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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Mais de 25 crianças retiradas das ruas de Díli &#8211; instituto de defesa da criança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 03:55:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Defesa dos Direitos da Criança (Inddica) identificou 27 crianças a vender nas ruas de Díli, duas das quais originárias de Oecussi, enclave timorense no lado indonésio da ilha de Timor, que foram devolvidas à família.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto Nacional de Defesa dos Direitos da Criança (Inddica) identificou 27 crianças a vender nas ruas de Díli, duas das quais originárias de Oecussi, enclave timorense no lado indonésio da ilha de Timor, que foram devolvidas à família.</P><br />
<P>A Indica, em conjunto com a sociedade civil, Ministério da Solidariedade Social e Inclusão e a Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) realizou uma operação para identificar, resgatar e prestar proteção às crianças que vendem nas ruas da capital timorense.</P><br />
<P>&#8220;A equipa conseguiu resgatar um total de 27 crianças, que levou de regresso a casa, onde se reuniu e conversou com os pais sobre os graves riscos que as crianças enfrentam quando vendem produtos na rua&#8221;, pode ler-se numa informação divulgada terça-feira pela Indica nas redes sociais.</P><br />
<P>Durante a operação, foram também detidas duas pessoas por utilizarem crianças com oito e nove anos de idade em atividades comerciais.</P><br />
<P>As duas pessoas estiveram detidas na PNTL durante 12 horas para investigação.</P><br />
<P>Segundo o Inddica, das 27 crianças que receberam proteção, uma foi encaminhada para uma oportunidade de formação profissional em Maliana, duas foram transportadas de regresso a Oecussi para a continuarem a sua educação e viverem junto da família.</P><br />
<P>&#8220;O lugar das crianças é em casa, na escola e num ambiente seguro e não nas ruas à procura de rendimento económico&#8221;, salienta a Indica.</P><br />
<P>O instituto continua a apelar aos pais, às comunidades e ao setor privado para trabalharem em conjunto na prevenção da exploração económica das crianças e &#8220;garantirem que todas possam viver com dignidade, ter acesso a educação e desenvolver o seu potencial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As crianças não são trabalhadores. As crianças têm direito a aprender, brincar e viver num ambiente seguro&#8221;, afirma o Instituto de Defesa dos Direitos da Criança.</P><br />
<P>Os deputados timorenses têm manifestado preocupação com o aumento da presença de crianças a vender produtos na via pública, considerando tratar-se de uma questão recorrente e prioritária e apelaram ao Governo para que adote medidas destinadas a proteger aquelas crianças.</P><br />
<P>O ano passado, o Indicca disse ter identificado 50 crianças a venderem nas ruas da capital timorense, principalmente no circuito entre o centro comercial Timor Plaza e o Largo de Lecidere.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793271]]></sapo:autor>
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		<title>UE e Filipinas reforçam laços políticos e económicos com vista a tratado de livre comércio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 03:43:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As chefes da diplomacia europeia e filipina assinaram hoje um acordo em Manila para reforçar laços políticos e económicos, no contexto das negociações do tratado de livre comércio e da incerteza global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As chefes da diplomacia europeia e filipina assinaram hoje um acordo em Manila para reforçar laços políticos e económicos, no contexto das negociações do tratado de livre comércio e da incerteza global.</P><br />
<P>&#8220;A relação entre a União Europeia (UE) e as Filipinas encontra-se numa trajetória positiva. Hoje, concordámos em reforçar os nossos laços através do lançamento da Parceria Reforçada&#8221;, declarou a responsável europeia, Kaja Kallas numa conferência de imprensa ao lado da homóloga e Theresa Lazaro.</P><br />
<P>A diplomata europeia precisou que este novo nível de parceria se traduz em diálogos de alto nível mais frequentes, uma coordenação mais estreita em matéria de política externa e de segurança e uma cooperação mais sólida em áreas que vão desde o comércio ao clima.</P><br />
<P>Por seu lado, Lazaro destacou o bom momento das relações bilaterais e afirmou que isso é um testemunho do compromisso partilhado &#8220;de construir uma parceria mais sólida, melhorada e com visão de futuro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As relações económicas entre o bloco europeu e Manila estão a avançar. A UE é o quarto parceiro comercial mais importante das Filipinas, com um comércio anual de bens que ronda os 17 mil milhões de euros&#8221;, assinalou Kallas.</P><br />
<P>&#8220;Foram alcançados avanços significativos nas negociações do nosso tratado de livre comércio. Estamos na reta final&#8221;, sublinhou a representante de Bruxelas.</P><br />
<P>Kallas, que participou na quarta e na quinta-feira, na capital filipina, na reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), reuniu-se também ontem com o secretário da Defesa das Filipinas, Gilberto Teodoro.</P><br />
<P>Com o responsável pelas Forças Armadas filipinas, a diplomata da UE abordou a ajuda no valor de 15 milhões de euros, concedida através do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz a favor do país asiático, com o objetivo de reforçar capacidades marítimas através de equipamentos de vigilância e monitorização não letais.</P><br />
<P>&#8220;Uma demonstração clara de que a Europa está a assumir um papel mais importante como parceiro em matéria de segurança na região&#8221;, sublinhou Kallas, garantindo que esta é a primeira ajuda deste tipo na região do Indo-Pacífico.</P><br />
<P>Este reforço das relações com as Filipinas surge no âmbito dos esforços de Bruxelas para diversificar os parceiros comerciais e reduzir a dependência do bloco em relação aos Estados Unidos, na sequência da política de tarifas do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</P><br />
<P>Entre o final do ano passado e o início deste ano, Bruxelas assinou com Indonésia, Índia e Austrália acordos de livre comércio que estavam em suspenso há uma ou duas décadas, e que se somam aos que já tinha na região com Singapura, Vietname, Japão, Coreia do Sul e Nova Zelândia, bem como ao que está a ser negociado com a Tailândia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793270]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-líder da oposição de Hong Kong entra em Londres para pedir asilo após detenção na fronteira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 03:08:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo líder do Partido Democrático de Hong Kong Wu Chi-wai entrou no Reino Unido para solicitar asilo político, após estar detido no aeroporto de Heathrow devido a questões administrativas, noticiou o Hong Kong Free Press (HKFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo líder do Partido Democrático de Hong Kong Wu Chi-wai entrou no Reino Unido para solicitar asilo político, após estar detido no aeroporto de Heathrow devido a questões administrativas, noticiou o Hong Kong Free Press (HKFP).</P><br />
<P>A detenção não esteve ligada ao estatuto político de Wu em Hong Kong, mas terá estado ligada a um problema administrativo relacionado com documentação, escreveu o portal de notícias em língua inglesa HKFP, citando fontes familiarizadas com o caso. Wu foi libertado após cerca de dez horas de estar retido na fronteira.</P><br />
<P>O jornal britânico The Times avançou na quinta-feira que Wu, de 63 anos, foi inicialmente informado que seria deportado. </P><br />
<P>&#8220;O agente de imigração disse-lhe apenas que estava a confiscar o passaporte e que seria deportado para Hong Kong em sete dias&#8221;, relatou Paul Harris, antigo presidente da Hong Kong Bar Association de Hong Kong &#8211; órgão regulador dos advogados daquele território -, citado pelo diário britânico.</P><br />
<P>Wu, que viajava com passaporte britânico de Cidadão Nacional Ultramarino (BNO), foi libertado no mesmo dia e autorizado a entrar no Reino Unido.</P><br />
<P>O Ministério do Interior britânico declarou ao HKFP que &#8220;o Governo mantém-se firme no apoio à comunidade de Hong Kong no Reino Unido&#8221;, acrescentando que não comenta casos individuais.</P><br />
<P>Wu Chi-wai saiu da prisão de Hong Kong no mês passado, após cumprir quatro anos e cinco meses de pena por conspiração para subversão no âmbito do processo conhecido como &#8220;Hong Kong 47&#8221;, considerado o maior julgamento ao abrigo da lei de segurança nacional imposta por Pequim.</P><br />
<P>Wu foi o 20.º arguido a concluir a pena, num caso que envolveu 47 democratas acusados de planear &#8220;uma crise constitucional&#8221; através de eleições primárias não oficiais em 2020.</P><br />
<P>Querenta e cinco arguidos foram condenados e dois foram absolvidos neste processo.</P><br />
<P>De acordo com o The Times, Wu pretende obter residência através do regime especial para titulares de passaportes BNO, criado em 2021, que permite a obtenção de estatuto permanente após cinco anos de residência, em vez dos dez exigidos para outros migrantes.</P><br />
<P>Centenas de milhares de cidadãos da antiga colónia britânica já se mudaram para o Reino Unido desde a entrada em vigor da lei de segurança nacional, incluindo ativistas pró-democracia como Nathan Law e Finn Lau, ambos procurados pela polícia de Hong Kong, de acordo com o HKFP.</P><br />
<P>Pequim introduziu legislação para regular a segurança nacional em Hong Kong em 2020, criminalizando atos de subversão, secessão, terrorismo e colusão com forças estrangeiras, o que levou ao encerramento de dezenas de organizações civis e à prisão de centenas de opositores. Uma segunda legislação, em 2024, veio ampliar a anterior.</P><br />
<P>A ONU e governos ocidentais expressaram preocupação com a deterioração do Estado de direito, enquanto Pequim defendeu que a medida trouxe estabilidade e paz à região.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793269]]></sapo:autor>
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		<title>Taipé acusa Pequim de violar soberania após incursão de navio científico chinês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 03:04:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades de Taiwan acusaram hoje a China de tentar "violar a soberania" da ilha, após um navio científico chinês concluir um estudo em águas a leste do território, ato que Taipé classificou como "guerra cognitiva".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades de Taiwan acusaram hoje a China de tentar &#8220;violar a soberania&#8221; da ilha, após um navio científico chinês concluir um estudo em águas a leste do território, ato que Taipé classificou como &#8220;guerra cognitiva&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado pela agência oficial chinesa Xinhua, o ministério da Agricultura e dos Assuntos Rurais da China informou que o navio de investigação científica Lanhai 201, pertencente à Academia Chinesa de Ciências das Pescas, realizou entre 17 e 23 de julho uma prospeção de recursos piscícolas a leste de Taiwan.</P><br />
<P>O ministério indicou que os trabalhos decorreram em &#8220;águas sob jurisdição&#8221; da China, que reclama soberania sobre Taiwan &#8212; ilha autogovernada desde 1949 &#8212; e sobre os espaços marítimos adjacentes.</P><br />
<P>Em resposta, a Administração da Guarda Costeira (CGA) de Taiwan afirmou que acompanhou &#8220;de perto&#8221; os movimentos do Lanhai 201, que, às 14:30 locais (07:30 em Lisboa) de quarta-feira, se encontrava a cerca de 53 milhas náuticas (98 quilómetros) a leste &#8212; nordeste da ilha de Orquídea.</P><br />
<P>&#8220;A embarcação permanece sob vigilância constante do navio-patrulha Lanyu&#8221;, indicou a autoridade marítima, sem especificar se o navio chinês foi afastado da área.</P><br />
<P>A CGA sublinhou que a República da China, designação oficial de Taiwan, é um &#8220;país soberano e independente&#8221; e não mantém qualquer &#8220;relação de subordinação&#8221; com a República Popular da China, acrescentando que Pequim &#8220;não tem o direito de reclamar soberania nem jurisdição sobre as águas a leste de Taiwan&#8221;.</P><br />
<P>Sob o &#8220;pretexto de uma investigação de recursos piscícolas&#8221;, a China procura concretizar a sua &#8220;expansão hegemónica&#8221; naquela zona, denunciou o organismo, que apelou a Pequim para cessar de imediato ações que, na sua perspetiva, &#8220;prejudicam a paz entre as duas margens do estreito e minam a estabilidade regional&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a agência noticiosa taiwanesa CNA, esta é a segunda vez desde junho que a China envia um navio científico para leste da ilha.</P><br />
<P>O navio oceanográfico Xiang Yang Hong 22 realizou uma missão semelhante entre 16 e 18 de junho e chegou a entrar na &#8220;zona contígua&#8221; de Taiwan, a 24 milhas náuticas (44 quilómetros) da costa, de acordo com a CNA.</P><br />
<P>Ambos os episódios ocorreram depois de Pequim ter realizado, entre 6 e 10 de junho, uma &#8220;operação especial de controlo do tráfego marítimo&#8221; a leste de Taiwan, coincidindo com o anúncio do Japão e das Filipinas sobre o início de negociações para delimitar as respetivas fronteiras marítimas na região.</P><br />
<P>Nas últimas semanas, a Guarda Costeira chinesa e outras embarcações oficiais intensificaram as atividades em torno de Taiwan. O ministério da Defesa Nacional taiwanês registou 97 avistamentos destes navios desde o início de julho e 111 em junho, face aos 44 de maio e aos 40 de abril.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793268]]></sapo:autor>
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		<title>Tarifas: Admnistração Trump muda de estratégia legal em novas tarifas contra mais de 80 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 02:46:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos anunciaram na quinta-feira um novo pacote de tarifas para mais de 80 países, recorrendo a métodos jurídicos diferentes depois de os tribunais terem travado parte das medidas anteriores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos anunciaram na quinta-feira um novo pacote de tarifas para mais de 80 países, recorrendo a métodos jurídicos diferentes depois de os tribunais terem travado parte das medidas anteriores.</P><br />
<P>As novas taxas, entre 10% e 12,5%, entram em vigor às 00:01 de sexta-feira, hora da Costa Leste dos EUA (07:01 em Lisboa), em substituição da tarifa global temporária de 10% que deixa de vigorar à mesma hora. </P><br />
<P>A tarifa de 10% foi imposta pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, em fevereiro, logo após o Supremo Tribunal dos Estados Unidos declarar que muitas de taxas anteriores eram ilegais.</P><br />
<P>A nova medida estabelece um imposto adicional de 10% para economias como México, Guatemala, Honduras, El Salvador, Canadá, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Suíça, Reino Unido e países da União Europeia, enquanto outras economias ficam sujeitas a uma taxa de 12,5%, com variações e exceções conforme o país e o produto.</P><br />
<P>A decisão anunciada representa uma nova tentativa de Trump para manter uma política tarifária que tem recorrido a diferentes instrumentos legais desde o seu regresso à Casa Branca em 2025.</P><br />
<P>Ao contrário das tarifas anteriores, impostas como medida temporária para enfrentar desequilíbrios comerciais, as novas taxas sustentam-se na Lei de Comércio de 1974, que permite ao dirigente norte-americano responder a práticas comerciais estrangeiras que considera injustificadas ou discriminatórias.</P><br />
<P>Trump já tinha recorrido a esta disposição durante o primeiro mandato para impor tarifas à China, mas esta nunca tinha sido antes usada para tributar simultaneamente um número tão vasto de países.</P><br />
<P>Os novos impostos não se aplicam a todos os produtos, ficando de fora petróleo e gás, determinados recursos nacionais, bens abrangidos pelo acordo comercial entre EUA, México e Canadá, e produtos já sujeitos a tarifas por motivos de segurança nacional, como automóveis e aço.</P><br />
<P>A medida prevê ainda exceções para determinados bens cuja tributação possa gerar problemas de abastecimento ou disrupções económicas.</P><br />
<P>O Representante do Comércio dos EUA, Jamieson Greer, deixou claro ao Congresso esta semana que a mudança na base jurídica não sinaliza uma alteração na política comercial de Trump.</P><br />
<P>&#8220;Os instrumentos legais específicos que esta Administração está a utilizar mudaram, mas a estratégia comercial, não&#8221;, afirmou, defendendo a intenção do Governo norte-americano de continuar a utilizar tarifas e as negociações comerciais como ferramentas para impulsionar a reindustrialização do país, proteger os trabalhadores e reduzir o défice comercial.</P><br />
<P>A Administração Trump mantém aberta outra investigação ao abrigo da referida lei de 1974 contra 15 países e a União Europeia por alegadas práticas comerciais desleais nos seus setores industriais, uma revisão que poderá resultar em novas tarifas nas próximas semanas e ampliar ainda mais o alcance da política protecionista de Trump.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano sustenta que os novos impostos respondem ao facto de as economias visadas não terem aprovado ou aplicado eficazmente leis que proíbam a importação de produtos fabricados com trabalho forçado, o que, segundo Washington, coloca em desvantagem as empresas norte-americanas que cumprem essas normas.</P><br />
<P>Em abril de 2025, Trump anunciou uma tarifa base de 10% com base na Lei dos Poderes Económicos de Emergência Internacional, uma legislação comercial que confere ao Presidente autoridade para regular as transações internacionais durante uma emergência nacional.</P><br />
<P>Esta política, contudo, sofreu um rude golpe em Fevereiro deste ano, quando o Supremo Tribunal dos EUA decidiu que a competência para instituir tarifas em tempo de paz continua a ser do Congresso. </P><br />
<P>Trump anunciou imediatamente um outro regime de tarifas de 10% com base numa legislação comercial diferente, nunca antes utilizada, que limitava a aplicação das tarifas a um período de 150 dias. Esta medida foi agora substituída pelas recentes tarifas anunciadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793267]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Domingos Simões Pereira recebido pela diáspora guineense em Lisboa em clima de euforia e esperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 02:13:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dezenas de guineenses da diáspora receberam na madrugada de hoje num ambiente de euforia, no Aeroporto Humberto Delgado, o líder da oposição da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, que dizem representar a "esperança de toda uma nação".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dezenas de guineenses da diáspora receberam na madrugada de hoje num ambiente de euforia, no Aeroporto Humberto Delgado, o líder da oposição da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, que dizem representar a &#8220;esperança de toda uma nação&#8221;.</P><br />
<P>Num ambiente de entusiasmo, cantavam, gritavam palavras de ordem, empunhavam bandeiras e manifestavam apoio ao político, aguardando a sua vinda à zona das chegadas.</P><br />
<P>&#8220;É um misto de sentimentos, porque Domingos Simões Pereira é a esperança de toda uma nação. É um guerreiro nosso e nós acreditamos nele enquanto homem do povo, enquanto estadista, enquanto um senhor que ama a sua pátria e o seu povo&#8221;, contou à Lusa Sandra Ucha, uma das principais organizadoras desta mobilização.</P><br />
<P>&#8220;Ao vir para aqui, chorei um bocadinho, porque vi tantos guineenses a caminho para vir aqui para o aeroporto. Para receber muitos de nós, vai acordar às cinco da manhã, às quatro, para correr para ir trabalhar&#8221;, disse.</P><br />
<P>Domingos Simões Pereira saiu na quinta-feira da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico.</P><br />
<P>Estava a cumprir prisão preventiva desde o passado dia 10 de julho, no âmbito de um processo em que é acusado pela justiça militar de participação numa alegada tentativa de golpe de Estado ocorrida em outubro de 2025.</P><br />
<P>Na opinião da ativista, com Domingos Simões Pereira em liberdade &#8220;é mais fácil fazer uma política feroz contra os golpistas que assaltaram o país&#8221; e que a &#8220;comunidade internacional possa olhar para nós para o sofrimento do povo guineense&#8221;.</P><br />
<P>Questionada sobre se o opositor deveria, mais tarde, regressar à Guiné-Bissau, Sandra Ucha disse não ter dúvidas: &#8220;sim, ele não é homem de dar as costas à luta&#8221;.</P><br />
<P>Também à Lusa, Rui Pinto Ribeiro, médico a residir em Portugal e coordenador do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde  (PAIGC) na Europa, disse que Domingos Simões Pereira deve regressar ao país porque &#8220;é a única esperança da Guiné-Bissau, neste momento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A primeira coisa que nós priorizamos é a saúde, porque sem saúde não se pode resolver mais. Depois disto, arranjar as novas estratégias, que de facto, tem que voltar porque ele é o representante do povo, ou ele em si é o povo, e o povo o representa&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A expectativa era de que Domingos Simões Pereira saísse pela área das chegadas normais, levando os apoiantes a concentrarem-se nesse local, onde chegaram mesmo a estender tapetes tradicionais para o receber.</P><br />
<P>O aglomerado de pessoas provocou alguns momentos de tensão com a polícia.</P><br />
<P>Os guineenses acabaram por perceber que a saída seria feita por outro local e deslocaram-se para a saída do VIP Lounge, junto à porta do aeroporto, onde.</P><br />
<P>À saída, já perto da uma da manhã, o dirigente cumprimentou os presentes, enquanto era recebido num ambiente de euforia. Entre cânticos e aplausos, ouviam-se apelos à liberdade e incentivos para que &#8220;não desistisse&#8221;.</P><br />
<P>Questionando pelos jornalistas, à saída do lounge VIP do aeroporto de Lisboa, se tencionava regressar, Domingos Simões Pereira foi taxativo: &#8220;absolutamente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu sou guineense e continuarei, assim que possível, este combate&#8221;, garantiu.</P><br />
<P>Domingos Simões Pereira chegou por volta da 01:00 a Lisboa, tendo saído no dia anterior da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde vai submeter-se a tratamento médico.</P><br />
<P>A informação foi avançada à Lusa por fonte da defesa do político, num contacto telefónico feito a partir de Lisboa.</P><br />
<P>Citando o despacho do juiz, a fonte referiu que Simões Pereira foi autorizado a ausentar-se da Guiné-Bissau durante noventa dias, período durante o qual não poderá desenvolver atividade política.</P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que a decisão do juiz se baseou num relatório médico do Hospital Militar de Bissau, segundo o qual seria necessário que o líder do PAIGC fosse observado num centro médico especializado em Portugal.</P><br />
<P>&#8220;O suspeito está sujeito à obrigação de abster-se de desenvolver qualquer atividade político-partidária durante a vigência da suspensão. Findo o prazo de três meses, a situação processual do suspeito será novamente reapreciada pelo tribunal&#8221;, sublinha-se no despacho.</P><br />
<P>  </P><br />
<P>*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto de 2025 após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793266]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a perder 2,38%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 01:11:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a cair 2,38% para 64.844,89 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a cair 2,38% para 64.844,89 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, abriu a perder 1,11% para 4.015,03 pontos, às 9:00 locais (01:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<title>Setores de máquinas e calçado no Brasil sofrerão tarifas efetivas de 37,5% dos EUA &#8211; ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 01:01:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio, e Serviços do Brasil, Marcio Elias Rosa, afirmou que os setores do calçado, máquinas, equipamentos, peças, componentes e químicos não-farmacêuticos vão ser atingidos com tarifas cumulativas de 37,5% pelos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio, e Serviços do Brasil, Marcio Elias Rosa, afirmou que os setores do calçado, máquinas, equipamentos, peças, componentes e químicos não-farmacêuticos vão ser atingidos com tarifas cumulativas de 37,5% pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Márcio Elias Rosa afirmou na noite de quinta-feira que cerca de dois mil produtos brasileiros exportados para os EUA não estarão sujeitos a nenhuma das duas tarifas, a de 25%, anunciada na semana passada, e uma nova taxa de 12,5% anunciada no mesmo dia.</P><br />
<P>&#8220;Cerca de 2 mil produtos que o Brasil exporta para os Estados Unidos não estarão sujeitos a nenhuma das duas tarifas, nem a de 25% e nem a de 12,5%. É o caso, por exemplo, de carne, café, sumo de laranja, e frutas&#8221;, explicou o ministro brasileiro.</P><br />
<P>&#8220;Mas nós temos, lamentavelmente, muitos setores que estarão sujeitos à dupla tributação, dupla taxação (&#8230;) Para esses infelizmente a tarifa passa a ser de 37,5%&#8221;.</P><br />
<P>A sobretaxa de 12,5% anunciada por Washington é justificada pela acusação de que o Brasil é ineficiente no combate à entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado.</P><br />
<P>A medida aplica-se a 60 parceiros comerciais, com alíquotas entre 10% e 12,5%.</P><br />
<P>Segundo documento divulgado pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), o Brasil está entre os países que &#8220;falharam em impor e aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado&#8221;.</P><br />
<P>Além do Brasil, a tarifa de 12,5% será aplicada também à China, Argentina, Austrália, Índia, Reino Unido, Rússia e África do Sul.</P><br />
<P>Já a taxa de 10% será aplicada ao Canadá, Equador, União Europeia, Indonésia, México e Paquistão, porque o USTR reconheceu que esses países fizeram esforços para reduzir a importação de produtos considerados por Washington como originários de trabalho forçado.</P><br />
<P>A nova tarifa soma-se à taxa de 25% que entrou em vigor na quarta-feira, após uma investigação comercial do USTR que acusou o Brasil de adotar práticas comerciais desleais contra empresas norte-americanas, citando, entre outros pontos, o sistema de pagamentos PIX e o etanol brasileiro.</P><br />
<P>O Governo brasileiro rechaçou a nova tarifa de 12,5% e voltou a afirmar que recorrerá aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, e que acionará os mecanismos da Organização Mundial do Comércio (OMC).</P><br />
<P>O Palácio do Planalto disse ainda, em nota, que os EUA, &#8220;manipularam um tema caro os direitos humanos&#8221; para fazer uma a acusação aos parceiros comerciais.</P><br />
<P>&#8220;Na ausência de base legal interna para sustentar sua política comercial protecionista, o USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais&#8221;, informa a nota.</P><br />
<P>Ainda na conferência de imprensa, Márcio Elias Rosa disse que a nova decisão dos EUA é baseada em &#8220;fatos que não são reais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Brasil tem compromissos históricos com combate ao trabalho forçado, à prevenção, ao controle, à fiscalização, ao acolhimento das vítimas&#8221;, realçou.</P><br />
<P>A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), entidade empresarial sem fins lucrativos, estimou que as duas novas tarifas atingem aproximadamente 3 mil produtos brasileiros.</P><br />
<P>Para a Ancham Brasil, estas sobretaxas tendem a reduzir ainda mais a competitividade das exportações brasileiras, além de aprofundarem a retração do comércio bilateral e elevarem custos para empresas e consumidores norte-americanos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793264]]></sapo:autor>
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		<title>Candidatos a secretário-geral da ONU querem restaurar credibilidade da organização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 01:00:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os seis candidatos ao cargo de secretário-geral da ONU defenderam esta quinta-feira, num debate formal na sala da Assembleia Geral, a necessidade de restaurar a credibilidade de uma organização em crise, a uma semana do início oficial do processo de seleção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os seis candidatos ao cargo de secretário-geral da ONU defenderam esta quinta-feira, num debate formal na sala da Assembleia Geral, a necessidade de restaurar a credibilidade de uma organização em crise, a uma semana do início oficial do processo de seleção. </P><br />
<P>Sem favorito claro e com uma campanha pouco mobilizadora, a chilena Michelle Bachelet, a equatoriana María Fernanda Espinosa, o argentino Rafael Grossi, a costa-riquenha Rebeca Grynspan, a guianense Carolyn Rodrigues-Birkett e o senegalês Macky Sall responderam durante quase duas horas a perguntas de diplomatas, funcionários da ONU, representantes da sociedade civil e dois jornalistas da Bloomberg, que moderou e transmitiu o evento. Os candidatos nunca se interpelarem diretamente.</P><br />
<P>À questão inicial sobre o que os tornava a melhor escolha para o cargo, cada candidato destacou em dois minutos os pontos fortes das respetivas candidaturas para enfrentar uma época marcada por conflitos, evocando experiências nacionais e internacionais e a capacidade de dialogar com todos.</P><br />
<P>Todos concordaram no diagnóstico de uma ONU em crise financeira, amplamente criticada e necessitada de aprofundar a reforma iniciada por António Guterres, que deixará o cargo a 31 de dezembro de 2026. </P><br />
<P>Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile e antiga Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, destacou que não cederia à pressão de grandes países doadores e que afirmaria a sua autoridade moral, lembrando a sua longa experiência política e internacional. </P><br />
<P>A equatoriana María Fernanda Espinosa, que já presidiu à Assembleia Geral da ONU, insistiu na prevenção de conflitos como princípio operacional e prometeu presença no terreno, evocando a sua carreira diplomática e política. </P><br />
<P>Entretanto, o argentino Rafael Grossi, atual diretor da Agência Internacional de Energia Atómica, defendeu que o secretário-geral deve intervir quando qualquer Estado membro provoca uma guerra, sublinhando a sua experiência em negociações nucleares e de segurança internacional.</P><br />
<P>A costa-riquenha Rebeca Grynspan, secretária-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, afirmou que quer ver a ONU de volta à mesa dos cenários de conflito, apoiando-se na sua experiência em organismos multilaterais e na gestão de políticas económicas globais. </P><br />
<P>A guianense Carolyn Rodrigues-Birkett, embaixadora junto da ONU e antiga ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiana, sublinhou que o secretário-geral não tem o luxo de não agir e garantiu que seria a líder que tenta intervir em crises como as do Irão, Haiti, Sudão ou República Democrática do Congo. </P><br />
<P>O ex-presidente do Senegal, Macky Sall, prometeu restaurar a confiança nos primeiros cem dias e tornar a ONU mais ágil e eficaz, apresentando-se como &#8220;construtor de pontes&#8221;, apoiado na sua experiência de liderança política e regional em África.</P><br />
<P>O primeiro voto indicativo do Conselho de Segurança terá lugar a 30 de julho, em sessão privada e anónima. Serão necessários nove votos sem veto dos cinco membros permanentes para que um candidato seja transmitido à Assembleia Geral, que fará a nomeação formal. O novo secretário-geral assumirá funções em 01 de janeiro de 2027. </P><br />
<P>Richard Gowan, do International Crisis Group, considera que Grossi é frequentemente citado como favorito, mas não consolidou a corrida, enquanto Grynspan e Rodrigues-Birkett têm também muitos apoiantes, e a surpresa poderá vir de um candidato ainda não declarado. </P><br />
<P>Circulam vários nomes, incluindo o do presidente da FIFA, Gianni Infantino, que Donald Trump gostaria de ver à frente da ONU, segundo o New York Post.</P><br />
<P>Tradicionalmente, o cargo segue uma rotação geográfica e desta vez é reclamado pela América Latina, com muitos Estados a defenderem igualmente que seja ocupado por uma mulher pela primeira vez.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793263]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Domingos Simões Pereira chega a Lisboa mas promete voltar à Guiné-Bissau para continuar &#8220;combate&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 00:33:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O opositor guineense Domingos Simões Pereira chegou hoje de madrugada ao aeroporto de Lisboa, após sair da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva na Guiné-Bissau e prometeu regressar ao país para continuar "este combate".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O opositor guineense Domingos Simões Pereira chegou hoje de madrugada ao aeroporto de Lisboa, após sair da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva na Guiné-Bissau e prometeu regressar ao país para continuar &#8220;este combate&#8221;.</P><br />
<P>Questionando pelos jornalistas, à saída do lounge VIP do aeroporto de Lisboa, se tencionava regressar, Domingos Simões Pereira foi taxativo: &#8220;absolutamente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu sou guineense e continuarei, assim que possível, este combate&#8221;, garantiu o opositor guineense, que foi recebido em euforia por dezenas de guineenses a residir em Portugal e que encheram o aeroporto com bandeiras e gritos e cânticos de apoio.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793262]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump garante que secretário de Energia dos EUA &#8220;está a governar a Venezuela&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:33:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, realçou hoje que o seu secretário da Energia, Chris Wright, está a governar a Venezuela e felicitou-o pelo trabalho que tem vindo a realizar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, realçou hoje que o seu secretário da Energia, Chris Wright, está a governar a Venezuela e felicitou-o pelo trabalho que tem vindo a realizar.</P><br />
<P>O republicano, que falava durante um evento na sede da Agência de Proteção Ambiental (EPA), frisou que Wright &#8220;está a governar a Venezuela&#8221; e acrescentou que o está a fazer &#8220;melhor do que qualquer pessoa alguma vez fez&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Acho que podemos dizer que Chris Wright está a fazer um ótimo trabalho. Obrigado!&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Quando questionado sobre os resultados da sua intervenção no país sul-americano, Trump respondeu: &#8220;Também estamos a ganhar muito. E acho que temos direito a isso. Foi uma guerra de um dia&#8221;.</P><br />
<P>Wright viajou para a Venezuela em 11 de fevereiro, onde se encontrou com a presidente interina Delcy Rodríguez e visitou instalações petrolíferas. </P><br />
<P>A sua visita ocorreu após a administração Trump ter flexibilizado as sanções ao setor energético venezuelano.</P><br />
<P>O objetivo da visita foi promover a abertura e a reconstrução da indústria petrolífera da Venezuela, avaliar os campos petrolíferos existentes e avançar com o acordo energético entre o governo dos EUA e as novas autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>Posteriormente, em 13 de fevereiro, o Departamento do Tesouro aprovou as Licenças Gerais 49 e 50, que permitiram a empresas como a Chevron, BP, Eni, Shell e Repsol retomar as operações na Venezuela e abriram caminho a novos investimentos no setor do petróleo e gás sob autorização dos EUA.</P><br />
<P>Wright assumiu também um papel fundamental na implementação da estratégia energética de Washington para a Venezuela, negociando com empresas petrolíferas e supervisionando o esquema de comercialização do crude venezuelano.</P><br />
<P>A administração Trump visa a recuperação do setor para atrair até 100 mil milhões de dólares em investimentos e priorizar as empresas americanas, mantendo o controlo sobre as receitas provenientes da venda de petróleo.</P><br />
<P>As relações entre os Estados Unidos e a Venezuela, após a detenção do ex-presidente Nicolás Maduro, têm sido marcadas por uma estratégia delineada pelo secretário de Estado Marco Rubio perante o Congresso, focada na contenção institucional, na &#8220;quarentena do petróleo&#8221;, nas reformas económicas e na construção de uma suposta nova estrutura democrática.</P><br />
<P>A estas mudanças políticas junta-se o desafio da reconstrução após os devastadores sismos de 24 de junho. </P><br />
<P>O Banco Mundial estimou hoje que os danos físicos diretos causados pelos sismos ascendem a 19,6 mil milhões de dólares (17,2 mil milhões de euros, à taxa de câmbio atual) e alertou que uma reconstrução lenta pode prejudicar a recuperação económica do país na próxima década. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793261]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Polícia abre investigação sobre financiamento de banqueiro a cinebiografia de Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:31:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro autorizou quinta-feira a abertura de um inquérito da Polícia Federal para investigar repasses de recursos ligados ao filme «Dark Horse», sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro autorizou quinta-feira a abertura de um inquérito da Polícia Federal para investigar repasses de recursos ligados ao filme «Dark Horse», sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.</P><br />
<P>Segundo a decisão, adiantada pela imprensa brasileira, a PF deverá apurar o destino de recursos enviados pelo empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, sob a justificativa de financiar a produção cinematográfica.</P><br />
<P>O senador e pré-candidato a presidente do Brasil Flávio Bolsonaro pediu dinheiro a Vorcaro para bancar o filme e já afirmou anteriormente que os recursos foram destinados exclusivamente à produção, negando qualquer irregularidade.</P><br />
<P>A investigação pretende esclarecer se parte dos valores foi utilizada para custear despesas do seu irmão Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, ou outras ações de aliados de Jair Bolsonaro junto ao governo Donald Trump.</P><br />
<P>A decisão foi tomada após parecer da Procuradoria-geral da República considerar existirem elementos suficientes para a abertura formal da investigação sobre os repasses financeiros.</P><br />
<P>Em junho, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, defendeu a necessidade de instaurar um inquérito para apurar «todas as circunstâncias» relacionadas ao envio de recursos para os Estados Unidos sob a alegação de financiamento do filme.</P><br />
<P>Segundo a suspeita, descreve a imprensa brasileira a partir de fontes ligadas às investigações, os recursos teriam sido transferidos por uma empresa ligada a Vorcaro para um fundo sediado no Texas e controlado por aliados de Eduardo Bolsonaro.</P><br />
<P>Dark Horse tornou-se uma pedra no sapato na campanha de Flávio Bolsonaro, após o portal The Intercept Brasil revelar, em maio, que o então banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar o filme.</P><br />
<P>Os áudios mostram que Flávio negociou 134 milhões de reais (cerca de 22,65 euros na cotação atual) com Vorcaro, e que o banqueiro chegou a pagar 64 milhões de reais (10,9 milhões de euros).</P><br />
<P>Uma das conversas aconteceu em novembro passado, um dia antes do então banqueiro ser preso pela polícia brasileira por fraude financeira ligada ao Banco Master.</P><br />
<P>Desde então, a imprensa brasileira tem feito reportagens sobre atividades suspeitas de empresas e pessoas ligadas a produção do filme, além de mostrar contradições de Flávio e políticos sobre o financiamento da cinebiografia.</P><br />
<P>No início deste mês, a Polícia Federal do Brasil abriu outro inquérito para investigar possível irregularidade na produção do filme Dark Horse com uso de recurso público.</P><br />
<P>A suspeita é que cinco deputados bolsonaristas do Partido Liberal (PL) tenham destinado 4,6 milhões de reais, o equivalente a 777 mil euros, em emendas parlamentares a entidades ligadas à produção do filme.</P><br />
<P> </P><br />
<P>MYMA// RBF</P><br />
<P>Lusa/</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793260]]></sapo:autor>
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		<title>Espanha declara estado de emergência em Madrid e Ávila devido a incêndios florestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:29:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro espanhol do Interior, Fernando Grande-Marlaska, declarou o estado de emergência nacional nas províncias de Madrid e Ávila devido à "evolução dos incêndios florestais".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro espanhol do Interior, Fernando Grande-Marlaska, declarou o estado de emergência nacional nas províncias de Madrid e Ávila devido à &#8220;evolução dos incêndios florestais&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o Ministério do Interior, a decisão foi tomada face às proporções dos incêndios nos municípios de Villa del Prado e San Martín de Valdeiglesias (Madrid) e Burgohondo (Ávila)&#8221;, às condições meteorológicas &#8220;particularmente adversas&#8221;, e à &#8220;necessidade&#8221; de mobilizar &#8220;um volume significativo de recursos&#8221; de diferentes administrações públicas. </P><br />
<P>&#8220;Estes fatores aumentaram a complexidade dos esforços de combate aos incêndios e de proteção civil&#8221;, referiu o Ministério na noite de quinta-feira, num comunicado divulgado poucas horas depois do pedido de declaração feito pela Comunidade de Madrid.</P><br />
<P>O Ministério avaliou a &#8220;existência de evacuações preventivas&#8221;, a ameaça de incêndios em áreas urbanas e o potencial &#8220;impacto supraterritorial da emergência&#8221;. </P><br />
<P>Esta tarde, Marlaska deslocou-se ao posto de comando avançado localizado na cidade madrilena de Cenicientos para acompanhar o progresso dos incêndios em curso na região.</P><br />
<P>A Comunidade de Madrid solicitou na quinta-feira ao governo central a declaração de Situação Operacional 3 do Plano de Proteção Civil contra Incêndios Florestais na Comunidade (INFOMA).</P><br />
<P>A Comunidade informou que os incêndios estão para além da sua capacidade de extinção e afetam &#8220;a segurança de mais de 10.000 residentes de Madrid, que se encontram atualmente retirados&#8221;.</P><br />
<P> A presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, alertou na quinta-feira que a previsão meteorológica para as próximas 24 a 48 horas continua desfavorável, pelo que a operação continuará com &#8220;extrema cautela&#8221; e monitorização constante do avanço do incêndio.</P><br />
<P>A partir do Posto Avançado de Comando (PAC) de Cenicientos, Ayuso afirmou que, dos mais de 850 hectares ardidos, &#8220;aproximadamente 600 estão dentro da Comunidade de Madrid, a maioria em Villa del Prado e Aldea del Fresno&#8221;.</P><br />
<P>Ayuso indicou que a prioridade neste momento é determinar quantas casas e propriedades foram afetadas, uma vez que, explicou, o estado dos edifícios ainda está a ser inspecionado para apurar a real extensão dos danos.</P><br />
<P>A Presidente da Comunidade de Madrid denunciou &#8220;o desleixo para com as zonas rurais em Espanha&#8221; e exigiu que estas ocupem um lugar prioritário na agenda pública, &#8220;em vez de se concentrarem apenas no lucro&#8221;, defendendo também a necessidade de reforçar os esforços de prevenção nas florestas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793257]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: EUA iniciam 13ª vaga de ataques aéreos desde o fim do cessar-fogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:28:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comando Central das forças armadas dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou o início de uma nova ronda de ataques aéreos contra o Irão, a 13.ª desde o fim do cessar-fogo provisório.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comando Central das forças armadas dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou o início de uma nova ronda de ataques aéreos contra o Irão, a 13.ª desde o fim do cessar-fogo provisório.</P><br />
<P>O CENTCOM afirmou, em comunicado divulgado na rede social X, que a nova vaga de ataques teve início às 23:45 de Portugal continental, visando alvos militares iranianos para &#8220;responsabilizar o Irão e diminuir as ameaças da Guarda Revolucionária Islâmica à navegação comercial&#8221;. </P><br />
<P> Os militares norte-americanos realizaram na última noite a 12ª vaga de ataques contra o Irão desde o fim do cessar-fogo, com o objetivo declarado de minar a capacidade de Teerão de ameaçar o tráfego comercial no estreito de Ormuz, e às quais o Irão respondeu com ataques às bases militares de Ali al-Salem e al-Adiri, no Kuwait.</P><br />
<P>Após 12 dias consecutivos de ataques norte-americanos contra o território iraniano e de represálias do Irão no Médio Oriente, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano acusou hoje os Estados Unidos de adotarem uma atitude &#8220;irracional e dominadora&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O problema reside na abordagem dos Estados Unidos, uma abordagem irracional, excessiva e dominadora, que provocou uma resposta firme da nossa parte&#8221;, declarou Abbas Araghchi à televisão estatal, à margem da visita a Teerão do primeiro-ministro iraquiano, Ali al-Zaidi.</P><br />
<P>Também esta noite, o CENTCOM indicou que, desde o retomar do bloqueio naval contra o Irão, há nove dias, redirecionou 12 embarcações comerciais e inutilizou uma para impedir a entrada ou saída de navios de portos ou zonas costeiras iranianas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793259]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: França recebe meios aéreos incluindo de Portugal através de mecanismo da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A França solicitou a ativação do mecanismo de proteção civil da União Europeia (UE) e vai receber rapidamente reforços aéreos europeus para combater os incêndios, incluindo dois aviões portugueses, anunciou na quinta-feira à noite o Presidente Emmanuel Macron.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A França solicitou a ativação do mecanismo de proteção civil da União Europeia (UE) e vai receber rapidamente reforços aéreos europeus para combater os incêndios, incluindo dois aviões portugueses, anunciou na quinta-feira à noite o Presidente Emmanuel Macron.</P><br />
<P>&#8220;Poderemos contar rapidamente com reforços de dois aviões anfíbios Canadair da Croácia, dois aviões Air Tractor portugueses, bem como dois helicópteros de transporte pesado Black Hawk da República Checa e da Eslováquia&#8221;, detalhou Macron, através da rede social X.</P><br />
<P>Incêndios florestais violentos estão a consumir várias regiões do Sul da Europa e, em França, milhares de pessoas foram retiradas na quinta-feira de uma região turística no sudoeste por causa de um fogo, entretanto contido, que percorreu 3.400 hectares.</P><br />
<P>De origem provavelmente acidental, este incêndio em França, que começou na quarta-feira ao início da tarde, obrigou, por prevenção, as autoridades a retirarem mais de 20.000 pessoas na área da floresta das Landes de Gascogne, perto da bacia de Arcachon, uma região já afetada por fogos violentos no verão de 2022.</P><br />
<P>Nenhuma vítima foi registada até ao momento e apenas uma casa isolada foi destruída, três outras foram parcialmente atingidas pelas chamas e uma caravana queimou-se, segundo o último balanço.</P><br />
<P>Cerca de 700 bombeiros estão mobilizados contra as chamas, apoiados por dezenas de militares e guardas.</P><br />
<P>Segundo várias fontes ouvidas pela agência France-Presse (AFP), o fogo terá sido provocado por uma máquina de desbaste.</P><br />
<P>As autoridades privilegiam a hipótese de acidente e a câmara proibiu &#8220;todos os trabalhos florestais que utilizem motores térmicos&#8221; no departamento até novo aviso.</P><br />
<P>Em França, outro incêndio, que começou na terça-feira ao meio-dia num campo, está a afetar o departamento do Var (sudeste), tendo percorrido cerca de 2.500 hectares e &#8220;permanece estável&#8221;, segundo o autarca Simon Fabre, que autorizou na manhã de quinta-feira as 400 pessoas que foram retiradas a regressarem às suas casas.</P><br />
<P>No sul de Itália, dezenas de fogos florestais e de vegetação, alimentados pelo vento quente, estão a causar estragos, especialmente na Sicília, onde cerca de cem habitantes e 22 pacientes de uma clínica no centro da ilha também tiveram que ser retirados na quarta-feira, segundo os bombeiros.</P><br />
<P>Em Espanha, a maioria dos habitantes retirados das suas localidades na quarta-feira à noite, após o início de um incêndio a cerca de 70 quilómetros a sudoeste do centro de Madrid, já puderam regressar às suas casas, anunciaram na quinta-feira os serviços de emergência espanhóis.</P><br />
<P>Mas, vários eixos rodoviários permaneciam cortados na manhã de quinta-feira.</P><br />
<P>Três bombeiros morreram nos últimos dias, dois em França e um em Itália.</P><br />
<P>Nesta fase, 2026 situa-se em segundo lugar em áreas queimadas em toda a UE nas últimas duas décadas de medidas, de acordo com dados de satélite do sistema Effis analisados pela AFP. Mas é o pior ano em França, e um dos piores em Espanha e em Itália.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793258]]></sapo:autor>
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		<title>Alastramento de incêndio florestal a oeste de Madrid obriga a retirar 3.500 pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:44:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O alastramento de um incêndio florestal a 60 km a oeste de Madrid obrigou hoje a retirar 3.500 residentes da localidade de Aldea del Fresno, por precaução, anunciaram os serviços de emergência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O alastramento de um incêndio florestal a 60 km a oeste de Madrid obrigou hoje a retirar 3.500 residentes da localidade de Aldea del Fresno, por precaução, anunciaram os serviços de emergência.</P><br />
<P>Numa mensagem no X, Agência de Segurança e Emergências 112 de Madrid (ASEM 112) indicou que tinha enviado um alerta aos residentes de Aldea del Fresno, recomendando que retirassem para uma cidade próxima, Villamanta, para evitar o incêndio descontrolado na zona.  </P><br />
<P>Dezoito equipas de bombeiros do Corpo de Bombeiros de Madrid, bombeiros florestais, guardas florestais e da Unidade Militar de Emergência (UME) estão ativos na zona.</P><br />
<P>A autoestrada M-507 está encerrada no sentido Navalcarnero e a autoestrada N-403 está encerrada no sentido Toledo, no cruzamento das duas estradas.</P><br />
<P>Segundo fontes do governo regional, neste momento, existem três incêndios a afetar a Comunidade de Madrid: um em Villa del Prado, outro em San Martín de Valdeiglesias e outro em Almorox (Toledo), que se encontra em fase de estabilização.</P><br />
<P>A presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, alertou que a previsão meteorológica para as próximas 24 a 48 horas continua desfavorável, pelo que a operação continuará com &#8220;extrema cautela&#8221; e monitorização constante do avanço do incêndio.</P><br />
<P>A partir do Posto Avançado de Comando (PAC) instalado em Cenicientos, Ayuso afirmou que, dos mais de 850 hectares ardidos, &#8220;aproximadamente 600 estão dentro da Comunidade de Madrid, a maioria em Villa del Prado e Aldea del Fresno&#8221;.</P><br />
<P>Ayuso indicou que a prioridade neste momento é determinar quantas casas e propriedades foram afetadas, uma vez que, explicou, o estado dos edifícios ainda está a ser inspecionado para apurar a real extensão dos danos.</P><br />
<P>A Presidente afirmou que a Comunidade de Madrid irá agir &#8220;como já fez noutras ocasiões&#8221;, referindo-se à resposta dada após a tempestade DANA, que afetou vários municípios da região, quando o governo regional liderou a reconstrução das infraestruturas e prestou auxílio aos afetados.</P><br />
<P>Ayuso denunciou &#8220;o desleixo para com as zonas rurais em Espanha&#8221; e exigiu que estas ocupem um lugar prioritário na agenda pública, &#8220;em vez de se concentrarem apenas no lucro&#8221;, defendendo também a necessidade de reforçar os esforços de prevenção nas florestas.</P><br />
<P>Nesse sentido, defendeu a &#8220;limpeza das florestas&#8221;, a desflorestação e a restauração das práticas tradicionais de gestão, bem como a auscultação ativa dos agricultores, dos produtores pecuários e dos residentes afetados para evitar que incêndios como este se repitam &#8220;a cada ano, cada vez piores&#8221;.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793255]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Carneiro lembra diálogo &#8220;sem maioria absoluta&#8221; do I Governo e pede &#8220;coragem para decidir&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS afirmou hoje que as mudanças pelo I Governo Constitucional, "sem maioria absoluta", dependeram da capacidade de diálogo e "construir consensos" e defendeu que "a democracia exige coragem para decidir".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS afirmou hoje que as mudanças pelo I Governo Constitucional, &#8220;sem maioria absoluta&#8221;, dependeram da capacidade de diálogo e &#8220;construir consensos&#8221; e defendeu que &#8220;a democracia exige coragem para decidir&#8221;.</P><br />
<P>José Luís Carneiro falava no encerramento da sessão evocativa os 50 anos da tomada de posse do I Governo Constitucional, liderado por Mário Soares, na sede nacional do PS, em Lisboa.</P><br />
<P>Carneiro considerou que esse executivo de Soares, resultante das primeiras eleições legislativas após o 25 de Abril, &#8220;recusou soluções fáceis e populistas&#8221;, sublinhando o seu papel no lançamento das &#8220;bases para a despartidarização da Administração Pública&#8221;, promoção da justiça, pluralismo na comunicação social, o afastamento das Forças Armadas das funções de segurança civil e na aposta no &#8220;lugar de Portugal no mundo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estava assim a erguer os pilares de um verdadeiro Estado de direito democrático&#8221;, disse, salientando ainda que esse Governo, &#8220;no plano interno, promoveu o poder local democrático, avançou com a autonomia regional e apostou na reconciliação nacional, criando condições para sarar divisões e unir os portugueses em torno de um projeto comum&#8221;.</P><br />
<P>O secretário-geral socialista enfatizou que &#8220;tudo isto foi feito sem maioria absoluta&#8221; e &#8220;com diálogo, com respeito pelas instituições e com um profundo sentido de responsabilidade democrática&#8221;, salientando que uma das &#8220;maiores lições&#8221; deste executivo é de que &#8220;a democracia não se afirma pela imposição, mas pela capacidade de construir consensos e de respeitar a diversidade de opiniões&#8221;.</P><br />
<P>Depois de defender que o contributo do PS e de Mário Soares &#8220;foi decisivo&#8221; e que o I Governo Constitucional demonstrou que &#8220;era possível governar com firmeza e, ao mesmo tempo, moderação&#8221;, rejeitando &#8220;tanto radicalismos como tentações autoritárias&#8221;, Carneiro enumerou os que considera serem os atuais desafios democráticos.</P><br />
<P>&#8220;A desconfiança nas instituições, a polarização, a atomização das sociedade e dos indivíduos, os discursos populistas, a tentação de soluções simplistas para problemas complexos. O exemplo do I Governo Constitucional lembra-nos que a resposta não está no abandono dos princípios democráticos, mas no seu aprofundamento&#8221;, disse.</P><br />
<P>O secretário-geral do PS defendeu que &#8220;governar é escolher com responsabilidade, é respeitar as regras, é fortalecer as instituições e é colocar o interesse coletivo acima de agendas imediatas e oportunistas&#8221; e &#8220;democracia exige coragem para decidir, coragem para dialogar e coragem para resistir a tudo o que a possa fragilizar&#8221;.</P><br />
<P>Para Carneiro, este caminho &#8220;não é fácil&#8221;, dado o que encara como um cenário atual de &#8220;hiperpolítica inconsequente&#8221; que &#8220;quer respostas céleres e simplistas ao virar da esquina&#8221;.</P><br />
<P>O líder socialista concluiu o discurso citando as palavras de Soares, que apontava &#8220;a habitação, a assistência médica e hospitalar e a segurança social como as &#8220;grande carências do povo português&#8221;, e afirmando o legado do seu primeiro Governo &#8220;não pertence apenas ao passado&#8221;, mas &#8220;é uma exigência permanente no presente e uma responsabilidade para o futuro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cabe-nos a nós estar à altura dos caminhos que então foram abertos&#8221;, rematou.</P><br />
<P>Antes, intervieram nesta sessão a historiadora Maria Inácia Rezola e o professor catedrático da Universidade Católica José Miguel Sardica, o antigo membro do I Governo Constitucional Rui Vilar, e Isabel Soares, filha de Mário Soares.</P><br />
<P>O I Governo Constitucional, chefiado pelo socialista Mário Soares, tomou posse a 23 de julho de 1976 depois das eleições legislativas de 1976, as primeiras depois de aprovada a Constituição de 1976, e terminou o seu mandato em janeiro de 1978, na sequência da rejeição de uma moção de confiança.</P><br />
<P> </P><br />
<P>TS // RBF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793254]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CODU do Norte sofreu falha informática de duas horas que criou constrangimentos &#8211; Sindicato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:25:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Norte registou uma falha no sistema informático entre as 19:20 e 21:20 de hoje, criando constrangimentos no atendimento de chamadas e acionamento de meios, denunciou fonte sindical.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Norte registou uma falha no sistema informático entre as 19:20 e 21:20 de hoje, criando constrangimentos no atendimento de chamadas e acionamento de meios, denunciou fonte sindical.</P><br />
<P>O presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) referiu à agência Lusa que o CODU Norte ficou sem sistema pelas 19:20, situação que durou até às 21:20.</P><br />
<P>A Lusa tentou obter informações junto do INEM mas não foi possível até ao momento.</P><br />
<P>Rui Lázaro explicou que na sequência da falha informática, após vários &#8220;minutos sem qualquer tipo de resposta, com dezenas de técnicos parados&#8221;, foi tomada a decisão de &#8220;registar em papel&#8221;, para depois a informação ser &#8220;passada aos colegas do acionamento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Coimbra, Lisboa e Faro esteve sempre a funcionar normalmente [neste período], e as chamadas que sobraram do Porto, que foram muitas, foram desviadas para lá. O acionamento [no Norte] esteva a ser feito por Coimbra&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Rui Lázaro sublinhou que durante este período pelo menos 50 ocorrências estiveram por ser acionadas.</P><br />
<P>O presidente do STEPH salientou que, pelas 21:20, recebeu a informação que o sistema tinha regressado no CODU do Norte, mas que o atendimento estava a funcionar a metade, por &#8220;medo de sobrecarregar o sistema&#8221;, segundo informação transmitida pelos técnicos.</P><br />
<P>O líder sindical lembrou ainda que o CODU Norte é o maior do país e o que dá mais resposta, questionando ainda se o INEM não tem disponível um sistema de &#8216;backup&#8217;.</P><br />
<P>Na semana passada a Comissão de Trabalhadores (CT) do INEM denunciou falhas no sistema informático OnCall, utilizado nos CODU, alertando para riscos no acionamento dos meios de emergência e exigindo esclarecimentos ao conselho diretivo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793253]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street em queda pressionada pelos resultados das tecnológicas e receios sobre energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:07:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Nova Iorque encerrou hoje em forte queda, pressionada pelas grandes perdas das gigantes tecnológicas Alphabet e Tesla após a divulgação dos seus resultados e pelo fantasma de um grande choque energético.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Nova Iorque encerrou hoje em forte queda, pressionada pelas grandes perdas das gigantes tecnológicas Alphabet e Tesla após a divulgação dos seus resultados e pelo fantasma de um grande choque energético.</P><br />
<P>Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average caiu 0,97%, para 51.711,65 pontos, o tecnológico Nasdaq Composite caiu 2,15%, para 25.137,69 pontos, e o índice S&amp;P 500, mais abrangente, perdeu 1,21%, para 7.408,30 pontos.</P><br />
<P>Entre as maiores perdas do dia, as ações da Tesla caíram a pique 14,52%, eliminando quase 200 mil milhões de dólares em valor de mercado.</P><br />
<P>A pioneira dos veículos elétricos anunciou no dia anterior um lucro líquido inferior ao esperado para o segundo trimestre, apesar do aumento das vendas.</P><br />
<P>&#8220;A margem operacional caiu para 1,4%, a receita de créditos regulatórios caiu drasticamente e os investimentos em IA, condução autónoma e novos produtos continuaram a acelerar&#8221;, analisou Stuart Taylor, da empresa Envorso.</P><br />
<P>Também as ações da Alphabet, empresa-mãe da Google, caíram 6,89% para 318,34 dólares, apesar de um trimestre de forte crescimento, durante o qual a receita do seu negócio de computação em nuvem quase duplicou (em comparação com o ano anterior).</P><br />
<P>Segundo Bob Lang, da empresa de investimento Explosive Options, a empresa sofreu com o seu apetite por inteligência artificial, para a qual planeia gastos cada vez maiores.</P><br />
<P>&#8220;Ela não tem outra escolha senão gastar mais para acompanhar os seus concorrentes&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>&#8220;A corrida à monetização, ao poder computacional e à relevância está a intensificar-se, enquanto a perspetiva de rentabilidade permanece, na melhor das hipóteses, incerta&#8221;, o suficiente para deixar os investidores cautelosos, observou Jose Torres, da plataforma Interactive Brokers.</P><br />
<P>A liquidação foi massiva e aproximadamente 800 mil milhões de dólares em valor de mercado evaporaram-se para as &#8216;big seven&#8217;, os principais nomes da tecnologia americana.</P><br />
<P>A volatilidade do mercado também aumentou devido à &#8220;escalada das tensões geopolíticas&#8221;, segundo Torres.</P><br />
<P>O Irão e os Estados Unidos declararam a sua determinação em continuar os seus ataques, enquanto uma segunda frente foi aberta no mar Vermelho pelos rebeldes houthis do Iémen, aliados de Teerão.</P><br />
<P>Estes recentes acontecimentos impulsionaram o preço do petróleo Brent, uma referência internacional, acima dos 100 dólares por barril, a primeira vez desde maio.</P><br />
<P>Quando as expectativas de inflação aumentam, os investidores exigem maiores retornos dos investimentos para manter as suas margens.</P><br />
<P>Estes ventos contrários ofuscaram a receção positiva dada aos resultados trimestrais de várias empresas.</P><br />
<P>O grupo de defesa Lockheed Martin (subida de 10,54%, para 568,59 dólares) subiu depois de elevar as suas projeções anuais, beneficiando, em particular, da produção de munições.</P><br />
<P>A empresa de leasing United Rentals também registou um aumento de mais de 10%, enquanto a siderúrgica Cleveland-Cliffs disparou quase 16%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793252]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Israel ameaça Teerão com &#8220;golpe devastador&#8221; caso ataque o seu território</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 21:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, garantiu hoje que o seu país está a preparar-se para "qualquer eventualidade" e avisou que o Irão sofrerá "um golpe devastador" caso lance um ataque contra o território israelita.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, garantiu hoje que o seu país está a preparar-se para &#8220;qualquer eventualidade&#8221; e avisou que o Irão sofrerá &#8220;um golpe devastador&#8221; caso lance um ataque contra o território israelita.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a preparar-nos para qualquer eventualidade. Se o Irão atacar Israel, sofrerá um golpe devastador&#8221;, frisou Katz durante uma reunião de segurança, segundo um comunicado divulgado pelo Ministério da Defesa de Israel.</P><br />
<P>A reunião contou ainda com a presença do Chefe do Estado-Maior do Exército israelita, Eyal Zamir, do diretor-geral do Ministério da Defesa, Amir Baram, do comandante da Força Aérea e de autoridades dos Serviços de Informações e do Comando da Defesa Civil, a unidade militar responsável pela proteção da população civil.</P><br />
<P>As declarações do ministro surgem num momento de crescente tensão na região. </P><br />
<P>Já o Presidente norte-americano, Donald Trump, destacou hoje que está a considerar lançar um &#8220;ataque em massa&#8221; contra o Irão, de maior escala do que a operação de 40 dias iniciada a 28 de fevereiro em conjunto com Israel, embora tenha esclarecido que ainda não tomou uma decisão final.</P><br />
<P>Trump referiu que Washington está preparado para agir e manifestou a sua confiança de que Israel &#8220;juntaria em dois minutos&#8221; se lhe fosse pedido, embora tenha mantido que os Estados Unidos têm capacidade para agir de forma independente.</P><br />
<P>No mês passado, Washington e Teerão assinaram um memorando de entendimento para estabelecer um cessar-fogo, desbloquear o estreito de Ormuz e permitir tempo para negociações sobre o programa nuclear iraniano, mas a trégua falhou e os dois países têm trocado ofensivas nas últimas duas semanas. </P><br />
<P>Em retaliação aos mais recentes ataques norte-americanos, Teerão tem atacado países aliados dos Estados Unidos na região, como é o caso do Kuwait, Bahrein e Jordânia.</P></p>
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