Versão Diesel é aposta central da Honda para o HR-V

A Honda não esconde o seu optimismo para o lançamento do novo HR-V em solo europeu, modelo com que a marca nipónica deseja regressar a uma posição de destaque no Velho Continente. Os últimos 24 meses não têm sido especialmente positivos para a marca criada por Soichiro Honda, pelo que a renovação de gama levada a cabo pela Honda neste ano de 2015 se revela fundamental, em especial com a chegada de dois modelos importantíssimos – o HR-V e o Jazz. Sobre o primeiro, cuja apresentação internacional decorreu em Portugal ao longo das últimas semanas, as perspectivas de vendas são ambiciosas e, ao mesmo tempo, realistas, com a marca a apontar um objectivo de 500 matrículas por ano, sendo que a grande fatia desse plano estratégico assentará na versão Diesel 1.6 i-DTEC de 120 cv. Os responsáveis da marca indicam que, para Portugal, as vendas da variante Diesel deverão representar mais de 90% do total, contra menos de 10% da versão com motor a gasolina 1.5 i-VTEC de 130 cv, a qual a Honda considera que será uma versão com vendas residuais, para os clientes que fazem poucos quilómetros e que nesse caso poderão dar primazia à versão a gasolina. Disponível…

Pedro Junceiro
2015 Honda HR-V
2015 Honda HR-V

A Honda não esconde o seu optimismo para o lançamento do novo HR-V em solo europeu, modelo com que a marca nipónica deseja regressar a uma posição de destaque no Velho Continente. Os últimos 24 meses não têm sido especialmente positivos para a marca criada por Soichiro Honda, pelo que a renovação de gama levada a cabo pela Honda neste ano de 2015 se revela fundamental, em especial com a chegada de dois modelos importantíssimos – o HR-V e o Jazz.

Sobre o primeiro, cuja apresentação internacional decorreu em Portugal ao longo das últimas semanas, as perspectivas de vendas são ambiciosas e, ao mesmo tempo, realistas, com a marca a apontar um objectivo de 500 matrículas por ano, sendo que a grande fatia desse plano estratégico assentará na versão Diesel 1.6 i-DTEC de 120 cv.

Os responsáveis da marca indicam que, para Portugal, as vendas da variante Diesel deverão representar mais de 90% do total, contra menos de 10% da versão com motor a gasolina 1.5 i-VTEC de 130 cv, a qual a Honda considera que será uma versão com vendas residuais, para os clientes que fazem poucos quilómetros e que nesse caso poderão dar primazia à versão a gasolina.

Disponível em três níveis de equipamento (Comfort, Elegance e Executive), o novo HR-V vem equipado de série com equipamentos como sistema de travagem activa, start/stop, vidros eléctricos, ar condicionado automático e assistência ao arranque em descidas, entre outros. O primeiro nível de equipamento custa entre 23 mil e 26 mil euros, enquanto o segundo nível está disponível entre os 24.750 euros e os 27.700 euros, oferecendo, para além do que equipa o primeiro, volante em pele, sensor de chuva e estacionamento, sistema Honda Connect ou ainda cruise control com leitura de sinais de trânsito. O topo de gama deste modelo, que se situa entre os 27.800 euros e os 30.800 euros,  acrescenta aos níveis anteriores a câmara de estacionamento traseiro, arranque inteligente sem chave, tecto panorâmico e faroís LED, entre outros. Destaque ainda para as duas novas cores exclusivas, sendo que todas as opções de cores metalizadas ou perladas têm custo adicional de 550 euros.

O novo Honda HR-V retoma o legado daquele que foi um dos precursores do segmento SUV na Europa, o HR-V original, cujo lançamento ocorreu em 1999 (na versão de três portas, surgindo a de cinco portas apenas no ano seguinte). Os dois primeiros anos de comercialização revelaram-se um sucesso, com a marca a registar um total de 5100 matrículas ao longo do período de comercialização daquele modelo, entre 1999 e 2005. Agora, dez anos depois do final do modelo original, surge a nova geração do HR-V que, como curiosidade, apresenta um peso bastante semelhante ao anterior.

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O início da comercialização é esperado para o dia 26 de Outubro, com o Honda HR-V a surgir apenas em versão de tracção dianteira (não está prevista nenhuma versão com tracção integral), beneficiando de Classe 1 nas portagens.

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