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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Trump destaca &#8220;crescente papel&#8221; de Timor-Leste na região em mensagem de felicitações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 02:08:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Díli, 13 mai 2026 -- O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou o "crescente papel" de Timor-Leste na região, numa mensagem de felicitações pela adesão à Associação das Nações do Sudeste Asiático e pelo 24.º aniversário de restauração da independência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Díli, 13 mai 2026 &#8212; O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou o &#8220;crescente papel&#8221; de Timor-Leste na região, numa mensagem de felicitações pela adesão à Associação das Nações do Sudeste Asiático e pelo 24.º aniversário de restauração da independência.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto Timor-Leste assinala o aniversário da sua restauração da independência, a 20 de maio, apresento as minhas felicitações a Vossa Excelência e ao povo de Timor-Leste&#8221;, pode ler-se numa mensagem, com data de 06 de maio, enviada ao Presidente timorense, José Ramos-Horta, e divulgada terça-feira pela Presidência.</P><br />
<P>&#8220;Felicitamos igualmente Timor-Leste por ter alcançado a adesão plena à Associação das Nações do Sudeste Asiático [em outubro de 2025], um marco histórico que reflete o crescente papel da vossa Nação na região&#8221;, acrescenta a mensagem.</P><br />
<P>Na mensagem, segundo a Presidência timorense, Donald Trump &#8220;valoriza os progressos alcançados pelos dois países através da cooperação nas áreas da defesa, segurança, assuntos económicos e outras&#8221;.</P><br />
<P>José Ramos-Horta agradeceu ao Presidente norte-americano a sua &#8220;calorosa carta de felicitações&#8221; e salientou que os Estados Unidos estiveram ao lado de Timor-Leste &#8220;tanto nos momentos de luta como de paz&#8221;.</P><br />
<P>Em 2025, após ter tomado posse, o Presidente Donald Trump extinguiu a agência norte-americano para o desenvolvimento internacional (USAID) e a maioria dos seus projetos de cooperação, incluindo em Timor-Leste.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761991]]></sapo:autor>
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		<title>BNDES regista lucro trimestral de 539 ME, subida de 17% face a 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 02:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) do Brasil registou um lucro recorrente de 3,1 mil milhões de reais (cerca de 539 milhões de euros) no primeiro trimestre de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) do Brasil registou um lucro recorrente de 3,1 mil milhões de reais (cerca de 539 milhões de euros) no primeiro trimestre de 2026.</P><br />
<P>O valor é 17% superior ao registado no mesmo período de 2025, segundo informou na terça-feira o banco estatal brasileiro</P><br />
<P>Nos últimos 12 meses, encerrados em março, o lucro recorrente atingiu 15,6 mil milhões de reais (2,71 mil milhões de euros), segundo dados divulgados pelo BNDES. </P><br />
<P>Os ativos totais do banco aproximaram-se de 1 bilião de reais, ao alcançarem 995 mil milhões de reais (173,1 mil milhões de euros), crescimento superior a 45% desde 2022.</P><br />
<P>A carteira de crédito expandida subiu 14% face a 2025 e atingiu 678,2 mil milhões de reais (108 mil milhões de euros), o valor mais elevado registado desde 2016, informou o banco estatal em comunicado.</P><br />
<P>Os números do BNDES mostraram um crescimento de 51% nas aprovações de crédito para o setor de infraestrutura, com valores de 13,4 mil milhões de reais (2,3 mil milhões de euros). </P><br />
<P>Já as aprovações de crédito para agropecuária mostram um crescimento de 40% e de 67% para a indústria. </P><br />
<P>As aprovações de crédito do banco estatal para micro, pequenas e médias empresas atingiram 29 mil milhões de reais (5,04 mil milhões de euros), &#8220;alta de 120% na comparação com o mesmo período de 2025&#8221;. </P><br />
<P>As garantias prestadas por fundos garantidores em operações realizadas por agentes financeiros, informou o BNDES, chegaram a 20,8 mil milhões de reais (3,61 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A carteira de participações societárias totalizou 110,3 mil milhões de reais (19,19 mil milhões de euros), impulsionada pela valorização de investimentos em empresas como Petrobras, JBS, Axia Energia (nome da antiga Eletrobras) e Copel.</P><br />
<P>O património líquido alcançou 192 mil milhões de reais (33,41 mil milhões de euros), novo recorde histórico para o banco, apoiado pelo lucro líquido trimestral e pela valorização de ativos financeiros.</P><br />
<P>A taxa de incumprimento do BNDES permaneceu em 0,046% em março, abaixo da média do Sistema Financeiro Nacional, que registou 4,33% no mesmo período, segundo o banco estatal brasileiro.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761989]]></sapo:autor>
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		<title>Novo líder da comissão eleitoral do Brasil defende urnas eletrónicas e alerta para IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 00:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo presidente da comissão eleitoral do Brasil defendeu a utilização de urnas eletrónicas mas demonstrou preocupação com "casos de utilização inadequada" da inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O novo presidente da comissão eleitoral do Brasil defendeu a utilização de urnas eletrónicas mas demonstrou preocupação com &#8220;casos de utilização inadequada&#8221; da inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>Os dois juízes indicados pelo ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal (STF) tomaram posse na noite de terça-feira para o comando do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</P><br />
<P>Kássio Nunes Marques é o novo presidente, e André Mendonça o vice-presidente do TSE, em ano marcado por eleições gerais de outubro. </P><br />
<P>No discurso de posse, Nunes Marques declarou que o sistema eletrónico de votação no brasileiro constitui património institucional da democracia do país. </P><br />
<P>&#8220;No tocante à receção e a apuração dos votos, nosso sistema é o mais avançado do mundo. E essa condição de destaque global não impede o constante aperfeiçoamento do nosso dia&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Entre os desafios que terá á frente do cargo, Nunes Marques destacou o uso da IA e afirmou que &#8220;embora tenha potencial benéfico, poderá trazer problemas principalmente em casos de utilização inadequada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vivemos em uma era que as campanhas eleitorais não chegam às urnas [eletrónicas] sem antes atravessar algoritmos, e que a disputa política já não se desenvolve apenas nas ruas e nos espaços tradicionais da vida pública&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>O juiz disse ainda que o TSE existe precisamente para assegurar &#8220;que a direção da nossa democracia permaneça sempre nas mãos do povo brasileiro&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O voto não constitui mero ato formal de participação política, representa a expressão de pertencimento cívico, de dignidade democrática e de confiança nas instituições da República&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>No Brasil, a Justiça Eleitoral é responsável por organizar e supervisionar as eleições, regulamentando todo o pleito, tendo o TSE como a Corte principal dessa estrutura. </P><br />
<P>A posse dos novos presidentes do TSE contou com a presença de várias autoridades dos três poderes, entre eles o atual Presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva. </P><br />
<P>O evento também contou com a presença de dois outros candidatos à presidência do Brasil, o senador Flávio Bolsonaro (filho do ex-Presidente Jair Bolsonaro) e o ex-governador do estado de Goiás, Ronaldo Caiado, assim como a esposa de Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro.</P><br />
<P>Nunes Marques e André Mendonça assumem o comando do TSE com um Brasil ainda polarizado segundo as sondagens de intenção de voto, e com &#8220;fake news&#8221; de bolsonaristas sobre a credibilidade do processo eleitoral e das urnas eletrónicas. </P><br />
<P>Os dois juízes também chefiam o TSE num momento em que a justiça brasileira vive uma crise de imagem, após casos de vendas de sentença em tribunais e o envolvimento membros do STF no escândalo do Banco Master. </P><br />
<P>Em abril, o Partido dos Trabalhadores, maior partido de esquerda do Brasil, do qual Lula da Silva é fundador, promoveu um congresso em que defendeu uma reforma da justiça, como uma das medidas estruturantes para o país.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761988]]></sapo:autor>
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		<title>Trump publica desenho que retrata Venezuela como 51.º estado dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 00:37:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, publicou nas redes sociais um desenho que volta a levantar a possibilidade da Venezuela se tornar parte dos Estados Unidos (EUA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, publicou nas redes sociais um desenho que volta a levantar a possibilidade da Venezuela se tornar parte dos Estados Unidos (EUA).</P><br />
<P>Na terça-feira, o republicano publicou um desenho na plataforma que detém, a Truth Social, retratando a Venezuela com as cores dos EUA e a legenda &#8220;51.º estado&#8221;, numa referência aos 50 estados que atualmente compõem o país norte-americano.</P><br />
<P>No domingo, órgãos de comunicação social dos EUA noticiaram que Donald Trump disse ao canal televisivo Fox News estar a &#8220;considerar seriamente&#8221; fazer da Venezuela o 51.º estado norte-americano.</P><br />
<P>Em março, Trump tinha publicado, também na Truth Social, uma mensagem humorística sobre essa possibilidade: &#8220;Coisas boas têm acontecido na Venezuela nos últimos tempos (&#8230;) Alguém está interessado em ser o 51.º estado?&#8221;.</P><br />
<P>Na segunda-feira, a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, afirmou nunca ter considerado essa possibilidade.</P><br />
<P>&#8220;Isso nunca foi considerado, porque se há coisa que nós, venezuelanas e venezuelanos, prezamos é o nosso processo de independência, adoramos os nossos heróis e heroínas da independência&#8221;, disse Delcy Rodríguez.</P><br />
<P>Rodríguez acrescentou que o seu Governo está a trabalhar numa &#8220;agenda diplomática de cooperação&#8221; com os Estados Unidos, depois de ter restabelecido em março relações diplomáticas com Washington, cortadas pelo antecessor Nicolás Maduro há sete anos.</P><br />
<P>Maduro foi retirado do poder e do país a 03 de janeiro deste ano pelo Exército norte-americano e levado para os Estados Unidos, juntamente com a mulher, para ser julgado por narcoterrorismo, entre outras acusações.</P><br />
<P>Donald Trump, que ameaçou repetidamente tornar o Canadá no 51.º estado dos EUA durante o seu mandato, gaba-se regularmente de controlar o país latino-americano após a captura de Nicolás Maduro.</P><br />
<P>Delcy Rodríguez, antiga vice-presidente de Maduro, procedeu a revisões das leis sobre as explorações petrolífera e mineira, abrindo esses setores a atores privados, em especial norte-americanos, além de ter aprovado uma amnistia que levou à libertação de centenas de presos políticos, embora cerca de 500 permaneçam atrás das grades. Prometeu também realizar uma reforma judicial.</P><br />
<P>Donald Trump elogiou repetidamente as ações tomadas pela presidente interina e está a flexibilizar gradualmente as sanções impostas pelos EUA à nação caribenha.</P><br />
<P>Na terça-feira, o Presidente norte-americano afirmou que irá trabalhar na libertação de todos os presos políticos ainda detidos na Venezuela, manifestando confiança na presidente interina do país.</P><br />
<P>&#8220;Vamos libertá-los a todos. E digo-vos, a Delcy está a fazer um excelente trabalho. O povo venezuelano está encantado com o que está a acontecer&#8221;, assegurou Trump, antes de embarcar para uma viagem oficial à China.</P><br />
<P>Por sua vez, a oposição venezuelana exige a realização de eleições no país. </P><br />
<P></P><br />
<P>VQ (TAB/ANC) // CAD</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761987]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a perder 0,6%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 00:05:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,6% para 62.363,06 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,6% para 62.363,06 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>Em sentido contrário, o segundo indicador, o Topix, ganhava 0,24% para 3.882,31 pontos, às 09:03 locais (01:03 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761986]]></sapo:autor>
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		<title>Café experimental sueco tem baristas humanos mas é gerido por agente de IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 00:02:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um café experimental em Estocolmo tem o café servido por mão humana, mas fora do balcão há algo bem menos tradicional a comandar, um agente de inteligência artificial (IA) responsável pelas compras ou contratações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um café experimental em Estocolmo tem o café servido por mão humana, mas fora do balcão há algo bem menos tradicional a comandar, um agente de inteligência artificial (IA) responsável pelas compras ou contratações.</P><br />
<P>A &#8216;startup&#8217; Andon Labs, com sede em São Francisco, nos EUA, colocou um agente de IA apelidado &#8220;Mona&#8221; no comando do Andon Café, na capital sueca. </P><br />
<P>Embora os baristas humanos ainda preparem o café e sirvam os pedidos, o agente de IA, desenvolvido pela plataforma Gemini da Google, supervisiona quase todos os outros aspetos do negócio, desde a contratação de funcionários à gestão de &#8216;stocks&#8217;.</P><br />
<P>Não é claro quanto tempo vai durar a experiência, mas o agente de IA parece estar a ter dificuldades em gerar lucro no competitivo mercado do café de Estocolmo. </P><br />
<P>O café faturou mais de 5.700 dólares (4.900 euros, à taxa de câmbio atual) desde a sua abertura, em meados de abril, mas restam menos de 5.000 dólares (4.200 euros) do orçamento inicial de mais de 21.000 dólares (18.000 euros). </P><br />
<P>Grande parte do dinheiro foi gasto em custos iniciais de instalação, e a expectativa é que, eventualmente, o negócio estabilize e comece a dar lucro. </P><br />
<P>Muitos frequentadores de cafés acharam divertido visitar um estabelecimento gerido por IA. </P><br />
<P>Os clientes podem pegar num telefone dentro do café e fazer perguntas ao assistente.</P><br />
<P>Os especialistas destacaram que as preocupações éticas são inúmeras, desde o papel da tecnologia no futuro da humanidade à realização de entrevistas de emprego e à avaliação do desempenho dos colaboradores.</P><br />
<P>Emrah Karakaya, professor associado de economia industrial no Instituto Real de Tecnologia KTH de Estocolmo, comparou a experiência a &#8220;abrir a caixa de Pandora&#8221; e disse que colocar a IA no comando pode causar muitos problemas.</P><br />
<P>O especialista questionou o que poderia acontecer se um cliente sofresse uma intoxicação alimentar e de quem seria a culpa.</P><br />
<P>Fundada em 2023, a Andon Labs é uma &#8216;startup&#8217; de segurança e investigação em IA que afirma concentrar-se em &#8220;testar a resistência&#8221; dos agentes de IA no mundo real, fornecendo-lhes &#8220;ferramentas reais e dinheiro real&#8221;. </P><br />
<P>A empresa já trabalhou com a OpenAI, criadora do ChatGPT, a Anthropic de Claude, a Google DeepMind e a xAI de Elon Musk, e afirma estar a preparar-se para um futuro onde &#8220;as organizações serão geridas autonomamente por IA&#8221;.</P><br />
<P>O café sueco é apresentado como uma &#8220;experiência controlada&#8221; para explorar como a IA poderá ser implementada no futuro.</P><br />
<P>&#8220;A IA será uma parte importante da sociedade no futuro e, por isso, queremos realizar esta experiência para ver que questões éticas surgem quando temos IA que emprega outras pessoas e gere um negócio&#8221;, referiu Hanna Petersson, membro da equipa técnica da Andon Labs.</P><br />
<P>O laboratório já realizou projetos-piloto que colocaram a IA Claude, da Anthropic, no comando de um negócio de máquinas de venda automática e de uma loja de presentes em São Francisco. </P><br />
<P>A simulação da máquina de venda automática revelou algumas características preocupantes: o agente de IA disse aos clientes que iria fazer reembolsos, mas nunca o fez, e também mentiu intencionalmente aos fornecedores sobre os preços da concorrência para obter vantagem.</P><br />
<P>Mona começou a trabalhar depois de receber algumas instruções básicas, indicou Petersson. </P><br />
<P>A partir daí, assinou contratos de eletricidade e internet e obteve as licenças para a manipulação de alimentos e mesas ao ar livre, anunciou vagas de emprego no LinkedIn e no Indeed e abriu contas comerciais com grossistas para encomendas diárias de pão e outros produtos de padaria. </P><br />
<P>Comunica com os baristas através do Slack, enviando frequentemente mensagens fora do horário de trabalho, o que é inaceitável no ambiente de trabalho sueco.</P><br />
<P>Também surgiram outros problemas, principalmente relacionados com o stock.</P><br />
<P>Petersson disse que os problemas com os pedidos se devem provavelmente à &#8220;janela de contexto limitada&#8221; da assistente virtual.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761985]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Waymo recolhe 3.800 veículos autónomos nos EUA devido a riscos de segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 23:53:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Waymo, empresa de automóveis autónomos da Alphabet, empresa-mãe da Google, vai recolher aproximadamente 3.800 veículos nos Estados Unidos devido a riscos de segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Waymo, empresa de automóveis autónomos da Alphabet, empresa-mãe da Google, vai recolher aproximadamente 3.800 veículos nos Estados Unidos devido a riscos de segurança.</P><br />
<P>A empresa de tecnologia com sede na Califórnia explicou hoje que decidiu recolher estes robotáxis depois de identificar uma falha no sistema de condução autónoma que fez com que os veículos atingissem velocidades elevadas em estradas inundadas.</P><br />
<P>Numa carta publicada pela Administração Nacional de Segurança Rodoviária dos EUA (NHTSA, na sigla em inglês), a Waymo detalhou que esta falha de &#8216;software&#8217; pode fazer com que os veículos percam o controlo, &#8220;aumentando o risco de acidentes&#8221;.</P><br />
<P>A decisão de recolher estes carros surge após vários relatos de veículos da Waymo a entrar em estradas inundadas em San Antonio e Austin, no Texas, e a ficarem presos.</P><br />
<P>Em comunicado, a empresa indicou que está a trabalhar em &#8220;medidas adicionais de segurança de &#8216;software'&#8221; e limitou as áreas de operação dos seus robotáxis durante condições meteorológicas extremas para evitar &#8220;áreas onde possam ocorrer inundações repentinas&#8221;.</P><br />
<P>Os veículos da Waymo, que começaram a operar em várias cidades dos EUA como táxis comerciais em 2020, já foram investigados pelas entidades reguladoras federais em diversas ocasiões por incidentes de trânsito.</P><br />
<P>Em janeiro, a NHTSA abriu uma investigação contra a empresa depois de um dos seus veículos autónomos ter atropelado uma criança perto de uma escola primária no sul da Califórnia, causando-lhe ferimentos ligeiros.</P><br />
<P>A Google apresentou também hoje um novo sistema para automóveis com inteligência artificial (IA) capaz de prever e orientar as mudanças de faixa através da câmara frontal do veículo.</P><br />
<P>Esta funcionalidade, denominada &#8220;Live Lane Guidance&#8221; (Orientação de Faixas em Tempo Real, em português), utiliza a câmara frontal do automóvel para analisar o meio envolvente em tempo real, ao contrário da navegação GPS tradicional.</P><br />
<P>Na Android Show 2026, evento virtual, a empresa realçou que, graças a esta integração com o hardware do veículo, o sistema percebe exatamente em que faixa se encontra o condutor e, de forma preditiva e precisa, indica o momento ideal para manobrar ou sair da faixa.</P><br />
<P>No entanto, esta tecnologia de ponta não estará disponível para todos os utilizadores, uma vez que será exclusiva de modelos selecionados com &#8220;Google built-in&#8221; (&#8220;Google integrado de fábrica&#8221;) e não estará incluída na versão padrão do Android Auto.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761984]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo dos EUA defende intimações judiciais a jornalistas para obter documentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 23:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário do Departamento da Justiça interino, Todd Blanche, defendeu hoje as ordens judiciais enviadas a jornalistas para os obrigar a entregar documentos e arquivos, no quadro de investigações sobre fugas de informação classificada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário do Departamento da Justiça interino, Todd Blanche, defendeu hoje as ordens judiciais enviadas a jornalistas para os obrigar a entregar documentos e arquivos, no quadro de investigações sobre fugas de informação classificada. </P><br />
<P>Apesar de não mencionar um meio em particular, as declarações de Todd Blanche ocorrem um dia depois de o Wall Street Journal (WSJ) revelar que tinha recebido tais ordens da parte de um júri federal, a exigir a divulgação dos arquivos dos seus jornalistas que cobriram temas sensíveis ligados à segurança nacional, como a guerra ao Irão. </P><br />
<P>Donald Trump, por seu lado, sem mencionar um meio em particular, tem atacado a cobertura feita pela comunicação social. </P><br />
<P>&#8220;Levar à justiça os autores de fugas que partilham os segredos da nossa nação com jornalistas &#8212; colocando assim em perigo a nossa segurança nacional e a vida dos nossos soldados &#8212; constitui uma prioridade para o governo&#8221;, escreveu Todd Blanche nas redes sociais.</P><br />
<P>Segundo o WSJ, o Departamento da Justiça está a fazer uma &#8220;ofensiva agressiva&#8221; para identificar as fugas para os meios, designadamente no período relativo ao início do ataque ao Irão.  </P><br />
<P>Segundo o WSJ, Trump entregou a Blanche &#8212; seu antigo advogado pessoal &#8212; uma pilha de artigos e reportagens que considerou prejudiciais à segurança nacional, acompanhada de um &#8216;post-it&#8217; com a inscrição &#8220;traição&#8221;. </P><br />
<P>O diretor da comunicação da &#8216;holding&#8217; do WSJ, a Dow Jones, WSJ, Ashok Sinha, já reagiu: &#8220;Opomo-nos com vigor a stea tentativa de abafar e intimidar um trabalho jornalístico essencial&#8221;, </P><br />
<P>Em 2025, este Departamento revogou uma política da Presidência Biden, destinada a reforçar a proteção dos jornalistas, designadamente limitando estritamente o recurso ao procedimento agora em causa e dispensando-os, na maior parte dos casos, de revelar as suas fontes. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761983]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Especialistas propõem Via Verde para cancro ginecológico e registo que identifique atrasos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 23:08:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A criação de uma Via Verde para o cancro ginecológico e um registo capaz de identificar atrasos assistenciais são algumas das recomendações dos especialistas, que recordam que tratar a doença em estado avançado por custar até três vezes mais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A criação de uma Via Verde para o cancro ginecológico e um registo capaz de identificar atrasos assistenciais são algumas das recomendações dos especialistas, que recordam que tratar a doença em estado avançado por custar até três vezes mais. </P><br />
<P>As recomendações dos especialistas do projeto OncoGyn Pt &#8212; Diagnóstico, Tratamento e Acesso no Cancro Ginecológico, da Nova Medical School, que serão apresentadas hoje, incluem a necessidade de centralizar o tratamento em centros de referência acreditados pela Sociedade Europeia de Oncologia Ginecológica (ESGO), para que a sobrevivência da mulher não dependa do local onde reside.</P><br />
<P>Segundo explicou à Lusa Mariana Zagalo, gestora de Projetos da Nova Medical School Scientific Services, esta Via Verde OncoGyn permitiria estratificar de forma precoce o risco, referenciação prioritária, acesso célere a exames e comunicação estruturada entre os médicos de família e os hospitais.</P><br />
<P>&#8220;Embora os médicos de Medicina Geral e Familiar já disponham atualmente de mecanismos de referenciação hospitalar, a ausência de um circuito estruturado, diferenciado e prioritário para oncologia ginecológica faz com que muitas mulheres entrem num percurso assistencial indiferenciado, sujeito a múltiplos tempos de espera administrativos e clínicos&#8221;, lembrou a responsável.</P><br />
<P>Com a Via Verde OncoGyn pretende-se ainda reduzir recusas administrativas, duplicação de processos e &#8220;reinício desnecessário de circuitos assistenciais&#8221;. Mais do que uma simples atribuição formal de prioridade, cria &#8220;um modelo integrado de referenciação rápida, alinhado com boas práticas internacionais&#8221;, acrescentou Mariana Zagalo.</P><br />
<P>A especialista considerou ser fundamental reforçar a interoperabilidade dos sistemas de informação, uniformizar circuitos diagnósticos entre regiões e expandir a capacidade instalada em áreas críticas como Anatomia Patológica, Radiologia e Ginecologia Oncológica. </P><br />
<P>&#8220;Neste contexto, a implementação de uma rede nacional de telediagnóstico em Anatomia Patológica poderá reduzir desigualdades regionais e acelerar a confirmação diagnóstica através da partilha digital de lâminas e da avaliação por subespecialistas&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O Oncogyn PT sugere também a modernização do acesso à Genética Médica e à &#8220;testagem em cascata&#8221;, permitindo o seguimento estruturado de mulheres com risco hereditário e o acesso atempado a estratégias de prevenção primária e vigilância personalizada em todo o território nacional.</P><br />
<P>&#8220;A evidência internacional demonstra que os melhores resultados em oncologia ginecológica dependem do acesso atempado a equipas diferenciadas, cirurgia especializada e centros com elevado volume assistencial&#8221;, disse Mariana Zagalo.</P><br />
<P>A responsável recordou que, em Portugal, há &#8220;assimetrias regionais relevantes&#8221; no acesso a Ginecologia Oncológica, cirurgia minimamente invasiva e robótica, ensaios clínicos e capacidade cirúrgica diferenciada.</P><br />
<P>Tudo isto faz com que o código postal &#8220;continue a influenciar prognóstico, acesso à inovação e probabilidade de sobrevivência das doentes&#8221;, acrescentou, considerando fundamental &#8220;proteger a janela terapêutica&#8221; através do reforço da capacidade cirúrgica, redução dos estrangulamentos em bloco operatório, anestesia, imagiologia e anatomia patológica.</P><br />
<P>Mariana Zagalo recordou igualmente que &#8220;os sistemas atualmente existentes não foram concebidos para acompanhar de forma integrada a jornada assistencial completa da doente&#8221;, para destacar outra das recomendações: a criação de um Registo Oncológico Interoperável.</P><br />
<P>&#8220;Continua a existir uma limitação estrutural na capacidade de identificar com precisão onde ocorrem os principais atrasos ao longo do percurso assistencial&#8221;, disse, explicando que muitos dos indicadores disponíveis &#8220;avaliam apenas momentos isolados do processo assistencial&#8221;, frequentemente já em contexto hospitalar, não captando atrasos pré-diagnóstico, duplicação de procedimentos, tempos de espera intermédios ou desigualdades regionais no acesso aos cuidados.</P><br />
<P>Questionada pela Lusa, reconheceu que a escassez de recursos humanos especializados é um dos principais constrangimentos estruturais à concretização das recomendações propostas no OncoGyn PT, limitação que disse ser &#8220;particularmente crítica&#8221; em áreas como Medicina Geral e Familiar, Ginecologia Oncológica, Anatomia Patológica, Radiologia e Genética Médica. </P><br />
<P>Por fim, os especialistas sublinham a necessidade de reforçar a literacia em saúde, com campanhas diferenciadas para cancro do ovário e cancro do endométrio, assim como a integração da saúde feminina nos currículos escolares, incluindo conteúdos de autoconsciência corporal, saúde pélvica, ciclos menstruais e risco ginecológico.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761982]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão afasta qualquer acordo após Trump rejeitar proposta iraniana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 22:14:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo iraniano rejeitou hoje a possibilidade de alterar as suas propostas para um fim duradouro da guerra, que o Presidente norte-americano Donald Trump considerou inúteis, mantendo-se assim o impasse diplomático no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo iraniano rejeitou hoje a possibilidade de alterar as suas propostas para um fim duradouro da guerra, que o Presidente norte-americano Donald Trump considerou inúteis, mantendo-se assim o impasse diplomático no Médio Oriente.</P><br />
<P>&#8220;Não há alternativa senão aceitar os direitos do povo iraniano, tal como estabelecidos na proposta de 14 pontos. Qualquer outra abordagem seria infrutífera&#8221;, sublinhou o principal negociador da República Islâmica, Mohammad Bagher Ghalibaf, na rede social X, mais de um mês após o estabelecimento de uma trégua precária.</P><br />
<P>O também presidente do Parlamento desafiou os negociadores norte-americanos, afirmando que &#8220;quanto mais protelarem, mais os contribuintes norte-americanos pagarão&#8221;, numa altura em que os preços do petróleo se mantêm em níveis persistentemente elevados.</P><br />
<P>As declarações de Ghalibaf soam como uma resposta a Donald Trump, que no dia anterior tinha rejeitado as propostas iranianas e comparado o cessar-fogo em vigor desde 08 de abril a um paciente &#8220;em estado crítico&#8221;, noticiou a agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>O conteúdo da proposta inicial norte-americana não foi divulgado, mas segundo alguns meios de comunicação social, o documento contém um memorando de entendimento para pôr fim aos combates, que já causaram milhares de mortos desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, e para estabelecer uma estrutura para as negociações sobre a questão nuclear iraniana.</P><br />
<P>Na sua resposta, o Irão exige o fim imediato das hostilidades na região, incluindo no Líbano, onde os ataques israelitas e do Hezbollah pró-iraniano continuam apesar de mais um cessar-fogo.</P><br />
<P>Teerão exige ainda o levantamento do bloqueio naval norte-americano aos seus portos e o desbloqueio dos ativos iranianos detidos no estrangeiro, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros.</P><br />
<P>Do lado norte-americano, Donald Trump acenou com a ameaça de retomar a sua operação para impedir a passagem de navios pelo estreito de Ormuz, que está bloqueado pelo Irão.</P><br />
<P>A quase paralisia do estreito de Ormuz, estratégico para o comércio global de hidrocarbonetos, impulsionou hoje os preços do petróleo novamente, que atingiram quase 108 dólares por barril de petróleo Brent por volta das 20:00 (hora de Lisboa).</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761979]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Ataques israelitas no sul do Líbano fazem 13 mortos &#8212; Ministério da Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:57:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 13 pessoas morreram hoje em ataques israelitas que atingiram três localidades no sul do Líbano, incluindo um soldado e dois paramédicos, adiantou o Ministério da Saúde libanês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 13 pessoas morreram hoje em ataques israelitas que atingiram três localidades no sul do Líbano, incluindo um soldado e dois paramédicos, adiantou o Ministério da Saúde libanês.</P><br />
<P>Um ataque na cidade de Nabatieh matou cinco pessoas, incluindo dois paramédicos da Defesa Civil, e feriu outras duas, enquanto outro ataque na cidade de Jebchit matou quatro pessoas, &#8220;incluindo um soldado e um cidadão sírio&#8221;.</P><br />
<P>Um terceiro ataque em Bint Jbeil matou &#8220;quatro civis, incluindo uma criança e uma mulher, e feriu outros 12, incluindo uma mulher&#8221;, indicou o ministério em comunicado.</P><br />
<P>O Exército libanês tinha anunciado anteriormente, em comunicado, a morte de um soldado num ataque israelita em Jebchit.</P><br />
<P>Os ataques aéreos israelitas no Líbano, desde o cessar-fogo estabelecido em 17 de abril, mataram 380 pessoas, incluindo 22 crianças e 39 mulheres, adiantou o Ministério da Saúde libanês à agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Quase 2.900 pessoas morreram no país desde o início da guerra, em 02 de março, entre o Hezbollah, pró-Irão, e Israel.</P><br />
<P>Novas conversações, destinadas a abrir caminho a negociações de paz, estão agendadas para quinta e sexta-feira em Washington, entre os dois países.</P><br />
<P>Mas o líder do Hezbollah, Naim Qassem, destacou hoje que a questão do desarmamento da sua organização, exigida por Israel, não fazia parte das &#8220;negociações com o inimigo&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761978]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street fecha orientada para a baixa pela inflação e geopolítica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje orientada no sentido da baixa, arrastada pelos conglomerados tecnológicos e pela ausência de boas notícias sobre inflação e geopolítica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje orientada no sentido da baixa, arrastada pelos conglomerados tecnológicos e pela ausência de boas notícias sobre inflação e geopolítica. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice tecnológico Nasdaq recuou 0,71% e o alargado S&amp;P500 perdeu 0,16%; apenas o seletivo Dow Jones Industrial Average avançou, com um ganho de 0,11%.</P><br />
<P>Os especialistas em semicondutores, produto ligado à inteligência artificial que tem dinamizado o mercado nas semanas recentes, conheceu um dia mau. </P><br />
<P>A Micron recuou 3,61%, a Intel 6,82%, a Broadcom 2,13% e a Qualcomm 11,46%.</P><br />
<P>David Morrison, da Trade Nation, explicou este recuo, &#8220;com um movimento de realização de ganhos depois da sua extraordinária progressão desde o fim de março&#8221;. </P><br />
<P>Com feito, no espaço de mês e meio, a cotação da Intel, tal como a da Micron, mais do que duplicou. </P><br />
<P>Mas Mabrouk Chetouane, responsável pela estratégia de mercado na Natixis IM, considerou, em declarações à AFP, que &#8220;os investidores estão serenos&#8221; e a não ceder a uma nova subida da cotação do petróleo, resultante do impasse diplomático entre EUA e Irão. </P><br />
<P>Os investidores &#8220;foram condicionados pela história a considerarem o risco geopolítico como um acontecimento de curto prazo, que não tem verdadeiro impacto sobre o valor dos ativos&#8221;, disse à AFP, por sua vez, Dave Grecsek, da Aspiriant.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, &#8220;não é surpreendente observar ligeiros reajustamentos face ao contágio deste risco geopolítico&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>O poder iraniano afastou hoje a ideia de alterar as suas propostas para acabar com a guerra, depois de Donald Trump as ter considerado &#8220;boas para o lixo&#8221;.</P><br />
<P>Os investidores têm também de interpretar a forte subida do índice de preços no consumidor, que atingiu 3,8% homólogos em abril, um valor que é o mais alto dos últimos três anos, como foi hoje divulgado. </P><br />
<P>Para Dave Grecsek, os investidores &#8220;estavam bem preparados para uma inflação mais elevada&#8221;, por a subida dos preços da energia não deixarem campo para dúvidas sobre tal aceleração. </P><br />
<P>   </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761975]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Eurovisão: Portugal falha final do concurso</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/eurovisao-portugal-falha-final-do-concurso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:24:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal falhou hoje a passagem à final do 70.º Festival Eurovisão da Canção, a decorrer na Áustria, algo que aconteceu pela 6.ª vez desde que o concurso passou a incluir semifinais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal falhou hoje a passagem à final do 70.º Festival Eurovisão da Canção, a decorrer na Áustria, algo que aconteceu pela 6.ª vez desde que o concurso passou a incluir semifinais.</P><br />
<P>Na primeira semifinal do concurso foram escolhidos 10 dos 15 países em competição.</P><br />
<P>A realização de duas semifinais, para apurar os países em competição na final, aconteceu pela primeira vez em 2008 e, desde então, Portugal tinha falhado cinco vezes a passagem: em 2011, 2012, 2014, 2015 e 2019.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761974]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Media que relatem sucessos militares de Teerão são &#8220;traidores&#8221;- Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:24:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que os media que relatam sucessos militares do Irão no conflito contra os Estados Unidos são "praticamente traidores" que "incentivam o inimigo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que os media que relatam sucessos militares do Irão no conflito contra os Estados Unidos são &#8220;praticamente traidores&#8221; que &#8220;incentivam o inimigo&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Quando as &#8216;notícias falsas&#8217; (imprensa) dizem que o inimigo iraniano está a sair-se bem militarmente contra nós, isso é praticamente TRAIÇÃO, pois é uma afirmação tão falsa e até absurda&#8221;, publicou Trump na plataforma Truth Social.  </P><br />
<P>&#8220;Estão a ajudar e a incentivar o inimigo! Tudo o que fazem é dar ao Irão uma falsa esperança onde não deveria haver nenhuma. Estes são cobardes americanos que torcem contra o nosso país&#8221;, adiantou o Presidente norte-americano, reiterando que a Marinha, a Força Aérea e os líderes iranianos foram eliminados no conflito e que a economia está em colapso. </P><br />
<P>Desde o início da ofensiva israelo-americana, iniciada em 28 de fevereiro, o Irão mantém sob ameaça militar o estreito de Ormuz, por onde passavam cerca de 20% dos hidrocarbonetos mundiais antes da guerra, fazendo disparar os preços internacionais. </P><br />
<P>Depois do fracasso da única ronda negocial formal, em Islamabad (Paquistão) em 11 de abril, os Estados Unidos impuseram pelo seu lado um bloqueio naval aos portos iranianos, como uma tentativa de asfixiar a economia da República Islâmica. </P><br />
<P>Trump disse hoje que não tem pressa em chegar a um entendimento que não vá ao encontro dos objetivos da guerra, argumentando que o bloqueio naval das costas e portos iranianos lhes dá vantagem no diálogo.  </P><br />
<P>O cessar-fogo em vigor com o Irão desde 08 de abril encontra-se no seu ponto mais frágil, depois de o líder norte-americano ter classificado a resposta de Teerão à proposta de paz de Washington como &#8220;totalmente inaceitável&#8221;. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761973]]></sapo:autor>
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		<title>PS diz que não será pelo partido que se fará uma revisão constitucional agora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 20:28:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PS recusou hoje que a revisão constitucional seja uma prioridade e disse que não será pelos socialistas que esta se fará agora, mostrando agrado pelo PSD se escusar a avançar com um projeto no processo desencadeado pelo Chega.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PS recusou hoje que a revisão constitucional seja uma prioridade e disse que não será pelos socialistas que esta se fará agora, mostrando agrado pelo PSD se escusar a avançar com um projeto no processo desencadeado pelo Chega.</P><br />
<P>Segundo fonte do Secretariado Nacional do PS adiantou à Lusa, estas foram as posições defendidas por este órgão do partido, que está hoje reunido na sede socialista, em Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Não será pelo PS que se fará uma revisão constitucional agora&#8221;, referiu a mesma fonte.</P><br />
<P>O PS regista ainda &#8220;com agrado a posição que o PSD hoje transmitiu por um alto responsável do seu grupo parlamentar&#8221;.</P><br />
<P>Para os socialistas &#8220;a revisão constitucional não é efetivamente uma prioridade&#8221;, ficando implícito que o partido não deverá apresentar um projeto nesta fase.</P><br />
<P>&#8220;Os portugueses não pedem uma revisão constitucional, pedem soluções para o custo de vida, para a habitação, para a saúde para os salários e rendimentos&#8221;, defendeu a mesma fonte do Secretariado Nacional do PS.</P><br />
<P>O vice-presidente da bancada do PSD António Rodrigues afirmou hoje na TSF que o partido não entregará qualquer projeto de revisão constitucional no processo desencadeado pelo Chega e inviabilizará as propostas deste partido.</P><br />
<P>Em declarações ao programa da rádio TSF &#8220;Na Ordem do Dia&#8221;, o dirigente social-democrata foi questionado sobre o processo desencadeado na semana passada pelo Chega e se é claro que, nos próximos 30 dias (como obriga a Constituição), os sociais-democratas não irão apresentar nenhuma proposta de alteração à Constituição.</P><br />
<P>&#8220;É claro e é óbvio. Nós desde o início desta legislatura que afirmámos que, a fazermos uma aproximação à questão da revisão constitucional, apenas a faríamos na segunda metade da legislatura&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Na quinta-feira, data em que o Chega entregou o seu projeto, o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, tinha recordado que os sociais-democratas entendem que a revisão constitucional só deve acontecer na segunda metade da legislatura, sem responder tão claramente se os sociais-democratas iriam apresentar um projeto nos próximos 30 dias.</P><br />
<P>Minutos antes, o presidente do Chega, na apresentação do seu projeto, tinha afirmado que o PSD tinha abertura para participar no processo de revisão constitucional e o seu partido &#8220;abertura para ser flexível na calendarização dos trabalhos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se apresentámos agora é porque achamos que há condições para uma calendarização conjunta (&#8230;) Espero que haja até final do ano um memorando de entendimento constitucional&#8221;, disse então Ventura.</P><br />
<P>Sobre a forma prática como poderia fazer essa concertação, o líder do Chega admitiu uma figura como &#8220;uma suspensão extraordinária dos trabalhos&#8221; aprovada em plenário por PSD e Chega.</P><br />
<P> </P><br />
<P>JF (SMA/FM) // RBF</P><br />
<P>Lusa/fim</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761972]]></sapo:autor>
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		<title>País de Gales elege o seu primeiro chefe de governo nacionalista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 20:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do partido nacionalista galês Plaid Cymru, Rhun ap Iorwerth, foi hoje eleito no Parlamento galês em Cardiff (Senedd) como o próximo primeiro-ministro da região britânica, tornando-se o primeiro chefe de governo nacionalista galês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do partido nacionalista galês Plaid Cymru, Rhun ap Iorwerth, foi hoje eleito no Parlamento galês em Cardiff (Senedd) como o próximo primeiro-ministro da região britânica, tornando-se o primeiro chefe de governo nacionalista galês.</P><br />
<P>Ap Iorwerth obteve a maioria dos votos na Câmara dos Comuns galesa, com o apoio de todos os 43 membros do seu partido e de dois membros do Partido Verde (Green Party, em inglês), pondo assim fim a quase um século de governo trabalhista no País de Gales após a sua retumbante vitória nas eleições regionais realizadas em 07 de maio.</P><br />
<P>Os nove deputados trabalhistas abstiveram-se na votação, que favoreceu a eleição de Ap Iorwerth, em comparação com os 34 votos obtidos por Dan Thomas, candidato do partido populista de direita Reform UK, e os sete votos para Darren Millar, dos conservadores.</P><br />
<P>O líder do Plaid Cymru destacou que servir como primeiro-ministro do País de Gales é o &#8220;maior privilégio&#8221; da sua vida e prestou homenagem à resiliência da sua antecessora, Eluned Morgan, do Partido Trabalhista, que liderava a região desde agosto de 2014 e renunciou à liderança do Partido Trabalhista galês na quinta-feira, depois de perder o seu lugar no parlamento nas eleições regionais.</P><br />
<P>Após a eleição, Ap Iorwerth afirmou que o País de Gales estava a viver um &#8220;momento histórico&#8221; e prometeu liderar um governo &#8220;sem preconceitos ou presunções&#8221; que não imporia limites ao que a nação pode alcançar.</P><br />
<P>O Plaid Cymru surgiu como a principal força política da região na sexta-feira, quando foram divulgados os resultados completos das eleições regionais, depois de conquistar mais de 35% dos votos e garantir 43 lugares no Parlamento galês, apenas menos seis do que os 49 necessários para a maioria absoluta.</P><br />
<P>O Reform UK ficou em segundo lugar com 34 lugares, seguido pelo Partido Trabalhista com 9, os conservadores têm 7 lugares, o Partido Verde 2 e os liberais democratas 1.</P><br />
<P>Com a nomeação de Ap Iorweth para o governo galês, três das quatro regiões britânicas serão lideradas por partidos pró-independência, dada a esperada recondução do nacionalista John Swinney como primeiro-ministro da Escócia, e com Michelle O&#8217;Neill, do partido de esquerda Sinn Féin, a liderar o governo da Irlanda do Norte desde 2024.</P><br />
<P>Embora Plaid Cymru não esconda as suas aspirações de independência a longo prazo, Ap Iorweth afastou a possibilidade de um referendo sobre a independência do País de Gales nesta nova legislatura, ciente de que a opinião pública galesa não apoia a independência, de acordo com todas as sondagens.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761971]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo do Brasil recebe com &#8220;surpresa&#8221; veto da UE e diz que tentará reverter decisão sobre importação de carnes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro afirmou hoje ter recebido com "surpresa" a decisão da União Europeia (UE) de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para consumo humano ao bloco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro afirmou hoje ter recebido com &#8220;surpresa&#8221; a decisão da União Europeia (UE) de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para consumo humano ao bloco.</P><br />
<P>Em nota conjunta, os ministérios da Agricultura e Pecuária, das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços disseram que vão adotar &#8220;todas as medidas necessárias&#8221; para reverter a decisão e garantir o fluxo das exportações ao mercado europeu.</P><br />
<P>A decisão foi aprovada nesta terça-feira pelo Comité Permanente para Plantas, Animais, Alimentos e Ração da Comissão Europeia e passa a valer em 3 de setembro deste ano.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Europeia, o Brasil foi excluído da lista por não cumprir exigências relacionadas ao uso de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais destinados à exportação para o mercado europeu.</P><br />
<P>&#8220;A Comissão confirma que o Brasil não está incluído na lista&#8221;, declarou à Lusa a porta-voz da Comissão Europeia para a Saúde, Eva Hrncirova.</P><br />
<P>Conforme a porta-voz, o Brasil deixará de poder exportar para a UE animais vivos destinados à produção de alimentos e produtos derivados, incluindo bovinos, equinos, aves, ovos, produtos de aquicultura, mel e invólucros.</P><br />
<P>Eva Hrncirova afirmou que a legislação europeia proíbe o uso de antimicrobianos para promover crescimento ou aumentar rendimento na pecuária, além da utilização em animais de medicamentos reservados para infeções humanas.</P><br />
<P>A Comissão Europeia informou ainda que poderá retomar as autorizações de exportação &#8220;assim que a conformidade for demonstrada&#8221; pelas autoridades brasileiras.</P><br />
<P>Em nota, o Governo brasileiro afirmou que as exportações seguem normalmente até a entrada em vigor da medida e destacou que exporta produtos de origem animal para a mercado europeu há 40 anos.</P><br />
<P>&#8220;Detentor de um sistema sanitário robusto e de qualidade internacional reconhecida, o Brasil é o maior exportador do mundo de proteínas de origem animal e o principal fornecedor de produtos agrícolas ao mercado europeu&#8221;, informa nota do Governo brasileiro. .</P><br />
<P>A lista atualizada da UE incluiu 21 novos países e autorizou outros cinco a exportarem mercadorias adicionais ao bloco, enquanto Argentina, Paraguai e Uruguai permaneceram entre os países autorizados.</P><br />
<P>Embaixador do Brasil junto da União Europeia, Pedro Miguel da Costa e Silva, tem reunião marcada para quarta-feira com autoridades sanitárias europeias para pedir esclarecimentos sobre a decisão, confirmou o Governo brasileiro.</P><br />
<P>Mais cedo, durante conferência com a imprensa internacional, o diplomata declarou que faltou um diálogo &#8220;mais fluido&#8221; por parte da União Europeia (UE).</P><br />
<P>&#8220;Recebo essa notícia como uma surpresa. Eu gostaria que o diálogo com o bloco europeu tivesse sido mais frequente e mais fluído (&#8230;) não é uma boa notícia e esperamos reverter isso&#8221;, lamentou poucas horas após saber da decisão da UE. </P><br />
<P>Segundo o embaixador, a questão não estaria diretamente relacionada ao uso de antibióticos, mas à necessidade de o Brasil apresentar provas de que possui sistemas de segregação e controlo na produção destinada ao mercado europeu.</P><br />
<P>Questionado sobre se exigências sanitárias europeias poderiam funcionar como barreiras protecionistas contra produtos brasileiros, Costa e Silva disse que medidas sanitárias e fitossanitárias &#8220;são legítimas&#8221; e fazem parte do direito de todos os países.</P><br />
<P>O embaixador criticou, no entanto, o que chamou de &#8220;narrativa&#8221; de agricultores europeus e de alguns países-membros da UE de que o Brasil não cumpre padrões sanitários e ambientais exigidos pelo bloco europeu.</P><br />
<P>Se o Brasil está no mercado europeu e se o país é o maior fornecedor do mercado europeu de produtos agropecuários, &#8220;é porque nós cumprimos e temos qualidade&#8221;, disse na ocasião. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761970]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Guiné-Bissau: PAIGC reafirma intenção de realizar congresso no segundo semestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/guine-bissau-paigc-reafirma-intencao-de-realizar-congresso-no-segundo-semestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:42:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Permanente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) reafirmou hoje o propósito de organizar o XI congresso para a escolha da nova direção no segundo semestre deste ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Permanente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) reafirmou hoje o propósito de organizar o XI congresso para a escolha da nova direção no segundo semestre deste ano.</P><br />
<P>Aquele órgão do histórico partido da libertação da Guiné-Bissau já tinha recomendado a fixação da data &#8220;entre os finais de junho e princípios de julho de 2026&#8221; e reafirmou a pretensão numa reunião online realizada hoje.</P><br />
<P>Segundo um comunicado divulgado na página oficial do PAIGC, a Comissão Permanente reitera &#8220;o propósito de organizar o XI Congresso do Partido no segundo semestre de 2026&#8221; e decidiu criar e instruir uma Comissão Nacional Preparatória para dar início aos trabalhos de preparação.</P><br />
<P>A tomada de posição surge depois do cancelamento de um congresso paralelo anunciado para 09 e 10 de maio pela oposição interna à atual direção, constituída por dirigentes que integram o Governo de transição e que se auto-intitulam Grupo de Reflexão para a Renovação e Salvação do PAIGC.</P><br />
<P>O XI Congresso do partido deveria ocorrer em novembro de 2026, mas a direção pretende antecipar a data, depois de os militares que tomaram o poder no golpe de Estado de novembro de 2025 terem anunciado a realização de eleições gerais no país a 06 de dezembro.</P><br />
<P>O golpe de Estado interrompeu o anterior processo eleitoral, presidenciais e legislativas, que decorreram a 23 de novembro de 2025 e no qual o candidato da oposição, Fernando Dias, reclamou vitória na primeira volta sobre o então Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, que se candidatou a um segundo mandato.</P><br />
<P>O PAIGC e o líder, Domingos Simões Pereira, foram afastados das eleições, por decisão judicial, e apoiaram Fernando Dias.</P><br />
<P>Simões Pereira foi detido no golpe militar e, depois de dois meses na cadeia, encontra-se em prisão domiciliária.</P><br />
<P>A Comissão Permanente do PAIGC, reitera, no comunicado divulgado hoje, &#8220;a exigência de libertação plena e incondicional do presidente do partido, camarada Domingos Simões Pereira&#8221;, argumentando que o mesmo &#8220;se encontra sequestrado há seis meses, com restrições abusivas da sua liberdade&#8221;.</P><br />
<P>Exige ainda &#8220;a reabertura da sede nacional do PAIGC e de todas as sedes regionais para que o partido possa retomar plenamente o exercício das suas atividades políticas&#8221;.</P><br />
<P>O PAIGC acusa e condena as autoridades por alegadas &#8220;violações sistemáticas dos direitos e das liberdades dos dirigentes políticos não alinhados&#8221; com o regime e reclama &#8220;o fim da impunidade aos responsáveis por esses atos&#8221;.</P><br />
<P>A Comissão Permanente do PAIGC insiste, também, &#8220;na conclusão, o mais rapidamente possível, da investigação ao assassinato do cidadão e ativista Vigário Luís Balanta&#8221; e na apresentação &#8220;à justiça dos executores e mandantes do hediondo crime&#8221;.</P><br />
<P>  </P><br />
<P>*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761969]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Municípios do Baixo Alentejo contra reprogramação de fundos europeus</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/municipios-do-baixo-alentejo-contra-reprogramacao-de-fundos-europeus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os municípios do Baixo Alentejo manifestaram hoje o seu "total desagrado e discordância" com a reprogramação intercalar do programa operacional regional Alentejo 2030, acusando o Governo de ter tomado uma decisão "unilateral, precipitada e inoportuna".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os municípios do Baixo Alentejo manifestaram hoje o seu &#8220;total desagrado e discordância&#8221; com a reprogramação intercalar do programa operacional regional Alentejo 2030, acusando o Governo de ter tomado uma decisão &#8220;unilateral, precipitada e inoportuna&#8221;.</P><br />
<P>Na tomada de posição, enviada hoje à agência Lusa, os 13 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) consideraram que o Governo avançou &#8220;de forma unilateral e sem prévia articulação com as câmaras municipais&#8221; para &#8220;a reprogramação intercalar do programa regional de fundos europeus&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Depois de iniciar o Contrato de Desenvolvimento e Coesão Territorial (CDCT) com um relevante atraso de quase um ano e meio, agora, basicamente, o Governo vem impor uma &#8216;mudança das regras a meio do processo&#8217;, causando com esta decisão um enorme constrangimento às autarquias, face às suas expectativas e tudo o que tinham planeado&#8221;, disse à Lusa o presidente do conselho intermunicipal da CIMBAL, António José Brito.</P><br />
<P>Em causa está, segundo o também presidente do Município de Castro Verde, a decisão do Governo de &#8220;impor cortes de financiamento em áreas fundamentais&#8221;, como &#8220;educação, equipamentos sociais e de saúde ou projetos de requalificação urbana&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de uma &#8216;reviravolta&#8217; totalmente incompreensível e inoportuna&#8221;, disse o autarca, indicando ser &#8220;nas prioridades referidas que os municípios mais apostam e onde têm procedimentos em curso e ou com elevada maturidade&#8221;.</P><br />
<P>Na opinião de António José Brito, &#8220;esta alteração vai dificultar, de forma muito relevante, o caminho definido em conjunto pelas câmaras municipais, que previamente planearam e aprovaram na CIMBAL os Investimentos Territoriais Integrados (ITI) até 2030&#8221;.</P><br />
<P>Na tomada de posição, a comunidade intermunicipal vincou que &#8220;as novas prioridades&#8221; definidas no âmbito do Alentejo 2030, &#8220;como a habitação, por exemplo, ainda carecem de detalhe, subsistindo várias dúvidas ao nível das elegibilidades, o que dificilmente poderá contribuir para valores significativos de execução até outubro de 2026&#8221;.</P><br />
<P>Tudo isto levou os presidentes de câmara do Baixo Alentejo a lamentar &#8220;que se esteja a trocar o caminho certo e planeado por uma solução incerta&#8221; e um rumo &#8220;bastante indefinido e que não reflete a vontade dos municípios&#8221;, pode ler-se no documento.</P><br />
<P>O programa regional Alentejo 2030 e as quatro comunidades intermunicipais da região e a da Lezíria do Tejo assinaram, em março de 2024, os respetivos CDCT, num total de 440,9 milhões de euros.</P><br />
<P>A verba, indicou, na altura, o então presidente da CCDR do Alentejo, António Ceia da Silva, seria para aplicar em projetos que &#8220;vão desde o empreendimento, a área da requalificação urbana, a área do ambiente, [&#8230;] do circuito urbano da água, os resíduos, a área do património, da cultura, do turismo&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com os dados então divulgados pela CCDR, dos praticamente 441 milhões de euros, cabem 90 milhões à do Baixo Alentejo.</P><br />
<P>Em 28 de abril, também a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), que abrange os 14 municípios do distrito de Évora, já se manifestou contra a proposta de reprogramação do Contrato de Desenvolvimento e Coesão Territorial do Alentejo Central.</P><br />
<P> </P><br />
<P>CYMP (SM/RRL) // RRL</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Médio Oriente: Comissão civil israelita denuncia violência sexual &#8220;sistemática&#8221; nos ataques de 7 de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relatório publicado hoje por uma comissão civil israelita, composta por juristas e especialistas em direito internacional, afirma que no ataque do Hamas a Israel, em 2023, houve atos de violência sexual e de género "sistemáticos e generalizados".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um relatório publicado hoje por uma comissão civil israelita, composta por juristas e especialistas em direito internacional, afirma que no ataque do Hamas a Israel, em 2023, houve atos de violência sexual e de género &#8220;sistemáticos e generalizados&#8221;. </P><br />
<P>Esses atos, de acordo com o mesmo documento, ocorreram tanto durante o ataque, a 07 de outubro de 2023, como no período que lhe seguiu, já com os reféns presos na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>O documento, elaborado pela Comissão Civil sobre os crimes de 07 de outubro cometidos pelo Hamas contra mulheres e crianças, baseia-se na análise de material audiovisual, testemunhos de sobreviventes e familiares, e entrevistas recolhidas ao longo de dois anos de investigação. </P><br />
<P>Segundo a comissão, o trabalho incluiu a revisão de mais de 10.000 imagens e vídeos e a recolha de mais de 430 declarações. </P><br />
<P>O relatório descreve casos de violações, agressões sexuais, nudez forçada, humilhações, torturas e mutilações, assinalando que estes factos terão ocorrido em distintos cenários, entre eles casas, estradas, bases militares e a área do festival de música Nova, um dos alvos do massacre levado a cabo pelas milícias de Gaza em Israel. </P><br />
<P>Mas a investigação, também recolhe testemunhos sobre abusos sofridos durante o sequestro e posterior prisão dos reféns israelitas em Gaza. </P><br />
<P>Além disso, o relatório indica que parte do material relacionado com os ataques foi gravado e divulgado nas redes sociais, o que, segundo os investigadores, ampliou &#8220;o impacto psicológico dos factos&#8221; e contribuiu para a &#8220;exposição pública&#8221; de vítimas e familiares. </P><br />
<P>Entre as recomendações, o documento propõe a criação de mecanismos judiciais especializados, a cooperação internacional em matéria de investigação e julgamento, bem como medidas de apoio às vítimas e de regulação do conteúdo violento em plataformas digitais. </P><br />
<P>A investigação foi coordenada pela jurista israelita Cochav Elkayam-Levy e contou com a participação de especialistas em direito internacional, justiça transitória e direitos humanos. </P><br />
<P>O ataque liderado pelo Hamas em outubro de 2023 causou a morte de cerca de 1.200 pessoas e o sequestro de outras 250 na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>Nesse mesmo dia, Israel iniciou uma ofensiva militar sobre Gaza que já causou pelo menos 72.742 mortos no enclave palestiniano, o que foi qualificado como &#8220;genocídio&#8221; por uma comissão da ONU. </P></p>
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