A Xiaomi fechou o segundo trimestre deste ano com vendas no valor de 53,54 mil milhões de yuans (aproximadamente 45,4 mil milhões de euros). Trata-se de um crescimento de 3,1% na receita face ao período homólogo anterior, fazendo com que a tecnológica chinesa faça parte do reduzido rol de empresas cujos resultados não foram negativamente afectados pela pandemia de COVID-19.
As previsões dos analistas apontavam para vendas de 51,41 mil milhões de yuans (43,6 mil milhões de euros), ligeiramente abaixo do valor conquistado no segundo trimestre de 2019, segundo avança a agência Reuters.
Contudo, nem o recuo generalizado da venda de smartphones nos mercados internacionais abalou a Xiaomi, que vai abrir em breve mais uma loja em Portugal – depois do Porto, Oeiras, Matosinhos e Braga, também Lisboa passará a contar com uma Mi Store, que poderá ser visitada no Centro Comercial Colombo a partir de Outubro.
Os smartphones representam cerca de dois terços da receita total da Xiaomi e, de acordo com o relatório de contas do segundo trimestre, esta categoria registou uma descida de 1,2%. Ainda assim, verifica-se um salto de 99,2% nas vendas de telemóveis premium nos mercados externos.
O lucro da empresa chinesa, com sede em Pequim, também disparou 129,8% para 4,49 mil milhões de yuans (3,8 mil milhões de euros).




