O grupo Beiersdorf, dono da Nívea, totalizou vendas de 5.000 milhões de euros na primeira metade do ano, uma descida de 3,5% face ao mesmo período do ano passado, foi hoje anunciado.
“As vendas do grupo diminuíram 3,5% para 5.000 milhões de euros”, indicou, em comunicado.
Esta evolução foi justificada com a pressão sobre a marca Nívea, que perdeu quota de mercado nos últimos anos.
Contudo, o grupo quer retomar o crescimento da marca e elaborou um plano a 18 meses, que prevê a expansão da linha de produtos e o aumento do investimento da publicidade em 100 milhões de euros até ao final do ano.
O Beiersdorf perspetiva que a receita deverá voltar a aumentar em 2027.
No período em análise, o lucro operacional (EBIT) fixou-se em 760 milhões de euros, abaixo dos 816 milhões de euros reportados no período homólogo.
As vendas ao consumidor situaram-se em 4.113 milhões de euros, valor que compara com os 4.330 milhões de euros reportados no primeiro semestre de 2025.
Em junho, o grupo, que também é dono de marcas como Eucerin e Labello, contava com 22.326 trabalhadores, abaixo dos 22.480 de novembro de 2025.














