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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Algarve ganha hoje a única praia fluvial com Bandeira Azul: Odeleite abre ao público esta sexta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 07:15:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Praia Fluvial de Odeleite, no concelho de Castro Marim, no sotavento algarvio, será oficialmente inaugurada esta sexta-feira, marcando uma das principais novidades da época balnear de 2026 na região. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Praia Fluvial de Odeleite, no concelho de Castro Marim, no sotavento algarvio, será oficialmente inaugurada esta sexta-feira, marcando uma das principais novidades da época balnear de 2026 na região. A abertura, muito aguardada pela população local, foi sucessivamente adiada devido aos períodos de seca, mas acabou por ser viabilizada após o aumento das reservas de água resultante das chuvas de inverno.</p>
<p>A infraestrutura distingue-se por ser a única zona balnear interior do Algarve com Bandeira Azul em 2026, um reconhecimento que sublinha a qualidade ambiental e a segurança da área. A praia integra a albufeira da barragem de Odeleite e dispõe de diversas infraestruturas de apoio, incluindo vigilância com nadadores-salvadores, estando a época balnear prevista para decorrer até 30 de setembro.</p>
<p><strong>Infraestruturas modernas e área de banho segura na albufeira</strong><br />
Com a albufeira praticamente a 100% da sua capacidade, a Praia Fluvial de Odeleite apresenta uma solução balnear integrada na paisagem natural, que inclui um Centro de Atividades Náuticas Não Poluentes.</p>
<p>O espaço conta com uma plataforma flutuante com cerca de 20 metros de comprimento por 10 de largura, composta por duas piscinas — uma das quais destinada a crianças — garantindo uma área de banho controlada e segura. O acesso é feito através de passadiços flutuantes e de uma ponte, permitindo uma ligação direta e adaptada ao meio aquático.</p>
<p>Segundo a autarquia, esta solução “oferece uma área de banho segura, confortável e integrada na paisagem natural envolvente”.</p>
<p><strong>Solário, apoio de praia e estacionamento</strong><br />
Acima da zona de banhos encontra-se uma área de solário em socalcos, pensada para a fruição do espaço envolvente e para o descanso dos visitantes. É também nesta zona que estão instalados o bar de apoio e os balneários, reforçando a capacidade de resposta da infraestrutura a elevados fluxos de veraneantes.</p>
<p>A praia dispõe ainda de estacionamento, facilitando o acesso à zona balnear, que foi planeada para acolher visitantes durante toda a época de verão.</p>
<p><strong>Um cenário natural conhecido como “rio do dragão azul”</strong><br />
A ribeira de Odeleite, que alimenta a barragem, é popularmente conhecida como “Rio do Dragão Azul”, devido a uma imagem aérea que revelou o traçado sinuoso do curso de água ao longo da serra algarvia, assemelhando-se à figura de um dragão.</p>
<p>A envolvente paisagística é marcada pelo casario branco da aldeia, que desce em direção à ribeira, e pela presença dominante da albufeira, tornando Odeleite num dos cenários mais emblemáticos do interior algarvio.</p>
<p><strong>Atividades náuticas, percursos e turismo de natureza</strong><br />
A nova praia fluvial não se limita ao espaço balnear, integrando-se numa oferta mais ampla de turismo de natureza e atividades ao ar livre.</p>
<p>Na zona é possível realizar caminhadas, passeios de barco e praticar stand-up paddle, atividades que podem ser agendadas através da empresa Eolis. Para quem procura experiências mais diferenciadas, existem também voos de girocóptero operados pela SkyXpedition, que permitem observar toda a região a partir do ar.</p>
<p>Para os visitantes que preferem explorar a pé, a aldeia de Odeleite é ponto de partida do percurso pedestre PR4 – “De perto e de longe”, que acompanha a ribeira e passa por locais como Alcaria, Fonte do Penedo e o Moinho das Pernadas. A região é também atravessada pela Grande Rota do Guadiana (GR15), que segue em direção a Alcoutim e liga posteriormente à Via Algarviana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781810]]></sapo:autor>
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		<title>Ataque no Mercado de Natal de Magdeburgo: tribunal anuncia hoje sentença final do homem que matou 6 pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 07:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A justiça alemã deverá anunciar hoje a sentença no caso do ataque ao mercado de Natal de Magdeburgo, ocorrido em dezembro de 2024, no qual seis pessoas morreram e mais de 300 ficaram feridas após um atropelamento em massa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A justiça alemã deverá anunciar hoje a sentença no caso do ataque ao mercado de Natal de Magdeburgo, ocorrido em dezembro de 2024, no qual seis pessoas morreram e mais de 300 ficaram feridas após um atropelamento em massa. O Ministério Público pediu prisão perpétua para o arguido, num dos processos criminais mais mediáticos dos últimos anos na Alemanha.</p>
<p>O caso, que chocou o país e marcou a época natalícia de 2024, chega agora ao momento decisivo após sete meses de julgamento, com a leitura do veredito a encerrar um processo marcado por forte impacto político, social e mediático.</p>
<p>O Ministério Público alemão defende a aplicação de prisão perpétua para o principal arguido, o psiquiatra saudita Taleb Jawad al-Abdulmohsen, sublinhando a gravidade excecional dos factos.</p>
<p>O procurador Matthias Böttcher afirmou, no final do julgamento, que o ato cometido ultrapassa “toda a dimensão humanamente compreensível” e foi “longa e cuidadosamente preparado”.</p>
<p>A acusação pede ainda o reconhecimento da gravidade especial do crime, o que poderá dificultar uma eventual libertação condicional antes de 15 anos de cumprimento efetivo da pena.</p>
<p><strong>Ataque com carro fez seis mortos e mais de 300 feridos</strong><br />
Os factos remontam a 20 de dezembro de 2024, quando o arguido conduziu um veículo contra a multidão que se encontrava no mercado de Natal de Magdeburgo.</p>
<p>O ataque provocou seis mortes e mais de 300 feridos, tendo o suspeito sido detido no local logo após o atropelamento.</p>
<p>O julgamento decorreu em Magdeburgo, numa sala de audiências especialmente construída para acolher centenas de participantes devido à dimensão do caso.</p>
<p><strong>Acusado admite planeamento, mas nega intenção de atropelamento</strong><br />
Durante o processo, Taleb al-Abdulmohsen, que chegou à Alemanha em 2006, reconheceu ter planeado o ataque e ter conduzido o carro alugado utilizado na ação.</p>
<p>Contudo, negou ter atropelado intencionalmente as vítimas, mantendo declarações descritas pela acusação como contraditórias e marcadas por teorias da conspiração.</p>
<p>A defesa procurou afastar a ideia de intenção direta de matar, enquanto a acusação sustentou que o comportamento do arguido foi deliberado.</p>
<p><strong>Motivações apontadas pela acusação incluem vingança pessoal</strong><br />
Segundo o Ministério Público, o ataque terá sido motivado por um conflito entre o arguido e uma associação de refugiados em Colónia, contra a qual tinha perdido um processo civil.</p>
<p>A acusação refere que o psiquiatra procurava “vingar-se” dessa derrota e de outras queixas criminais que não avançaram, acrescentando ainda que pretendia “continuar a atrair a atenção do público e dos meios de comunicação social”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781788]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão vinca que navios devem seguir rotas pré-estabelecidas em Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:55:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades da República Islâmica do Irão declararam hoje que os navios que transitam pelo estreito de Ormuz devem respeitar as rotas preestabelecidas, após um cargueiro ter sido atacado na véspera por um projétil não identificado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da República Islâmica do Irão declararam hoje que os navios que transitam pelo estreito de Ormuz devem respeitar as rotas preestabelecidas, após um cargueiro ter sido atacado na véspera por um projétil não identificado.</P><br />
<P>&#8220;A Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico (PGSA) &#8212; órgão criado pelo Irão para gerir a navegação pelo estreito de Ormuz &#8211; alerta que a navegação de embarcações fora das rotas designadas não está coberta pela garantia de trânsito seguro, por seguros ou pelas responsabilidades decorrentes de tais situações&#8221;, lê-se na rede social X.</P><br />
<P>&#8220;Quaisquer consequências resultantes de uma rota não autorizada serão de responsabilidade exclusiva do armador, do fretador e do capitão da embarcação&#8221;, ainda segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>Este alerta segue-se a um ataque ocorrido na quinta-feira contra um navio de carga com bandeira de Singapura ao largo da costa de Omã, num incidente que não fez vítimas e que o jornal americano The Wall Street Journal atribuiu à República Islâmica.</P><br />
<P>O jornal norte-americano noticiou que a Guarda Revolucionária Iraniana disparou contra a ponte de comando da embarcação, danificando-a, horas depois de alertar os navios para que não navegassem pelo estreito utilizando rotas não autorizadas pela nação persa.</P><br />
<P>Após o ataque, a Organização Marítima Internacional (IMO) anunciou uma pausa no plano de evacuação de navios do estreito de Ormuz &#8212; uma iniciativa lançada dois dias antes para retirar 11.000 marinheiros que permaneciam retidos no golfo Pérsico.</P><br />
<P>A República Islâmica anunciou a reabertura do tráfego marítimo pelo estratégico estreito de Ormuz como parte de um memorando de entendimento assinado com os Estados Unidos rumo à paz.</P><br />
<P>Porém, Teerão mantém a exigência de que os navios que continuem a notificar a Guarda Revolucionária para obter autorização.</P><br />
<P>Por outro lado, Omã anunciou na quarta-feira a criação de um &#8220;corredor marítimo temporário&#8221; para a passagem pelo estreito de Ormuz sem cobrança de taxas, em coordenação com a Organização Marítima Internacional (IMO) e sem o envolvimento de Teerão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782088]]></sapo:autor>
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		<title>MP do Brasil decide não pedir fim da prisão domiciliar de Bolsonaro devido a arma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:54:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público (MP) do Brasil não irá pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro o fim da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro devido à apreensão de uma pistola que lhe pertencia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público (MP) do Brasil não irá pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro o fim da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro devido à apreensão de uma pistola que lhe pertencia.</P><br />
<P>O MP informou o STF que a apreensão de uma arma, pertencente ao antigo chefe de Estado (2019-2022), encontrada na posse de um dos guarda-costas, não constitui crime grave que afete a prorrogação da prisão domiciliária.</P><br />
<P>Bolsonaro cumpre uma pena de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e encontra-se em prisão domiciliária em Brasília, para recuperar de uma pneumonia, desde março e por um período de três meses, prazo que expirou na quinta-feira.</P><br />
<P>&#8220;Classificar um crime como grave exige mais do que simplesmente aplicar a lei ao ato; exige uma análise dos impactos da conduta ilícita no sistema jurídico e no objeto e finalidade da execução penal&#8221;, declarou o Procurador-Geral, Paulo Gonet.</P><br />
<P>Gonet respondia a um pedido do juiz do STF Alexandre de Moraes, que tinha dado ao MP 48 horas para tomar uma posição sobre o caso.</P><br />
<P>O juiz acreditava que o ex-presidente poderia ter cometido um crime grave, devido ao &#8220;porte ilegal de instrumento capaz de ferir a integridade física de outra pessoa&#8221; durante a prisão domiciliária.</P><br />
<P>Bolsonaro prestou depoimento na terça-feira perante a Polícia Civil do Distrito Federal, confirmou a posse da arma e alegou que &#8220;tinha três mulheres [a esposa, Michelle Bolsonaro, a enteada e a filha] em casa e não podia estar desarmado&#8221;.</P><br />
<P>Em 15 de junho, durante uma operação de controlo rodoviário de rotina em Brasília, a polícia apreendeu uma pistola Glock de 9 mm com carregador, registada em nome do ex-chefe de Estado.</P><br />
<P>O homem que transportava a arma identificou-se como membro da equipa de segurança de Bolsonaro. Afirmou que a estava a levar para ser reparada.</P><br />
<P>A defesa de Jair Bolsonaro afirmou que a equipa responsável pela sua segurança tinha inutilizado a arma sem o seu conhecimento, devido a medicamentos &#8220;que podem afetar a sua cognição&#8221;, segundo o documento entregue ao Tribunal e consultado pela agência de notícias France-Presse.</P><br />
<P>Os advogados de Bolsonaro acrescentaram ainda que o ex-presidente tinha detetado uma avaria no mecanismo e entregou a arma a um suboficial do exército para que este a examinasse.</P><br />
<P>Em novembro, Bolsonaro foi detido por ter tentado danificar a pulseira eletrónica com um ferro de soldar, o que o tribunal interpretou como uma tentativa de fuga e os advogados já então afirmaram que o incidente se deveu a uma &#8220;confusão mental&#8221; provocada pelos medicamentos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782087]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chinesa DeepSeek prepara vaga de contratações em disputa por talento na IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa chinesa de inteligência artificial (IA) DeepSeek lançou hoje uma campanha de recrutamento para duplicar a dimensão de muitas das suas equipas, procurando acelerar a comercialização da tecnologia e reforçar a competitividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa chinesa de inteligência artificial (IA) DeepSeek lançou hoje uma campanha de recrutamento para duplicar a dimensão de muitas das suas equipas, procurando acelerar a comercialização da tecnologia e reforçar a competitividade.</P><br />
<P>Em comunicado, a empresa afirmou que pretende &#8220;expandir todos os departamentos&#8221;, acrescentando que muitas equipas deverão duplicar de dimensão.</P><br />
<P>A iniciativa assinala uma nova fase para a DeepSeek, que procura evoluir de um laboratório centrado na investigação para uma empresa de produtos de IA, ao mesmo tempo que prepara a sua primeira ronda de financiamento externo.</P><br />
<P>As vagas abertas abrangem gestores de produto, especialistas em operações, engenheiros de infraestruturas e gestores de dados, incluindo perfis com experiência em áreas como direito, medicina e linguística, sinalizando uma aposta no desenvolvimento de aplicações específicas para diferentes setores.</P><br />
<P>A empresa está também a reforçar as equipas responsáveis pela infraestrutura necessária ao treino e funcionamento de grandes modelos de linguagem, recrutando especialistas em centros de computação para IA, armazenamento distribuído, redes e plataformas de treino.</P><br />
<P>Fundada por Liang Wenfeng, a DeepSeek ganhou projeção internacional no ano passado com o lançamento do modelo de raciocínio R1, de código aberto, cujo desempenho foi comparado ao dos sistemas mais avançados dos Estados Unidos, apesar de ter sido desenvolvido com menor utilização de recursos computacionais.</P><br />
<P>Nos últimos meses, porém, a concorrência intensificou-se na China, com empresas como a Zhipu AI e a Moonshot AI a lançarem novos modelos de código aberto rapidamente adotados por programadores.</P><br />
<P>O modelo da DeepSeek perdeu, entretanto, utilizadores para o Doubao, da ByteDance, na sequência de queixas relacionadas com lentidão nas respostas, interrupções do serviço e erros factuais nas respostas geradas pela inteligência artificial.</P><br />
<P>A empresa pretende também reforçar o desenvolvimento de infraestruturas em parceria com a Huawei, adaptando os seus modelos aos processadores Ascend, numa estratégia alinhada com o objetivo de Pequim de reduzir a dependência da tecnologia da norte-americana Nvidia.</P><br />
<P>Este ano, a DeepSeek lançou uma versão do seu modelo V4 otimizada para os processadores Ascend, embora a adaptação dos modelos mais avançados a &#8216;chips&#8217; desenvolvidos na China continue a representar um desafio técnico.</P><br />
<P>A campanha de recrutamento decorre numa altura em que a empresa prepara a entrada de investidores externos, num processo que procura também responder à intensa competição por engenheiros especializados, depois de vários trabalhadores da DeepSeek terem sido recrutados por rivais como a Xiaomi e a ByteDance.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782086]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Torre Eiffel com restrições e encerramento mais cedo até hoje devido a calor extremo em França</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/torre-eiffel-com-restricoes-e-encerramento-mais-cedo-ate-hoje-devido-a-calor-extremo-em-franca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Torre Eiffel está a encerrar as visitas ao público de forma antecipada todos os dias até esta sexta-feira, devido à onda de calor extremo que afeta Paris e grande parte da França.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Torre Eiffel está a encerrar as visitas ao público de forma antecipada todos os dias até esta sexta-feira, devido à onda de calor extremo que afeta Paris e grande parte da França, onde as temperaturas têm ultrapassado valores considerados críticos e motivado alertas meteorológicos de nível máximo.</p>
<p>A decisão surge num contexto de condições meteorológicas consideradas excecionais, com a cidade de Paris e a região da Île-de-France sob alerta vermelho emitido pela Météo France, num episódio de calor extremo que tem levado os termómetros a aproximarem-se dos 41°C e a criar riscos acrescidos tanto para residentes como para turistas.</p>
<p><strong>Encerramento antecipado e regras de acesso ao monumento</strong><br />
De acordo com a gestão do monumento, a Torre Eiffel encerra diariamente às 16h durante este período de restrições, sendo que a última entrada para visitantes ocorre às 12h no caso das escadas e às 12h30 para os elevadores.</p>
<p>Os visitantes que já se encontrem no interior do monumento no momento do encerramento podem concluir a visita, sendo posteriormente encaminhados para a saída de forma organizada. Paralelamente, os bilhetes adquiridos para períodos da tarde serão automaticamente reembolsados.</p>
<p>A administração do monumento sublinha que estas medidas foram adotadas por razões de segurança, tendo em conta as condições extremas registadas em altitude, onde a exposição direta ao sol e a ausência de zonas de sombra tornam a visita particularmente exigente.</p>
<p><strong>Calor extremo em Paris e alerta vermelho da Météo France</strong><br />
A vaga de calor que atinge a capital francesa tem sido descrita como uma das mais intensas do verão, com vários dias consecutivos de temperaturas acima dos 40°C previstos para Paris.</p>
<p>A Météo France colocou Paris, a região da Île-de-France e outros departamentos sob alerta vermelho, o nível máximo de vigilância, devido à persistência de condições atmosféricas extremas e ao risco associado para a saúde pública.</p>
<p>Segundo as previsões meteorológicas, apesar de se esperar uma ligeira descida das temperaturas a partir de domingo, o cenário poderá voltar a agravar-se nas semanas seguintes, mantendo a preocupação das autoridades.</p>
<p><strong>Medidas de segurança e possível repetição das restrições</strong><br />
A gestão da Torre Eiffel explica que estas medidas excecionais poderão ser repetidas sempre que se verifiquem novos episódios de calor extremo, dada a vulnerabilidade do monumento e a exposição direta dos visitantes.</p>
<p>As autoridades recomendam que os visitantes verifiquem previamente a informação atualizada através dos canais oficiais, incluindo o site da Torre Eiffel ou comunicações por correio eletrónico, antes de se deslocarem ao local.</p>
<p>Num verão marcado por temperaturas extremas, a capital francesa enfrenta assim uma adaptação progressiva dos seus principais pontos turísticos às condições meteorológicas, com a segurança dos visitantes a assumir prioridade máxima.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781836]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio encerra com Nikkei a cair 4,15%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:35:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 4,15% para 69.360,88 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 4,15% para 69.360,88 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, fechou a cair 1,32% para 3.963,36 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782085]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Escapar da chuva para o outro lado do mundo com 60 milhões de euros? Hoje há &#8216;jackpot&#8217; no Euromilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Se está a pensar fugir do mau tempo que se tem sentido nos últimos dias e ir para outras paragens, saiba que tem hoje a sua hipótese, uma vez que estão em jogo 60 milhões de euros no sorteio de hoje do Euromilhões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se está a pensar fugir do mau tempo que se tem sentido nos últimos dias e ir para outras paragens, saiba que tem hoje a sua hipótese, uma vez que estão em jogo 60 milhões de euros no sorteio de hoje do Euromilhões, depois de, no último sorteio, o primeiro prémio não ter saído a um apostador. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong><br />
O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (222 vezes), o 42 (220 vezes), o 23 (219 vezes), além do 19 (217 vezes) e 29 (216 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (386 vezes) e no 2 (384 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781771]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Quase metade das cidades europeias bate recordes de stress térmico durante onda de calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:28:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quarenta e cinco por cento das cidades europeias bateram ou estão prestes a superar os máximos históricos de stress térmico durante a atual onda de calor no continente, indica um estudo publicado hoje pelo World Weather Attribution.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quarenta e cinco por cento das cidades europeias bateram ou estão prestes a superar os máximos históricos de stress térmico durante a atual onda de calor no continente, indica um estudo publicado hoje pelo World Weather Attribution.</P><br />
<P>A análise realizada em 854 cidades de um total de 30 países europeus concluiu que 385 localidades ultrapassaram ou poderão ultrapassar nos próximos dias os registos mais elevados de temperatura de globo e bulbo húmido.</P><br />
<P>Este indicador, conhecido pela sigla em inglês, WBGT, é uma estimativa real do efeito da temperatura, da humidade, da velocidade do vento e da radiação visível e infravermelha no ser humano.</P><br />
<P>Os investigadores alertam que a combinação de temperaturas extremas e elevada humidade aumenta significativamente os riscos para a saúde, especialmente entre idosos, trabalhadores ao ar livre, crianças e pessoas vulneráveis.</P><br />
<P>De acordo com a análise, a atual onda de calor teria sido &#8220;praticamente impossível&#8221; há apenas 50 anos, uma vez que tanto as temperaturas diurnas como as noturnas registadas numa onda de calor nas mesmas datas em 1975 seriam 3,5 graus Celsius (ºC) mais baixas.</P><br />
<P>A investigação salienta ainda que as altas temperaturas noturnas &#8212; um dos fatores que mais afetam a saúde, ao impedirem a regeneração do organismo &#8212; são hoje 100 vezes mais prováveis do que eram há 23 anos, quando a Europa viveu uma onda de calor histórica, enquanto as máximas diurnas são até 10 vezes mais frequentes.</P><br />
<P>Os cientistas atribuem a intensidade destes fenómenos ao impacto do aquecimento global, provocado pelas &#8220;emissões contínuas de combustíveis fósseis&#8221; para a atmosfera.</P><br />
<P>&#8220;A ciência que explica como as alterações climáticas estão a agravar as ondas de calor é indiscutível e a velocidade da mudança é alarmante. A cada poucos anos temos assistido a recordes de calor na Europa, mas este ano isso aconteceu em meses consecutivos&#8221;, afirma Theodore Keeping, investigador especializado em fenómenos meteorológicos e incêndios florestais no Imperial College de Londres.</P><br />
<P>O secretário executivo da ONU para as alterações climáticas, Simon Stiell, afirma que o calor extremo que está a afetar a Europa é um sintoma de que as alterações climáticas &#8220;avançam sem controlo&#8221;, provocadas pelo &#8220;vício mundial na queima de carvão, petróleo e gás&#8221;, embora sublinhe que &#8220;as soluções são igualmente claras&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Stiell, é necessária &#8220;uma transição mais rápida para as energias limpas, que agora são muito mais baratas do que os combustíveis fósseis, bem como a proteção das florestas e a promoção da resiliência climática&#8221;.</P><br />
<P>Igualmente alarmantes são as declarações da professora de Ciências Climáticas do Imperial College de Londres, Friederike Otto, que lamenta que os cientistas comecem a parecer &#8220;um disco riscado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Sim, isto são as alterações climáticas, sim, somos nós os responsáveis, não, não é o El Niño; sim, temos as soluções, não, não as estamos a aplicar com a rapidez suficiente&#8221;, afirma.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782084]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Preço do petróleo Brent cai 2% para 73 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do petróleo Brent para entrega em agosto caiu hoje 2%, para 73 dólares por barril, apesar de um ataque a um navio cargueiro ao largo da costa de Omã, a sul do estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço do petróleo Brent para entrega em agosto caiu hoje 2%, para 73 dólares por barril, apesar de um ataque a um navio cargueiro ao largo da costa de Omã, a sul do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>ÀS 07:00 de hoje, o Brent, referência europeia para o crude, estava a cair 2,05% no mercado de futuros de Londres, cotado nos 73,72 dólares por barril.</P><br />
<P>O Brent recuou hoje depois de ter fechado na quinta-feira a subir 2,06% para 75,26 dólares, após duas sessões consecutivas de perdas, que colocou a sua cotação em mínimos desde o início dos ataques israelo-norte-americanos ao Irão.</P><br />
<P>A subida deu-se após um ataque a um cargueiro a sul do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Este ataque fez aumentar o receio entre os investidores de um novo encerramento desta passagem estratégica, com as subsequentes interrupções no fornecimento de petróleo.    </P><br />
<P>A Agência britânica de Operações de Comércio Marítimo informou ao início da tarde de quinta-feira que um navio tinha sido atingido, a 7,5 milhas náuticas da costa do Omã, por um &#8220;projétil desconhecido&#8221;, que tinha causado danos na ponte de comando, mas sem fazer vítimas.</P><br />
<P>Mais tarde, o Wall Street Journal assegurou que o ataque a este navio com bandeira de Singapura tinha sido feito pelo Irão, depois de ter avisado os navios a que não navegassem por rotas não autorizadas por si.</P><br />
<P>Depois de se saber do incidente, a Organização Marítima Internacional anunciou uma pausa temporária do seu plano de retirada de 11 mil marinheiros no estreito, que tinha começado na terça-feira, até voltar a ter as garantias de segurança necessárias para a navegação segura na passagem.</P><br />
<P>O Secretário-Geral da agência marítima das Nações Unidas, Arsenio Domínguez, do Panamá, explicou em comunicado que tomou a decisão de suspender a implementação deste plano &#8220;de forma a reconfirmar que as garantias de segurança necessárias continuam a existir&#8221; para os navios na lista de evacuação e os restantes que ainda se encontram na região. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782083]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: É essencial sistema de verificação nuclear &#8220;muito rigoroso&#8221; &#8211; agência da ONU</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-e-essencial-sistema-de-verificacao-nuclear-muito-rigoroso-agencia-da-onu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:19:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder da agência nuclear da ONU, Rafael Mariano Grossi, garantiu hoje que é necessário um sistema de verificação "muito rigoroso" no Irão após o conflito para garantir que o país não desenvolve armas nucleares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder da agência nuclear da ONU, Rafael Mariano Grossi, garantiu hoje que é necessário um sistema de verificação &#8220;muito rigoroso&#8221; no Irão após o conflito para garantir que o país não desenvolve armas nucleares.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e o Irão concordaram com um acordo na semana passada que exige que Teerão dilua o seu &#8216;stock&#8217; de urânio enriquecido, em troca da suspensão das sanções impostas por Washington, dando a cada lado 60 dias para elaborar acordos mais amplos.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo deste acordo é garantir que não há desenvolvimento de armas nucleares no Irão. O Governo iraniano declarou claramente que não é essa a sua intenção&#8221;, disse Grossi, numa conferência de imprensa, no Japão.</P><br />
<P>&#8220;Mas, claro, as intenções não chegam. Precisamos de implementar um sistema de verificação muito rigoroso (&#8230;) o mais rapidamente possível&#8221;, acrescentou o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).</P><br />
<P>Grossi indicou ainda que a agência &#8220;mal começou&#8221; as discussões com o Irão. &#8220;As discussões iniciais já ocorreram (&#8230;) Esperamos que este trabalho se acelere em breve&#8221;, disse.</P><br />
<P>Na quarta-feira, Grossi garantiu que inspetores irão visitar as instalações de enriquecimento nuclear iranianas, uma componente-chave no acordo provisório entre EUA e Irão para pôr fim à guerra.</P><br />
<P>O comentário do diretor-geral da AIEA foi o mais firme até à data vindo da agência das Nações Unidas, considerada fundamental para determinar o estatuto do arsenal nuclear iraniano.</P><br />
<P>Desde que Israel iniciou uma guerra de 12 dias contra o Irão em 2025, a AIEA tem sido impedida por Teerão de visitar as instalações de enriquecimento de urânio. O Irão há muito que afirma que o seu programa é pacífico.</P><br />
<P>Os EUA e o Irão fizeram declarações contraditórias na terça-feira sobre se os locais seriam inspecionados.</P><br />
<P>&#8220;Percebo as declarações políticas, fazem parte da realidade, mas o ponto fundamental que gostaria de recordar e realçar é que houve um memorando de entendimento, assinado por ambos os presidentes&#8221;, disse Grossi.</P><br />
<P>Na terça-feira, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmail Baghaei, disse aos jornalistas em Teerão que os inspetores da ONU não estavam programados para examinar instalações nucleares bombardeadas pelos EUA em 2025, rejeitando comentários feitos um dia antes pelo vice-presidente norte-americano, JD Vance.</P><br />
<P>A AIEA foi autorizada a visitar outras instalações nucleares no Irão desde a guerra de 12 dias em 2025, como a central nuclear de Bushehr.</P><br />
<P>Mas sem acesso às instalações de enriquecimento, a AIEA afirma não poder verificar o estado do &#8216;stock&#8217; do Irão nem inspecionar as cascatas de centrifugadoras utilizadas para enriquecer urânio.</P><br />
<P>Tanto o Irão como a AIEA afirmam que Teerão não está a enriquecer urânio, mas os especialistas em não-proliferação temem que a República Islâmica possa estar a transferir o &#8216;stock&#8217; para áreas não declaradas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782082]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CGD paga hoje 1,25 mil milhões ao Estado em dividendo recorde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cgd-paga-hoje-125-mil-milhoes-ao-estado-em-dividendo-recorde/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai proceder esta sexta-feira ao pagamento do dividendo de 1,25 mil milhões de euros ao Estado português, na sequência dos resultados históricos alcançados pelo banco público no exercício de 2025.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai proceder esta sexta-feira ao pagamento do dividendo de 1,25 mil milhões de euros ao Estado português, na sequência dos resultados históricos alcançados pelo banco público no exercício de 2025.</p>
<p>A operação já tinha sido anunciada pelo banco liderado por Paulo Macedo após a divulgação de um lucro recorde de 1,9 mil milhões de euros no ano passado, o maior alguma vez registado pela instituição e um dos mais elevados do sistema bancário nacional.</p>
<p>De acordo com informação comunicada pela CGD à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o pagamento foi formalmente aprovado na assembleia geral anual realizada a 29 de maio de 2026.</p>
<p>No comunicado, o banco detalha que o dividendo corresponde a um valor unitário de 1,380997410885 euros por ação, perfazendo um total global de 1.250.000.000 euros a serem transferidos para o acionista Estado.</p>
<p>O calendário agora confirmado fixa o dia 26 de junho como data de execução da operação financeira.</p>
<p><strong>Lucros históricos sustentam distribuição recorde</strong><br />
O pagamento agora concretizado resulta diretamente do desempenho da CGD em 2025, ano em que o banco atingiu um lucro de 1,9 mil milhões de euros, considerado um marco histórico na instituição pública.</p>
<p>O presidente executivo da CGD, Paulo Macedo, já tinha sublinhado a dimensão do resultado, afirmando em fevereiro que se tratava, “provavelmente, dos maiores dividendos de sempre da banca portuguesa”, numa referência ao impacto esperado na remuneração acionista do Estado.</p>
<p><strong>Contributo crescente para as contas públicas</strong><br />
Nos últimos anos, a CGD tem apresentado uma trajetória de crescimento dos lucros, o que se tem traduzido em pagamentos sucessivos de dividendos significativos ao Estado, seu único acionista.</p>
<p>Com a distribuição agora prevista, o total acumulado de dividendos entregues aos cofres públicos desde 2019 ascende a 4,6 mil milhões de euros, reforçando o papel do banco público enquanto fonte relevante de receita para o setor empresarial do Estado.</p>
<p>Este novo pagamento consolida a tendência recente de forte geração de resultados da instituição financeira e o impacto direto dessa performance nas contas públicas portuguesas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779185]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CGD paga hoje dividendo de 1.250 ME ao Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:14:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai hoje entregar 1.250 milhões de euros em dividendos ao Estado, o seu acionista único, referentes aos resultados de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>	A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai hoje entregar 1.250 milhões de euros em dividendos ao Estado, o seu acionista único, referentes aos resultados de 2025.</P><br />
<P>	A distribuição destes dividendos foi aprovada em assembleia-geral anual, em 29 de maio, e a comunicação deste pagamento foi feita ao mercado no passado dia 19.</P><br />
<P>	No documento, o banco público anunciou que irá ocorrer hoje &#8220;o pagamento do dividendo, sendo o valor unitário de 1,380997410885 euros por ação, totalizando 1.250.000.000,00 euros&#8221;.</P><br />
<P>	A CGD teve lucros de 1.904 milhões de euros em 2025, os maiores de sempre e mais 10% face a 2024, divulgou o banco público em fevereiro.</P><br />
<P>	O presidente executivo (CEO), Paulo Macedo, disse nessa altura que, referente ao ano passado, serão pagos em dividendos ao Estado 1.250 milhões de euros, o que afirmou ser provavelmente o dividendo &#8220;maior de sempre da banca portuguesa&#8221;. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782081]]></sapo:autor>
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		<title>Crédito habitação. A sua prestação volta a subir em julho: famílias devem contar com agravamentos “pelo menos nos próximos dois ou três meses”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Rico]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Euribor]]></category>
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					<description><![CDATA[Nuno Rico, especialista da DECO PROtexte, falou à 'Executive Digest' sobre o que esperar na sua prestação bancária no próximo mês]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As famílias com crédito à habitação indexado à Euribor vão voltar a sentir um agravamento da prestação em julho. As três principais maturidades registam subidas pela quarta vez seguida, o que significa que todos os contratos revistos no próximo mês deverão ficar mais caros.</p>
<p>“Temos, pelo quarto mês consecutivo, subidas das prestações em todas as maturidades”, explica Nuno Rico, especialista da DECO PROteste, em declarações à &#8216;Executive Digest&#8217;.</p>
<p>A subida continua a afetar os contratos indexados à Euribor a três, seis e 12 meses, embora com intensidades diferentes. A maior variação face ao mês anterior surge agora na Euribor a três meses, enquanto a maturidade a 12 meses dá um sinal de quase estabilização.</p>
<p>“Em comparação com o mês anterior, a maior subida registou-se na média da Euribor a três meses, que sobe 0,117 pontos. Mas, por exemplo, na Euribor a 12 meses, o valor está praticamente inalterado em relação ao mês passado”, assinala Nuno Rico.</p>
<p><strong>O impacto chega à prestação</strong></p>
<p>Na Euribor a três meses, a média de junho, com dados atualizados até esta quinta-feira, está nos 2,343%. Para quem tem o contrato revisto em julho, isto deverá traduzir-se numa prestação de 660 euros, mais 19 euros face à última revisão.</p>
<p>Na Euribor a seis meses, a maturidade mais usada no crédito à habitação em Portugal, a média situa-se nos 2,597%. Neste caso, a prestação deverá subir para 681 euros, o que representa um agravamento de 37 euros face à revisão feita em janeiro.</p>
<p>Já na Euribor a 12 meses, a média está nos 2,816%. A prestação deverá ficar nos 699 euros, num agravamento de 60 euros em relação à última revisão feita em julho de 2025.</p>
<p>“Não há boas notícias e, ainda por cima, nos próximos dois ou três meses também não haverá”, resume Nuno Rico.</p>
<p><strong>Mercado começa a esperar estabilização</strong></p>
<p>Apesar da nova subida das prestações, há um sinal menos negativo nos dados. A Euribor a 12 meses está praticamente inalterada face ao mês anterior, com uma diferença de apenas 0,002 pontos. Para Nuno Rico, este comportamento pode indicar que o mercado começa a antecipar uma estabilização das taxas nos próximos meses.</p>
<p>“Quando a maturidade mais longa é mais baixa ou não sobe tanto como as maturidades mais curtas, isso é um indicativo de que o mercado espera que as taxas venham a descer no futuro”, explica.</p>
<p>O especialista sublinha, contudo, que esta leitura deve ser feita com prudência. “A interpretação que faço destes dados é que o mercado começa a ter a expectativa de que, nos próximos meses, estes valores vão estabilizar. Ainda se espera uma subida no curto prazo, mas no longo prazo já começa a haver uma perspetiva de estabilização.”</p>
<p>Esse sinal pode estar ligado às notícias mais recentes sobre o contexto internacional, em particular à possibilidade de menor pressão no Médio Oriente e nos preços da energia. Mas Nuno Rico avisa que o cenário continua frágil.</p>
<p>“Tudo isto ainda é muito frágil e de difícil previsão. Mas pelo menos a boa notícia, neste momento, é que numa expectativa de mais longo prazo, a 12 meses, já começa a haver no mercado uma expectativa de estabilização. É um bom sinal, mas a confirmar nas próximas semanas.”</p>
<p><strong>Famílias ainda vão sentir aumentos durante o verão</strong></p>
<p>Mesmo que a Euribor entre agora numa fase de estabilização, isso não significa que as prestações baixem de imediato. A revisão dos contratos depende da comparação com a taxa aplicada há três, seis ou 12 meses, consoante a maturidade contratada.</p>
<p>É por isso que Nuno Rico considera previsível que os aumentos continuem a chegar às famílias durante mais algum tempo.</p>
<p>“Mesmo que entremos numa situação de estabilização, ainda assim as famílias vão continuar a sentir aumentos pelo menos nos próximos dois ou três meses”, alerta.</p>
<p>O especialista admite mesmo que os agravamentos possam prolongar-se até ao final do ano, sobretudo nos contratos que ainda vão ser comparados com períodos em que a Euribor estava mais baixa.</p>
<p>“Por causa dessa revisão das prestações, feita em comparação com a situação há três, seis ou 12 meses, diria que é quase inevitável que, mesmo que entremos numa situação de estabilização, as famílias contem com agravamentos da prestação pelo menos até ao final do ano.”</p>
<p><strong>Médio Oriente e energia continuam a pesar</strong></p>
<p>A evolução das taxas continua muito dependente do contexto internacional. Para Nuno Rico, a possível normalização da situação no Médio Oriente pode ajudar a travar a pressão sobre a energia, que tem sido um dos fatores com impacto na inflação e, por arrasto, nas taxas de juro.</p>
<p>“Se houver uma solução para determinado conflito e um restabelecimento da circulação normal do petróleo, isso pode retirar pressão sobre a inflação e, por reflexo, sobre as taxas de juro”, explica.</p>
<p>Ainda assim, o especialista alerta para a instabilidade do cenário atual. A reação dos mercados depende de fatores que podem mudar rapidamente, e qualquer novo agravamento geopolítico poderá alterar as expectativas.</p>
<p>“Não sabemos o que pode acontecer de um dia para o outro. Isso leva a esta cautela e à expectativa de estar preparado para o pior, esperando que decorra para melhor”, afirma.</p>
<p>Para já, a mensagem para as famílias é clara: julho traz novo agravamento da prestação da casa. A eventual estabilização pode começar a desenhar-se nos dados, mas ainda não chega à fatura mensal. O verão deverá continuar a ser marcado por aumentos no crédito à habitação, mesmo que o pior da subida da Euribor possa estar a perder força.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781688]]></sapo:autor>
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		<title>Governo reúne-se hoje com sindicatos para discutir novo modelo de recrutamento e colocação de professores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação, Ciência e Inovação recebe esta sexta-feira as principais estruturas sindicais representativas dos docentes para mais uma ronda negocial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação, Ciência e Inovação recebe esta sexta-feira as principais estruturas sindicais representativas dos docentes para mais uma ronda negocial no âmbito da revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), num encontro dedicado ao modelo de recrutamento e colocação de professores, um dos dossiês mais relevantes da reforma em preparação pelo Governo.</p>
<p>As reuniões, agendadas para esta tarde com a Federação Nacional da Educação (FNE), às 14h00, e com a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), às 16h30, decorrem nas instalações do ministério, em Lisboa, e inserem-se no processo de negociação em curso sobre o chamado Tema 2 do protocolo negocial, centrado precisamente nas regras de admissão à profissão e nos mecanismos de colocação de docentes nas escolas.</p>
<p>A expectativa em torno destes encontros é elevada, numa altura em que o Governo pretende avançar com uma das alterações mais profundas ao sistema de concursos de professores das últimas décadas, procurando responder aos problemas de escassez de docentes e às dificuldades de colocação verificadas em várias regiões do país.</p>
<p><strong>Novo sistema de concursos continua a dominar negociações</strong><br />
A revisão do Estatuto da Carreira Docente tem vindo a ser discutida desde o final de 2025 e entrou numa fase mais intensa nos últimos meses, com sucessivas reuniões entre o Ministério da Educação e as organizações sindicais.</p>
<p>No centro das negociações está a proposta governamental para reformular o sistema de recrutamento docente. O Ministério da Educação defende a criação de um concurso externo contínuo, disponível ao longo de todo o ano letivo, permitindo responder de forma mais rápida a necessidades resultantes de aposentações, baixas médicas ou outras vagas que surjam durante o ano escolar.</p>
<p>A proposta prevê igualmente que os candidatos possam apresentar-se a concurso em qualquer momento, eliminando limitações temporais que, segundo o Governo, têm prejudicado sobretudo os recém-diplomados que pretendem ingressar na profissão.</p>
<p>Apesar das mudanças pretendidas, o executivo tem garantido a manutenção da lista graduada nacional como principal critério de ordenação dos candidatos, continuando a valorização da experiência profissional e da classificação académica a desempenhar um papel central no processo.</p>
<p>O objetivo do Ministério passa por concluir as negociações durante este ano, de forma a permitir que as novas regras possam entrar em vigor no ano letivo de 2027/2028.</p>
<p><strong>Reuniões anteriores permitiram avanços técnicos</strong><br />
As reuniões desta sexta-feira surgem na sequência de vários encontros realizados nos últimos meses, incluindo duas rondas negociais em maio, durante as quais Governo e sindicatos começaram a discutir os princípios estruturantes do futuro modelo.</p>
<p>Nessas reuniões foram analisados artigos considerados fundamentais para a futura arquitetura do sistema de concursos, tendo o Ministério apresentado linhas orientadoras para um modelo centralizado, anual e assente na graduação profissional.</p>
<p>Embora reconheçam alguns avanços técnicos, as estruturas sindicais têm sublinhado que continuam a existir dúvidas sobre diversos aspetos jurídicos e operacionais da proposta, defendendo que o articulado necessita de maior desenvolvimento antes de poder ser avaliado em definitivo.</p>
<p><strong>Sindicatos insistem na necessidade de maior justiça nas colocações</strong><br />
Entre as preocupações manifestadas pelos representantes dos professores continua a destacar-se a questão da equidade nos concursos.</p>
<p>Os sindicatos têm alertado para situações em que docentes mais graduados acabam colocados a grandes distâncias da sua residência, enquanto vagas mais próximas são atribuídas a candidatos com menor graduação profissional.</p>
<p>Nesse contexto, algumas estruturas sindicais defendem a realização de um levantamento rigoroso das necessidades permanentes das escolas, permitindo identificar com maior precisão o número real de vagas existentes.</p>
<p>Também tem sido defendida a criação de mecanismos que permitam aos professores escolher, dentro das vagas disponíveis, aquelas que melhor correspondem às suas preferências e circunstâncias pessoais, sobretudo em períodos próximos do início do ano letivo.</p>
<p><strong>Governo procura resposta mais rápida à falta de professores</strong><br />
O executivo considera que a reforma poderá contribuir para uma resposta mais eficaz às necessidades das escolas, reduzindo o número de horários por preencher e acelerando os processos de substituição quando surgem faltas prolongadas ou aposentações.</p>
<p>Uma das ideias em análise passa pela criação de uma base nacional permanentemente atualizada de candidatos disponíveis para colocação, permitindo uma gestão mais célere das necessidades identificadas pelos estabelecimentos de ensino.</p>
<p>Apesar das diferenças que persistem entre Governo e sindicatos, algumas organizações reconhecem que determinadas alterações poderão melhorar a capacidade de resposta do sistema, desde que sejam acompanhadas por regras claras, transparentes e previsíveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781320]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Polémica com exercícios e correções atrasadas: Fim da 1.ª fase dos exames marcado por &#8220;problemas graves&#8221; e &#8220;enorme distração&#8221;, denunciam diretores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da direção da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, fez um balanço globalmente positivo da primeira fase dos exames nacionais de 2026, que termina esta sexta-feira, mas deixou vários alertas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da direção da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, fez um balanço globalmente positivo da primeira fase dos exames nacionais de 2026, que termina esta sexta-feira, mas deixou vários alertas sobre &#8220;problemas graves&#8221; registados durante o processo, desde a polémica em torno do exame de Português até aos atrasos na disponibilização das provas aos professores classificadores.</p>
<p>Em declarações exclusivas à Executive Digest, o responsável começou por destacar que as provas finais do 9.º ano, realizadas com recurso ao formato digital, decorreram “de forma bastante positiva”, tanto a Português como a Matemática. Já no ensino secundário, os alunos continuaram a responder em papel, tal como nos anos anteriores, mas a grande mudança aconteceu nos bastidores, através do novo sistema de correção digital. “A grande inovação é, na verdade, a forma de corrigir estas provas”, explicou. Segundo Filinto Lima, após a realização dos exames, as provas são recolhidas pelas forças de segurança e transportadas para Lisboa, onde decorre um processo de digitalização de cerca de 300 mil provas e milhões de folhas, que posteriormente são distribuídas eletronicamente pelos professores classificadores.</p>
<p>Contudo, é precisamente nesta nova fase do processo que surgiram os primeiros problemas. O dirigente associativo revelou que, no caso do exame nacional de Português do 12.º ano, os professores responsáveis pela correção ainda não tinham recebido, dentro do prazo previsto, nem os critérios de classificação nem as próprias provas. “Passado um dia, esses professores ainda não estão a corrigir os itens das provas que lhes calharam”, afirmou, considerando tratar-se de uma situação “menos positiva” e que está a preocupar a comunidade educativa. Filinto Lima manifestou esperança de que o problema seja rapidamente resolvido, mas reconheceu que o atraso está a gerar apreensão numa fase crucial do calendário dos exames nacionais.</p>
<p>Outro dos temas abordados foi a controvérsia relacionada com a inclusão, no exame nacional de Português, de um item semelhante ao que já constava de um livro de preparação para exames publicado pela Leya. Para Filinto Lima, a situação “merece preocupação” e representa “uma enorme distração” por parte de quem elaborou a prova. O presidente da ANDAEP recordou que o livro em causa foi publicado meses antes da elaboração definitiva do exame e considerou inadequado que uma questão presente num caderno de exercícios tenha sido utilizada numa prova nacional. “Acho que foi, de facto, uma enorme distração. Houve aqui, pelo menos, negligência das pessoas ou da entidade que é responsável por fazer a prova final”, afirmou. Criticou ainda a forma como a situação foi inicialmente explicada pelas entidades responsáveis e mostrou surpresa pelo facto de o processo de averiguação e o parecer subsequente não terem produzido consequências.</p>
<p>Além desta polémica, Filinto Lima voltou a questionar a manutenção do caráter não público das provas finais do 9.º ano. O dirigente recordou que, tal como aconteceu no ano passado, voltaram a surgir referências à circulação de exercícios das provas na internet, defendendo que o modelo seguido no ensino secundário poderia ser uma solução mais adequada. “Se calhar o melhor é abandonar o caráter não público desta prova”, sustentou, acrescentando que é fundamental garantir condições de igualdade para todos os alunos. “Estes exames e provas finais são momentos cruciais para os nossos alunos. Nós não podemos desiludi-los. Eles têm legítimas expectativas que nós não podemos matar”, alertou. Segundo o responsável, qualquer falha pode afetar a perceção de equidade num sistema em que, sobretudo no acesso ao ensino superior, “uma milésima pode ser importante para entrar ou não na faculdade”.</p>
<p>Apesar das críticas, Filinto Lima sublinhou que toda a componente logística da realização dos exames decorreu sem incidentes significativos. O transporte das provas pelas forças policiais decorreu dentro da normalidade, tal como acontecia nos anos anteriores. A principal diferença foi o destino final dos exames, que deixaram de seguir para os tradicionais agrupamentos de exames e passaram a ser encaminhados diretamente para as instalações onde decorre a digitalização centralizada. “Correu tudo bem porque nós não mudámos a nossa forma de atuar”, garantiu, reiterando, contudo, o apelo a uma maior atenção por parte das entidades responsáveis pelos exames nacionais numa fase que classificou como de “transição, reforma e revolução” no sistema educativo português. “O que eu peço é mais atenção a quem está à frente de uma parte tão importante da escola, que são os exames e as provas finais”, concluiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781570]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 100 voos cancelados no Japão com aproximação de tempestades tropicais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:28:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 voos foram cancelados hoje, à medida que duas tempestades tropicais se aproximam do Japão, tendo as autoridades recomendado a evacuação de certas zonas devido ao risco de inundações e deslizamentos de terra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 voos foram cancelados hoje, à medida que duas tempestades tropicais se aproximam do Japão, tendo as autoridades recomendado a evacuação de certas zonas devido ao risco de inundações e deslizamentos de terra.</P><br />
<P>A tempestade Mekkhala aproxima-se com rajadas que podem atingir os 144 quilómetros por hora (km/h), de acordo com os meteorologistas, enquanto chuvas fortes já se abatem sobre algumas regiões do sul e do oeste do Japão.</P><br />
<P>A tempestade deverá passar ao longo das ilhas de Kyushu e Shikoku durante o fim de semana e poderá juntar-se à tempestade Higos, que assola, um pouco mais afastado, o Pacífico.</P><br />
<P>Esta união poderá provocar o efeito Fujiwhara, que ocorre quando duas tempestades interagem, tornando os movimentos e a intensidade difíceis de prever.</P><br />
<P>As companhias Japan Airlines e All Nippon Airways cancelaram, respetivamente, 70 e 50 voos com destino e provenientes das regiões de Okinawa e Kagoshima.</P><br />
<P>A região de Quioto recomendou a retirada de vários milhares de habitantes, alertando para potenciais deslizamentos de terra.</P><br />
<P>Quioto e Osaka anunciaram que os níveis dos principais cursos de água estavam a subir, apelando para a vigilância face ao risco de inundações.</P><br />
<P>O exército japonês chegou mesmo a cancelar o primeiro voo previsto de um avião V-22 Osprey com destino à ilha de Miyako, que se inseria no âmbito de exercícios conjuntos com os Estados Unidos, informou a agência de notícias japonesa Kyodo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782080]]></sapo:autor>
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		<title>Despiste de camião do lixo na Costa da Caparica obriga ao corte do IC20</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O despiste de um pesado de transporte do lixo deixou um trabalhador encarcerado e obrigou ao corte total do trânsito no Itinerário Complementar (IC) 20, na direção Almada-Costa da Caparica, disse hoje à Lusa a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O despiste de um pesado de transporte do lixo deixou um trabalhador encarcerado e obrigou ao corte total do trânsito no Itinerário Complementar (IC) 20, na direção Almada-Costa da Caparica, disse hoje à Lusa a Proteção Civil.</P><br />
<P>Um porta-voz do Comando Sub-regional da Península de Setúbal da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil disse que &#8220;estão cortadas as duas vias&#8221; devido ao despiste da viatura.</P><br />
<P>A mesma fonte indicou que estão no local, na Costa da Caparica, 21 operacionais, apoiados por cinco viaturas, sobretudo devido às &#8220;operações de desencarceramento&#8221; de um homem envolvido no acidente.</P><br />
<P>O alerta para o despiste do pesado foi dado às 05:12, de acordo com o portal da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782079]]></sapo:autor>
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		<title>Fim de semana traz regresso do calor: chuva desaparece e temperaturas voltam a subir em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A instabilidade atmosférica que marcou os últimos dias em Portugal Continental deverá perder força esta sexta-feira, abrindo caminho a um fim de semana mais estável, seco e progressivamente mais quente. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A instabilidade atmosférica que marcou os últimos dias em Portugal Continental deverá perder força esta sexta-feira, abrindo caminho a um fim de semana mais estável, seco e progressivamente mais quente. Depois de um período marcado por nebulosidade e precipitação em várias regiões do país, a tendência aponta para uma recuperação gradual das temperaturas, com os termómetros a ultrapassarem novamente os 30 graus em diversas zonas do território.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/evolucao-do-tempo-entre-sexta-feira-e-domingo-chuva-dissipa-se-e-temperaturas-recuperam-gradualmente.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, a chuva deverá dissipar-se ao longo desta sexta-feira, permitindo uma melhoria gradual do estado do tempo e uma subida das temperaturas durante o fim de semana.</p>
<p><strong>Sexta-feira ainda será marcada por alguma precipitação</strong><br />
Esta sexta-feira começou com céu geralmente nublado em várias regiões de Portugal Continental, mantendo-se a possibilidade de ocorrência de períodos de chuva fraca a moderada, sobretudo nas regiões Norte e Centro.</p>
<p>Durante a madrugada e as primeiras horas da manhã, a precipitação deverá persistir especialmente no noroeste do país, podendo estender-se temporariamente a outras áreas do Norte e Centro. Ainda assim, a intensidade da chuva deverá ser reduzida e a tendência aponta para um enfraquecimento progressivo ao longo do dia.</p>
<p>A partir do final da tarde e início da noite, a precipitação deverá dissipar-se praticamente por completo, marcando o início de um período de maior estabilidade atmosférica.</p>
<p>As temperaturas máximas previstas para esta sexta-feira deverão variar entre os 20 graus em Viana do Castelo e os 29 graus em Évora e Beja. As regiões situadas a oeste da Barreira de Condensação continuarão a registar valores mais baixos, sobretudo nas áreas de maior altitude.</p>
<p><strong>Sábado traz tempo mais estável e regresso dos 30 graus</strong><br />
Com a dissipação da chuva, o sábado deverá ser marcado por uma melhoria significativa das condições meteorológicas em praticamente todo o país.</p>
<p>A subida das temperaturas será particularmente evidente no interior e nas regiões do Sul, onde os valores máximos voltarão a atingir ou ultrapassar os 30 graus.</p>
<p>As previsões apontam para temperaturas entre os 20 graus em Viana do Castelo e os 30 graus em cidades como Castelo Branco, Évora e Beja.</p>
<p>Localmente, os valores poderão ser ainda mais elevados. Nos vales do Douro e do Guadiana, os termómetros poderão atingir os 32 graus, refletindo uma recuperação significativa face aos dias anteriores.</p>
<p>O céu deverá apresentar-se geralmente pouco nublado ou limpo em grande parte do território, contribuindo para uma sensação de tempo mais tipicamente estival.</p>
<p><strong>Domingo poderá ser o dia mais quente do fim de semana</strong><br />
A tendência de aquecimento deverá reforçar-se no domingo, que poderá tornar-se o dia mais quente deste período.</p>
<p>As temperaturas máximas deverão oscilar entre os 21 graus em Viana do Castelo e os 33 graus em Beja, mas alguns locais poderão registar valores ainda superiores.</p>
<p>No Sotavento Algarvio, os termómetros poderão alcançar os 36 graus, enquanto no Baixo Alentejo são esperadas máximas até 35 graus.</p>
<p>Já na Beira Baixa e no Vale do Douro, as temperaturas poderão atingir os 34 graus, confirmando uma subida generalizada dos valores térmicos em praticamente todo o território continental.</p>
<p><strong>Tendência aponta para continuação do aumento das temperaturas</strong><br />
As previsões indicam que a recuperação térmica não deverá ficar limitada ao fim de semana. Pelo contrário, os modelos meteorológicos apontam para a continuação da tendência de subida das temperaturas nos dias seguintes, sobretudo no interior e no Sul do país.</p>
<p>Depois de uma fase marcada pela instabilidade e pela ocorrência de chuva em várias regiões, Portugal deverá entrar novamente num período mais quente e seco, mais compatível com a época do ano.</p>
<p>Assim, para quem planeia atividades ao ar livre, deslocações ou momentos de lazer durante o fim de semana, as perspetivas são favoráveis, com a chuva a desaparecer gradualmente e o calor a regressar de forma consistente a partir de sábado, intensificando-se no domingo em várias regiões do país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781326]]></sapo:autor>
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		<title>Universidades da Cidade de Macau e Beira Interior assinam &#8220;início de cooperação académica&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As universidades da Cidade de Macau (CityU Macau) e da Beira Interior (UBI) marcaram "o início de uma cooperação académica" com um acordo para a mobilidade académica e a possibilidade de investigação sobre os países de língua portuguesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As universidades da Cidade de Macau (CityU Macau) e da Beira Interior (UBI) marcaram &#8220;o início de uma cooperação académica&#8221; com um acordo para a mobilidade académica e a possibilidade de investigação sobre os países de língua portuguesa.</P><br />
<P>O memorando de entendimento prevê o &#8220;desenvolvimento de iniciativas de interesse mútuo&#8221;, como o intercâmbio de docentes, investigadores e estudantes, a implementação de projetos de ensino, investigação e extensão, a promoção de palestras e intercâmbio de publicações académicas, lê-se num comunicado da UBI, divulgado na quinta-feira.</P><br />
<P>Entre as possibilidades abordadas, refere-se na nota, está a criação de oportunidades de mobilidade temporária para estudantes da UBI no território chinês, com o vice-reitor da CityU Macau a apontar a existência de apoios &#8220;em áreas como propinas, alojamento e viagens&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Esperamos que estas medidas possam atrair alguns estudantes da vossa universidade para o nosso campus&#8221;, indicou Ip Kuai Peng.</P><br />
<P>O acordo, assinado esta semana na Covilhã por este responsável &#8211; que liderou uma comitiva de cerca de 20 elementos &#8211; e a reitora da UBI, Ana Paula Duarte, marca &#8220;o início de uma cooperação académica, científica e institucional&#8221; entre as duas instituições, indica-se na nota.</P><br />
<P>Outras possibilidades de cooperação, em diferentes áreas científicas representadas na comitiva da CityU Macau, debateram-se no encontro: entre os participantes encontravam-se, por exemplo. elementos do Instituto de Investigação sobre Países de Língua Portuguesa, do Centro de Investigação para o Desenvolvimento Social e Económico de Macau e da Faculdade de Saúde e Bem-Estar.</P><br />
<P>A UBI vai receber em julho uma delegação de 20 estudantes do ensino secundário de Macau, que participam num programa de integração dedicado à língua e à cultura portuguesas, nota-se ainda no comunicado da instituição de ensino superior portuguesa.</P></p>
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