Volkswagen confirma suspensão de vendas de veículos com motor EA 189

Reforçando aquilo que já anteriormente havia sido divulgado, a Volkswagen confirmou a suspensão da comercialização na União Europeia de veículos diesel equipados com software capaz de adulterar as emissões poluentes, embora isso apenas afete os motores diesel Euro 5 do tipo EA 189 que são já em número reduzido nos concessionários. A marca terá de chamar às oficinas cerca de 8.5 milhões de veículos na União Europeia de forma a reparar a situação relativa aos modelos com aquele software instalado, num processo que se pode vir a revelar duradouro tendo em conta a quantidade de automóveis envolvidos.   Mudanças no grupo? De igual forma, o núcleo de marcas do Grupo Volkswagen poderá ser revisto para fazer face aos custos alusivos ao problema das emissões dos modelos diesel. Segundo informações reveladas pela Bloomberg, que cita Stefan Bratzel, diretor do Centro de Gestão Automóvel da Universidade de Ciências Aplicadas da Alemanha, a continuidade de algumas marcas no seio do Grupo germânico poderá estar em causa. As visadas poderão ser aquelas que menos lucros têm dado nos últimos anos, como a SEAT, a Bugatti, a Lamborghini ou a Ducatti. Contudo, oficialmente, a marca não confirmou nada a este respeito, além do já referido…

Pedro Junceiro

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Reforçando aquilo que já anteriormente havia sido divulgado, a Volkswagen confirmou a suspensão da comercialização na União Europeia de veículos diesel equipados com software capaz de adulterar as emissões poluentes, embora isso apenas afete os motores diesel Euro 5 do tipo EA 189 que são já em número reduzido nos concessionários.
A marca terá de chamar às oficinas cerca de 8.5 milhões de veículos na União Europeia de forma a reparar a situação relativa aos modelos com aquele software instalado, num processo que se pode vir a revelar duradouro tendo em conta a quantidade de automóveis envolvidos.
 
Mudanças no grupo?
De igual forma, o núcleo de marcas do Grupo Volkswagen poderá ser revisto para fazer face aos custos alusivos ao problema das emissões dos modelos diesel. Segundo informações reveladas pela Bloomberg, que cita Stefan Bratzel, diretor do Centro de Gestão Automóvel da Universidade de Ciências Aplicadas da Alemanha, a continuidade de algumas marcas no seio do Grupo germânico poderá estar em causa.
As visadas poderão ser aquelas que menos lucros têm dado nos últimos anos, como a SEAT, a Bugatti, a Lamborghini ou a Ducatti. Contudo, oficialmente, a marca não confirmou nada a este respeito, além do já referido corte em projetos não essenciais recentemente anunciado pelo novo presidente do grupo, Matthias Müller.

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