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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Vitória de Alfama nas Marchas prova que vale a pena lutar pelas tradições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 10:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O coordenador da Marcha de Alfama considerou hoje que a vitória nas Marchas Populares de Lisboa é a confirmação de que "ainda vale a pela lutar" pelos valores e tradições que dão identidade aos bairros históricos da cidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O coordenador da Marcha de Alfama considerou hoje que a vitória nas Marchas Populares de Lisboa é a confirmação de que &#8220;ainda vale a pela lutar&#8221; pelos valores e tradições que dão identidade aos bairros históricos da cidade.</P><br />
<P>Oito anos depois de conquistar o seu último concurso das Marchas Populares de Lisboa, Alfama celebrou um triunfo que, para o coordenador João Ramos, representa sobretudo uma vitória dos valores e das tradições da cidade.</P><br />
<P>Ligado à marcha de Alfama há 24 anos, João Ramos disse à agência Lusa que sentiu, com esta vitória, que faz parte de &#8220;um grupo de marchas que tem como principal objetivo a defesa das tradições de Lisboa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Fico contente por representar esse grupo. Podia ser eu ou poderia ser outra marcha&#8221;, afirmou, salientando que é preciso ter &#8220;a noção de que Marchas Populares de Lisboa são sobretudo um evento para representar as tradições e para honrar os bairros tradicionais de Lisboa&#8221;.</P><br />
<P>A mensagem esteve bem patente no tema escolhido por Alfama este ano, &#8220;Os santos devem estar loucos&#8221;, disse o responsável, explicando que, através de metáforas, a marcha procurou alertar para as mudanças que têm vindo a transformar os bairros tradicionais.</P><br />
<P>&#8220;Os santos devem estar loucos com aquilo que se tem passado ultimamente nos bairros, em que se dança samba no baile, canta-se o fado sem xaile, não se salta a fogueira e o manjerico já não cheira&#8221;, ilustrou.</P><br />
<P>Para o responsável, o tradicional concurso faz sentido enquanto se lutar pelas tradições e pelos valores: &#8220;Quando nos rendermos a outros valores, então podemos chamar isto outra coisa, mas não as Marchas Populares do Lisboa&#8221;, vincou.</P><br />
<P>A preparação da marcha começou em janeiro quando lançou o tema à Comissão da Marcha e foi validado.</P><br />
<P>&#8220;A partir daí começamos a trabalhar no tema, a trabalhar nos arcos, na música, nas letras&#8221;, disse, realçando que foi &#8220;uma vitória coletiva&#8221;.</P><br />
<P>Para que tudo acontecesse, foi fundamental &#8220;a entrega total dos marchantes&#8221;, considerou, realçando o empenho dos participantes: &#8220;Estamos a falar em 50 jovens que não têm educação clássica, musical, artística, absolutamente nenhuma&#8221; e que durante dois meses se dedicaram intensamente aos ensaios.</P><br />
<P>&#8220;A marcha de Alfama, como todas as demais, exige a todas as pessoas, provavelmente, valias que não têm, mas a vontade que cada um tem de representar o seu bairro faz com que a marcha de Alfama, e as demais, consigam depois ter aquele resultado de arrastar multidões à avenida da Liberdade, na noite mágica de Lisboa, de 12 para 13 de junho&#8221;, realçou. </P><br />
<P>Apesar de ser natural de Pampilhos da Serra, João Ramos disse ter uma forte ligação afetiva ao bairro de Alfama, onde &#8220;caiu de paraquedas&#8221; há 24 anos.</P><br />
<P>&#8220;Não sou de Alfama de sangue, sou de Alfama de adoção e de coração&#8221;, afirmou, lamentando a realidade atual do bairro, que considera estar cada vez mais descaracterizado.</P><br />
<P>&#8220;O bairro está despovoado, está descaracterizado, já tem muito poucos &#8216;alfacinhas&#8217; e, nessas alturas, o bairro sente que, de alguma forma, ficaram sem as suas referências&#8221;, afirmou, elucidando que, das 50 pessoas que participam na marcha, apenas três vivem no bairro, quando há 10 anos &#8220;eram quase 100%&#8221;.</P><br />
<P>João Ramos lamentou que diversas políticas tenham contribuído para o afastamento de muitos moradores de Alfama, mas garantiu que nada apagará o amor e o orgulho que continuam a sentir pelo bairro onde nasceram e cresceram.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas de Alfama é gente muito trabalhadora, gente que luta dia-a-dia para conseguir ter melhores condições de vida e esse é um reconhecimento que nós fazemos a este povo maravilhoso, que é o nosso povo de Alfama&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Questionado sobre como resumiria a conquista deste ano, João Ramos afirmou: &#8220;Ainda vale a pena lutar pelos valores em que acreditamos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775814]]></sapo:autor>
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		<title>Desde a Segunda Guerra Mundial que não havia tantos conflitos armados entre Estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 10:12:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde o final da Segunda Guerra Mundial que não existia um número de conflitos armados entre Estados tão elevado como o registado em 2025, segundo um relatório publicado pelo Instituto de Investigação da Paz de Oslo (PRIO).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Desde o final da Segunda Guerra Mundial que não existia um número de conflitos armados entre Estados tão elevado como o registado em 2025, segundo um relatório publicado pelo Instituto de Investigação da Paz de Oslo (PRIO). </P><br />
<P>O relatório, intitulado &#8220;Tendências de Conflitos: Uma Análise Global, 1946-2025&#8221;, indica ainda que o ano passado foi o terceiro mais letal desde 1989, com 245 mil mortes resultantes da violência relacionada com conflitos.</P><br />
<P>O documento registou oito conflitos interestatais em 2025: a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, o conflito entre a Índia e o Paquistão, os combates entre o Afeganistão e o Paquistão, os confrontos entre a Tailândia e o Camboja e múltiplos conflitos interestatais ligados ao conflito no Médio Oriente, incluindo os que envolveram Israel, o Irão, o Iémen e os Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;O ressurgimento de conflitos interestatais a esta escala é profundamente preocupante&#8221;, salientou Siri Aas Rustad, diretora de investigação do PRIO e principal autora do relatório, que salientou que &#8220;durante décadas, as guerras civis dominaram os conflitos globais&#8221;.</P><br />
<P>Durante o lançamento do relatório, que se baseia em dados do Programa de Dados sobre Conflitos de Uppsala (UCDP), afirmou: &#8220;Estamos agora a assistir a um perigoso ressurgimento de confrontos diretos entre Estados, impulsionados por rivalidades geopolíticas, disputas fronteiriças e escalada regional, particularmente no Médio Oriente&#8221;.</P><br />
<P>Estes números refletem as 245 mil mortes em incidentes relacionados com batalhas, um número resultante de três conflitos: a invasão russa da Ucrânia, a guerra no Sudão &#8212; incluindo os massacres perpetrados pelo grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF) em El Fasher, no Darfur &#8212; e o bombardeamento israelita da Faixa de Gaza.</P><br />
<P>O PRIO observa que o elevado número de mortes é frequentemente impulsionado por alguns conflitos de grande escala e sublinha que, embora antes de 2020 fosse comum a ocorrência de um destes conflitos de cada vez, nos últimos anos tem-se verificado uma acumulação destes conflitos em simultâneo.</P><br />
<P>O aumento do número de mortes entre 2024 e 2025 &#8212; passando de 188.000 para 245.000 &#8212; deve-se principalmente à violência no Sudão, com cerca de 60.000 mortos na última semana de outubro de 2025 pelas Forças de Apoio Rápido (RSF) em El Fasher, segundo dados da UCDP. </P><br />
<P>O número de mortes quase duplicou na República Democrática do Congo (RDCongo), principalmente devido à ofensiva lançada no início do ano pelo grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23).</P><br />
<P>A UCDP esclarece que o número de mortos inclui aqueles que morreram em combate &#8212; o que engloba mortes em conflitos ou ataques, tanto de combatentes como de civis &#8212; mas exclui um &#8220;número enorme&#8221; de mortes indiretas devido à falta de infraestruturas e instalações de saúde, insegurança alimentar e aqueles feridos em ataques que posteriormente sucumbiram aos ferimentos.</P><br />
<P>Por isso, sublinha que, embora os números reflitam o nível de conflito em todo o mundo, são estimativas conservadoras, especialmente porque o número de mortes indiretas é difícil de verificar &#8220;devido à falta de dados fiáveis&#8221; que permitam uma estimativa aproximada.</P><br />
<P>O relatório indica que 2025 registou também o maior número de conflitos estatais desde 1946, com 65 conflitos &#8212; mais seis do que o recorde anterior &#8212; e cerca de 153 mil mortes, um número apenas superado pelos documentados em 2021, 2022 e 2024. </P><br />
<P>Dados que representam um nível persistentemente elevado de violência estatal, com mais mortes nos últimos cinco anos do que nos 20 anos anteriores a 2021. </P><br />
<P>Durante 2025, estes 65 conflitos foram documentados em 35 países, um aumento em ambas as áreas em comparação com 2024. </P><br />
<P>Além disso, na última década, a diferença entre o número de conflitos e o número de países em conflito aumentou, indicando um aumento no número de países que experienciam múltiplos conflitos simultâneos &#8212; como Myanmar, com cinco, e Israel, com dois conflitos civis e três internacionais.</P><br />
<P>A lista de países com múltiplos conflitos inclui ainda o Afeganistão, os Camarões, o Mali, a Nigéria e o Paquistão, com três cada, enquanto 16 dos 35 países têm apenas um conflito. </P><br />
<P>Este facto &#8220;reflete também uma crescente complexidade na dinâmica dos conflitos, com mais atores envolvidos&#8221;, como explica o PRIO, que sublinha que este tem &#8220;implicações importantes para a forma como estes conflitos são analisados ??e abordados&#8221;.</P><br />
<P>Rusted salientou que &#8220;os conflitos hoje estão cada vez mais interligados&#8221; e acrescentou que &#8220;envolvem mais atores, frentes sobrepostas e maior abrangência regional&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Isto torna-os muito mais difíceis de resolver e aumenta significativamente o risco&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775806]]></sapo:autor>
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		<title>A casa de madeira que cabe no orçamento de um carro: 70 metros, três quartos e alpendre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 10:00:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[casas pré-fabricadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Por dentro, a casa foi desenhada para famílias ou para quem procura uma solução com divisões separadas. Inclui três quartos, uma casa de banho de 5,2 metros quadrados e uma sala de estar com cozinha integrada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As casas pré-fabricadas deixaram de ser apenas pequenas construções de apoio ou soluções improvisadas para férias. Há modelos no mercado que já oferecem espaço suficiente para uma família, com vários quartos, varanda e uma organização interior próxima da de uma casa tradicional. É o caso da casa Sagunto, da Hobycasa, destacada pelo &#8216;HuffPost&#8217;, que está à venda por 24.095 euros.</p>
<p>O modelo tem cerca de 70 metros quadrados no total e combina 60 metros quadrados de área habitável com uma varanda coberta de 9,45 metros quadrados. As dimensões exteriores são de 10,60 metros por 7,52 metros, o que permite uma planta mais ampla do que a ideia habitual associada a este tipo de habitação.</p>
<p>Por dentro, a casa foi desenhada para famílias ou para quem procura uma solução com divisões separadas. Inclui três quartos, dois com 8,75 metros quadrados e um com 9,2 metros quadrados, uma casa de banho de 5,2 metros quadrados e uma sala de estar com cozinha integrada de 25,35 metros quadrados.</p>
<p>O exterior é um dos elementos que mais ajuda a distinguir este modelo. A varanda coberta cria uma zona adicional de utilização, pensada para refeições ao ar livre, momentos de descanso ou simplesmente para aproveitar o espaço em redor da casa, sobretudo em contextos de férias, fins de semana ou terrenos de lazer.</p>
<p>A estrutura é feita em madeira de abeto nórdico, com ripas de 44 milímetros e encaixe macho-fêmea. O modelo inclui ainda uma estrutura de parede dupla de 44-50-44 milímetros, permitindo incorporar isolamento térmico entre as paredes. A madeira recebe também tratamento por imersão contra insetos xilófagos, uma proteção importante contra pragas como térmitas.</p>
<p>O preço anunciado inclui a estrutura da casa, uma porta de entrada de 95 por 205 centímetros com janela fixa e fechadura, quatro portas interiores de 83 por 209 centímetros, nove janelas de diferentes dimensões, ripas para as paredes, kit completo de parafusos e instruções detalhadas de montagem.</p>
<p>Mas o valor final pode ficar bastante acima dos 24.095 euros. De acordo com o &#8216;HuffPost&#8217;, o preço não inclui projetos técnicos, obras civis, instalações de água e eletricidade, louças sanitárias, transporte ou montagem. Extras como pintura, impermeabilização, telhado, piso ou outras opções de personalização também podem aumentar o custo.</p>
<p>Há ainda outro ponto essencial: uma casa pré-fabricada não pode ser instalada livremente em qualquer terreno. Estas construções exigem licenças, que variam consoante a câmara municipal, o tipo de terreno e a natureza da construção. Avançar sem autorização pode resultar em multas e, em casos limite, na demolição da casa. O preço pode chamar a atenção, mas o verdadeiro custo só se percebe depois de somar legalização, instalação e acabamentos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774267]]></sapo:autor>
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		<title>Europeus canoagem: Fernando Pimenta medalha de bronze em K1 1.000 metros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 09:55:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Fernando Pimenta conquistou hoje a medalha de bronze na prova de K1 1.000 metros dos Europeus de canoagem, o primeiro pódio de Portugal na competição, que decorre em Montemor-o-Velho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Fernando Pimenta conquistou hoje a medalha de bronze na prova de K1 1.000 metros dos Europeus de canoagem, o primeiro pódio de Portugal na competição, que decorre em Montemor-o-Velho. </P><br />
<P>O campeão da Europa em título liderou boa parte da regata, contudo na parte final Uladzislau Kravets, russo a competir sob bandeira neutra, impôs-se, em 3.24,311 minutos, deixando o húngaro Balint Kopasz a 700 milésimos e Pimenta a 1,005 segundos. </P><br />
<P>Este é o 182.º pódio de Fernando Pimenta, que ainda hoje disputa a final de K1 500 metros e no domingo a de K1 5.000, nas mais importantes provas internacionais. </P><br />
<P>Fernando Pimenta, detentor de duas medalhas olímpicas, foi campeão da Europa em 2016 em Moscovo, 2017 em Plovdiv, na Bulgária, 2018 em Belgrado, e 2025 em Racice, na República Checa. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775805]]></sapo:autor>
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		<title>Suécia interceta dois caças russos perto do seu espaço aéreo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 09:49:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suécia enviou dois pares de caças JAS 39 Gripen para intercetar dois aviões de guerra russos que sobrevoavam o Mar Báltico junto ao seu espaço aéreo, anunciou hoje o exército sueco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Suécia enviou dois pares de caças JAS 39 Gripen para intercetar dois aviões de guerra russos que sobrevoavam o Mar Báltico junto ao seu espaço aéreo, anunciou hoje o exército sueco.</P><br />
<P>Os dois incidentes ocorreram na sexta-feira, nas regiões sul e norte do Mar Báltico.</P><br />
<P>As aeronaves da NATO também levantaram voo &#8220;para manter a segurança no espaço aéreo partilhado&#8221;, afirmou o exército sueco em comunicado.</P><br />
<P>O espaço aéreo sueco não foi violado em nenhum dos incidentes, indicou o Exército.</P><br />
<P>&#8220;As ações russas são graves e constituem um padrão de comportamento recorrente que ameaça tanto a nossa integridade territorial como a nossa segurança&#8221;, disse a vice-almirante Ewa Skoog Haslum, chefe de operações conjuntas, citada no comunicado.</P><br />
<P>A Suécia aderiu à NATO em março de 2024.</P><br />
<P>As tensões no Mar Báltico aumentaram acentuadamente desde o início da invasão russa da Ucrânia, em 2022.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775804]]></sapo:autor>
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		<title>Nome de Donald Trump começou a ser removido do Kennedy Center</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 09:32:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O nome de Donald Trump começou hoje de madrugada a ser removido da fachada da sala de espetáculos Kennedy Center, em Washington, nos Estados Unidos, noticiou hoje a agência Associated Press.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O nome de Donald Trump começou hoje de madrugada a ser removido da fachada da sala de espetáculos Kennedy Center, em Washington, nos Estados Unidos, noticiou hoje a agência Associated Press.</P><br />
<P>Os trabalhadores começaram a remover o nome do Presidente dos Estados Unidos horas depois do prazo estipulado por um tribunal na sexta-feira para a remoção das referências a Trump.</P><br />
<P>Na sexta-feira, foram erguidos andaimes à volta de uma secção do edifício que inclui o nome de Trump, mas pouco depois da meia-noite o Kennedy Center solicitou a um juiz a prorrogação do prazo até ao meio-dia (17:00 em Lisboa) de sábado, devido às tempestades que atingiram a região de Washington, causando atrasos.</P><br />
<P>No documento apresentado, o Kennedy Center garantiu que os &#8220;trabalhos de remoção estão em curso&#8221; e estariam &#8220;concluídos às primeiras horas da manhã&#8221;.</P><br />
<P>Poucas horas depois, os operários começaram a cobrir os andaimes com lonas antes de iniciarem a remoção do nome de Trump e terão terminado o trabalho por volta das 03:30 da manhã, embora as lonas tenham permanecido no local, não sendo possível determinar se todas as letras tinham sido removidas.</P><br />
<P>Dezenas de pessoas passaram horas na sexta-feira na praça em frente ao Kennedy Center a tirar fotografias e, ocasionalmente, a gritar &#8220;tirem isto daqui!&#8221;.</P><br />
<P>A deputada democrata do Ohio Joyce Beatty, membro do órgão que interpôs uma ação judicial para remover o nome de Trump do edifício, foi vista na praça.</P><br />
<P>O Kennedy Center retirou o nome de Donald Trump do seu site na segunda-feira, mas ainda não o tinha tirado do edifício.</P><br />
<P>O juiz tinha ordenado, a 29 de maio, ao conselho de administração daquela sala de espetáculos que removesse, no prazo de duas semanas, qualquer referência &#8220;ao presidente Trump ou a qualquer pessoa que não fosse o presidente Kennedy&#8221; no próprio edifício, no site do Kennedy Center ou em qualquer marca registada.  </P><br />
<P>Donald Trump reagiu anunciando que iria &#8220;trabalhar com o Congresso para lhe transferir&#8221; o controlo do Kennedy Center.</P><br />
<P>Ao início da tarde de sexta-feira, um juiz rejeitou um pedido para suspender o prazo.</P><br />
<P>A instituição recorreu da decisão, recurso que foi também negado na noite de sexta-feira.</P><br />
<P>Depois de ignorar o Kennedy Center durante grande parte do seu primeiro mandato, Trump exerceu uma enorme influência sobre o local desde o seu regresso ao poder.</P><br />
<P>Apenas um mês depois de ter assumido o cargo, destituiu a antiga administração do centro e substituiu-a por um conselho de curadores que o nomeou presidente e o nome de Trump foi adicionado ao edifício.</P><br />
<P>Na decisão que refere que só o Congresso poderia alterar o nome do Kennedy Center, o juiz distrital Christopher Cooper também impediu o governo de fechar o centro cultural e artístico para grandes renovações que estavam planeadas começar em julho e durar dois anos.</P><br />
<P>A administração do Kennedy Center argumentou no seu recurso de sexta-feira que a reforma era extremamente necessária e acusou o tribunal de primeira instância, em termos que pareciam semelhantes aos padrões de discurso de Trump, de interferir no processo.</P><br />
<P>&#8220;O Tribunal Distrital não nos está a permitir fechar o edifício para o reparar adequadamente, incluindo danos estruturais potencialmente fatais, como vigas e tetos da garagem enferrujados, que correm sérios riscos de desabar sobre as pessoas que estão por baixo&#8221;, lê-se no recurso.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775803]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Sintra reabre acessos ao perímetro florestal e monumentos estão abertos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 09:15:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os acessos ao perímetro florestal da serra de Sintra deixaram hoje de estar condicionados, devido à redução do perigo de incêndio rural, e os monumentos vão estar abertos, informaram a autarquia e a Parques de Sintra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os acessos ao perímetro florestal da serra de Sintra deixaram hoje de estar condicionados, devido à redução do perigo de incêndio rural, e os monumentos vão estar abertos, informaram a autarquia e a Parques de Sintra.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a Câmara Municipal de Sintra tinha indicado que, &#8220;devido ao risco de incêndio rural em &#8216;nível máximo&#8217;, emitido pelo IPMA [Instituto Português do Mar e da Atmosfera], o acesso à serra de Sintra&#8221; seria &#8220;condicionado no dia 13 de junho, a partir das 00:00&#8221;, e enquanto se mantivesse &#8220;a situação de risco&#8221;.</P><br />
<P>Hoje, a autarquia atualizou a nota no Facebook, anunciando que &#8220;a circulação em perímetro florestal foi resposta considerando a redução do perigo de incêndio rural&#8221;.</P><br />
<P>Na sequência do levantamento das restrições, o Parque Nacional da Pena, o Castelo dos Mouros, o Parque e Palácio de Monserrate e o Convento dos Capuchos estão hoje abertos ao público &#8220;nas condições habituais&#8221;, informou a Parques de Sintra, que gere estes monumentos, localizados no perímetro florestal da serra.</P><br />
<P>&#8220;Os Palácios Nacionais de Sintra e de Queluz, bem como as instalações da Escola Portuguesa de Arte Equestre, em Belém [em Lisboa], mantêm igualmente o seu funcionamento habitual&#8221;, acrescentou a empresa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775801]]></sapo:autor>
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		<title>Investigação mostra que opinião pública portuguesa legitima o apoio social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 09:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os portugueses tendem a aceitar e a defender os direitos sociais de populações que necessitam dos mínimos sociais, revelou uma investigação que teve como objetivo compreender a opinião pública sobre quem merece ajuda do Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os portugueses tendem a aceitar e a defender os direitos sociais de populações que necessitam dos mínimos sociais, revelou uma investigação que teve como objetivo compreender a opinião pública sobre quem merece ajuda do Estado.</P><br />
<P>A investigação sobre a &#8220;Perceção do Merecimento ao Apoio Social Não Contributivo&#8221; foi desenvolvida por uma equipa da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC).</P><br />
<P>&#8220;É uma opinião pública que diz: &#8216;nós queremos continuar a ajudar todos os grupos sociais que possam ser considerados desmerecedores ou que possam não ter contribuído para a Segurança Social. E queremos que essa ajuda seja plena e não punitiva'&#8221;, avançou à agência Lusa a investigadora Clara Santos.</P><br />
<P>O conceito de merecimento social refere-se aos julgamentos formulados sobre quem deve ter acesso a prestações e apoios sociais, e que habitualmente se baseiam em critérios como necessidade, contribuição prévia para a sociedade, responsabilidade individual pela situação de vulnerabilidade ou perceção de proximidade social e moral dos beneficiários.</P><br />
<P>Segundo Clara Santos, o Governo &#8220;tende a considerar como menos merecedores do apoio social aqueles grupos que acha que têm alguma responsabilidade por estarem como estão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O estudo vem revelar que a opinião pública não está de acordo com o Governo e continua a acreditar num Estado de Direito e nos valores previstos na Constituição da República Portuguesa&#8221;, frisou a investigadora, numa altura em que se debate a proposta que visa autorizar o executivo a criar a prestação social única.</P><br />
<P>De uma forma geral, os resultados do estudo mostram que a população tem tendência a valorizar critérios de reciprocidade, reconhecendo maior merecimento a quem contribuiu para a sociedade, no entanto, rejeita &#8220;perspetivas excessivamente punitivas ou excludentes&#8221;. </P><br />
<P>No que respeita a grupos sociais que incluem toxicodependentes, sem abrigo, migrantes irregulares ou mulheres em situação de prostituição, num Estado de Direito não se pode pensar que &#8220;não merecem tanto como outros&#8221;, frisou.</P><br />
<P>&#8220;Cada um de nós pode cair numa situação de grande vulnerabilidade em que depende unicamente do sistema não contributivo&#8221;, alertou Clara Santos, lembrando que quem paga impostos está a contribuir &#8220;para que o Estado represente a solidariedade&#8221;.</P><br />
<P>Acrescentou que é este &#8220;pacto social de coesão&#8221; que tem de existir e ser tido em conta no debate sobre a proposta de criação da prestação social única, que tem sido criticada por várias associações por poder aumentar o estigma e reforçar a exclusão de pessoas pobres e vulneráveis.</P><br />
<P>&#8220;Esta proposta entra em todos os critérios do desmerecimento&#8221;, afirmou, lamentando o &#8220;regime de suspeição&#8221; em que foi apresentada.</P><br />
<P>A investigadora exemplificou com a criação do trabalho social, que tem como objetivo &#8220;que não haja prevaricação&#8221; e passa a ideia de que as pessoas &#8220;não trabalham porque não querem&#8221;.</P><br />
<P>Ao comparar estes resultados com a falta de confiança dos cidadãos no Governo e nas instituições de proteção social, o estudo permite identificar a existência de &#8220;uma crise de legitimidade social do Estado que se concretiza em sentimentos de suspeição e insegurança que podem, se muito agravadas, criar fraturas sociais graves&#8221;.</P><br />
<P>A investigação decorreu no final de 2024 e usou o protocolo &#8220;Perceções de Merecimento no Acesso ao Apoio Social&#8221;, que envolveu dois mil portugueses.</P><br />
<P>Este protocolo integra um questionário sociodemográfico e vários instrumentos de avaliação: a versão portuguesa da escala CARIN e as escalas de Orientações Básicas de Justiça Social, de Preocupação Social com Grupos Vulneráveis e de Merecimento no Acesso ao Apoio Social e aos Cuidados de Saúde de Pessoas com Comportamentos Aditivos e Dependências.</P><br />
<P>A proposta do Governo sobre a prestação social única baixou na sexta-feira à fase da especialidade sem votação na generalidade, com votos contra de BE, PCP e do ex-líder do PS Pedro Nuno Santos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775800]]></sapo:autor>
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		<title>Comprou um tanque no eBay e encontrou um tesouro escondido no depósito</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/paga-36-mil-euros-por-um-tanque-antigo-o-que-estava-escondido-la-dentro-valia-milhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 09:00:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[eBay]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nick Mead]]></category>
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					<description><![CDATA[Há compras online que acabam esquecidas numa garagem. Outras chegam em forma de tanque militar e trazem dentro uma história de guerra, saque e ouro escondido]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há compras online que acabam esquecidas numa garagem. Outras chegam em forma de tanque militar e trazem dentro uma história de guerra, saque e ouro escondido. Foi isso que aconteceu a Nick Mead, um colecionador britânico de veículos militares, protagonista de uma história recuperada pelo &#8216;El Economista&#8217; e que parece saída de um filme.</p>
<p>Mead não é um comprador comum. Na sua propriedade em Helmdon, Northamptonshire, no Reino Unido, juntou mais de 150 veículos militares e transformou essa coleção numa espécie de parque de experiências, onde os visitantes podem entrar e andar em tanques e outros veículos de guerra mediante pagamento.</p>
<p>Numa das suas procuras por novas peças para a coleção, o britânico encontrou no eBay um antigo tanque ligado à invasão do Kuwait, na década de 1990. O veículo terá custado cerca de 36 mil euros e seria um T-69, versão chinesa do soviético T-54, que acabou ao serviço do exército iraquiano.</p>
<p>Mas o verdadeiro valor da compra não estava à vista. Ao inspecionar o veículo com o seu mecânico, Mead abriu o depósito de combustível e encontrou algo que nenhum colecionador espera descobrir dentro de um tanque antigo: cinco barras de ouro escondidas.</p>
<p>O achado teria um peso total de cerca de 25 quilos, com cada barra a rondar os cinco quilos. No total, o tesouro foi avaliado em cerca de 2,5 milhões de euros, um valor que transformaria uma compra invulgar numa das aquisições mais surpreendentes feitas através da Internet.</p>
<p>A explicação provável remete para os saques ocorridos durante a invasão do Kuwait. De acordo com o &#8216;El Economista&#8217;, parte dos bens roubados na época terá sido escondida para evitar represálias, apreensões ou novos roubos, o que ajuda a explicar como um tesouro deste tipo poderia ter ficado oculto num veículo militar durante anos.</p>
<p>Perante a descoberta, Mead não ficou com as barras. Chamou a polícia, que recolheu o ouro e lhe entregou um recibo. A promessa, segundo o relato, era simples: se ninguém reclamasse a propriedade do tesouro, este poderia acabar por ficar nas mãos do colecionador.</p>
<p>Mas a história dificilmente terá um final tão simples. Em casos associados a espólios de guerra, o país vítima do saque pode reclamar os bens como seus. Neste caso, o Kuwait teria argumentos para reivindicar o ouro. Até à publicação do relato original, permanecia por esclarecer se alguém tinha reclamado as barras ou se o colecionador britânico acabou, de facto, milionário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774255]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal continental sob aviso amarelo devido a trovoadas e tempo quente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 08:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental está hoje sob aviso amarelo devido à previsão de trovoada e tempo quente no Norte e Centro, de tempo quente em Leiria, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, e de agitação marítima no Algarve.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal continental está hoje sob aviso amarelo devido à previsão de trovoada e tempo quente no Norte e Centro, de tempo quente em Leiria, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, e de agitação marítima no Algarve.</P><br />
<P>De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro e Coimbra estão até às 21:00 de hoje sob aviso amarelo devido à previsão de &#8220;persistência de valores elevados de temperatura máxima&#8221; e de &#8220;ocorrência de aguaceiros e trovoadas, por vezes acompanhados de granizo&#8221; e rajadas de vento.</P><br />
<P>No caso dos de Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda e Castelo Branco o alerta por tempo quente vigora até às 21:00 e o de trovoada até à meia-noite, indica o &#8216;site&#8217; do IPMA.</P><br />
<P>Já os distritos de Leiria, Lisboa, Santarém, Portalegre, Setúbal, Évora e Beja estão sob aviso amarelo até às 21:00 exclusivamente devido à &#8220;persistência de valores elevados de temperatura máxima&#8221;.</P><br />
<P>No de Faro, o alerta vigora até às 12:00 de hoje, devido à agitação marítima, estando previstas &#8220;ondas de sueste com dois metros&#8221; e temporariamente de 2,5 metros.</P><br />
<P>Para os arquipélagos da Madeira e dos Açores não foi emitido qualquer aviso para o dia de hoje.</P><br />
<P>O aviso amarelo é o menos grave de uma escala de três.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775799]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Número de casos de Ébola sobe para 689 na República Democrática do Congo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 08:42:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de casos confirmados de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo) subiu hoje para 689, incluindo 139 mortes, indicaram as autoridades do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de casos confirmados de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo) subiu hoje para 689, incluindo 139 mortes, indicaram as autoridades do país.</P><br />
<P>A epidemia começou na região leste do país a 15 de maio.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado na plataforma de redes sociais X, o Ministério da Comunicação e dos Media da RDCongo indicou que a taxa de letalidade do vírus é de 20,2% e que 29 das 104 zonas de saúde nas províncias de Ituri (epicentro do surto), Kivu do Norte e Kivu do Sul estão atualmente afetadas.</P><br />
<P>&#8220;Os centros de tratamento acolhem atualmente 315 doentes em isolamento, com uma taxa de ocupação de 69,7%, e está a ser mobilizada capacidade adicional para garantir cuidados rápidos e seguros a cada novo doente&#8221;, informou o Ministério da Comunicação. </P><br />
<P>Até à data, o número de doentes que receberam alta mantém-se nos 32, tendo sido reportados 419 alertas, dos quais 90% foram investigados para identificar possíveis casos. </P><br />
<P>O surto declarado em Ituri alastrou às províncias orientais de Kivu do Norte e Kivu do Sul e ao Uganda, onde foram detetadas até à data 19 infeções, incluindo 14 casos considerados importados da República Democrática do Congo, entre os quais se registaram duas mortes.</P><br />
<P>Esta epidemia corresponde à estirpe Bundibugyo, cuja taxa de letalidade varia entre os 30% e os 50% e para a qual ainda não existe vacina autorizada nem tratamento específico, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).</P><br />
<P>Esta entidade considera o risco &#8220;elevado&#8221; na África Subsariana e &#8220;baixo&#8221; a nível global.</P><br />
<P>A OMS estima que o vírus tenha começado a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração de surto, que foi classificado a 17 de maio como uma &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;.</P><br />
<P>O vírus Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragia interna.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775798]]></sapo:autor>
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		<title>Angolana Maria Mambo Café e moçambicana Graça Machel entre pioneiras da política retratadas em livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 08:32:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A participação na luta pela independência em África abriu as portas do poder a mulheres como a angolana Maria Mambo Café e a moçambicana Graça Machel, defende a historiadora britânica Paula Bartley. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A participação na luta pela independência em África abriu as portas do poder a mulheres como a angolana Maria Mambo Café e a moçambicana Graça Machel, defende a historiadora britânica Paula Bartley. </P><br />
<P>As duas lusófonas estão entre as mulheres de 41 países retratadas no livro &#8220;Trailblazers: The First Women Elected to Government&#8221; [Pioneiras: As primeiras mulheres a serem eleitas para o Governo], publicado recentemente no Reino Unido. </P><br />
<P>&#8220;Se olharmos para o curso da história, vemos que, até à década de 1950, eram sobretudo as nações europeias de etnia branca que elegiam mulheres. Porquê? Porque a maioria dos outros países era governada por governos coloniais&#8221;, relata à agência Lusa. </P><br />
<P>Só depois da descolonização e independência é que países como Angola, Moçambique ou África do Sul puderam eleger os seus parlamentos e formar governos. </P><br />
<P>O convite a mulheres como Maria Mambo Café, Graça Machel e a sul-africana Winnie Mandela para integrarem os primeiros executivos foi a &#8220;recompensa&#8221; pelo envolvimento nos movimentos de luta pela independência. </P><br />
<P>&#8220;Portanto, é a descolonização que faz com que haja toda uma série de países africanos diferentes &#8211; mencionei apenas alguns no meu livro que obtiveram a independência &#8211; [onde] temos mulheres a entrar no Parlamento pela primeira vez&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Bartley confessa que Graça Machel, que foi ministra da Educação de Moçambique e continua a ser ativista pelos direitos das crianças e das mulheres, é uma das suas &#8220;heroínas&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Acho que é uma mulher absolutamente maravilhosa. E continua a lutar por questões internacionais, pela justiça, especialmente em prol das crianças que foram envolvidas em grupos de mercenários. É fantástica. E é incorruptível&#8221;, diz. </P><br />
<P>Já a economista angolana Maria Mambo Café tem uma história mais controversa. Durante uma década, entre  1977 e 1987, foi ministra de várias pastas e chegou a vice-primeira ministra. </P><br />
<P>Mas, ao longo deste período, também acumulou também uma grande fortuna, levantando suspeitas de corrupção e desvio de fundos. </P><br />
<P>&#8220;Ela acumulou tanta riqueza. Era a mulher mais rica do país. Não era rica quando entrou no Parlamento&#8221;, comenta a historiadora, que lamenta: &#8220;A corrupção é endémica em muitos países, e penso que foi infelizmente isso que aconteceu em Angola&#8221;.</P><br />
<P>A &#8220;historiadora feminista&#8221; escreveu o livro focado no século XX e admite que teve de selecionar os países incluídos na obra por uma questão de espaço. </P><br />
<P>Além da Finlândia, Rússia, Estados Unidos ou Canadá, também incluiu Afeganistão, Bahamas, Zâmbia, Iraque ou Tuvalu. </P><br />
<P>Do Reino Unido, destacou Constance Markievicz, a primeira mulher a ser eleita para o parlamento britânico, apesar de ter estado presa por traição, porque lutou pela independência da Irlanda. </P><br />
<P>&#8220;Sempre achei isto incrivelmente surpreendente, tendo em conta o movimento sufragista que antecedeu a Primeira Guerra Mundial&#8221;, refere, lembrando que nenhuma das ativistas foi eleita imediatamente. </P><br />
<P>Outra das suas figuras favoritas é a húngara Margit Slachta, uma freira católica feminista e a primeira a ser eleita para o parlamento do país. </P><br />
<P>&#8220;Ela tentou introduzir políticas feministas, mas eles não gostaram e mandaram-na embora. Ela voltou a ser freira e salvou milhares de judeus húngaros, ao emitir certidões de batismo falsas e providenciar um refúgio seguro no seu convento&#8221;, conta.</P><br />
<P>Nas curtas biografias, explica, tentou juntar o pessoal ao político, procurando tornar o livro &#8220;mais acessível, para atrair as mulheres jovens para a política&#8221;. </P><br />
<P>A historiadora espera inspirar mais pessoas a fazer carreira política, mas confessa que a perspetiva não a atrai devido às pressões e riscos que correm, incluindo de morte. </P><br />
<P>&#8220;Só espero que as pessoas não me deem ouvidos neste momento, mas que, na verdade, leiam o livro e pensem: &#8216;Estas mulheres surpreendentes, arriscaram as suas vidas, a ser torturadas, a ser presas, ao exílio, e isso aconteceu porque acreditavam na democracia'&#8221;, conclui.</P></p>
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		<title>“Silêncio deixa as crianças mais vulneráveis”: psicóloga defende temas sensíveis na escola, mas com idade e cuidado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 08:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Nacional de Saúde Escolar]]></category>
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					<description><![CDATA[Catarina Lucas falou à 'Executive Digest' sobre o novo Programa Nacional de Saúde Escolar, que vai abordar temas como saúde mental, sexualidade, alimentação, atividade física, dependências e literacia em saúde]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Programa Nacional de Saúde Escolar volta a colocar a escola no centro de um debate sensível: até onde deve ir a educação para a saúde quando os temas passam por corpo, autoestima, consentimento, identidade, género, diversidade ou violência sexual? </p>
<p>A proposta da Direção-Geral da Saúde pretende alargar a intervenção da creche ao ensino superior e reforçar áreas como saúde mental, sexualidade, alimentação, atividade física, dependências e literacia em saúde. Mas a discussão pública já mostrou que o problema não está apenas no que se ensina. Está também em quando, como, por quem e com que diálogo com as famílias.</p>
<p>Para a psicóloga Catarina Lucas, em entrevista à &#8216;Executive Digest&#8217;, a chave está precisamente nesse equilíbrio. Falar destes temas na escola não tem de significar antecipar conversas para as quais crianças e jovens ainda não estejam preparados. Pelo contrário, quando a abordagem é adequada à idade e ao desenvolvimento, pode funcionar como fator de proteção. </p>
<p>“Falar de autoestima, respeito pelo corpo, emoções ou limites pessoais não significa antecipar conteúdos, mas sim promover competências essenciais para a vida”, defende a especialista. E deixa uma frase que resume o dilema: “O silêncio, muitas vezes, deixa as crianças mais vulneráveis do que a informação bem transmitida.”</p>
<p><strong>O que muda nas escolas</strong></p>
<p>O novo Programa Nacional de Saúde Escolar 2030, elaborado pela Direção-Geral da Saúde, está em consulta pública e define prioridades para a saúde escolar nos próximos anos. Pela primeira vez, o programa alarga o público-alvo às creches e ao ensino superior, procurando criar uma abordagem contínua ao longo de todo o percurso educativo.</p>
<p>O documento organiza a intervenção em áreas como saúde mental e bem-estar, comportamentos aditivos e dependências, alimentação saudável, sexualidade, atividade física, prevenção da violência, saúde ambiental e literacia em saúde. Prevê ainda um reforço das equipas de saúde escolar, que deverão integrar enfermeiros, médicos de saúde pública, psicólogos, higienistas orais e nutricionistas.</p>
<p>Entre as metas previstas está o aumento dos projetos de educação em sexualidade em, pelo menos, 40% dos estabelecimentos de educação e ensino. O programa inclui temas como mudanças corporais, autoestima, assertividade, consentimento sexual, identidade, género, diversidade e violência sexual, sempre enquadrados como ações de promoção da saúde.</p>
<p><strong>A tensão com as famílias</strong></p>
<p>A proposta surge num terreno já marcado pela polémica em torno da Educação para a Cidadania. Para muitas famílias, temas como sexualidade, género ou consentimento pertencem sobretudo à esfera dos pais. Para outros setores, a escola tem obrigação de preparar crianças e jovens para reconhecer limites, prevenir violência, pedir ajuda e viver relações mais seguras.</p>
<p>Catarina Lucas rejeita a ideia de que escola e família devam ser colocadas em campos opostos. “A escola e a família não devem ser vistas como entidades em oposição, mas como contextos complementares de desenvolvimento”, afirma. O equilíbrio, acrescenta, passa por reconhecer o papel central dos pais na educação dos filhos, sem esquecer a responsabilidade da escola na promoção da saúde, do bem-estar e da cidadania.</p>
<p>Essa articulação é especialmente importante porque o programa não se limita a conteúdos de sexualidade. A proposta inclui saúde mental, gestão emocional, atividade física, alimentação, uso saudável da internet e prevenção de comportamentos de risco. Ainda assim, são os temas ligados ao corpo, consentimento, identidade e diversidade que mais facilmente geram desconfiança.</p>
<p><strong>A idade muda tudo</strong></p>
<p>Do ponto de vista psicológico, a especialista sublinha que a discussão não deve ser feita em abstrato. O mesmo tema pode ser adequado ou desadequado consoante a idade, a linguagem usada, o contexto e a maturidade da criança ou do jovem. “Na maioria dos casos, a questão não está nos temas, mas na forma como são apresentados”, explica.</p>
<p>No pré-escolar, por exemplo, uma conversa sobre corpo e privacidade não tem o mesmo significado que no 3º ciclo. Na infância, o foco deve estar nas emoções, no autocuidado, no respeito pelo próprio corpo e pelo corpo dos outros, na privacidade e na capacidade de reconhecer limites. Na adolescência, surgem com maior profundidade as mudanças corporais, as relações interpessoais, o consentimento, a tomada de decisão e a prevenção de situações de risco.</p>
<p>O próprio PNSE aponta para essa progressão. Na saúde mental, para o pré-escolar, surgem aprendizagens como lidar com o tédio e a frustração ou estimular a escuta e compreensão dos outros. No 3º ciclo, o foco já pode passar por pressão de grupo, redes sociais e media. Na sexualidade, o programa prevê temas como privacidade, consentimento, higiene, autocuidado, identidade, género, diversidade e vínculos nas idades mais novas, enquanto no 3.º ciclo entram matérias como infeções sexualmente transmissíveis, fertilidade, violência sexual e de género e literacia digital.</p>
<p><strong>Proteção ou antecipação?</strong></p>
<p>A dúvida mais sensível permanece: falar cedo de determinados temas protege ou antecipa problemas? Catarina Lucas insiste que a resposta depende da forma. “Qualquer conteúdo pode ser inadequado se não respeitar a maturidade emocional, cognitiva e social das crianças e dos jovens”, afirma.</p>
<p>Por isso, a abordagem exige linguagem ajustada, objetivos claros e profissionais preparados. A especialista defende que temas como consentimento, autoestima ou respeito pelo corpo não devem ser confundidos com uma antecipação indevida de conteúdos sexuais. Podem, antes, ajudar crianças e jovens a identificar situações desconfortáveis, reconhecer limites e procurar apoio.</p>
<p>Também no caso dos adolescentes, a educação para a saúde pode funcionar como ferramenta de prevenção. O PNSE estabelece metas até 2030, incluindo promover comportamentos sexuais seguros e informados, reduzir a proporção de jovens que reportam relações sexuais associadas ao consumo de álcool ou drogas e aumentar a proporção dos que dizem ter usado preservativo na última relação sexual para mais de 70%.</p>
<p><strong>O papel dos profissionais</strong></p>
<p>A eficácia do programa dependerá, em grande parte, da preparação de quem o aplica. A proposta da DGS prevê equipas locais de saúde escolar multidisciplinares em todas as Unidades Locais de Saúde, com planos anuais articulados com agrupamentos de escolas, professores responsáveis pela educação para a saúde, diretores e parceiros comunitários.</p>
<p>Essa dimensão é essencial para Catarina Lucas. A psicóloga defende que estes temas devem ser trabalhados em espaços seguros, respeitadores e livres de julgamento, onde crianças e jovens possam colocar dúvidas sem receio. A informação deve ser cientificamente rigorosa, adequada à idade e sensível à diversidade de experiências e contextos familiares.</p>
<p>A especialista deixa também um aviso contra abordagens alarmistas ou excessivamente complexas. O foco deve estar na promoção do bem-estar, da autonomia, do respeito e da capacidade de tomar decisões informadas, não na criação de medo ou conflito.</p>
<p><strong>Pais precisam de saber o que vai ser ensinado</strong></p>
<p>Para reduzir a desconfiança, a escola terá de explicar melhor o que pretende fazer. Catarina Lucas considera que a confiança se constrói com transparência, diálogo e participação. As famílias devem conhecer os objetivos, os conteúdos e as metodologias usadas, e as suas reservas não devem ser tratadas como um obstáculo sem legitimidade.</p>
<p>“Muitos pais podem sentir reservas perante estes temas, sobretudo quando envolvem sexualidade, género ou consentimento”, reconhece a psicóloga. A resposta, defende, não deve ser a desvalorização dessas preocupações, mas a explicação clara do trabalho a desenvolver. “Quando as famílias compreendem que o foco está na proteção, na prevenção e na promoção de competências para a vida, torna-se mais fácil estabelecer uma relação de colaboração.”</p>
<p>O próprio programa prevê participação de crianças, jovens e famílias no desenho e implementação das intervenções, valorizando a diversidade cultural e social. Esse ponto pode ser decisivo para evitar que a saúde escolar seja percebida como imposição ou substituição do papel dos pais.</p>
<p><strong>Mais do que sexualidade</strong></p>
<p>Embora a polémica pública se concentre nos temas da sexualidade, o PNSE 2030 é mais vasto. O programa inclui metas para atividade física, saúde oral, alimentação, uso saudável da internet, ecrãs e jogos, prevenção de dependências e preparação das escolas para emergências de saúde pública.</p>
<p>Entre os objetivos estão integrar a escovagem dos dentes nas rotinas diárias sempre que possível, aumentar a prática de atividade física moderada a vigorosa, garantir espaços adequados para exercício em todos os estabelecimentos de ensino até 2030 e promover projetos de utilização saudável da internet em pelo menos metade das escolas.</p>
<p>Este enquadramento ajuda a recentrar o debate. O que está em causa não é apenas uma disputa sobre sexualidade ou género, mas uma tentativa de atualizar a saúde escolar num país onde mudaram os padrões de socialização, aprendizagem, acesso à informação e exposição a riscos.</p>
<p><strong>A fronteira está na forma</strong></p>
<p>A discussão pública continuará a dividir opiniões, sobretudo quando envolve crianças mais novas e temas que muitas famílias consideram reservados ao espaço doméstico. Mas a entrevista a Catarina Lucas ajuda a deslocar a pergunta: não se trata apenas de saber se a escola deve falar destes assuntos, mas de garantir que o faz com idade certa, linguagem certa, profissionais preparados e famílias informadas.</p>
<p>O risco, para a psicóloga, não está na informação bem transmitida. Está no silêncio, na falta de preparação e na ausência de pontes entre escola e casa. A escola não substitui a família, mas pode reforçar uma rede de proteção em torno de crianças e jovens.</p>
<p>No fim, a saúde escolar talvez dependa menos de escolher entre pais ou professores, tradição ou mudança, proteção ou liberdade. Depende de uma regra mais simples e mais difícil de aplicar: falar do que importa, no momento certo, da forma certa e com todos os adultos responsáveis à mesma mesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775371]]></sapo:autor>
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		<title>GNR apreende 30 armas de fogo e 2.803 munições em busca domiciliária em Paredes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 08:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Trinta armas de fogo e mais de 2.800 munições foram apreendidas pela GNR em Paredes, no distrito do Porto, durante uma busca domiciliária realizada no âmbito de uma investigação por violência doméstica, anunciou hoje a força de segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Trinta armas de fogo e mais de 2.800 munições foram apreendidas pela GNR em Paredes, no distrito do Porto, durante uma busca domiciliária realizada no âmbito de uma investigação por violência doméstica, anunciou hoje a força de segurança.</P><br />
<P>A operação decorreu na sexta-feira e foi realizada por militares do Comando Territorial do Porto, através do Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) de Penafiel, refere a GNR em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;No seguimento das diligências, apurou-se que a vítima, uma mulher com 35 anos, já havia abandonado a residência, juntamente com dois filhos menores, e que o suspeito, de 45 anos, é portador de licença de uso e porte de armas&#8221;, adianta a GNR.</P><br />
<P>No âmbito de uma investigação por violência doméstica, os militares deram cumprimento a um mandado de busca domiciliário, do qual resultou na apreensão cautelar de 30 armas de fogo e 2.803 munições.</P><br />
<P>&#8220;O armamento apreendido como medida cautelar está devidamente manifestado, e o processo encontra-se a decorrer na CPCJ [Comissão de Proteção de Crianças e Jovens] de Paredes, na parte correspondente aos dois menores&#8221;, refere a GNR, que comunicou os factos ao Tribunal Judicial de Paredes.</P><br />
<P>A GNR lembra que a violência doméstica constitui um crime público e que denunciar situações desta natureza poderá contribuir para a salvaguarda da integridade física e psicológica das vítimas.</P><br />
<P>A denuncia pode ser feita no Portal Queixa Eletrónica, em https://queixaselectronicas.mai.gov.pt, por telefone, através do número europeu de emergência 112, e num Posto da GNR.</P><br />
<P>A queixa pode ainda ser feita aplicação App MAI112, disponível e destinada exclusivamente aos cidadãos surdos, em http://www.112.pt/Paginas/Home.aspx, e na aplicação SMS Segurança, direcionada também a pessoas surdas em www.gnr.pt/MVC_GNR/Home/SmsSeguranca.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775796]]></sapo:autor>
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		<title>Meo pede estatuto especial e espera saída de 1.200 trabalhadores por mútuo acordo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 08:04:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operadora de telecomunicações Meo solicitou ao Governo o estatuto de empresa em reestruturação, que foi concedido, e espera fechar a saída por mútuo acordo de 1.200 trabalhadores no âmbito do programa de transformação interna, foi hoje noticiado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A operadora de telecomunicações Meo solicitou ao Governo o estatuto de empresa em reestruturação, que foi concedido, e espera fechar a saída por mútuo acordo de 1.200 trabalhadores no âmbito do programa de transformação interna, foi hoje noticiado.</P><br />
<P>&#8220;No âmbito do seu programa de transformação interna, a Meo tem privilegiado soluções de saída por mútuo acordo, acompanhadas pelas estruturas representativas dos trabalhadores, assegurando que cada decisão é livre e informada&#8221;, justificou a empresa ao jornal Público, precisando que &#8220;o total de saídas voluntárias é de 1.200 colaboradores&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o diário, o pedido da operadora da Altice para obtenção do estatuto de empresa em reestruturação foi feito em 2025 e atribuído no início deste ano.</P><br />
<P>&#8220;Em janeiro de 2026 foi proferido despacho que concedeu a atribuição de estatuto de empresa em reestruturação, até ao dia 30 de junho corrente&#8221;, confirmou ao Público o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.</P><br />
<P>A solicitação invocava os &#8220;fundamentos previstos na lei, nomeadamente, reestruturar para assegurar a sustentabilidade financeira da empresa&#8221;.</P><br />
<P>A atribuição daquele estatuto a uma empresa é um passo que facilita a rescisão de contratos com os trabalhadores, uma vez que permite ir além das quotas legalmente previstas nas saídas por mútuo acordo com atribuição de subsídio de desemprego, explica o jornal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775794]]></sapo:autor>
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		<title>Manuais escolares gratuitos: quem tem de devolver livros e kits digitais no fim do ano?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 08:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[manuais escolares]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Alunos do 1º ao 12º ano recebem anualmente vouchers MEGA para acesso gratuito aos manuais escolares, lembrou a DECO PROteste. Mas a gratuitidade não significa, em todos os casos, que os livros fiquem definitivamente com os alunos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o fim do ano letivo, muitas famílias voltam a ter a mesma dúvida: os manuais escolares gratuitos têm de ser devolvidos à escola? A resposta depende do ano de escolaridade, do ciclo de estudos e também das disciplinas em causa.</p>
<p>Os alunos do 1º ao 12º ano recebem anualmente vouchers MEGA para acesso gratuito aos manuais escolares, lembrou a DECO PROteste. Mas a gratuitidade não significa, em todos os casos, que os livros fiquem definitivamente com os alunos. A partir de determinados anos, a devolução é obrigatória e pode ter impacto no acesso aos manuais gratuitos no ano letivo seguinte.</p>
<p><strong>Quem tem de devolver os manuais?</strong></p>
<p>No ano passado, a obrigação de devolver os manuais escolares gratuitos no final do ano letivo não se aplicou aos alunos do 1.º ciclo. Isto significa que os alunos do 1.º, 2.º, 3.º e 4.º anos puderam ficar com os livros.</p>
<p>A partir do 5.º ano, regra geral, os manuais devem ser devolvidos no final do ano letivo. Há, no entanto, exceções: não são normalmente devolvidos os manuais de disciplinas sujeitas a exame, nem os livros atribuídos a alunos que não transitam de ano ou que não mudam de escola.</p>
<p>Nos casos em que a disciplina terá exame no ano seguinte, como pode acontecer no ensino secundário, os manuais podem ser mantidos até ao final do ciclo de estudos ou até à conclusão da disciplina em causa.</p>
<p>Escolas definem datas e horários</p>
<p>A devolução dos manuais deve ser feita nos prazos definidos por cada escola. São os estabelecimentos de ensino que indicam a data, o horário e o local de entrega.</p>
<p>Depois da devolução, a escola deve emitir uma declaração comprovativa. O ideal é que as famílias guardem esse documento, pelo menos, até à distribuição dos vouchers MEGA para o ano letivo seguinte.</p>
<p>Como os procedimentos podem variar, a recomendação é simples: cada encarregado de educação deve confirmar junto da escola quais os manuais que têm efetivamente de ser devolvidos.</p>
<p>Livros danificados podem trazer penalização</p>
<p>A conservação dos manuais é responsabilidade dos encarregados de educação ou do próprio aluno, se for maior de idade. Ainda assim, devolver um manual em bom estado não significa entregá-lo como novo.</p>
<p>O desgaste normal resultante de uma utilização prudente e adequada deve ser considerado. O problema surge quando os livros estão deteriorados, extraviados ou não são devolvidos quando isso é obrigatório.</p>
<p>Nesses casos, o aluno pode ficar impedido de receber manuais escolares gratuitos no ano letivo seguinte, salvo se for pago o valor integral dos livros não entregues.</p>
<p>Kits digitais também podem ter de ser entregues</p>
<p>A regra da devolução não se aplica apenas aos livros. Os kits digitais distribuídos pelas escolas também podem ter de ser devolvidos quando termina o ciclo de estudos.</p>
<p>Como estes equipamentos são entregues no início de cada ciclo, os alunos do 4.º, 9.º e 12.º anos devem devolver o kit digital quando concluem essas etapas. A entrega também é exigida aos alunos que mudem de escola, devendo o equipamento ser devolvido ao estabelecimento que o forneceu.</p>
<p>O kit digital inclui o computador portátil e carregador, hotspot e carregador, cartão SIM, auscultadores e mochila. Todo o material deve ser entregue em boas condições de limpeza e funcionamento.</p>
<p>Antes da entrega, as famílias devem apagar ficheiros pessoais e eliminar palavras-passe memorizadas no computador, uma vez que esses dados não poderão ser recuperados mais tarde.</p>
<p>Quem tem direito aos vouchers MEGA?</p>
<p>Os manuais escolares gratuitos destinam-se aos alunos que frequentam o ensino público ou estabelecimentos do ensino particular com contrato de associação.</p>
<p>Os vouchers ficam disponíveis todos os anos na plataforma MEGA, normalmente a partir de julho ou agosto, consoante o grau de ensino. Para aceder, o encarregado de educação deve entrar na plataforma, autenticar-se e descarregar os vouchers, em formato digital ou PDF.</p>
<p>Quem não tiver acesso à internet pode pedir os vouchers em papel na escola onde o aluno está matriculado.</p>
<p>Antes de emitir os vales, é importante confirmar se os dados do aluno estão corretos, nomeadamente o ano letivo e o número de identificação fiscal. Se houver erros, a família deve contactar a escola antes de avançar.</p>
<p>Manuais sim, cadernos de atividades não</p>
<p>A gratuitidade abrange apenas os manuais escolares. Cadernos de atividades, livros de fichas e outros suportes didáticos continuam a ser pagos pelas famílias.</p>
<p>No momento da troca dos vouchers, as famílias podem receber manuais novos ou reutilizados. No 1.º ciclo, são distribuídos manuais novos. Nos restantes anos, a plataforma indica se o voucher corresponde a um manual novo ou reutilizado.</p>
<p>Quando se trata de manuais reutilizados, os procedimentos variam entre escolas. Em alguns casos, os encarregados de educação têm de entregar os vouchers impressos e levantar os livros noutra data.</p>
<p>O que fazer se os livros estiverem danificados?</p>
<p>Se os manuais recebidos aparentarem estar danificados ou sem condições de reutilização, a primeira resposta deve ser procurar a escola.</p>
<p>Caso não haja abertura para substituir os livros, a família pode contactar a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares. A recomendação é apresentar a situação por escrito e, sempre que possível, juntar fotografias das páginas danificadas.</p>
<p>Também é possível apresentar reclamação formal através do livro de reclamações da escola ou da DGEstE.</p>
<p>No final, a regra essencial é esta: as famílias devem confirmar com a escola o que têm de devolver, guardar o comprovativo de entrega e verificar atempadamente os vouchers MEGA. Uma falha na devolução dos manuais ou dos kits digitais pode criar problemas no arranque do próximo ano letivo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775573]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Infarmed manda retirar do mercado produtos cosméticos FBeauty</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 07:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Infarmed determinou a suspensão imediata da comercialização e a retirada do mercado de mais de 50 produtos cosméticos FBeauty por não cumprirem os requisitos legais exigidos, segundo uma circular informativa da autoridade nacional do medicamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Infarmed determinou a suspensão imediata da comercialização e a retirada do mercado de mais de 50 produtos cosméticos FBeauty por não cumprirem os requisitos legais exigidos, segundo uma circular informativa da autoridade nacional do medicamento.</P><br />
<P>A decisão surge na sequência de uma denúncia remetida ao Infarmed que desencadeou uma ação de fiscalização aos produtos cosméticos disponibilizados no mercado nacional pela empresa FBeauty, Lda.</P><br />
<P>De acordo com a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, foi verificado que os produtos em causa não cumprem os requisitos legais estabelecidos no Regulamento (CE) n.º 1223/2009 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 30 de novembro, bem como no Decreto-Lei n.º 23/2025, de 19 de março.</P><br />
<P>O Infarmed refere que estes produtos foram colocados no mercado &#8220;sem que tivesse sido previamente acautelado o cumprimento das boas práticas de fabrico, avaliação de segurança, ficheiro de informação sobre os produtos e rotulagem&#8221;.</P><br />
<P>Perante estas irregularidades, a autoridade do medicamento alerta as entidades que disponham dos 53 produtos identificados numa lista incluída num anexo da circular informativa publicada no &#8216;site&#8217; para não os disponibilizarem ou utilizarem.</P><br />
<P>Recomenda ainda aos consumidores que tenham algum destes produtos para não os utilizarem.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775793]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Moçambique passa a bloquear SMS promocionais sem autorização do utilizador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 07:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O envio de mensagens SMS promocionais, por telemóvel, em Moçambique vai passar a depender de autorização prévia dos utilizadores, podendo ser bloqueado de forma total através de um mecanismo obrigatório a disponibilizar pelos operadores, segundo nova legislação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O envio de mensagens SMS promocionais, por telemóvel, em Moçambique vai passar a depender de autorização prévia dos utilizadores, podendo ser bloqueado de forma total através de um mecanismo obrigatório a disponibilizar pelos operadores, segundo nova legislação.</P><br />
<P>Numa resolução de 02 de junho, a Autoridade Reguladora das Comunicações (INCM) de Moçambique determina que &#8220;as mensagens PROMO só podem ser entregues a utilizadores que tenham autorizado previamente a respetiva categoria (lista branca), através do seu operador&#8221;, eliminando assim o envio de publicidade por SMS sem consentimento do destinatário. </P><br />
<P>Segundo o INCM, a medida surge num contexto de &#8220;aumento do envio massivo e automatizado de SMS de caráter publicitário&#8221;, incluindo situações de fraude e uso de plataformas que enviam mensagens de forma indiscriminada para múltiplos números, contornando mecanismos de controlo e reduzindo a rastreabilidade.</P><br />
<P>Paralelamente, os operadores ficam obrigados a disponibilizar &#8220;de forma simples e gratuita&#8221; um mecanismo global &#8220;que bloqueie a receção de qualquer SMS PROMO, independentemente de ser originada por número curto ou por MSISDN [número de telemóvel]&#8221;, devendo este bloqueio produzir &#8220;efeito imediato ou no menor prazo tecnicamente possível&#8221;.</P><br />
<P>Após a ativação deste bloqueio, apenas são permitidas mensagens &#8220;estritamente de emergência/bombeiros, hospitais e ambulâncias&#8221;, desde que provenientes de remetentes previamente identificados, sendo &#8220;vedada qualquer componente promocional, comercial ou incentivo a apostas&#8221;, determina ainda.</P><br />
<P>A resolução estabelece igualmente limites operacionais ao envio massivo de mensagens, definindo que sempre que seja detetado o &#8220;operador de telecomunicações deve aplicar bloqueio temporário do envio, preservar evidência mínima e notificar o titular do número&#8221;.</P><br />
<P>No caso de utilização indevida de códigos curtos, os operadores devem &#8220;suspender/bloquear&#8221; e &#8220;reportar ao INCM&#8221;.</P><br />
<P>O diploma obriga ainda ao encaminhamento do tráfego de mensagens através de sistemas controlados, determinando que, &#8220;para fins de rastreabilidade e conformidade, o tráfego A2P [envio automatizado por aplicações para utilizadores] associado a números curtos deve ser encaminhado por canais registados e auditáveis&#8221;.</P><br />
<P>As entidades que contornem as regras ficam sujeitas a medidas administrativas, incluindo &#8220;bloqueio/suspensão, restrição de acesso a recursos e procedimento sancionatório, sem prejuízo de outras responsabilidades legais&#8221;.</P><br />
<P>A resolução aplica-se ao envio de SMS do tipo A2P, abrangendo mensagens promocionais (PROMO), transnacionais e de serviço (TRANS/SERV) e de autenticação (OTP), incluindo envios realizados tanto através de números curtos como de números móveis convencionais quando usados de forma massiva.</P><br />
<P>No plano de implementação da decisão, os operadores dispõem de 60 dias para apresentar ao regulador um plano com os mecanismos de ativação, categorias de consentimento e procedimentos de bloqueio, devendo o sistema estar operacional no prazo máximo de 180 dias após a publicação da deliberação, em 02 de junho.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775791]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sintra encerra monumentos e restringe acessos hoje devido a risco máximo de incêndios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 07:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara Municipal de Sintra anunciou que vai condicionar o acesso à Serra de Sintra esta sábado devido ao risco de incêndio rural classificado em "nível máximo" pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Sintra anunciou que vai condicionar o acesso à Serra de Sintra esta sábado devido ao risco de incêndio rural classificado em &#8220;nível máximo&#8221; pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). A medida preventiva manter-se-á em vigor enquanto persistirem as atuais condições de risco.</p>
<p>Num comunicado, a autarquia liderada por Marco Almeida explica que a decisão visa reforçar a prevenção e reduzir o risco de ocorrência de incêndios numa das áreas florestais mais sensíveis do concelho.</p>
<p><strong>Monumentos encerram ao público</strong><br />
Como consequência das restrições, vários dos principais monumentos localizados na Serra de Sintra vão encerrar temporariamente ao público.</p>
<p>Segundo o comunicado da Câmara Municipal de Sintra, estarão encerrados:</p>
<ul>
<li>Parque e Palácio Nacional da Pena;</li>
<li>Castelo dos Mouros;</li>
<li>Convento dos Capuchos;</li>
<li>Chalet da Condessa d&#8217;Edla;</li>
<li>Santuário da Peninha;</li>
<li>Parque e Palácio de Monserrate.</li>
</ul>
<p>Em contrapartida, o Palácio Nacional de Sintra e a Quinta da Regaleira manter-se-ão abertos ao público.</p>
<p><strong>Cancelas permanecem encerradas</strong><br />
A autarquia informa ainda que as cancelas instaladas nos acessos à Serra de Sintra, nos locais definidos pela proposta 279-P/2020, permanecerão encerradas durante todo o período em que vigorar o nível máximo de perigo de incêndio.</p>
<p><strong>Atividades proibidas no perímetro florestal</strong></p>
<p>Durante a vigência destas medidas ficam proibidas diversas atividades no perímetro florestal da Serra de Sintra.</p>
<p>De acordo com o comunicado, não será permitida a realização de atividades culturais, desportivas ou quaisquer outros eventos que impliquem concentração de pessoas em território florestal.</p>
<p>Também ficam interditas:</p>
<ul>
<li>a utilização de equipamentos florestais de recreio;</li>
<li>a circulação ou permanência em áreas florestais públicas ou comunitárias;</li>
<li>a circulação na rede viária abrangida pelas restrições.</li>
</ul>
<p><strong>Quem pode circular</strong></p>
<p>Apesar das limitações, a Câmara Municipal de Sintra esclarece que continuam autorizados a circular:</p>
<ul>
<li>veículos de socorro e de emergência;</li>
<li>entidades integradas no Sistema Municipal de Proteção Civil;</li>
<li>residentes e pessoas que exerçam atividade profissional na área, desde que não exista percurso alternativo;</li>
<li>pessoas que prestem assistência a indivíduos vulneráveis.</li>
</ul>
<p><strong>Situação será reavaliada</strong><br />
A autarquia sublinha que todas estas medidas têm caráter preventivo e acrescenta que a situação será reavaliada em função da evolução das condições meteorológicas e do nível de risco de incêndio rural.</p>
<p>Enquanto se mantiver o nível máximo de perigo, os acessos à Serra de Sintra continuarão condicionados e os monumentos abrangidos permanecerão encerrados ao público, conforme determina o comunicado da Câmara Municipal de Sintra.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775630]]></sapo:autor>
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		<title>Israel anuncia ataques iminentes no sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 07:43:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército israelita anunciou hoje que irá lançar novos ataques contra o Hezbollah no sul do Líbano, após denunciar uma violação do cessar-fogo pelo movimento xiita libanês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército israelita anunciou hoje que irá lançar novos ataques contra o Hezbollah no sul do Líbano, após denunciar uma violação do cessar-fogo pelo movimento xiita libanês.</P><br />
<P>O porta-voz em árabe do exército israelita, Avichay Adraee, apelou nas redes sociais à evacuação imediata de 20 localidades em torno de Nabatiyé, no sul do Líbano, alertando que Israel se preparava para &#8220;agir com força&#8221;.</P><br />
<P>Uma hora antes, o Exército israelita tinha anunciado ter intercetado um &#8220;presumível alvo aéreo que entrou desde o território libanês no território israelita&#8221;.</P><br />
<P>O Hezbollah ainda não se pronunciou sobre estes ataques, que ocorrem num momento em que o Irão, apoiante do movimento xiita libanês, e os Estados Unidos, se mostram confiantes na possibilidade de alcançarem um acordo, o que implicaria a consolidação do cessar-fogo no Líbano.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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