A República Checa vai assumir, esta quarta-feira, a presidência do Conselho da União Europeia, sucedendo a França na presidência semestral rotativa do órgão que representa os interesses dos 27 Estados-membros perante a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu. A presidência checa vai durar até ao final de 2022.
Uma presidência que, aliás, não é bem vista em Praga. O antigo primeiro-ministro da República Checa, Andrej Babiš, já tinha mostrado o seu desagrado em relação ao custo associado à Presidência do Conselho da União Europeia, um cargo rotativo, assumido por períodos de seis meses pelos Estados-membros da UE. A última vez que o país esteve na presidência gastou 3,5 mil milhões de coroas checas (o que equivale a cerca de 135 milhões de euros).
Os objetivos já foram traçados: “Durante a nossa presidência da União Europeia, queremos discutir um corte nas importações de petróleo da Rússia. As trocas comerciais da União Europeia com a Rússia devem ser minimizadas”, apontou Jan Lipavský, ministro dos Negócios Estrangeiros da República Checa.













