Vendas em Portugal crescem 30,3% ultrapassando resultados de 2011

Portugal registou, no mês de Maio, a venda de 20.746 automóveis ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros, um aumento de 31% em relação ao período homólogo do ano anterior, segundo a Fleet Magazine. A mesma publicação afirma que 18.343 são versões de passageiros, totalizando 79.585 desde Janeiro de 2015 e 2.403 veículos são comerciais ligeiros, somando 11.490 desde o início do ano. Com a venda de 91.075 automóveis de ligeiros nos primeiros cinco meses deste ano, o mercado português apresenta um crescimento de 30,3%, valor que ultrapassa o número de veículos registados durante o mesmo período de 2011. (Leia a…

Daniela Portugal

Traffic Jam on the Highway
Portugal registou, no mês de Maio, a venda de 20.746 automóveis ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros, um aumento de 31% em relação ao período homólogo do ano anterior, segundo a Fleet Magazine. A mesma publicação afirma que 18.343 são versões de passageiros, totalizando 79.585 desde Janeiro de 2015 e 2.403 veículos são comerciais ligeiros, somando 11.490 desde o início do ano.
Com a venda de 91.075 automóveis de ligeiros nos primeiros cinco meses deste ano, o mercado português apresenta um crescimento de 30,3%, valor que ultrapassa o número de veículos registados durante o mesmo período de 2011. (Leia a notícia na íntegra, aqui).
Destas vendas, cerca de 20% são destinadas ao canal rent-a-car, conforme noticia a Fleet Magazine. Mas a mesma proporção deve ser atribuída às “matrículas tácticas”, segundo Vítor Martins, o director de Marketing da Peugeot, entrevistado para a edição de Junho da Fleet Magazine. O executivo, há mais de 15 anos a trabalhar na marca francesa, afirma que “no início do ano, as perspectivas apontavam para um crescimento de 10% do mercado face aos cerca de 168 mil veículos vendidos em 2014. Mas há sinais que indicam que poderemos chegar aos 215 mil novos veículos em 2015. Estamos a assistir a uma recuperação do canal empresas, muito afectado nos últimos anos pela crise, o que os levou a adiar a renovação das frotas. E ainda do canal de rent-a-car que cresce em proporção ao mercado, mas também ao aumento do mercado de matriculas tácticas, no qual insistimos em não estar presentes”. (Leia a notícia na íntegra, aqui)

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