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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Pérez-Llorca integra Miranda &#038; Amado e cria plataforma jurídica ibero-americana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:31:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A sociedade de advogados Pérez-Llorca vai reforçar a sua presença na América Latina através da integração da peruana Miranda &#038; Amado, numa operação que dará origem a uma das maiores plataformas jurídicas ibero-americanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sociedade de advogados Pérez-Llorca vai reforçar a sua presença na América Latina através da integração da peruana Miranda &amp; Amado, numa operação que dará origem a uma das maiores plataformas jurídicas ibero-americanas.</p>
<p>O acordo prevê uma integração plena, jurídica e económica, ficando apenas dependente da aprovação dos órgãos de governo de ambas as sociedades nas próximas semanas.</p>
<p>Com esta fusão, a Pérez-Llorca passará a contar com cerca de 1.300 profissionais a nível global, dos quais aproximadamente 700 estarão localizados na América Latina, consolidando a sua presença no México, Colômbia e Peru. A sociedade pretende reforçar a capacidade de assessoria em grandes operações transfronteiriças, financiamentos e litígios internacionais, dirigidos sobretudo a multinacionais, bancos de investimento e investidores com interesses na região.</p>
<p>A integração enquadra-se no chamado “Projeto Scala”, a estratégia da Pérez-Llorca para construir uma firma ibero-americana integrada, depois das operações realizadas no México em 2024 e na Colômbia em 2025. A sociedade resultante passará a prestar assessoria em direito espanhol, português, europeu, mexicano, colombiano e peruano, através de escritórios em cidades como Madrid, Lisboa, Londres, Nova Iorque, Singapura, Cidade do México, Bogotá e Lima. Está ainda prevista a abertura de um novo escritório em Abu Dhabi durante 2026.</p>
<p>Segundo Pedro Pérez-Llorca, sócio diretor da sociedade espanhola, a operação “representa um novo marco” na estratégia de crescimento internacional da firma, baseada em integrações com escritórios líderes nos respetivos mercados. Já José Daniel Amado, sócio fundador da Miranda &amp; Amado, considera que a fusão permitirá combinar a reputação e experiência da sociedade peruana com a projeção internacional da Pérez-Llorca.</p>
<p>A operação terá também um forte impacto na área de arbitragem internacional. A nova estrutura combinará a experiência europeia da Pérez-Llorca em litígios e arbitragens internacionais com a posição de destaque da Miranda &amp; Amado em arbitragens de investimento e litígios comerciais no Peru e na região andina.</p>
<p>Entre os casos mais relevantes da Pérez-Llorca destacam-se arbitragens ligadas ao setor energético, incluindo o processo SolEs Badajoz GmbH contra o Reino de Espanha, no âmbito do Tratado da Carta da Energia, que resultou numa decisão favorável de cerca de 41 milhões de euros. A firma representa ainda clientes como Técnicas Reunidas, Acciona, ConocoPhillips, Telefónica e Duro Felguera.</p>
<p>Já a Miranda &amp; Amado tem participado em alguns dos principais processos arbitrais da América Latina, incluindo o caso Gasoducto Sur Peruano contra a República do Peru, com uma pretensão próxima dos 2.000 milhões de dólares, bem como litígios envolvendo a Bear Creek Mining Corporation, APM Terminals Callao e o consórcio Camisea.</p>
<p>A sociedade resultante pretende reforçar a assessoria em litígios ligados a energias renováveis, infraestruturas, mineração, construção e fusões e aquisições (M&amp;A), operando sob regras de instituições arbitrais como o CIADI, ICC, LCIA e UNCITRAL.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769236]]></sapo:autor>
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		<title>BNP Paribas vê nova aceleração dos carros elétricos: vendas na Europa sobem 19,6% com combustíveis mais caros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:27:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Em abril, as vendas de veículos elétricos na Europa cresceram 19,6% face ao mesmo mês do ano anterior, mantendo uma trajetória positiva pelo quarto mês consecutivo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A adoção de veículos elétricos deverá acelerar na Europa e na China ao longo de 2026, impulsionada pela subida dos preços dos combustíveis, pelo reforço da infraestrutura de carregamento e pelo apoio público à mobilidade elétrica. A análise é da equipa Markets 360 do BNP Paribas, que aponta a União Europeia como o principal motor de crescimento global do mercado elétrico este ano.</p>
<p>Em abril, as vendas de veículos elétricos na Europa cresceram 19,6% face ao mesmo mês do ano anterior, mantendo uma trajetória positiva pelo quarto mês consecutivo. O destaque vai para os veículos 100% elétricos, os BEV, que registaram uma subida de 37,7%, enquanto os híbridos plug-in cresceram 17,2%.</p>
<p>O relatório do BNP Paribas sublinha que a narrativa positiva para o mercado europeu de veículos elétricos permanece intacta e poderá até ganhar força, num contexto marcado pelo aumento dos preços dos combustíveis e pela entrada crescente de veículos elétricos chineses na região. A quota total dos elétricos nas novas matrículas europeias manteve-se em 67,3% em abril, com BEV e híbridos plug-in a ganharem peso face aos híbridos convencionais.</p>
<p>A China também voltou a surpreender pela positiva. As vendas grossistas de veículos elétricos cresceram 9,2% em abril, apesar de o mercado total de veículos ligeiros ter recuado 4,2%. A penetração dos elétricos atingiu um recorde de 62,7%, superando a fasquia dos 60% pela primeira vez. Os BEV cresceram 7,5% e os híbridos plug-in avançaram 9,3%, sinalizando uma possível retoma do interesse depois de um primeiro trimestre mais fraco.</p>
<p>Segundo o BNP Paribas, o prolongamento do conflito no Médio Oriente voltou a colocar a eletrificação no centro das decisões de consumo, à medida que os condutores sentem o impacto dos preços mais elevados dos combustíveis. A expectativa é que a transição para BEV e híbridos plug-in seja mais evidente na China e na União Europeia, onde a infraestrutura de carregamento e os incentivos continuam a apoiar a compra de veículos elétricos.</p>
<p>O contraste com os Estados Unidos é claro. O mercado americano de veículos elétricos voltou a recuar em abril, com uma quebra de 7,6% face ao período homólogo, o sétimo mês consecutivo de crescimento negativo. As vendas de BEV caíram 33,1% e as de híbridos plug-in desceram 40,8%, enquanto os híbridos convencionais cresceram 10,9% e passaram a dominar mais de 70% do mercado elétrico americano.</p>
<p>Para o BNP Paribas, a falta de infraestrutura de carregamento e de incentivos financeiros nos EUA deverá continuar a favorecer os híbridos convencionais em detrimento dos elétricos puros e dos híbridos plug-in, sobretudo num cenário de preços de energia mais elevados.</p>
<p>A aceleração da mobilidade elétrica está também a ter impacto no mercado das matérias-primas. A subida dos preços do lítio, que se mantêm acima dos 20 dólares por quilo, cerca de 18,4 euros, está a incentivar o regresso de capacidade mineira e novos investimentos, sobretudo em projetos de espodumena de custos mais elevados.</p>
<p>Entre os projetos destacados estão o reinício da mina Finniss, da Core Lithium, na Austrália, com produção anual prevista de 15 mil toneladas de carbonato de lítio equivalente e primeiras entregas esperadas no quarto trimestre de 2026. A Mineral Resources planeia também reativar o projeto Bald Hill, igualmente na Austrália, com produção anual estimada de 17,5 mil toneladas e primeiras entregas previstas para o terceiro trimestre de 2026.</p>
<p>O relatório assinala ainda a expansão do projeto Mount Holland, detido pela SQM e pela Wesfarmers, que recebeu aprovação para duplicar a capacidade anual de produção para 4,4 milhões de toneladas de espodumena. Apesar da possibilidade de maior oferta na segunda metade de 2026, o BNP Paribas considera improvável uma queda do preço do lítio abaixo dos 20 dólares por quilo, salvo uma mudança significativa no sentimento do mercado.</p>
<p>A leitura do BNP Paribas aponta, assim, para uma nova fase da mobilidade elétrica global: a Europa lidera o crescimento, a China mostra sinais de recuperação e os Estados Unidos continuam a ficar para trás, com os híbridos convencionais a dominar a procura. Ao mesmo tempo, a pressão sobre baterias e matérias-primas reforça o papel estratégico do lítio na transição energética.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769215]]></sapo:autor>
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		<title>Porto Business School investe 1 milhão de euros para criar o Centro de Inteligência Turística do Porto e Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:22:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[A Porto Business School anunciou o arranque do Centro de Inteligência Turística (CIT) – Porto e Norte, uma infraestrutura considerada pioneira que visa transformar dados dispersos em inteligência estratégica para apoiar a gestão e aumentar a competitividade do setor do turismo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Porto Business School anunciou o arranque do Centro de Inteligência Turística (CIT) – Porto e Norte, uma infraestrutura considerada pioneira que visa transformar dados dispersos em inteligência estratégica para apoiar a gestão e aumentar a competitividade do setor do turismo.</p>
<p>O projeto representa um investimento de um milhão de euros na conceção, desenvolvimento e implementação de uma plataforma de inteligência turística, no âmbito da Agenda Mobilizadora “Acelerar e Transformar o Turismo”, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</p>
<p>O objetivo do CIT passa por consolidar informação proveniente de múltiplas fontes públicas e privadas, permitindo a geração de análises avançadas, previsões e ferramentas digitais de apoio à decisão para entidades públicas, empresas, destinos turísticos e academia.</p>
<p>Neste contexto, o Turismo Porto e Norte de Portugal assume-se como parceiro estratégico do projeto, garantindo uma ligação direta ao território e ao ecossistema turístico regional. Esta colaboração será determinante para assegurar que a plataforma responde às necessidades concretas da região e apoia uma gestão mais informada, sustentável e integrada do destino.</p>
<p>O desenvolvimento tecnológico ficará a cargo da Ubiwhere, na sequência de um concurso público internacional. A empresa será responsável pela criação da plataforma analítica, modelos preditivos, mecanismos de ingestão e transformação de dados, bem como por um assistente virtual baseado em inteligência artificial generativa.</p>
<p>Entre as funcionalidades previstas estão cerca de 500 indicadores organizados em oito clusters temáticos, pelo menos 10 dashboards interativos, dois casos de uso de modelos preditivos, APIs de integração de dados e um concierge virtual suportado por inteligência artificial.</p>
<p>Para a PBS, o projeto reforça a importância de uma abordagem assente em dados e inteligência artificial aplicada ao território. “O futuro do turismo será cada vez mais decidido pela capacidade de transformar dados em inteligência e inteligência em ação”, afirma José Esteves, sublinhando a ambição de apoiar decisões mais informadas e inovação no setor.</p>
<p>A implementação do CIT está estruturada em quatro fases — descoberta e modelação da solução, seleção e contratualização de fornecedores de dados, desenvolvimento tecnológico e definição do modelo de governação — e terá uma duração estimada de quatro meses.</p>
<p>O projeto inclui ainda mais de 40 horas de formação e transferência de conhecimento, com foco na utilização responsável de dados e inteligência artificial aplicada aos desafios do território.</p>
<p>Segundo Rita Marques, trata-se de “um investimento estratégico” que permitirá melhorar o acesso a informação fiável e atualizada, reforçando a competitividade das empresas e a eficácia do planeamento público.</p>
<p>Já Luís Pedro Martins destaca o impacto estrutural da iniciativa, considerando o CIT “um passo decisivo na transformação do setor turístico da região”, ao capacitar os agentes do turismo com ferramentas de decisão mais sustentadas e orientadas para a sustentabilidade e competitividade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769217]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Alemanha e Países Baixos vão criar centro de comando da NATO nos Bálticos para reforçar dissuasão contra a Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:21:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Alemanha e os Países Baixos vão instalar ainda este ano um novo centro tático de comando da NATO na região do Báltico, numa iniciativa destinada a reforçar a capacidade de resposta militar da Aliança Atlântica no flanco oriental europeu e aumentar a capacidade de dissuasão face à Rússia.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Alemanha e os Países Baixos vão instalar ainda este ano um novo centro tático de comando da NATO na região do Báltico, numa iniciativa destinada a reforçar a capacidade de resposta militar da Aliança Atlântica no flanco oriental europeu e aumentar a capacidade de dissuasão face à Rússia.</p>
<p>O anúncio foi feito esta quinta-feira pelo Ministério da Defesa alemão, que confirmou que o comando conjunto germano-neerlandês, conhecido como 1GNC (1st German-Netherlands Corps), assumirá “um papel de comando no flanco oriental da NATO, especificamente na região da Estónia e da Letónia”, nos próximos meses.</p>
<p>Segundo Berlim, o destacamento deste novo quartel-general tático permitirá reforçar a coesão da NATO e melhorar a prontidão militar na região. “O destacamento de um quartel-general tático adicional para a região reforça a coesão da NATO e apoia a dissuasão da Rússia”, refere o comunicado do ministério alemão.</p>
<p>O 1GNC tem capacidade para comandar até 50 mil militares, caso necessário, e ficará responsável por planear e coordenar exercícios militares, preparar cenários de eventual conflito e liderar forças aliadas em caso de guerra.</p>
<p>A estrutura militar conjunta tem sede em Münster, na Alemanha, e é utilizada pela NATO em várias missões internacionais sempre que necessário. Alemanha e Países Baixos alternam a liderança do comando desde a sua criação, em 1995, estando atualmente Berlim responsável pela chefia da unidade até ao início de 2028.</p>
<p>Além dos dois países fundadores, outros 14 Estados-membros da NATO integram atualmente o corpo multinacional através do fornecimento de pessoal militar especializado.</p>
<p><strong>Novo comando aumenta capacidade de resposta da NATO</strong><br />
Atualmente, as forças da NATO destacadas na região do Báltico estão sob coordenação de um único quartel-general situado em Szczecin, na Polónia. A criação desta nova estrutura permitirá aumentar a capacidade operacional da Aliança e acelerar a tomada de decisões em caso de crise ou conflito na fronteira oriental europeia.</p>
<p>“Com o estabelecimento de um segundo quartel-general de corpo na região, a Alemanha e os Países Baixos demonstram a sua vontade e capacidade para assumir responsabilidades na dissuasão e defesa do flanco oriental da NATO”, sublinhou o Ministério da Defesa alemão.</p>
<p>O reforço militar surge num contexto de crescente tensão na região do Báltico e de preocupação acrescida com ameaças híbridas atribuídas à Rússia, incluindo alegados atos de sabotagem contra infraestruturas estratégicas.</p>
<p><strong>NATO reforça vigilância após suspeitas de sabotagem</strong><br />
A NATO lançou em janeiro do ano passado o programa “Baltic Sentry”, destinado a reforçar a segurança e vigilância de infraestruturas submarinas críticas no Mar Báltico, depois de vários incidentes considerados suspeitos na região.</p>
<p>Nos últimos meses, os países bálticos e responsáveis europeus têm alertado para o aumento de ameaças híbridas junto à fronteira oriental da União Europeia.</p>
<p>Ainda esta semana, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que as recentes incursões de drones no espaço aéreo de países da União Europeia “não são incidentes isolados”, numa altura em que líderes da região alertam para o agravamento das ameaças de segurança vindas do leste europeu.</p>
<p>O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, também tem defendido o reforço das capacidades militares da Aliança junto às fronteiras orientais, numa estratégia destinada a responder ao aumento da instabilidade geopolítica e às preocupações de segurança dos Estados-membros mais próximos da Rússia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769219]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Graça Canto Moniz assume liderança da área de Tecnologia, Privacidade e Propriedade Intelectual na Deloitte Legal TELLES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:07:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Deloitte Legal TELLES reforçou a sua aposta estratégica na área de Tecnologia, Privacidade e Propriedade Intelectual, numa altura em que a advocacia de negócios enfrenta uma crescente complexidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Deloitte Legal TELLES reforçou a sua aposta estratégica na área de Tecnologia, Privacidade e Propriedade Intelectual, numa altura em que a advocacia de negócios enfrenta uma crescente complexidade impulsionada pela transformação digital, pela evolução da inteligência artificial e pelo aumento dos riscos tecnológicos.</p>
<p>A reorganização desta área traduz-se no reforço da liderança, agora assumida por Graça Canto Moniz, reconhecida especialista em direito da tecnologia, proteção de dados e regulação digital. Doutorada em Direito e com MBA pelo INSEAD, a jurista combina uma sólida formação académica com experiência prática em temas como inteligência artificial, cibersegurança, privacidade, gestão de risco digital e inovação regulatória.</p>
<p>Ao longo do seu percurso profissional, Graça Canto Moniz cruzou a advocacia com a academia e a definição de políticas públicas. Foi CEO de uma boutique especializada em gestão de riscos cibernéticos, integra a Comissão de Acesso a Documentos Administrativos e representa a NOVA School of Law na Google Data Governance Chair. Tem igualmente participado na definição de estratégias públicas ligadas à economia dos dados, em Portugal e no estrangeiro, sendo autora de diversas publicações científicas na área, algumas delas citadas em tribunais portugueses.</p>
<p>“A aposta da Deloitte Legal TELLES em Tecnologia, Privacidade e Propriedade Intelectual é uma prioridade estratégica e um compromisso claro com os nossos clientes. A integração de Graça Canto Moniz reforça a nossa proposta de valor e a capacidade de acompanhar os clientes ao longo de todo o ciclo de vida dos projetos tecnológicos, combinando excelência jurídica com uma forte capacidade de execução, suportada por um ecossistema tecnológico diferenciador”, afirma Francisco Espregueira Mendes, Managing Partner da sociedade.</p>
<p>Também a nova responsável da área sublinha o enquadramento estratégico da sua entrada na organização. “Escolhi integrar a Deloitte Legal TELLES pela combinação única que oferece entre conhecimento jurídico, tecnologia e gestão de risco. Trabalhar num contexto com forte especialização tecnológica e acesso a competências avançadas em transformação digital, dados, cibersegurança e inteligência artificial permite aproximar o aconselhamento jurídico da realidade dos projetos e torná-lo mais estratégico para a tomada de decisão”, refere Graça Canto Moniz.</p>
<p>A responsável acrescenta ainda que o objetivo passa por “contribuir para soluções jurídicas inovadoras que ajudem os clientes a desenvolver e a implementar tecnologia com segurança, responsabilidade e visão de futuro”.</p>
<p>A Deloitte Legal TELLES destaca-se no mercado pela integração num ecossistema multidisciplinar que articula advocacia com áreas como tecnologia, risco, cibersegurança, dados e transformação digital, permitindo uma abordagem alinhada com os objetivos de negócio dos clientes.</p>
<p>A sociedade conta com mais de 220 advogados e posiciona-se como uma das referências em Portugal na área da advocacia de negócios.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769198]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Nova Iorque negoceia a descer no ínicio da sessão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negociava a descer no início da sessão com o Departamento do Comércio a divulgar o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA quatro décimas abaixo das expectativas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa em Wall Street negociava a descer no início da sessão com o Departamento do Comércio a divulgar o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA quatro décimas abaixo das expectativas. </P><br />
<P>Pelas 14:45 (hora de Lisboa), o industrial Dow Jones descia 0,22% para 50.533,11 pontos, e o tecnológico Nasdaq recuava 0,28% para 26.599,26 pontos. </P><br />
<P>O agregado S&amp;P 500 regredia 0,02% para 7.518,98 pontos. </P><br />
<P>O PIB dos Estados Unidos cresceu menos do que o previsto durante o primeiro trimestre, avançando 1,6%, quatro décimas abaixo da estimativa preliminar de 2%.</P><br />
<P>Ainda assim, de acordo com os dados publicados hoje pelo Departamento do Comércio, a maior economia mundial registou uma expansão de 0,4% no primeiro trimestre face aos três meses anteriores. </P><br />
<P>Os pedidos de subsídio de desemprego nos EUA fixaram-se em 215.000 na semana que terminou em 23 de maio, um aumento em 5.000 relativamente à semana anterior, anunciou hoje o Departamento do Trabalho (DOL) norte-americano. </P><br />
<P>&#8220;Na semana que terminou em 23 de maio, o número de pedidos de subsídio de desemprego, ajustado sazonalmente, foi de 215.000, um aumento em 5.000 em relação ao nível revisto da semana anterior&#8221;, indicou, em comunicado. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769196]]></sapo:autor>
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		<title>Segurança Social atinge excedente recorde de 6,7 mil milhões de euros em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:00:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Segurança Social registou, em 2025, um excedente orçamental de 6.657 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre, representando um aumento de 1.062 milhões face a 2024, segundo o relatório divulgado pelo Conselho das Finanças Públicas. O resultado foi impulsionado pelo crescimento da receita efetiva, que superou o aumento da despesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Segurança Social registou, em 2025, um excedente orçamental de 6.657 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre, representando um aumento de 1.062 milhões face a 2024, segundo o relatório divulgado pelo Conselho das Finanças Públicas. O resultado foi impulsionado pelo crescimento da receita efetiva, que superou o aumento da despesa.</p>
<p>Excluindo as operações relacionadas com o Fundo Social Europeu (FSE) e o Fundo Europeu de Auxílio às Pessoas Mais Carenciadas (FEAC), a receita efetiva da Segurança Social cresceu 8,4% em termos homólogos, equivalente a mais 3.481 milhões de euros. Sem contabilizar também os efeitos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o saldo teria sido ligeiramente superior, atingindo 6.672 milhões de euros.</p>
<p>O principal motor da subida da receita voltou a ser a evolução das contribuições sociais, que aumentaram 8,9%, refletindo o comportamento positivo do mercado de trabalho e as alterações salariais. O relatório destaca um crescimento de 6,1% das remunerações médias por trabalhador e um aumento de 2,1% da população empregada. O número de contribuintes subiu 2,3%, sendo que mais de metade do crescimento líquido desde 2022 resulta de trabalhadores estrangeiros.</p>
<p>O peso dos contribuintes estrangeiros no total passou de 5,1% em 2015 para 19,7% em 2025, sublinha o documento.</p>
<p>Do lado da despesa, o aumento foi de 6,8%, correspondente a mais 2.419 milhões de euros face ao ano anterior. As pensões e a ação social explicam cerca de 70% desta subida, com aumentos de 1.291 milhões e 404 milhões de euros, respetivamente.</p>
<p>O relatório destaca ainda o crescimento das atualizações extraordinárias de pensões e complementos, cujo impacto na despesa tem vindo a aumentar desde 2017. Em 2025, esta componente atingiu 1001 milhões de euros, mais 15 milhões do que no ano anterior.</p>
<p>Comparando com o Orçamento da Segurança Social para 2025, o excedente ficou 1.114 milhões de euros acima do previsto. A receita superou em 1.237 milhões de euros o valor orçamentado, compensando um acréscimo de despesa de 123 milhões face às estimativas iniciais.</p>
<p>Já a Caixa Geral de Aposentações (CGA) registou um défice de 120 milhões de euros em 2025, melhorando face ao saldo negativo de 202 milhões registado em 2024.</p>
<p>A receita efetiva da CGA ascendeu a 12.910 milhões de euros, mais 715 milhões do que no ano anterior, impulsionada sobretudo pelo reforço da comparticipação do Orçamento do Estado, que aumentou 421 milhões de euros para garantir o equilíbrio financeiro do sistema.</p>
<p>Por sua vez, a despesa da CGA totalizou 13.030 milhões de euros, refletindo um aumento de 633 milhões face a 2024, devido sobretudo ao crescimento da despesa com pensões e abonos.</p>
<p>O relatório alerta também para o agravamento do desequilíbrio demográfico no sistema da CGA. No final de 2025, existiam apenas 0,70 subscritores ativos por cada aposentado, abaixo dos 0,73 registados no ano anterior, refletindo o facto de o regime estar fechado a novos subscritores desde 2006.</p>
<p>Pela primeira vez, o documento apresenta uma análise consolidada da despesa pública total com pensões entre 2015 e 2025. Em 2025, esta despesa atingiu 37 589 milhões de euros, mais 47,6% do que há dez anos. Ainda assim, o peso das pensões no PIB diminuiu de 14,2% para 12,3%, beneficiando de um crescimento nominal da economia superior ao aumento da despesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769168]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Tudo farei para que a legalidade seja defendida&#8221;: Carneiro reage a megaoperação da PJ que envolve o PS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:55:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[ps]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do Partido Socialista (PS) reagiu hoje às buscas da megaoperação da PJ denominada 'Operação Imergente', que investiga suspeitas de corrupção e favorecimento ligado ao poder autárquico socialista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do Partido Socialista (PS) reagiu hoje às buscas da megaoperação da PJ denominada &#8216;Operação Imergente&#8217;, que investiga suspeitas de corrupção e favorecimento ligado ao poder autárquico socialista, garantindo total cooperação do partido com as autoridades judiciais e assegurando que a legalidade será defendida “em todos os níveis de responsabilidade do PS”.</p>
<p>Na primeira reação pública após as buscas realizadas na sede nacional do PS, no Largo do Rato, em Lisboa, José Luís Carneiro afirmou que as autoridades transmitiram ao partido que as diligências “não visam o PS”. “Houve várias diligências das autoridades na sede nacional do PS. Foi-nos transmitido que essas diligências não visam o partido”, declarou o líder socialista.</p>
<p>Perante a gravidade das suspeitas investigadas, Carneiro procurou sublinhar o compromisso do PS com o Estado de direito democrático e com o esclarecimento integral dos factos. “Tudo farei para que a legalidade seja defendida e promovida em todos os níveis de responsabilidade do PS”, afirmou, acrescentando que o partido irá “cooperar com as autoridades para que todos os factos sejam cabalmente apurados”.</p>
<p>O secretário-geral socialista garantiu ainda que eventuais responsabilidades serão assumidas. “Todos os seus responsáveis serão responsabilizados”, declarou, reforçando depois a disponibilidade do partido para colaborar “de forma leal com as autoridades judiciais”. “Posso garantir que se fará justiça, é o nosso dever em nome dos princípios basilares do Estado de direito democrático”, acrescentou.</p>
<p>Questionado sobre se esta operação fragiliza politicamente a liderança do PS, José Luís Carneiro evitou antecipar conclusões e defendeu prudência enquanto decorrem as investigações. “Os factos conhecidos até agora são escassos. Temos de aguardar pelas diligências e procurar que todos os factos sejam apurados”, respondeu.</p>
<p>O líder socialista recusou também qualquer crítica ao momento escolhido pelas autoridades para avançarem com a operação. “As autoridades devem desenvolver o seu trabalho quando acham oportuno”, afirmou, numa tentativa de afastar leituras políticas sobre o processo.</p>
<p>José Luís Carneiro revelou ainda que não falou com nenhum dos visados pela investigação, nomeadamente Duarte Moral, um dos detidos, que exercia funções de assessor do líder socialista. “Não falei com os visados. Apenas sei o que as autoridades transmitiram aos funcionários do PS quando chegaram à nossa sede, que é que o partido não é o visado nas buscas”, esclareceu.</p>
<p>A reação do secretário-geral do PS surge depois de a Polícia Judiciária ter lançado uma das maiores operações do ano na área do combate à corrupção, envolvendo entre 300 e 400 inspetores, sete magistrados do Ministério Público e dezenas de buscas domiciliárias e não domiciliárias em Lisboa, Mafra, Oeiras e Coimbra.</p>
<p>A investigação centra-se em alegados crimes de prevaricação, tráfico de influência e recebimento indevido de vantagem relacionados com contratações de militantes socialistas e adjudicações de serviços por ajuste direto, que terão ultrapassado os 800 mil euros entre 2016 e 2022.</p>
<p>No âmbito da operação foram constituídos 37 arguidos e efetuadas cinco detenções, incluindo a de Duarte Moral, antigo assessor do ex-primeiro-ministro António Costa. O epicentro da investigação estará na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa, anteriormente liderada por Miguel Coelho, também visado pelas buscas.</p>
<p>(EM atualização)</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769184]]></sapo:autor>
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		<title>Passageiros sem direito a indemnização se perderem voo por filas na fronteira, esclarece ANAC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) disse hoje que os passageiros que percam voos devido a tempos de espera prolongados nos controlos de fronteira não têm direito a indemnização ou assistência ao abrigo das regras europeias sobre transporte aéreo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) disse hoje que os passageiros que percam voos devido a tempos de espera prolongados nos controlos de fronteira não têm direito a indemnização ou assistência ao abrigo das regras europeias sobre transporte aéreo.</P><br />
<P>Em respostas escritas à Lusa, após constrangimentos nos aeroportos nacionais, a ANAC sublinhou que &#8220;o controlo de fronteiras nos aeroportos nacionais não é uma competência&#8221; do regulador, acrescentando que &#8220;essa responsabilidade cabe às autoridades competentes em matéria de controlo de fronteiras, designadamente à Polícia de Segurança Pública (PSP), que assegura a execução dos procedimentos de controlo e verificação documental nos postos de fronteira aeroportuários&#8221;.</P><br />
<P>Questionada sobre de quem é a responsabilidade se um passageiro perder o voo devido aos tempos de espera prolongados no controlo de fronteiras, a mesma fonte oficial explicou que &#8220;a transportadora aérea não é responsável por situações que estão fora do seu controlo&#8221;, como &#8220;demora no controlo de fronteira&#8221;, recordando que os passageiros devem comparecer na porta de embarque à hora indicada pela companhia aérea.</P><br />
<P>Além disso, &#8220;uma vez que a não comparência atempada na porta de embarque não configura uma recusa de embarque no âmbito do Regulamento 261/2004, de 11 de fevereiro, não existe direito a indemnização ou assistência no âmbito do Regulamento&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A autoridade reguladora indicou ainda que, &#8220;se insatisfeitos com a atuação das entidades gestoras dos setores que contribuíram para a perda de voo&#8221;, na qual se incluem a PSP, enquanto autoridade responsável pelo controlo de fronteiras, e a ANA, enquanto gestora aeroportuária, &#8220;os passageiros podem recorrer aos meios judiciais ou extrajudiciais de resolução de litígios&#8221;.</P><br />
<P>A autoridade recomenda aos passageiros que consultem previamente a página da transportadora aérea e do aeroporto de partida para confirmar a antecedência necessária para comparência no aeroporto, uma vez que essa informação pode variar consoante o destino.</P><br />
<P>Apesar de não ter competência direta sobre o controlo de fronteiras, a ANAC afirma acompanhar &#8220;de forma permanente&#8221; as matérias que possam ter impacto no regular funcionamento das infraestruturas aeroportuárias e na qualidade do serviço prestado aos passageiros.</P><br />
<P>Segundo a autoridade, a sua intervenção incide &#8220;na vertente da facilitação e do acompanhamento dos impactos que os processos de controlo de fronteiras possam ter na operação aeroportuária&#8221;, nomeadamente &#8220;ao nível dos fluxos de passageiros, dos tempos de espera e da eficiência operacional dos aeroportos&#8221;.</P><br />
<P>A ANAC diz ainda manter &#8220;contactos regulares com as estruturas responsáveis pelas matérias de fronteiras, com a entidade gestora dos aeroportos, e outras entidades do sistema da aviação civil&#8221;, acompanhando os desenvolvimentos relacionados com a implementação dos novos sistemas europeus de gestão de fronteiras.</P><br />
<P>Em causa estão, designadamente, o Sistema de Entrada/Saída da União Europeia, conhecido pela sigla inglesa EES &#8211; que substituiu os tradicionais carimbos no passaporte por registos digitais &#8211; e o Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem, ETIAS.</P><br />
<P>Portugal iniciou a implementação do EES em 12 de outubro de 2025, mas em 11 e 12 de abril deste ano a recolha de biometria nas partidas dos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro foi suspensa devido a tempos de espera acima do desejado para os passageiros embarcarem.</P><br />
<P>Atualmente, verificam-se, sobretudo, longas filas de espera no aeroporto de Lisboa.</P><br />
<P>Na quarta-feira, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, voltou a admitir suspender, pelo menos nas &#8220;horas críticas&#8221;, o novo sistema de controlo de fronteiras nos aeroportos.</P><br />
<P>O Ministério da Administração Interna anunciou que o aeroporto de Lisboa vai ter mais &#8216;boxes&#8217; de controlo manual de fronteiras a partir de 29 de maio, para reforçar a resposta operacional e reduzir o tempo de espera.</P><br />
<P>A PSP vai reforçar os aeroportos com 360 polícias em julho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769188]]></sapo:autor>
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		<title>Líder supremo do Irão acusa EUA e Israel de quererem &#8220;colocar a nação de joelhos&#8221; em nova mensagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:44:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder supremo do Irão, ayatollah Mojtaba Khamenei, apelou esta quinta-feira à “unidade” e à “coesão” entre os iranianos, acusando os Estados Unidos e Israel de procurarem enfraquecer e desestabilizar a República Islâmica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder supremo do Irão, ayatollah Mojtaba Khamenei, apelou esta quinta-feira à “unidade” e à “coesão” entre os iranianos, acusando os Estados Unidos e Israel de procurarem enfraquecer e desestabilizar a República Islâmica após os confrontos militares que marcaram os últimos meses na região.</p>
<p>Numa mensagem escrita divulgada pela televisão estatal iraniana por ocasião do aniversário da fundação do Parlamento da República Islâmica, Mojtaba Khamenei afirmou que “o plano cego do inimigo, após a guerra imposta, as pressões económicas e o cerco político e propagandístico, é criar divisões e desintegração para compensar derrotas militares e colocar a nação de joelhos”.</p>
<p>O líder supremo iraniano insistiu na necessidade de preservar a estabilidade interna e reforçar a união nacional numa altura em que o país continua sob forte tensão geopolítica. A mensagem foi transmitida num contexto de elevada instabilidade regional, depois da escalada militar desencadeada pelos ataques norte-americanos e israelitas contra o Irão no final de fevereiro.</p>
<p>Mojtaba Khamenei, de 56 anos, sucedeu ao pai, Ali Khamenei, morto a 28 de fevereiro durante os primeiros bombardeamentos conduzidos pelos Estados Unidos e Israel contra território iraniano. Esses ataques deram origem a uma guerra regional e a sucessivas retaliações por parte de Teerão contra interesses norte-americanos e israelitas no Médio Oriente.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pelas autoridades iranianas, o próprio Mojtaba Khamenei também ficou ferido durante os bombardeamentos. O porta-voz do Ministério da Saúde do Irão indicou na segunda-feira que o líder sofreu “ferimentos superficiais no rosto, na cabeça e nas pernas”. Desde antes de assumir oficialmente funções, em março, Khamenei não voltou a aparecer publicamente.</p>
<p>Na mensagem agora divulgada, o líder iraniano voltou a enquadrar os recentes acontecimentos como parte de uma estratégia externa para enfraquecer o regime iraniano. Além das acusações dirigidas aos Estados Unidos e a Israel, Khamenei referiu que a pressão económica, o isolamento político e a propaganda internacional fazem parte de uma tentativa coordenada para provocar instabilidade interna e fragmentação social no país.</p>
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		<title>Produção de petróleo na Rússia cai para mínimo de 16 anos e Moscovo já prepara proibição de exportações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:39:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Rússia está a atravessar uma quebra acentuada na produção e refinação de petróleo, com os níveis a atingirem o valor mais baixo dos últimos 16 anos, num contexto de crescente pressão sobre o setor energético e de perturbações significativas na capacidade industrial do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia está a atravessar uma quebra acentuada na produção e refinação de petróleo, com os níveis a atingirem o valor mais baixo dos últimos 16 anos, num contexto de crescente pressão sobre o setor energético e de perturbações significativas na capacidade industrial do país.</p>
<p>A situação surge num momento em que Moscovo se prepara para adotar uma medida de emergência no mercado interno: a proibição da exportação de combustível de aviação durante um período que poderá variar entre um e dois meses, segundo a agência Interfax. A decisão surge após vários meses de instabilidade na produção e de sucessivos danos em infraestruturas críticas do setor.</p>
<p>Os dados mais recentes indicam que, em abril, a refinação de petróleo na Rússia caiu para 4,7 milhões de barris por dia, o nível mais baixo desde dezembro de 2009. Há apenas sete semanas, o ministro da Energia russo assegurava que não seriam necessárias novas restrições às exportações, defendendo que as reservas internas seriam suficientes, mas a evolução do mercado contradisse essa avaliação.</p>
<p>A Agência Internacional de Energia (AIE) reviu em baixa as previsões para 2026, reduzindo em 150 mil barris por dia a produção esperada, agora estimada em cerca de 5 milhões de barris diários. A agência associa esta quebra ao impacto crescente dos ataques ucranianos contra infraestruturas energéticas russas, que têm afetado várias refinarias estratégicas.</p>
<p>Entre os casos mais significativos estão os ataques à refinaria de Tuapse, atingida três vezes em apenas 12 dias durante abril e novamente incendiada a 1 de maio, bem como o ataque de 15 de maio à refinaria de Ryazan, que terá comprometido unidades essenciais do processo de produção. A AIE refere ainda interrupções em instalações de grande dimensão como Perm, Yaroslavl, Kirishi e novamente Tuapse, várias delas essenciais para exportações através dos portos do Báltico e do Mar Negro.</p>
<p>O vice-primeiro-ministro russo, Alexander Novak, reconheceu a necessidade de acompanhamento permanente da situação. “É necessário continuar a monitorizar constantemente a situação no mercado interno de derivados de petróleo, a fim de garantir a coordenação das ações entre os organismos federais e as empresas do setor, bem como, se necessário, elaborar atempadamente medidas de resposta adicionais”, afirmou.</p>
<p>A pressão sobre o sistema energético russo tem tido impacto também nas exportações. A 25 de março, a Reuters estimava que cerca de 40% da capacidade de exportação de petróleo da Rússia — aproximadamente dois milhões de barris por dia — estaria temporariamente fora de operação, num episódio descrito como uma das maiores disrupções recentes no setor energético do país. Apesar de alguma recuperação parcial nos portos e no transporte marítimo, o sistema de exportação ainda não terá regressado à normalidade.</p>
<p>No plano interno, os efeitos da crise também se fazem sentir. No mesmo dia em que Alexander Novak reuniu com representantes do setor petrolífero, uma empresa energética do Extremo Oriente russo anunciou cortes significativos no fornecimento de eletricidade e água quente na região de Primorsky Krai, devido a dívidas acumuladas de serviços públicos que ascendem a 5,8 mil milhões de rublos (cerca de 80 milhões de euros).</p>
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		<item>
		<title>EUA reveem em baixa crescimento do PIB no primeiro trimestre para 1,6%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/eua-reveem-em-baixa-crescimento-do-pib-no-primeiro-trimestre-para-16/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:39:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu menos do que o previsto durante o primeiro trimestre, avançando 1,6%, quatro décimas abaixo da estimativa preliminar de 2%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu menos do que o previsto durante o primeiro trimestre, avançando 1,6%, quatro décimas abaixo da estimativa preliminar de 2%.</P><br />
<P>Ainda assim, de acordo com os dados publicados hoje pelo Departamento do Comércio, a maior economia mundial registou uma expansão de 0,4% no primeiro trimestre face aos três meses anteriores. </P><br />
<P>Estes dados &#8220;refletem principalmente revisões em baixa no investimento e na despesa do consumidor&#8221;, explicou o organismo federal, destacando um investimento menor do que o inicialmente estimado em inventários privados não agrícolas, bem como na despesa e no consumo de serviços.</P><br />
<P>Em contrapartida, entre os fatores que impulsionaram o crescimento do PIB no primeiro trimestre, o departamento destacou as exportações, o investimento e a despesa pública.</P><br />
<P>De um modo mais geral, a aceleração do crescimento é impulsionada sobretudo pelos investimentos em equipamentos e em propriedade intelectual, nomeadamente em relação às despesas associadas ao desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA).</P><br />
<P>As importações também aumentaram em relação ao trimestre anterior, mas numa proporção ligeiramente inferior à prevista na estimativa inicial.</P><br />
<P>Em contrapartida, os investimentos no setor imobiliário residencial registam um forte recuo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769165]]></sapo:autor>
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		<title>Coimbra continua a aguardar pelo concurso público para a nova maternidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:35:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Coimbra continua a aguardar pelo lançamento do concurso público para a nova maternidade, numa altura em que a tutela já submeteu o processo para análise da Entidade Orçamental, mas ainda sem data prevista para o procedimento de contratação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Coimbra continua a aguardar pelo lançamento do concurso público para a nova maternidade, numa altura em que a tutela já submeteu o processo para análise da Entidade Orçamental, mas ainda sem data prevista para o procedimento de contratação.</P><br />
<P>Depois de ter sido gorada a expectativa de que o concurso público fosse lançado em 2025 &#8212; ano em que já havia verba no Orçamento do Estado reservada para as obras -, a presidente da Câmara de Coimbra disse à agência Lusa que &#8220;há muitos meses&#8221; que se aguarda por avanços no processo.</P><br />
<P>&#8220;É demasiado tempo à espera para um projeto que já está podre de maduro. [&#8230;] Há mais de um ano que estamos em condições de lançar o concurso&#8221;, afirmou Ana Abrunhosa (PS/Livre/PAN).</P><br />
<P>Questionada pela Lusa, fonte oficial do Ministério da Saúde afirmou que o processo para o lançamento do concurso para a nova maternidade de Coimbra &#8220;já foi submetido na Plataforma da Entidade Orçamental para sua análise&#8221;, ponto prévio à aprovação da portaria da extensão de encargos plurianuais, que é obrigatória para o avanço do procedimento de contratação.</P><br />
<P>A tutela não esclareceu quando é que este processo foi submetido para análise pela Entidade Orçamental, nem indicou uma data estimada para o lançamento do concurso público.</P><br />
<P>Ana Abrunhosa afirmou que os atrasos associados a este processo são &#8220;uma preocupação&#8221; para o município e referiu que a autarquia e a Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra têm trabalhado em conjunto para que o concurso público avance.</P><br />
<P>&#8220;Quero acreditar que muito em breve será tomada uma decisão para desbloquear a situação&#8221;, disse.</P><br />
<P>Em resposta escrita enviada à Lusa, o conselho de administração da ULS de Coimbra disse que tem mantido &#8220;um acompanhamento próximo, marcado por esforço contínuo e persistente, neste processo&#8221;, referindo que o avanço da maternidade &#8220;é uma prioridade determinante deste mandato&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, aguardamos a evolução dos procedimentos inerentes às decisões que competem às entidades governamentais responsáveis&#8221;, disse.</P><br />
<P>Questionada sobre que procedimentos são esses, a ULS de Coimbra referiu que a nova maternidade &#8220;implica um processo particularmente exigente, quer pela dimensão do investimento envolvido, quer pela necessidade de assegurar rigor técnico, financeiro e estratégico, em todas as fases de decisão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A ULS de Coimbra encontra-se a articular com a tutela os procedimentos necessários à autorização dos encargos plurianuais associados ao projeto, uma etapa indispensável para o avanço do concurso público&#8221;.</P><br />
<P>Para a ULS de Coimbra, este investimento há muito prometido para o concelho é um &#8220;projeto estruturante e crucial para o futuro da resposta maternoinfantil nacional&#8221;.</P><br />
<P>Em resposta à Lusa, a entidade notou ainda um &#8220;aumento significativo da procura&#8221; nesta área, admitindo que esse crescimento &#8220;representa, naturalmente, um desafio exigente em termos de capacidade assistencial, recursos humanos e adequação das instalações&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;No entanto, os profissionais da ULS de Coimbra têm mantido uma elevada capacidade de resposta, assegurando cuidados diferenciados e de elevada qualidade&#8221;, vincou.</P><br />
<P>A nova maternidade, que será construída no perímetro dos Hospitais da Universidade de Coimbra, irá substituir as duas maternidades atualmente existentes na cidade.</P><br />
<P>Ao longo dos anos, este projeto sofreu vários atrasos (em 2021, chegou a ser apontada a sua inauguração para 2024, e, em 2023, esperava-se que o concurso pudesse ser lançado no primeiro trimestre de 2024).</P><br />
<P>Em outubro de 2024, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, considerou que a construção de uma nova maternidade em Coimbra &#8220;não é só um sonho de há muito tempo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É uma necessidade absoluta para a região Centro&#8221;, sublinhou, na altura, a governante.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769164]]></sapo:autor>
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		<title>Tavares alerta para necessidade de &#8220;integridade e transparência&#8221; de quem quer governar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O porta-voz do Livre alertou hoje que os políticos do "campo progressista" que pretendem substituir a atual governação têm que ser "absolutamente límpidos" contra os "inimigos da democracia", numa reação às buscas da PJ que envolvem autarquias socialistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O porta-voz do Livre alertou hoje que os políticos do &#8220;campo progressista&#8221; que pretendem substituir a atual governação têm que ser &#8220;absolutamente límpidos&#8221; contra os &#8220;inimigos da democracia&#8221;, numa reação às buscas da PJ que envolvem autarquias socialistas.</P><br />
<P>&#8220;Não tenho grandes dúvidas que as coisas serão tratadas com a devida seriedade, que é isso que as pessoas estão à espera de quem pretende substituir o atual ciclo conservador na política portuguesa por um ciclo progressista que tem que ter critérios, que são critérios elevados em termos de integridade e transparência&#8221;, alertou Rui Tavares.</P><br />
<P>Tavares falava à Lusa à margem de uma ação no centro de Lisboa, questionado sobre as buscas realizadas hoje pela Polícia Judiciária em Lisboa, Mafra, Oeiras e Coimbra, mas também na sede nacional do PS, no Largo do Rato, envolvendo a adjudicação de contratos por parte de câmaras municipais e juntas de freguesia, e da qual resultaram cinco detenções.</P><br />
<P>O líder do Livre alertou que este tipo de casos &#8220;aproveitam, muitas vezes, aos inimigos da democracia&#8221;, ainda que &#8220;a moral para fazer essas críticas seja pouca&#8221;, afirmando que o líder do Chega, André Ventura, &#8220;está por todo o lado no caso Tutti Frutti&#8221; &#8212; iniciado em 2018 e que investiga a alegada troca de favores entre militantes do PS e PSD na capital.</P><br />
<P>&#8220;Isso é um problema. O outro problema é dos líderes democráticos. Num momento em que queremos que o ciclo que nós temos na política atual, que é um ciclo conservador, venha a ser substituído por um ciclo progressista, é muito importante que os líderes do campo progressista sejam absolutamente límpidos em relação a qualquer questão que tenha a ver com suspeitas de gerir, no caso, autarquias, sem ter em conta o superior interesse, que é o interesse público das coisas serem feitas de forma transparente&#8221;, avisou. </P><br />
<P>Interrogado sobre o facto de o Livre se ter coligado em diversas autarquias com o PS nas últimas autárquicas, nomeadamente na capital do país, Tavares lembrou que essa coligação foi liderada por Alexandra Leitão na qual disse confiar para tratar &#8220;de uma forma muito rápida e, se necessário, implacável&#8221; qualquer suspeita.</P><br />
<P>O porta-voz do Livre disse ainda esperar a mesma atuação da liderança nacional do PS, insistindo no aviso de que quem quer substituir o atual ciclo governativo à direita tem que ser transparente.</P><br />
<P>&#8220;Evidentemente, pode sempre haver motivos de esclarecimento, pode haver investigações que decorrem, que revelam o que tiverem a revelar e nós temos que esperar que aquelas cheguem ao seu decurso, mas é importante, desde logo, ter a noção da relevância que o povo atribui a estas coisas e da importância que têm os partidos distanciarem-se imediatamente e tratarem as coisas, se necessário, de uma forma implacável&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O PS confirmou hoje que a Polícia Judiciária está a realizar buscas na sede nacional, em Lisboa, afirmando que as diligências estão relacionadas com um dos seus trabalhadores e não com o partido. Segundo a CNN Portugal, um dos detidos será Duarte Moral, assessor de imprensa do PS.</P><br />
<P>De acordo com o mesmo canal televisivo, a operação da PJ está centrada num &#8220;alegado esquema de favorecimento associado ao poder autárquico do PS em Lisboa&#8221; e tem como epicentro a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa, anteriormente liderada pelo socialista Miguel Coelho, um dos visados nas diligências em curso.</P><br />
<P>&#8220;Em causa estarão alegados favorecimentos na contratação de militantes socialistas e na adjudicação direta de serviços a empresas ligadas ao partido, num montante que terá ultrapassado os 800 mil euros entre 2016 e 2022&#8221;, noticiou a CNN.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769163]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rússia instala sistemas antiaéreos nos telhados de Moscovo para travar drones ucranianos: veja as imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:28:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Moscovo]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Helicópteros pesados de transporte Mi-26 estão a ser usados para colocar estes sistemas nos telhados da cidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia começou a instalar novos sistemas de defesa antiaérea Pantsir-SMD-E em telhados de Moscovo, incluindo edifícios civis, segundo analistas e relatos citados pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;. A medida surge depois de vários ataques ucranianos com drones contra infraestruturas em território russo, incluindo na região da capital.</p>
<p>O analista militar Massimo Frantarelli afirmou na rede social &#8216;X&#8217; que helicópteros pesados de transporte Mi-26 estão a ser usados para colocar estes sistemas nos telhados da cidade. Um dos equipamentos terá sido instalado no centro empresarial Nordstar Tower, no norte de Moscovo.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">🚁Mil Mi-26T.. heavy transport helicopter.<br />Pantsir-SMD&quot; ADMS?<br />🎥&quot;chegara.siz&quot; <a href="https://t.co/WEAwTKQLsg">pic.twitter.com/WEAwTKQLsg</a></p>
<p>&mdash; Massimo Frantarelli (@MrFrantarelli) <a href="https://x.com/MrFrantarelli/status/2059689172743417929?ref_src=twsrc%5Etfw">May 27, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O Pantsir-SMD-E é uma versão mais recente do sistema russo Pantsir, concebida para responder sobretudo a drones e pequenos alvos aéreos. Ao contrário dos modelos Pantsir-S1 mais antigos, esta variante não inclui canhões automáticos e depende apenas de mísseis intercetores.</p>
<p>O sistema transporta dois tipos de mísseis: o intercetor 95Ya6, com alcance anunciado de até 20 quilómetros, e mísseis mais pequenos TKB-1055, destinados a atingir drones a distâncias mais curtas. Segundo o portal ucraniano de defesa Militarnyi, o equipamento inclui ainda um radar capaz de detetar alvos até 24 quilómetros.</p>
<p>Moscovo tem reforçado a defesa aérea depois de repetidos ataques ucranianos com drones contra alvos no interior da Rússia. A 17 de maio, a Ucrânia atingiu uma refinaria na região de Moscovo, que terá suspendido a produção. Antes disso, a 4 de maio, outro ataque atingiu uma torre residencial no oeste da capital russa, poucos dias antes dos desfiles do Dia da Vitória, assinalados a 9 de maio.</p>
<p>Esta semana, a Ucrânia também lançou ataques contra infraestruturas militares e energéticas russas, atingindo uma fábrica de reparação de aviões em Taganrog, a base aérea de Baltimor, em Voronezh, e a refinaria de Tuapse.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Kyiv Post&#8217;, a Rússia já tinha destacado dezenas de sistemas Pantsir adicionais em torno de Moscovo em 2025. Analistas estimam que mais de 100 unidades de defesa aérea tenham sido acrescentadas desde 2023, numa tentativa de proteger a capital e infraestruturas críticas contra a crescente ameaça de drones.</p>
<p>A instalação de sistemas antiaéreos em telhados de edifícios civis mostra a pressão crescente sobre a defesa russa. A capital, durante muito tempo afastada do impacto direto da guerra, tornou-se nos últimos anos um alvo mais frequente de ataques ucranianos de longo alcance.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769153]]></sapo:autor>
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		<title>Socialista Miguel Coelho suspende mandato de deputado municipal em Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-socialista-miguel-coelho-suspende-mandato-de-deputado-municipal-em-lisboa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O socialista Miguel Coelho suspendeu hoje o mandato de deputado à Assembleia Municipal de Lisboa, na sequência de investigações sobre adjudicações, inclusive na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, dizendo que se defenderá "com a consciência tranquila".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O socialista Miguel Coelho suspendeu hoje o mandato de deputado à Assembleia Municipal de Lisboa, na sequência de investigações sobre adjudicações, inclusive na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, dizendo que se defenderá &#8220;com a consciência tranquila&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Perante as notícias que associam o meu nome às diligências hoje realizadas no âmbito da operação Imergente, decidi suspender, com efeitos imediatos, o meu mandato de deputado municipal à Assembleia Municipal de Lisboa&#8221;, afirmou, em comunicado, o também ex-presidente da junta de freguesia do centro de Lisboa.</P><br />
<P>Quatro pessoas foram hoje detidas por suspeitas de crimes económico-financeiros e uma quinta em flagrante por posse ilegal de arma, anunciou a Polícia Judiciária (PJ).</P><br />
<P>   Segundo a PJ, a operação decorreu em Lisboa, Mafra, Oeiras e Coimbra e no inquérito, com 37 arguidos, está em causa a alegada realização por câmaras municipais e juntas de freguesia de &#8220;procedimentos de ajuste direto ou de consulta prévia, em clara violação das normas legais aplicáveis e com evidente prejuízo para o erário público&#8221;.</P><br />
<P>A decisão de Miguel Coelho é tomada para que &#8220;esta situação não condicione o trabalho do grupo municipal do Partido Socialista, o normal funcionamento da Assembleia Municipal, nem fragilize a muito necessária fiscalização ao executivo municipal&#8221;, afirmou o socialista, que não se encontra entre os detidos, segundo fonte do grupo municipal.</P><br />
<P>&#8220;Colaborarei, como sempre, com as autoridades competentes, no integral respeito pelo esclarecimento dos factos. Defender-me-ei com a consciência tranquila quanto à minha conduta e com a mesma honradez que sempre procurei colocar no meu percurso cívico e político&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Também o PS na Assembleia Municipal de Lisboa, em comunicado, disse que Miguel Coelho decidiu &#8220;suspender, com efeitos imediatos, o seu mandato de deputado municipal e, consequentemente, as funções de presidente do grupo municipal&#8221;.</P><br />
<P>A decisão, acrescenta-se, &#8220;traduz o seu sentido de responsabilidade institucional e a vontade de garantir que nenhuma circunstância pessoal condiciona o trabalho do grupo municipal, o normal funcionamento da Assembleia Municipal ou a fiscalização política ao executivo da Câmara Municipal de Lisboa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O grupo municipal respeita plenamente o seu direito à defesa, a presunção de inocência e o trabalho das autoridades competentes no apuramento dos factos&#8221;, salienta-se na nota, assegurando-se que os socialistas continuarão a &#8220;defesa dos melhores interesses dos lisboetas e da cidade&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769157]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Como opera a caçada de Israel aos responsáveis pelo 7 de Outubro: só um dos 16 comandantes do Hamas em Gaza continua vivo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/como-opera-a-cacada-de-israel-aos-responsaveis-pelo-7-de-outubro-so-um-dos-16-comandantes-do-hamas-em-gaza-continua-vivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[7 de Outubro]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[hamas]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois anos e oito meses depois do ataque de 7 de Outubro de 2023, Israel mantém em curso uma campanha para localizar e eliminar os responsáveis pelo dia mais traumático da sua história recente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois anos e oito meses depois do ataque de 7 de Outubro de 2023, Israel mantém em curso uma campanha para localizar e eliminar os responsáveis pelo dia mais traumático da sua história recente. Segundo o &#8216;El Mundo&#8217;, o foco está nos dirigentes do Hamas, nos comandantes militares e também em participantes diretos nos ataques que deixaram cerca de 1.200 mortos e 251 reféns.</p>
<p>A operação ganhou novo destaque após a morte de Mohamed Odeh, que liderava o braço armado do Hamas há apenas 11 dias. O responsável foi atingido por mísseis da Força Aérea israelita numa casa no bairro de Rimal, na Cidade de Gaza, num ataque que também matou a mulher e os dois filhos. O Hamas classificou a operação como um “ataque sionista traiçoeiro”.</p>
<p>Odeh sucedera a Izz al-Din al-Haddad, morto a 15 de maio, que por sua vez tinha substituído Mohamed Sinwar. Este último assumira funções depois da morte do irmão, Yahia Sinwar, apontado por Israel como o principal arquiteto dos ataques de 7 de Outubro.</p>
<p>“Continuaremos a perseguir todos os que participaram no massacre de 7 de Outubro. Mais cedo ou mais tarde, Israel irá capturá-los a todos”, declarou o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, citado pelo &#8216;El Mundo&#8217;. O chefe do Governo israelita acusou Odeh, responsável pelos serviços de informação do Hamas, de ter sido “um dos arquitetos” do ataque e de estar ligado ao homicídio, rapto e ferimento de civis e soldados israelitas.</p>
<p>De acordo com o jornal espanhol, dos 16 comandantes seniores do Hamas em Gaza associados aos ataques de 7 de Outubro, Imad Aquel será o único ainda vivo. Caso aceite assumir a liderança do braço armado do Hamas, tornar-se-á o terceiro chefe das Brigadas Ezzedin al-Qassam em menos de um mês e o quinto desde 2023.</p>
<p>A campanha é conduzida por várias estruturas de segurança israelitas. O Shin Bet criou uma força especial dedicada exclusivamente a localizar e neutralizar responsáveis e participantes no ataque de 7 de Outubro. O grupo chama-se Nili, acrónimo inspirado num versículo bíblico que remete para a ideia de que “a eternidade de Israel é real”, e recupera também o nome de uma rede de espionagem judaica que operou em 1915 contra o Império Otomano.</p>
<p>O trabalho combina informações recolhidas pelo Shin Bet, pela Mossad e pela inteligência militar israelita. Segundo fontes de segurança citadas no texto, os alvos só são validados depois de existirem pelo menos duas provas do envolvimento nos ataques contra o sul de Israel. A partir daí, as agências cruzam dados, verificam a informação e, se receberem ordem para avançar, podem agir em poucos minutos.</p>
<p>Um dos métodos usados passa pela análise das imagens filmadas pelos próprios atacantes. Muitos dos participantes no ataque gravaram e divulgaram vídeos nas redes sociais, ou usaram telemóveis de vítimas, o que acabou por facilitar a sua identificação. As autoridades recorrem também a reconhecimento facial, chamadas telefónicas intercetadas, registos de telemóveis e interrogatórios de detidos em Gaza.</p>
<p>Para Yuval Bitton, analista israelita especializado no Hamas, os ataques seletivos têm sido eficazes do ponto de vista militar. O especialista defende que Israel “desmantelou” a estrutura militar do Hamas, eliminou a sua liderança, atingiu centros de comando e tomou bastiões, obrigando a organização a operar de forma semelhante à dos anos 1990.</p>
<p>Mas Bitton critica a ausência de uma solução política que acompanhe os sucessos militares. Na sua leitura, Israel conseguiu enfraquecer a estrutura armada do Hamas, mas não transformou essa vantagem numa iniciativa capaz de substituir o poder civil do movimento em Gaza. “O uso da força militar não é um fim em si mesmo”, defende.</p>
<p>A campanha israelita estendeu-se também para fora de Gaza. Saleh al-Arouri, responsável do Hamas pela Cisjordânia, foi morto a 2 de janeiro de 2024 num ataque aéreo em Beirute, depois de se ter reunido num bastião do Hezbollah. Meses depois, a 31 de julho de 2024, Ismail Haniyeh foi morto numa operação atribuída à Mossad num edifício fortificado da Guarda Revolucionária iraniana, em Teerão.</p>
<p>Com a liderança em Gaza praticamente decapitada, parte da direção do Hamas encontra-se no estrangeiro. Figuras como Khalil al-Hayya e Khaled Meshaal já sobreviveram a tentativas de assassinato, em Doha e Amã, respetivamente, em episódios que mostram a longa história de operações israelitas contra dirigentes do movimento.</p>
<p>A estratégia atual recorda a campanha lançada por Golda Meir depois do ataque contra a delegação israelita nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, quando 11 atletas israelitas foram mortos por membros da organização Setembro Negro. Também nessa altura, Israel procurou localizar e matar os responsáveis, numa operação que levantou debates éticos sobre execuções extrajudiciais e dúvidas práticas sobre a eficácia de eliminar líderes que podem ser substituídos.</p>
<p>O Hamas, por sua vez, respondeu aos assassínios seletivos com uma mensagem de continuidade. Numa declaração citada pelo &#8216;El Mundo&#8217;, o grupo afirmou que “o sangue de todos os mártires, líderes e descendentes” não será derramado em vão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769147]]></sapo:autor>
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		<title>O ‘maníaco de Sosnovsky’ foi enviado para a frente na Ucrânia. Agora, a Rússia procura o violador e assassino em série que desertou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Kiyko]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Homem, de 41 anos, terá desertado entre o verão e o outono do ano passado, enquanto recuperava de ferimentos de guerra num hospital de Kronstadt, perto de São Petersburgo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia está à procura de Andrei Kiyko, um violador e assassino em série conhecido como o ‘maníaco de Sosnovsky’, que foi enviado para a frente de combate na Ucrânia depois de assinar contrato com o Exército em troca de benefícios penais. O homem, de 41 anos, terá desertado entre o verão e o outono do ano passado, enquanto recuperava de ferimentos de guerra num hospital de Kronstadt, perto de São Petersburgo, escreve o &#8216;ABC&#8217;.</p>
<p>O Ministério da Defesa russo terá comunicado o desaparecimento apenas depois de meses de silêncio. Desde o início de maio, a polícia regional e unidades militares procuram Kiyko na região de São Petersburgo, onde o criminoso ganhou notoriedade entre 2005 e 2007 por atacar mulheres no Parque Sosnovka.</p>
<p>Kiyko foi julgado em 2008 e condenado a 24 anos de prisão por dois homicídios, várias tentativas de homicídio e uma série de agressões sexuais. Mais tarde, confessou espontaneamente um terceiro homicídio, o que lhe valeu uma pena adicional de 25 anos. As autoridades sempre suspeitaram que pudesse estar ligado a outros ataques, embora não tenham conseguido prová-lo judicialmente.</p>
<p>O caso tornou-se mais sensível pelo facto de Kiyko ter regressado às forças armadas depois de anos na prisão. O homem tinha sido militar até 2005, altura em que deixou o serviço por motivos de saúde. A guerra na Ucrânia abriu-lhe, no entanto, uma nova porta: tal como milhares de outros reclusos, pôde assinar contrato para combater.</p>
<p>O recrutamento de prisioneiros começou em larga escala em 2022, com o Grupo Wagner, então liderado por Yevgeny Prigozhin. Em vídeos divulgados na altura, Prigozhin prometia aos reclusos a liberdade depois de seis meses na linha da frente, independentemente da pena ou dos crimes cometidos. Após a morte do líder do Wagner, o Estado russo prosseguiu esse modelo de recrutamento, agora através do Ministério da Defesa.</p>
<p>O &#8216;ABC&#8217; escreve que, ao contrário da fase inicial do Wagner, os contratos atuais do Ministério da Defesa são por tempo indeterminado e não garantem libertação automática. Ainda assim, os condenados podem regressar à vida civil através de liberdade condicional, indulto, ferimentos graves, condecorações militares relevantes ou ao atingirem a idade limite militar.</p>
<p>Os condenados por crimes violentos, incluindo homicídio e agressões sexuais, não ficaram automaticamente impedidos de entrar nas forças armadas. Já os condenados ou acusados por crimes como pedofilia, traição, extremismo ou terrorismo estão excluídos desse recrutamento.</p>
<p>O caso de Kiyko não é isolado. A necessidade de homens para a guerra levou a Rússia a aceitar criminosos com condenações graves. Entre os exemplos citados estão Dmitri Malishev, conhecido como o ‘Canibal de Volgogrado’, e Alexander Maslennikov, condenado pelo homicídio e esquartejamento de duas mulheres. Ambos chegaram a regressar da frente de combate, provocando receio nas comunidades de origem.</p>
<p>A lista inclui ainda outros criminosos notórios, como Pavel Shuvalov, conhecido como o ‘maníaco de Tulunsky’, Yakov Janukaev, condenado por homicídios nos arredores de Moscovo, e Yuri Grishenko, antigo militar condenado pelo assassinato de quatro mulheres. Os três morreram na frente de combate entre 2022 e 2026.</p>
<p>Este modelo de recrutamento levanta preocupações em várias frentes. Para a Ucrânia, o receio passa pelo tratamento dado por estes combatentes a civis e prisioneiros de guerra. Na Rússia, o risco está no regresso de antigos reclusos violentos à vida civil, muitas vezes depois de experiências de combate e com possíveis traumas associados.</p>
<p>Segundo dados citados pelo &#8216;ABC&#8217;, cerca de mil pessoas terão sido mortas na Rússia por veteranos da guerra, metade delas às mãos de antigos presos. O caso de Kiyko junta agora duas preocupações numa só: a libertação de criminosos violentos para alimentar a guerra e o perigo de desertores condenados por crimes graves desaparecerem em território russo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769140]]></sapo:autor>
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		<title>Mais baratos, mas mais arriscados? Carros usados importados têm o dobro do risco de danos em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Análise surge num contexto em que mais de metade dos carros verificados pela 'carVertical' em Portugal eram provenientes do estrangeiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os carros usados importados continuam a ganhar peso no mercado português, mas os dados da &#8216;carVertical&#8217; mostram que essa opção pode trazer riscos acrescidos para os compradores. Entre janeiro de 2025 e março de 2026, 55,4% dos veículos importados verificados em Portugal apresentavam registo de danos, face a 25,3% dos carros usados nacionais. Ou seja, os importados tinham 2,2 vezes mais probabilidade de apresentar histórico de danos.</p>
<p>A análise surge num contexto em que mais de metade dos carros verificados pela &#8216;carVertical&#8217; em Portugal eram provenientes do estrangeiro. Ao todo, 56,5% dos veículos analisados no mercado nacional tinham origem externa, uma proporção muito próxima da registada em Espanha, onde os importados representaram 56,6% das verificações.</p>
<p>Segundo a empresa especializada em dados automóveis, a ausência de um sistema europeu unificado de partilha de informação sobre veículos cria uma zona cinzenta para quem compra usados importados. Muitos registos de danos não são digitalizados ou ficam bloqueados em bases de dados nacionais, fazendo com que um automóvel possa chegar a outro país com um histórico incompleto ou aparentemente limpo.</p>
<p>“Os países têm leis de proteção de dados diferentes. Ao não existir um sistema unificado que garanta que o histórico de um carro importado esteja acessível a todos os condutores, a qualidade dos veículos usados sofre. Ao importar um carro para outro país, o histórico do veículo é muitas vezes reiniciado: os defeitos são ocultados e a quilometragem é adulterada”, afirma Matas Buzelis, especialista em mercado automóvel da &#8216;carVertical&#8217;.</p>
<p>O risco não se limita aos danos estruturais. A &#8216;carVertical&#8217; recorda que, em estudos anteriores sobre fraude no conta-quilómetros, os veículos importados surgem como duas a cinco vezes mais propensos a terem quilometragem adulterada do que os veículos nacionais. Para os compradores, isto aumenta a exposição a transações menos transparentes e torna mais difícil avaliar o verdadeiro estado do automóvel.</p>
<p>A empresa alerta ainda que carros danificados no estrangeiro podem ser reparados com peças mais baratas ou não originais antes de serem revendidos. Mesmo quando apresentam bom aspeto exterior e preço competitivo, estes veículos podem esconder problemas relevantes, incluindo danos estruturais com impacto potencial na segurança.</p>
<p>“Os carros importados são sempre uma compra mais arriscada. Particulares e empresas envolvidos no comércio automóvel compram frequentemente veículos sinistrados e reparam-nos da forma mais barata possível para os voltar a vender. A alta proporção de danos entre veículos importados significa que o risco de adquirir um carro com defeito está longe de ser negligenciável”, sublinha Buzelis.</p>
<p>A transparência é uma prioridade clara para os consumidores. Num inquérito realizado pela &#8216;carVertical&#8217; a 14 mil condutores em 22 países europeus, 92,2% dos compradores defenderam que os vendedores devem ser obrigados a revelar qualquer sinistro anterior. Além disso, 75,6% disseram preferir um carro sem histórico de danos, enquanto apenas 9,6% apontaram o preço como o critério mais importante.</p>
<p>A gravidade dos danos é outro fator decisivo. Segundo o estudo, 60,7% dos condutores não comprariam um carro que tivesse sofrido um acidente grave, mesmo que estivesse visualmente em bom estado. Ao mesmo tempo, 63,9% admitiram estar dispostos a pagar mais por um veículo se pudessem ter a garantia de que nunca sofreu um acidente. Para 86,7% dos inquiridos, a gravidade dos danos anteriores é extremamente importante.</p>
<p>Para a &#8216;carVertical&#8217;, estes dados mostram uma contradição no mercado europeu de usados: os compradores exigem mais transparência, mas o acesso a dados técnicos sobre veículos continua limitado por diferentes interpretações legais e pela falta de harmonização entre países.</p>
<p>“A ironia disso é que, embora os consumidores exijam mais transparência, a atual leitura do RGPD cria obstáculos para as empresas que a tentam disponibilizar. Definições vagas de interesse legítimo obrigam as empresas a passar por um dispendioso labirinto legal, país a país, para provar que o tratamento de dados é legítimo. Um acesso mais aberto a dados técnicos despersonalizados sobre os veículos europeus eliminaria estas barreiras, fomentaria a inovação e daria aos consumidores a proteção que claramente exigem”, explica Buzelis.</p>
<p>A &#8216;carVertical&#8217; opera em 37 países europeus, bem como nos EUA, México e Austrália, recolhendo informação de mais de mil registos e bases de dados em todo o mundo para produzir relatórios históricos de veículos usados.</p>
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		<title>PSP detém 12 suspeitos de tráfico e apreende 10 quilos de droga em Braga e AMPorto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[PSP]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico]]></category>
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					<description><![CDATA[Da droga apreendida, 6,7 quilos são de cocaína e três de heroína]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A PSP de Braga deteve na quarta-feira, naquela cidade e na Área Metropolitana do Porto, 12 suspeitos de tráfico de droga e apreendeu mais de 10 quilos de produto estupefaciente, foi hoje anunciado.</p>
<p>Em conferência de imprensa, o comandante da Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Braga, Luís Freitas, adiantou que a operação resultou ainda na apreensão de três armas de fogo, munições, uma soqueira, três automóveis e 14 mil euros, além de material usado para o tráfico de droga.</p>
<p>Da droga apreendida, 6,7 quilos são de cocaína e três de heroína.</p>
<p>&#8220;Trata-se de um grupo que denotava alguma complexidade e que adotava medidas de contravigilância&#8221;, acrescentou Luís Freitas, sublinhando que esta foi &#8220;a maior apreensão de sempre&#8221; de droga feita pela PSP de Braga.</p>
<p>Uma parte da droga tinha como destino o bairro social do Picoto, em Braga.</p>
<p>No âmbito da investigação, titulada pelo Ministério Público de Vila Nova de Famalicão e que durava há cerca de um ano, a PSP deu cumprimento, na quarta-feira, a 13 mandados de busca na cidade de Braga e na Área Metropolitana do Porto.</p>
<p>Numa das abordagens, um agente ficou ferido num joelho, quando o visado, na tentativa de fuga, &#8220;atirou a mota contra o veículo pessoal&#8221;.</p>
<p>Nas buscas estiveram também envolvidas equipas cinotécnicas, sendo que em alguns casos os cães foram decisivos para sinalizar a existência de droga.</p>
<p>Dos 12 detidos, 11 vão ser presentes a tribunal, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das respetivas medidas de coação.</p>
<p>Luís Freitas referiu que a investigação ainda não está concluída, podendo haver mais detenções nos próximos tempos.</p>
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