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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sat, 25 Jul 2026 07:00:01 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Portugal acorda com tempo mais fresco: aguaceiros e máximas baixas marcam o dia de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 07:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental entra neste sábado sob influência de uma massa de ar mais fresco de origem atlântica, num cenário marcado por temperaturas inferiores ao habitual para a época e pela possibilidade de aguaceiros, sobretudo nas regiões Norte e Centro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra neste sábado sob influência de uma massa de ar mais fresco de origem atlântica, num cenário marcado por temperaturas inferiores ao habitual para a época e pela possibilidade de aguaceiros, sobretudo nas regiões Norte e Centro. O tempo deverá manter-se instável ao longo do dia, especialmente nas zonas montanhosas e no litoral ocidental, enquanto o Sul continuará a ser a região menos afetada pela precipitação.</p>
<p>Apesar deste ambiente mais fresco, a tendência aponta para uma melhoria significativa já durante o domingo, com tempo mais estável e uma subida gradual das temperaturas. As previsões são do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aguaceiros-e-altos-e-baixos-na-temperatura-marcam-o-estado-do-tempo-ate-domingo-26-de-julho-em-portugal-continental.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>.</p>
<p>A configuração atmosférica resulta do posicionamento do anticiclone dos Açores a oeste da Península Ibérica, favorecendo uma circulação de noroeste. Em simultâneo, a passagem de um cavado em altitude permite a entrada de ar mais frio e instável, promovendo maior nebulosidade e o desenvolvimento de aguaceiros dispersos. Ao longo deste sábado, a precipitação será mais provável nas serras do Minho, de Trás-os-Montes e das Beiras, onde os acumulados poderão variar entre cinco e dez milímetros. A sul do sistema Montejunto-Estrela deverá continuar a predominar o tempo seco, embora com céu variável. O vento soprará de noroeste, moderado junto ao litoral e fraco a moderado nas restantes regiões.</p>
<p>Este deverá ser o dia mais fresco do período em análise, com anomalias térmicas negativas que poderão atingir os cinco graus abaixo da média habitual em vários locais do Norte e do interior do país. As temperaturas máximas deverão rondar os 23 graus no litoral Norte e Centro, atingir cerca de 26 graus em Braga, 24 graus na Guarda, 29 graus em Castelo Branco, 28 graus em Évora e oscilar entre os 30 e os 31 graus em Beja, que continuará entre os distritos mais quentes.</p>
<p>A partir de domingo, o cenário meteorológico deverá mudar gradualmente. Com o afastamento da instabilidade e o reforço da estabilidade atmosférica, o tempo será predominantemente seco e soalheiro, permitindo uma recuperação das temperaturas, sobretudo nas regiões do interior. As máximas deverão aproximar-se dos 30 graus em cidades como Braga, Coimbra e Viseu, podendo atingir entre 32 e 33 graus em Castelo Branco, Portalegre e Évora e variar entre 33 e 35 graus em Beja. Ainda assim, a persistência da circulação de noroeste continuará a moderar os valores térmicos junto ao litoral, onde o ambiente permanecerá mais fresco do que é habitual para o final de julho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793599]]></sapo:autor>
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		<title>Apatridia seria fácil de resolver se houvesse vontade política &#8211; ACNUR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 07:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 26jul 2026 (Lusa) -- Pelo menos 4,5 milhões de pessoas são apátridas, número que deverá aumentar no futuro, avançou hoje a responsável da ONU pela questão, defendendo que este é dos poucos problemas globais que tem solução identificada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 26jul 2026 (Lusa) &#8212; Pelo menos 4,5 milhões de pessoas são apátridas, número que deverá aumentar no futuro, avançou hoje a responsável da ONU pela questão, defendendo que este é dos poucos problemas globais que tem solução identificada.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos o que é preciso fazer&#8221;, afirmou a coordenadora-chefe da unidade de apátridas do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR), organização que recebeu um mandato para combater o problema, em entrevista à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;Mas é preciso haver vontade política&#8221;, sublinhou Monika Sandvik, lembrando que a decisão de dar ou não nacionalidade a uma pessoa é exclusivamente determinada pelos Estados.</P><br />
<P>O ACNUR, assim como todas as organizações e agentes que combatem a apatridia, apenas pode incentivar &#8220;revisões das legislações ou de certas disposições, ou prevenir a existência de disposições discriminatórias na lei da nacionalidade&#8221;, explicou Monika Sandvik.</P><br />
<P>A pressão pelo cumprimento dos direitos humanos em geral, e deste em particular, é uma história longa, que levou à maior campanha de sensibilização de sempre realizada pelo ACNUR.</P><br />
<P>Denominada #I Belong (Eu pertenço), a campanha durou 10 anos (de 2014 a 2024), dos quais a coordenadora-chefe da agência da ONU faz um balanço de sucesso.</P><br />
<P>&#8220;Uma das coisas positivas é que cerca de 600 mil pessoas tiveram a sua nacionalidade confirmada ou adquiriram-na&#8221;, avançou a responsável, apontado o Quénia como um bom exemplo a seguir.</P><br />
<P>&#8220;O Quénia tinha grupos étnicos que já tinham chegado ao país antes da independência, vieram da Somália ou de Moçambique, por exemplo. Mas quando elaborou a sua constituição e listou os nomes das etnias consideradas indígenas, esses não foram incluídos&#8221;, descreveu, adiantando que essas pessoas se tornaram apátridas por muitos e muitos anos.</P><br />
<P>Na última década, pressionado para respeitar os direitos humanos, o Quénia resolveu integrar grupos inteiros, como os Maconde ou os Shona, elogiou a responsável do ACNUR que acredita que muitos outros casos poderão seguir-se.</P><br />
<P>&#8220;A maioria dos países quer causar uma boa impressão no panorama internacional, e sentem-se um pouco desconfortáveis cada vez que são mencionados em comités ou mecanismos de direitos humanos. Portanto, essa é uma forma de os pressionar&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Apesar do aparente otimismo, Monika Dandvik reconhece que há casos que parecem quase impossíveis de resolver. Como o dos Rohingyas, o maior grupo étnico apátrida do mundo, cujo país, Myanmar, faz dessa discriminação um instrumento político deliberado.</P><br />
<P>&#8220;Tem havido muita pressão em termos de defesa dos direitos humanos em Myanmar para abordar a discriminação e as violações dos direitos humanos contra os Rohingya. A situação continua na mesma&#8221;, lastimou a coordenadora do ACNUR, reiterando que a ONU apenas pode fazer recomendações. </P><br />
<P>A atribuição de uma nacionalidade é essencialmente um direito humano e cívico, sublinhou, embora ressalve que a apatridia tem outras vertentes.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que a situação é uma questão de direitos humanos, sim, mas também é um problema de desenvolvimento&#8221;, alertou.</P><br />
<P>Quando o grupo étnico queniano Shona foi integrado na nação, a ONU fez, em conjunto com o Banco Mundial, um estudo que comparou a situação socioeconómica das pessoas quando eram apátridas e depois de receberem a nacionalidade.</P><br />
<P>Uma das principais conclusões foi que &#8220;a inclusão melhorou significativamente a situação financeira deste grupo. Portanto, claramente, existem dividendos socioeconómicos em conceder nacionalidade às pessoas&#8221;, disse Monica Sandvik, explicando que &#8220;quando há populações num território que basicamente não existem, também não podem pagar impostos e participar na vida ativa.</P><br />
<P>&#8220;São marginalizadas e, a longo prazo, é mais dispendioso para os Estados terem este tipo de população no seu território&#8221; do que integrá-las, garantiu.</P><br />
<P>O estudo revelou que a regularização da cidadania da comunidade impulsionou drasticamente a inclusão financeira, com o acesso a bancos a quadruplicar e o uso de carteiras móveis a atingir 97% das famílias. </P><br />
<P>A obtenção de documentos de identidade permitiu a formalização de negócios e melhorou o acesso à saúde, embora ainda persistam desafios no ritmo de emprego e disparidades de género.</P><br />
<P>Segundo o mais recente relatório global do ACNUR, existem cerca de 4,5 milhões de apátridas oficialmente reportados no mundo, tendo este grupo aumentado 3% face aos anos anteriores.</P><br />
<P>A própria organização reconhece, no entanto, que o número real é significativamente maior, já que pessoas sem registo civil ou nacionalidade oficial tendem a ser cidadãos-fantasma nos censos dos países.</P><br />
<P>O número real pode aproximar-se ou ultrapassar os 10 a 15 milhões de indivíduos em limbo jurídico global.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793820]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Perto de uma centena de operacionais combatem fogo em Monchique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 06:53:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Perto de uma centena de operacionais estão a combater um incêndio que deflagrou esta madrugada numa zona florestal em Monchique, no Algarve, avançou à Lusa fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) pelas 07:30.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Perto de uma centena de operacionais estão a combater um incêndio que deflagrou esta madrugada numa zona florestal em Monchique, no Algarve, avançou à Lusa fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) pelas 07:30.</P><br />
<P>De acordo com o segundo comandante regional do Comando sub-regional do Algarve da ANEPC, Abel Gomes, o alerta para o fogo no local de Vale de Água, freguesia de Marmelete, foi dado às 04:58, estando as chamas a lavrar numa zona de mato e eucaliptos.</P><br />
<P>Por se tratar de uma zona &#8220;de difíceis acessos&#8221; e o vento forte estar &#8220;a complicar as operações de combate&#8221; &#8211; que, neste momento, mobilizam 98 operacionais e 32 viaturas &#8211; o responsável disse estar previsto o acionamento de meios aéreos a partir das 08:30.</P><br />
<P>Segundo Abel Gomes, neste momento as chamas não ameaçam quaisquer habitações.</P><br />
<P>O concelho de Monchique, no distrito de Faro, apresenta hoje perigo máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793819]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tufão Noul coloca Hong Kong, Macau e sul da China em alerta máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 05:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tufão Noul deverá trazer ventos fortes e chuvas intensas ao sul da China, incluindo Hong Kong e Macau, durante o fim de semana, colocando a região em alerta máximo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tufão Noul deverá trazer ventos fortes e chuvas intensas ao sul da China, incluindo Hong Kong e Macau, durante o fim de semana, colocando a região em alerta máximo.</P><br />
<P>O tufão passou pela costa sul de Taiwan, com a Administração Central de Meteorologia da ilha a apontar que este se estava a afastar hoje em direção ao sul da China. O Centro Meteorológico Nacional da China anunciou esperar chuvas intensas no sudeste da província de Guangdong e na costa sul da província de Fujian entre sábado e domingo.</P><br />
<P>Em Macau, os Serviços Meteorológicos e Geofísicos (SMG) alertaram para uma elevada probabilidade de subir o nível de alerta para sinal 3 de tufão na noite de sábado, com operadores de transporte a anunciarem alguns cancelamentos.</P><br />
<P>A escala de alerta de tempestades tropicais é formada pelos sinais 1, 3, 8, 9 e 10, com a emissão a depender da proximidade da tempestade e da intensidade do vento.</P><br />
<P>Segundo a trajetória prevista, o Noul desloca-se para noroeste-oeste em direção à costa oriental de Guangdong e deverá atingir terra a cerca de 180 quilómetros a leste de Macau entre a meia-noite e a manhã de domingo.</P><br />
<P>As autoridades de Macau alertaram , contudo, para incertezas na rota e intensidade da tempestade, não excluindo uma entrada mais a oeste, próxima do Estuário do Rio das Pérolas.</P><br />
<P>Embora a probabilidade de subir para sinal 3 durante a noite seja considerada &#8220;relativamente baixa a média&#8221;, os serviços avisaram que os ventos irão intensificar-se após a entrada em terra, com a direção a virar para sudoeste.</P><br />
<P>O Aeroporto Internacional de Macau anunciou o cancelamento de 22 voos da Air Macau entre 24 e 25 de julho, afetando ligações a Taipé, Taichung, Kaohsiung e Xiamen, tanto em partidas como em chegadas. </P><br />
<P>Entretanto, a Direção dos Serviços de Assuntos Marítimos e de Água (DSAMA) informou que as ligações marítimas de passageiros entre Macau e Shenzhen foram suspensas, e alertaram que poderão seguir-se mais suspensões ou ajustes de horários se o Noul se aproximar do estuário do Rio das Pérolas.</P><br />
<P> O Observatório de Hong Kong, entretanto, emitiu já às 13:20 de sábado (6:20, em Lisboa) o nível de alerta para sinal 3 de tufão, à medida que o ciclone tropical Noul avançava de forma constante pelo nordeste do Mar do Sul da China, intensificando-se ligeiramente.</P><br />
<P>O alerta significa que são esperados ventos com velocidades médias entre 41 e 62 quilómetros por hora.</P><br />
<P>&#8220;Certifique-se de que os objetos suscetíveis de serem arrastados pelo vento estão bem presos ou guardados em casa. Afaste-se da linha costeira e evite praticar desportos aquáticos&#8221;, indicou o Observatório num boletim especial.</P><br />
<P>O Conselho de Educação de Hong Kong suspendeu também as aulas da tarde de hoje em jardins-de-infância, escolas para crianças com deficiência física e escolas para crianças com deficiência intelectual.</P><br />
<P>No início do mês, o tufão Bavi trouxe ventos fortes e chuvas ao leste da China, levando à retirada de mais de 2 milhões de pessoas de suas casas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793818]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Regulador dos mercados chinês aplica multa de 672 milhões de euros à Trip.com</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 05:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O regulador dos mercados chinês anunciou hoje uma multa e confiscações num valor total de 5,18 mil milhões de yuans (672 milhões de euros) à Trip.com por violação das leis relativas às práticas anticoncorrenciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O regulador dos mercados chinês anunciou hoje uma multa e confiscações num valor total de 5,18 mil milhões de yuans (672 milhões de euros) à Trip.com por violação das leis relativas às práticas anticoncorrenciais.</P><br />
<P>A Administração Estatal para a Regulação do Mercado (SAMR) tinha aberto, em janeiro, um inquérito sobre a principal agência de viagens online da China por &#8220;suspeita de abuso de posição dominante no mercado, em violação da lei antimonopólio&#8221;.</P><br />
<P>A SAMR declarou hoje ter concluído que a Trip.com tinha &#8220;abusado da sua posição dominante no mercado&#8221;, confiscando 1,66 mil milhões de yuans (215 milhões de euros) de ganhos ilegais à empresa e aplicando-lhe uma multa de 3,52 mil milhões de yuans (457 milhões de euros).</P><br />
<P>A autoridade considerou que a Trip.com se tinha envolvido em práticas anticoncorrenciais, nomeadamente ao estabelecer &#8220;acordos de exclusividade&#8221; com hotéis e ao obrigar certos operadores a &#8220;renunciar ao exercício das suas atividades noutras plataformas concorrentes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta conduta excluiu ou restringiu a concorrência no mercado em causa, prejudicou os interesses dos hoteleiros e dos consumidores (&#8230;) e impediu o desenvolvimento regulamentado e saudável do setor&#8221;, declarou a SAMR num comunicado.</P><br />
<P>A Trip.com, que gere reservas de comboios, voos e hotéis na China e a nível internacional, declarou no sábado, num comunicado, que &#8220;aceita sinceramente&#8221; as conclusões da autoridade de concorrência.</P><br />
<P>&#8220;Vamos aproveitar esta sanção como uma oportunidade para uma reflexão aprofundada e uma autotransformação. Renunciaremos totalmente a qualquer concorrência ineficaz e desmedida&#8221;, reagiu a empresa numa publicação na rede social WeChat.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793816]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China investiga por corrupção ex-vice de regulador dos mercados bolsistas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-investiga-por-corrupcao-ex-vice-de-regulador-dos-mercados-bolsistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 04:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades da China anunciaram investigações contra o ex-vice-presidente do regulador bolsista do país, Fang Xinghai, meses após investigação semelhante ao antigo presidente, e numa altura em que Pequim procura recuperar a confiança dos investidores internacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da China anunciaram investigações contra o ex-vice-presidente do regulador bolsista do país, Fang Xinghai, meses após investigação semelhante ao antigo presidente, e numa altura em que Pequim procura recuperar a confiança dos investidores internacionais.</P><br />
<P>Num breve comunicado publicado na noite de quinta-feira no seu site, a Comissão Central de Controlo Disciplinar (CCDI), principal órgão anticorrupção do Partido Comunista da China (PCC), confirmou a investigação a Fang por &#8220;graves infrações da disciplina e da lei&#8221;.</P><br />
<P>Fang, de 62 anos, foi vice-presidente da Comissão Reguladora do Mercado de Valores da China (CSRC) entre 2015 e 2024. Antes disso, destacou-se como um dos principais arquitetos da transformação de Xangai em centro financeiro, após regressar ao país no final dos anos 90, depois de trabalhar como economista na sede do Banco Mundial.</P><br />
<P>O dirigente, assumiu o cargo na sequência do colapso das bolsas chinesas em 2015 e durante anos foi considerado pela imprensa económica como um interlocutor respeitado junto dos investidores estrangeiros, tendo representado a China em múltiplas conferências internacionais, incluindo o &#8220;Fórum Davos de Verão&#8221; em junho do ano passado.</P><br />
<P>Segundo o jornal Financial Times (FT), estava previsto Fang participar numa conferência em Pequim esta sexta-feira, mas faltou apesar de o seu nome constar na lista de participantes. Nos últimos anos, tornou-se habitual que altos cargos chineses sob investigação desapareçam de forma súbita e sem explicações.</P><br />
<P>Nas investigações participará também a Comissão Nacional de Supervisão (NSC), o equivalente da CCDI mas na organização estatal fora do PCC.</P><br />
<P>A investigação a Fang surge meses depois de Yi Huiman, presidente da CSRC entre 2019 e 2024, ter sido expulso do PCC por utilizar o cargo para obter benefícios pessoais e aceitar subornos em troca de favorecer terceiros em promoções, aprovações de ofertas públicas iniciais (IPO) e concessões de financiamento. O caso foi posteriormente remetido à Procuradoria do país para processo penal.</P><br />
<P>Nos últimos anos, à medida que Pequim procura reforçar o controlo sobre o setor financeiro e restaurar a confiança dos investidores, vários altos dirigentes foram investigados ou condenados por corrupção. </P><br />
<P>Entre eles estão, Zhou Liang, vice-presidente do regulador bancário e segurador NFRA, alvo de investigações em março, e Ren Chunsheng, ex-presidente da Bolsa de Seguros de Xangai, condenado em abril a 12 anos de prisão por aceitar subornos.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, as autoridades chinesas intervieram nos últimos dias para travar a queda das bolsas nacionais, incluindo o Star Market de Xangai, equivalente local do Nasdaq, que acumula uma descida próxima de 21% desde máximos registados no início de julho.</P><br />
<P>Desde que chegou ao poder em 2012, o presidente e secretário-geral do PCC, Xi Jinping, lançou uma vasta campanha anticorrupção que atingiu funcionários de todos os níveis, desde quadros locais a dirigentes provinciais, altos comandos militares e responsáveis de grandes conglomerados estatais.</P><br />
<P>Em 2025, cerca de 40 mil pessoas foram investigadas por crimes relacionados com o exercício de cargos públicos, incluindo 57 altos funcionários, segundo números no relatório anual de trabalho do Tribunal Supremo do país.</P><br />
<P>As autoridades apresentam a campanha como um esforço para reforçar a disciplina interna e combater a corrupção, embora alguns observadores considerem que tem sido usara também para afastar opositores políticos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793815]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismos: Delcy Rodríguez afirma ter &#8220;plano-mestre&#8221; para a reconstrução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 04:02:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, assegurou esta sexta-feira que o seu Governo está a trabalhar num "plano-mestre" para a reconstrução do país, um mês após os sismos que provocaram mais de 5.500 mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, assegurou esta sexta-feira que o seu Governo está a trabalhar num &#8220;plano-mestre&#8221; para a reconstrução do país, um mês após os sismos que provocaram mais de 5.500 mortos.</P><br />
<P>&#8220;Vocês sabem que estamos a trabalhar num plano-mestre para a Venezuela, para La Guaira (&#8230;), que permita a recuperação integral das infraestruturas e habitações&#8221;, afirmou a dirigente numa cadeia de oração transmitida pela televisão estatal VTV a partir de La Guaira, o estado mais afetado pelos sismos.</P><br />
<P>Rodríguez acrescentou que a reconstrução deve também contemplar a vertente humana, em áreas como educação e trabalho, apelando aos venezuelanos para não perderem a fé.</P><br />
<P>Um grupo de 39 organizações não-governamentais exigiu igualmente que sejam publicados de forma periódica, acessível e verificável os planos completos de reconstrução. As ONG pediram ainda que sejam incluídos critérios de priorização, cronogramas, orçamentos e mecanismos de prestação de contas, segundo um comunicado de uma das ONG, a Laboratório de Paz.</P><br />
<P>Especialistas continuam a calcular o valor exato da reconstrução após os sismos desvastores, mas estimam que o custo ultrapasse os 12 mil milhões de dólares (10,9 mil milhões de euros), o equivalente a 10,9% do PIB venezuelano.</P><br />
<P>Em 24 de junho, dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas.</P><br />
<P>De acordo com o balanço oficial divulgado esta sexta-feira, o duplo sismo causou 5.546 mortos, 16.740 feridos e deixou cerca de 18.000 pessoas sem casa.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 133 portugueses e lusodescendentes, e outros 21 estão dados como desaparecidos, de acordo com os dados mais recentes do Ministério dos Negócios Estrangeiros português.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793814]]></sapo:autor>
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		<title>A história de Angola na lente do &#8220;50&#8221;, o fotógrafo que usava a câmara como colar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 04:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Raquel Rio (texto), Marcos Focosso (vídeo), Ampe Rogério (foto), da agência Lusa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Raquel Rio (texto), Marcos Focosso (vídeo), Ampe Rogério (foto), da agência Lusa</P><br />
<P> </P><br />
<P>Luanda, 25 jul 2026 (Lusa) &#8211; Conhecido como &#8220;50&#8221;, Paulino Damião fotografou boa parte da história contemporânea de Angola e as suas imagens ganham agora nova vida no Arkivo50, arquivo que recupera a alcunha herdada da objetiva de 50 milímetros, que quase nunca o largava.</P><br />
<P>É pelas mãos do filho, o artista plástico Lino Damião, e da antropóloga Inês Ponte, investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e responsável pelo Arquivo de História Social da mesma instituição, que o espólio vai ganhando forma, apesar do muito que resta descobrir, organizar, classificar, catalogar e, em alguns casos, recuperar.</P><br />
<P>Numa das paredes da sala, dezenas de folhas A4 cobrem a superfície com apontamentos manuscritos e esquemas &#8212; o mapa de um trabalho que agora começa.</P><br />
<P>&#8220;Estava tudo espalhado&#8221;, resume Lino Damião, à Lusa, recordando o trabalho iniciado em 2021 com os irmãos e restantes familiares para reunir o que o pai foi deixando em diferentes locais. &#8220;Muito material chegou aqui em caixas&#8221;, conta.</P><br />
<P>O Arkivo50 funciona, para já, num espaço cedido pela Universidade Lusíada de Angola (ULA). Lá dentro, milhares de fotografias já digitalizadas convivem com negativos por identificar, máquinas analógicas, objetivas, livros, máscaras, álbuns de família e um ampliador soviético que o fotógrafo usava nas revelações.</P><br />
<P>As mesas compridas, transformadas em bancadas, fazem lembrar um laboratório. Sobre elas acumulam-se envelopes de negativos, fotografias amarelecidas pelo tempo e álbuns antigos, alguns conservados com folhas de louro entre as páginas para afastar as traças. Cada caixa aberta acrescenta uma peça à história.</P><br />
<P>&#8220;Há dias em que encontramos fotografias que nunca tínhamos visto&#8221;, conta Lino Damião.</P><br />
<P>A objetiva de 50 milímetros que raramente largava, obrigava-o a aproximar-se de quem fotografava ao contrário das grandes-angulares.</P><br />
<P>Foi nos Jogos Olímpicos de Moscovo, em 1980, que o &#8220;50&#8221;, único fotógrafo negro no meio de colegas equipados com teleobjetivas, ganhou a alcunha.</P><br />
<P>&#8220;Tinha de se pôr à frente dos outros, tinha de estar próximo&#8221;, conta Lino. &#8220;Apanhava com a câmara dos outros na cabeça, porque o gajo da 50 estava ali a tapá-los&#8221;, ri-se.</P><br />
<P>&#8220;O colar dele era a máquina fotográfica&#8221;, recorda. &#8220;Não me lembro do pai sem uma máquina. Se calhar só quando ia dormir&#8221;.</P><br />
<P>A ambição vai além de uma coleção familiar e o objetivo é que o Arkivo50 cresça como arquivo aberto e ajude a travar a dispersão de uma memória visual que se vai perdendo no tempo.</P><br />
<P>&#8220;Começámos a gatinhar agora, mas queremos andar&#8221;, diz Lino Damião, consciente do muito que há por caminhar: são cerca de dois mil negativos por triar, milhares de fotografias por inventariar, rolos por revelar cujo conteúdo ninguém conhece, material guardado sem as condições ideais de conservação.</P><br />
<P>&#8220;Há coisas que não sabemos o que vão dar. Vamos experimentar, vamos revelar&#8221;, adiantou à Lusa.</P><br />
<P>Nascido em 1949, em Nambuangongo, numa das zonas mais castigadas pela guerra colonial, Paulino Damião viu a sua vida cruzar-se cedo com a tragédia quando, ainda adolescente, perdeu os pais num ataque das tropas coloniais.</P><br />
<P>Capturado pelos soldados nas matas, foi acolhido num quartel durante cerca de um ano, até serem encontrados parentes vivos. Foi aí que conheceu o jornalista e escritor Manuel Beça Múrias e que terá despertado o gosto pela fotografia.</P><br />
<P>Anos depois, já em Portugal, voltaria a cruzar-se com a mulher do jornalista, na altura já falecido. Paulino telefonou-lhe e ela demorou alguns instantes a perceber que falava com o rapaz que visitara no Hospital Militar de Luanda, levando guloseimas e livros para pintar. Do outro lado da linha estava, agora, o fotógrafo oficial do então Presidente José Eduardo dos Santos.</P><br />
<P>Paulino Damião trabalhou no Jornal de Angola durante quase 50 anos, cobrindo acontecimentos políticos, conflitos militares, manifestações culturais e cerimónias oficiais, mas a câmara retratava também eventos familiares.</P><br />
<P>No espólio, retratos de casamentos e batizados convivem com imagens da guerra e da construção do país ou da bem amada e fotogénica Chicala, bairro piscatório à entrada da Ilha de Luanda onde morou durante muitos anos.</P><br />
<P>Acompanhou, ao longo de décadas, as frentes do conflito armado, de Cabinda ao Cunene, de Mavinga aos acordos de paz, de Gbadolite a Lusaka, fotografando os protagonistas da história e da cultura, mas também os anónimos do quotidiano, das &#8216;zungueiras&#8217; (vendedoras de rua) aos meninos de rua que surgiram no fim da guerra civil. &#8220;Do embaixador ao engraxador&#8221;, como resume o filho.</P><br />
<P>As imagens abrangem de 1968 a 2020, já que &#8220;o pai fotografou até ao último momento&#8221;, sublinha Lino Damião.</P><br />
<P>Cada dia de trabalho é também um exercício de memória.</P><br />
<P>&#8220;Todos os dias é uma lágrima ao canto do olho&#8221;, confessa, navegando entre &#8220;momentos de tristeza e momentos de alegria&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas é bom estar aqui, dá-me alegria mexer neste material. É muita emoção, mas tem de ser feito.&#8221;</P><br />
<P>À medida que cada imagem ganha o seu lugar, a obra do fotógrafo vai revelando, ela própria, um pouco mais da história de Angola.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793813]]></sapo:autor>
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		<title>Meta retira-se de compromisso para usar apenas energia renovável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 03:57:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O grupo tecnológico norte-americano Meta confirmou esta sexta-feira ter-se retirado de um compromisso assumido para utilizar exclusivamente eletridade gerada por energias renováveis, em plena expansão da construção de centros de dados, tecnologia altamente consumidora de energia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo tecnológico norte-americano Meta confirmou esta sexta-feira ter-se retirado de um compromisso assumido para utilizar exclusivamente eletridade gerada por energias renováveis, em plena expansão da construção de centros de dados, tecnologia altamente consumidora de energia.</P><br />
<P>A empresa deixou de estar incluída na iniciativa RE100 da Climate Group, uma organização não-governamental (ONG) sediada no Reino Unido e cofundada pelo ex-primeiro-ministro Tony Blair, que visa incentivar a ação climática de empresas e conta com 444 membros, incluindo a Apple, Google e Microsoft.</P><br />
<P>Um porta-voz da Meta, que detém, entre outras, as redes sociais Facebook e Instagram, confirmou à agência France-Press a saída, sublinhando, no entanto, os esforços da empresa para investir em energias renováveis e a manutenção do objetivo de recorrer a fontes limpas para toda as suas necessidades.</P><br />
<P>O portal especializado Recharge News foi o primeiro a divulgar a decisão. Segundo arquivos da Wayback Machine, a Meta tinha aderido à iniciativa em 2016.</P><br />
<P>A retirada surge num contexto de construção acelerada de centros de dados pelos grandes grupos tecnológicos, infraestruturas essenciais para treinar e operar a inteligência artificial (IA), mas de enorme consumo energético. </P><br />
<P>O setor tem investido somas avultadas para erguer estes armazéns digitais, equipá-los com chips de elevado custo e garantir o fornecimento elétrico.</P><br />
<P>A Meta celebrou acordos com fornecedores de energia para pôr em funcionamento novas centrais a gás natural, nomeadamente para alimentar o centro de dados Hyperion, no Louisiana, estado no sul dos Estados Unidos. </P><br />
<P>A a empresa afirma no seu site cobrir desde 2020 a totalidade da eletricidade utilizada através de &#8220;energias limpas e renováveis&#8221;, graças a investimentos em eólica e solar. Para o Climate Group, porém, a atual estrutura de consumos de energia da empresa compromete a sua presença na iniciativa RE100. </P><br />
<P>&#8220;Após várias discussões aprofundadas entre a Meta e o Climate Group, a Meta retirou-se da iniciativa RE100, por já não conseguir cumprir os critérios técnicos devido aos investimentos em novas centrais a gás natural&#8221;, declarou um representante da ONG, citado pelo Recharge News.</P><br />
<P>A Meta não é a única gigante tecnológica a recuar. A Microsoft assinou no mês passado um acordo com a Chevron para alimentar um centro de dados no Texas com gás natural, e a Alphabet (Google) também concluiu uma parceria semelhante.</P><br />
<P>A Agência Internacional de Energia (AIE) previu que a procura global de eletricidade cresça 3,6% em 2026 e mais 3,8% em 2027, com o desenvolvimento em grande escala de centros de dados descrito como um dos fatores principais para este aumento.</P><br />
<P>De acordo com as previsões da agência, a energia renovável vai tornar-se a principal fonte mundial de geração de eletricidade em 2026, ultrapassando o carvão depois de ter atingido uma situação de quase paridade no ano passado.</P><br />
<P>Para além da energia, a IA requer um consumo massivo de água, principalmente para arrefecer os centros de dados. Uma única operação de conversão de média escala de IA pode consumir uma garrafa de água de meio litro ou mais. As projeções globais das Nações Unidas alertam que o consumo de água relacionado com a IA poderá equiparar-se às necessidades domésticas básicas de 1,3 mil milhões de pessoas até 2030.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793812]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios em Espanha e França levam à retirada de mais de 160.000 pessoas das suas casas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 02:40:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 160.000 pessoas foram retiradas de suas casas desde quarta-feira em França e Espanha, onde incêndio perto de Madrid atingiu o "ponto mais intenso» e se revelou "impossível de extinguir" esta sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 160.000 pessoas foram retiradas de suas casas desde quarta-feira em França e Espanha, onde incêndio perto de Madrid atingiu o &#8220;ponto mais intenso» e se revelou &#8220;impossível de extinguir&#8221; esta sexta-feira.</P><br />
<P>Um total de 63.000 pessoas foram retiradas de casa ou têm de permanecer em confinamento na região de Madrid, segundo o ministério espanhol do Interior, que ordenou a saída de 5.000 turistas do parque de campismo de El Escorial, a noroeste da capital espanhola.</P><br />
<P>Das 63.000 pessoas, pelo menos 25.000 foram efetivamente retiradas das suas casas, segundo as autoridades regionais. Trata-se do &#8220;pior incêndio da história&#8221; na região.</P><br />
<P>Mais de 1.200 idosos e pessoas com deficiência foram retirados na sexta-feira de instituições de cuidados e lares de idosos na região de Madrid devido aos incêndios, precisou, por seu lado, o governo regional.</P><br />
<P>Além disso, uma das três instalações da NASA que permitem as comunicações com o espaço distante foi atingida na sexta-feira por um incêndio em Espanha, sem que haja, por enquanto, uma estimativa dos danos.</P><br />
<P>A situação na região de Madrid pode ainda vir a agravar-se, uma vez que dois dos três incêndios que já devastaram 6.000 hectares a oeste de Madrid &#8220;fundiram-se&#8221;, segundo as autoridades espanholas, que, até ao momento, não registaram qualquer morte.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a viver uma situação dramática, não só em várias províncias espanholas, mas também em regiões de países vizinhos&#8221;, alertou o primeiro-ministro, Pedro Sánchez, na rede social X. </P><br />
<P>No sudoeste de França, residentes e turistas foram obrigados a fugir de barco do avanço das chamas na península francesa de Cap-Ferret, muito procurada pelos turistas. Na mesma região, um incêndio atingiu uma &#8220;dimensão sem precedentes&#8221; e dirige-se para Bordéus, uma das cidades mais importantes do país, com novas retiradas de população previstas, segundo as autoridades. </P><br />
<P>O Presidente francês, Emmanuel Macron, solicitou a mobilização das forças armadas &#8220;para prestarem o máximo apoio à segurança civil&#8221;.</P><br />
<P>O número de militares destacados &#8220;em apoio aos bombeiros&#8221; foi duplicado para 1.000 nos departamentos da Gironda e das Landes, segundo o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, no final de uma reunião da célula de crise interministerial.</P><br />
<P>Nesta região altamente turística, conhecida mundialmente pelas seus vinhas, os incêndios levaram à retirada de pelo menos 141.000 pessoas desde quarta-feira à noite, das quais 110.000 foram retiradas na região de Gironde e 31.000 na região vizinha de Landes.</P><br />
<P>O ministro francês do Interior, Laurent Nuñez, referiu-se a &#8220;uma situação totalmente inédita&#8221;. As chamas consumiram mais de 22.000 hectares, o dobro da área de Paris, e destruíram 100 edifícios, segundo as autoridades.</P><br />
<P>Espanha e França anunciaram ter ativado o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e solicitado meios aéreos de combate a incêndios. A Grécia aceitou o pedido francês e disponibilizou dois aviões Canadair. A União Europeia destacou quatro aviões para a Espanha e três para a França, segundo a Comissão Europeia ao meio-dia de sexta-feira.</P><br />
<P>No total, cerca de 130.000 hectares já foram consumidos pelas chamas desde 01 de janeiro em Espanha, de acordo com o Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios Florestais (EFFIS). </P><br />
<P>Em 2025, mais de 393.000 hectares foram consumidos pelas chamas no país, segundo o EFFIS, o que representa o pior balanço da sua história recente.</P></p>
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		<title>Lula mantém vantagem sobre Flávio Bolsonaro em eventual segunda volta &#8211; sondagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 00:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente brasileiro, Lula da Silva, mantém uma vantagem de cinco pontos sobre o seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro, numa eventual segunda volta das eleições presidenciais, segundo uma sondagem divulgada esta sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente brasileiro, Lula da Silva, mantém uma vantagem de cinco pontos sobre o seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro, numa eventual segunda volta das eleições presidenciais, segundo uma sondagem divulgada esta sexta-feira.</P><br />
<P>A sondagem, realizada pela Datafolha, indica que Lula obteria 48% das intenções de voto numa eventual segunda volta, contra 43% de Flávio Bolsonaro, um cenário que se mantém estável em relação a um estudo realizado em junho, apesar das novas polémicas que marcaram a pré-campanha do senador da extrema-direita.</P><br />
<P>Na primeira volta, Lula alcançaria 40% dos apoios e o rival, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022), 32%, enquanto os restantes candidatos não superam os 4% das intenção de voto.</P><br />
<P>Em terceiro lugar surge o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, com 4%, seguido pelo ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema e pelo empresário Renan Santos, ambos com 3%, todos dentro da margem de erro da sondagem.</P><br />
<P>Quanto ao índice de rejeição, 48% dos entrevistados afirmaram que não votariam &#8220;de forma alguma&#8221; em Flávio Bolsonaro, enquanto 46% manifestaram a mesma posição relativamente a Lula, que aspira a um quarto mandato não consecutivo.</P><br />
<P>Segundo a sondagem, o quadro permanece praticamente estável desde maio, apesar de a campanha de Flávio Bolsonaro ter enfrentado várias crises nas últimas semanas, entre elas a divulgação de um vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, no qual acusou o enteado de a ter tratado mal.</P><br />
<P>De acordo com a sondagem, a polémica poderá ter afetado sobretudo o apoio feminino ao senador. Entre as mulheres, que representam 52% da amostra, Lula obtém 50% das intenções de voto numa eventual segunda volta, contra 40% de Flávio Bolsonaro.</P><br />
<P>Pesam ainda sobre o parlamentar as conversas e ligações que manteve com Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master, atualmente preso pela alegada participação na maior fraude financeira da história do país.</P><br />
<P>A sondagem foi realizada entre 22 e 23 de julho com 2.004 eleitores em 139 municípios brasileiros e apresenta uma margem de erro de dois pontos percentuais.</P></p>
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		<item>
		<title>Empresa japonesa responde ao forte calor com frigorífico para humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma empresa japonesa especializada em frigoríficos desenvolveu uma câmara de arrefecimento pessoal que já está à venda no Japão por cerca de 8.000 euros, como forma de lidar com o forte calor que assola o arquipélago.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma empresa japonesa especializada em frigoríficos desenvolveu uma câmara de arrefecimento pessoal que já está à venda no Japão por cerca de 8.000 euros, como forma de lidar com o forte calor que assola o arquipélago.</P><br />
<P>&#8220;A &#8216;Do Hiemon Box&#8217; nasceu da vontade de proteger as pessoas &#8211; como os trabalhadores fabris e da construção civil, bem como os funcionários e participantes em eventos ao ar livre &#8211; do risco de sofrerem insolação&#8221;, explicou à agência Efe um porta-voz da SDRS, a empresa japonesa que desenvolveu o projeto.</P><br />
<P>Segundo a empresa, foram vendidas mais de 150 unidades da &#8220;Do Hiemon Box&#8221; desde o seu lançamento, em abril de 2016.</P><br />
<P>A SDRS espera que a sua invenção se torne comum em locais como fábricas e grandes centros de produção.</P><br />
<P>O Japão tem vindo a sofrer com uma forte onda de calor há vários dias, com temperaturas acima dos 40 graus Celsius em várias regiões do país.</P><br />
<P>Segundo dados preliminares da Agência Japonesa de Gestão de Incêndios e Desastres, 10.857 pessoas foram hospitalizadas por insolação entre 13 e 19 de julho, número que representa o dobro do total da semana anterior e marca a primeira vez este ano que foram registadas mais de 10.000 evacuações num período de sete dias.</P><br />
<P>O balanço oficial inclui ainda 14 mortes e 321 doentes em estado grave, sendo que 60% dos afetados têm mais de 65 anos. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793809]]></sapo:autor>
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		<title>Trump anuncia investigação sobre práticas comerciais da UE a empresas norte-americanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 23:40:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os EUA vão abrir uma investigação sobre as práticas comerciais da União Europeia, adiantou sexta-feira o Presidente Donald Trump, alegando que aplicou injustamente milhares de milhões de dólares em multas contra a Google, Apple e outras gigantes tecnológicas norte-americanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os EUA vão abrir uma investigação sobre as práticas comerciais da União Europeia, adiantou sexta-feira o Presidente Donald Trump, alegando que aplicou injustamente milhares de milhões de dólares em multas contra a Google, Apple e outras gigantes tecnológicas norte-americanas.</P><br />
<P>O republicano fez o anúncio um dia depois de a UE ter multado a Google em 890 milhões de euros (mil milhões de dólares), depois de ter afirmado que a gigante tecnológica violou as regulamentações &#8216;antitrust&#8217; digitais ao criar o Google Play e o seu omnipresente motor de busca para direcionar os consumidores para os seus próprios serviços e aplicações em detrimento da concorrência.</P><br />
<P>Numa longa publicação nas redes sociais, Trump disse que já tinha alertado a UE para a sua prática de multar as empresas tecnológicas norte-americanas. </P><br />
<P>Citou a Google, a Apple, a Meta, a Amazon e outras gigantes tecnológicas.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos da América não são um &#8216;COFRE&#8217; para a Europa, nem permitiremos que o sejam!&#8221;, sublinhou Trump, acrescentando que a sua publicação deve servir de aviso para uma investigação comercial imediata &#8220;sobre a prática de &#8216;ROUBAR&#8217; empresas americanas e, consequentemente, o contribuinte americano&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A União Europeia vai pagar um preço muito elevado por esta conduta ilegal e altamente pouco ética, para a qual tenho alertado constantemente&#8221;, vincou.</P><br />
<P>Na publicação, Trump afirmou ainda que as penalizações contra as empresas &#8220;serão totalmente revertidas&#8221; e previu que &#8220;uma TARIFA substancial&#8221; seria imposta à UE &#8220;o mais rapidamente possível&#8221;.</P><br />
<P>A ação de Trump surge um dia depois de a Casa Branca ter anunciado tarifas de dois dígitos sobre as importações de mais de 60 países, acusando-os de não aplicarem adequadamente as proibições de produtos fabricados com trabalho forçado. </P><br />
<P>As novas tarifas substituem os impostos de importação temporários de 10% em todo o mundo que Trump impôs depois de o Supremo Tribunal norte-americano ter derrubado as suas tarifas mais elevadas.</P><br />
<P>As novas tarifas estão a ser implementadas com base na Secção 301 da Lei do Comércio de 1974, que permite ao chefe de Estado impor impostos de importação e outras sanções contra países que adotem práticas comerciais &#8220;injustificáveis&#8221;, &#8220;irrazoáveis&#8221; ou &#8220;discriminatórias&#8221;.</P><br />
<P>A União Europeia (UE) tomou hoje &#8220;nota positiva&#8221; das novas tarifas aduaneiras anunciadas  pelos Estados Unidos e que respeitam o teto de 15% previsto no acordo assinado há um ano entre os dois blocos.</P><br />
<P>&#8220;A UE nota positivamente o facto de este resultado estar em conformidade com os compromissos pautais dos EUA acordados no âmbito da Declaração Conjunta UE-EUA&#8221;, disse o porta-voz da Comissão Europeia para o Comércio, Olof Gill.</P><br />
<P>&#8220;Estabelece uma taxa de tributação de 10% &#8216;tudo incluído&#8217; para a UE e reintroduz as isenções de direitos aduaneiros adicionais sobre certos produtos europeus, como a cortiça e os diamantes&#8221;, além de bens que já estavam isentos, como os aviões e as suas peças sobresselentes, bem como os medicamentos genéricos, sublinhou o porta-voz.</P><br />
<P>Isto cria uma &#8220;dinâmica positiva&#8221; para as conversações transatlânticas sobre diversos temas, desde as matérias-primas estratégicas à inteligência artificial, adiantou ainda Gill.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793808]]></sapo:autor>
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		<title>Projeto de Odete Ferreira vence Carta em Branco da RTP de apoio à criação teatral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 22:56:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto "A Confissão", de Odete Ferreira, é o vencedor da Carta em Branco, iniciativa de apoio à criação teatral da RTP, para promoção de novos criadores e novas linguagens do teatro contemporâneo, anunciou hoje a televisão pública.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O projeto &#8220;A Confissão&#8221;, de Odete Ferreira, é o vencedor da Carta em Branco, iniciativa de apoio à criação teatral da RTP, para promoção de novos criadores e novas linguagens do teatro contemporâneo, anunciou hoje a televisão pública.</P><br />
<P>De acordo com a sinopse da obra, a peça &#8220;parte de uma reflexão sobre identidade, representação e poder&#8221;, para propor &#8220;um dispositivo cénico original que convoca a ideia de confissão&#8221; e questiona &#8220;quem tem autoridade para nomear, validar e construir uma narrativa sobre o outro&#8221;. </P><br />
<P>Cruzando teatro, imagem e performance, &#8220;A Confissão&#8221; &#8220;revela uma escrita rigorosa e uma linguagem formal coerente&#8221;, em que &#8220;a dimensão política nunca abdica da complexidade humana&#8221;, acrescenta a RTP. </P><br />
<P>Segundo o júri que escolheu a obra, composto por Aida Tavares, Daniel Gorjão e Maria Ferreira, &#8220;&#8216;A Confissão&#8217; destaca-se pela maturidade da sua proposta artística e pela forma como faz convergir dramaturgia, dispositivo cénico e pensamento crítico numa criação profundamente contemporânea&#8221;. </P><br />
<P>Ainda segundo o júri, &#8220;é um projeto que assume riscos, desafia convenções e demonstra uma voz autoral singular, revelando um enorme potencial de desenvolvimento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Confissão&#8221; vai ter um apoio de 20 mil euros à produção. De acordo com a televisão pública, estrear-se-á em março de 2027.</P><br />
<P>A iniciativa Carta em Branco junta a RTP2 e a RTP Palco e &#8220;visa contribuir para um aumento do acesso de artistas emergentes e novas companhias de teatro a meios de produção fundamentais, promover o espaço da pesquisa nos processos de produção e criação teatral, bem como incentivar a criação de novas dramaturgias e a ampliação de públicos&#8221;.</P><br />
<P>Em 2025, a escolha recaiu sobre &#8220;Put Your Money Where Your Mouth Is&#8221;, de Ângelo Castro e Vasco Paixão, estreado na RTP2 e na RTP Palco, em 28 de março deste ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793807]]></sapo:autor>
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		<title>PR moçambicano assinala redução de dependência externa com expansão da fábrica de cimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 22:16:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente moçambicano assinalou hoje um passo firme na construção de uma economia mais produtiva e capaz de gerar oportunidades de emprego, com a expansão da fábrica de cimento, orçada em 96,7 milhões de euros, reduzindo a dependência externa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente moçambicano assinalou hoje um passo firme na construção de uma economia mais produtiva e capaz de gerar oportunidades de emprego, com a expansão da fábrica de cimento, orçada em 96,7 milhões de euros, reduzindo a dependência externa.</P><br />
<P>«Esta fábrica importava clínquer, mas hoje já não importa. O clínquer daqui sai de [localidade de] Quissimanjulo, é processado aqui e é o que faz o cimento. Dantes, o clínquer era importado, hoje o clínquer é Made in Mozambique», afirmou Daniel Chapo, na inauguração da ampliação e modernização da Fábrica De Cimentos De Moçambique, unidade industrial de Nacala-Porto, na província de Nampula, norte do país.</P><br />
<P>O chefe de Estado destacou o potencial do distrito de Nacala, com a abundância de calcário, recurso mineral essencial para a produção de clínquer, esta última sendo a principal matéria-prima utilizada no fabrico de cimento.</P><br />
<P>«Ao produzir localmente o clínquer, esta unidade industrial contribui para fortalecer a cadeia de valor da indústria cimenteira nacional», disse Chapo, avançando que com a redução de importação de clínquer a fábrica poupa cerca de 60 milhões de dólares (52,7 milhões de euros) que ficam para a economia moçambicana e aumentam a capacidade produtiva da indústria nacional.</P><br />
<P>«Nós, como Governo, apostamos na produção local pois, através dela iremos reduzir a dependência da importação de matérias-primas, poupar divisas», explicou o governante moçambicano.</P><br />
<P>Com a ampliação e modernização daquele empreendimento, num investimento de 110 milhões de dólares (96,7 milhões de euros), prevê-se incrementar a produção em cerca de 1,2 milhões de toneladas de cimento por ano, reforçando a capacidade de abastecimento ao mercado nacional e contribuindo para a redução da importação da matéria-prima da fabricação, principalmente, do próprio cimento, segundo Daniel Chapo.</P><br />
<P>O Presidente moçambicano explicou ainda que o investimento naquela empreitada, com mais de 100 anos de existência, incorpora soluções modernas de eficiência energética e sustentabilidade industrial, constituído por uma central de geração de energia elétrica, que permite à fábrica aumentar a eficiência do processo produtivo e reduzir a dependência da rede elétrica nacional, com apoio do carvão extraído na mina de Moatize, província de Tete, região centro.</P><br />
<P>Chapo destacou também o impacto social significativo da fábrica na criação de cerca de 300 postos de trabalho diretos e aproximadamente 400 empregos indiretos: «sendo de salientar que antes tinham apenas cerca de 150 trabalhadores, contribuindo para dinamizar a economia local e melhorar as condições de vida das comunidades, que têm sido uma das nossas preocupações».</P><br />
<P>Segundo o chefe de Estado moçambicano, a empresa Cimento de Moçambique possui três unidades principais de produção nas três regiões do país, incluindo esta no distrito de Nacala-Porto e nos distritos de Dondo e Matola, nas províncias de Manica e Maputo, respetivamente, decorrendo os trabalhos para a expansão e modernização das duas fábricas nos últimos distritos, num investimento total de 70 milhões de dólares (61,5 milhões de euros).</P><br />
<P>Todas as intervenções nas três unidades industriais são feitas em parceria com as empresas chinesas, segundo Chapo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793806]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Portugal condena ataques dos rebeldes houthis contra navios sauditas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 21:48:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo português condenou hoje os ataques dos rebeldes houthis do Iémen contra navios sauditas e a ameaça de bloqueio marítimo à Arábia Saudita, sublinhando que "agrava seriamente a instabilidade na região".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo português condenou hoje os ataques dos rebeldes houthis do Iémen contra navios sauditas e a ameaça de bloqueio marítimo à Arábia Saudita, sublinhando que &#8220;agrava seriamente a instabilidade na região&#8221;.</P><br />
<P>Numa nota na rede social X, o Ministério dos Negócios Estrangeiros considerou &#8220;inaceitável a ameaça Houthi de bloqueio marítimo ao Reino da Arábia Saudita&#8221; e condenou &#8220;inapelavelmente os ataques contra navios sauditas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;[O Governo português] Exprime pois solidariedade com as autoridades e o povo saudita. O condicionamento da liberdade de navegação no Mar Vermelho e no estreito de Bab-el-Mandeb é uma violação flagrante do Direito Internacional do Mar&#8221;, pode ler-se, na nota do ministério liderado por Paulo Rangel.</P><br />
<P>A diplomacia portuguesa sublinhou ainda que &#8220;a ameaça Houthi agrava seriamente a instabilidade na região e promove a sua escalada&#8221;.</P><br />
<P>Os rebeldes houthis do Iémen, apoiados pelo Irão, asseguraram hoje que não encerraram o estratégico estreito de Bab el-Mandeb e insistiram que o bloqueio marítimo anunciado recentemente visa apenas os navios da Arábia Saudita.</P><br />
<P>&#8220;Não há qualquer encerramento de Bab el-Mandeb, ao contrário do que alguns afirmam&#8221;, escreveu na rede social X o principal negociador huthi, Mohammed Abdulsalam, esclarecendo que o bloqueio marítimo assumido pelo movimento xiita é dirigido exclusivamente contra a navegação saudita.</P><br />
<P>A medida, acrescentou, foi tomada em resposta ao &#8220;bloqueio&#8221; imposto por Riade ao Iémen e à &#8220;recusa&#8221; do reino saudita em aceitar uma solução política justa.</P><br />
<P>Os rebeldes xiitas do Iémen impuseram o bloqueio marítimo contra a Arábia Saudita após uma troca de tiros entre os dois lados na semana passada.</P><br />
<P>Há cerca de uma semana, os houthis lançaram mísseis e drones contra o Aeroporto Internacional de Abha, no sul da Arábia Saudita, em retaliação por um ataque do Governo iemenita, apoiado por uma coligação militar liderada por Riade e reconhecido internacionalmente, contra o aeroporto da capital iemenita.</P><br />
<P>O grupo pró-iraniano controla atualmente o noroeste do Iémen, incluindo a capital, Sana.</P><br />
<P>Na mesma mensagem publicada na rede social X, Mohammed Abdulsalam procurou tranquilizar o setor do transporte marítimo internacional, assegurando que a via permanece aberta, apesar das ameaças dos houthis ao tráfego, num contexto de receios de que Bab el-Mandeb possa evoluir para uma situação semelhante à do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O estreito de Bab el-Mandeb é uma das passagens marítimas mais estratégicas do mundo, ligando o mar Vermelho ao golfo de Aden e, consequentemente, ao oceano Índico, constituindo um ponto de passagem obrigatório na rota mais curta entre a Europa e a Ásia através do canal de Suez.</P><br />
<P>As declarações surgem quatro dias depois de os houthis terem anunciado um bloqueio naval à Arábia Saudita, afirmando que os navios ligados ao reino do Golfo estariam proibidos de navegar em águas sob o seu controlo, no âmbito de uma política de &#8220;bloqueio por bloqueio&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793805]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha sem rumo entre a queda do petróleo e a debilidade dos semicondutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 21:37:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem rumo, após a forte queda dos preços da energia não ter conseguido compensar totalmente a fraqueza do setor dos semicondutores, um importante ator no mercado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem rumo, após a forte queda dos preços da energia não ter conseguido compensar totalmente a fraqueza do setor dos semicondutores, um importante ator no mercado norte-americano.</P><br />
<P>Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones subiu 0,45%, para 51.947,25 pontos, o Nasdaq, com uma forte presença de empresas tecnológicas, caiu 0,64%, para 24.975,82 pontos, e o S&amp;P 500, mais abrangente, manteve-se estável (+0,05% para 7.411,98 pontos).</P><br />
<P>Ao longo da semana, &#8220;os mercados estiveram sensíveis às notícias geopolíticas, mas, ao mesmo tempo, assistimos a muitas reações exageradas em ambos os sentidos&#8221;, referiu à agência France-Presse (AFP) Angelo Kourkafas, da empresa de investimento Edward Jones.</P><br />
<P>Embora o mercado petrolífero tenha demonstrado fortes sinais de preocupação em relação à navegação no mar Vermelho na quinta-feira, elevando os preços para níveis que não se viam desde maio, esta avaliação diminuiu hoje. Os preços do petróleo bruto caíram, portanto, mais de 3%.</P><br />
<P>Esta circunstância foi suficiente para aliviar um pouco a pressão sobre os custos dos empréstimos, com o rendimento do título do Tesouro norte-americano a 10 anos a cair para 4,68%, face aos 4,69% do fecho. No entanto, estes níveis são superiores aos do início do ano.</P><br />
<P>O Dow Jones, que inclui ações tradicionais como as do setor industrial, mais sensíveis às variações de preço, foi o índice com melhor desempenho na sessão.</P><br />
<P>O Nasdaq, por outro lado, teve um mau desempenho devido à nova queda no mercado de semicondutores.</P><br />
<P>A Nvidia caiu 0,92%, a AMD 3,29% e a Micron 6,99%.</P><br />
<P>Estes resultados surgiram em consequência da morna receção dada aos resultados da gigante dos microprocessadores Intel (-7,89%), apesar dos números terem superado as expectativas e da revisão em alta da previsão de receitas para o trimestre atual.</P><br />
<P>&#8220;A correção no setor tecnológico é multifacetada (&#8230;) mas coincide em grande parte com um mercado apanhado de surpresa pelo ressurgimento do conflito entre o Irão e o Médio Oriente nas últimas semanas&#8221;, apontou John Belton, da Gabelli Funds.</P><br />
<P>O analista observou que &#8220;os movimentos têm sido mais instáveis do que unidirecionais&#8221;. </P><br />
<P>Devido ao peso do setor tecnológico em Wall Street, esta montanha-russa abalou o mercado como um todo.</P><br />
<P>Os investidores estão particularmente preocupados com o ritmo cada vez maior dos gastos com o desenvolvimento da inteligência artificial (IA) e com as perspetivas de retorno do investimento, que ainda são consideradas muito fracas.</P><br />
<P>No âmbito macroeconómico, a reunião da Reserva Federal (Fed) dos EUA na próxima semana será seguida de perto, não pela sua decisão sobre as taxas de juro &#8212; uma manutenção é amplamente esperada &#8212;, mas pelos seus comentários sobre os riscos inflacionistas.</P><br />
<P>&#8220;A possibilidade de um aumento das taxas está em aberto com estas tensões renovadas no Médio Oriente, mas talvez não para a reunião de julho&#8221;, apontou Kourkafas. </P><br />
<P>O mercado não reagiu negativamente às novas tarifas impostas por Washington a cerca de sessenta economias, porque estão &#8220;em geral em linha com as anteriores que já expiraram&#8221;, destacou ainda o analista.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793803]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Macron pede mobilização militar contra incêndios com mais de 19 mil hectares queimados no sudoeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 21:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente francês, Emmanuel Macron, instruiu hoje as Forças Armadas a "mobilizarem-se para prestar o máximo apoio à proteção civil", perante incêndios florestais descontrolados que já devastaram mais de 19 mil hectares no sudoeste do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente francês, Emmanuel Macron, instruiu hoje as Forças Armadas a &#8220;mobilizarem-se para prestar o máximo apoio à proteção civil&#8221;, perante incêndios florestais descontrolados que já devastaram mais de 19 mil hectares no sudoeste do país.</P><br />
<P>A informação foi avançada pela AFP, citando fonte do círculo próximo de Macron, depois de um gabinete interministerial de crise ter sido convocado pelo primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, a pedido do Presidente, dado que os serviços de emergência já retiraram mais de 141 mil pessoas no sudoeste &#8211; 110 mil na região de Gironda e cerca de 31 mil no departamento de Landes.</P><br />
<P>Os incêndios dirigem-se agora para a área metropolitana de Bordéus.  </P><br />
<P>O presidente da Câmara de Bordéus, Thomas Cazenave, afirmou à BFM TV que &#8220;há um cheiro persistente a fumo&#8221;, embora o fogo ainda não esteja &#8220;às portas&#8221; da cidade.</P><br />
<P>A Agência Regional de Saúde (ARS) ativou o plano de emergência em Gironda e Landes, estando em curso evacuações em lares de idosos e centros para pessoas com deficiências.</P><br />
<P>&#8220;Estamos perante um incêndio XXL, imprevisível&#8221;, afirmou a autarca da Nova Aquitânia e de Gironda, Sophie Brocas, numa conferência de imprensa.</P><br />
<P>A autarca alertou que o incêndio na baía turística de Arcachon continua fora de controlo, numa situação de seca extrema e com previsão de ventos fortes que podem complicar os trabalhos de extinção.</P><br />
<P>Além do incêndio em Gironda, há outros focos ativos em todo o país, incluindo o que queimou até 3.700 hectares no departamento de Var, forçando a evacuação de residentes em áreas como Châteauvert e confinando os de Correns.</P><br />
<P>O ministro francês do Interior, Laurent Nuñez, afirmou hoje à cadeia televisiva TF1 que a situação é &#8220;completamente sem precedentes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nunca vimos nada assim, um incêndio conetivo (que se alimenta a si próprio) desta magnitude&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Mais de 1.000 bombeiros, 440 polícias militares, 260 veículos e um vasto dispositivo terrestre participam nas operações no terreno, entretanto reforçadas com quatro aviões Canadair, três aviões de combate a incêndios e helicópteros de reconhecimento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793802]]></sapo:autor>
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		<title>Estoril Open: Jaime Faria eliminado nos quartos de final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 21:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenista português Jaime Faria foi hoje eliminado nos quartos de final do Estoril Open, depois de perder com o italiano Luciano Darderi, segundo cabeça de série, em três sets.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista português Jaime Faria foi hoje eliminado nos quartos de final do Estoril Open, depois de perder com o italiano Luciano Darderi, segundo cabeça de série, em três sets.</P><br />
<P>Último resistente português no quadro de singulares, o número dois nacional e 88.º do ranking mundial foi derrotado por Darderi (21.º), por 2-6, 7-5 e 6-2, em duas horas e 29 minutos, continuando sem passar, em quatro tentativas, dos quartos de final de torneios ATP.</P><br />
<P>Na meia-final, Darderi, que no domingo passado perdeu a final em Bastad, vai encontrar o tenista belga Alexander Blockx (38.º), quarto cabeça de série, que tinha vencido o argentino Román Andrés Burruchaga (60.º), por 6-4, 5-7 e 6-4.</P><br />
<P></P><br />
<P>NFO/SRYS // MO</P></p>
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		<title>Portugal assume presidência rotativa da Assembleia Parlamentar da CPLP em 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 20:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Assembleia da República portuguesa disse hoje, em Luanda, que Portugal abraçou com grande honra, sentido de responsabilidade a presidência da Assembleia Parlamentar da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Assembleia da República portuguesa disse hoje, em Luanda, que Portugal abraçou com grande honra, sentido de responsabilidade a presidência da Assembleia Parlamentar da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).</P><br />
<P>Portugal vai assumir, em 2027, a presidência rotativa da Assembleia Parlamentar da CPLP (APCPLP), atualmente presidida pelo parlamento de Moçambique.</P><br />
<P>Aguiar Branco, em declarações à imprensa no final da XV Sessão Intercalar da Assembleia Parlamentar da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), destacou que Portugal vai assumir, pela primeira vez, a presidência para o biénio 2027/2029.</P><br />
<P>O presidente do parlamento português desejou ainda que a presidência de Portugal «possa fortalecer a CPLP», no espírito de que estão imbuídos todos os Estados-membros.</P><br />
<P>Sobre o encontro que hoje terminou, Aguiar Brancos fez um balanço positivo, que serviu para tratar muitos temas da atualidade, como a digitalização, a resiliência das instituições democráticas, o prestígio dos parlamentos, o estimular da participação das mulheres na atividade política.</P><br />
<P>«Foi muito rica e muito variada as matérias que tratamos», considerou Aguiar Branco.</P></p>
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