Vamos ser trocados por robôs? “Pelo sim, pelo não”, Elon Musk defende criação de um “rendimento mínimo universal”

Elon Musk apresentou, a semana passada, o novo projeto de robô humanoide, “Tesla Bot”, uma máquina que, na ótica do CEO da Tesla, irá  substituir humanos em “trabalhos perigosos ou aborrecidos”.

Para o empresário, (que prefere ser tratado por engenheiro), a robótica mudará por completo o futuro do mercado de trabalho, sendo por isso imperativo um “rendimento mínimo universal, onde não sejam necessários requisitos de uma carreira contributiva.

A estrutura da ideia de Musk não é nova, tendo sido já aplicada na Finlândia, onde foi um fracasso, mas onde, segundo a imprensa deste país, “contribuiu para a saúde e bem estar dos cidadãos”, no entanto, é inovadora, no sentido em que uma vez entrando em vigor, “se aplicaria a todo o mundo”.

Para além da Finlândia, algumas regiões dos Estados Unidos estão a tentar seguir este conceito. Em Stockton, na Califórnia, em Hudson e Oakland, os governos locais implementaram “um rendimento garantido que visa combater a pobreza”.

Vamos ser trocados por robôs? 

Segundo dados da OCDE, 14% dos postos de trabalho em todo o mundo estão sob risco de serem ocupados por Inteligência Artificial, através de mecanismos de automação.

Por outro lado, de acordo com um relatório do Fundo Monetário Internacional, o desaparecimento de cerca de 85 milhões destes empregos, será acompanhado pelo nascimento de 97 milhões novos postos de trabalho, em todo o globo.

 

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