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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Aug 2026 22:38:45 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Novos navios de guerra dos EUA &#8220;classe Trump&#8221; podem custar 238 mil ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:38:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A anunciada frota de 15 navios de guerra norte-americanos "classe Donald Trump" pode custar 275 mil milhões de dólares (238 mil milhões de dólares), tornando-se os mais caros já construídos pelo país, indicou hoje uma agência do Congresso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A anunciada frota de 15 navios de guerra norte-americanos &#8220;classe Donald Trump&#8221; pode custar 275 mil milhões de dólares (238 mil milhões de dólares), tornando-se os mais caros já construídos pelo país, indicou hoje uma agência do Congresso.</P><br />
<P>O primeiro destes navios de propulsão nuclear custaria aproximadamente 23,4 mil milhões de dólares (20,2 mil milhões de euros), enquanto os navios subsequentes teriam um custo médio de 18 mil milhões de dólares (15,5 mil milhões de euros) cada, de acordo com um relatório do Gabinete de Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês).</P><br />
<P>Em comparação, o USS Gerald Ford, o maior porta-aviões do mundo, custou aproximadamente 13,3 mil milhões de dólares em 2008, o que equivale a mais de 20 mil milhões de dólares em 2026 (17,3 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O Presidente norte-americano anunciou em dezembro o seu plano para uma nova classe de navios de guerra com o seu nome, uma distinção geralmente reservada aos ex-presidentes.</P><br />
<P>Os navios estarão fortemente armados, com mísseis antiaéreos e terra-terra, armas hipersónicas, mísseis de cruzeiro nucleares, lasers e um canhão eletromagnético, detalhou o CBO, uma agência independente do Congresso.</P><br />
<P>Estes navios serão significativamente maiores do que os atuais contratorpedeiros e cruzadores norte-americanos, mas o seu deslocamento (o volume de água deslocado pelo casco) continuará a ser ligeiramente inferior ao dos últimos couraçados norte-americanos, da classe Iowa, desativados na década de 1990.</P><br />
<P>Washington está agora consideravelmente atrás de Pequim em termos de número de navios na sua Marinha.</P><br />
<P>Um relatório apresentado ao Congresso no ano passado destacou as preocupações dos oficiais militares norte-americanos e de outros observadores relativamente ao elevado ritmo da construção naval chinesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798090]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Líbano e Israel interrompem conversações devido a ataque do Exército israelita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo dos Estados Unidos disse hoje que houve "avanços" no encontro entre as delegações libanesa e israelita em Roma, mas este foi interrompido devido ao ataque do exército de Israel no Líbano que matou uma pessoa e feriu 12.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo dos Estados Unidos disse hoje que houve &#8220;avanços&#8221; no encontro entre as delegações libanesa e israelita em Roma, mas este foi interrompido devido ao ataque do exército de Israel no Líbano que matou uma pessoa e feriu 12.</P><br />
<P>Um porta-voz do Departamento de Estado norte-americano informou à Europa Press que a ronda de conversações, a sétima desde março, terminou às 15:30, &#8220;mais cedo do que previsto devido aos acontecimentos no terreno&#8221;, embora tenha assegurado que &#8220;serão retomadas&#8221; na manhã desta quinta-feira. </P><br />
<P>As conversações, que começaram na terça-feira na capital italiana foram &#8220;extremamente produtivas&#8221;, de acordo com o porta-voz diplomático, que adianta ter havido &#8220;avanços&#8221; na aplicação do acordo-quadro alcançado pelos três países em junho passado. </P><br />
<P>Ao abrigo do acordo-quadro, o exército libanês iniciou a 21 de julho o seu destacamento na localidade do sul de Zawtar al-Gharbiya, primeira &#8220;zona piloto&#8221;, e autorizou os habitantes a regressarem. </P><br />
<P>O Hezbollah rejeitou este acordo várias vezes e recusa-se a depor as armas enquanto não for definido qualquer calendário para a retirada total de Israel.</P><br />
<P>As negociações diretas com Israel só trarão &#8220;vergonha e humilhação&#8221;, criticou na terça-feira o seu líder, Naim Kassem, acusando o presidente libanês de fomentar divisões no país em vez de atuar como &#8220;árbitro&#8221;.</P><br />
<P>Este movimento xiita envolveu o Líbano na guerra regional ao disparar contra Israel, no dia 02 de março, em apoio a Teerão, desencadeando importantes ataques aéreos israelitas e uma ofensiva terrestre.</P><br />
<P>A violência diminuiu desde junho, mas Beirute continua a relatar ataques israelitas esporádicos e denuncia explosões no sul do país. </P><br />
<P>Esta é a sétima ronda de contactos entre o Líbano e Israel desde que o Hezbollah e as forças israelitas retomaram os combates. Desde então, mais de 4.300 pessoas morreram e 12.200 ficaram feridas no Líbano às mãos do Exército israelita, segundo o último balanço das autoridades libanesas, que não discriminam quantas são combatentes do movimento islamita, que Israel afirma visar.</P><br />
<P>No ataque de hoje, uma pessoa morreu e 12 ficaram feridas devido a um ataque do Exército israelita contra Tebnin, um município do distrito de Bint Jbeil, no sul do Líbano. </P><br />
<P>As Forças de Defesa de Israel (FDI) também realizaram ataques contra o distrito de Tiro (sul), pouco depois de emitirem uma ordem de retirada forçada dos residentes do município de Al Mansuri, onde, em julho, ainda viviam cerca de 1.500 pessoas, segundo as autoridades locais. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798080]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: EUA suspendem sanções a companhia aérea e iraquiano ligado à Guarda Revolucionária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Departamento do Tesouro norte-americano anunciou hoje a suspensão das sanções a uma companhia aérea, duas aeronaves e um cidadão iraquiano ligado à Guarda Revolucionária iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Departamento do Tesouro norte-americano anunciou hoje a suspensão das sanções a uma companhia aérea, duas aeronaves e um cidadão iraquiano ligado à Guarda Revolucionária iraniana.</P><br />
<P>A medida divulgada pelo do Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro visa a Fly Baghdad Airlines Company, também registada como Iraq Express e Fly Baghdad, com sede na capital iraquiana.</P><br />
<P>Abrange também duas aeronaves, identificadas como Yi-Baf e Yi-Ban, operadas pela referida companhia aérea.</P><br />
<P>Além disso, o OFAC suspendeu as sanções a um cidadão iraquiano identificado como Bashir Abdulkadhim Alwan al-Shababni, que estava na lista da agência desde janeiro de 2024 como presidente executivo da Fly Baghdad.</P><br />
<P>Washington tinha imposto sanções alegando o apoio às operações da Guarda Revolucionária, o Exército ideológico do Irão, bem como aos aliados deste grupo militar iraniano noutros países da região, como o partido-milícia Hezbollah no Líbano, o Kataeb Hezbollah no Iraque ou a Guarda Republicana Síria, leal ao ex-presidente sírio Bashar al-Assad.</P><br />
<P>EUA e Irão estão em guerra desde 28 de fevereiro, na sequência de uma ofensiva conjunta israelo-americana, a que Teerão respondeu com ataques na região e o bloqueio do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O Irão anunciou hoje que chegou a acordo com Omã sobre uma nova rota marítima no estreito de Ormuz, mas avisou, no entanto, que a conclusão do entendimento não significa a reabertura imediata da estratégica via.</P><br />
<P>As negociações entre o Irão e Omã, dois países que fazem fronteira no estreito de Ormuz, decorrem há dois meses de forma &#8220;profissional&#8221; e &#8220;progressiva&#8221;, segundo a República Islâmica, com objetivo de estabelecer uma rota segura para a navegação comercial e definir um mecanismo para regular o tráfego marítimo, tendo em conta os aspetos técnicos, jurídicos, de segurança e ambientais.</P><br />
<P>O diálogo entre as autoridades de Teerão e Mascate ocorre após o colapso do memorando de entendimento assinado por Estados Unidos e a República Islâmica em 17 de junho, que previa um cessar-fogo imediato e a abertura de negociações durante 60 dias com vista a um acordo de paz definitivo.</P><br />
<P>As partes voltaram, porém, à confrontação militar, com Teerão a repor as restrições no estreito de Ormuz, por onde antes da guerra passava 20% do comércio petrolífero global, e Washington a aplicar novamente um bloqueio naval aos portos iranianos.</P><br />
<P>O líder da Casa Branca ordenou, entretanto, uma suspensão dos ataques aéreos, alegando que agiu a pedido dos países mediadores e da própria República Islâmica, que no entanto desmente a existência de conversações com Washington, mas não com Omã.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798073]]></sapo:autor>
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		<title>Três mortos num tiroteio em massa na Carolina do Norte (EUA)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:39:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Três pessoas morreram e outra ficou ferida num tiroteio na localidade americana de Prospect Hill, no estado da Carolina do Norte, informaram hoje as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Três pessoas morreram e outra ficou ferida num tiroteio na localidade americana de Prospect Hill, no estado da Carolina do Norte, informaram hoje as autoridades locais. </P><br />
<P>As autoridades adiantaram que um dos mortos é suspeito de ser o autor dos disparos e que se tratou de um incidente isolado. Tony Durden, xerife do Condado de Caswell, onde se situa Prospect Hill, declarou em conferência de imprensa que todos os envolvidos são adultos e pertencem à mesma família.</P><br />
<P>No sábado passado, noutro tiroteio em massa num restaurante na localidade de Twin Falls (Idaho), morreram três pessoas e outras sete ficaram feridas.</P><br />
<P>Os tiroteios em massa são recorrentes nos Estados Unidos e, segundo as estatísticas do Gun Violence Archive, este ano já ocorreram 290 em todo o país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798072]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Zelensky sugere que redução da ajuda militar ocidental visa pressionar Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:28:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sugeriu hoje que a redução da ajuda militar ocidental a Kiev este ano, em particular de defesa antiaérea, poderá ser uma medida para pressionar o país a negociar a paz com a Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sugeriu hoje que a redução da ajuda militar ocidental a Kiev este ano, em particular de defesa antiaérea, poderá ser uma medida para pressionar o país a negociar a paz com a Rússia.</P><br />
<P>Numa reunião com o Conselho Nacional de Segurança e Defesa, o líder ucraniano disse que desde o início de 2026 Kiev está a receber três vezes menos mísseis antibalísticos do que antes, o que dificulta a tarefa de se defender dos ataques russos.</P><br />
<P>&#8220;Está relacionado com a guerra, ou seja, com as hostilidades e guerras no Médio Oriente. Pelo menos esta é a razão oficial que recebemos dos nossos aliados, principalmente dos Estados Unidos, e também dos nossos parceiros europeus&#8221;, afirmou Zelensky em declarações citadas pela agência Ukrinform.</P><br />
<P>&#8220;Talvez se trate de medidas políticas para tornar a Ucrânia mais complacente. Na minha opinião, há algo disso&#8221;, sugeriu o presidente. </P><br />
<P>Na reunião, Zelensky pediu aos Ministérios da Defesa e dos Negócios Estrangeiros que façam tudo o que for possível para convencer os aliados de Kiev a fornecerem mais munições para as defesas antiaéreas. </P><br />
<P>No sábado passado, a Força Aérea ucraniana informou que apenas um dos 27 mísseis balísticos lançados pela Rússia contra o país tinha sido derrubado, num ataque que deixou nove mortos em Kiev. </P><br />
<P>Hoje, os ataques noturnos russos causaram 17 mortos, sem que as defesas conseguissem derrubar qualquer um dos 24 mísseis balísticos usados. </P><br />
<P>Zelensky intensificou nos últimos dias os apelos aos seus aliados para que forneçam munições para defesas antiaéreas e na semana passada viajou para a Washington para discutir com o Presidente norte-americano, Donald Trump, a autorização para fabricar na Ucrânia mísseis para baterias Patriot.</P><br />
<P>Depois de inicialmente se ter mostrado recetivo a um acordo de fabrico, esta semana Trump levantou reservas sobre a transferência de tecnologia.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e «desnazificar» o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente. </P><br />
<P>No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões &#8211; Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia &#8211; além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798071]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incidente com drone em Leipzig representa &#8220;nova dimensão de ameaça&#8221; &#8211; ministro alemão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:14:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro alemão da Administração Interna, Alexander Dobrindt, disse hoje que a descoberta de um drone com um suposto engenho explosivo no aeroporto de Leipzig-Halle representa "uma nova dimensão" de ameaça, referindo um possível "cenário de ataque híbrido".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro alemão da Administração Interna, Alexander Dobrindt, disse hoje que a descoberta de um drone com um suposto engenho explosivo no aeroporto de Leipzig-Halle representa &#8220;uma nova dimensão&#8221; de ameaça, referindo um possível &#8220;cenário de ataque híbrido&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Nada neste caso sugere a ação de um amador. Estamos perante uma ameaça híbrida profissional, com a qual teremos de continuar a lidar&#8221;, afirmou o ministro. </P><br />
<P>Esta ameaça pode envolver &#8220;potências estrangeiras&#8221;, acrescentou, sem dar mais detalhes.</P><br />
<P>Segundo Dobrindt, seria &#8220;demasiado simplista&#8221; pensar que uma única medida seria suficiente para responder a este tipo de ameaça e o incidente insere-se num contexto mais amplo destinado a &#8220;contribuir para um sentido de insegurança&#8221; na Alemanha.</P><br />
<P>No entanto, o ministro recusou-se a fazer conjeturas sobre as motivações das pessoas por detrás deste caso ou sobre a sua identidade, afirmando que essas questões agora faziam parte da investigação. </P><br />
<P>Na noite de terça-feira para hoje, o tráfego aéreo foi interrompido durante duas horas no aeroporto de Leipzig/Halle (leste), após ter sido descoberto um drone com um &#8220;dispositivo explosivo não identificado&#8221;, que foi logo desativado, segundo os investigadores alemães. </P><br />
<P>O incidente levou ao encerramento temporário deste aeroporto e perturbou o tráfego aéreo. Mais tarde, um avião de carga da DHL interrompeu a sua aproximação para aterragem e teve de ganhar altitude antes de colidir com um objeto não identificado a alguns quilómetros do aeroporto, causando danos ligeiros na aeronave, constatados após a sua chegada a Hanôver (noroeste). </P><br />
<P>O aeroporto de Leipzig/Halle é um dos principais centros logísticos da Alemanha e desempenha um papel chave no transporte de equipamento militar e civil para a Ucrânia, apoiada por Berlim desde o início da invasão russa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798069]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street fecha em terreno misto à espera do acordo entre Washington e Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 20:55:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem rumo, com o otimismo dos últimos dias a dar sinais de arrefecimento, enquanto o mercado aguarda um acordo entre Washington e Teerão para a reabertura do estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem rumo, com o otimismo dos últimos dias a dar sinais de arrefecimento, enquanto o mercado aguarda um acordo entre Washington e Teerão para a reabertura do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice S&amp;P 500, mais abrangente, recuou 0,17%, para 7.723,55 pontos, e o tecnológico Nasdaq caiu 0,83%, para 26.363,44 pontos. </P><br />
<P>Apenas o seletivo Dow Jones (+0,49%) fechou em terreno positivo, conseguindo atingir o seu terceiro recorde consecutivo de fecho, nos 54.349,12 pontos.</P><br />
<P>&#8220;O mercado parece estar a atravessar uma fase de consolidação&#8221; depois de uma forte subida nas últimas sessões, referiu Patrick O&#8217;Hare, analista da Briefing.com, à agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>&#8220;Estamos a regressar gradualmente a uma tendência de estabilidade, enquanto os investidores aguardam para ver como se vai desenvolver a situação no Médio Oriente&#8221;, indicou, por sua vez José Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou na terça-feira que o Estreito de Ormuz seria reaberto &#8220;muito em breve&#8221;, caso contrário o Irão seria &#8220;duramente atingido&#8221;, e assegurou que um acordo poderia ser alcançado até quinta-feira.</P><br />
<P>No entanto, Teerão negou qualquer negociação com Washington, anunciando um acordo com Omã sobre uma nova rota de trânsito para os navios através de Ormuz.</P><br />
<P>Qualquer reabertura desta rota marítima dependerá, no entanto, das ações de Washington, que impôs um bloqueio aos portos iranianos, disseram fontes iranianas aos meios de comunicação social locais.</P><br />
<P>Aguardando mais detalhes, os preços do petróleo mantiveram-se estáveis, fechando perto do ponto de equilíbrio.</P><br />
<P>O mesmo ocorreu no mercado obrigacionista, onde o rendimento dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos a 10 anos se manteve estável em 4,61%, em comparação com o fecho do dia anterior.</P><br />
<P>No âmbito empresarial, o índice Nasdaq foi pressionado pela queda da gigante espacial SpaceX, que perdeu 13,61%, fechando nos 108,27 dólares, o que significa uma perda de mais de 200 mil milhões de dólares na sua capitalização bolsista.</P><br />
<P>A joia da coroa de Elon Musk superou largamente as expectativas nos seus primeiros resultados públicos desde a entrada em bolsa em junho, com a receita a quase duplicar no segundo trimestre.</P><br />
<P>Mas os seus gastos elevados (18,4 mil milhões de dólares no total para o trimestre), particularmente em inteligência artificial, abalaram os investidores.</P><br />
<P>Outra ação tecnológica em queda foi a da gigante de chips AMD (-7,04%, para 482,05 dólares), penalizada por superar apenas ligeiramente as expectativas com os resultados apresentados.</P><br />
<P>&#8220;No geral, os resultados financeiros continuam muito bons&#8221; neste trimestre, observou Patrick O&#8217;Hare.</P><br />
<P>De acordo com a empresa de dados FactSet, a taxa de crescimento dos lucros das empresas do S&amp;P 500 é atualmente de cerca de 50%, em comparação com os 20% esperados.</P><br />
<P>A gigante norte-americana do entretenimento Disney (+3,66% para 101,77 dólares) esteve hoje em alta, após ter divulgado um aumento de 7% na receita trimestral, impulsionado pelo streaming e pelos parques temáticos.</P><br />
<P>A empresa anunciou ainda uma parceria com o TikTok, permitindo a utilização de excertos dos seus filmes e séries em vídeos curtos publicados na plataforma.</P><br />
<P>Wall Street aguarda também a divulgação, na sexta-feira, dos dados oficiais de emprego de julho.</P><br />
<P>&#8220;Muitas pessoas acompanharão este relatório de perto, dado que estamos a enfrentar uma inflação persistente&#8221;, explicou O&#8217;Hare.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798068]]></sapo:autor>
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		<title>LUSA VERIFICA: É falso que portugueses foram expulsos de um restaurante indostânico na Caparica por falarem português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 20:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 05 ago 2026 (Lusa Verifica) -- É falsa a história viral de que "portugueses foram expulsos de um restaurante indostânico por falarem português". A expulsão aconteceu num restaurante da Caparica porque os portugueses chamaram "p... refugiada" a uma funcionária que não falava português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 05 ago 2026 (Lusa Verifica) &#8212; É falsa a história viral de que &#8220;portugueses foram expulsos de um restaurante indostânico por falarem português&#8221;. A expulsão aconteceu num restaurante da Caparica porque os portugueses chamaram &#8220;p&#8230; refugiada&#8221; a uma funcionária que não falava português.</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Alegação: &#8220;portugueses foram expulsos de um restaurante indostânico por falarem português&#8221; +++ </P><br />
<P>Na terça-feira, 07 de agosto, o deputado do Chega Rui Paulo Sousa denunciou em várias redes sociais que &#8220;em Portugal, portugueses foram expulsos de um restaurante indostânico por falarem português&#8221;, uma situação que considera &#8220;uma vergonha&#8221;: https://archive.ph/Opvzi, https://archive.ph/YHDSB e https://archive.ph/anUTY. </P><br />
<P>Segundo o deputado, que é presidente da Comissão de Transparência do parlamento e vereador na Câmara da Amadora, &#8220;o responsável, que não falava a nossa língua, exigiu que falassem inglês e ainda ameaçou chamar a polícia&#8221;.</P><br />
<P>Anexo às publicações, Rui Paulo Sousa junta um vídeo de 20 segundos copiado de uma conta do Instagram onde se vê um homem a apontar a porta de saída a um grupo de quatro pessoas, três mulheres e um homem, que tentam explicar que &#8220;são portugueses, não sabem falar inglês e queriam explicações do que iriam consumir&#8221;, ao que o homem insiste em pedir &#8220;por favor&#8221; para saírem e ameaça chamar a polícia.</P><br />
<P>No dia seguinte, o tema foi amplificado pelo presidente do Chega, André Ventura, que convidou os seus seguidores a verem o vídeo. &#8220;Vocês têm de ver isto. Parece que agora em Portugal podemos ser expulsos de restaurantes porque falamos, imaginem, português. Vejam o vídeo&#8221;, apelou.</P><br />
<P>Depois das imagens, Ventura afirma que &#8220;isto é o resultado de sermos uns cornos mansos, de deixarmos que os outros façam o que querem&#8221; e lamenta que tenhamos de &#8220;nos vergar aos outros&#8221;, assegurando no final que não aceita isto. &#8220;Por nós não passarão&#8221;, remata no final das publicações que já somam mais de 1,7 milhões de visualizações: https://archive.ph/DYuqR, https://archive.ph/E9Dfb e https://archive.ph/nKCgs.</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Factos: o vídeo conta apenas metade da história e o restaurante assegura que expulsou os clientes após comentários racistas +++ </P><br />
<P>Para verificar a autenticidade do vídeo foram feitas várias pesquisas por fotogramas e por palavras chave, bem como analisados os comentários nestas e noutras publicações anteriores com o mesmo teor (https://archive.ph/F0C3U), incluindo a conta de Instagram que publicou o vídeo copiado por Rui Paulo Sousa, que tem uma versão ligeiramente diferente e refere que a cena teve lugar &#8220;num hotel em Portugal&#8221;: https://archive.ph/SM9vO</P><br />
<P>As várias pesquisas permitiram localizar uma versão do vídeo publicada a 14 de julho, no Facebook, onde o autor da partilha descrevia que &#8220;as senhoras foram a um bar na Costa da Caparica(PACHA), pediram esclarecimentos sobre uma bebida ao funcionário que não sabia falar português e acabaram por ser expulsas desse bar, porque o dono achou que as senhoras estavam a ser RACISTAS&#8221;: https://archive.ph/8Qd0T.</P><br />
<P>A esse vídeo foi adicionada uma legenda atabalhoada, alegadamente do testemunho das visadas: &#8220;Fomos expulsas do bar pacha na costa da caparica porque não sabias falar inglês e queríamos saber a sabor da sisha este senhor foi super agressiva e não gravei desde o início. Funcionária não sabe falar português para explicar os sabores da sisha&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>Segundo os queixosos, questionaram se tinham alguém que soubesse falar português, mas quem atendeu foi &#8220;super rude&#8221;: &#8220;disse que não sabia e que se fôssemos a França por exemplo tínhamos aue saber falar, atendeu na mesma porgue tínhamos um familiar que sabia o mínimo e fizemos o pedido. Passado 5 minutos vem o &#8216;gerente&#8217; do bar super bruto a expulsar-nos no bar onde parecíamos cães. Fomos acusados de racistas. Foi super agressivo. Chamamos a gnr e claramente não deu em nada&#8221;.</P><br />
<P>Através de pesquisas por palavras chave foi possível identificar o &#8216;link&#8217; deste texto no que parece ser a publicação original no TikTok através da memória &#8216;cache&#8217; da Google, mas o vídeo já tinha sido removido.</P><br />
<P>Já na análise aos comentários foram detectados alertas para o facto de a história poder estar mal contada e vários utilizadores remeteram para um &#8220;pedido de desculpas e esclarecimento público&#8221; já publicado por outra conta de Instagram que também tinha divulgado o vídeo e a história incompleta da expulsão: https://archive.ph/J4but.</P><br />
<P>Nesse texto destacado na página EM FOCO, dedicada a &#8220;informação, atualidade e tendências&#8221;, os autores da publicação inicial explicavam ter obtido esclarecimentos do estabelecimento Pasha e pediam desculpas pela publicação inicial que mostrava apenas parte do incidente: https://archive.ph/XxzrF.  </P><br />
<P>&#8220;A notícia foi publicada com base num vídeo que mostrava apenas os momentos finais da ocorrência, sem que tivéssemos acesso ao contexto completo dos acontecimentos. Após recebermos a versão do estabelecimento, compreendemos que a narrativa inicialmente transmitida não refletia a totalidade dos factos.&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Segundo o esclarecimento recebido, os clientes não foram convidados a abandonar o estabelecimento por falarem português ou por qualquer motivo relacionado com a sua nacionalidade ou idioma. A decisão foi tomada na sequência de um alegado comportamento desrespeitoso para com uma colaboradora do espaço, incluindo a alegada utilização da expressão ofensiva &#8220;mais uma p&#8230; refugiada&#8221;, situação que terá motivado a intervenção do gerente.&#8221;</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Contraditório: os clientes foram expulsos devido a &#8220;comentários indecentes&#8221; +++ </P><br />
<P>A Lusa Verifica encontrou esta explicação nas &#8216;stories&#8217; da página do Pasha Beach Club no Instagram (https://archive.ph/FYzwB e https://archive.ph/ELFfb) e ouviu quer a proprietária deste restaturante da Costa de Caparica, quer o homem que surge no vídeo, que é o marido e gerente.</P><br />
<P>A dona, Ana Duram, empresária portuguesa regressada a Portugal há cinco anos após ter vivido e trabalhado no Reino Unido, e Mahmoud Al-Hadad, palestiniano com nacionalidade inglesa, reiteraram que os clientes foram mal educados e racistas. </P><br />
<P>&#8220;Estava na cozinha e os colegas brasileiros que falam português já tinham saído. Só estava a colega argelina que me contou-me que lhe perguntaram &#8220;se não falas português o que fazes aqui?&#8221;, num tom racista e malcriado e, mais tarde, quando explicou que não podia caracterizar os sabores da shisha [cachimbo de água], até por razões legais, ouviu o comentário de que era &#8220;mais uma p&#8230; refugiada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nesse instante decidi pedir-lhes para sair porque foram racistas com a minha colega. Não gritei nem os empurrei, pedi-lhes várias vezes para saírem no meu portugues limitado, é certo. Mas jamais expulsaria clientes se não tivessem sido malcriados&#8221;, contou Mahmoud.</P><br />
<P>Segundo o empresário, todo o episódio foi testemunhado por clientes italianos que fizeram questão de falar com os agentes da Polícia Marítima que entretanto foram chamados ao local pelos clientes. Mas nem os clientes, nem a empresária, que entretanto já tinha chegado, decidiram apresentar queixa no local, nem pedir identificações formais.  </P><br />
<P>Numa conversa interrompida várias vezes pelas lágrimas, Ana Duram mostrou-se muito afetada pelo episódio, sobretudo pela difamação do seu negócio e pelas mensagens de ódio que diz estar a receber nas redes sociais e até por telefone devido a &#8220;um vídeo curto que conta apenas a segunda parte com a narrativa da cliente.&#8221; </P><br />
<P>&#8220;De facto, a nossa funcionária atendeu em inglês e explicou que não falava português, mas percebeu o que eles disseram e ninguém deve admitir aquilo. Mas ela nem reagiu e foi fazer os &#8216;cocktails&#8217;, momento em que comentou com o meu marido. Foi aí que ele decidiu pedir-lhes para sair, em português, porque eles foram mal educados e racistas, mas isso não filmaram&#8221;, lamenta.</P><br />
<P>Apesar de não ter pedido que os clientes fossem identificados, a empresária apercebeu-se que o vídeo do incidente foi colocado no TikTok de uma das clientes mais jovens, que entretanto o apagou, e decidiu processá-la.</P><br />
<P>&#8220;Há muita coisa mal na imigração ilegal, mas isto é indecente e por isso já avancei com um processo porque não aceito que maltratem a nossa funcionária, que não é uma refugiada mas podia ser, porque também temos cá uma refugiada síria. Não admito faltas de respeito nem a clientes nem a empregados. Ela tem de ser respeitada e isto vai ter repercussões porque estamos a receber chamadas e mensagens de ódio e iremos processar quem estiver a difamar-nos, incluindo os deputados do Chega&#8221;, avança.</P><br />
<P>Depois do contato da Lusa Verifica, o Pasha Beach Club divulgou este esclarecimento que denuncia a &#8220;narrativa falsa&#8221; que está a ser amplificada nas redes sociais (https://archive.ph/nG3Ar ): &#8220;a nossa colaboradora Hajar, (&#8230;) que está inserida numa equipa multicultural num restaurante com equipa multicultural não pode ser mal tratada e ser descriminada. (&#8230;) Os factos estão registados pelas câmaras de vigilância e poderão ser comprovados pelas autoridades competentes.&#8221;</P><br />
<P>A Lusa Verifica também identificou a conta da jovem que inicialmente publicou o vídeo no TikTok, apesar de ter mudado o nome, e contactou-a por email, mas ainda não obteve resposta.</P><br />
<P>O gabinete de imprensa do Chega também foi contactado e informado do esclarecimento do restaurante, mas até ao momento não respondeu às questões enviadas.</P><br />
<P>Já o deputado Rui Paulo Sousa, contactado por WhatsApp, num primeiro momento admitiu desconhecer qual é o restaurante e que não fez qualquer verificação antes de partilhar o vídeo: &#8220;publiquei o vídeo do acontecimento, o qual não tenho qualquer motivo para acreditar que seja falso.&#8221;</P><br />
<P>Numa segunda resposta, após ser dado conhecimento do esclarecimento do Pasha, afirmou que manteria as publicações: &#8220;É a palavra deles contra a palavra de quem fez o vídeo. Eles estão no direito de fazer o que quiserem e processarem quem quiserem. Eu coloquei o vídeo que foi partilhado por quem o filmou e vou manter o mesmo até decisão do tribunal de que o vídeo não corresponde à verdade&#8221;. </P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Avaliação Lusa Verifica: Falso, mas +++ </P><br />
<P>É falsa a narrativa que está a ser amplificada por deputados do Chega de que um grupo de portugueses foi expulso de um restaurante indostânico por falarem português e porque os empregados não falavam a língua. </P><br />
<P>Mas é verdade que os clientes foram expulsos por comportamentos racistas, como revelam os proprietários do restaurante mediterrânico localizado na Costa de Caparica, e até a legenda original do vídeo, no qual os visados admitiam ter sido acusados de racismo.</P></p>
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		<title>Irão: Presidente aponta que contacto com líder supremo é &#8220;muito difícil de momento&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 20:44:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, revelou hoje que a comunicação com o líder supremo Mojtaba Khamenei, que não aparece em público desde a sua nomeação em março, é "muito difícil de momento".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, revelou hoje que a comunicação com o líder supremo Mojtaba Khamenei, que não aparece em público desde a sua nomeação em março, é &#8220;muito difícil de momento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A comunicação com ele é muito difícil de momento, mas a sua presença é, sem dúvida, um grande trunfo para nós, permitindo-nos prosseguir&#8221;, frisou Pezeshkian num discurso televisivo, referindo-se ao filho e sucessor de Ali Khamenei, morto no primeiro dia da guerra iniciada por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irão, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Ferido durante os ataques, que também mataram vários oficiais iranianos, Mojtaba Khamenei tem comunicado desde a sua nomeação apenas através de declarações que lhe são atribuídas.</P><br />
<P>A sua discrição, apesar dos conflitos com os Estados Unidos, tem alimentado especulações sobre as suas relações com outros altos funcionários iranianos.</P><br />
<P>A ausência no funeral do pai, em julho, também levantou questões sobre a sua saúde e até sobre um possível assassinato.</P><br />
<P>Massoud Pezeshkian, no entanto, defendeu prontamente o Ayatollah, afirmando que o recebeu com &#8220;amabilidade e muita racionalidade&#8221; durante os seus encontros.</P><br />
<P>&#8220;Infelizmente, a situação atual permite que indivíduos mal-intencionados o retratem de forma diferente e apresentem uma imagem distorcida do mesmo&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Também hoje, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Kazem Gharibabadi adiantou que recebeu mensagens dos Estados Unidos a manifestar disponibilidade para retomar os compromissos assumidos no memorando de entendimento assinado em junho, mas indicou que ainda não decidiu se vai aceitar reiniciar as negociações.</P><br />
<P>Gharibabadi falava em entrevista à agência de notícias estatal IRNA, em resposta às recentes declarações do Presidente norte-americano, Donald Trump, sobre um possível retomar das negociações entre os dois países.</P><br />
<P>O governante apontou que continua a analisar as mensagens enviadas pela Casa Branca para determinar se existem garantias suficientes de que os Estados Unidos honrarão os seus compromissos e evitarão um novo colapso no processo.</P><br />
<P>O diplomata insistiu que o cumprimento das obrigações dos Estados Unidos é uma condição necessária, mas não suficiente, para a reabertura do estreito de Ormuz, e voltou a negar que Washington esteja a participar nas negociações que o Irão mantém com Omã sobre a gestão desta passagem marítima estratégica.</P><br />
<P>O Irão anunciou hoje que chegou a acordo com Omã sobre uma nova rota marítima no estreito de Ormuz, mas avisou, no entanto, que a conclusão do entendimento não significa a reabertura imediata da estratégica via.</P><br />
<P>Gharibabadi explicou que esta nova rota passará parcialmente por águas territoriais do Irão e de Omã e permitirá o trânsito de embarcações comerciais sob um novo regime de gestão, substituindo as rotas provisórias estabelecidas até agora pelos dois países.</P><br />
<P>O potencial acordo surge depois de Trump ter afirmado ter suspendido um ataque ao Irão no fim de semana para dar tempo às negociações que, segundo o republicano, começariam na segunda-feira, alegação negada por Teerão.</P><br />
<P>O Irão e os Estados Unidos assinaram um memorando de entendimento em 17 de junho, com a mediação do Paquistão e do Qatar, para pôr fim à guerra, mas as hostilidades foram retomadas no início de julho, levando Teerão a encerrar o estratégico estreito de Ormuz e Washington a restabelecer o bloqueio naval na costa iraniana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798066]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>I Liga: Benfica encerra segunda jornada com visita ao Casa Pia em 17 de agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 20:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica, envolvido nas fases preliminares da Liga Europa, encerrará a segunda jornada da I Liga em 17 de agosto, com a visita ao Casa Pia, em Rio Maior, anunciou hoje a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica, envolvido nas fases preliminares da Liga Europa, encerrará a segunda jornada da I Liga em 17 de agosto, com a visita ao Casa Pia, em Rio Maior, anunciou hoje a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).</P><br />
<P>O jogo entre &#8216;gansos&#8217; e &#8216;águias&#8217; ficou marcado para uma segunda-feira, às 20:15, após essa calendarização ter estado sujeita a alterações, tal como a receção do Sporting de Braga, integrado nas pré-eliminatórias da Liga Conferência, ao Gil Vicente, que se vai disputar na véspera, pelas 20:30.</P><br />
<P>Casa Pia e Benfica encerram a segunda ronda, cujo programa já estava quase todo definido e abre com a receção do Sporting ao Vitória de Guimarães em 14 de agosto, uma sexta-feira, às 20:15, na véspera da visita do campeão nacional FC Porto ao Rio Ave, a partir das 20:30.</P><br />
<P>A LPFP comunicou ainda os dias e horas das duas jornadas subsequentes do campeonato, com a particularidade de a terceira ronda começar em 22 de agosto e poder prolongar-se até 10 de setembro, devido à participação de Benfica e Sporting de Braga nas competições europeias.</P><br />
<P>As &#8216;águias&#8217; devem visitar o Moreirense no dia 09 do próximo mês, uma quarta-feira, às 20:15, um dia antes de, no mesmo horário, os &#8216;arsenalistas&#8217; jogarem fora com o Estrela da Amadora, embora possa haver alterações.</P><br />
<P>Duas semanas e meia antes, Sporting e FC Porto são anfitriões do Alverca e do Arouca no fim de semana de 22 e 23 de agosto, com os &#8216;leões&#8217; a atuarem no sábado e os &#8216;dragões&#8217; no domingo, sempre a partir das 20:30.</P><br />
<P>A quarta jornada iniciará com a visita do Sporting ao Rio Ave, em 28 de agosto, uma sexta-feira, às 20:15, enquanto o FC Porto joga no terreno do promovido Académico de Viseu no dia seguinte, pelas 18:00.</P><br />
<P>As receções do Benfica ao Estoril Praia e do Sporting de Braga ao rival minhoto Vitória de Guimarães, no fecho da ronda, ficam provisoriamente agendadas para dia 31, uma segunda-feira, e arrancam às 18:45 e 20:45.</P><br />
<P>Na quinta-feira, Benfica e Sporting de Braga começam a disputar a terceira pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Europa e da Liga Conferência, ao receberem os escoceses do Hearts e os bielorrussos do Dinamo Minsk, respetivamente.</P><br />
<P>A 93.ª edição da I Liga arranca na sexta-feira, com a receção do Estoril Praia ao Famalicão, numa jornada inaugural em que o Sporting visita o Estrela da Amadora no sábado, enquanto FC Porto e Benfica são anfitriões no domingo do Alverca e do Académico de Viseu, de regresso ao escalão principal 37 anos depois.</P><br />
<P> </P><br />
<PRE><br />
Programa da 2.ª jornada da I Liga:<br />
&#8211; Sexta-feira, 14 ago:<br />
Sporting &#8211; Vitória de Guimarães, 20:15<br />
&#8211; Sábado, 15 ago:<br />
Alverca &#8211; Estrela da Amadora, 15:30<br />
Académico de Viseu &#8211; Santa Clara, 18:00<br />
Rio Ave &#8211; FC Porto, 20:30<br />
&#8211; Domingo, 16 ago:<br />
Nacional &#8211; Estoril Praia, 15:30<br />
Arouca &#8211; Moreirense, 18:00<br />
Sporting de Braga &#8211; Gil Vicente, 20:30<br />
Famalicão &#8211; Marítimo, 20:30<br />
&#8211; Segunda-feira, 17 ago:<br />
Casa Pia &#8211; Benfica, 20:15<br />
 <br />
Programa da 3.ª jornada:<br />
&#8211; Sábado, 22 ago:<br />
Marítimo &#8211; Académico de Viseu, 15:30<br />
Estoril Praia &#8211; Rio Ave, 18:00<br />
Sporting &#8211; Alverca, 20:30<br />
&#8211; Domingo, 23 ago:<br />
Vitória de Guimarães &#8211; Nacional, 15:30<br />
Santa Clara &#8211; Famalicão, 17:00 locais (18:00 em Lisboa)<br />
FC Porto &#8211; Arouca, 20:30<br />
&#8211; Segunda-feira, 24 ago:<br />
Gil Vicente &#8211; Casa Pia, 20:15<br />
&#8211; Quarta-feira, 09 set:<br />
Moreirense &#8211; Benfica, 20:15 (*)<br />
&#8211; Quinta-feira, 10 set:<br />
Estrela da Amadora &#8211; Sporting de Braga, 20:15 (*)<br />
 <br />
Programa da 4.ª jornada:<br />
&#8211; Sexta-feira, 28 ago:<br />
Rio Ave &#8211; Sporting, 20:15<br />
&#8211; Sábado, 29 ago:<br />
Alverca &#8211; Santa Clara, 15:30<br />
Arouca &#8211; Marítimo, 15:30<br />
Académico de Viseu &#8211; FC Porto, 18:00<br />
&#8211; Domingo, 30 ago:<br />
Nacional &#8211; Estrela da Amadora, 15:30<br />
Casa Pia &#8211; Moreirense, 18:00<br />
Famalicão &#8211; Gil Vicente, 20:30<br />
&#8211; Segunda-feira, 31 ago:<br />
Benfica &#8211; Estoril Praia, 18:45 (*)<br />
Sporting de Braga &#8211; Vitória de Guimarães, 20:45 (*)<br />
 <br />
(*) &#8211; Jogo sujeito a alterações.<br />
</PRE></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798062]]></sapo:autor>
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		<title>Sindicato do MP e oposição são-tomense querem ministro e líder do parlamento investigados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O sindicado dos magistrados do Ministério Público são-tomense e a coligação MCI-PS/PUN, na oposição, defenderam hoje uma investigação ao presidente da Assembleia Nacional e ao ministro do Trabalho por alegada tentativa de pressionar juízes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O sindicado dos magistrados do Ministério Público são-tomense e a coligação MCI-PS/PUN, na oposição, defenderam hoje uma investigação ao presidente da Assembleia Nacional e ao ministro do Trabalho por alegada tentativa de pressionar juízes.</P><br />
<P>Em comunicado de imprensa enviado à Lusa, o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) manifestou o &#8220;mais veemente repúdio&#8221; perante a denúncia do Supremo Tribunal de Justiça segundo a qual &#8220;terão sido exercidas pressões e tentativas de ingerência sobre a presidente do Supremo Tribunal, com o propósito de influenciar uma decisão jurisdicional&#8221;.</P><br />
<P>Em causa está a denúncia do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) são-tomense que acusou o Tribunal Constitucional de alegada usurpação de competências ao ordenar a libertação ilegal de um chileno, ex-conselheiro especial do primeiro-ministro, Américo Ramos, procurado pela Interpol por indícios de crimes fiscais.</P><br />
<P>No mesmo comunicado, o STJ denunciou e repudiou ainda o facto do advogado do cidadão chileno se ter dirigido à residência da juíza presidente do STJ na tarde do dia 31 de julho e, de seguida, às instalações do STJ, na companhia do presidente da Assembleia Nacional, Abnildo d&#8217;Oliveira, e do ministro do Trabalho, Jourcelli Tiny dos Ramos, &#8220;com objetivo de compelir a referida magistrada a emitir mandado de soltura a favor do senhor Ignacio Purcell Mena&#8221;.</P><br />
<P>O SMMP considera que, &#8220;sem prejuízo do direito ao contraditório, tais factos constituem um grave atentado à independência do poder judicial, ao princípio da separação de poderes e ao Estado de direito democrático&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O sindicato considera inadmissível qualquer ato, proveniente de entidades públicas, privadas ou de cidadãos, que vise constranger ou influenciar magistrados no exercício das suas funções constitucionais, por representar uma séria ameaça à autonomia e imparcialidade da administração da justiça&#8221;.</P><br />
<P>Além de manifestar &#8220;total solidariedade e apoio institucional&#8221; à presidente do STJ e todos os magistrados judiciais, o SMMP anunciou que &#8220;encetará as diligências necessárias para que o Ministério Público, detentor da ação penal, determine abertura de competentes autos de instrução preparatória, a fim de serem apuradas eventuais responsabilidades criminais&#8221;.</P><br />
<P>Fontes judiciais disseram à Lusa que não houve até ao momento uma posição do sindicato dos magistrados judiciais porque a organização encontra-se sem uma direção efetiva.</P><br />
<P>No entanto, a coligação Movimento de Cidadãos Independentes-Partido Socialista/Partido de Unidade Nacional (MCI-PS/PUN), com cinco deputados na oposição, criticou a alegada interferência de políticos na Justiça e pediu medidas por parte do Procuradoria Geral da República e do primeiro-ministro.</P><br />
<P>&#8220;Num país sério, a Assembleia Nacional estaria a discutir a destituição do Abnildo d&#8217;Oliveira, o primeiro-ministro já teria demitido o ministro do Trabalho e a Procuradoria-Geral da República estaria a investigar ambos, no mínimo&#8221;, defendeu, em comunicado, o porta-voz da coligação, José Rio.</P><br />
<P>O MCI-PS/PUN, que é até ao momento o único partido a posicionar-se sobre a polémica, manifestou oposição perante &#8220;este manifesto escândalo que fere a legalidade democrática e a tentativa de ingerência do poder político no poder judiciário&#8221; e denunciou &#8220;a intromissão apressada do Tribunal Constitucional neste assunto&#8221;.</P><br />
<P>A coligação saudou o Supremo Tribunal de Justiça &#8220;pela sua coragem, firmeza e independência&#8221;, sublinhando que &#8220;quando a justiça mostra que não recebe ordens do poder político, quem ganha é o Estado de direito e o povo&#8221;.</P><br />
<P>A Lusa contactou o presidente da Assembleia Nacional, que havia admitido durante uma sessão plenária que é amigo do cidadão chileno, e o ministro do Trabalho para obter uma reação sobre o assunto, mas não teve respostas até ao momento.</P><br />
<P>Num comunicado enviado à Lusa na terça-feira, o STJ repudiou declarações do advogado de Ignacio Purcell Mena, de nacionalidade chilena, detido a 12 de março em São Tomé, a pedido a Interpol e das autoridades de Espanha, onde era procurado por uma fraude de mais de 300 milhões de euros relacionada com o IVA da venda de combustíveis.</P><br />
<P>O STJ refere que foi notificado de um acórdão do Tribunal Constitucional (TC) &#8220;suspendendo a prisão preventiva do senhor Ignacio Mena&#8221; e &#8220;anulando o acórdão do STJ que decidiu negativamente um &#8216;habeas corpus'&#8221; interposto pela defesa do chileno.</P><br />
<P>&#8220;Atendendo que este acórdão extravasa competências legais do Tribunal Constitucional e com vista a melhores esclarecimentos, foi pedido a sua aclaração&#8221;, lê-se no comunicado do STJ.</P><br />
<P>Ignacio Purcell Mena, de nacionalidade chilena, é suspeito de ser um dos responsáveis de uma organização criminosa, que integrava 38 sociedades, que defraudou o Estado espanhol em mais de 300 milhões de euros em 2024 por não declarar o IVA de operações de venda de combustíveis, disseram fontes da Audiência Nacional (tribunal especial) de Espanha, citadas pela agência de notícias EFE.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798061]]></sapo:autor>
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		<title>Concorrência dá &#8220;luz verde&#8221; à compra da Lune Holdings pela Monarch Alternative</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:06:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) deu hoje "luz verde" à compra da Lune Holdings pela norte-americana Monarch Alternative, revelou uma nota publicada pelo regulador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade da Concorrência (AdC) deu hoje &#8220;luz verde&#8221; à compra da Lune Holdings pela norte-americana Monarch Alternative, revelou uma nota publicada pelo regulador. </P><br />
<P>&#8220;O Conselho de Administração da Autoridade da Concorrência [&#8230;] delibera adotar uma decisão de não oposição à operação de concentração&#8221;, lê-se na informação hoje divulgada pelo regulador. </P><br />
<P>A AdC justificou esta decisão com o facto de a operação não ser suscetível de criar entraves significativos à concorrência.</P><br />
<P>A Monarch centra a atividade em investimentos em crédito e no setor imobiliário em vários segmentos de mercado e classes de ativos, incluindo crédito empresarial, crédito estruturado, imobiliário e situações especiais, com sede internacional nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Já a Lune é uma sociedade gestora de participações sociais com sede no Luxemburgo, cujo objetivo principal é gerir o controlo financeiro, o seu passivo e as participações sociais das suas subsidiárias operacionais, do Grupo Kem One, ativo na indústria química, com foco no fabrico de soluções de cloreto de polivinilo (&#8220;PVC&#8221;), soda cáustica e derivados de cloro.</P><br />
<P>O Grupo Kem One possui subsidiárias em França, Espanha, Itália e Turquia e opera através da Kem One, em oito instalações industriais em França.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798060]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>AdC sem oposição à compra da Bioflorestal pela Crest Agro e Família Frias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) decidiu hoje não se opor à compra da Bioflorestal pela Crest Agro e pela Família Frias, foi anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade da Concorrência (AdC) decidiu hoje não se opor à compra da Bioflorestal pela Crest Agro e pela Família Frias, foi anunciado. </P><br />
<P>&#8220;O Conselho de Administração da Autoridade da Concorrência [&#8230;] delibera adotar uma decisão de não oposição à operação de concentração&#8221;, lê-se na informação hoje divulgada pelo regulador, que justifica esta decisão com o facto de a operação não ser suscetível de criar entraves à concorrência no mercado. </P><br />
<P>A Família Frias dedica-se ao setor florestal conexo, incluindo à venda de madeira e biomassa, e presta serviços florestais, de transporte e aluguer de equipamentos, bem como atividades agrícolas e imobiliárias.</P><br />
<P>Já o Crest Agro é um fundo de capital de risco, gerido pela Crest Capital Partners e é ligado ao setor agroalimentar, &#8220;com enfoque na exploração e valorização de ativos agrícolas e florestais, bem como no desenvolvimento de projetos sustentáveis associados à bioeconomia&#8221;, lê-se na ficha do processo divulgada pela AdC.</P><br />
<P>Por sua vez, a Bioflorestal dedica-se à venda de madeira, de estilha e biomassa florestal, desenvolvendo também &#8220;um conjunto de atividades complementares e acessórias no setor florestal&#8221;, incluindo o descasque de madeira de eucalipto, a trituração móvel (nas matas) de estilha e biomassa ou a prestação de serviços de limpeza florestal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798059]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>AdC dá &#8220;luz verde&#8221; à compra do hotel e casino de Troia pelo grupo Arrow</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) deu "luz verde" à compra do hotel e do casino de Troia pela sociedade Flecha Lux, do grupo Arrow, segundo a informação hoje divulgada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade da Concorrência (AdC) deu &#8220;luz verde&#8221; à compra do hotel e do casino de Troia pela sociedade Flecha Lux, do grupo Arrow, segundo a informação hoje divulgada.</P><br />
<P>&#8220;O Conselho de Administração da Autoridade da Concorrência [&#8230;] delibera adotar uma decisão de não oposição à operação de concentração&#8221;, lê-se na informação hoje divulgada pelo regulador. </P><br />
<P>A AdC justificou esta decisão com o facto de a operação não ser suscetível de criar entraves significativos à concorrência.</P><br />
<P>A Flecha Lux é uma sociedade do grupo Arrow, que em Portugal, está ativo, &#8220;essencialmente, na gestão de créditos vencidos e de cobrança duvidosa e em investimentos imobiliários, na exploração de alojamentos turísticos e de campos de golfe, na produção de pavimentos e revestimentos cerâmicos e na comercialização de mobiliário e equipamentos para a hotelaria&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a AdC, na Península de Tróia, &#8220;explora ativos de alojamento turístico, marinas e portos de recreio, serviços de transporte marítimo em ferry, bem como concessões de praia e apoios balneares. Integra o grupo TDR, o qual também opera em Portugal as atividades de &#8216;renting&#8217; e &#8216;leasing&#8217; automóvel&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, as empresas alvo da operação são sociedades que integram, em conjunto, o complexo turístico e de lazer denominado &#8220;Tróia Design Hotel e Casino do Tróia Design Hotel&#8221;, na Península de Tróia, Alentejo.</P><br />
<P>&#8220;A Grano Salis é uma sociedade ativa na exploração do empreendimento turístico Tróia Design Hotel e titular da concessão de exploração do Casino do Tróia Design Hotel&#8221;, indicou, e a CHT é &#8220;ativa na exploração hoteleira e de um casino, titular de ativos imobiliários e concessões relacionadas com o complexo Casino Hotel de Tróia&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798057]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo contra &#8220;portas escancaradas&#8221; na imigração, mas recetivo a todos que tenham condições para trabalhar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-contra-portas-escancaradas-na-imigracao-mas-recetivo-a-todos-que-tenham-condicoes-para-trabalhar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:34:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Gavião, Portalegre, 05 ago 2026 (Lusa) &#8211; O ministro da Economia e Coesão Territorial defendeu hoje que as &#8220;portas escancaradas&#8221; à migração &#8220;não deram bom resultado&#8221;, mas alerta que Portugal está recetivo a acolher todos os imigrantes que tenham condições para trabalhar.</P><br />
<P>&#8220;Todos os imigrantes que quiserem entrar em Portugal e que tenham condições para trabalhar, designadamente se tiverem um emprego e uma casa, entram com grande facilidade, há quase que uma via verde&#8221;, afirmou Manuel Castro Almeida.</P><br />
<P>&#8220;Só temos limitação à entrada indiscriminada de qualquer pessoa que queira entrar, isso não pode ser, as portas escancaradas não deram bom resultado, mas quem tiver condições de trabalhar é muito bem-vindo a Portugal&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O governante falava aos jornalistas em Gavião, distrito Portalegre, à margem da cerimónia de assinatura do contrato no âmbito do Programa Crescer com o Turismo, envolvendo o Turismo de Portugal e o município, num valor de 324 mil euros.</P><br />
<P>O ministro da Economia e da Coesão Territorial recordou ainda aos jornalistas que &#8220;não há praticamente desemprego&#8221; em Portugal, acrescentando que o desemprego &#8220;está em mínimos&#8221; e o volume de emprego &#8220;está em máximos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O facto de não haver desemprego é uma vantagem enorme para o país, agora dir-me-á, é necessário mais gente para trabalhar, nós estamos abertos à imigração que tenha condições para trabalhar&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O governante disse ainda que o aumento dos combustíveis &#8220;embaraçam a inflação&#8221; e que, se não fosse esse facto, a inflação apresentaria números mais reduzidos nesta altura.</P><br />
<P>&#8220;Se não fosse o aumento dos combustíveis a inflação estaria muito mais baixa, ela tem vindo a baixar, já está a baixar há três meses seguidos, mas ainda está em 3%. Se não fossem os combustíveis, estaria bem mais baixa, infelizmente os combustíveis embaraçam a inflação&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>Para o ministro, os números da economia portuguesa &#8220;são globalmente bastante positivos&#8221;, tendo recordado que os últimos dados conhecidos indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) &#8220;está a crescer&#8221; e que, no último trimestre, cresceu &#8220;2,5%&#8221; e, &#8220;em cadeia, cresceu &#8220;0,8%&#8221;, sendo &#8220;o dobro da média&#8221; europeia.</P><br />
<P>&#8220;A inflação está a baixar há três meses seguidos, as contas públicas estão equilibradas, as exportações estão a crescer, o turismo está a crescer, o único número dissonante que apareceu há pouco tempo foi o da dívida pública, mas que é um número totalmente circunstancial&#8221;, disse.</P><br />
<P>Para Castro Almeida, &#8220;o que conta&#8221; é comparar a dívida pública do final de 2025 com a dívida no final de 2026.</P><br />
<P>&#8220;Aí não tenho dúvida nenhuma que vai continuar a descer, a dívida pública continua a descer, esteve circunstancialmente aumentada, mas vai continuar a descer&#8221;, disse.</P><br />
<P>Por último, o ministro da Economia e Coesão Territorial alertou que &#8220;é preciso diminuir&#8221; a inflação, situação que diz que se está a verificar, mas ainda existe um caminho a percorrer em relação ao PIB per capita europeu.</P><br />
<P>&#8220;Só que temos um problema, está tudo a correr bem, estamos a dar passos no sentido certo, mas ainda estamos a 80% do PIB per capita europeu, ainda temos um longo caminho à nossa frente&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798056]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Google reorganiza equipas de IA para manter vanguarda tecnológica</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/google-reorganiza-equipas-de-ia-para-manter-vanguarda-tecnologica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:31:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Google anunciou hoje uma reorganização nas suas equipas de Inteligência Artificial (IA), com o objetivo de acelerar o trabalho e manter o foco na vanguarda tecnológica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Google anunciou hoje uma reorganização nas suas equipas de Inteligência Artificial (IA), com o objetivo de acelerar o trabalho e manter o foco na vanguarda tecnológica. </P><br />
<P>O cofundador da Google DeepMind Demis Hassabis vai agora assumir o cargo de presidente da empresa e de cientista chefe na Alphabet, cargo até aqui ocupado por Jeff Dean. </P><br />
<P>A liderança operacional da DeepMind, que estava nas mãos de Hassabis passa agora para Koray Kavukcuoglu, até então diretor de tecnologia desta divisão. </P><br />
<P>Kavukcuoglu vai também assumir o cargo de vice-presidente sénior, ficando encarregue de supervisionar o desenvolvimento dos modelos Gemini e a investigação avançada em IA.</P><br />
<P>Por sua vez, o cientista Jeff Dean vai deixar a Google e vai criar, juntamente com Sanjay Ghemawat, uma empresa independente, com o objetivo de acelerar os avanços em ciência e engenharia.</P><br />
<P>Numa mensagem enviada aos trabalhadores, o presidente executivo da Google e da sua empresa-mãe, a Alphabet, Sundar Pichai, disse que estas mudanças têm por objetivo acelerar o trabalho da Google em IA e &#8220;manter o foco na vanguarda tecnológica do setor&#8221;.</P><br />
<P>Após o anúncio, as ações da Alphabet desceram cerca de 4% na bolsa de Wall Street. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798054]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>GNR de Bragança e Guardia Civil reforçam patrulhamento conjunto no dia do eclipse</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/gnr-de-braganca-e-guardia-civil-reforcam-patrulhamento-conjunto-no-dia-do-eclipse/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:08:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[eclipse solar]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
		<category><![CDATA[Guardia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A GNR e a Guardia Civil vão ter patrulhas transfronteiriças para garantir a segurança e fluxo rodoviário entre Portugal e Espanha, no dia do eclipse, com a instalação de um dispositivo móvel do Comando Territorial de Bragança, revelou, hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A GNR e a Guardia Civil vão ter patrulhas transfronteiriças para garantir a segurança e fluxo rodoviário entre Portugal e Espanha, no dia do eclipse, com a instalação de um dispositivo móvel do Comando Territorial de Bragança, revelou, hoje.</p>
<p>&#8220;Nós [GNR de Bragança] estamos a trabalhar de forma coordenada com os elementos da Guardia Civil, temos patrulhas transfronteiriças, elementos quer do SPENA (Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente em Portugal], quer do SPRONA [Serviço de Proteção da Natureza em Espanha], que façam a vigilância florestal nos espaços contíguos para que o evento decorra de forma segura e para que pessoas estejam em segurança&#8221;, disse o major Hernâni Martins, em declarações à Lusa.</p>
<p>A GNR prevê que haja uma grande afluência de turistas a passar a fronteira e, por isso, vai instalar um dispositivo operacional &#8220;móvel e visível&#8221; no terreno, quer para segurança rodoviária, quer para segurança florestal, uma vez que se prevê risco muito elevado ou máximo de incêndio.</p>
<p>&#8220;O objetivo é que as pessoas desfrutem do fenómeno em segurança (&#8230;). Como é óbvio, a concentração de pessoas em determinados locais pode não ser permitido. É isso que nós no terreno, com as nossas patrulhas móveis, vamos fazer, que é garantir que as pessoas estejam em segurança ao longo dos itinerários, que não os ocupem, que estacionem em locais indicados para o efeito, que não estejam em plena via a observar o fenómeno&#8221;, explicou.</p>
<p>O major do Comando Territorial de Bragança garantiu ainda que haverá patrulhas em caminhos, que são transitáveis apenas com viaturas de todo o terreno, no Parque Natural de Montesinho, com vista a prevenir o risco de incêndio.</p>
<p>&#8220;Através das nossas patrulhas de proteção ambiental, do SPENA, vamos garantir o patrulhamento, de forma a que mesmo essas pessoas que estejam em espaços rurais estejam efetivamente em segurança&#8221;, reforçou.</p>
<p>Inicialmente estava previsto que a aldeia de Rio de Onor, onde pode ser visto o eclipse total do sol, fosse palco de várias atividades organizadas pelo município de Bragança e pelo Centro de Ciência Viva de Bragança.</p>
<p>No entanto, devido ao risco de incêndio, a câmara municipal decidiu concentrar todo o evento no aeródromo de Bragança, onde a ocultação do Sol pela Lua será de 99%.</p>
<p>Este fenómeno raro já não acontece em Portugal há mais de 100 anos. No país, a ocultação a 100% só pode ser observada nas aldeias de Rio de Onor e de Guadramil, no concelho de Bragança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798043]]></sapo:autor>
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		<title>Serviços Prisionais abrem inquérito a morte na prisão de detido na operação SkyDrop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:07:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SkuDrop]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Serviços Prisionais abriram hoje um inquérito para apurar as circunstâncias da morte, na sua cela individual, de um dos três detidos terça-feira na operação 'Skydrop', da Polícia Judiciária, que resultou na apreensão de cinco toneladas de cocaína.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Serviços Prisionais abriram hoje um inquérito para apurar as circunstâncias da morte, na sua cela individual, de um dos três detidos terça-feira na operação &#8216;Skydrop&#8217;, da Polícia Judiciária, que resultou na apreensão de cinco toneladas de cocaína.</p>
<p>Um dos três detidos na terça-feira pela Polícia Judiciária (PJ) no navio que transportava cinco toneladas de cocaína foi hoje encontrado morto na sua cela individual na cadeia anexa à PJ, em Lisboa, informou à Lusa a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP), acrescentando que foi aberto um inquérito para investigar a ocorrência.</p>
<p>A DGRSP &#8220;informa que um detido, entrado com mandado de condução à cadeia na sequencia das detenções da operação &#8216;SkyDrop&#8217;, foi encontrado sem vida na cela que ocupava sozinho no Estabelecimento Prisional instalado junto à Polícia Judiciária de Lisboa&#8221;, responderam os Serviços Prisionais a uma questão da agência Lusa.</p>
<p>Fonte ligada ao processo disse à Lusa que um homem encontrado morto, por enforcamento, na abertura da cela, cerca das 08:00, era o tripulante indiano do navio que transportava a droga e que foi revistado no Porto de Sines.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798044]]></sapo:autor>
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		<title>Há seis anos que este carro está parado num aeroporto. Deve mais de 30 mil euros e ninguém sabe quem é o dono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:06:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Honda Civic]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Honda já não tem matrícula nem qualquer outro elemento que permita identificar oficialmente o último proprietário]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há automóveis esquecidos durante meses. Outros acabam abandonados durante anos. Mas poucos casos são tão insólitos como o de um Honda Civic Coupé que permanece estacionado no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, há quase seis anos, acumulando uma dívida superior a 30 mil euros sem que ninguém consiga sequer identificar o proprietário.</p>
<p>Coberto por uma espessa camada de pó &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=MufbwkY-C5A" target="_blank" rel="noopener">pode ver o vídeo aqui</a> -, com um bloqueador colocado numa das rodas e sem sair do mesmo lugar desde 2020, o automóvel tornou-se uma pequena atração para passageiros e funcionários do aeroporto.</p>
<p>O mais surpreendente é que as autoridades brasileiras continuam sem o poder remover.</p>
<p><strong>O problema? Ninguém sabe de quem é o carro</strong></p>
<p>Segundo a imprensa brasileira, o Honda já não tem matrícula nem qualquer outro elemento que permita identificar oficialmente o último proprietário.</p>
<p>No Brasil, a remoção definitiva de um veículo abandonado exige que seja conhecido o respetivo titular.</p>
<p>Sem essa informação, o automóvel permanece preso num impasse burocrático que já dura há mais de 2.000 dias.</p>
<p>A única certeza é a data em que entrou no parque de estacionamento. Desde então, nunca mais saiu.</p>
<p><strong>A dívida continua a aumentar</strong></p>
<p>Durante quase seis anos, o carro foi acumulando sucessivas taxas de estacionamento.</p>
<p>Em julho, a dívida já ultrapassava os 30.400 euros, um valor que continua a aumentar e que dificilmente será alguma vez pago.</p>
<p>No interior do automóvel foi encontrada a chave na ignição, um detalhe que alimenta ainda mais o mistério.</p>
<p><strong>Veio do estrangeiro</strong></p>
<p>As autoridades acreditam que o Honda Civic não foi comprado no Brasil.</p>
<p>No para-brisas permanece um autocolante de seguro emitido em Belize, país da América Central.</p>
<p>Entretanto, uma investigação de uma estação de televisão brasileira concluiu que o automóvel terá chegado de navio proveniente de Nova Iorque e feito escala na Guatemala antes de aparecer no Rio de Janeiro.</p>
<p>Ao todo, terá percorrido mais de 15 mil quilómetros antes de ficar definitivamente parado no aeroporto.</p>
<p><strong>As teorias multiplicam-se</strong></p>
<p>Sem um proprietário identificado, surgiram várias hipóteses para explicar o abandono.</p>
<p>Uma delas aponta para uma eventual utilização do automóvel em atividades criminosas, seguida da fuga do condutor.</p>
<p>Outra admite um cenário muito mais simples: o proprietário terá estacionado o carro antes de viajar e morreu ou ficou impossibilitado de regressar.</p>
<p>Até ao momento, porém, nenhuma destas teorias foi confirmada.</p>
<p>Enquanto isso, o Honda Civic continua exatamente onde foi deixado há quase seis anos, transformando-se num dos mais invulgares mistérios automóveis do Brasil.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798045]]></sapo:autor>
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		<title>Nova polémica na FIFA: Infantino acusado de negociar com Marrocos a final do Mundial de 2030 por apoio à reeleição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[fifa]]></category>
		<category><![CDATA[Gianni Infantino]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Marrocos]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2030]]></category>
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					<description><![CDATA[Marrocos pretende que a final seja disputada no novo Estádio Hassan II, em Casablanca, uma infraestrutura com capacidade prevista para cerca de 115 mil espectadores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gianni Infantino volta a estar envolvido em polémica. O presidente da FIFA terá prometido a Marrocos a organização da final do Campeonato do Mundo de 2030 em troca de um apoio formal à sua recandidatura à liderança do organismo, revelou o jornal britânico &#8216;The Times&#8217;.</p>
<p>A alegada proposta surge numa altura em que Infantino procura assegurar um novo mandato e enfrenta uma crescente contestação, depois de recentes críticas à gestão da FIFA e de um controverso plano para vender participações comerciais do Mundial.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Times&#8217;, Marrocos pretende que a final seja disputada no novo Estádio Hassan II, em Casablanca, uma infraestrutura com capacidade prevista para cerca de 115 mil espectadores.</p>
<p>A escolha colocaria de lado a candidatura espanhola, que defende o Estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, como palco da decisão do torneio organizado por Portugal, Espanha e Marrocos.</p>
<p>Recentemente, o presidente da Federação Espanhola, Rafael Louzán, afirmou que a realização da final fora de Espanha não faz parte dos planos da candidatura espanhola.</p>
<p>De acordo com o jornal britânico, Infantino estará também a tentar convencer vários países a manifestarem publicamente apoio à sua reeleição.</p>
<p>Contudo, uma das maiores preocupações da equipa do dirigente será o silêncio da Arábia Saudita, tradicional aliada de Infantino e anfitriã do Campeonato do Mundo de 2034, que ainda não declarou apoio à sua continuidade na presidência da FIFA.</p>
<p>A mesma publicação acrescenta que pessoas próximas de Infantino terão igualmente procurado mobilizar o grupo &#8220;FIFA Legends&#8221; — composto por antigos internacionais remunerados pela FIFA para participar em iniciativas promocionais — para expressar apoio público ao atual presidente.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Times&#8217;, a intenção seria encontrar uma antiga estrela do futebol que assumisse esse papel, embora as recentes polémicas possam dificultar essa estratégia.</p>
<p>As revelações surgem poucos dias depois de o presidente da Federação Jordaniana de Futebol ter acusado publicamente Gianni Infantino de exercer pressões e chantagem, num episódio que aumentou as críticas à liderança do dirigente suíço.</p>
<p>Até ao momento, nem a FIFA nem as autoridades marroquinas comentaram oficialmente as informações divulgadas pelo &#8216;The Times&#8217;.</p>
<p>A FIFA ainda não anunciou qual será o estádio escolhido para receber a final do Mundial de 2030, cuja organização será partilhada por Portugal, Espanha e Marrocos.</p>
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