A maioria das pessoas recuperam da Covid-19 num curto período de tempo, contudo, há casos em que os sintomas persistem por longos períodos de tempo, o que é conhecido por ‘Long Covid’ ou doença prolongada.
Um novo estudo do Reino Unido conclui agora que esta condição é mais provável de se verificar em quem não tem a vacina contra a Covid-19 do que naqueles que têm.
A pesquisa, feita com base numa revisão de 15 estudos da Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA, na sigla em inglês), e divulgada esta terça-feira, destaca assim a importância da vacinação contra a doença viral.
“Estes estudos aumentam os benefícios potenciais de receber um curso completo da vacinação COVID-19”, disse Mary Ramsay, diretora de imunização da UKHSA, citada pelo ‘Independent’
Segundo a responsável, as pesquisas mostram que “a vacinação é a melhor maneira de uma pessoa se proteger de sintomas graves quando é infetada, mas também pode ajudar a reduzir o impacto a longo prazo”.
“Para a maioria das pessoas, os sintomas de ‘Long Covid’ são de curta duração e resolvem-se rapidamente. Mas para alguns, os sintomas podem ser mais graves e perturbadores nas suas vidas diárias”, apontou.
Assim, a especialista deixa um apelo: “Se estiver com sintomas incomuns, principalmente durante mais de quatro semanas após a infeção, considere entrar em contato com o seu médico de família.”
Recorde agora os sintomas mais comuns de ‘Long Covid’:
– Cansaço;
– Mal-estar geral;
– Falta de concentração;
– Falhas de memória;
– Problemas respiratórios;
– Distúrbios digestivos.



