Más notícias para quem vive na capital. Em 2020, cada lisboeta terá de pagar, em média, 545 euros em impostos e taxas. Contas feitas, a autarquia conta arrecadar cerca de 263 milhões de euros.
As contas são do “Jornal de Negócios” e dizem respeito às principais contribuições dos munícipes para as receitas da Câmara Municipal de Lisboa: o IRS (através da participação para os municípios), o Imposto Municipal de Imóveis (IMI), o Imposto Único de Circulação (IUC) e as tarifas de saneamento e de resíduos urbanos. O “Negócios” usou o número de eleitores inscritos no município de Lisboa nas últimas legislativas (483.087), pelo que não foram considerados os indivíduos com menos de 18 anos.
Estas contas consideram os mesmos impostos e taxas que a autarquia usa num simulador chamado «o meu orçamento». Nesta ferramenta, lançada no ano passado, cada munícipe pode indicar o seu rendimento, consumo de água e IUC e IMI pagos. O objectivo é perceber qual é a sua contribuição para o orçamento municipal e perceber onde é gasto o dinheiro. Em 2020 será o chamado “Eixo A – Melhorar a Qualidade de Vida e o Ambiente” a receber a maior fatia da contribuição.
Se considerarmos todos os impostos e taxas que financiam a autarquia, a receita estimada para 2020 sobe para 519 milhões de euros. Neste bolo incluem-se, entre outros, a derrama, exigida às empresas, e o Imposto Municipal sobre Transmissões, que é exigido na venda de imóveis. Nestes, a câmara prevê arrecadar 278 milhões de euros.





