Em 2013, faturou 85 milhões de euros, registando um acréscimo de 30% no volume de vendas. Nos dois anos após o incêndio, investiu cerca de 15 milhões de euros, não só na recuperação da área ardida, como também na sua ampliação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775274]]></sapo:autor>
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		<title>Mercado imobiliário chinês enfrenta mudança geracional, afirma economista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 06:18:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** João Pimenta, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Xangai, China, 16 jun 2026 (Lusa) &#8212; A crise imobiliária na China provocou uma mudança geracional que pode travar a recuperação do mercado, com os jovens a perderem interesse na compra de habitação e o imobiliário a deixar de ser visto como investimento, defendeu um economista.</P><br />
<P>Em entrevista com a Agência Lusa, o economista Zhu Ning, professor de Finanças do Shanghai Advanced Institute of Finance, afirmou que os recentes sinais de estabilização em cidades como Pequim, Xangai ou Shenzhen não devem ser interpretados como o início de uma recuperação sustentada.</P><br />
<P>&#8220;Há alguma estabilização e recuperação em determinadas zonas de certas cidades, mas não acho que isso deva ser interpretado de forma desproporcionada&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Autor do livro &#8220;China&#8217;s Guaranteed Bubble&#8221;, publicado em 2016, Zhu considerou que os problemas do setor resultam de fatores estruturais, incluindo excesso de oferta, envelhecimento demográfico e uma alteração profunda das atitudes das gerações mais jovens.</P><br />
<P>&#8220;Existe um enorme excesso de oferta e uma séria má afetação de recursos&#8221;, descreveu.</P><br />
<P>Segundo o economista, muitos chineses adquiriram habitações nas últimas duas décadas não para viver, mas porque o imobiliário era visto como o investimento mais rentável e seguro.</P><br />
<P>&#8220;Muitas pessoas compravam apartamentos não para viver neles, mas porque os apartamentos eram a melhor e mais rápida forma de ganhar dinheiro&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Zhu argumentou que a procura genuína por habitação é significativamente menor do que se supunha durante o auge do mercado.</P><br />
<P>&#8220;Se retirarmos a procura especulativa, não existe assim tanta procura real&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Em 2020, o Governo chinês introduziu novas restrições ao endividamento do setor, impondo um limite de 70% na relação entre passivos e ativos das promotoras imobiliárias, bem como um teto de 100% da dívida líquida sobre o património líquido. As medidas levaram ao colapso de grandes construtoras, como a Evergrande, cujo passivo se aproxima dos 330 mil milhões de dólares (285 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Segundo um estudo da Asia Society Policy Institute, desde o pico em 2021, o investimento imobiliário caiu quase para metade.</P><br />
<P>Dados divulgados hoje pelo Gabinete Nacional de Estatísticas da China revelaram também que os preços das habitações novas no país caíram em maio pelo 36.º mês consecutivo.</P><br />
<P>O economista considerou que o colapso dos preços nos últimos anos abalou a confiança dos investidores num dos pilares tradicionais da acumulação de riqueza na China.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas estão a perder a fé na habitação como um bom investimento&#8221;, disse.</P><br />
<P>A mudança é particularmente visível entre os jovens.</P><br />
<P>&#8220;Os jovens realmente não têm muito interesse em possuir apartamentos&#8221;, afirmou Zhu, acrescentando que muitos pertencem à geração dos filhos únicos e herdarão património imobiliário dos pais e avós.</P><br />
<P>Além disso, ao contrário das gerações anteriores, não viveram a forte valorização dos imóveis e associam a habitação sobretudo a custos elevados.</P><br />
<P>&#8220;Tudo o que viram foi que a habitação pode ser muito cara ou fazer perder muito dinheiro&#8221;, realçou.</P><br />
<P>O economista considerou que esta transformação está a pôr fim ao ciclo que sustentou durante duas décadas a valorização do imobiliário chinês.</P><br />
<P>&#8220;O medo de ficar de fora desapareceu&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A correção do mercado imobiliário teve também impacto no consumo interno, um dos principais objetivos das autoridades chinesas para sustentar o crescimento económico.</P><br />
<P>Zhu considerou que a desaceleração do consumo resulta de uma combinação entre a perda de riqueza associada à habitação, a deterioração das expectativas económicas e mudanças mais profundas nos padrões de comportamento da população.</P><br />
<P>&#8220;Há uma mudança sísmica nas expectativas&#8221;, resumiu.</P><br />
<P>Apesar dos avanços da China em setores como inteligência artificial, semicondutores, veículos elétricos e energias limpas, o economista não acredita que estes consigam substituir o papel desempenhado pelo imobiliário na economia chinesa.</P><br />
<P>Segundo Zhu, os novos setores tecnológicos representam atualmente entre 1% e 2% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto o imobiliário chegou a representar cerca de 25% da economia chinesa no seu auge.</P><br />
<P>&#8220;Em termos de dimensão, está longe do que a habitação representou para a economia chinesa&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O académico rejeitou ainda comparações simplistas entre a situação atual da China e o Japão pós-rebentamento da bolha imobiliária no início dos anos 1990.</P><br />
<P>&#8220;É um problema estrutural e de longo prazo, mas não acredito que a China vá repetir o que aconteceu ao Japão&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776644]]></sapo:autor>
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		<title>Guia dos exames nacionais 2026: datas, novidades e tudo o que precisa de saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 06:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Começa esta terça-feira uma das etapas mais importantes do ano letivo para milhares de estudantes portugueses. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Começa esta terça-feira uma das etapas mais importantes do ano letivo para milhares de estudantes portugueses. A primeira fase dos exames nacionais do ensino secundário arranca hoje com a realização da prova de Português e marca o início da reta final para os alunos que pretendem concluir o secundário ou candidatar-se ao ensino superior.</p>
<p>Segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação, estão inscritos este ano 166.339 estudantes, que irão realizar um total de 340.382 exames distribuídos por 25 disciplinas. Entre os inscritos, 93.596 alunos manifestaram intenção de prosseguir estudos no ensino superior, o que representa 56% do total, um valor ligeiramente superior ao registado em 2025, quando 88.637 estudantes indicaram esse objetivo.</p>
<p>Além do elevado número de participantes, a época de exames de 2026 fica marcada por alterações relevantes, incluindo novos cadernos de resposta preparados para correção digital, mudanças no cálculo da média final do secundário e novas regras que os alunos terão de cumprir durante a realização das provas.</p>
<p><strong>Mais alunos inscritos do que no ano passado</strong><br />
Os exames nacionais registam este ano um aumento de 5.659 alunos inscritos em comparação com 2025. Apesar disso, o número total de provas é ligeiramente inferior ao do ano passado, quando tinham sido registadas 341.708 inscrições em exames.</p>
<p>A esmagadora maioria dos candidatos pertence aos cursos científico-humanísticos, que concentram 140.758 alunos.</p>
<p>O curso de Ciências e Tecnologias continua a liderar, com 65.457 estudantes inscritos, seguido por Línguas e Humanidades, com 42.319 alunos, Ciências Socioeconómicas, com 20.307, e Artes Visuais, com 10.679.</p>
<p>Existem ainda 15.543 estudantes provenientes dos cursos profissionais inscritos em exames nacionais, representando cerca de 9% do total.</p>
<p><strong>Português volta a ser o exame mais procurado</strong><br />
A prova de Português do 12.º ano, que se realiza esta terça-feira, é novamente o exame nacional com maior número de inscrições.</p>
<p>No total, 81.225 alunos vão realizar esta prova, reflexo das regras atualmente em vigor que tornaram o exame obrigatório para todos os estudantes dos cursos científico-humanísticos.</p>
<p>Atualmente, para concluir o ensino secundário, estes alunos têm de realizar três exames nacionais: Português e mais duas disciplinas da componente específica, ou uma disciplina específica e Filosofia.</p>
<p>Depois de Português, os exames com mais inscritos são Matemática A, com 40.029 candidatos, Biologia e Geologia, com 38.715, e Física e Química A, com 37.659.</p>
<p>No extremo oposto surgem disciplinas com reduzido número de candidatos, como Português Língua Segunda, que conta apenas com 13 inscritos, e Latim A, com 19.</p>
<p>As raparigas continuam a representar a maioria dos alunos inscritos, somando 92.700 candidatas, equivalentes a 56% do total. Os rapazes representam 44%, com 73.639 inscrições. A idade média dos candidatos é de 17,2 anos.</p>
<p><strong>Para que servem os exames nacionais?</strong><br />
Embora sejam frequentemente associados ao acesso à universidade, os exames nacionais têm várias finalidades.</p>
<p>Podem servir para concluir disciplinas, melhorar classificações, funcionar como provas de ingresso para o ensino superior ou permitir a conclusão de unidades curriculares que ficaram em atraso em anos anteriores.</p>
<p>Este ano, 129.717 estudantes realizarão pelo menos um exame para aprovação à disciplina. Outros 126.603 farão provas como alunos internos.</p>
<p>Existem ainda mais de 30 mil candidatos que pretendem melhorar classificações já obtidas e mais de 31 mil que realizarão exames exclusivamente para melhorar as notas das provas de ingresso exigidas pelas instituições de ensino superior.</p>
<p><strong>A escolha dos exames pode determinar o futuro académico</strong><br />
Uma das principais recomendações dirigidas aos alunos passa pelo planeamento atempado dos exames a realizar.</p>
<p>As instituições de ensino superior podem exigir entre uma e três provas de ingresso, dependendo do curso e da universidade ou politécnico escolhidos.</p>
<p>Por essa razão, os estudantes devem consultar cuidadosamente os requisitos divulgados pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), verificando quais os exames exigidos para cada curso, quantas provas são necessárias e qual o peso atribuído a cada uma delas.</p>
<p>As provas de ingresso mantêm uma validade de cinco anos, podendo ser utilizadas no ano da realização e nos quatro anos seguintes.</p>
<p>Esta regra permite que os estudantes utilizem os mesmos exames em candidaturas futuras sem necessidade de repetir as provas.</p>
<p><strong>Média do secundário tem novas regras</strong><br />
Uma das alterações mais importantes dos últimos anos diz respeito à forma como é calculada a média final do ensino secundário.</p>
<p>Nos cursos científico-humanísticos, as disciplinas passaram a ter pesos diferentes consoante a sua duração.</p>
<p>Assim, disciplinas trienais, como Português, Matemática A, História A ou Desenho A, assumem um peso superior relativamente a disciplinas anuais ou bienais.</p>
<p>Na prática, as classificações obtidas desde o 10.º ano passaram a ter maior influência na média final, reforçando a importância do desempenho ao longo de todo o percurso escolar.</p>
<p>Nas disciplinas sujeitas a exame nacional para conclusão do secundário, a classificação final resulta normalmente da combinação entre a avaliação interna da disciplina e a nota do exame.</p>
<p>Regra geral, a classificação interna representa 75% da nota final, enquanto o exame contribui com os restantes 25%.</p>
<p><strong>Como é calculada a nota de candidatura ao ensino superior?</strong><br />
A nota de candidatura varia de acordo com as regras estabelecidas por cada instituição e curso.</p>
<p>Contudo, existe uma estrutura comum: a média do ensino secundário tem sempre um peso relevante, as provas de ingresso representam uma componente decisiva e alguns cursos podem ainda exigir pré-requisitos específicos.</p>
<p>Esses pré-requisitos podem incluir provas de aptidão, entrevistas, exames médicos, testes práticos ou apresentação de portfólios.</p>
<p>Os estudantes devem, por isso, consultar antecipadamente as condições de acesso ao curso pretendido para evitar surpresas durante o processo de candidatura.</p>
<p><strong>Cursos profissionais mantêm regras próprias</strong><br />
Os estudantes dos cursos profissionais continuam sujeitos a regras distintas.</p>
<p>Para concluírem o ensino secundário, necessitam de concluir todos os módulos, o projeto final de curso e a formação em contexto de trabalho.</p>
<p>Ao contrário dos alunos dos cursos científico-humanísticos, não realizam exames nacionais obrigatórios para conclusão do secundário.</p>
<p>No entanto, se pretendem concorrer através do concurso nacional de acesso ao ensino superior, terão de realizar as provas de ingresso exigidas pelos cursos a que se candidatam.</p>
<p>Em alternativa, podem recorrer ao concurso especial para diplomados das vias profissionalizantes, criado em 2020, que utiliza provas próprias organizadas pelas instituições de ensino superior.</p>
<p><strong>Quem já concluiu o secundário também pode realizar exames</strong><br />
Os exames nacionais não se destinam apenas aos atuais alunos do ensino secundário.</p>
<p>Os estudantes que já concluíram esta etapa de ensino podem voltar a realizar provas para melhorar classificações, alterar o percurso académico ou candidatar-se a cursos que exigem provas de ingresso diferentes das anteriormente realizadas.</p>
<p>Nestes casos, é fundamental verificar se os exames realizados anteriormente continuam válidos dentro do prazo de cinco anos.</p>
<p><strong>Novos cadernos de resposta trazem mudanças importantes</strong><br />
Uma das principais novidades dos exames nacionais de 2026 é a introdução de novos cadernos de resposta.</p>
<p>As tradicionais folhas soltas foram substituídas por cadernos concebidos para permitir uma futura correção digital automatizada.</p>
<p>A alteração aplica-se à maioria das disciplinas, excetuando Geometria Descritiva A e Desenho A.</p>
<p>Embora os exames continuem a ser realizados em papel, o preenchimento exige agora maior rigor.</p>
<p>Os alunos terão de preencher cuidadosamente os dados de identificação na primeira página, assinalar corretamente a versão da prova quando existirem diferentes versões e responder às questões de escolha múltipla exclusivamente nos espaços destinados para esse efeito.</p>
<p><strong>Um erro pode custar a classificação da resposta</strong><br />
O Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) alerta para uma regra particularmente importante.</p>
<p>Cada resposta de desenvolvimento deverá ser escrita apenas na página destinada à respetiva pergunta.</p>
<p>As respostas colocadas em páginas incorretas poderão simplesmente não ser consideradas para classificação.</p>
<p>Mesmo que estejam corretas, podem receber zero pontos se não estiverem no local apropriado.</p>
<p>Quando o espaço disponível não for suficiente, os alunos deverão utilizar folhas de continuação devidamente identificadas.</p>
<p><strong>Caneta azul ou preta e corretor proibido</strong><br />
As regras de preenchimento mantêm algumas exigências habituais.</p>
<p>Os alunos apenas podem utilizar caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta.</p>
<p>A utilização de corretor líquido ou fita corretora continua proibida.</p>
<p>Em caso de erro, a informação deve ser riscada de forma clara, sem recorrer a qualquer produto corretor.</p>
<p>As folhas não podem ser dobradas e os círculos das respostas de escolha múltipla devem ser completamente preenchidos.</p>
<p><strong>Calendário dos exames nacionais</strong><br />
A primeira fase decorre entre hoje e 26 de junho.</p>
<p>Após o exame de Português desta terça-feira, seguem-se algumas das provas mais aguardadas pelos estudantes:</p>
<ul>
<li>Biologia e Geologia: 18 de junho</li>
<li>Matemática A: 23 de junho</li>
<li>Física e Química A: 25 de junho</li>
<li>Filosofia e Desenho A: 26 de junho</li>
</ul>
<p>As classificações da primeira fase serão divulgadas a 14 de julho.</p>
<p>A segunda fase dos exames nacionais decorrerá entre 16 e 22 de julho.</p>
<p><strong>Quando começam as candidaturas ao ensino superior?</strong><br />
Terminados os exames, a atenção dos estudantes vira-se para o acesso ao ensino superior.</p>
<p>A primeira fase do concurso nacional de acesso decorre entre 20 de julho e 6 de agosto.</p>
<p>Os resultados das colocações serão conhecidos a 23 de agosto.</p>
<p>Posteriormente realizar-se-ão ainda a segunda e terceira fases do concurso nacional, permitindo a ocupação das vagas remanescentes.</p>
<p><strong>O que os alunos devem confirmar antes de entrar na sala?</strong><br />
Antes da realização das provas, os estudantes devem verificar cuidadosamente o calendário dos exames, os documentos de identificação exigidos, o material autorizado e as regras específicas do respetivo caderno de resposta.</p>
<p>Também é fundamental confirmar que sabem preencher corretamente os dados de identificação, assinalar a versão da prova quando aplicável, responder às perguntas no local correto e utilizar adequadamente as folhas de continuação.</p>
<p>Para milhares de jovens portugueses, os exames nacionais que começam esta terça-feira representam muito mais do que o encerramento de um ciclo escolar. São a porta de entrada para o ensino superior, uma oportunidade de melhorar classificações e, em muitos casos, o primeiro passo para concretizar o percurso académico e profissional desejado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768820]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames nacionais arrancam hoje: correção digital gera dúvidas, mas escolas mostram confiança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 06:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de alunos iniciam esta terça-feira a época de exames nacionais em todo o país, num dos momentos mais importantes do calendário escolar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de alunos iniciam esta terça-feira a época de exames nacionais em todo o país, num dos momentos mais importantes do calendário escolar. Apesar da dimensão da operação, que mobiliza escolas, professores, forças de segurança e plataformas digitais, o presidente da direção da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, assegura que os estabelecimentos de ensino estão preparados para garantir que as provas decorram com normalidade e tranquilidade.</p>
<p>Em declarações exclusivas à Executive Digest, Filinto Lima traça um cenário globalmente positivo à entrada para a época de exames, sublinhando que a preparação realizada pelas escolas permite encarar este período com confiança. “Está tudo preparado porque os exames do ensino secundário e as provas finais de 9.º ano são muito idênticas. A logística é muito idêntica à dos anos anteriores”, afirmou.</p>
<p>Segundo o responsável, os agrupamentos de escolas passaram os últimos meses a preparar todos os aspetos operacionais necessários, desde os equipamentos informáticos até à organização dos recursos humanos. “A escola preparou, de facto, o digital, os computadores, nomeou muitos professores para vigilância, fez um secretariado, como é normal”, explicou.</p>
<p>Para Filinto Lima, as condições necessárias para que os estudantes possam concentrar-se exclusivamente na realização das provas estão reunidas. “Tudo leva a crer que as condições necessárias para os alunos fazerem a prova com tranquilidade estão observadas”, destacou, acrescentando que agora cabe aos próprios alunos demonstrar o trabalho realizado ao longo do ano letivo. “É preciso que os nossos alunos deem o litro e demonstrem, de facto, as aprendizagens que aconteceram durante este ano.”</p>
<p>Apesar das dificuldades registadas em alguns momentos da implementação do ensino digital nos últimos anos, o presidente da ANDAEP considera que o sistema está atualmente mais robusto e preparado para responder às exigências das provas nacionais. Como argumento, aponta o desempenho recente dos testes de ensaio realizados nas escolas.</p>
<p>“Se nós pensamos que as provas-modo que decorreram na semana passada correram bem, e correram bastante bem, e também que temos já um histórico neste tipo de provas com recurso ao digital, tudo leva a crer que estamos num bom caminho e que as coisas irão correr da melhor forma”, afirmou.</p>
<p>Ainda assim, Filinto Lima reconhece que a tecnologia nunca elimina totalmente o risco de imprevistos. “Poderá haver um outro percalço, admito perfeitamente. O digital, por vezes, prega-nos partidas”, admitiu. No entanto, reforçou que a maioria dos estabelecimentos de ensino está preparada para responder a eventuais problemas técnicos. “O grosso das escolas está preparado para que tudo decorra dentro da normalidade que nós queremos.”</p>
<p>Se a realização das provas não representa uma mudança significativa face aos anos anteriores, o mesmo não acontece com a fase seguinte. A grande novidade desta época de exames é o novo modelo de correção digital, que será aplicado de forma generalizada após uma experiência-piloto realizada no ano passado com a disciplina de Filosofia do 12.º ano.</p>
<p>“Aqui a grande alteração vai ser, de facto, em relação ao modo como as provas vão ser corrigidas”, salientou Filinto Lima. O dirigente recorda que a experiência de 2025 serviu como um importante teste ao sistema. “O ano passado tivemos, de facto, um treino nesse aspeto, que foi na prova de Filosofia do 12.º ano, que decorreu bem, embora fossem poucas provas.”</p>
<p>A diferença este ano está na escala da operação. “Agora vamos ter milhares e milhares de provas neste momento”, alertou. Ainda assim, o responsável mantém uma perspetiva otimista. “Tendo em conta o decurso do ano passado da prova de Filosofia, que também foi feita em papel, mas cuja correção foi feita pela via digital, parece-me que as coisas poderão correr bem.”</p>
<p>Filinto Lima sublinha, contudo, que a dimensão da operação exige prudência antes de serem tiradas conclusões definitivas. O processo envolve um elevado número de intervenientes, desde as forças de segurança até às infraestruturas tecnológicas que suportam a correção das provas.</p>
<p>“É uma grande empreitada. É um serviço que vai envolver muitos agentes de segurança, PSP, GNR, vai envolver também os meios digitais, a internet, os computadores das escolas e dos professores”, explicou.</p>
<p>O presidente da ANDAEP recorda que a correção deixará de depender exclusivamente do tradicional trabalho em papel e passará a assentar fortemente nas plataformas digitais. “A correção vai ser feita, de facto, no digital e não em papel de esferográfica”, observou.</p>
<p>Apesar da confiança demonstrada, Filinto Lima considera que a verdadeira avaliação ao novo sistema só poderá ser feita quando todo o processo estiver concluído. “Eu quero que tudo corra bem, mas neste particular acho que devemos esperar pelo final destes exames e perceber de facto como correu o decurso da correção das provas”, afirmou.</p>
<p>Para já, a mensagem deixada pelo responsável da associação que representa os diretores escolares é de confiança moderada: as escolas estão preparadas para receber os alunos e garantir o normal funcionamento dos exames nacionais, mas o verdadeiro teste à inovação introduzida este ano será a capacidade de o novo modelo de correção digital responder sem falhas a uma operação que envolverá milhares de provas em todo o país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776199]]></sapo:autor>
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		<title>Matrículas para 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos arrancam hoje: saiba quem tem de renovar a inscrição e quais os prazos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 05:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ O período de inscrição e renovação prolonga-se até 29 de junho e integra o calendário oficial definido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação para a preparação do próximo ano escolar.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Arranca esta terça-feira uma nova fase do processo de matrículas para o ano letivo 2026/2027, abrangendo os alunos dos 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos de escolaridade. O período de inscrição e renovação prolonga-se até 29 de junho e integra o calendário oficial definido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação para a preparação do próximo ano escolar.</p>
<p>Depois da fase dedicada à educação pré-escolar e ao 1.º ano do ensino básico, que decorreu entre abril e o início de junho, são agora milhares de famílias chamadas a verificar se necessitam de formalizar a matrícula ou se a renovação será efetuada automaticamente pelo sistema.</p>
<p>O calendário foi estabelecido através de despacho assinado pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, abrangendo toda a escolaridade obrigatória, desde a educação pré-escolar até ao ensino secundário. Esta organização faseada pretende distribuir os procedimentos administrativos ao longo de vários meses, facilitando o trabalho das escolas e dos encarregados de educação.</p>
<p><strong>Quem tem de tratar da matrícula?</strong><br />
Embora a renovação da matrícula seja automática na maioria das situações, existem casos em que os encarregados de educação terão obrigatoriamente de intervir durante o período agora iniciado.</p>
<p>A formalização da matrícula ou renovação torna-se necessária sempre que exista mudança de estabelecimento de ensino, transição de ciclo, alteração do encarregado de educação ou modificações nas opções curriculares escolhidas pelo aluno.</p>
<p>Nestes casos, os encarregados de educação devem respeitar os prazos definidos para o respetivo ano de escolaridade, sob pena de atrasarem o processo de colocação ou organização das turmas para o próximo ano letivo.</p>
<p>Para os restantes alunos que não se enquadram nestas situações, a renovação continua a ser efetuada automaticamente, sem necessidade de qualquer procedimento adicional.</p>
<p><strong>Quais são os próximos prazos?</strong><br />
O calendário de matrículas para o ano letivo 2026/2027 está dividido em várias fases.</p>
<p>Após o período agora iniciado para os alunos dos 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos, seguir-se-á a fase destinada aos estudantes dos 2.º, 3.º, 4.º e 5.º anos, que decorrerá entre 1 e 13 de julho.</p>
<p>Posteriormente, entre 15 e 22 de julho, será a vez dos alunos dos 10.º e 12.º anos procederem às respetivas matrículas ou renovações.</p>
<p>O despacho estabelece ainda que, caso o último dia de um prazo coincida com um fim de semana ou feriado, a data-limite transita automaticamente para o primeiro dia útil seguinte.</p>
<p><strong>Quando serão conhecidas as listas de alunos?</strong><br />
No caso dos alunos abrangidos pela fase que hoje começa, as listas de inscritos deverão ser divulgadas pelas escolas até cinco dias úteis após o encerramento do período de matrículas.</p>
<p>Já as listas definitivas de alunos admitidos deverão ser publicadas até ao final do mês de julho.</p>
<p>Para a educação pré-escolar e para o 1.º ano do ensino básico, as listas de inscritos tiveram de ser divulgadas até esta terça-feira, 16 de junho, estando prevista a divulgação dos alunos admitidos no início de julho.</p>
<p><strong>Regime aplica-se à rede pública e ao ensino financiado</strong><br />
O calendário agora em vigor não se limita às escolas públicas.</p>
<p>As regras abrangem igualmente os estabelecimentos de ensino particular e cooperativo com contrato de associação, bem como outras instituições que beneficiem de financiamento público, incluindo escolas profissionais.</p>
<p>Com o arranque desta nova fase de matrículas, as famílias dos alunos dos 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos dispõem até 29 de junho para confirmar se necessitam de realizar algum procedimento obrigatório, numa etapa essencial da preparação do próximo ano letivo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_744559]]></sapo:autor>
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		<title>Reforma laboral: Montenegro e Ventura reúnem-se hoje para tentar aproximar posições antes da votação no Parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 05:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, recebe esta terça-feira o presidente do Chega, André Ventura, para uma nova ronda de negociações sobre a proposta de reforma laboral do Governo, numa reunião considerada decisiva antes da discussão e votação da iniciativa na Assembleia da República.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, recebe esta terça-feira o presidente do Chega, André Ventura, para uma nova ronda de negociações sobre a proposta de reforma laboral do Governo, numa reunião considerada decisiva antes da discussão e votação da iniciativa na Assembleia da República.</p>
<p>O encontro está marcado para as 15h30, na residência oficial de São Bento, em Lisboa, e surge poucos dias depois da primeira reunião entre os dois líderes, realizada na passada quinta-feira, que terminou sem entendimento sobre vários dos pontos centrais do chamado pacote laboral.</p>
<p>Em cima da mesa estarão as alterações à legislação do trabalho propostas pelo Executivo, um dossiê que tem gerado divergências significativas entre o Governo e o Chega e cuja aprovação dependerá necessariamente do apoio ou da abstenção de partidos da oposição, uma vez que o Executivo não dispõe de maioria absoluta no Parlamento.</p>
<p>Na semana passada, Luís Montenegro reconheceu publicamente que persistem diferenças importantes entre as duas partes, embora tenha salientado a existência de alguns pontos de convergência que justificam a continuação das negociações.</p>
<p>“Temos à partida divergências, algumas das quais são muito significativas”, admitiu o primeiro-ministro, acrescentando, contudo, que existem também “pontos de contacto” que permitem manter aberto o diálogo.</p>
<p>O chefe do Governo tem insistido que o principal objetivo da reforma laboral passa pela valorização do trabalho e pelo aumento da produtividade da economia portuguesa. Nesse contexto, defendeu igualmente a necessidade de introduzir maior flexibilidade em determinados setores de atividade, apontando especificamente a agricultura como uma das áreas onde poderão ser necessárias adaptações.</p>
<p>Sem antecipar qual poderá ser o desfecho parlamentar da proposta, Montenegro sublinhou que a aprovação da reforma dependerá da capacidade de construir entendimentos com outras forças políticas.</p>
<p>“O que se impõe é humildade e capacidade de diálogo democrático”, afirmou o primeiro-ministro, lembrando que o Governo necessita do apoio parlamentar de partidos da oposição, seja através do voto favorável ou da abstenção.</p>
<p><strong>Primeira reunião terminou sem acordo</strong><br />
A reunião realizada na passada quinta-feira entre Luís Montenegro e André Ventura decorreu igualmente em São Bento e foi classificada pelo gabinete do primeiro-ministro apenas como uma “reunião de trabalho”.</p>
<p>No final desse encontro, o líder do Chega revelou que não foi possível alcançar um entendimento relativamente à reforma laboral, apesar de a matéria ter dominado grande parte da conversa entre ambos.</p>
<p>“Em relação à reforma laboral, que ocupou a grande parte da conversa que tivemos, não houve possibilidade de chegar a entendimento em relação a essa matéria. Há temas que continuam a dividir profundamente”, declarou André Ventura aos jornalistas na Assembleia da República.</p>
<p>Segundo o presidente do Chega, continuam a existir questões consideradas fundamentais pelo partido que não foram acolhidas pelo Governo.</p>
<p><strong>Idade da reforma e férias continuam a dividir as partes</strong><br />
Entre os principais pontos de discórdia identificados por André Ventura encontram-se a redução da idade da reforma e a reposição de dias de férias para os trabalhadores.</p>
<p>De acordo com o líder do Chega, estas matérias permanecem entre as exigências centrais do partido para viabilizar a proposta governamental.</p>
<p>“Se tudo se mantiver como está, se não houver alterações da parte do Governo em relação a temas essenciais, o Chega não acompanha esta reforma laboral”, avisou Ventura após o encontro da semana passada.</p>
<p>O dirigente acrescentou ainda que ficou acordado com o primeiro-ministro que o Chega voltaria a sistematizar as suas propostas e a apresentá-las ao Governo, precisamente com o objetivo de tentar aproximar posições durante esta nova ronda negocial.</p>
<p>Questionado sobre a possibilidade de alcançar um compromisso, Ventura respondeu que tal cenário dependerá da disponibilidade demonstrada pelo Executivo.</p>
<p>“Depende do Governo”, afirmou.</p>
<p><strong>Votação aproxima-se</strong><br />
A nova reunião entre Luís Montenegro e André Ventura acontece numa altura particularmente sensível do processo legislativo.</p>
<p>A proposta de lei do Governo deverá ser discutida em plenário da Assembleia da República na próxima quinta-feira, seguindo-se, em princípio, a votação na generalidade na sexta-feira.</p>
<p>Perante a proximidade dessas datas, o encontro desta terça-feira poderá revelar-se determinante para avaliar se existe margem para um entendimento entre Governo e Chega ou se a reforma laboral seguirá para votação mantendo as divergências que marcaram a primeira ronda de negociações.</p>
<p>Com temas como a idade da reforma, os dias de férias e a flexibilidade laboral ainda em discussão, o resultado da reunião poderá ter um impacto direto no futuro da proposta e na capacidade do Executivo para reunir os apoios necessários à sua aprovação parlamentar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776454]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Credores da Sicasal decidem venda à Portral por 11,5 ME e corte de 76,2% na dívida</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/credores-da-sicasal-decidem-venda-a-portral-por-115-me-e-corte-de-762-na-divida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 05:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os credores da Sicasal reúnem-se hoje em assembleia no tribunal de Sintra para apreciar e votar o plano de insolvência que prevê a venda da empresa de carnes à Portral, por 11,5 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os credores da Sicasal reúnem-se hoje em assembleia no tribunal de Sintra para apreciar e votar o plano de insolvência que prevê a venda da empresa de carnes à Portral, por 11,5 milhões de euros.</P><br />
<P>O plano, apresentado ao juízo de Comércio do Tribunal de Sintra pelo administrador da insolvência, Jorge Calvete, inclui a venda de &#8220;imóveis, equipamentos, viaturas, marcas, stocks, clientela e demais ativos afetos à exploração&#8221; da Sicasal. </P><br />
<P>O plano prevê também um &#8220;corte&#8221; de 76,2% da dívida detida pelos credores comuns (bancos e fornecedores), passando estes a receber apenas 23,8% do montante dos seus créditos, estimados em 34,7 milhões de euros.</P><br />
<P>Na prática, deverão receber cerca de 8,2 milhões de euros, sofrendo perdas de 26,5 milhões de euros. </P><br />
<P>Só aos bancos, a dívida da Sicasal é superior a 20 milhões de euros, sendo os maiores credores o BCP (7,5 ME), Caixa Geral de Depósitos (4,3 ME), Novo Banco (3,3 ME), Abanca (2,7 ME) e BEI (2,3 ME, que são reclamados pelo BCP).</P><br />
<P>Aos trabalhadores, à Autoridade Tributária e à Segurança Social, está previsto o pagamento integral dos créditos no valor de 2,3 milhões de euros. </P><br />
<P>A venda da totalidade dos ativos da Sicasal deverá render 12,3 milhões de euros &#8211; que inclui também a venda por leilão de outros ativos com uma valor estimado de 800 mil euros -, o que apenas garante o pagamento de uma pequena parte da dívida total de 46,4 milhões de euros ao cerca de 400 credores. </P><br />
<P>Está previsto que a Portral venha a constituir uma sociedade veículo para aquisição do património da Sicasal, nomeadamente os imóveis do Complexo Industrial de Gradil, os armazéns na Maia e Portimão, um terreno em Casal de Marvão, as máquinas, as viaturas, as marcas e logótipos, direitos de propriedade industrial, bases de dados e informações relativas a clientes, fornecedores e prestadores de serviços, e ainda os stocks de matérias-primas, entre outros. </P><br />
<P>A Portral dedica-se também ao comércio e indústria de carnes e está localizada no concelho de Sintra. </P><br />
<P>Com a operação, fica assegurada &#8220;a continuidade da atividade, a manutenção dos postos de trabalho e a maximização do produto a distribuir pelos credores&#8221;, já que &#8220;os contratos de trabalho acompanham a transmissão do estabelecimento&#8221;, de acordo com o documento.</P><br />
<P>A insolvência da Sicasal, uma das maiores empregadoras do concelho de Mafra, foi pedida em dezembro pelo BCP, o maior credor, e decretada em 06 de janeiro pelo juiz António Domingos Mira.  </P><br />
<P>Posteriormente, o BCP pediu a impugnação dos créditos no valor de mais de 1,5 milhões de euros reclamados por Álvaro dos Santos da Silva, fundador e acionista da Sicasal.</P><br />
<P>Entretanto, foi aberto em 03 de junho um Incidente de Qualificação de Insolvência para apurar se as razões que conduziram a empresa à situação de insolvência foram ou não culposas, isto é, se foram criadas ou agravadas por culpa dos sócios e administradores da Sicasal. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776643]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Anticiclone ganha força e eleva temperaturas: saiba onde pode chover e trovejar esta terça-feira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/anticiclone-ganha-forca-e-eleva-temperaturas-saiba-onde-pode-chover-e-trovejar-esta-terca-feira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 05:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental deverá registar esta terça-feira uma subida das temperaturas, sobretudo nas regiões do Interior, numa jornada marcada pelo reforço do anticiclone dos Açores sobre a Europa Ocidental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental deverá registar esta terça-feira uma subida das temperaturas, sobretudo nas regiões do Interior, numa jornada marcada pelo reforço do anticiclone dos Açores sobre a Europa Ocidental. Apesar da estabilização gradual da atmosfera, a possibilidade de aguaceiros e trovoadas localizadas mantém-se durante a tarde em alguns pontos do Norte e Centro do país, especialmente junto à fronteira e em zonas montanhosas.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/tempo-na-terca-16-junho-30892/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, o fortalecimento da área de altas pressões está a contribuir para o início de um período de maior estabilidade atmosférica na Europa, fenómeno que poderá evoluir para uma onda de calor em várias regiões do continente e, posteriormente, influenciar também Portugal.</p>
<p>No território continental, o dia começa com céu pouco nublado na maioria das regiões, embora persistam neblinas e nevoeiros matinais em vários pontos do litoral ocidental. Estas condições deverão dissipar-se ao longo da manhã, embora possam prolongar-se localmente entre a região de Aveiro e o Cabo da Roca.</p>
<p>Durante a tarde, o aumento da nebulosidade convectiva no Interior Norte e Centro poderá favorecer a formação de aguaceiros e trovoadas dispersas. Os meteorologistas alertam, contudo, para a elevada incerteza associada a este tipo de fenómenos, uma vez que pequenas alterações na circulação atmosférica podem fazer com que a instabilidade permaneça maioritariamente em território espanhol ou, pelo contrário, se estenda a mais zonas de Portugal. Ainda assim, a presença de ar relativamente seco, associada ao reforço do anticiclone, deverá limitar a extensão destes episódios.</p>
<p>As temperaturas máximas deverão subir ligeiramente, sobretudo nas regiões do Centro e Sul e em áreas do Interior, onde os termómetros poderão atingir valores entre os 33 e os 36 graus Celsius. No litoral, a influência marítima continuará a moderar o calor, mantendo temperaturas significativamente mais baixas. Apesar do ambiente quente durante o dia, as noites continuam a proporcionar algum alívio térmico, numa altura em que os modelos meteorológicos apontam para a possibilidade de calor mais intenso após os dias 20 e 21 de junho.</p>
<p>O vento soprará geralmente de noroeste, fraco a moderado, entre 10 e 20 quilómetros por hora, intensificando-se durante a tarde para valores entre 20 e 30 quilómetros por hora, com rajadas que poderão atingir os 40 a 45 quilómetros por hora no litoral e nas terras altas. A agitação marítima deverá manter-se reduzida, com ondas até um metro tanto na costa ocidental como na costa sul do Algarve. A radiação ultravioleta deverá atingir níveis muito elevados, com índice 9.</p>
<p><strong>Frente fria leva chuva e trovoadas aos Açores</strong><br />
Nos Açores, o cenário meteorológico será bastante diferente. A passagem de uma frente fria deverá provocar períodos de chuva ou aguaceiros em várias ilhas, especialmente nos grupos Ocidental e Central, onde a precipitação poderá ser pontualmente intensa e acompanhada por trovoadas.</p>
<p>As ilhas de São Miguel e Santa Maria poderão registar aguaceiros mais fracos e dispersos. O céu apresentar-se-á geralmente muito nublado, com neblinas e nevoeiros frequentes. As temperaturas deverão manter-se estáveis, mas a elevada humidade continuará a contribuir para uma sensação de tempo abafado.</p>
<p>As autoridades meteorológicas acompanham ainda o risco de ocorrências localizadas associadas à chuva intensa, numa semana marcada pela passagem sucessiva de sistemas frontais pelo arquipélago.</p>
<p>O vento soprará de sudoeste, fraco a moderado, entre 10 e 25 quilómetros por hora, podendo atingir 35 quilómetros por hora nas ilhas das Flores e do Corvo, com rajadas até 45 quilómetros por hora. A ondulação deverá variar entre um e dois metros e a temperatura da água do mar rondará os 20 graus.</p>
<p><strong>Madeira mantém tempo estável e soalheiro</strong><br />
Na Madeira, o estado do tempo deverá manter-se relativamente estável. Prevê-se céu pouco nublado nas vertentes sul da ilha e na região do Funchal, embora as encostas voltadas a norte e as zonas montanhosas possam registar períodos de maior nebulosidade.</p>
<p>Nestas áreas não está excluída a ocorrência de aguaceiros fracos e ocasionais, mas sem expressão significativa. O vento soprará geralmente fraco de norte, entre 10 e 20 quilómetros por hora, podendo aumentar temporariamente para valores entre 20 e 30 quilómetros por hora nas zonas montanhosas.</p>
<p>A ondulação deverá situar-se entre um e dois metros e a temperatura da água do mar rondará igualmente os 20 graus Celsius.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776416]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Foxconn alia-se à francesa Schneider Electric para desenvolver centros de dados de IA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/foxconn-alia-se-a-francesa-schneider-electric-para-desenvolver-centros-de-dados-de-ia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 05:06:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnológica taiwanesa Foxconn anunciou hoje uma "parceria estratégica" com a francesa Schneider Electric para desenvolver e expandir a próxima geração de centros de dados dedicados à inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tecnológica taiwanesa Foxconn anunciou hoje uma &#8220;parceria estratégica&#8221; com a francesa Schneider Electric para desenvolver e expandir a próxima geração de centros de dados dedicados à inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>Em comunicado, a empresa taiwanesa explicou que o acordo irá combinar a experiência da Foxconn em plataformas avançadas de computação, integração de &#8216;racks&#8217; de IA e fabrico em larga escala com a posição de liderança da Schneider Electric em sistemas de alimentação elétrica, refrigeração e gestão energética.</P><br />
<P>No âmbito da parceria, as duas empresas pretendem oferecer &#8220;soluções integradas prontas a implementar&#8221;, permitindo aos clientes construir e operar infraestruturas de IA &#8220;com maior rapidez, eficiência e previsibilidade&#8221; em diferentes regiões do mundo.</P><br />
<P>&#8220;Ao combinar a capacidade da Foxconn em sistemas de IA e fabrico global com a profunda experiência da Schneider Electric em energia e alimentação, estamos a criar um caminho para que os clientes implementem capacidade de IA em larga escala de forma mais rápida, inteligente e sustentável&#8221;, afirmou o presidente da Foxconn, Young Liu, citado no comunicado.</P><br />
<P>O anúncio surge duas semanas após a empresa taiwanesa ter revelado uma colaboração com a francesa Bull para desenvolver infraestruturas de IA e computação na nuvem &#8220;destinadas ao mercado global a partir da Europa&#8221;, num contexto marcado pelos esforços de Paris para reforçar a soberania tecnológica europeia.</P><br />
<P>A Foxconn é o maior fabricante mundial de dispositivos eletrónicos por contrato, com fábricas e centros de investigação na China, Índia, Japão, Vietname e Estados Unidos, entre outros países.</P><br />
<P>Tal como outras empresas tecnológicas, a companhia beneficiou do forte crescimento da procura ligada à IA, tornando-se um dos principais fabricantes de servidores equipados com &#8216;chips&#8217; da NVIDIA.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776642]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 81 mil alunos fazem hoje prova de Português no arranque dos exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 04:24:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 16 jun 2026 -- Os exames nacionais do ensino secundário arrancam hoje com quase metade dos 166 mil alunos inscritos a realizar a prova de Português, que continua a ser feita em papel, mas será corrigida, pela primeira vez, em formato digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 16 jun 2026 &#8212; Os exames nacionais do ensino secundário arrancam hoje com quase metade dos 166 mil alunos inscritos a realizar a prova de Português, que continua a ser feita em papel, mas será corrigida, pela primeira vez, em formato digital.</P><br />
<P>Às 09:30, mais de 81 mil estudantes deverão começar a fazer o exame nacional do 12.º ano de Português, o mais concorrido por ser o único obrigatório para concluir o ensino secundário.</P><br />
<P>Começa assim a 1.ª fase dos exames nacionais, que continuam a ter peso na conclusão do secundário e na nota de acesso ao ensino superior, sendo esperados mais de 73 mil rapazes e quase 93 mil raparigas ao longo dos próximos dez dias de provas.</P><br />
<P>Dos 166.339 inscritos, 93.596 (56%) disseram que o seu objetivo era candidatar-se ao ensino superior, segundo os dados do Ministério da Educação.</P><br />
<P>Mas hoje também é dia de exame nacional para os alunos do 11.º ano, já que às 14:00 começa a prova de Economia A, para a qual estão inscritos pouco mais de 17 mil estudantes.</P><br />
<P>Este ano, uma das grandes novidades será a forma de avaliar as provas. Ao contrário do que se chegou a prever com a transição digital total, os exames continuam a realizar-se em papel, mas as provas serão corrigidas em formato digital.</P><br />
<P>Os alunos vão continuar a escrever as respostas à mão, mas em vez das tradicionais folhas de exame as respostas serão dadas em folhas específicas que serão digitalizadas para que os professores corretores possam corrigir e avaliar na plataforma digital.</P><br />
<P>Fora deste novo modelo ficam apenas os exames de Geometria Descritiva A e de Desenho A, que não sofrem quaisquer alterações. </P><br />
<P>A 1.ª fase dos exames nacionais decorre entre 16 e 26 de junho, começando depois a 2.ª fase, entre 16 e 22 de julho.</P><br />
<P>As notas da 1.ª fase serão conhecidas a 14 de julho e, uma semana depois, a 20 de julho, começam as candidaturas para os alunos que pretendam prosseguir os estudos.</P><br />
<P>Os resultados das candidaturas serão divulgados a 23 de agosto.</P><br />
<P>As instituições de ensino superior públicas disponibilizaram, para o próximo ano letivo, 78.283 vagas, mais 1.465 do que no corrente.</P><br />
<P>Para o Regime Geral de Acesso estão reservadas 56.790 vagas, a que se somam 21.493 através disponibilizados para os Regimes e Concursos Especiais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776641]]></sapo:autor>
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		<title>Produção industrial cresce acima do esperado na China, enquanto consumo recua em maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 03:44:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A produção industrial da China cresceu 4,5% em maio, em termos homólogos, acelerando 0,4% face ao mês anterior, enquanto as vendas a retalho registaram a primeira queda em três anos e meio, segundo dados hoje divulgados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A produção industrial da China cresceu 4,5% em maio, em termos homólogos, acelerando 0,4% face ao mês anterior, enquanto as vendas a retalho registaram a primeira queda em três anos e meio, segundo dados hoje divulgados.</P><br />
<P>De acordo com os dados divulgados pelo Gabinete Nacional de Estatísticas da China, a produção industrial avançou acima das expectativas do mercado, que apontavam para um crescimento em torno de 4,3%.</P><br />
<P>Entre os três grandes setores analisados pelo organismo, o maior aumento foi registado na produção e fornecimento de eletricidade, aquecimento, gás e água, com uma subida de 7,6%, seguido da indústria transformadora (+4,4%) e da mineração (+2,3%).</P><br />
<P>Nos primeiros cinco meses do ano, a produção industrial chinesa cresceu 5,4% em comparação com o mesmo período de 2025.</P><br />
<P>O gabinete de estatísticas divulgou também os dados das vendas a retalho, um dos principais indicadores do consumo interno, que caíram 0,6% em maio face ao mês anterior, registando a primeira contração desde dezembro de 2022.</P><br />
<P>O indicador vinha a desacelerar nos últimos meses, mas os analistas esperavam que permanecesse estável.</P><br />
<P>Entretanto, a taxa oficial de desemprego nas zonas urbanas recuou de 5,2% para 5,1%.</P><br />
<P>O investimento em ativos fixos, que passou de um crescimento de 3,2% em 2024 para uma queda de 3,8% em 2025, agravou a descida para 4,1% no acumulado dos primeiros cinco meses de 2026, depois de ter registado uma contração de 1,6% até abril.</P><br />
<P>Embora as autoridades chinesas não divulguem dados mensais para este indicador, o portal especializado Trading Economics estima que o investimento em ativos fixos caiu 10,3% em maio, em termos homólogos.</P><br />
<P>Nos primeiros cinco meses do ano, apenas o investimento em infraestruturas permaneceu em terreno positivo, com um crescimento de 0,6%. O investimento na indústria transformadora caiu 0,4%, enquanto o setor imobiliário continuou a penalizar a economia, registando uma queda de 16,2%.</P><br />
<P>O Gabinete Nacional de Estatísticas indicou ainda que as vendas de imóveis novos, medidas pela área de construção transacionada, recuaram 10,8% até maio, aprofundando em 0,6 pontos percentuais a descida registada na leitura anterior.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776640]]></sapo:autor>
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		<title>Japão pede explicações aos EUA após restrições no acesso a modelos de IA da Anthropic</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 03:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, solicitou explicações aos Estados Unidos sobre a decisão da empresa norte-americana Anthropic de suspender o acesso aos seus modelos de inteligência artificial (IA) mais avançados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, solicitou explicações aos Estados Unidos sobre a decisão da empresa norte-americana Anthropic de suspender o acesso aos seus modelos de inteligência artificial (IA) mais avançados.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa, Katayama afirmou que &#8220;os Estados Unidos, o país diretamente envolvido, deveria dar explicações&#8221; sobre a referida suspensão, de acordo com declarações recolhidas pelo meio de comunicação económico Nikkei.</P><br />
<P>A titular da pasta das Finanças reconheceu os riscos da utilização destes modelos de IA e defendeu a colaboração com as partes envolvidas neste sentido: &#8220;Os riscos podem estar a aumentar, devemos acelerar o trabalho&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Coincidindo com uma visita a Tóquio do CEO da OpenAI, Sam Altman, Katayama revelou também que, durante o dia, se reunirá com executivos da empresa norte-americana e da japonesa Softbank para analisar como abordar os riscos da IA avançada.</P><br />
<P>A Anthropic atribuiu a sua decisão, anunciada na passada sexta-feira, a uma diretiva de controlo de exportações da Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, que obriga a impedir o acesso a este novo serviço a pessoas estrangeiras por motivos de segurança nacional.</P><br />
<P>Segundo a empresa, a ordem para impedir o acesso fora dos Estados Unidos ou por parte de estrangeiros dentro do país chegou na tarde de sexta-feira e, para poder cumprir a diretiva de última hora, a Anthropic optou por cortar todo o acesso ao Fable 5 e ao Mythos 5 a todos os seus clientes.</P><br />
<P>Durante o fim de semana, a ministra tinha indicado numa publicação no seu perfil na rede social X que não havia &#8220;alterações&#8221; no que diz respeito aos direitos de utilização concedidos ao Governo japonês e a algumas instituições financeiras, com base num acordo entre o seu gabinete e o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776639]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Irão e Nova Zelândia empatam a dois golos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 03:04:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Nova Zelândia e o Irão empataram na segunda-feira a dois golos, num encontro do Grupo G do Mundial de futebol de 2026 em que o conjunto da Oceânia esteve por duas vezes a vencer, em Inglewood.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Nova Zelândia e o Irão empataram na segunda-feira a dois golos, num encontro do Grupo G do Mundial de futebol de 2026 em que o conjunto da Oceânia esteve por duas vezes a vencer, em Inglewood.</P><br />
<P>Elijah Just marcou aos sete e 54 minutos para os neo-zelandeses, que procuravam o primeiro triunfo ao sétimo jogo em Mundiais, enquanto, pelos iranianos, Ramin Rezaeian marcou aos 32 e assistiu Mohammad Mohebbi para o 2-2 final, aos 64.</P><br />
<P>Na classificação do Grupo G, a Nova Zelândia e o Irão ficaram nos dois primeiros lugares, com um ponto e 2-2 em golos, à frente de Bélgica e Egito, que empataram 1-1.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776638]]></sapo:autor>
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		<title>Quase metade das crianças do mundo está exposta a pelo menos três ameaças climáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 00:50:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cerca de 1,1 mil milhões de crianças, quase metade da infância mundial, estão expostas a, pelo menos, três ameaças climáticas, que se sobrepõem, e colocam em risco educação, saúde e mesmo a sua sobrevivência, estima a UNICEF.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 1,1 mil milhões de crianças, quase metade da infância mundial, estão expostas a, pelo menos, três ameaças climáticas, que se sobrepõem, e colocam em risco educação, saúde e mesmo a sua sobrevivência, estima a UNICEF. </P><br />
<P>A agência da ONU para a infância disponibiliza hoje no seu &#8216;site&#8217; um relatório &#8211; &#8220;Children&#8217;s Climate Risk Report 2026&#8221; &#8211; que mostra a exposição das crianças às oito ameaças climáticas mais frequentes: inundações costeiras, secas, calor extremo, incêndios, ondas de calor, inundações fluviais, tempestades de areia e poeira e tempestades tropicais.</P><br />
<P>A Unicef apela aos governos para que reduzam as emissões poluentes e reforcem os serviços básicos para fazer face a estes riscos.</P><br />
<P>Segundo a agência da ONU, quase todas as crianças do mundo enfrentam, pelo menos, uma ameaça climática e mais de 4 milhões podem estar expostas a até seis.</P><br />
<P>O relatório detalha os locais e a intensidade das ameaças climáticas que podem afetar as crianças.</P><br />
<P>A combinação de ameaças mais comum é a formada por seca, calor extremo e ondas de calor. Mais de 296 milhões de crianças vivem em zonas do mundo expostas a estas ameaças.</P><br />
<P>A segunda combinação mais frequente &#8212; seca, calor extremo e tempestades tropicais &#8212; afeta mais de 115 milhões de crianças.</P><br />
<P>Em países asiáticos como o Paquistão, Bangladesh ou Mianmar (antiga Birmânia), as crianças enfrentam mais ameaças climáticas simultâneas do que em qualquer outro lugar do mundo e, além disso, de maior intensidade.</P><br />
<P>Na região africana do Sahel, mais de 4 milhões de crianças enfrentam a tripla ameaça de ondas de calor, calor extremo e tempestades de areia e poeira.</P><br />
<P>Os países de rendimento elevado também não escapam a estes problemas. Em Itália, por exemplo, mais de 6 milhões de crianças estão expostas a ondas de calor prolongadas ou a secas.</P><br />
<P>O texto analisa também a exposição das crianças à poluição atmosférica e à malária, dois riscos muito sensíveis aos efeitos das alterações climáticas.</P><br />
<P>A poluição atmosférica afeta quase todas as crianças do mundo, e cerca de mil milhões estão expostas à malária.</P><br />
<P>Segundo a diretora executiva da Unicef, Catherine Russell, esta análise &#8220;pode ajudar os governos e os decisores a planear melhor e a investir de forma mais eficaz&#8221;.</P><br />
<P>A Unicef apela às autoridades para que reduzam as emissões e tomem medidas &#8220;ambiciosas&#8221; para cumprir os compromissos internacionais nesta matéria.</P><br />
<P>Além disso, exige que as instalações educativas e de saúde sejam resistentes aos problemas climáticos, que seja garantida a segurança alimentar das crianças, que sejam reforçados os serviços de água e saneamento e que os sistemas de alerta precoce sejam eficazes.</P><br />
<P>A agência sugere três eixos de atuação para a proteção dos direitos das crianças contra as ameaças climáticas, apelando aos governos, empresas e intervenientes relevantes para que reduzam as emissões e tomem medidas ambiciosas para cumprir os compromissos internacionais existentes, com base nos melhores dados científicos disponíveis, incluindo a eliminação gradual e urgente dos combustíveis fósseis e uma transição justa para as energias renováveis.</P><br />
<P>Surge depois o apelo à proteção das crianças através de uma adaptação climática inclusiva, da redução do risco de catástrofes e de respostas a perdas e danos que priorizem a resiliência dos serviços sociais, garantindo que as crianças e os serviços essenciais para as crianças sejam incluídos nos planos nacionais dessa adaptação.</P><br />
<P>Finalmente, a Unicef apela à capacitação das crianças e jovens para que participem de forma significativa na ação climática, investindo na educação, conhecimentos e competências em matéria de clima, e reforçando a capacidade dos decisores e especialistas para respeitar os direitos das crianças a serem ouvidas, à liberdade de expressão e à participação nas decisões que afetam as suas vidas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776637]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a subir 0,21%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 00:20:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje a subir, com o principal índice, o Nikkei, a ganhar 147,62 pontos para as 69.464,82 unidades, ou 0,21%, 15 minutos após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje a subir, com o principal índice, o Nikkei, a ganhar 147,62 pontos para as 69.464,82 unidades, ou 0,21%, 15 minutos após a abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, abriu a subir 0,31%, ganhando 12,51 pontos para os 3.987,09, às 09:16 locais (01:16 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<title>Mundial2026: &#8216;Leão&#8217; Maxi Araújo salva Uruguai da derrota com Arábia Saudita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 00:06:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um golo de Maxi Araújo, jogador do Sporting, permitiu na segunda-feira ao Uruguai empatar 1-1 com a Arábia Saudita, em encontro da primeira jornada do Grupo H do Mundial de futebol de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um golo de Maxi Araújo, jogador do Sporting, permitiu na segunda-feira ao Uruguai empatar 1-1 com a Arábia Saudita, em encontro da primeira jornada do Grupo H do Mundial de futebol de 2026.</P><br />
<P>Em Miami Gardens, os sauditas marcaram primeiro, aos 41 minutos, por Abdulelah Al-Amri, mas, aos 80, o jogador &#8216;leonino&#8217; restabeleceu a igualdade, na sua última ação no jogo, já que foi imediatamente substituído.</P><br />
<P>Na classificação do Grupo H, uruguaios e sauditas seguem nos dois primeiros lugares, com um ponto, em igualdade com a campeã europeia em título Espanha e o estreante Cabo Verde, que se &#8216;anularam&#8217; em Atlanta.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776634]]></sapo:autor>
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		<title>Exemplar raro do Super Mario Bros para Nintendo ultrapassa os 3 milhões de euros em leilão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 00:02:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma cópia do videojogo Super Mario Bros para a Nintendo (NES) foi vendida em leilão por mais de 3 milhões de euros, sendo considerada "o melhor exemplar conhecido", por possuir um selo brilhante e autocolante intacto na tampa superior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma cópia do videojogo Super Mario Bros para a Nintendo (NES) foi vendida em leilão por mais de 3 milhões de euros, sendo considerada &#8220;o melhor exemplar conhecido&#8221;, por possuir um selo brilhante e autocolante intacto na tampa superior.</P><br />
<P>A Nintendo começou a utilizar uma etiqueta brilhante na tampa superior dos jogos como selo de garantia de uso no início de 1986, após ter utilizado de forma efémera uma etiqueta mate, presente exclusivamente nas cópias de lançamento do mercado de teste da consola em 1985.</P><br />
<P>Quarenta anos depois, este selo em forma de etiqueta tornou-se um símbolo de grande valor para os colecionadores de videojogos, especialmente porque indica que a cópia do título permaneceu intacta e sem ser aberta durante todos estes anos.</P><br />
<P> Na sexta-feira foi vendida em leilão uma cópia do videojogo Super Mario Bros para a consola NES com o cobiçado selo de etiqueta brilhante por 3.750.000 dólares (cerca de 3.230.850 euros à taxa de câmbio atual), tornando-se assim a cópia de um videojogo mais valorizada atualmente.</P><br />
<P>Por ter esta etiqueta colada na tampa superior, foi identificado como um exemplar de segunda produção e, &#8220;sem exemplares de primeira produção conhecidos em estado selado&#8221;, tornou-se &#8220;a cópia selada mais antiga confirmada deste jogo revolucionário&#8221;, sublinhou a casa de leilões responsável pela transação, a Heritage Auctions, no seu &#8216;site&#8217;.</P><br />
<P>Esta cópia é ainda mais exclusiva porque, segundo a casa de leilões, só se conhecem três cópias seladas com etiquetas brilhantes de segunda produção em todo o mundo. </P><br />
<P>Entre estas três cópias, a leiloada é a de &#8220;maior qualidade&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Esta cópia de Super Mario Bros foi fabricada antes de a Nintendo começar a embalar os seus jogos em plástico. </P><br />
<P>Assim, são cópias &#8220;difíceis de encontrar em bom estado&#8221;, dado que passaram 40 anos com as superfícies de cartão expostas e a capa em cor preta, destacou ainda.</P><br />
<P>&#8220;Em muitos aspetos, representa o mais próximo que um colecionador pode estar de possuir o momento exato em que Super Mario Bros transformou os videojogos de consola, passando de uma novidade com dificuldades para se tornar uma parte permanente da história cultura&#8221;, concluiu a casa de leilões.</P><br />
<P>Juntamente com a cópia do jogo, o leilão incluiu uma consola NES Control Deck da edição de lançamento, enquadrada na &#8220;época dos testes de mercado em Los Angeles&#8221;. Esta consola também se encontra na sua caixa e sem uso.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776633]]></sapo:autor>
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		<title>Especialistas de cibersegurança instam Governo Trump a aliviar restrições sobre Anthropic</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:40:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo especialistas em cibersegurança pediu ao Governo norte-americano para revogar as restrições aplicadas aos mais recentes modelos de inteligência artificial (IA) da Anthropic, alertando que o bloqueio pode beneficiar ainda mais os adversários dos EUA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo especialistas em cibersegurança pediu ao Governo norte-americano para revogar as restrições aplicadas aos mais recentes modelos de inteligência artificial (IA) da Anthropic, alertando que o bloqueio pode beneficiar ainda mais os adversários dos EUA.</P><br />
<P>A Anthropic anunciou na sexta-feira que retirou os seus mais recentes modelos de inteligência artificial, conhecidos como Fable 5 e Mythos 5, da Internet para cumprir a diretiva que impede a utilização dos mais recentes modelos de IA por cidadãos estrangeiros. </P><br />
<P>A gigante da IA indicou não acreditar que as medidas tomadas pelo Governo fossem justificadas pela preocupação que este manifestou relativamente a um potencial problema de segurança.</P><br />
<P>E acrescentou que limitou a utilização de algumas das suas tecnologias mais recentes a clientes selecionados, devido à sua capacidade de superar especialistas humanos em cibersegurança na deteção e exploração de vulnerabilidades informáticas. </P><br />
<P>A empresa sediada em São Francisco já tinha mantido conversações com a Casa Branca anteriormente sobre as capacidades dos modelos mais recentes.</P><br />
<P>Na carta de domingo, mais de 100 especialistas em cibersegurança e líderes de empresas como a Adobe e a Nvidia pediram ao Governo dos EUA que levantasse as diretivas de controlo de exportação sobre os modelos da Anthropic e &#8220;se comprometesse com um processo aberto, científico e transparente de gestão das avaliações de risco da IA no futuro&#8221;.</P><br />
<P>A carta refere que, embora os modelos Mythos da Anthropic sejam &#8220;bastante bons&#8221; a encontrar falhas no software e a transformar explorações em armas, &#8220;não são os únicos bons nestas tarefas&#8221; e muitos dos signatários da carta utilizam regularmente outros modelos de base e de código aberto para auditorias de segurança e formação.</P><br />
<P>Os especialistas alertaram que é perigoso retirar as melhores capacidades de ciberdefesa &#8220;sem uma boa razão&#8221; quando os adversários dos Estados Unidos estão a avançar rapidamente.</P><br />
<P>Os modelos da China, segundo a carta, estão &#8220;apenas alguns meses atrás dos melhores modelos americanos&#8221;, e é até provável que o Governo chinês tenha acesso a capacidades privadas para além do que foi divulgado publicamente.</P><br />
<P>Os controlos de exportação marcaram o passo mais significativo do Governo dos EUA até à data para restringir o acesso aos modelos de IA mais avançados. </P><br />
<P>A Anthropic lançou o Fable amplamente na semana passada. Esse modelo é uma versão limitada do Mythos, mais avançado, ao qual a empresa restringiu fortemente o acesso devido a receios de cibersegurança.</P><br />
<P>A diretiva de sexta-feira surgiu 10 dias depois de o Presidente Donald Trump ter assinado um decreto para estabelecer um quadro que permite ao Governo federal avaliar os riscos de segurança nacional dos sistemas de IA mais avançados durante um período de até um mês antes do seu lançamento público. </P><br />
<P>As tensões têm sido elevadas entre a administração Trump e a Anthropic, preocupada com a segurança, que tem procurado estabelecer limites ao desenvolvimento da IA para minimizar quaisquer riscos potenciais e maximizar os seus benefícios económicos e de segurança nacional para os EUA.</P><br />
<P>Após um litígio contratual com o Pentágono, o secretário da Defesa Pete Hegseth procurou declarar a Anthropic como um risco para a cadeia de abastecimento, uma medida sem precedentes contra uma empresa norte-americana que a Anthropic contestou em dois tribunais federais. </P><br />
<P>A empresa afirmou que queria garantias de que o Pentágono não utilizaria a sua tecnologia em armas totalmente autónomas e na vigilância de cidadãos norte-americanos. Hegseth afirmou que a empresa deve permitir quaisquer utilizações que o Pentágono considere legais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776632]]></sapo:autor>
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		<title>Conselho de Segurança da ONU insta talibãs a terminar repressão a mulheres no Afeganistão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:08:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Segurança da ONU aprovou esta noite por unanimidade uma resolução que apela aos talibãs no poder no Afeganistão para que terminem rapidamente a repressão contra as mulheres e combatam os grupos militantes no interior do pais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho de Segurança da ONU aprovou esta noite por unanimidade uma resolução que apela aos talibãs no poder no Afeganistão para que terminem rapidamente a repressão contra as mulheres e combatam os grupos militantes no interior do pais.</P><br />
<P>O embaixador da China na ONU, Fu Cong, cujo país promoveu a resolução, realçou que a esperança é que o Governo afegão &#8220;tome medidas mais proativas para proteger os direitos humanos, especialmente os direitos das mulheres, e projete uma imagem de abertura, inclusão e responsabilidade&#8221;.</P><br />
<P>A resolução prorroga a missão política da ONU no Afeganistão até 17 de junho de 2027 e autoriza-a a apoiar a entrega de ajuda humanitária &#8220;sem discriminação&#8221; e a promover a governação nacional e local &#8220;sem qualquer discriminação com base no sexo, religião ou etnia, com a participação plena, igualitária, significativa e segura das mulheres, (&#8230;) das minorias, dos jovens e das pessoas com deficiência&#8221;.</P><br />
<P>A adoção da resolução surge na sequência da detenção de pelo menos 30 mulheres na cidade ocidental de Herat este mês por alegadamente violarem o rigoroso código de vestuário dos talibãs. </P><br />
<P>Um raro protesto desencadeado após as detenções foi violentamente dispersado pela polícia talibã, que matou a tiro uma pessoa e feriu várias outras, de acordo com a missão da ONU conhecida como UNAMA.</P><br />
<P>Os talibãs governam o Afeganistão desde 2021, na sequência da retirada caótica das forças lideradas pelos EUA, e impuseram uma interpretação rigorosa da lei islâmica, ou Sharia, incluindo restrições severas às mulheres e raparigas, tais como a proibição de educação para além do ensino básico e de muitos empregos. As minorias também foram afetadas.</P><br />
<P>A resolução autoriza a missão da ONU a facilitar as negociações entre o Talibã e os países da região, bem como a comunidade internacional em geral.</P><br />
<P>&#8220;Para que esse processo político seja bem-sucedido, os talibãs devem agir&#8221;, frisou a vice-embaixadora dos EUA, Jennifer Locetta.</P><br />
<P>&#8220;Os talibãs devem cumprir os seus compromissos em matéria de combate ao terrorismo, respeitar as obrigações internacionais do Afeganistão, pôr fim à diplomacia de reféns e cessar os seus abusos inaceitáveis dos direitos humanos das mulheres e das raparigas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O Paquistão acusa o Afeganistão de dar abrigo a militantes que realizam ataques mortíferos no território paquistanês, o que o Talibã nega. </P><br />
<P>Centenas de pessoas foram mortas em combates entre os dois países desde fevereiro, quando o Afeganistão atacou o Paquistão em retaliação aos ataques aéreos paquistaneses no Afeganistão.</P><br />
<P>O embaixador do Paquistão na ONU, Asim Ahmad, apontou que &#8220;a resolução expressa a séria preocupação do Conselho [de Segurança] com a presença de grupos terroristas no Afeganistão, que continuam a constituir uma ameaça à paz e à segurança internacionais&#8221;.</P><br />
<P>A nova resolução autoriza também a UNAMA a promover o desenvolvimento económico do Afeganistão, nomeadamente facilitando a atividade comercial e financeira e apoiando os esforços para devolver os ativos pertencentes ao Banco Central &#8220;em benefício do povo afegão&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776622]]></sapo:autor>
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		<title>RTP mantém liderança nas marcas noticiosas de confiança em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:04:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A RTP manteve a liderança na lista das marcas noticiosas de confiança em Portugal e o Correio da Manhã "é a marca que mais progrediu em termos de confiança", de acordo com o Digital News Report Portugal 2026 (DNRPT26) hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A RTP manteve a liderança na lista das marcas noticiosas de confiança em Portugal e o Correio da Manhã &#8220;é a marca que mais progrediu em termos de confiança&#8221;, de acordo com o Digital News Report Portugal 2026 (DNRPT26) hoje divulgado.</P><br />
<P>Relativamente à confiança de marcas de notícias, &#8220;no topo surge a RTP (79%), seguida do Jornal de Notícias (78%), SIC (77%) e Rádio Renascença (76%)&#8221;, refere o relatório. A Rádio Comercial e Expresso atingem 75% e a RDP Antena 1 e Público situam-se nos 74%. </P><br />
<P>&#8220;Num segundo plano, mas ainda com níveis elevados, aparecem a agência Lusa e a TSF (73%), TVI (72%), Observador (71%) e Notícias ao Minuto (70%)&#8221;, segundo o estudo. </P><br />
<P>Por sua vez, os media locais ou regionais registam 68%.</P><br />
<P>&#8220;Este retrato sugere que, apesar da erosão global da confiança em notícias observada noutras figuras do capítulo, as marcas concretas continuam a beneficiar de reservas reputacionais bastante sólidas&#8221;, segundo do DNRPT26. </P><br />
<P>&#8220;O facto de todas apresentarem maiorias de confiança indica que a relação dos públicos com o sistema noticioso é mais favorável quando se desloca do plano abstrato das &#8216;notícias em geral&#8217; para o plano mais concreto das marcas reconhecidas&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o relatório, o Correio da Manhã &#8220;é a marca que mais progrediu em termos de ganhos de confiança ao longo dos anos, com uma subida de 18,3 pontos percentuais entre o ano inicial da sua presença na lista (2018) e 2026&#8221;. </P><br />
<P>A distância para as restantes marcas é muito expressiva: &#8220;o Observador surge em segundo lugar com +9,1 pontos percentuais [pp], seguido de Notícias ao Minuto (+7,0), TVI (+4,4) e Rádio Renascença (+3,5)&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este dado é particularmente importante porque mostra que posição atual e trajetória evolutiva não coincidem necessariamente: uma marca pode ser aquela que mais reforçou o seu capital reputacional junto dos públicos, mas continuar a ocupar uma posição relativamente baixa na hierarquia da confiança&#8221;, observa o relatório.</P><br />
<P>No oposto, o estudo mostra &#8220;marcas com evolução estagnada ou negativa, como SIC (0,0), agência Lusa (-0,4), TSF (-0,5), RTP (-2,0), Público (-2,2) e Expresso (-2,5)&#8221;. </P><br />
<P>Ou seja, há um mercado em que as marcas tradicionais e institucionais continuam a liderar em confiança, &#8220;mas em que alguns dos maiores ganhos ao longo do tempo ocorreram em marcas de perfil diferente, nomeadamente na marca-mãe do grupo Medialivre [dona do Correio da Manhã]&#8221;. </P><br />
<P>Estas tendências evolutivas &#8220;sugerem que a confiança nas marcas noticiosas em Portugal permanece alta, mas também que o campo reputacional está longe de ser estático, podendo registar reconfigurações significativas mesmo quando a hierarquia global parece relativamente estável&#8221;.</P><br />
<P>Este é o 12.º relatório anual produzido pelo OberCom &#8212; Observatório da Comunicação em parceria com Reuters Institute for the Study of Journalism (RISJ) da Universidade de Oxford.</P><br />
<P>O estudo, que integra dados de 48 mercados e mais de 97.000 inquiridos em todo o mundo, traça um retrato detalhado dos hábitos de consumo de notícias dos portugueses utilizadores de Internet, com amostra nacional representativa de 2.024 respondentes.</P><br />
<P>Os dados foram recolhidos entre 06 de janeiro e 20 de fevereiro de 2026.</P></p>
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