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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Jul 2026 06:56:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Meliá encerra hoje todas as operações em Cuba após agravamento das sanções dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 07:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A cadeia hoteleira espanhola Meliá Hotels International põe esta sexta-feira um ponto final à sua atividade em Cuba, encerrando todas as operações na ilha ao fim de vários anos de presença no mercado. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cadeia hoteleira espanhola Meliá Hotels International põe esta sexta-feira um ponto final à sua atividade em Cuba, encerrando todas as operações na ilha ao fim de vários anos de presença no mercado. A empresa justifica a decisão com as persistentes dificuldades operacionais, jurídicas, económicas e financeiras que se agravaram na sequência do reforço das sanções e do bloqueio imposto pelos Estados Unidos, situação que, segundo a própria, tornou inviável assegurar a estabilidade mínima necessária para continuar a operar.</p>
<p>A decisão foi comunicada através de um documento enviado à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV), no qual a empresa informa que a sua filial portuguesa, Ilha Bela &#8211; Gestão e Turismo Unipessoal Lda, sediada no Funchal, cessará toda a atividade em Cuba a partir desta sexta-feira, 24 de julho.</p>
<p>Segundo o comunicado, a empresa considera que o agravamento do contexto no país criou &#8220;notáveis dificuldades de natureza operacional, jurídica, económica e financeira&#8221;, impedindo a manutenção das operações em condições de sustentabilidade.</p>
<p><strong>Empresa aponta impacto do reforço do bloqueio dos Estados Unidos</strong><br />
A Meliá associa diretamente esta decisão ao endurecimento das medidas norte-americanas contra Cuba.</p>
<p>De acordo com a empresa, o reforço do embargo e das sanções norte-americanas tornou impossível garantir &#8220;a mínima estabilidade operacional&#8221; necessária para manter a atividade turística na ilha.</p>
<p>Nos últimos meses, o Presidente norte-americano, Donald Trump, reforçou as sanções contra Cuba, proibiu também a exportação de petróleo venezuelano para a ilha — deixando o país praticamente sem recursos energéticos — e ameaçou aplicar sanções a empresas que continuem a operar em território cubano por alegada colaboração com o regime liderado por Miguel Díaz-Canel.</p>
<p><strong>Encerramento abrange toda a atividade da empresa</strong><br />
A cessação das operações não se limita apenas à exploração dos hotéis.</p>
<p>Segundo a Meliá, o encerramento inclui igualmente a utilização das marcas autorizadas, a atividade de acolhimento de turistas e toda a cadeia de abastecimento local ligada ao fornecimento dos estabelecimentos hoteleiros.</p>
<p>A empresa encontra-se agora a avaliar o impacto financeiro da decisão, incluindo uma eventual revisão do valor contabilístico dos ativos associados às operações em Cuba.</p>
<p>Esses efeitos serão apurados quando forem apresentados os resultados financeiros referentes ao primeiro semestre do ano.</p>
<p><strong>Filial portuguesa prepara saída &#8220;com o menor impacto possível&#8221;</strong><br />
A filial portuguesa da cadeia hoteleira está a coordenar o processo de encerramento e garante que procura assegurar uma transição organizada.</p>
<p>Segundo a empresa, o objetivo passa por minimizar as consequências da saída para trabalhadores, fornecedores, parceiros comerciais e clientes que ainda mantêm relações com os empreendimentos explorados pela Meliá em território cubano.</p>
<p><strong>Empresa já tinha começado a reduzir operações</strong><br />
A decisão agora concretizada surge depois de vários meses de redução gradual da presença da cadeia espanhola na ilha.</p>
<p>Quando apresentou os resultados do primeiro trimestre deste ano, em maio, a Meliá já tinha anunciado o encerramento de cerca de metade da sua capacidade operacional em Cuba devido às dificuldades provocadas pelo bloqueio comercial dos Estados Unidos.</p>
<p>Na altura, a empresa informou que possuía uma carteira composta por 34 hotéis, totalizando 14.053 quartos, embora alguns desses estabelecimentos já se encontrassem encerrados, sem especificar quantos.</p>
<p>Além disso, estavam previstos dois novos hotéis, cuja abertura estava inicialmente programada para este ano.</p>
<p><strong>Falta de combustível agravou ainda mais a situação</strong><br />
Na apresentação dos resultados trimestrais, fontes da empresa explicaram que, durante o primeiro trimestre, o conjunto das unidades hoteleiras esteve operacional, em média, apenas 60% dos dias.</p>
<p>Segundo a Meliá, essa quebra foi agravada após a intervenção dos Estados Unidos na região no início do ano, apontando como exemplo a captura do Presidente venezuelano Nicolás Maduro, em janeiro.</p>
<p>De acordo com a empresa, esse contexto originou dificuldades inesperadas no acesso a combustível, problema que, conjugado com o bloqueio comercial, afetou de forma significativa toda a atividade turística em Cuba.</p>
<p><strong>Ocupação muito abaixo da média do grupo</strong><br />
Os indicadores financeiros divulgados pela cadeia espanhola já evidenciavam o impacto da crise.</p>
<p>Durante o primeiro trimestre, a taxa média de ocupação dos hotéis da Meliá em Cuba ficou nos 34,1%, menos 6,5 pontos percentuais do que no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Este desempenho ficou igualmente muito distante da média registada pelo conjunto dos hotéis do grupo, cuja ocupação atingiu 58,8%, representando ainda um aumento de 1,7 pontos percentuais face ao ano anterior.</p>
<p><strong>Também a rentabilidade foi afetada.</strong><br />
O RevPAR (receita por quarto disponível) nas unidades cubanas fixou-se nos 34,4 euros, registando uma quebra de 8,6% em comparação com igual período do ano passado.</p>
<p>No conjunto das restantes operações da cadeia, o RevPAR situou-se, em média, nos 84 euros, evidenciando a forte diferença entre o desempenho dos hotéis em Cuba e o restante portefólio internacional da Meliá.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793110]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crédito da casa: prestações sobem até 62 euros em agosto e há famílias que voltam a pagar mais pela primeira vez em dois anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 07:00:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Euribor]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Rico]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de juro]]></category>
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					<description><![CDATA[Nuno Rico, especialista da DECO PROteste, falou à 'Executive Digest' sobre a performance da Euribor ao longo do mês de julho e porque isso significa más notícias para quem tenha o crédito habitação revisto em agosto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As famílias com crédito à habitação indexado à Euribor voltam a enfrentar um aumento da prestação em agosto, para quem tiver o crédito habitação revisto neste mês. As três principais maturidades registaram novas subidas em julho e, para alguns contratos, há mesmo um marco que já não acontecia há dois anos: quem tem a Euribor a 12 meses vai sentir o primeiro agravamento da prestação desde 2023.</p>
<p>&#8220;Em todas as maturidades registámos uma subida das médias em relação ao mês anterior. A Euribor a três meses aproxima-se dos 2,5%, a seis meses já ultrapassa os 2,6% e a 12 meses está acima dos 2,8%&#8221;, explica Nuno Rico, especialista da DECO PROteste, em declarações à &#8216;Executive Digest&#8217;.</p>
<p>O especialista destaca que, apesar de todas as prestações aumentarem, há diferenças relevantes entre os vários contratos.</p>
<p><strong>Primeiro aumento desde 2023</strong></p>
<p>Nos contratos indexados à Euribor a três meses, a média de julho deverá situar-se nos 2,411% (dados até 23 de julho), traduzindo-se numa prestação de cerca de 666 euros, mais 19 euros do que na revisão anterior.</p>
<p>Já na Euribor a seis meses, a maturidade mais utilizada no crédito à habitação em Portugal, a média ronda os 2,629%, elevando a prestação para cerca de 684 euros, um agravamento de 41 euros face à última revisão.</p>
<p>&#8220;Quem tem a Euribor a seis meses vai sentir o segundo aumento consecutivo da prestação. Já na revisão anterior tinha havido um agravamento e agora volta a acontecer&#8221;, sublinha Nuno Rico.</p>
<p>Na Euribor a 12 meses, a média deverá fechar nos 2,817%, fazendo subir a prestação para aproximadamente 700 euros, mais 62 euros do que há um ano.</p>
<p>&#8220;Os contratos revistos em agosto e indexados à Euribor a 12 meses vão sentir o primeiro agravamento da prestação desde agosto de 2023&#8221;, realça o especialista da DECO PROteste.</p>
<p><strong>O Médio Oriente mudou tudo</strong></p>
<p>O comportamento da Euribor durante julho acabou por surpreender os analistas. Segundo Nuno Rico, nas primeiras semanas do mês tudo apontava para uma estabilização das taxas, mas o reacender do conflito no Médio Oriente alterou completamente o cenário.</p>
<p>&#8220;No início do mês os valores estavam muito próximos, até ligeiramente abaixo das médias do mês anterior. Foi o reacender do conflito no Médio Oriente que voltou a colocar as taxas numa trajetória de subida&#8221;, explica.</p>
<p>O especialista admite que esta evolução veio reforçar a principal palavra que tem marcado os últimos meses: incerteza.</p>
<p>&#8220;A mudança é a única constante. Basta um acontecimento internacional para alterar completamente aquilo que o mercado estava a antecipar&#8221;, resume.</p>
<p><strong>O que esperar já em setembro?</strong></p>
<p>A decisão do Banco Central Europeu de manter as taxas de juro não alterou, para já, o comportamento das Euribor. Pelo contrário, Nuno Rico considera que os mercados já estão a antecipar uma possível nova subida das taxas diretoras na reunião de setembro, caso se mantenham as atuais pressões inflacionistas.</p>
<p>&#8220;Perante aquilo que sabemos hoje, é expectável que o BCE volte a subir as taxas em setembro. Mas os últimos acontecimentos demonstram que tudo pode mudar muito rapidamente&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>Más notícias até ao final do ano</strong></p>
<p>Para as famílias, isso significa que o alívio dificilmente chegará nos próximos meses. Se antes a expectativa era de aumentos apenas até ao final do verão, o novo contexto internacional veio alterar essa perspetiva.</p>
<p>&#8220;Diria que os consumidores devem preparar-se para que as prestações continuem a aumentar pelo menos até ao final do ano&#8221;, alerta Nuno Rico.</p>
<p>Perante este cenário, a recomendação da DECO PROteste passa pela prevenção. O especialista aconselha os consumidores cujos contratos serão revistos nos próximos meses a analisarem desde já alternativas junto dos bancos.</p>
<p>&#8220;Ainda existem boas propostas para taxas mistas de curta duração. Esta pode ser uma boa altura para negociar e tentar proteger o orçamento familiar de novos aumentos da prestação&#8221;, conclui.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793020]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Ataques ucranianos com drones fizeram três feridos perto de São Petersburgo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:56:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos três pessoas ficaram feridas perto de São Petersburgo, Rússia, na sequência de um ataque ucraniano contra as instalações de uma empresa de comércio de componentes eletrónicos, disseram hoje as autoridades russas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos três pessoas ficaram feridas perto de São Petersburgo, Rússia, na sequência de um ataque ucraniano contra as instalações de uma empresa de comércio de componentes eletrónicos, disseram hoje as autoridades russas. </P><br />
<P>O governador da região de Leningrado (oeste da Rússia), Alexander Drozdenko, disse que o ataque com um drone provocou um incêndio num armazém da empresa Wildberries na localidade de Novosaratovka, situada nas margens do rio Neva.</P><br />
<P>O rio separa a região de Leninegrado da cidade de São Petersburgo.</P><br />
<P>O governador disse ainda que três pessoas sofreram ferimentos e estão a receber cuidados médicos no hospital na zona.</P><br />
<P>A empresa de componentes eletrónicos tem sido alvo de ataques recorrentes por parte da Ucrânia, sobretudo na última semana.</P><br />
<P>No passado fim de semana, Kiev atingiu as instalações da Wildberries, a maior plataforma de comércio eletrónico da Rússia, nas regiões de Tambov e Moscovo.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano, Volodimir Zelenskyy, afirmou que as ações militares atingiram centros que são utilizados para o fornecimento de componentes sujeitos a sanções para a produção de drones e equipamentos de navegação.</P><br />
<P>Devido ao ataque ucraniano com drones o aeroporto de Pulkovo, em São Petersburgo, suspendeu voos durante as últimas horas. </P><br />
<P>A Rússia anunciou hoje que abateu 571 drones ucranianos durante a última noite em quinze regiões e na península anexada da Crimeia.</P><br />
<P>O Ministério da Defesa russo, sublinhou que os ataques tiveram como alvo principal a região de Leninegrado, perto de São Petersburgo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793289]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais de 400 pessoas retiradas de Cap-Ferret em França devido aos incêndios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:54:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 400 pessoas foram retiradas de barco da península de Cap-Ferret, no sudoeste de França, devido a um incêndio florestal que atinge aquela região, e já chegaram ao cais de Arachon, informaram hoje as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 400 pessoas foram retiradas de barco da península de Cap-Ferret, no sudoeste de França, devido a um incêndio florestal que atinge aquela região, e já chegaram ao cais de Arachon, informaram hoje as autoridades locais.</P><br />
<P>A agência de notícias France-Presse (AFP) conta que foi emitida uma ordem de evacuação pela autarquia da popular península de Cap-Ferret, no sudoeste de França.</P><br />
<P>Também foram disponibilizados barcos de transporte em quatro cais, e todos os moradores foram aconselhados a sair afirmou a autarquia.</P><br />
<P>A península de Cap-Ferret está ameaçada por um incêndio de provável origem acidental que consome uma floresta a norte da bacia de Arcachon desde quarta-feira e que já queimou 8.700 hectares.</P><br />
<P>Até ao momento, não há registo de feridos, com exceção de um bombeiro.</P><br />
<P>De origem provavelmente acidental, este incêndio em França, que começou na quarta-feira ao início da tarde, obrigou, por prevenção, as autoridades a retirarem mais de 20.000 pessoas na área da floresta das Landes de Gascogne, perto da bacia de Arcachon, uma região já afetada por fogos violentos no verão de 2022.</P><br />
<P>A França já solicitou a ativação do mecanismo de proteção civil da União Europeia (UE) e vai receber rapidamente reforços aéreos europeus para combater os incêndios, incluindo dois aviões portugueses, anunciou na quinta-feira à noite o Presidente Emmanuel Macron.</P><br />
<P>&#8220;Poderemos contar rapidamente com reforços de dois aviões anfíbios Canadair da Croácia, dois aviões Air Tractor portugueses, bem como dois helicópteros de transporte pesado Black Hawk da República Checa e da Eslováquia&#8221;, detalhou Macron, através da rede social X.</P><br />
<P>No sul de Itália, dezenas de fogos florestais e de vegetação, alimentados pelo vento quente, estão a causar estragos, especialmente na Sicília, onde cerca de cem habitantes e 22 pacientes de uma clínica no centro da ilha também tiveram que ser retirados na quarta-feira, segundo os bombeiros.</P><br />
<P>Em Espanha, a maioria dos habitantes retirados das suas localidades na quarta-feira à noite, após o início de um incêndio a cerca de 70 quilómetros a sudoeste do centro de Madrid, já puderam regressar às suas casas, anunciaram na quinta-feira os serviços de emergência espanhóis.</P><br />
<P>Mas, vários eixos rodoviários permaneciam cortados na manhã de quinta-feira.</P><br />
<P>Três bombeiros morreram nos últimos dias, dois em França e um em Itália.</P><br />
<P>Nesta fase, 2026 situa-se em segundo lugar em áreas queimadas em toda a UE nas últimas duas décadas de medidas, de acordo com dados de satélite do sistema Effis analisados pela AFP. Mas é o pior ano em França, e um dos piores em Espanha e em Itália. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793290]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vaticano e China aprovam novo bispo para diocese da Mongólia Interior após vaga de 20 anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vaticano-e-china-aprovam-novo-bispo-para-diocese-da-mongolia-interior-apos-vaga-de-20-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:53:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Vaticano e a China aprovaram a nomeação de Joseph Chang Yanfeng como bispo da diocese de Chifeng, na Mongólia Interior, preenchendo uma vaga de quase 20 anos ao abrigo do acordo provisório sobre nomeações episcopais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Vaticano e a China aprovaram a nomeação de Joseph Chang Yanfeng como bispo da diocese de Chifeng, na Mongólia Interior, preenchendo uma vaga de quase 20 anos ao abrigo do acordo provisório sobre nomeações episcopais.</P><br />
<P>O portal oficial Vatican News informou na quarta-feira que o Papa Leão XIV aprovou a nomeação de Chang em 15 de junho, ao abrigo do acordo provisório assinado entre a Santa Sé e Pequim em 2018, renovado pela última vez em 2024 até 2028.</P><br />
<P>A ordenação episcopal, realizada na quarta-feira, põe fim a uma vaga de quase duas décadas na diocese de Chifeng, após a morte, em 2006, de Andreas Zhu Wenyu, que tinha sido ordenado sem mandato papal, segundo a agência católica italiana AsiaNews.</P><br />
<P>A cerimónia foi presidida por Paul Meng Qinglu, bispo de Hohhot e vice-presidente da Associação Patriótica Católica Chinesa, organismo oficial que supervisiona a Igreja Católica reconhecida pelo Estado chinês. Cerca de 400 pessoas, entre sacerdotes, religiosas e fiéis leigos, participaram na celebração.</P><br />
<P>Natural da província de Hebei, Chang, de 42 anos, estudou no Seminário Maior de Shenyang e completou formação em teologia bíblica na Coreia do Sul. Foi ordenado sacerdote em 2010 e desempenhou toda a atividade pastoral na diocese de Chifeng, da qual era administrador desde 2021.</P><br />
<P>Pouco antes da nomeação, Chang comprometeu-se publicamente a alinhar a atividade da diocese com a Lei para a Promoção da Unidade e do Progresso Étnicos, uma legislação criticada por organizações de defesa dos direitos humanos por alegadamente contribuir para a erosão das línguas e culturas das minorias étnicas.</P><br />
<P>A nomeação de bispos continua a ser o principal ponto de fricção nas relações entre Pequim e a Santa Sé. O Vaticano é o único Estado europeu que mantém relações diplomáticas com Taiwan, que a China considera parte integrante do seu território e cuja reunificação diz poder alcançar pela força, se necessário.</P><br />
<P>Enquanto a Santa Sé procura preservar a autoridade do Papa sobre a escolha dos bispos, Pequim insiste na supervisão estatal das atividades religiosas e na lealdade política das comunidades de fé.</P><br />
<P>O acordo provisório de 2018 estabeleceu um mecanismo segundo o qual as autoridades chinesas apresentam candidatos ao episcopado, cabendo ao Papa a decisão final.</P><br />
<P>Desde então, o entendimento permitiu a nomeação ou regularização de cerca de duas dezenas de bispos e integrou todos os bispos em funções na China em plena comunhão com Roma.</P><br />
<P>A ordenação de Chang é a primeira deste ano e dá continuidade à aplicação do acordo sob o pontificado de Leão XIV, sucessor do Papa Francisco. No final de 2025, tinham sido nomeados Ignatius Wu Jianlin, para Xangai, e Francis Li Jianlin, para Xinxiang.</P><br />
<P>O acordo continua, no entanto, a dividir opiniões. Os defensores consideram-no a única via viável para reforçar a presença institucional da Igreja Católica na China, enquanto críticos, entre os quais organizações de direitos humanos, alguns católicos chineses e o cardeal emérito de Hong Kong Joseph Zen Ze-kiun, acusam-no de conferir influência excessiva ao Partido Comunista Chinês sobre a Igreja e de limitar a sua autonomia pastoral.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793288]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>DeepSeek diz que computação é maior desvantagem da China face aos EUA na IA</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:45:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O fundador da DeepSeek afirmou hoje que a principal desvantagem da China face aos Estados Unidos na inteligência artificial é o acesso limitado a recursos de computação, e não a falta de talento ou de capacidade tecnológica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O fundador da DeepSeek afirmou hoje que a principal desvantagem da China face aos Estados Unidos na inteligência artificial é o acesso limitado a recursos de computação, e não a falta de talento ou de capacidade tecnológica.</P><br />
<P>Citado pelo jornal Yicai, Liang Wenfeng disse que &#8220;a maior diferença entre nós e os Estados Unidos está nos recursos&#8221;, durante uma reunião com investidores, no âmbito da mais recente ronda de financiamento da DeepSeek.</P><br />
<P>De acordo com a ata da reunião, Liang considerou que as diferenças em termos de talento, capacidades dos modelos e aplicações resultam da disparidade na capacidade de computação, num contexto marcado pelos controlos às exportações impostos por Washington, que restringem o acesso da China aos chips de IA mais avançados da Nvidia.</P><br />
<P>A DeepSeek, sediada em Hangzhou, concluiu no final de maio a sua primeira ronda externa de financiamento, superior a 50 mil milhões de yuan (6,5 mil milhões de euros), com investidores como a Tencent, CATL, NetEase, JD.com, IDG Capital e o fundo estatal chinês para a indústria da inteligência artificial, segundo o Yicai.</P><br />
<P>A empresa ganhou notoriedade internacional no início de 2025 com o modelo DeepSeek-R1, de baixo custo, cuja apresentação foi descrita pelo investidor Marc Andreessen como um &#8220;momento Sputnik&#8221; para a inteligência artificial.</P><br />
<P>Segundo a ata citada pelo jornal, a DeepSeek estima estar entre 12 e 18 meses atrás das principais empresas norte-americanas do setor, embora tenha conseguido resultados comparáveis utilizando cerca de um vigésimo da capacidade de computação de que estas dispõem.</P><br />
<P>Liang afirmou ainda que a empresa pretende reduzir essa diferença para entre três e seis meses, apesar das restrições ao acesso a chips avançados, e revelou que dispõe de recursos equivalentes a cerca de 20 mil processadores gráficos da série H da Nvidia.</P><br />
<P>Esta família de aceleradores, utilizada em centros de dados para treinar e executar modelos de IA, inclui chips como o H100 e o H200, sujeitos aos controlos de exportação impostos pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>As declarações surgem numa altura em que a indústria chinesa da inteligência artificial procura demonstrar que consegue aproximar-se dos modelos norte-americanos mais avançados, apesar das restrições de Washington à exportação de semicondutores, um dos principais entraves à corrida tecnológica do país.</P><br />
<P>Este avanço tem sido acompanhado por um aumento das acusações provenientes dos Estados Unidos. O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, advertiu recentemente para a possibilidade de sanções caso Washington conclua que empresas chinesas &#8220;destilaram&#8221; modelos norte-americanos através da utilização não autorizada das suas respostas, enquanto empresas como a Anthropic acusaram rivais chinesas de tentarem replicar as capacidades dos seus sistemas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793286]]></sapo:autor>
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		<title>Verão eterno com 70 milhões de euros na carteira? Hoje há &#8216;jackpot&#8217; no Euromilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Euromilhões]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Teste a sua pontaria no Euromilhões uma vez que é este o valor em jogo no sorteio de hoje, depois de, no último sorteio, não ter saído o primeiro prémio a qualquer apostador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é sexta-feira de 70 milhões de euros, uma &#8216;folga&#8217; no seu orçamento bem desejada, ou a hipótese de umas férias (bem) prolongadas. Teste a sua pontaria no Euromilhões uma vez que é este o valor em jogo no sorteio de hoje, depois de, no último sorteio, não ter saído o primeiro prémio a qualquer apostador. No entanto, para Portugal &#8216;voou&#8217; um segundo prémio no valor de mais de 250 mil euros. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong></p>
<p>O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (224 vezes), o 42 (222 vezes), o 23 (221 vezes), além do 19 e 29 (217 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (390 vezes) e no 2 (385 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793056]]></sapo:autor>
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		<title>Capitais em todo o mundo lamentam novas tarifas de Trump sustentadas no trabalho forçado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:41:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Canadá, Japão, Austrália, Nova Zelândia, entre várias capitais em todo o mundo, lamentaram as novos direitos aduaneiros impostos pela Administração norte-americana esta quinta-feira, fundamentados na proibição de importação de produtos resultantes de trabalho forçado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Canadá, Japão, Austrália, Nova Zelândia, entre várias capitais em todo o mundo, lamentaram as novos direitos aduaneiros impostos pela Administração norte-americana esta quinta-feira, fundamentados na proibição de importação de produtos resultantes de trabalho forçado.</P><br />
<P>&#8220;A indústria e o comércio japoneses funcionam em conformidade com as regras internacionais. O Japão lamenta que esta última medida lhe imponha direitos aduaneiros com o único fundamento de que não existe qualquer proibição de importar produtos resultantes de trabalho forçado&#8221;, declarou hoje o porta-voz do Governo japonês, Minoru Kihara.</P><br />
<P>&#8220;O Japão e os Estados Unidos partilham a convicção de que o acordo celebrado no ano passado é universal e que ambas as partes continuam empenhadas na sua implementação&#8221;, acrescentou Kihara aos jornalistas.</P><br />
<P>O ministro australiano do Comércio, Don Farrell, considerou hoje que os novos direitos aduaneiros impostos pelo seu aliado norte-americano são &#8220;injustificados&#8221;. &#8220;Estes direitos aduaneiros são injustificados, incompatíveis com o nosso acordo de comércio livre e devem ser revogados&#8221;, declarou o ministro australiano.</P><br />
<P>Também Christopher Luxon, primeiro-ministro da Nova Zelândia, denunciou hoje as novas tarifas, considerando-as &#8220;extremamente dececionantes&#8221; e acusando Washington de não apresentar &#8220;provas significativas que sustentassem as alegações relativas ao trabalho forçado&#8221;, que sustentam a imposição de tarifas, que cobrem mais de 99% das importações norte-americanas.</P><br />
<P>&#8220;Os direitos aduaneiros não são a solução: aumentam os custos e reforçam a incerteza para as empresas&#8221;, acrescentou Luxon.</P><br />
<P>Dominic LeBlanc, ministro do Canadá, responsáveis pelas negociações Canadá-EUA-México no âmbito do acordo de comércio entre os três países, considerou na quinta-feira que a medida tarifária de Washington &#8220;não é inesperada&#8221; e que o Canadá partilha o objetivo dos Estados Unidos de garantir que os bens produzidos com recurso a trabalho forçado não entrem na cadeia de abastecimento.</P><br />
<P>O Canadá &#8211; como o México &#8211; corre numa pista paralela relativamente às trocas comerciais com os Estados Unidos. </P><br />
<P>O primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, afirmou na quinta-feira que o Canadá está a intensificar as negociações com Washington para chegar a um acordo comercial abrangente, mas que está preparado para reagir, caso a ameaça do Presidente Donald Trump de aplicar direitos aduaneiros de 50% sobre os produtos canadianos entre em vigor em 19 de agosto próximo, o prazo estabelecido pela Casa Branca na passada segunda-feira. </P><br />
<P>&#8220;Tudo está em cima da mesa&#8221;, caso não seja possível chegar a um acordo antes da entrada em vigor das tarifas. &#8220;Não precisamos de responder antecipadamente&#8221;, disse, &#8220;na verdade, penso que, nesta fase, seria contraproducente responder antecipadamente&#8221;, rematou. </P><br />
<P>O México garantiu esta quinta-feira através da sua Secretaria do Comércio que o país evitou a aplicação das novas tarifas, mantendo o tratamento preferencial para as exportações que cumprem o tratado tripartido que inclui o Canadá (T-MEC, na designação mexicana, ou USMCA na norte-americana).</P><br />
<P>Apesar de o México estar incluído na lista de países abrangidos pelas novas tarifas, a secretaria mexicana especificou que cerca de 85% das exportações do país continuarão a entrar no mercado norte-americano com tarifa zero, uma vez que estão abrangidas pelo T-MEC. Os restantes produtos que não cumprem as disposições do tratado continuarão a pagar uma tarifa aduaneira de 10%, a mesma que aplicava até agora ao abrigo da secção 122.</P><br />
<P>Um dos primeiros governos a reagir às novas tarifas foi o Brasil, que acusou Washington de utilizar a luta contra o trabalho forçado como pretexto para justificar uma política comercial protecionista. </P><br />
<P>O Governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que &#8220;perante a falta de um fundamento jurídico interno que sustente a sua política comercial protecionista&#8221;, os Estados Unidos &#8220;optaram por manipular um tema tão importante&#8221; para impor um novo imposto.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Chile fez saber que o país &#8220;dispõe de um quadro institucional laboral sólido&#8221; e que &#8220;irá negociar&#8221; com os Estados Unidos para ser excluído da lista das 60 economias abrangidas. &#8220;o Governo do Chile considera que a aplicação desta medida ao nosso país não está em conformidade com estes padrões, nem com os antecedentes técnicos, políticos e jurídicos apresentados ao longo de todo o processo desta investigação&#8221;, alegou o MNE chileno.</P><br />
<P>As novas tarifas de 10% ou 12,5% anunciadas pela Administração do Presidente Donald Trump abrangem mais de 80 países e entram em vigor às 00:01 da Costa Leste dos Estados Unidos (07:01 em Lisboa), em substituição da tarifa global temporária de 10%, que deixa de vigorar à mesma hora. Os novos direitos aduaneiros resultam de 60 investigações individuais de economias, conduzidas e sancionadas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), ao abrigo da Secção 301. </P><br />
<P>O impacto prático das 60 investigações individuais de economias expande-se a mais de 80 países, considerando, por exemplo, que uma das 60 economias visadas é a União Europeia (UE), o que resulta na inclusão individual de todos os seus 27 Estados-membros. </P><br />
<P>O bloco total divide-se em 17 economias que são abrangidas pelas taxa menor de 10% por terem regras ou regimes parciais contra o trabalho forçado, como são os casos da UE, Canadá, Reino Unido, Índia, México ou Argentina. Outros dez países receberam a mesma taxa de 10% por terem assinado acordos comerciais diretos com compromissos nesta área. As restantes economias e blocos, como Brasil, China e Japão, são visados com a taxa máxima de 12,5%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793285]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Primeira Miniso Land abre em Macau com colaborações com Disney e Harry Potter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:36:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Macau, China 24 jul 2026 (Lusa) -- A marca chinesa Miniso abriu em Macau a primeira loja Miniso Land, um conceito premium que aposta em experiências imersivas e áreas temáticas dedicadas a marcas como Harry Potter, Disney e Pokémon.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Macau, China 24 jul 2026 (Lusa) &#8212; A marca chinesa Miniso abriu em Macau a primeira loja Miniso Land, um conceito premium que aposta em experiências imersivas e áreas temáticas dedicadas a marcas como Harry Potter, Disney e Pokémon.</P><br />
<P>Localizada no centro comercial do hotel-casino Venetian, a loja ocupa uma área de 400 metros quadrados e é a maior da marca no território semiautónomo chinês, informou na quinta-feira o portal de notícias Inside Retail Asia.</P><br />
<P>Este espaço disponibiliza mais de 1.200 produtos, incluindo artigos de coleção, &#8216;blind boxes&#8217; &#8211; caixas lacradas que contêm bonecos e bens colecionáveis aleatórios -, peluches, artigos de papelaria e produtos de &#8216;lifestyle&#8217;.</P><br />
<P>Apresenta, ainda de acordo com a revista especializada, mais de 30 coleções de personagens e marcas, com áreas temáticas dedicadas a universos como Disney, Harry Potter, Sanrio, Pokémon, One Piece, Crayon Shinchan e Chiikawa. O espaço inclui ainda figuras próprias da Miniso, como o YoYo.</P><br />
<P>A abertura insere-se na estratégia da Miniso de reforçar a expansão global do conceito de retalho imersivo, assente em colaborações com marcas licenciadas. </P><br />
<P>O formato Miniso Land combina uma oferta alargada de produtos com merchandising temático e expositores interativos, transformando as lojas em destinos de entretenimento, ainda de acordo com a Inside Retail Asia.</P><br />
<P>No início do ano, a empresa inaugurou também em Kuala Lumpur, na Malásia, a primeira Miniso Land do país, com 1.700 metros quadrados.</P><br />
<P>Com mais de 7.700 lojas no mundo, a marca &#8211; que nasceu em 2013, em Guangzhou, no sul da China, pelas mãos do empresário Ye Guofu &#8211; entrou no mercado português em 2021, no Arrábida Shopping, em Vila Nova de Gaia. Conta hoje com vários espaços no país, incluindo em Lisboa e Póvoa do Varzim. </P><br />
<P>Ao viajar com a família para fora da China, Ye apercebeu-se de várias lojas especializadas com produtos de qualidade, design apelativo e preços acessíveis, na maioria fabricados na China. </P><br />
<P>&#8220;Impulsionado pela paixão pelo retalho e pela convicção no potencial do setor, Ye Guofu fundou a Miniso&#8221;, lê-se na página da marca.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793284]]></sapo:autor>
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		<title>South32 estima custos de 104 ME por parar fundição moçambicana Mozal desde março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A australiana South32 estima custos extraordinários de 104 milhões de euros com a paralisação da Mozal, maior indústria moçambicana, cuja produção caiu 30% e as vendas recuaram 22% no exercício fiscal de 2026, terminado em 30 de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A australiana South32 estima custos extraordinários de 104 milhões de euros com a paralisação da Mozal, maior indústria moçambicana, cuja produção caiu 30% e as vendas recuaram 22% no exercício fiscal de 2026, terminado em 30 de junho.</P><br />
<P>Segundo o relatório trimestral da grupo consultado hoje pela Lusa, aqueles encargos incluem 33 milhões de dólares (28 milhões de euros) associados a indemnizações de trabalhadores e rescisões contratuais, bem como perdas contabilísticas de 89 milhões de dólares (76 milhões de euros) relacionadas com matérias-primas, consumíveis e inventários, na sequência da passagem da fundição para regime de conservação e manutenção em 15 de março.</P><br />
<P>A Mozal empregava direta e indiretamente mais de 4.000 trabalhadores, tendo produzido 248 mil toneladas de alumínio até março de 2026, menos 30% face às 355 mil toneladas registadas no exercício anterior, enquanto as vendas recuaram de 351 mil para 275 mil toneladas, uma quebra de 22%.</P><br />
<P>A fundição, uma das maiores em África, era também das principais exportadoras moçambicanas e fonte de divisas do país. </P><br />
<P>Entre abril e junho, último trimestre do exercício fiscal de 2026 e o primeiro completo após a suspensão das operações, não registou qualquer produção, limitando-se à venda de 46 mil toneladas de alumínio provenientes dos inventários remanescentes, refere ainda.</P><br />
<P>A suspensão da atividade ocorreu após vários meses de negociações sem acordo sobre o fornecimento de energia elétrica necessária para manter a operação da fundição localizada na periferia da cidade de Maputo.</P><br />
<P>A South32 considerou anteriormente &#8220;totalmente insustentável&#8221; a tarifa proposta para o fornecimento de eletricidade à unidade industrial, atribuindo a decisão de encerramento à impossibilidade de garantir energia a custos compatíveis com a atividade.</P><br />
<P>Numa conferência com investidores realizada em março, o então diretor-executivo da empresa, Graham Kerr, explicou que a única proposta formal disponível apontava para um preço próximo dos 100 dólares por megawatt-hora, praticamente o dobro do que a companhia considerava viável para manter a produção.</P><br />
<P>Segundo a empresa, a energia representa cerca de um terço da estrutura de custos da Mozal, que defendia um preço máximo na ordem dos 51 dólares por megawatt-hora.</P><br />
<P>A fundição necessita de cerca de 950 megawatts para operar continuamente, energia fornecida pela Hidroelétrica de Cahora Bassa através da rede da sul-africana Eskom, cujo contrato terminou em março.</P><br />
<P>A South32, que detém 63,7% da Mozal, apontou os efeitos da seca que afetou a albufeira de Cahora Bassa como um dos fatores que limitaram a disponibilidade de energia.</P><br />
<P>Anteriormente, o grupo não descartou a possibilidade de voltar a produzir caso as condições energéticas e económicas se alterem. Entretanto, a South32 anunciou em 01 de julho a venda de parte dos seus ativos globais de alumínio à norte-americana Alcoa Corporation, numa operação avaliada em até 5,6 mil milhões de dólares (4,8 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A Mozal ficou fora da transação, permanecendo sob controlo da South32, que admitiu anteriormente à Lusa continuar a avaliar &#8220;diversas opções&#8221; para o futuro da fundição moçambicana.</P><br />
<P>A sul-africana Industrial Development Corporation (IDC), que detém atualmente 32,48% da Mozal, lançou em junho um concurso para contratar consultores independentes com vista à avaliação da eventual aquisição da participação maioritária da South32 e à análise da viabilidade de retoma da operação.</P><br />
<P>Segundo essa documentação, divulgada anteriormente pela Lusa, a instituição estatal sul-africana pretende estudar os riscos, custos e condições de uma eventual compra, incluindo soluções alternativas para o fornecimento de energia que permitam assegurar a sustentabilidade da fundição a longo prazo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793282]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Alto alerta: Casa Branca reforça segurança para jantar dos correspondentes de hoje após ataque falhado contra Trump em abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Centenas de jornalistas, responsáveis federais e convidados participam esta sexta-feira no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, em Washington, numa edição marcada por um dispositivo de segurança reforçado, pela mudança de local e pelo clima de ameaça que levou ao adiamento do evento em abril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Centenas de jornalistas, responsáveis federais e convidados participam esta sexta-feira no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, em Washington, numa edição marcada por um dispositivo de segurança reforçado, pela mudança de local e pelo clima de ameaça que levou ao adiamento do evento em abril. A cerimónia decorrerá no Waldorf Astoria, em substituição do habitual Washington Hilton, depois de uma alegada tentativa de atentado contra o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter obrigado ao cancelamento da data inicialmente prevista.</p>
<p>A decisão de transferir o evento para o Waldorf Astoria surge após um incidente registado em abril, quando Cole Allen, um homem de 31 anos oriundo da Califórnia, foi acusado de atravessar uma zona de controlo de segurança transportando armas de fogo e facas, alegadamente com o objetivo de assassinar Donald Trump e outros responsáveis da Casa Branca presentes na cerimónia. Apesar de os organizadores terem confirmado o reforço das medidas de segurança para a edição desta sexta-feira, não foram divulgados detalhes sobre o dispositivo preparado para o evento.</p>
<p>A edição de 2026 tem ainda um significado especial por assinalar o primeiro ano em que Donald Trump confirmou que iria participar no tradicional jantar dos correspondentes. Durante o seu primeiro mandato presidencial, o republicano optou por não marcar presença nesta iniciativa, uma das mais emblemáticas da relação entre a comunicação social e a Casa Branca.</p>
<p>Além da mudança de local, a cerimónia terá também uma dimensão mais reduzida. Habitualmente, o jantar reúne mais de 2.600 participantes no Washington Hilton, mas desta vez decorrerá num salão do Waldorf Astoria com capacidade para cerca de 1.300 pessoas, segundo a informação disponibilizada pelo próprio hotel. O edifício, recorde-se, pertenceu anteriormente à empresa de Donald Trump, tendo sido vendido em 2021.</p>
<p><strong>Serviços Secretos alertam para aumento histórico das ameaças</strong><br />
A poucos dias do evento, os Serviços Secretos dos Estados Unidos revelaram que o nível de ameaças dirigidas a pessoas e locais sob proteção atingiu valores nunca antes registados. Desde janeiro, a agência abriu aproximadamente 10 mil processos de inteligência de proteção, um aumento de quase 40% face ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>&#8220;O número de casos é algo que esta agência — e certamente eu, ao longo dos meus 24 anos de carreira — nunca tinha visto&#8221;, afirmou o diretor dos Serviços Secretos, Sean Curran, durante uma conferência de imprensa.</p>
<p>Os responsáveis da agência revelaram igualmente que as intervenções relacionadas com indivíduos em situação de crise de saúde mental aumentaram para quase dez vezes o número registado no ano passado. Estas operações incluem internamentos voluntários e involuntários, bem como contactos com familiares e profissionais de saúde mental para tentar estabilizar pessoas consideradas potencialmente perigosas.</p>
<p>Segundo os Serviços Secretos, este agravamento resulta de uma combinação de ameaças difundidas através da internet, ações de indivíduos isolados, extremismo ideológico, ameaças provenientes do estrangeiro e casos relacionados com problemas de saúde mental. A agência acrescenta que a maioria das ameaças chega atualmente através das plataformas digitais, substituindo os tradicionais meios de comunicação utilizados no passado.</p>
<p>Sean Curran reconheceu que o contexto atual representa um desafio sem precedentes para as autoridades, salientando que &#8220;o ambiente tornou-se muito volátil, em todos os aspetos&#8221; e acrescentando que &#8220;o panorama das ameaças é o mais amplo&#8221; que encontrou em toda a sua carreira.</p>
<p><strong>Avaliação baseia-se nos comportamentos dos suspeitos</strong><br />
Os Serviços Secretos explicaram que qualquer ameaça comunicada é inicialmente tratada como potencialmente credível até que seja possível determinar se o suspeito possui intenção, capacidade e meios para concretizar um ataque.</p>
<p>A agência sublinha ainda que uma pessoa não necessita de proferir uma ameaça explícita para passar a ser alvo de investigação. Em vez disso, os investigadores analisam padrões de comportamento, procurando sinais como obsessão por figuras protegidas, agravamento de conflitos, perseguição, assédio, paranoia, delírios, tendências suicidas, alterações significativas de comportamento ou um interesse invulgar pela violência.</p>
<p><strong>Sistema de segurança utilizado em abril é defendido pela agência</strong><br />
Questionado sobre o incidente que levou ao adiamento do jantar em abril, Sean Curran rejeitou críticas ao dispositivo então utilizado no Washington Hilton, defendendo que o sistema funcionou exatamente como previsto.</p>
<p>Segundo explicou, os detetores de metais encontravam-se a cerca de 120 jardas — aproximadamente 110 metros — do palco principal, tendo sido precisamente nesse ponto que o suspeito foi intercetado.</p>
<p>&#8220;Temos de começar e terminar o nosso perímetro em algum lugar&#8221;, afirmou Curran, explicando que um alargamento significativo da área de segurança teria consequências importantes para a circulação e para a atividade dos hotéis, empresas e restantes infraestruturas envolventes.</p>
<p>O diretor acrescentou que os Serviços Secretos assumem sempre que pessoas potencialmente perigosas poderão chegar aos pontos de controlo, motivo pelo qual esses locais concentram equipas especializadas de resposta. &#8220;Esperamos que pessoas perigosas apareçam. É simplesmente a realidade dos tempos em que vivemos&#8221;, afirmou, defendendo ainda que &#8220;esperamos que aconteçam incidentes nos pontos de controlo. Foi aí que aconteceu e foi aí que terminou. Portanto, o sistema funcionou&#8221;.</p>
<p><strong>Nova avaliação de risco para o evento desta sexta-feira</strong><br />
Sean Curran garantiu que a operação preparada para esta sexta-feira não é encarada como uma repetição do plano anterior, mas sim como uma nova visita presidencial, sujeita a uma avaliação de risco completamente independente.</p>
<p>Segundo explicou, &#8220;mesmo que o Presidente visite o mesmo local cem vezes, enviaremos uma equipa de preparação cem vezes, porque tudo muda. O ambiente muda. O próprio espaço muda&#8221;.</p>
<p><strong>Ameaças do Irão continuam sob vigilância</strong><br />
Questionado sobre as ameaças atribuídas ao Irão e sobre os sistemas de proteção do novo Air Force One, Sean Curran recusou revelar detalhes operacionais, justificando que &#8220;nunca vamos revelar os nossos métodos ou a forma como trabalhamos, porque não queremos dar vantagens ao inimigo&#8221;.</p>
<p>O diretor-adjunto dos Serviços Secretos, Matt Quinn, confirmou, contudo, que as ameaças iranianas dirigidas a Donald Trump continuam a integrar permanentemente o planeamento da agência. &#8220;Não é segredo que o Irão afirmou publicamente querer matar o Presidente Trump&#8221;, recordou Quinn, acrescentando que essa informação, juntamente com outros elementos de inteligência que não podem ser divulgados, é considerada &#8220;constantemente&#8221; na preparação das operações de proteção.</p>
<p><strong>Drones preocupam cada vez mais as autoridades</strong><br />
Outra das principais preocupações dos Serviços Secretos prende-se com a utilização de drones contra pessoas e locais protegidos.</p>
<p>Questionado sobre o risco representado por estes equipamentos, Matt Quinn respondeu que a preocupação da agência é &#8220;muito elevada&#8221;, sublinhando que &#8220;a ameaça é real&#8221;. O responsável acrescentou ainda que &#8220;basta olhar para a Ucrânia. É apenas uma questão de tempo até que isso aconteça nos Estados Unidos&#8221;, defendendo que a evolução tecnológica obriga a uma constante adaptação das capacidades de resposta.</p>
<p>Segundo Quinn, os Serviços Secretos estão a instalar sistemas avançados de deteção e neutralização de drones na Casa Branca e noutros locais protegidos, assegurando que nenhuma outra entidade federal está a investir tanto na prevenção deste tipo de ameaça.</p>
<p>Apesar de considerar que a Casa Branca é atualmente &#8220;muito segura&#8221; perante um eventual ataque com drones, Quinn admitiu que a evolução destes equipamentos, incluindo drones controlados por fibra ótica ou modelos de difícil deteção, obriga a uma atualização permanente das tecnologias de defesa. &#8220;A ameaça continua a tornar-se cada vez mais difícil. É uma corrida constante para acompanhar essa evolução&#8221;, afirmou.</p>
<p>Sean Curran acrescentou que os sistemas antidrones acompanham o Presidente em todas as deslocações e revelou que algumas dessas tecnologias já foram utilizadas pela primeira vez em território norte-americano. &#8220;Utilizaremos tudo o que for necessário. Não há nada que não estejamos dispostos a fazer&#8221;, garantiu.</p>
<p>Matt Quinn reconheceu ainda que, quando Donald Trump era apenas antigo Presidente, os recursos destinados à proteção contra drones não correspondiam ao nível atualmente considerado adequado. &#8220;Na altura, um antigo Presidente não estava a receber os recursos que provavelmente deveria receber. Assumo essa responsabilidade pelos Serviços Secretos. Isso já não acontece&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Milhares de operações de proteção realizadas este ano</strong><br />
Os Serviços Secretos revelaram igualmente que realizaram cerca de 3.000 operações de proteção desde o início do ano, incluindo deslocações nacionais e internacionais de personalidades protegidas, visitas de chefes de Estado estrangeiros e grandes eventos públicos.</p>
<p>Entre as operações mais recentes encontram-se o dispositivo de segurança da final do Campeonato do Mundo de Futebol, no MetLife Stadium, onde foram rastreadas aproximadamente 100 mil pessoas, as celebrações do Dia da Independência em Washington, um evento da UFC realizado na Casa Branca e uma deslocação presidencial ao Madison Square Garden durante as finais da NBA.</p>
<p>Grande parte deste trabalho é desenvolvida antes da chegada das personalidades protegidas e inclui recolha de informações de inteligência, operações de contravigilância, medidas técnicas de segurança, planeamento logístico e coordenação entre autoridades federais, estaduais e locais.</p>
<p>Sean Curran explicou que uma das suas prioridades passa por melhorar a comunicação entre todas as entidades envolvidas, destacando que as grandes operações utilizam atualmente centros de comando conjuntos. &#8220;Estamos todos a comunicar. Estamos todos na mesma sala, garantindo que aquilo que uma pessoa sabe passa imediatamente a ser conhecido por todos&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Estratégia procura travar ameaças antes de chegarem aos locais protegidos</strong><br />
Os Serviços Secretos anunciaram ainda a criação de uma capacidade de &#8220;interdição avançada de ameaças&#8221;, destinada a identificar e impedir potenciais atacantes antes de estes chegarem à Casa Branca, a eventos presidenciais ou a qualquer outro local protegido.</p>
<p>Para esse efeito, a agência recorre a tecnologia especializada, aos poderes legais de investigação e ao cruzamento de informação proveniente das redes sociais, forças policiais federais e locais, centros de partilha de informação, organismos governamentais, familiares e cidadãos.</p>
<p>Segundo os responsáveis, o objetivo consiste em alargar o perímetro de segurança muito para além dos locais protegidos, permitindo intercetar potenciais ameaças antes de estas alcançarem sequer os pontos de controlo.</p>
<p>Os Serviços Secretos salientaram igualmente que as denúncias feitas por familiares continuam a desempenhar um papel determinante, recordando que foi precisamente a informação fornecida por um familiar que permitiu descobrir um alegado plano para atacar um evento da UFC na Casa Branca, depois de terem sido identificados comportamentos preocupantes, publicações nas redes sociais e acumulação de armamento por parte do suspeito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793066]]></sapo:autor>
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		<title>Panamá diz que retenção dos seus navios na China diminuiu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:28:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Panamá anunciou hoje que diminuiu significativamente o número de navios com bandeira panamiana retidos nos portos chineses, após os dois países terem acordado renovar um tratado de transporte marítimo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Panamá anunciou hoje que diminuiu significativamente o número de navios com bandeira panamiana retidos nos portos chineses, após os dois países terem acordado renovar um tratado de transporte marítimo.</P><br />
<P>O Panamá queixava-se de que os seus navios estavam a ser sujeitos a um maior número de inspeções na China, acusando Pequim de exercer pressão na sequência da anulação da concessão de uma empresa de Hong Kong que explorava dois portos do Canal do Panamá.</P><br />
<P>&#8220;As conversações entre as autoridades dos governos do Panamá e da China produziram os primeiros resultados, permitindo uma redução significativa das retenções de navios com bandeira panamiana nos portos do país asiático&#8221;, afirmou hoje o Governo panamiano, em comunicado.</P><br />
<P>Segundo o executivo, o número de navios retidos caiu de 140, em maio, para 16 desde julho.</P><br />
<P>As negociações realizadas na semana passada, em Pequim, permitiram aos dois países alcançar um consenso. A renovação do acordo, que expirava este ano, permitirá que os navios com bandeira panamiana beneficiem de vantagens como tarifas portuárias preferenciais e procedimentos simplificados nos terminais chineses.</P><br />
<P>Segundo a imprensa local, cerca de 500 navios panamianos foram retidos para inspeção em 2026, um número sem precedentes.</P><br />
<P>O Panamá assumiu o controlo de dois portos anteriormente explorados por uma subsidiária da CK Hutchison, conglomerado sediado em Hong Kong, naquela via marítima por onde passa cerca de 5% do comércio mundial, na sequência de uma decisão do Supremo Tribunal panamiano, proferida em janeiro.</P><br />
<P>Pequim acusa o Panamá de ceder às pressões do Presidente norte-americano, Donald Trump, que afirma que a China pretende controlar esta rota comercial estratégica entre os oceanos Atlântico e Pacífico e que, no ano passado, ameaçou retomar o controlo do canal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793280]]></sapo:autor>
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		<title>Produção industrial de Taiwan cresce quase 20% no primeiro semestre graças à IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:28:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A produção industrial de Taiwan cresceu 19,82% no primeiro semestre de 2026, impulsionada pela forte procura de componentes eletrónicos relacionados com inteligência artificial (IA), segundo o Ministério dos Assuntos Económicos (MOEA, na sigla em inglês) da ilha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A produção industrial de Taiwan cresceu 19,82% no primeiro semestre de 2026, impulsionada pela forte procura de componentes eletrónicos relacionados com inteligência artificial (IA), segundo o Ministério dos Assuntos Económicos (MOEA, na sigla em inglês) da ilha.</P><br />
<P>O índice de produção industrial atingiu um novo máximo de 136,65 pontos, enquanto o subíndice da manufatura, que representa mais de 90% da produção total, subiu 12,68% para 139,12 pontos. </P><br />
<P>Nos primeiros cinco meses de 2026, o índice acumulou uma subida de 19,12%, com a manufatura a crescer 20,57%.</P><br />
<P>Segundo Chen Yu-fang, vice-diretora do Departamento de Estatísticas do MOEA, o setor da eletrónica superou as expectativas, beneficiando da produção de semicondutores. </P><br />
<P>Em maio, a produção de componentes eletrónicos avançou 12,17%, impulsionada pelo aumento das remessas de wafers de 12 polegadas, chips de memória e serviços de montagem e testes de circuitos integrados.</P><br />
<P>O setor da informática e da optoeletrónica registou um crescimento ainda mais expressivo, 36,62%, devido à procura de servidores, dispositivos de inspeção de semicondutores e unidades de armazenamento sólido. </P><br />
<P>Apesar de ter abrandado face ao salto de 80% em abril, o subíndice manteve-se em níveis elevados, atingindo 377,55 pontos.</P><br />
<P>Por contraste, a chamada &#8220;velha economia&#8221; apresentou sinais de fragilidade: a indústria de materiais químicos e fertilizantes caiu 12,92% em maio, enquanto a maquinaria cresceu 10,68% e os metais de base 8,19%, mostrando recuperação gradual.</P><br />
<P>Em 2025, a produção industrial da ilha aumentou 18,33%, também apoiada nos setores de componentes eletrónicos e circuitos integrados.</P><br />
<P>A ilha autogovernada tem sido uma das principais beneficiadas pelo &#8216;boom&#8217; da IA e da computação de alto desempenho, dada a centralidade da indústria dos chips na sua economia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793281]]></sapo:autor>
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		<title>Estudantes manifestam-se hoje contra o caos nos exames e exigem a demissão do ministro da Educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O movimento estudantil CHUMBADO.PT promove hoje uma manifestação nacional contra as falhas registadas no processo de classificação dos exames nacionais, numa iniciativa que pretende denunciar aquilo que considera ser um "caos" na avaliação externa e exigir responsabilidades políticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento estudantil CHUMBADO.PT promove hoje uma manifestação nacional contra as falhas registadas no processo de classificação dos exames nacionais, numa iniciativa que pretende denunciar aquilo que considera ser um &#8220;caos&#8221; na avaliação externa e exigir responsabilidades políticas. O protesto está marcado para as 18h00, em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa, e surge num contexto de crescente contestação por parte de estudantes, pais e professores relativamente aos problemas identificados na correção das provas.</p>
<p>Além de reclamar a demissão do ministro da Educação, Fernando Alexandre, o movimento defende que nenhum aluno pode ser prejudicado por aquilo que descreve como &#8220;erros políticos e logísticos&#8221; do Governo. Os organizadores exigem medidas que garantam uma avaliação considerada justa para todos os estudantes e contestam igualmente a manutenção da taxa de 25 euros cobrada pelos pedidos de reapreciação das provas, classificando esse encargo como injusto.</p>
<p>A manifestação foi convocada depois de sucessivos relatos de problemas associados ao processo de classificação dos exames nacionais. Segundo o CHUMBADO.PT, nas últimas horas foram recolhidos dezenas de testemunhos de alunos, encarregados de educação e professores que denunciam situações como exames alegadamente mal corrigidos, folhas de continuação desaparecidas e provas trocadas logo na primeira fase dos exames nacionais.</p>
<p>Para o movimento, o acumular destes casos demonstra que a dimensão do problema é superior à inicialmente reconhecida, justificando a realização de um protesto nacional e a necessidade de uma resposta urgente por parte das autoridades educativas.</p>
<p>Os estudantes criticam igualmente a forma como o Ministério da Educação tem gerido a situação. Segundo o CHUMBADO.PT, apesar das denúncias que continuam a surgir, o ministro Fernando Alexandre terá mantido a posição de que &#8220;cumpriu a sua missão&#8221;, uma declaração que os organizadores entendem como uma desvalorização da gravidade dos problemas relatados.</p>
<p>Outra das críticas incide sobre a decisão de manter inalterado o calendário da segunda fase dos exames nacionais. O movimento considera injusto que alguns estudantes tenham sido chamados a realizar novas provas quando ainda desconheciam as classificações da primeira fase ou enfrentavam dúvidas sobre a correção dos exames já realizados.</p>
<p>Entre as reivindicações apresentadas encontra-se também a eliminação da taxa de 25 euros exigida para a reapreciação das provas. Na perspetiva dos estudantes, quem pretende contestar uma classificação potencialmente afetada por erros administrativos ou de correção não deve suportar qualquer custo adicional.</p>
<p>O protesto conta já com apoios políticos. Segundo os organizadores, a manifestação tem o apoio do deputado do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo, bem como de deputados do Livre e do Partido Socialista, que se associaram às críticas sobre a gestão do processo de exames.</p>
<p>O CHUMBADO.PT afirma ainda que a mobilização está aberta a toda a comunidade educativa e espera a participação de professores, profissionais da educação, estudantes do ensino superior, sindicatos e associações representativas do setor. De acordo com o movimento, este alargamento dos apoios reforça a dimensão das preocupações existentes e evidencia a necessidade de mudanças no sistema de avaliação.</p>
<p>Os organizadores defendem que a manifestação pretende dar voz aos alunos afetados pelas falhas registadas no processo de classificação e pressionar o Governo a adotar medidas que assegurem transparência, equidade e confiança no sistema de exames nacionais.</p>
<p>A concentração está marcada para as 18h00, em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa, onde os estudantes pretendem entregar um sinal público de contestação às decisões do ministério e exigir respostas para as situações denunciadas nas últimas semanas, numa altura em que o processo dos exames nacionais continua a dominar o debate no setor da Educação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793059]]></sapo:autor>
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		<title>Qantas completa voo de teste para maior ligação direta do mundo Sydney-Londres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:06:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea australiana Qantas completou hoje um passo decisivo para a inauguração do que será o voo comercial regular sem escalas mais longo do mundo, entre Sydney e Londres, com inauguração prevista para outubro de 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A companhia aérea australiana Qantas completou hoje um passo decisivo para a inauguração do que será o voo comercial regular sem escalas mais longo do mundo, entre Sydney e Londres, com inauguração prevista para outubro de 2027.</P><br />
<P>O avião, um Airbus A350-1000ULR desenvolvido para o Projeto Sunrise, levantou voo de Toulouse, em França, e percorreu aproximadamente 17.000 quilómetros (km) em cerca de 20 horas antes de aterrar em Melbourne às 10:46 locais (01:46 em Lisboa), no primeiro trajeto de longa distância da aeronave até à Austrália.</P><br />
<P>O voo gerou interesse entre entusiastas da aviação, com mais de 75.000 pessoas a seguirem em tempo real a aproximação através da plataforma Flightradar24, tornando-se o voo mais observado do mundo no momento da aterragem.</P><br />
<P>A bordo viajavam dois pilotos da Qantas e a equipa de testes da Airbus. O aparelho regressa na segunda-feira a Toulouse para continuar o programa de certificação antes da entrega definitiva, prevista para abril de 2027, após atrasos ligados a problemas na cadeia global de fornecimento.</P><br />
<P>A Qantas encomendou 12 aeronaves A350-1000ULR para o projeto, que pretende ligar sem escalas a costa leste da Austrália à Europa e à América do Norte, reduzindo em cerca de quatro horas o tempo de viagem face aos itinerários atuais com escala. </P><br />
<P>O plano é iniciar em outubro de 2027 um serviço diário entre Sydney e Londres e, pouco depois, uma rota direta entre Sidney e Nova Iorque. As reservas vão abrir em fevereiro de 2027 e as tarifas deverão ser cerca de 20% superiores às dos voos tradicionais com escala.</P><br />
<P>Quando entrar em operação, a rota Sydney-Londres ultrapassará as 20 horas de duração, superando o atual recorde da Singapore Airlines entre Singapura e Nova Iorque (15.300 km em cerca de 18 horas e 40 minutos). </P><br />
<P>O A350-1000ULR da Qantas inclui um depósito adicional de 20.000 litros de combustível, modificações técnicas que ampliam a autonomia e terá 238 lugares: seis em primeira classe, 52 em executiva, 40 em premium e 140 em turística.</P><br />
<P>O avião vai contar ainda com uma zona de bem-estar para os passageiros se poderem alongar durante o voo, sistemas de iluminação para reduzir os efeitos do jet lag e ligação wi-fi gratuita.</P></p>
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		<title>Funeral de Luís Represas realiza-se hoje: família e amigos despedem-se de uma das maiores vozes da música portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:00:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal presta hoje a última homenagem a Luís Represas, um dos nomes mais marcantes da música portuguesa, cujo funeral decorre esta sexta-feira, em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal presta hoje a última homenagem a Luís Represas, um dos nomes mais marcantes da música portuguesa, cujo funeral decorre esta sexta-feira, em Lisboa, após um velório público que reuniu familiares, amigos, admiradores e diversas figuras da cultura na Basílica da Estrela. A cerimónia fúnebre acontece depois de uma celebração religiosa marcada para as 15h00, no mesmo local, seguindo-se um funeral reservado à família.</p>
<p>O cantor e compositor morreu na quarta-feira, aos 69 anos, na sequência de uma doença prolongada, numa altura em que assinalava 50 anos de carreira. A informação sobre as cerimónias fúnebres foi confirmada à agência Lusa por fonte da agência que representava o músico, indicando que o velório decorreu na quinta-feira, entre as 16h00 e as 22h30, aberto ao público na Basílica da Estrela.</p>
<p>Nascido em Lisboa, em 1956, Luís Represas deixou uma marca profunda na música portuguesa desde que, em 1976, foi um dos fundadores dos Trovante, grupo que viria a tornar-se uma referência incontornável da música popular portuguesa. Ao longo das décadas de 1980 e início dos anos 1990, a banda editou álbuns emblemáticos como &#8220;Baile no Bosque&#8221; (1981) e &#8220;Cais das Colinas&#8221; (1983), trabalhos fortemente inspirados na tradição musical portuguesa e que ajudaram a definir uma geração.</p>
<p>Depois da separação dos Trovante, os elementos seguiram carreiras individuais, embora o grupo se tenha voltado a reunir em diversas ocasiões especiais. Esses regressos aconteceram em 1999, 2006, 2017 e, mais recentemente, em março deste ano, com concertos esgotados em Lisboa e no Porto que demonstraram a permanência da ligação do público à banda e ao seu repertório.</p>
<p>A carreira a solo de Luís Represas começou em 1993 com o álbum &#8220;Represas&#8221;, gravado em Cuba e inspirado por uma viagem àquele país. Desse trabalho fazem parte temas que se tornaram alguns dos maiores êxitos da sua carreira, como &#8220;Fora de Tempo&#8221;, &#8220;Neva sobre a marginal&#8221; e &#8220;Feiticeira&#8221;. O seu percurso artístico manteve-se ativo ao longo das décadas seguintes, tendo editado em 2024 o álbum &#8220;Miragem&#8221;, o mais recente da sua discografia.</p>
<p>Além da música, Luís Represas destacou-se pelo envolvimento em causas humanitárias e políticas, nomeadamente no apoio à independência de Timor-Leste. A canção &#8220;Timor&#8221;, com música de João Gil e letra de João Monge, integrada originalmente no álbum &#8220;Um destes dias&#8221; (1990), dos Trovante, ganhou uma dimensão simbólica durante o processo de autodeterminação do território. Em 1999, o grupo voltou a reunir-se para interpretar o tema, que acabaria por se tornar um dos hinos da luta timorense. A letra foi posteriormente traduzida para tétum por Xanana Gusmão.</p>
<p>O reconhecimento desse contributo levou o então Presidente da República, Jorge Sampaio, a convidar Luís Represas para integrar a visita oficial a Timor-Leste, realizada em 2000. Anos mais tarde, em 2016, o músico foi distinguido com a Medalha da Ordem de Timor-Leste, atribuída pelo então Presidente timorense Taur Matan Ruak, em reconhecimento pelo apoio prestado ao país.</p>
<p>Também em Portugal viu o seu percurso ser oficialmente reconhecido. Em 2005, recebeu do Estado português a Ordem de Mérito, no grau de Comendador, distinção que premiou uma carreira marcada pela promoção da cultura e da música nacionais.</p>
<p>Ao longo de cinco décadas de atividade, Luís Represas colaborou com alguns dos mais importantes artistas portugueses e internacionais. Entre os músicos com quem trabalhou encontram-se Fausto Bordalo Dias, José Afonso, Carlos do Carmo, Bernardo Sassetti, Jorge Palma, Pablo Milanés, Ivan Lins, Martinho da Vila, Simone, Gilberto Gil, Carlinhos Brown, Compay Segundo e Phil Collins, entre muitos outros.</p>
<p>À data da sua morte, o cantor encontrava-se a celebrar os 50 anos de carreira e tinha anunciado dois concertos comemorativos nos coliseus de Lisboa e do Porto, previstos para abril de 2027, espetáculos que simbolizariam meio século de um percurso artístico que atravessou gerações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793046]]></sapo:autor>
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		<title>Centros de investigação juntam-se para pedir o Oceano como Domínio Estratégico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cinco dos maiores centros de investigação na área do mar, numa iniciativa inédita, juntaram-se para aprovar um manifesto no qual reivindicam que o oceano seja reconhecido como um "domínio estratégico" na Ciência e Inovação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cinco dos maiores centros de investigação na área do mar, numa iniciativa inédita, juntaram-se para aprovar um manifesto no qual reivindicam que o oceano seja reconhecido como um &#8220;domínio estratégico&#8221; na Ciência e Inovação.</P><br />
<P>&#8220;Se oceano não é estratégico, o que é que é estratégico?&#8221;, questiona um dos subscritores da iniciativa, acrescentando que &#8220;Portugal ficaria muito mal na fotografia se não se assumisse  como um país marítimo&#8221;.</P><br />
<P>O manifesto, hoje divulgado, junta os centros de investigação MARE, CESAM, CIIMAR, CCMAR e OKEANOS, que reivindicam um lugar para o oceano entre os Domínios Estratégicos que a Agência para a Investigação e Inovação (AI²) está a definir, e que devem ser conhecidos ainda este ano.</P><br />
<P>A AI² está a definir as áreas prioritárias que vão concentrar o financiamento público da ciência na próxima década e teve na semana passada, com o &#8220;Encontro Ciência e Inovação 2026&#8221;, o primeiro grande evento.</P><br />
<P>No manifesto os centros começam por dizer que o Oceano é o único domínio que reúne, ao mesmo tempo, &#8220;soberania, segurança, clima, energia, biodiversidade, alimentação, recursos geológicos, dados, património cultural, inteligência artificial, telecomunicações, economia, diplomacia e inovação&#8221;.</P><br />
<P>E recordam que Portugal gere uma Zona Económica Exclusiva de cerca de 1,7 milhões de quilómetros quadrados, com uma proposta de extensão da plataforma continental superior a quatro milhões de quilómetros quadrados.</P><br />
<P>&#8220;Cerca de 97% do nosso território é mar. Essa responsabilidade governativa não se exerce com discursos. Exerce-se com ciência, tecnologia e inovação&#8221;, dizem os responsáveis dos cinco centros, que juntos somam mais de 900 investigadores doutorados.</P><br />
<P>A AI² diz que os domínios estratégicos devem responder aos grandes desafios da sociedade e integrar diferentes áreas e os autores do manifesto respondem que não há melhor exemplo dessa integração do que o Oceano, que junta biologia, engenharia, inteligência artificial, robótica, ciência de dados, materiais, energia, economia, direito, saúde, políticas públicas e ciências sociais. </P><br />
<P>Pedro Raposo, diretor do MARE (Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, juntando várias universidades e politécnicos), em declarações à agência Lusa, explica que o manifesto surge na sequência da preocupação dos centros quanto à estratégia que pode vir a ser delineada na nova agência (AI²), e acrescenta que o Oceano, que é muito mais do que pescas e energia, precisa de ser definido como um objetivo estratégico.</P><br />
<P>Segundo o responsável é consensual que Portugal &#8220;tem de se afirmar no que é a estratégia do mar em todos os níveis&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É aí que está a nossa riqueza e o nosso futuro. E Portugal tem de liderar a nível europeu&#8221; até porque &#8220;tem todas as condições&#8221;. </P><br />
<P>Falando das várias valências ligadas ao mar, da pesca ao turismo, Pedro Raposo diz não ter dúvidas de que Portugal pode ser uma &#8220;nova potência marítima&#8221;, desta vez pela via do conhecimento.</P><br />
<P>Aliás, acrescenta, não se entende se Portugal não estiver a assumir essa posição em Bruxelas. &#8220;Se não formos nós a tomar essas rédeas alguém o irá fazer&#8221;.</P><br />
<P>Pedro Raposo diz mesmo que não se pode afirmar que o mar é um &#8220;desígnio nacional&#8221; sem ser um objetivo estratégico. E, acrescenta: &#8220;tem de ser agora&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre os financiamentos da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) para a investigação o responsável ri. &#8220;A FCT nunca pagou investigação a sério. Financia o arranque mas não a manutenção&#8221;, diz, lembrando que o mar deteriora equipamentos muito rapidamente e a investigação &#8220;tem custos elevadíssimos&#8221;. </P><br />
<P>Com o mar como objetivo estratégico podem ser definidas prioridades a médio prazo, porque atualmente não há previsibilidade de financiamento e os projetos são financiados a três anos, pouco para casos que, por exemplo, necessitam de monitorização.</P><br />
<P>Em Portugal, diz-se no manifesto também, não há falta de excelência mas o problema é que essa excelência &#8220;continua demasiado fragmentada, dependente de financiamento de curto prazo, com infraestruturas insuficientes, precariedade do emprego, e uma interface ciência-política ainda demasiado frágil&#8221;.</P><br />
<P>Para mudar a situação a AI² pode fazer a diferença reconhecendo o oceano como domínio estratégico, dizem os autores do documento, no qual salientam que investir no oceano &#8220;é investir na soberania, na competitividade, na segurança, na sustentabilidade e no futuro de Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Em março passado, no âmbito de um Fórum de Investigação no Oceano, os mesmos cinco centros já tinham assinado a &#8220;Declaração de Aveiro&#8221; sobre a Ciência do Mar Português 2026-2035, na qual apontavam como algumas lacunas a precariedade nas carreiras ou a falta e difícil acesso a navios e outros equipamentos para investigação.</P><br />
<P>Os centros propunham que até 2035 50% dos investigadores com mais de cinco anos de pós-doutoramento tivessem contrato permanente ou de longo prazo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793278]]></sapo:autor>
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		<title>Hoje é o último dia da segunda fase dos exames nacionais do Secundário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:45:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A segunda fase dos exames nacionais chega hoje ao fim, encerrando o calendário das provas escritas do ensino secundário referentes ao ano letivo de 2025/2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda fase dos exames nacionais chega hoje ao fim, encerrando o calendário das provas escritas do ensino secundário referentes ao ano letivo de 2025/2026. Depois de, na quinta-feira, terem terminado as provas finais do 9.º ano, é agora a vez dos alunos do 11.º e 12.º anos concluírem esta etapa da avaliação externa, que permite melhorar classificações, concluir disciplinas e candidatar-se ao ensino superior.</p>
<p>O último dia da segunda fase fica marcado por um conjunto de exames distribuídos entre o período da manhã e da tarde. Às 9h30, os alunos do 11.º ano realizam as provas de Física e Química A (715) e Geografia A (719), enquanto os estudantes do 12.º ano encerram definitivamente o calendário dos exames nacionais com a realização da prova de Desenho A (706), igualmente marcada para as 9h30.</p>
<p>Durante a tarde, às 14h00, os alunos do 11.º ano realizam o exame de Inglês (550), a última prova escrita prevista nesta segunda fase. Com estes exames termina oficialmente o calendário das provas nacionais do ensino secundário, embora algumas componentes orais continuem a decorrer nos próximos dias.</p>
<p>A reta final da segunda fase acontece depois de uma quinta-feira particularmente preenchida, durante a qual os estudantes do 11.º ano realizaram os exames de Biologia e Geologia (702) e História B (723), enquanto os alunos do 12.º ano fizeram a prova de História A (623). Durante a tarde realizaram-se ainda os exames de Geometria Descritiva A (708), Alemão (501), Espanhol (547 e 847), Francês (517), Italiano (849) e Mandarim (848).</p>
<p>Já na quinta-feira terminou também a segunda fase das provas finais do ensino básico, com os alunos do 9.º ano a realizarem o exame de Matemática (código 92). A prova sucedeu aos exames de Português, Português Língua Segunda e Português Língua Não Materna, realizados no início da semana, concluindo assim o calendário das provas escritas do ensino básico.</p>
<p>Apesar do fim das provas escritas, o processo de avaliação externa ainda não está totalmente concluído. Mantêm-se em realização as componentes orais de Português Língua Não Materna (PLNM) e dos alunos autopropostos a Português no ensino básico, previstas até hoje, 24 de julho. No ensino secundário, as componentes orais das Línguas Estrangeiras e de Português Língua Não Materna prolongam-se até 28 de julho, de acordo com o calendário oficial.</p>
<p>Após a conclusão desta segunda fase, os alunos terão agora de aguardar pela divulgação dos resultados. As classificações das provas finais do ensino básico e dos exames nacionais do ensino secundário serão afixadas no próximo 7 de agosto.</p>
<p>Depois da publicação das pautas, os estudantes que pretendam contestar a classificação obtida poderão recorrer ao mecanismo de reapreciação das provas. Os resultados desses pedidos estão previstos para 28 de agosto, data que assinalará o encerramento formal do calendário da avaliação externa relativa ao ano letivo de 2025/2026.</p>
<p>A segunda fase dos exames nacionais assume especial importância para milhares de alunos, quer para aqueles que procuram melhorar a nota obtida na primeira fase, quer para os que necessitam de concluir disciplinas em atraso ou reunir as classificações exigidas para o acesso ao ensino superior. Com a realização das últimas provas desta sexta-feira, fica concluída mais uma etapa decisiva do percurso académico dos estudantes portugueses, seguindo-se agora a divulgação dos resultados e as fases seguintes do concurso nacional de acesso ao ensino superior.</p>
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		<title>Exames: Termina hoje segunda fase dos exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:40:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A segunda fase dos exames nacionais termina hoje, mas os alunos do ensino secundário terão, em setembro, outra oportunidade melhorar as notas, numa época especial criada na sequência dos problemas registados na classificação dos exames da primeira fase.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A segunda fase dos exames nacionais termina hoje, mas os alunos do ensino secundário terão, em setembro, outra oportunidade melhorar as notas, numa época especial criada na sequência dos problemas registados na classificação dos exames da primeira fase.</P><br />
<P>O último dia da segunda fase arranca às 09:30 com as provas de Desenho A, Física e Química A e Geografia, seguindo-se Inglês às 14:00, não tendo sido divulgado o número de inscritos.</P><br />
<P>Física e Química A e Geografia foram duas das quatro disciplinas em que o Júri Nacional de Exames (JNE) identificou erros na parametrização das matrizes de classificação da primeira fase, obrigando à reclassificação de milhares de provas após a divulgação das pautas.</P><br />
<P>Na sequência da reclassificação, 4.253 alunos viram a classificação de Geografia aumentar, enquanto 73 obtiveram uma nota inferior. Em Física e Química A, 10.294 alunos melhoraram a classificação e 1.025 ficaram com uma nota mais baixa.</P><br />
<P>Além da segunda fase, os alunos dos 11.º e 12.º anos terão mais uma oportunidade para melhorar os resultados nos exames nacionais, durante uma época especial que vai decorrer entre 03 e 08 de setembro.</P><br />
<P>A época especial foi anunciada na sequência dos problemas com o processo de digitalização dos quase 300 mil exames realizados na primeira fase, que levaram a que muitos alunos não tivessem acesso atempado às suas notas.</P><br />
<P>As inscrições para fazer os exames na época especial decorrem entre 27 e 31 de julho e está aberta a todos os alunos elegíveis para a realização de provas na segunda fase, incluindo aqueles que as realizaram esta semana.</P><br />
<P>Para os alunos que realizem exames na segunda fase e na época especial, será considerada a melhor classificação obtida, sendo a prova realizada em setembro equiparada, para todos os efeitos, à segunda fase.</P><br />
<P>A segunda fase dos exames nacionais estava inicialmente agendada para decorrer entre 16 e 22 de julho, mas foi adiada devido às falhas técnicas que obrigaram ao adiamento da segunda fase e atrasaram também a divulgação das classificações, conhecidas em 07 de agosto.</P><br />
<P>Apesar dos problemas reconhecidos pelo ministro Fernando Alexandre, o Governo manteve os calendários da primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que termina a 06 de agosto, mas a abertura de uma época especial obrigou a adiar a segunda fase do concurso.</P><br />
<P>A segunda fase do concurso decorrerá entre 24 de agosto e 20 de setembro, em vez de terminar em 02 de setembro, como inicialmente previsto.</P></p>
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		<title>Combustíveis sobem na próxima semana e preços vão ultrapassar os 2 euros/litro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Precisa de atestar o depósito do seu veículo? Saiba que, na próxima semana, os combustíveis seguem uma tendência que já se tem tornado 'regra' nos últimos tempos: novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Precisa de atestar o depósito do seu veículo? Saiba que, na próxima semana, os combustíveis seguem uma tendência que já se tem tornado &#8216;regra&#8217; nos últimos tempos: novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal. A partir da próxima segunda-feira, o gasóleo deverá ficar sete cêntimos mais caro por litro, enquanto a gasolina deverá aumentar pelo menos três cêntimos, segundo indicou fonte da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis &#8211; ANAREC à Executive Digest.</p>
<p>Assim, a próxima semana será a quarta consecutiva de subidas de preços da gasolina e do gasóleo. Desde o início do ano, o gasóleo acumulou uma subida de 43 cêntimos por litro, enquanto a gasolina ficou 31 cêntimos mais cara. Num depósito de 60 litros, estas diferenças representam um encargo adicional de 25,8 euros no gasóleo e de 18,6 euros na gasolina comparativamente com a primeira semana de janeiro.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-793077" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5.png" alt="" width="996" height="465" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5.png 996w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5-300x140.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5-900x420.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5-768x359.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5-600x280.png 600w" sizes="(max-width: 996px) 100vw, 996px" /></p>
<p>Os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia colocam o preço médio da gasolina em 1,974 euros por litro e o do gasóleo em 1,967 euros. Com as mudanças previstas na próxima semana, a partir de segunda-feira os preços do gasóleo e gasolina são &#8216;atirados&#8217; para a barreira acima dos dois euros/litro: 2,037 euros/litro no caso do gasóleo e 2,004 no caso da gasolina. Os valores praticados podem, contudo, variar entre postos, devido à concorrência local, à procura, à oferta disponível e aos custos de funcionamento de cada operador.</p>
<p>Segundo o mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal apresenta a sétima gasolina mais cara da União Europeia. O preço nacional encontra-se 6,34 cêntimos acima da média comunitária e 39 cêntimos acima do valor cobrado em Espanha. A fiscalidade explica grande parte da diferença, uma vez que, antes de impostos, a gasolina 95 é mais barata em Portugal do que no mercado espanhol.</p>
<p><strong>Veja quais os postos mais baratos do País</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-793079" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6.png" alt="" width="995" height="489" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6.png 995w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6-300x147.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6-900x442.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6-768x377.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6-600x295.png 600w" sizes="(max-width: 995px) 100vw, 995px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-793080" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7.png" alt="" width="1000" height="488" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7.png 1000w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7-300x146.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7-900x439.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7-768x375.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7-600x293.png 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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