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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>LC feminina: OL Lyonnes supera Arsenal e avança para a final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 15:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A formação francesa do OL Lyonnes assegurou hoje a presença na final da Liga dos Campeões feminina de futebol, ao vencer as inglesas do Arsenal por 3-1, anulando a desvantagem de 2-1 da primeira mão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A formação francesa do OL Lyonnes assegurou hoje a presença na final da Liga dos Campeões feminina de futebol, ao vencer as inglesas do Arsenal por 3-1, anulando a desvantagem de 2-1 da primeira mão.</P><br />
<P>Em desvantagem na eliminatória, a equipa orientada por Jonatan Giráldez procurou desde logo visar a baliza contrária, chegando ao golo aos 22 minutos, através de uma grande penalidade convertida por Renard, tendo passado para a frente da eliminatória ainda antes do intervalo, com o golo de Diani.</P><br />
<P>Na segunda metade, a equipa orientada por Renée Slegers, campeã em título, ainda chegou a igualar a eliminatória, através de Alessia Russo, aos 76, mas a alemã Jule Brand, aos 86, estabeleceu o 3-1 final, fechando a eliminatória.</P><br />
<P>Na final, o OL Lyonnes, recordista da competição com oito títulos, vai defrontar quem sair por cima da outra meia-final, entre as alemãs do Bayern Munique e as espanholas do FC Barcelona, que se defrontam no domingo em Espanha, depois de terem empatado 1-1 na primeira mão, disputada na Alemanha.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757254]]></sapo:autor>
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		<title>Moçambique/Ataques: Rebeldes destroem paróquia histórica e raptam civis em Ancuabe &#8212; bispo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 14:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O bispo de Pemba, em Moçambique, disse hoje à Lusa que um grupo de supostos terroristas destruiu completamente a histórica paróquia de São Luís de Monfort e raptou civis, na quinta-feira, em Ancuabe, na província de Cabo Delgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O bispo de Pemba, em Moçambique, disse hoje à Lusa que um grupo de supostos terroristas destruiu completamente a histórica paróquia de São Luís de Monfort e raptou civis, na quinta-feira, em Ancuabe, na província de Cabo Delgado.</P><br />
<P>&#8220;Depois de queimarem algumas casas, maioritariamente dos cristãos católicos e outros também cristãos não católicos, depois de vandalizarem o hospital [&#8230;], foram direto às infraestruturas que estão na paróquia de São Luís de Monfort de Minhoene e ali destruíram tudo. Queimaram a escola que está aí, queimaram a paróquia, a casa dos padres, a secretaria paroquial, a escolinha foi totalmente vandalizada&#8221;, descreveu António Juliasse, a partir de Cabo Delgado, no norte de Moçambique.</P><br />
<P>O ataque dos supostos rebeldes ocorreu na aldeia de Meza, no distrito de Ancuabe, por volta das 16:00 de quinta-feira, com os grupos a ocuparem a região até às 20:00 do mesmo dia, avançou o bispo, referindo que houve profanação dos lugares e dos objetos sagrados, numa &#8220;violência horrível&#8221; e que &#8220;provoca muita dor&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;[A paróquia] está completamente destruída. Eles queimaram tudo. Foi mesmo para destruir. É uma forma bárbara de fazer as coisas&#8221;, acrescentou Juliasse.</P><br />
<P>Segundo o bispo, não houve registo de feridos e mortos, mas mais de 20 pessoas foram raptadas pelos rebeldes, num movimento já previsto em Meza, após um ataque numa região próxima, o que levou &#8220;boa parte do povo da aldeia a fugir&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cerca de 22 pessoas foram capturadas e foram forçadas a ajudar a destruir, e depois fizeram reunião para espalhar mensagem de ódio contra os cristãos&#8221;, disse, lamentando que não tenha havido nenhum socorro, apesar dos rumores que corriam na aldeia dois dias antes do ataque.</P><br />
<P>&#8220;Depois de eles atacarem uma zona perto daí, todos sabiam que iam para aqueles lados, mas não houve nenhuma intervenção. Fizeram toda a destruição em três, quatro horas, sem nenhum constrangimento do lado das nossas forças de segurança&#8221;, acrescentou o bispo, referindo que &#8220;o povo se sente largado&#8221; e sem proteção, quando já passam quase &#8220;nove anos de guerra, nove anos de destruição e de mortes&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com dados avançados pelo representante religioso, pelo menos 300 católicos foram mortos, maioritariamente por decapitação, e mais de 117 unidades da igreja destruídas, desde o início do conflito armado em 2017.</P><br />
<P>&#8220;Basta eles entrarem numa aldeia. Sabemos que a infraestrutura da igreja não fica impune, não fica sem ser destruída [&#8230;]. Nós temos em Mocímboa da Praia tudo destruído, temos em Nangololo tudo destruído, que são as grandes e antigas igrejas históricas, estão destruídas. Agora destruíram esta igreja também histórica, esta missão histórica, e várias pequenas igrejas e capelas das comunidades cristãs&#8221;, concluiu António Juliasse.</P><br />
<P>A paróquia de São Luís de Monfort, construída em 1946, é um símbolo da presença católica na região, segundo a fundação portuguesa AIS.</P><br />
<P>A província de Cabo Delgado, rica em gás, é alvo de ataques extremistas há oito anos, com o primeiro ataque registado em 05 de outubro de 2017, no distrito de Mocímboa da Praia.</P><br />
<P>A organização de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos (ACLED, na sigla em inglês) estima que a província moçambicana de Cabo Delgado tenha registado 11 eventos violentos nas duas últimas semanas, 10 dos quais envolvendo extremistas do Estado Islâmico, que fizeram nove mortos, elevando para 6.527 os óbitos desde 2017.</P><br />
<P>De acordo com o mais recente relatório da ACLED, com dados de 06 a 19 de abril, dos 2.356 eventos violentos registados desde outubro de 2017, quando começou a insurgência armada em Cabo Delgado, 2.184 envolveram elementos associados ao Estado Islâmico Moçambique (EIM).</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757253]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Indústria automóvel alemã apela a &#8220;rápida abertura das negociações&#8221; entre UE e EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 14:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A indústria automóvel alemã apelou hoje à "rápida abertura de negociações" entre os Estados Unidos e a União Europeia (UE), após o Presidente norte-americano ter anunciado tarifas de 25% sobre automóveis e camiões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A indústria automóvel alemã apelou hoje à &#8220;rápida abertura de negociações&#8221; entre os Estados Unidos e a União Europeia (UE), após o Presidente norte-americano ter anunciado tarifas de 25% sobre automóveis e camiões.</P><br />
<P>Em comunicado, o presidente da Associação Alemã da Indústria Automóvel (VDA), Hildegard Müller, sublinha que o agravamento das tarifas implicaria &#8220;custos enormes para a indústria automóvel alemã e europeia, já confrontada com condições muito difíceis&#8221;.</P><br />
<P>O representante da indústria automóvel apelou, por isso, &#8220;com toda a urgência, às duas partes, para a desescalada e para a rápida abertura de negociações&#8221;.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, acusou na sexta-feira a UE de violar o acordo comercial negociado com Washington e anunciou que, como consequência, vai aumentar para 25% as tarifas sobre os automóveis e camiões fabricados pelo bloco.</P><br />
<P>No mesmo dia, a Comissão Europeia desmentiu as acusações sobre o incumprimento do acordo por parte da UE e advertiu para as &#8220;opções&#8221; que mantém em aberto para proteger os seus interesses face às novas medidas tarifárias.</P><br />
<P>Hoje, o responsável no Parlamento Europeu pelas negociações para o acordo comercial entre Bruxelas e os Estados Unidos apelou a uma resposta &#8220;com maior clareza e determinação&#8221;, considerando inaceitável o comportamento do chefe de Estado norte-americano.</P><br />
<P>Bernd Lange atribuiu ainda a Donald Trump as &#8220;interrupções&#8221; no processo, devido às ameaças de assumir o controlo da Gronelândia e, noutra ocasião, quando o Supremo Tribunal dos Estados Unidos anulou &#8220;os fundamentos jurídicos ilegais das tarifas&#8221;.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757252]]></sapo:autor>
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		<title>Onde viver para chegar aos 100 anos? As novas Blue Zones do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 14:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo estudo revela as cidades com melhores condições para viver mais anos, combinando qualidade de vida, saúde e hábitos saudáveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As chamadas “Blue Zones” são há muito associadas a regiões como a Sardenha, em Itália, ou Okinawa, no Japão, onde a longevidade é uma característica marcante da população. No entanto, um novo estudo vem alargar este conceito, identificando cidades modernas que oferecem condições ideais para viver mais tempo e com melhor qualidade de vida.</p>
<p>De acordo com a Forbes, este relatório analisou 100 cidades em todo o mundo, cruzando indicadores como qualidade de vida e condições ambientais com fatores de saúde a nível nacional, incluindo a esperança média de vida, níveis de tabagismo, obesidade, segurança alimentar e atividade física entre pessoas com mais de 70 anos.</p>
<p><strong>Bergen lidera o ranking de longevidade</strong></p>
<p>No topo da lista surge Bergen, na Noruega, considerada a cidade onde existem mais probabilidades de atingir os 100 anos. A esperança média de vida ronda os 84 anos, refletindo um elevado padrão de qualidade de vida, acesso a serviços públicos e cuidados de saúde.</p>
<p>A cidade destaca-se ainda pela qualidade do ar e pelo ambiente natural, bem como por uma taxa de tabagismo extremamente baixa, fatores que contribuem diretamente para a longevidade da população.</p>
<p><strong>Canberra destaca-se pelo estilo de vida ativo</strong></p>
<p>Em segundo lugar aparece Canberra, na Austrália, onde a esperança média de vida ultrapassa os 84 anos. Um dos aspetos mais relevantes é o elevado nível de atividade física entre a população mais idosa, aliado a uma baixa taxa de fumadores.</p>
<p>A cidade apresenta também excelentes indicadores ao nível da saúde e de infraestruturas públicas, garantindo acesso a alimentos frescos e nutritivos, o que reforça as condições para um envelhecimento saudável.</p>
<p><strong>França em evidência com Nantes e Grenoble</strong></p>
<p>A França surge duas vezes no ranking, com Nantes a ocupar o terceiro lugar. A cidade combina uma esperança média de vida elevada com bons serviços públicos e uma forte cultura alimentar, num país que se destaca pela qualidade e segurança dos alimentos.</p>
<p>Ainda de acordo com a Forbes, Nantes apresenta uma das menores taxas de obesidade entre grandes cidades, além de uma percentagem significativa de idosos fisicamente ativos, o que cria um ambiente favorável à longevidade.</p>
<p>Grenoble ocupa a quarta posição e lidera globalmente em qualidade de vida. Situada nos Alpes, a cidade oferece excelentes condições gerais, desde o acesso à saúde até aos serviços urbanos, contribuindo para uma esperança média de vida próxima dos 84 anos.</p>
<p><strong>Berna fecha o top 5 das novas &#8220;Blue Zones&#8221;</strong></p>
<p>A capital suíça, Berna, completa a lista das cinco cidades com melhores condições para viver mais e melhor. Com uma esperança média de vida acima dos 84 anos, a cidade destaca-se pela qualidade do sistema de saúde e pela segurança alimentar, um dos pontos fortes deste país.</p>
<p>Mais de metade da população idosa mantém-se fisicamente ativa, o que ajuda a controlar os níveis de obesidade e reforça as probabilidades de alcançar uma vida longa.</p>
<p><strong>O que define estas novas zonas urbanas</strong></p>
<p>Este novo conceito de “Blue Zones” mostra que a longevidade não depende apenas de localização geográfica isolada, mas também de fatores urbanos como qualidade de vida, acesso à saúde, alimentação equilibrada e estilos de vida ativos.</p>
<p>Como revela a Forbes, as cidades melhor classificadas são aquelas que conseguem reunir condições ambientais favoráveis com hábitos de vida saudáveis, demonstrando que é possível viver mais e melhor mesmo em contextos urbanos modernos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756167]]></sapo:autor>
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		<title>Daniel Rodrigues sobe à liderança do Open da Turquia de golfe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 13:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O golfista português Daniel Rodrigues assumiu hoje a liderança do Open da Turquia, ao lado do sueco Mikael Lindberg, após a terceira volta do torneio do DP World Tour, que permitiu a Ricardo Gouveia subir ao 17.º lugar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O golfista português Daniel Rodrigues assumiu hoje a liderança do Open da Turquia, ao lado do sueco Mikael Lindberg, após a terceira volta do torneio do DP World Tour, que permitiu a Ricardo Gouveia subir ao 17.º lugar.</P><br />
<P>Daniel Rodrigues, de 23 anos, foi um dos praticantes que conseguiu concluir a penúltima volta antes da interrupção momentânea devido às condições climatéricas, tendo entregado um cartão com 68 pancadas, quatro abaixo do par do campo em Belek, Antália, fruto de seis &#8216;birdies&#8217; (uma pancada abaixo do par do buraco) e apenas dois &#8216;bogeys&#8217; (uma acima).</P><br />
<P>O golfista português, que nos dois dias anteriores tinha necessitado de 72 e 69 &#8216;shots&#8217;, obteve o melhor desempenho no torneio turco, no qual totaliza 209 golpes, sete abaixo do par do campo, tal como Lindberg, continuando a progressão na classificação geral (terminou em 63.º no dia inaugural e em 12.º na segunda volta).</P><br />
<P>O compatriota Ricardo Melo Gouveia também segue em posição de destaque na prova do circuito principal, integrando grupo dos golfistas posicionados em 17.º lugar, com um agregado de 213 pancadas, depois de hoje ter entregado um cartão com 69, três abaixo do par do campo, em consequência de cinco &#8216;birdies&#8217; e dois &#8216;bogeys&#8217;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757251]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Parlamento Europeu pede resposta com &#8220;clareza e determinação&#8221; às novas tarifas Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 13:25:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O responsável no Parlamento Europeu pelas negociações para o acordo comercial entre Bruxelas e os Estados Unidos apelou hoje a uma resposta "com maior clareza e determinação" às tarifas de 25% sobre automóveis e camiões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O responsável no Parlamento Europeu pelas negociações para o acordo comercial entre Bruxelas e os Estados Unidos apelou hoje a uma resposta &#8220;com maior clareza e determinação&#8221; às tarifas de 25% sobre automóveis e camiões.</P><br />
<P>&#8220;Já assistimos a estes ataques arbitrários dos Estados Unidos no caso da Gronelândia. Não é assim que se tratam parceiros próximos. Agora é preciso reagir com a maior clareza e determinação, confiando na nossa própria força e posição&#8221;, afirmou em comunicado Bernd Lange, que é também presidente da comissão parlamentar do Comércio Internacional no Parlamento Europeu (PE).</P><br />
<P>O eurodeputado alemão recordou ainda que a União Europeia (UE) dispõe de &#8220;um amplo conjunto de instrumentos de defesa comercial&#8221;, incluindo o instrumento europeu anticoerção.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, acusou na sexta-feira a UE de violar o acordo comercial negociado com Washington e anunciou que, como consequência, vai aumentar para 25% as tarifas sobre os automóveis e camiões fabricados pelo bloco.</P><br />
<P>Em resposta, Bernd Lange considerou hoje inaceitável o comportamento de Trump e disse que &#8220;as suas afirmações também são falsas&#8221;, uma vez que a União, no PE, está a cumprir o acordo negociado por Washington e Bruxelas, enquanto trabalha na sua &#8220;implementação legal&#8221;.</P><br />
<P>O eurodeputado atribuiu as &#8220;interrupções&#8221; neste processo ao Presidente norte-americano, devido às ameaças de assumir o controlo da Gronelândia e, noutra ocasião, quando o Supremo Tribunal dos Estados Unidos anulou &#8220;os fundamentos jurídicos ilegais das tarifas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O facto de recorrer novamente a ameaças em pleno processo político no seio de uma comunidade internacional de Estados demonstra o pouco que valoriza a soberania dos demais&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O alemão acusou os Estados Unidos de serem eles próprios a &#8220;incumprir repetidamente&#8221; o chamado Acordo de Turnberry, &#8220;por exemplo, com as tarifas adicionais aplicadas a mais de 400 produtos que contêm aço e alumínio&#8221;, agora &#8220;sujeitos a uma taxa média de cerca de 25%&#8221;, acima dos 15% acordados.</P><br />
<P>&#8220;Não é aceitável que, devido a reações emocionais pessoais e espontâneas, se ponha em causa a estabilidade do comércio e a segurança dos investimentos, o que gera problemas económicos e, em última instância, põe em risco postos de trabalho&#8221;, alertou.</P><br />
<P>Bernd Lange considerou ainda que este tipo de comportamento e a &#8220;falta de fiabilidade&#8221; reforçam a necessidade das salvaguardas que o PE decidiu incluir no acordo comercial entre ambas as partes.</P><br />
<P>&#8220;A confiança é importante, mas contra a arbitrariedade só funcionam regras claras&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O Parlamento Europeu, que aprovou o acordo em março, introduziu salvaguardas que permitem suspender o acordo caso Washington imponha novas tarifas, ameace fazê-lo ou questione a integridade territorial do bloco, além de incluir uma cláusula de entrada em vigor que impede a sua aplicação até que se confirme o cumprimento de todos os elementos do acordo.</P><br />
<P>Esta decisão abriu caminho para que Bruxelas começasse a implementar a sua parte do acordo, embora a ratificação definitiva ainda exija a negociação do desenho final com os Estados-membros.</P><br />
<P>A Comissão Europeia desmentiu na sexta-feira as acusações do Presidente dos Estados Unidos sobre o incumprimento do acordo por parte da UE e advertiu para as &#8220;opções&#8221; que mantém em aberto para proteger os seus interesses face às novas medidas tarifárias.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757250]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Companhia Korean Air proíbe galos a bordo dos EUA para as Filipinas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 13:07:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Organizações de defesa dos direitos dos animais congratularam-se hoje com a decisão da companhia aérea Korean Air de proibir o transporte de galos dos Estados Unidos para as Filipinas, onde as lutas com estes animais constituem uma indústria lucrativa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Organizações de defesa dos direitos dos animais congratularam-se hoje com a decisão da companhia aérea Korean Air de proibir o transporte de galos dos Estados Unidos para as Filipinas, onde as lutas com estes animais constituem uma indústria lucrativa.</P><br />
<P>As autoridades estimam receitas na ordem das dezenas de milhões de dólares por semana geradas por lutas entre galos equipados com esporões metálicos afiados, dinheiro que alegadamente alimenta o crime organizado.</P><br />
<P>Ativistas e um criador filipino, Eduardo Eugenio, indicaram à AFP que os Estados Unidos da América (EUA) fornecem um grande número de galos destinados a estas lutas, pelo que a proibição da companhia aérea Korean Air promete ter um &#8220;impacto enorme&#8221;.</P><br />
<P>A companhia sul-coreana confirmou, num comunicado enviado hoje à AFP, ter &#8220;suspendido o transporte de galos de qualquer idade nas ligações entre os Estados Unidos e as Filipinas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Korean Air compromete-se a garantir o transporte legal e seguro de animais vivos, em conformidade com as leis e regulamentos em vigor&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A organização não-governamental (ONG) americana de defesa dos animais Animal Wellness Action declarou que a Korean Air era, na sua opinião, &#8220;a maior companhia aérea do mundo envolvida no transporte ilegal de galos de combate&#8221;.</P><br />
<P>Embora a transportadora não tenha mencionado explicitamente os galos de combate no seu comunicado, várias organizações afirmaram que esta proibição é o resultado da sua campanha destinada a proibir uma prática que consideram cruel.</P><br />
<P>Jana Sevilla, porta-voz da organização PETA nas Filipinas, declarou à AFP que a decisão, aplaudida pelo grupo, visa &#8220;certamente&#8221; as lutas de galos.</P><br />
<P>&#8220;Esperamos [&#8230;] que outras companhias aéreas sigam este exemplo&#8221;, acrescentou Jana Sevilla, recordando que as Filipinas fazem parte dos países onde as lutas de galos ainda são autorizadas.</P><br />
<P>Esta semana, a ONG Animal Wellness Action reivindicou, num comunicado, o mérito desta medida, que surge na sequência de vários meses de investigação e troca de correspondência.</P><br />
<P>&#8220;A Korean Air concordou em atender ao nosso pedido de pôr fim a todos os envios de galos para as Filipinas&#8221;, indicou a organização, referindo que criadores americanos fornecedores destas aves se fazem frequentemente passar por agricultores ou criadores inofensivos e enviam todos os anos &#8220;dezenas de milhares&#8221; de animais para as Filipinas.</P><br />
<P>Outros galos criados nos EUA são transportados por via terrestre e aérea para o México, onde as lutas continuam a ser autorizadas em alguns estados.</P><br />
<P>Segundo Eduardo Eugenio, responsável por uma exploração de 300 aves na cidade de Tagum, no sul do país, &#8220;a atividade nas Filipinas depende muito&#8221; dos criadores americanos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757249]]></sapo:autor>
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		<title>Emirados retomam operações aéreas e companhias indianas anunciam cortes de voos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 13:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Emirados Árabes Unidos retomaram hoje as operações normais de tráfego aéreo, após o levantamento das medidas de precaução devido ao conflito entre os EUA e Israel no Irão, que aumentou o preço dos combustíveis e cortes de voos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Emirados Árabes Unidos retomaram hoje as operações normais de tráfego aéreo, após o levantamento das medidas de precaução devido ao conflito entre os EUA e Israel no Irão, que aumentou o preço dos combustíveis e cortes de voos.</P><br />
<P>A Autoridade Geral da Aviação Civil (GCAA) dos Emirados Árabes Unidos (EAU) confirmou a &#8220;retomada das operações normais de tráfego aéreo no espaço aéreo dos EAU e o levantamento das medidas preventivas temporárias&#8221;, informou a agência noticiosa oficial WAM.</P><br />
<P>A GCAA afirmou que a decisão foi tomada após &#8220;uma avaliação minuciosa das condições operacionais e de segurança, em coordenação com as autoridades competentes&#8221; e enfatizou a monitorização contínua em tempo real para garantir os mais elevados níveis de segurança aérea.</P><br />
<P>A GCAA expressou gratidão pela &#8220;cooperação dos passageiros e das companhias aéreas durante o período anterior&#8221; e reafirmou a prontidão das equipas técnicas e operacionais para lidar com qualquer eventualidade. </P><br />
<P>Tal como outros países vizinhos, como o Qatar, o Kuwait e o Bahrein, os EAU foram alvo de intensos ataques de drones e mísseis iranianos desde o início do conflito até ao anúncio do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão. </P><br />
<P>A 08 de abril, as partes concordaram com um cessar-fogo inicial de duas semanas, após 39 dias de combates, posteriormente prolongado indefinidamente para permitir tempo para negociações entre Teerão e Washington. </P><br />
<P>No entanto, as conversações diretas entre os dois países continuam paralisadas devido à recusa do Irão em negociar enquanto os Estados Unidos mantêm o bloqueio naval aos seus portos e navios, uma medida destinada a prejudicar a economia iraniana.</P><br />
<P>O Irão, por sua vez, mantém o controlo do tráfego no Estreito de Ormuz, a rota estratégica por onde transita 20% do petróleo mundial, o que fez subir o preço do crude. </P><br />
<P>Como consequência deste aumento, e consequente subida do prço do querosene de aviação, as principais companhias aéreas da Índia anunciaram que vão cortar dezenas de voos internacionais nas próximas semanas.</P><br />
<P> &#8220;A situação do espaço aéreo e os preços do combustível de aviação continuam extremamente difíceis, não nos deixando outra opção senão reduzir ainda mais os nossos voos previstos para junho e julho&#8221;, disse o CEO da Air India, Campbell Wilson, segundo fontes citadas pela agência de notícias local ANI.</P><br />
<P>A companhia aérea nacional alertou na sexta-feira que os preços atuais tornam várias rotas &#8220;inviáveis&#8221; e informou os seus funcionários que vai cancelar dezenas de voos diários, especialmente em rotas para a Europa e América do Norte, de acordo com um comunicado divulgado à imprensa.</P><br />
<P>A IndiGo, a maior companhia aérea da Índia, vai aplicar um ajuste drástico, com uma redução de 17% da sua capacidade internacional em maio, face aos níveis de fevereiro, segundo dados da consultora global de aviação OAG.</P><br />
<P>De acordo com a OAG, a companhia aérea indiana de baixo custo ocupa o sexto lugar no ranking das companhias aéreas mais afetadas no mundo pelas interrupções no Médio Oriente e o mais afetado entre as companhias aéreas não sediadas no Golfo.</P><br />
<P>A crise no Estreito de Ormuz, por onde passa quase 80% do petróleo da Ásia, não só fez subir os preços do crude, como obrigou as companhias aéreas a optar por rotas mais longas para evitar zonas de conflito. </P><br />
<P>O preço do combustível para voos internacionais subiu 5% a 01 de maio, atingindo os 1.511,86 dólares (cerca de 1.289,85 euros) por quilolitro, enquanto os preços domésticos permanecem em níveis recorde após um aumento de 25% no mês passado, de acordo com dados das principais companhias petrolíferas estatais da Índia.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757248]]></sapo:autor>
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		<title>O que significa uma pessoa que ajuda todos mas não aceita ajuda? A psicologia explica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 12:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[ajudar]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Por trás de quem está sempre disponível para os outros, pode existir alguém que tem dificuldade em pedir ou aceitar ajuda. Embora pareça um sinal de força, esta atitude pode esconder fragilidades emocionais e afetar as relações pessoais de forma silenciosa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É comum encontrarmos pessoas que estão sempre disponíveis para ajudar os outros, mas que, quando chega a sua vez, mostram resistência em aceitar apoio. Este comportamento pode parecer contraditório à primeira vista, mas a psicologia oferece várias explicações que ajudam a compreendê-lo melhor.</p>
<p>Segundo o Basket Almada Clube, esta dinâmica está muitas vezes ligada a fatores como a autoestima, o medo da vulnerabilidade e padrões de comportamento desenvolvidos ao longo da vida. Perceber estas causas é essencial para promover relações mais equilibradas e saudáveis.</p>
<p>A forma como uma pessoa se vê a si própria influencia diretamente a maneira como se relaciona com os outros. Indivíduos que estão constantemente a ajudar podem estar, na verdade, a procurar validação. Ao serem úteis, reforçam o seu valor pessoal e sentem-se mais aceites socialmente.</p>
<p>No entanto, essa mesma necessidade pode levá-los a evitar receber ajuda. Para muitos, admitir que precisam de apoio pode ser interpretado como um sinal de fraqueza. Este conflito interno cria um ciclo difícil: ajudam para se sentirem valorizados, mas recusam ajuda para não parecerem vulneráveis.</p>
<p><strong>O medo de ser vulnerável</strong></p>
<p>Aceitar ajuda implica exposição emocional. E, para algumas pessoas, isso é desconfortável. Existe um receio profundo de serem vistas como incapazes ou frágeis, o que leva à rejeição de apoio, mesmo quando ele é necessário.</p>
<p>Esta recusa pode ter consequências importantes. Ao não se permitirem ser ajudadas, estas pessoas acabam por acumular pressão e responsabilidades, o que pode resultar em stress, ansiedade e até depressão. A falta de abertura emocional cria também barreiras nas relações, dificultando a proximidade com os outros.</p>
<p><strong>A influência da infância e dos padrões aprendidos</strong></p>
<p>Os comportamentos que desenvolvemos em adultos têm, muitas vezes, raízes na infância. Pessoas que cresceram em ambientes onde eram incentivadas a ajudar, mas não receberam apoio em troca, podem interiorizar essa dinâmica como normal.</p>
<p>Com o tempo, esse padrão transforma-se numa identidade: a de “quem ajuda”. Aceitar ajuda pode então parecer estranho ou até errado, reforçando a ideia de que devem ser sempre autossuficientes. Esta crença, embora muitas vezes inconsciente, manifesta-se nas interações do dia a dia.</p>
<p><strong>Consequências nas relações interpessoais</strong></p>
<p>Quando alguém ajuda constantemente mas nunca aceita ajuda, cria-se um desequilíbrio nas relações. Por um lado, essa pessoa pode sentir-se sobrecarregada. Por outro, os outros podem sentir que não têm espaço para contribuir, o que pode gerar frustração e afastamento.</p>
<p>A intimidade emocional constrói-se com base na reciprocidade. Quando uma das partes não se permite ser vulnerável, torna-se mais difícil criar ligações profundas e genuínas. A longo prazo, isso pode afetar a qualidade das relações.</p>
<p><strong>É possível mudar este padrão?</strong></p>
<p>Embora seja um comportamento enraizado, é possível trabalhar esta tendência. O primeiro passo é reconhecer o medo ou a insegurança associados à vulnerabilidade. Aceitar ajuda não diminui o valor pessoal &#8211; pelo contrário, fortalece as relações e o bem-estar emocional.</p>
<p>Praticar a aceitação de pequenas formas de ajuda pode ser um bom começo. Com o tempo, este exercício pode tornar-se mais natural e contribuir para relações mais equilibradas.</p>
<p>A terapia também pode ser uma ferramenta importante, oferecendo um espaço seguro para explorar estas dificuldades e desenvolver uma autoimagem mais saudável. Aprender a ver o apoio dos outros como algo positivo é essencial para quebrar este ciclo.</p>
<p>No fundo, o equilíbrio entre dar e receber é fundamental. A psicologia mostra-nos que permitir-se ser ajudado não é um sinal de fraqueza, mas sim um ato de coragem que promove relações mais fortes e uma vida emocional mais saudável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755428]]></sapo:autor>
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		<title>O pequeno truque de cozinha que muda completamente os seus ovos estrelados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 11:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[utensílios]]></category>
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					<description><![CDATA[Conseguir ovos estrelados perfeitos, com formato redondo e aspeto digno de hotel, pode ser mais simples do que parece. E existe um pequeno utensílio de cozinha que está a tornar esta tarefa mais fácil e acessível para qualquer pessoa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A apresentação de um prato pode fazer toda a diferença à mesa. Um simples ovo estrelado, quando bem preparado, pode transformar um pequeno-almoço banal numa experiência digna de hotel. Segundo o El País, há um utensílio simples que está a conquistar quem procura esse toque profissional: as formas redondas para estrelar ovos.</p>
<p>Estas formas são pequenos anéis feitos de aço inoxidável e silicone, pensados para manter a clara do ovo no lugar durante a confeção. O resultado é um ovo perfeitamente redondo, com uma cozedura mais uniforme e uma apresentação muito mais apelativa.</p>
<p>O conjunto referido inclui quatro anéis compactos, fáceis de guardar e resistentes ao calor e está à venda em diversas plataformas de compras online. Apesar de não serem indispensáveis, ajudam a poupar tempo e garantem consistência no resultado final, sobretudo para quem gosta de detalhes no prato.</p>

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<p>&nbsp;</p>
<p>Para além da estética, estas formas facilitam o processo de fritar ovos. Ao evitar que a clara se espalhe pela frigideira, permitem um controlo maior da cozedura. Segundo o El País, o conjunto inclui ainda um pincel para aplicar óleo ou manteiga, embora também seja possível utilizar spray.</p>
<p>Este tipo de utensílio pode ser particularmente útil para quem prepara sanduíches ou hambúrgueres com ovo, já que o formato uniforme encaixa perfeitamente no pão.</p>
<p>Apesar de serem pensadas sobretudo para ovos, estas formas não se limitam a essa função. Também podem ser usadas para preparar panquecas, hambúrgueres ou pequenas porções de outros alimentos, ajudando sempre a melhorar a apresentação final.</p>
<p>A resistência dos materiais permite utilizá-las a altas temperaturas sem deformação, e o revestimento facilita a remoção dos alimentos em poucos segundos.</p>
<p>Com um preço inferior a 17 euros, este conjunto surge como uma solução acessível para quem valoriza tanto o sabor como a apresentação. Não substituiem a técnica, mas podem ser um aliado útil para alcançar resultados consistentes com menos esforço.</p>
<p>No final, o segredo pode não estar apenas nos ingredientes, mas também nos pequenos detalhes e um simples anel de cozinha pode ser o suficiente para elevar o nível do seu pequeno-almoço.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756428]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Técnicos de Migração alertam para pressão resultante da exposição negativa da AIMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 11:08:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Técnicos de Migração defendeu hoje um apuramento rigoroso da situação que levou às buscas da PJ na delegação da AIMA nos Açores e alertou para a pressão sobre os trabalhadores, resultante da exposição negativa da instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato dos Técnicos de Migração defendeu hoje um apuramento rigoroso da situação que levou às buscas da PJ na delegação da AIMA nos Açores e alertou para a pressão sobre os trabalhadores, resultante da exposição negativa da instituição.</P><br />
<P>Em comunicado, o sindicato manifesta &#8220;total solidariedade&#8221; para com os colegas da delegação da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) de Ponta Delgada, onde quinta-feira a Polícia Judiciária (PJ) realizou buscas.</P><br />
<P>A AIMA anunciou, entretanto, a instauração de um inquérito interno, prometendo &#8220;total colaboração&#8221; com as autoridades.</P><br />
<P>O sindicato manifestou &#8220;profunda preocupação com a imagem que a AIMA tem vindo a assumir na comunicação social e junto da opinião pública&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A exposição negativa contínua, não só fragiliza a credibilidade da instituição, como também aumenta significativamente a pressão sobre os trabalhadores, que diariamente dão o seu melhor em condições exigentes&#8221;, lê-se no comunicado. </P><br />
<P>Para o Sindicato dos Técnicos de Migração, &#8220;esta situação não traz qualquer benefício para os cidadãos estrangeiros que dependem destes serviços, antes contribui para agravar dificuldades já existentes&#8221;.</P><br />
<P>A organização sindical alertou ainda para &#8220;os riscos associados ao recurso ao &#8216;outsourcing&#8217; em áreas altamente técnicas como a imigração&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Trata-se de funções que exigem conhecimento especializado, responsabilidade institucional e sensibilidade jurídica, não devendo ser desvalorizadas ou externalizadas sem uma avaliação rigorosa das consequências para a qualidade do serviço público e para a proteção dos direitos dos cidadãos&#8221;, adianta o sindicato no comunicado.</P><br />
<P>No seguimento das buscas à delegação da AIMA em Ponta Delgada, a PJ informou, em comunicado, que estava a investigar &#8220;crimes de abuso de poder, recebimento indevido de vantagem e de corrupção&#8221;, tendo a operação sido realizada no âmbito de um inquérito dirigido pelo Ministério Público do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) da Comarca dos Açores.</P><br />
<P>&#8220;Em causa estão suspeitas da prática de atos ilícitos por funcionários públicos, consistindo na atribuição indevida de prioridade a determinados atendimentos e ao tratamento de processos, mediante contrapartidas de natureza patrimonial&#8221;, lê-se na nota da PJ enviada às redações.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757247]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>FMI prevê crescimento de 2,3% em Angola este ano devido à queda das receitas petrolíferas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fmi-preve-crescimento-de-23-em-angola-este-ano-devido-a-queda-das-receitas-petroliferas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 11:04:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia angolana abrande para 2,3% este ano, depois de ter crescido 3,1% em 2025, num contexto de queda estrutural das receitas petrolíferas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia angolana abrande para 2,3% este ano, depois de ter crescido 3,1% em 2025, num contexto de queda estrutural das receitas petrolíferas.</P><br />
<P>Segundo o relatório anual da instituição sobre Angola, as perspetivas de médio prazo continuam modestas, refletindo uma &#8220;queda estrutural das receitas petrolíferas&#8221;, e o crescimento económico dependerá do &#8220;sucesso dos esforços de diversificação&#8221;.</P><br />
<P>O FMI assinalou que a economia cresceu 3,1% em 2025, apoiada em parte pela despesa pública, apesar de uma queda &#8220;significativa da produção petrolífera, que enfraqueceu as posições orçamental e externa do país&#8221;.</P><br />
<P>A inflação continuou a abrandar, situando-se em 12,4% em março deste ano, em parte devido à política monetária restritiva. Em termos médios anuais, o FMI prevê uma descida de 20,2% em 2025 para 12,9% em 2026.</P><br />
<P>Nas contas públicas, a redução das receitas petrolíferas e derrapagens da despesa levaram a um défice orçamental global de 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025.</P><br />
<P>O Orçamento de 2026 prevê uma consolidação orçamental, com o FMI a projetar uma redução do défice para 2,4% do PIB este ano, antes de um novo agravamento para 3,6% em 2027. </P><br />
<P>As receitas petrolíferas deverão continuar a cair em termos estruturais, passando de 8,5% do PIB em 2025 para 7,6% este ano e 6,7% em 2027, segundo as projeções do Fundo.</P><br />
<P>A recente subida dos preços do petróleo melhorou o acesso de Angola aos mercados internacionais e deverá compensar temporariamente a queda das receitas petrolíferas, mas o FMI indicou que as necessidades brutas de financiamento deverão aumentar. </P><br />
<P>A dívida pública bruta deverá subir de 51,3% do PIB em 2025 para 51,6% este ano e 53,5% em 2027, devendo atingir no médio prazo o limite previsto na Lei da Sustentabilidade das Finanças Públicas.</P><br />
<P>O FMI sublinhou a importância de uma consolidação orçamental sustentada e recomendou que eventuais receitas extraordinárias do petróleo sejam usadas para reduzir a dívida e criar almofadas financeiras. </P><br />
<P>No final de 2025, as reservas internacionais do Banco Nacional de Angola mantinham-se praticamente estáveis, cobrindo 7,4 meses de importações.</P><br />
<P>O FMI alertou que as perspetivas continuam sujeitas a riscos negativos consideráveis, em particular devido à volatilidade dos preços do petróleo, ao aumento das pressões sobre a despesa e a condições financeiras globais mais restritivas. </P><br />
<P>A instituição defendeu ainda a manutenção de uma política monetária restritiva para sustentar a trajetória de desinflação, o aumento da flexibilidade cambial e reformas estruturais para apoiar o crescimento, a diversificação económica e a atração de investimento estrangeiro.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757246]]></sapo:autor>
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		<title>Morreu Alex Zanardi, antigo piloto de Fórmula 1 e campeão paralímpico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 11:01:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo piloto italiano de Fórmula 1 e campeão paralímpico de 'handbike' Alex Zanardi morreu na noite sexta-feira, aos 59 anos, revelou a família nas redes sociais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo piloto italiano de Fórmula 1 e campeão paralímpico de &#8216;handbike&#8217; Alex Zanardi morreu na noite sexta-feira, aos 59 anos, revelou a família nas redes sociais.</P><br />
<P>Zanardi, que alinhou nos anos 1990 na Fórmula 1 em equipas como a Jordan, Minardi, Lotus e Williams, tendo ainda dois títulos na Fórmula Indy com a equipa Chip Ganassi (1997 e 1998), tornou-se um exemplo de superação, ao sobreviver a dois acidentes graves.</P><br />
<P>Em 2001, numa prova da categoria CART disputada na Alemanha, sofreu um acidente em pista que o fez perder as duas pernas, mas não desistiu e decidiu seguir uma carreira no desporto paralímpico em &#8216;handbike&#8217; (bicicletas adaptadas para serem pedaladas com as mãos).</P><br />
<P>Nesta disciplina, conquistou vários títulos mundiais e recordes em maratonas, além de seis medalhas em Jogos Paralímpicos, com três em Londres2012 (duas de ouro e uma de prata) e três no Rio2016 (mais duas de ouro e uma de prata).</P><br />
<P>O antigo piloto voltou a sofrer um acidente grave em 19 de junho de 2020, quando, num evento solidário de &#8216;handbike&#8217;, perdeu o controlo do seu veículo e embateu contra um camião que vinha em sentido contrário, tendo sido submetido a diversas cirurgias, antes de recuperar a consciência em janeiro de 2021.</P><br />
<P>&#8220;Alex morreu pacificamente e recebeu o afeto de todos os que lhe eram próximos&#8221;, revelou um comunicado da família, sem revelar a causa da sua morte.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757245]]></sapo:autor>
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		<title>Fatura da luz em 2026: mercado regulado ou livre, onde se pode poupar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 10:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[ERSE]]></category>
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					<description><![CDATA[As tarifas de eletricidade para 2026 já estão em vigor e trazem aumentos moderados mas a fatura final continua a depender, em grande parte, das escolhas feitas dentro de casa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As novas tarifas elétricas aprovadas pela ERSE estão em vigor desde 1 de janeiro e mantêm-se até ao final do ano. Há uma componente que aumenta para todos os consumidores, estejam no mercado regulado ou no liberalizado, mas continuam a existir áreas onde é possível ajustar hábitos e reduzir a fatura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os cerca de 800 mil consumidores que permanecem no mercado regulado em Portugal continental, a subida média foi de 1% nas tarifas transitórias de venda a clientes finais em Baixa Tensão Normal. Trata-se de um aumento inferior à inflação prevista, o que, em termos reais, representa uma ligeira descida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo as estimativas do regulador, um casal sem filhos, com 3,45 kVA de potência contratada e consumo anual de 1900 kWh, paga em média 36,82 euros por mês, mais cerca de 18 cêntimos do que em 2025. Já um casal com dois filhos, 6,9 kVA e consumo de 5000 kWh/ano, vê a fatura mensal subir cerca de 28 cêntimos, para 95,03 euros. No mercado liberalizado, o valor final depende da oferta contratada com cada comercializador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há, no entanto, um ponto comum a todos: a tarifa de acesso às redes sobe cerca de 3% em 2026. Esta componente é paga por todos os consumidores e é fixada anualmente pela ERSE, o que ajuda a explicar a estabilidade dos preços regulados ao longo do ano, salvo situações excecionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para perceber onde se pode poupar, é essencial compreender a fatura. O valor final resulta de quatro componentes principais: a tarifa de acesso às redes, que remunera o transporte e distribuição de eletricidade; a tarifa de energia, que corresponde ao custo da eletricidade consumida; a tarifa de comercialização, associada aos custos administrativos do fornecedor; e os impostos e taxas, como IVA, Imposto Especial sobre o Consumo de Eletricidade, Contribuição Audiovisual e taxa DGEG.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tarifa de acesso às redes é igual para todos os consumidores no território continental e não é negociável. Já a tarifa de energia é a principal margem de comparação entre comercializadores. No mercado liberalizado, pode assumir diferentes formatos preço fixo, indexado aos mercados grossistas ou outras modalidades enquanto no mercado regulado é definida pela ERSE para o ano inteiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É por isso que trocar de comercializador nem sempre garante, por si só, a poupança esperada: uma parte relevante da fatura é regulada e comum a todas as ofertas. Antes de mudar, o mais importante é comparar o custo total com base no consumo real da habitação, na potência contratada e na opção horária, e não apenas no desconto anunciado. Simuladores independentes e </span><a href="https://www.comparaja.pt/energia" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">comparadores como o ComparaJá </span></a><span style="font-weight: 400;">podem ser úteis nessa análise, desde que o consumidor confirme também o preço do kWh, o termo fixo, eventuais serviços associados e a duração das condições promocionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mercado regulado continuará em vigor até 31 de dezembro de 2027. É operado pelo comercializador de último recurso e aplica os preços aprovados pela ERSE. A sua principal vantagem é a previsibilidade: o preço por kWh é conhecido à partida e mantém-se durante o ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No mercado liberalizado, onde está a maioria dos consumidores, os preços variam entre comercializadores e ao longo do tempo. É neste regime que existem descontos, campanhas, pacotes com gás ou outros serviços e ofertas indexadas ao mercado grossista. A poupança potencial pode ser maior, mas exige comparação ativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em ambos os mercados, a tarifa social mantém-se em 2026, com um desconto de 33,8% sobre os preços regulados, aplicável aos consumidores que cumpram os critérios legais de elegibilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de escolhido o comercializador, uma das decisões mais relevantes é a opção horária. Os consumidores domésticos com potência até 41,4 kVA podem optar por tarifa simples, bi-horária ou tri-horária. A simples mantém o mesmo preço do kWh durante todo o dia; a bi-horária distingue horas de vazio e fora de vazio; e a tri-horária separa os períodos de vazio, cheias e ponta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a ERSE, a tarifa bi-horária só tende a compensar se o consumo em vazio representar mais de cerca de 36% do consumo total. Caso contrário, o acréscimo pago nas horas fora de vazio pode anular a poupança obtida nos períodos mais baratos. Já a tri-horária exige maior disciplina, sendo mais adequada a quem consegue evitar consumos nas horas de ponta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir de 1 de janeiro de 2026, os clientes em Baixa Tensão Normal com potência até 20,7 kVA, praticamente todos os domésticos, podem mudar de opção horária a qualquer momento, sem cumprir o anterior período mínimo de 12 meses. Isto permite testar uma tarifa bi-horária e regressar à simples caso a poupança não se confirme, ou ajustar o ciclo horário a mudanças sazonais de consumo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra alavanca de poupança é a potência contratada. Quanto maior a potência, maior o valor fixo mensal pago, independentemente do consumo. Muitas casas mantêm potências superiores às necessárias, herdadas de contratos antigos. Reduzir um escalão, quando os equipamentos o permitem, gera uma poupança imediata e recorrente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2026, a fatura da eletricidade combina estabilidade no mercado regulado, concorrência no mercado liberalizado, uma tarifa de acesso às redes mais cara para todos e maior flexibilidade na escolha da opção horária. Para poupar, a recomendação é rever a fatura, analisar o perfil de consumo, ajustar a potência contratada e escolher a tarifa horária que melhor corresponde à rotina da habitação. É nessa combinação, e não apenas no nome do comercializador que se decide quanto se paga todos os meses pela eletricidade.</span></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756507]]></sapo:autor>
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		<title>NATO diz estar a &#8220;colaborar&#8221; com EUA para &#8220;compreender&#8221; retirada de soldados da Alemanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 10:19:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A NATO disse hoje que está a "colaborar" com os Estados Unidos para compreender melhor a decisão de Washington de retirar cerca de 5.0000 soldados norte-americanos da Alemanha até 2027, afirmou uma porta-voz da aliança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A NATO disse hoje que está a &#8220;colaborar&#8221; com os Estados Unidos para compreender melhor a decisão de Washington de retirar cerca de 5.0000 soldados norte-americanos da Alemanha até 2027, afirmou uma porta-voz da aliança.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a colaborar com os Estados Unidos para compreender melhor os detalhes da sua decisão relativa ao dispositivo militar na Alemanha&#8221;, afirmou a porta-voz da Organização do Tratado do Atlântico Norte [NATO, na sigla em inglês], Allison Hart, na sua conta da rede social X, citada pela agência de notícias francesa AFP.</P><br />
<P>Segundo a porta-voz da NATO, esta retirada parcial de tropas norte-americanas da Alemanha intensifica a necessidade da Europa continuar a investir mais no setor da defesa, bem como a assumir mais responsabilidade pela segurança comum&#8221; do Velho Continente.</P><br />
<P>O Pentágono anunciou na sexta-feira a retirada de cerca de 5.000 militares até 2027.</P><br />
<P>O anúncio americano surgiu na sequência de uma disputa à distância entre Donald Trump e o chanceler almão, Friedrich Merz, sobre a guerra no Irão desencadeada por Washington. O Presidente norte-americano criticou os europeus pela falta de apoio.</P><br />
<P>Merz tinha despertado a ira de Trump na segunda-feira, ao considerar que &#8220;os americanos [não tinham] visivelmente nenhuma estratégia&#8221; no Irão e que Teerão &#8220;humilhava&#8221; a primeira potência mundial.</P><br />
<P>&#8220;Era de esperar que as tropas dos Estados Unidos se retirassem da Europa e também da Alemanha&#8221;, declarou o ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, num comentário transmitido hoje à AFP pelo seu ministério.</P><br />
<P>O ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, disse que a retirada parcial dos soldados norte-americanos da Alemanha era previsível, mas que o anúncio do Pentágono deixa claro que a Europa deve assumir mais responsabilidade para garantir a própria segurança. </P><br />
<P>&#8220;É claro: no seio da Organização do Tratado do Atlântico Norte [NATO, na sigla em inglês] temos de nos tornar mais europeus para podermos continuar a ser transatlânticos. Por outras palavras: nós, europeus, temos de assumir uma maior responsabilidade pela nossa própria segurança&#8221;, assinalou Boris Pistorius.</P><br />
<P>Desde o fim da Guerra Fria, a presença americana na Alemanha foi consideravelmente reduzida, mas continua a ser um pilar da política de segurança alemã e da NATO.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757244]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Alto responsável militar iraniano considera provável retomar a guerra com os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 10:12:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um alto responsável militar iraniano afirmou hoje que "é provável" o retomar da guerra entre o Irão e os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano ter dito não estar satisfeito com uma nova proposta de negociação iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um alto responsável militar iraniano afirmou hoje que &#8220;é provável&#8221; o retomar da guerra entre o Irão e os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano ter dito não estar satisfeito com uma nova proposta de negociação iraniana.</P><br />
<P>&#8220;As Forças Armadas estão totalmente preparadas para qualquer nova aventura ou loucura dos norte-americanos&#8221;, disse o general Mohammad Jaafar al-Asadi, vice-chefe de inspeção do Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya, segundo a agência de notícias Fars, ligada à Guarda Revolucionária.</P><br />
<P>Al-Asadi afirmou ainda que as ações e declarações das autoridades norte-americanas são sobretudo para fins mediáticos e visam &#8220;livrar-se do atoleiro que criaram&#8221;.</P><br />
<P>Estas declarações surgem depois do chefe de Estado norte-americano, Donald Trump, ter considerado insatisfatória a última proposta de acordo de paz do Irão na noite anterior. </P><br />
<P>A agência de notícias oficial iraniana IRNA noticiou na quinta-feira que o Irão tinha apresentado uma nova proposta ao Paquistão, país mediador nas conversações de paz com os Estados Unidos. </P><br />
<P>Teerão já tinha apresentado uma proposta a Washington na semana passada, através de Islamabad, oferecendo um processo de negociação em várias fases, inicialmente focado no fim da guerra e na reabertura do Estreito de Ormuz por ambas as partes, deixando a questão do programa nuclear iraniano para uma etapa posterior.</P><br />
<P>Os meios de comunicação norte-americanos noticiaram que esta proposta não convenceu Trump porque adiava as negociações sobre o programa nuclear da República Islâmica.</P><br />
<P>Em 08 de abril, as duas partes concordaram com uma trégua inicial de duas semanas, após 39 dias de combates, que foi posteriormente prolongada por tempo indeterminado para permitir tempo para negociações entre Teerão e Washington.</P><br />
<P>No entanto, as negociações diretas entre os dois países continuam paralisadas devido à recusa do Irão em negociar enquanto os Estados Unidos mantêm o bloqueio naval aos portos e navios iranianos, uma medida destinada a prejudicar a economia iraniana. </P><br />
<P>O Irão, por sua vez, mantém o controlo do tráfego no estreito de Ormuz, a rota estratégica por onde passava 20% do petróleo mundial, o que fez subir o preço do crude.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757243]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PCP quer aumento das pensões em 50 euros a partir de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 10:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O PCP vai propor um aumento intercalar de 50 euros para todas as pensões a partir de 01 de julho, anunciou hoje o partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PCP vai propor um aumento intercalar de 50 euros para todas as pensões a partir de 01 de julho, anunciou hoje o partido.</P><br />
<P>Em comunicado, os comunistas indicam que vão apresentar uma proposta no parlamento &#8220;de aumento geral do valor das pensões de reforma em 50 euros, a partir de 01 de julho&#8221;.</P><br />
<P>O Grupo Parlamentar do PCP quer que esta proposta abranja todos os pensionistas e refere que, &#8220;ao contrário dos suplementos extraordinários que os governos têm decidido, consolida no montante global de cada pensão e no cálculo da sua evolução futura&#8221;.</P><br />
<P>Na quarta-feira, no debate quinzenal na Assembleia da República, o primeiro-ministro considerou ser cedo para um aumento permanente das pensões mais baixas, mas admitiu um novo suplemento extraordinário se as finanças públicas permitirem.</P><br />
<P>&#8220;O pagamento de suplementos extraordinários foi a decisão que nós tomámos em 2024, que tomámos em 2025 e que está inscrito no Orçamento do Estado que tomaremos em 2026, se a meio do ano tivermos finanças públicas que nos permitam tomar tal decisão. Esse é um compromisso meu&#8221;, disse Luís Montenegro, em resposta ao secretário-geral do PS.</P><br />
<P>José Luís Carneiro tinha apelado à &#8220;sensibilidade do primeiro-ministro&#8221; sobre as pessoas que recebem pensões mínimas e que são especialmente afetadas pelo aumento do custo de vida, perguntando se Luís Montenegro estaria disponível para cumprir &#8220;a palavra dada&#8221; de um suplemento extraordinário, mas insistindo num aumento &#8220;duradouro que melhore as pensões mais baixas&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro observou que o compromisso do PS &#8220;era diferente&#8221; e passava por &#8220;aproveitar um saldo da Segurança Social deste ano para comprometer o pagamento de pensões para 20, 30, 40 ou 50 anos de forma permanente&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Nós também queremos lá chegar, mas é cedo. Vamos primeiro colocar o país no trilho certo, a crescer com mais robustez e a ganhar, do ponto de vista económico, o fogo para poder tomar uma decisão desse calibre&#8221;, disse.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757242]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>RDCongo: Organizações civis denunciam mais de 100 mortos em ataques no leste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 09:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 pessoas morreram esta semana em três ataques no leste da República Democrática do Congo, atribuídos por organizações civis às Forças Democráticas Aliadas (ADF), grupo ligado ao Estado Islâmico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 pessoas morreram esta semana em três ataques no leste da República Democrática do Congo, atribuídos por organizações civis às Forças Democráticas Aliadas (ADF), grupo ligado ao Estado Islâmico.</P><br />
<P>Os ataques começaram na terça-feira no território de Djugu, na província de Ituri, e atingiram as localidades de Bassa, Mayalibo e Bayamabadjeri, segundo o coordenador da organização da sociedade civil Vives, Dieudonné Litori, ao meio local Kivu Morning Post.</P><br />
<P>De acordo com o responsável, dezenas de casas foram incendiadas durante os ataques, levando os sobreviventes a fugir das localidades afetadas.</P><br />
<P>As autoridades congolesas ainda não se pronunciaram sobre os ataques em Ituri, considerada uma das bases de operações das Forças Democráticas Aliadas.</P><br />
<P>O grupo armado tem também alargado as suas ações à vizinha região de Kivu, aproveitando a instabilidade provocada pelo conflito que há anos opõe o exército congolês e os seus aliados às milícias do Movimento 23 de Março.</P><br />
<P>As Forças Democráticas Aliadas são apresentadas como uma extensão do Estado Islâmico na República Democrática do Congo e são consideradas um dos grupos armados mais brutais do continente africano.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757241]]></sapo:autor>
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		<title>IMI 2026: estes são os prazos que não pode mesmo falhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 09:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[IMI]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Prazos]]></category>
		<category><![CDATA[proprietários]]></category>
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					<description><![CDATA[Os proprietários de imóveis em Portugal têm várias datas a cumprir em 2026 no que diz respeito ao pagamento do IMI. Falhar estes prazos pode resultar em coimas, mas conhecer o calendário fiscal permite evitar problemas e até poupar no imposto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é proprietário de um imóvel em Portugal deve estar especialmente atento aos prazos do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) em 2026. O incumprimento das datas pode resultar em coimas, pelo que conhecer o calendário fiscal é fundamental para evitar surpresas.</p>
<p>De acordo com a DECO PROteste, o IMI é devido por quem detinha o imóvel a 31 de dezembro de 2025, mesmo que entretanto já não seja proprietário no momento da cobrança.</p>
<p>O mês de maio marca o primeiro grande prazo para os contribuintes. Quando o valor anual do IMI é inferior a 100 euros, o pagamento deve ser feito numa única prestação até 31 de maio.</p>
<p>Já nos casos em que o imposto ultrapassa esse valor, a Autoridade Tributária divide automaticamente o montante em prestações. Ainda assim, a primeira prestação também deve ser liquidada até 31 de maio. Segundo a DECO PROteste, a nota de cobrança disponibiliza normalmente duas referências: uma para pagar apenas a prestação e outra para liquidar o valor total, caso o contribuinte prefira antecipar o pagamento.</p>
<p><strong>Agosto: segunda prestação para valores mais elevados</strong></p>
<p>Para quem paga um IMI anual superior a 500 euros, o imposto é dividido em três prestações. A segunda deve ser paga durante o mês de agosto.</p>
<p>Mesmo nestes casos, existe flexibilidade. Tal como refere a DECO PROteste, o contribuinte pode optar por pagar a totalidade do imposto antecipadamente, utilizando a referência indicada para pagamento integral disponível na nota de cobrança.</p>
<p><strong>Novembro: última prestação do IMI</strong></p>
<p>A última prestação do IMI deve ser paga até 30 de novembro, sempre que o imposto anual seja superior a 100 euros. Este prazo aplica-se tanto a quem paga em duas como em três prestações.</p>
<p>Caso o contribuinte tenha decidido pagar o imposto na totalidade numa fase anterior, não terá de efetuar qualquer pagamento nesta data, sendo a última cobrança automaticamente anulada no Portal das Finanças.</p>
<p><strong>Até 31 de dezembro: pedir nova avaliação do imóvel</strong></p>
<p>Além dos prazos de pagamento, há outro momento importante no calendário fiscal. Até 31 de dezembro, os proprietários podem solicitar uma nova avaliação do imóvel às Finanças.</p>
<p>O valor do IMI resulta da aplicação de uma taxa ao valor patrimonial tributário (VPT), que depende de vários coeficientes. Um deles é a idade do imóvel, que não é atualizado automaticamente. De acordo com a DECO PROteste, isso pode significar que alguns imóveis continuam a ser tributados como novos, mesmo já não o sendo.</p>
<p>Ao pedir uma reavaliação, é possível beneficiar de uma redução deste coeficiente e, consequentemente, pagar menos imposto. No entanto, a atualização envolve todos os fatores de cálculo, incluindo o preço do metro quadrado, que tem vindo a aumentar. Isso pode resultar num agravamento do IMI.</p>
<p><strong>Simular antes de decidir</strong></p>
<p>Antes de avançar com o pedido de reavaliação, é aconselhável fazer uma simulação. Essa análise permite perceber se a alteração poderá traduzir-se numa poupança real ou num aumento do imposto.</p>
<p>Se o resultado for favorável, o pedido deve ser submetido através do modelo 1 do IMI no Portal das Finanças até ao final do ano. O novo valor só terá impacto no imposto a pagar no ano seguinte.</p>
<p>Manter-se informado e cumprir os prazos do IMI em 2026 é essencial para uma gestão financeira eficiente e para evitar encargos desnecessários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756484]]></sapo:autor>
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		<title>Retirada parcial de soldados dos EUA é alerta para Europa &#8211; ministro alemão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 09:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa alemão disse hoje que a retirada parcial dos soldados norte-americanos da Alemanha era previsível, mas quew o anúncio do Pentágono deixa claro que a Europa deve assumir mais responsabilidade para garantir a própria segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa alemão disse hoje que a retirada parcial dos soldados norte-americanos da Alemanha era previsível, mas quew o anúncio do Pentágono deixa claro que a Europa deve assumir mais responsabilidade para garantir a própria segurança. </P><br />
<P>&#8220;É claro: no seio da Organização do Tratado do Atlântico Norte [NATO, na sigla em inglês] temos de nos tornar mais europeus para podermos continuar a ser transatlânticos. Por outras palavras: nós, europeus, temos de assumir uma maior responsabilidade pela nossa própria segurança&#8221;, assinalou Boris Pistorius num comunicado divulgado pelo canal do WhatsApp do Ministério da Defesa alemão, citado pela agência de notícias espanhola EFE.</P><br />
<P>O Pentágono informou sexta-feira que iria retirar cerca de 5.000 soldados da Alemanha nos próximos seis a 12 meses. O anúncio surge na sequência das críticas do chanceler alemão, Friedrich Merz, sobre a alegada falta de uma estratégia de saída de Washington do conflito com o Irão e a &#8220;humilhação&#8221; a que, na sua opinião, o regime de Teerão submete os EUA.</P><br />
<P>O ministro da Defesa alemão sublinhou que, de qualquer forma, o facto de os EUA &#8220;retirarem tropas da Europa e também da Alemanha&#8221; era previsível, uma vez que a Administração de Donald Trump tinha avisado que iria rever a sua presença no Velho Continente.</P><br />
<P>O ministro da Defesa alemão sustentou, no entanto, que &#8220;a presença de soldados norte-americanos na Europa, e especialmente na Alemanha, é do interesse tanto da Alemanha como dos EUA, e considerou que retirar cerca de 5.000 soldados é número limitado de soldados em comparação com os &#8220;quase 40.000 que estão estacionados na Alemanha&#8221;.</P><br />
<P>Pistorius referiu que EUA e Alemanha estão a trabalhar em estreita colaboração na base aérea de Ramstein, no sudoeste, em Grafenwöhr, no sudeste, em Frankfurt, no oeste, e noutros locais &#8220;pela paz e segurança na Europa, pela Ucrânia e pela dissuasão conjunta&#8221;. </P><br />
<P>Sublinhou ainda que, para os EUA, as suas bases na Alemanha são igualmente importantes, uma vez que &#8220;ali se concentram outras funções militares, por exemplo, para os seus interesses de política de segurança em África e no Médio Oriente&#8221;. </P><br />
<P>Em Estugarda estão aquartelados o Comando Europeu dos Estados Unidos (EUCOM) e o Comando para África (AFRICOM).</P><br />
<P>De qualquer forma, na opinião de Pistorius, o que o anúncio da Administração de Donald Trump deixa claro é que a Europa deve assumir uma maior liderança na sua própria defesa no âmbito da NATO, tal como o Presidente norte-americano exigiu em numerosas ocasiões.  </P><br />
<P>&#8220;A Alemanha está no bom caminho. Estamos a crescer: a nossa Bundeswehr (Forças Armadas) será maior, adquirimos mais material com maior rapidez e apostamos na inovação, além de construirmos mais infraestruturas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Pistorius também assegurou que, em todas as tarefas futuras, a Alemanha vai coordenar estreitamente com os seus aliados, especialmente no âmbito do chamado Grupo dos Cinco, ou seja, com o Reino Unido, França, Polónia e Itália. </P><br />
<P></P></p>
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