Vem aí mais um fim de semana dedicado às crianças na vacinação contra a covid-19

Neste fim de semana, de 5 e 6 de fevereiro, decorre mais uma etapa de vacinação contra a Covid-19 de crianças entre os 5 e os 11 anos, tanto para primeiras como para segundas doses. 

Executive Digest

Neste fim de semana, de 5 e 6 de fevereiro, decorre mais uma etapa de vacinação contra a Covid-19 de crianças entre os 5 e os 11 anos, tanto para primeiras como para segundas doses.

Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), abriram na segunda-feira o autoagendamento da vacina para as crianças destas faixas etárias que ainda não tomaram a primeira dose e que o poderão fazer este fim de semana.

Os pais que não agendaram a vacina, podem ainda assim dirigir-se com as crianças aos centros de vacinação até às 13h00 de sábado e domingo, usufruindo do regime de casa aberta.

Quanto às crianças que vão tomar a segunda dose, também poderão ser vacinadas este fim de semana, contudo, não tiveram a possibilidade de autoagendamento, sendo necessário aguardar um contacto por parte dos serviços de saúde.

“As crianças que se encontram elegíveis para a administração da segunda dose, ou seja, que foram vacinadas nos dias 18 e 19 de dezembro, receberão SMS com a confirmação do respetivo agendamento”, adiantou o organismo na mesma altura.

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Está previsto que o processo de administração da segunda dose em crianças decorra a partir deste sábado, 5 de fevereiro e até 13 de março, numa altura em que 301.079 crianças entre os cinco e os 11 anos já receberam a primeira dose contra a Covid-19.

A diretora geral da saúde, Graça Freitas, disse na quinta-feira que há “poucos milhares de crianças” agendadas para se vacinarem contra a Covid-19, mas não adiantou números concretos. A Multinews questionou a DGS e a SPMS sobre esta informação, mas até ao momento ainda não obteve resposta.

Na sequência da mesma declaração, Graça Freitas deixou um apelo aos pais. “Queremos fazer um apelo aos pais e aos educadores que ainda não vacinaram as suas crianças com a 1.ª dose – e não estão, neste momento, a recuperar de Covid, porque essas não podem ser vacinadas – que as vacinem”, afirmou à ‘Renascença’.

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A responsável recordou que “ainda estamos num período epidémico, ainda há muitos casos de doença entre as crianças e comparando a gravidade da doença com os pouquíssimos efeitos secundários da vacina vale a pena vacinar.”

“Quando nós recomendamos uma vacinação, isto passou por um crivo muito importante; e mais: passou ainda pelo crivo inicial das duas maiores agências do medicamento reguladoras – FDA e EMA – e do Infarmed no nosso país”, disse adiantando que “as grandes sociedades científicas da pediatria também recomendam a vacina”.

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