Vodafone cria marca para clientes empresariais

Pela primeira vez, a Vodafone desenvolveu uma identidade global para o segmento empresarial. A nova marca Vodafone Business vai abarcar todos os clientes corporativos das regiões onde a operadora está presente, incluindo Portugal.

Segundo a Vodafone, na base da criação desta marca estão os resultados do Barómetro de Tendências Globais 2019, segundo o qual as quatro prioridades dos negócios para os próximos 12 meses são confiança, ética, inteligência artificial e foco no cliente. Para chegar a esta conclusão, a operadora recolheu as opiniões de empresários, analistas de mercado, consultores e futurologistas.

«O foco no cliente e a necessidade de colocar as pessoas no centro do negócio é uma das tendências com as quais nos identificamos mais e que incluímos na concepção da nova marca, Vodafone Business», explica Paula Carioca, administradora da Vodafone para o segmento empresarial. «Queremos ser o parceiro de excelência das empresas nacionais, impulsionando o seu processo de transformação digital, através da disponibilização de soluções de última geração e de um serviço cada vez mais personalizado», conclui em comunicado.

Tendências para 2019

O mesmo barómetro apresenta dados mais aprofundados sobre cada uma das prioridades identificadas. Relativamente à confiança, a Vodafone afirma que este é um facto particularmente especial num mundo digital: 70% dos inquiridos sentem-se ameaçados pelos riscos cibernéticos; 65% admitem ter deixado de usar serviços digitais devido a questões de segurança; e 55% assumem que manter a confiança dos clientes é uma preocupação.

A ética, por seu turno, parece estar na base do sucesso das empresas. Tendo em conta a necessidade de diferenciação, fruto do aumento da competitividade, agir de forma ética e em respeito pela sociedade é essencial para o estabelecimento de relações de confiança entre empresas e colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros.

Passando para a inteligência artificial, trata-se de uma questão de equilíbrio na relação entre pessoas e máquinas: 86% dos inquiridos acreditam que a inteligência artificial vai gerar novos empregos; 83% pensam que as profissões serão mais produtivas; e 85% concordam que os seres humanos terão de trabalhar com sistemas de inteligência artificial. Por outro lado, 54% mostram-se inseguros face à possibilidade de o uso da inteligência artificial pode levar a discriminação.

Por fim, o foco no cliente. As pessoas como elemento central dos negócios é a quarta prioridade abordada no estudo, tendo por base de que um mercado volátil, dominado pela tecnologia, deve estar atento às necessidades dos clientes e colaboradores: 93% dos líderes empresariais acreditam que os clientes têm expectativas cada vez maiores e 95% admitem que é vital ajudar os colaboradores a serem mais produtivos.

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