O aumento da participação dos fabricantes de vacinas criou uma nova onda de bilionários, levantando questões sobre os lucros da pandemia por entre uma recuperação cada vez mais desigual.
Contas feitas pela ‘CNBC’ mostram que o aumento nas ações da BioNTech, empresa de biotecnologia alemã parceira da Pfizer na produção de uma vacina contra o novo coronavírus, acrescentou 4 mil milhões de dólares em riqueza ao seu CEO e fundador, Ugur Sahin, que é agora a 451.ª pessoa mais rica do mundo, de acordo com o Índice Bloomberg Billionaire (possuindo 5,5 mil milhões).
Já a Moderna , a farmacêutica com sede em Massachusetts que também está a desenvolver uma vacina, viu as suas ações aumentarem mais de oito vezes este ano e fez nascer, pelo menos, três novos bilionários. O CEO Stephane Bancel ganhou 4,8 mil milhões de dólares este ano, o que lhe dá um património líquido de 5,3 mil milhões. De acordo com documentos regulatórios, também arrecadou quase 30 milhões em ações este ano.
Tim Springer, professor de biologia de Harvard, que fez um investimento de 5 milhões de dólares na Moderna para ajudar a lançar a empresa em 2010, ganhou mais de 2 mil milhões com a ascensão da Moderna. E o professor do MIT, Robert Langer, tornou-se um bilionário, com mais de 1,5 mil milhões em ganhos com a Moderna.













