
Martin Winterkorn, CEO do grupo Volkswagen, terá dito aos colaboradores da sede do grupo, em Wolfsburg, na Alemanha, que existiria um plano de restruturamento do grupo, que dará aos responsáveis regionais e das marcas mais responsabilidade, com vista a torná-lo mais susceptível às mudanças da indústria e dos consumidores, segundo a Automotive News Europe.
Esta notícia surge depois de uma publicação alemã ter anunciado que o grupo Volkswagen se iria dividir em quatro holdings, sendo que o antigo executivo da BMW Herbert Diess seria o responsável pela holding que incorporaria as marcas Volkswagen, Skoda e Seat, enquanto as marcas Lamborghini, Audi e Ducati, formariam uma outra empresa, assim como a Porsche, a Bentley e a Bugatti. Os veículos comerciais seriam a última divisão do grupo, com as marcas de pesados Scania e MAN.
“A Volkswagen terá de se tornar mais rápida, flexível e ágil”, afirmou Winterkorn perante os cerca de mil trabalhadores na sede do grupo, acrescentando ainda que “os grandes mercados como a América do Sul, a Rússia, a China e os Estados Unidos representam grandes e novos desafios para a indústria”.
Com esta reestruturação, o presidente-executivo da Volkswagen pretende encontrar o “equilíbrio certo entre liderança central e uma maior independência”.
Winterkorn anuncia aos colaboradores reoganização do grupo Volkswagen
Martin Winterkorn, CEO do grupo Volkswagen, terá dito aos colaboradores da sede do grupo, em Wolfsburg, na Alemanha, que existiria um plano de restruturamento do grupo, que dará aos responsáveis regionais e das marcas mais responsabilidade, com vista a torná-lo mais susceptível às mudanças da indústria e dos consumidores, segundo a Automotive News Europe. Esta notícia surge depois de uma publicação alemã ter anunciado que o grupo Volkswagen se iria dividir em quatro holdings, sendo que o antigo executivo da BMW Herbert Diess seria o responsável pela holding que incorporaria as marcas Volkswagen, Skoda e Seat, enquanto as marcas Lamborghini, Audi e Ducati, formariam uma outra empresa, assim como a Porsche, a Bentley e a Bugatti. Os veículos comerciais seriam a última divisão do grupo, com as marcas de pesados Scania e MAN. “A Volkswagen terá de se tornar mais rápida, flexível e ágil”, afirmou Winterkorn perante os cerca de mil trabalhadores na sede do grupo, acrescentando ainda que “os grandes mercados como a América do Sul, a Rússia, a China e os Estados Unidos representam grandes e novos desafios para a indústria”. Com esta reestruturação, o presidente-executivo da Volkswagen pretende encontrar o “equilíbrio certo entre liderança central e uma maior independência”.
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