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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Estoril Open: Alexander Blockx apura-se para as meias-finais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 18:32:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenista belga Alexander Blockx, quarto cabeça de série, qualificou-se hoje para as meias-finais do Estoril Open, depois de vencer o argentino Román Andrés Burruchaga, em três sets.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista belga Alexander Blockx, quarto cabeça de série, qualificou-se hoje para as meias-finais do Estoril Open, depois de vencer o argentino Román Andrés Burruchaga, em três sets.</P><br />
<P>Perante Burruchaga, 60.º do ranking mundial e &#8216;carrasco&#8217; do português Nuno Borges na ronda anterior, Alexander Blockx (38.º) triunfou por 6-4, 5-7 e 6-4, em duas horas e 20 minutos, qualificando-se pela segunda vez para as meias-finais de um torneio ATP, depois de já o ter conseguido este ano, no Masters 1.000 de Madrid.</P><br />
<P>Nas &#8216;meias&#8217;, o jovem belga, de 21 anos, vai encontrar o português Jaime Faria (88.º) ou o segundo cabeça de série, o italiano Luciano Darderi (21.º), que se defrontam hoje no fecho do quinto dia no Clube de Ténis do Estoril.</P><br />
<P></P><br />
<P>NFO/SRYS // MO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793789]]></sapo:autor>
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		<title>Gosta de vinho, mas detesta a ressaca? Há uma solução… e não precisa de deixar de beber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 18:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante anos, a escolha parecia resumir-se a duas opções: beber vinho com o teor alcoólico habitual ou optar por alternativas sem álcool. Agora, está a surgir um novo meio-termo. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, a escolha parecia resumir-se a duas opções: beber vinho com o teor alcoólico habitual ou optar por alternativas sem álcool. Agora, está a surgir um novo meio-termo. Os chamados vinhos de teor alcoólico moderado, com cerca de 6% a 11% de álcool, estão a conquistar consumidores que querem reduzir o consumo sem prescindir do sabor, do ritual e, sobretudo, do segundo copo.</p>
<p>No Reino Unido, a tendência já começa a refletir-se nas vendas. A Ocado registou um aumento de 4.000% nas vendas de vinhos de teor alcoólico moderado no último ano, enquanto as pesquisas por bebidas desta categoria cresceram 400% nos últimos dois anos. Tesco e Sainsbury’s também reportam uma procura crescente, numa altura em que os consumidores parecem cada vez mais interessados em encontrar um equilíbrio entre o consumo de álcool e um estilo de vida mais moderado, como revela o ‘Independent’.</p>
<p>A mudança surge num contexto em que a relação com o álcool está a tornar-se menos binária. Segundo dados da Drinkaware, 44% dos adultos britânicos utilizam atualmente bebidas sem álcool ou de baixo teor alcoólico para moderar o consumo, contra 31% em 2018. A tendência inclui práticas como o &#8220;Dry January&#8221;, a alternância entre bebidas alcoólicas e sem álcool durante uma noite ou simplesmente a decisão de beber menos durante a semana.</p>
<p>É neste espaço que o vinho de teor moderado procura afirmar-se. Ao contrário dos produtos sem álcool, que retiram completamente o álcool depois da produção e podem perder parte do corpo, textura e aromas característicos do vinho, estas bebidas mantêm uma percentagem de álcool suficiente para preservar uma experiência mais próxima da bebida tradicional.</p>
<p>Não existe, contudo, uma definição oficial de &#8220;mid-strength wine&#8221;. A expressão pode referir-se a vinhos produzidos especificamente para ter cerca de 6% de álcool, mas também a referências naturalmente mais leves, com 9,5% ou 11%. Alguns estilos tradicionais europeus já se enquadram nesta categoria, como os Riesling Kabinett alemães, frequentemente abaixo dos 10%, o Moscato d’Asti, que ronda os 5% a 6%, ou determinados Vinhos Verdes, conhecidos pelo seu perfil mais leve e fresco.</p>
<p>A própria produção de vinhos com menos álcool pode seguir diferentes caminhos. Uma das estratégias passa por vindimar mais cedo, quando as uvas têm menos açúcar disponível para a fermentação e, consequentemente, produzem menos álcool. Outra possibilidade é interromper a fermentação antes do seu final ou retirar parte do álcool depois de o vinho estar produzido.</p>
<p>Alguns produtores estão já a construir marcas em torno desta tendência. A britânica 6Percent, por exemplo, produz vinhos em Bordéus e utiliza destilação a vácuo para reduzir o teor alcoólico, permitindo que o álcool evapore a temperaturas mais baixas e diminuindo o risco de comprometer os aromas mais delicados. O vinho é depois combinado com o produto original para atingir cerca de 6% de álcool.</p>
<p>A Wednesday’s Domaine, que começou por apostar em vinhos sem álcool, lançou também uma gama com 6,5% de álcool, combinando vinho convencional com vinho desalcoholizado para tentar preservar mais corpo e sabor, mas com uma menor concentração alcoólica.</p>
<p>A tendência não se explica apenas pela mudança nos hábitos dos consumidores. A fiscalidade também pode estar a contribuir para o interesse crescente neste segmento. No Reino Unido, o sistema de tributação das bebidas alcoólicas passou, em 2023, a ter em conta o teor alcoólico. Depois de um período transitório para o vinho, terminado em fevereiro de 2025, os produtos com maior graduação passaram, de forma geral, a suportar uma carga fiscal superior, criando um incentivo adicional para produtores e retalhistas explorarem referências com menos álcool.</p>
<p>Ainda assim, beber vinho de 6% não significa que seja possível consumir o dobro sem consequências. Uma garrafa com menor graduação contém menos álcool do que uma de 14%, mas a quantidade total ingerida continua a depender do número de copos consumidos.</p>
<p>Para os consumidores, a principal vantagem poderá estar precisamente na possibilidade de reduzir o álcool sem abandonar completamente a experiência do vinho. Em vez de escolher entre um vinho tradicional e uma alternativa sem álcool, existe agora um espaço intermédio, onde cabem referências propositadamente produzidas com menor graduação e estilos tradicionais que já apresentavam naturalmente níveis mais baixos.</p>
<p>O movimento representa, assim, menos uma revolução tecnológica do que uma mudança na forma como os consumidores encaram o álcool. A ideia não é transformar todos os vinhos em bebidas de 6%, mas começar a olhar para a graduação alcoólica como mais um critério de escolha — ao lado da casta, da região ou do preço.</p>
<p>Para quem procura beber menos, sem abdicar do prazer de abrir uma garrafa e prolongar a refeição com um segundo copo, o vinho de teor alcoólico moderado pode estar a encontrar o seu lugar entre os dois extremos. Não elimina os efeitos do álcool, mas oferece uma alternativa prática para quem quer moderar o consumo sem deixar o vinho completamente de lado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793639]]></sapo:autor>
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		<title>Democratas dos EUA escolhem Carolina do Sul para abrir primárias presidenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 18:23:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado norte-americano da Carolina do Sul foi hoje escolhido para voltar a abrir o calendário das eleições primárias presidenciais do Partido Democrata em 2028, afastando Iowa da posição que ocupou durante décadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O estado norte-americano da Carolina do Sul foi hoje escolhido para voltar a abrir o calendário das eleições primárias presidenciais do Partido Democrata em 2028, afastando Iowa da posição que ocupou durante décadas.</P><br />
<P>A decisão foi aprovada pela Comissão de Regras e Estatutos do Comité Nacional Democrata (DNC), mas ainda terá de ser ratificada pela organização na reunião prevista para agosto.</P><br />
<P>A escolha era disputada entre Carolina do Sul e Nevada, dois estados que procuravam assegurar a posição de destaque no arranque do processo de nomeação presidencial.</P><br />
<P>A alteração do calendário foi impulsionada pelo ex-presidente Joe Biden, que defendeu a colocação da Carolina do Sul na primeira posição em 2024, depois de o estado ter desempenhado um papel decisivo na recuperação da sua candidatura presidencial nas primárias de 2020.</P><br />
<P>Os dirigentes democratas argumentaram que a Carolina do Sul representa melhor a diversidade da base eleitoral do partido, sobretudo pelo peso do eleitorado negro, considerado determinante nas vitórias democratas das últimas eleições.</P><br />
<P>&#8220;Os eleitores negros não compareceram apenas a este partido em 2020. Salvaram-nos. Salvaram todo o nosso país de Donald Trump&#8221;, afirmou Jane Kleeb, presidente do Partido Democrata no Nebraska, durante o debate.</P><br />
<P>Os defensores do Nevada sustentaram, por seu lado, que o estado reflete melhor a evolução demográfica do partido, destacando o crescente peso do eleitorado latino.</P><br />
<P>A reforma do calendário insere-se no esforço do Partido Democrata para dar maior protagonismo a estados considerados mais representativos da coligação eleitoral, substituindo o modelo tradicional liderado por Iowa e New Hampshire, dois estados com eleitorados maioritariamente brancos.</P><br />
<P>A decisão poderá ter um impacto significativo na corrida à nomeação presidencial democrata de 2028, que deverá decorrer sem um Presidente em exercício nem um favorito destacado, tornando os primeiros estados do calendário particularmente importantes para definir o impulso inicial das candidaturas e a captação de financiamento.</P><br />
<P>Já o Partido Republicano ainda não definiu o calendário das primárias, embora seja esperado que mantenha a sequência tradicional iniciada em Iowa e New Hampshire.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793788]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Alunos e professores pedem demissão do ministro em manifestação em Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 18:08:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de uma centena de alunos e professores estavam esta tarde a manifestar-se em Lisboa, em frente ao Ministério da Educação, pedindo a demissão do ministro Fernando Alexandre, após as falhas técnicas ocorridas na digitalização dos exames nacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de uma centena de alunos e professores estavam esta tarde a manifestar-se em Lisboa, em frente ao Ministério da Educação, pedindo a demissão do ministro Fernando Alexandre, após as falhas técnicas ocorridas na digitalização dos exames nacionais.   </P><br />
<P>&#8220;Está na hora está na hora do ministro ir embora&#8221;, &#8220;Governo escuta os estudantes estão em luta&#8221; eram os &#8216;slogans&#8217; mais ouvidos junto à sede do Ministério da Educação, na Avenida Infante Santo, onde foi também colocada uma tarja onde de lia: &#8220;Ministro chumbado&#8221;.</P><br />
<P>O protesto estava a decorrer vigiado por um dispositivo policial. </P><br />
<P>A manifestação é promovida pelo movimento Chumbado.pt, composto por alunos do Ensino Secundário. </P><br />
<P>Em comunicado, o movimento reivindica também que nenhum estudante seja prejudicado por &#8220;erros políticos e logísticos do Ministério da Educação&#8221; no processo de correção e classificação dos exames nacionais.</P><br />
<P>Exigem também medidas para &#8220;uma avaliação justa de todos os exames nas várias fases e a isenção das taxas de reapreciação&#8221;.</P><br />
<P>Presentes na manifestação em solidariedade com os estudantes e professores representantes dos partidos Livre, PCP e Bloco de Esquerda disseram concordar com uma comissão parlamentar de inquérito ao processo.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, quase 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital, mas o processo registou várias falhas técnicas, obrigando ao adiamento por alguns dias da divulgação das notas.</P><br />
<P>O ministro da Educação tem reconhecido os problemas e garantiu que nenhum aluno será prejudicado.</P><br />
<P></P><br />
<P></P><br />
<P>ATR/ZO // ZO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793782]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros da Sonaecom sobem 83% no primeiro semestre para 39,1 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 18:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sonaecom registou um resultado líquido de 39,1 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, o que representa uma subida de 83,1% face ao período homólogo, informou a empresa em comunicado enviado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Sonaecom registou um resultado líquido de 39,1 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, o que representa uma subida de 83,1% face ao período homólogo, informou a empresa em comunicado enviado ao mercado.</P><br />
<P>Este resultado líquido atribuível aos acionistas compara com os 21,4 milhões de euros alcançados em igual período do ano passado e é justificado sobretudo, pela &#8220;maior contribuição do método da equivalência patrimonial e a melhoria dos resultados indiretos&#8221;, segundo o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</P><br />
<P>O volume de negócios consolidado da Sonaecom atingiu os 8,6 milhões de euros no primeiro semestre, um recuo de 3,7% face ao primeiro semestre de 2025.</P><br />
<P>No primeiro semestre deste ano, o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) subiu 10,7%, em comparação com o período homólogo, para 38 milhões de euros. </P><br />
<P>No que respeita especificamente ao segundo trimestre do ano, o resultado líquido atribuível aos acionistas da Sonaecom mais do que duplicou face ao período homólogo, tendo subido 128% para 17,6 milhões de euros. </P><br />
<P>O volume de negócios consolidado caiu 7,2% entre abril e junho para 4,7 milhões de euros.</P><br />
<P>Já o EBITDA alcançou os 21,1 milhões de euros, mais 20,8% do que no período homólogo.</P><br />
<P>A Sonaecom é detentora do jornal Público e, apesar de não detalhar números, revela que, durante o segundo trimestre de 2026, &#8220;o crescimento das receitas de assinaturas foi compensado pela redução das receitas de publicidade, originando um decréscimo homólogo das receitas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A contínua disciplina na gestão de custos mitigou parcialmente o impacto na rentabilidade, que se situou abaixo do nível registado no 2T25&#8221;, acrescenta. </P><br />
<P>A Sonaecom é a maior acionista da NOS, detendo 37,37% do capital.</P><br />
<P>Na quinta-feira, a operadora de telecomunicações liderada por Miguel Almeida comunicou ao mercado que o resultado líquido, excluindo efeitos não recorrentes, subiu 13,7% no primeiro semestre, face a igual período de 2025, para 128,1 milhões de euros. </P><br />
<P></P><br />
<P>JMF (ALU) //</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793777]]></sapo:autor>
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		<title>Farminveste converte obrigações em ações e aumenta capital para 102,7 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 17:58:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Farminveste converteu obrigações em ações, tendo subsequentemente aumentado o capital social para 102,7 milhões de euros, adiantou em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Farminveste converteu obrigações em ações, tendo subsequentemente aumentado o capital social para 102,7 milhões de euros, adiantou em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</P><br />
<P>Assim, a sociedade vem comunicar que, tendo &#8220;recebido instruções de conversão de 363.642 obrigações 2022-2026, no montante total global de 1.818.210,00 euros, em ações de categoria B, o respetivo Conselho de Administração, em execução da deliberação da Assembleia Geral de 19 de maio de 2022&#8221; deliberou o &#8220;correspondente aumento do capital social&#8221;.</P><br />
<P>Este aumento de capital foi de 1.818.210,00 euros, para 102.777.550,00 euros &#8220;mediante a emissão de 363.642 novas ações de categoria B com o valor nominal unitário de 5,00 euros&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o comunicado, o capital social da Farminveste passou assim a ser de 102.777.550,00 euros, &#8220;representado por 20.555.510 ações, com o valor nominal unitário de EUR 5,00, sendo 17.500.000 ações de categoria A e 3.055.510 ações de categoria B&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793769]]></sapo:autor>
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		<title>Afinal, o que fazem os vencedores da lotaria? A resposta é bem diferente do que imagina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 17:56:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Andy Carter, consultor sénior da Allwyn, empresa responsável pelos sorteios da lotaria no Reino Unido, afirma que a maior parte dos vencedores opta por continuar a trabalhar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ganhar um grande prémio na lotaria nem sempre muda a vida da forma como a maioria das pessoas imagina. Apesar de muitos sonharem abandonar imediatamente o emprego, a realidade, garante um dos responsáveis pela empresa que gere a lotaria britânica, costuma ser bastante diferente.</p>
<p>Andy Carter, consultor sénior da Allwyn, empresa responsável pelos sorteios da lotaria no Reino Unido, afirma que a maior parte dos vencedores opta por continuar a trabalhar, ainda que, em muitos casos, reduza o horário ou aproveite a estabilidade financeira para mudar de profissão.</p>
<p>&#8220;As pessoas pensam que vão deixar de trabalhar, mas, na verdade, a maioria não deixa&#8221;, afirma Carter, citado pelo &#8216;The Sun&#8217;.</p>
<p>Segundo o responsável, o trabalho continua a desempenhar um papel importante na vida de quem ganha milhões. &#8220;Podem reduzir as horas de trabalho ou mudar de emprego, mas o trabalho dá-lhes estrutura. Dá-lhes um motivo para se levantarem de manhã&#8221;, explica.</p>
<p>O primeiro impacto de um grande prémio também costuma ser bem diferente da euforia que muitos imaginam. Carter diz que a reação mais comum é de incredulidade, sobretudo quando os prémios são atribuídos através de plataformas digitais.</p>
<p>&#8220;As pessoas entram em choque e desconfiam que possa tratar-se de um golpe. Só quando lhes explicamos as medidas de segurança e começam a confirmar os números é que essa sensação desaparece&#8221;, refere.</p>
<p>O responsável da Allwyn considera ainda que o dinheiro, por si só, não transforma as pessoas. &#8220;O dinheiro não muda as pessoas. Apenas lhes dá mais opções&#8221;, afirma, sublinhando que um grande prémio acaba por influenciar igualmente familiares e amigos dos vencedores.</p>
<p>Outra mudança que diz ter observado ao longo dos anos prende-se com a forma como os prémios são gastos. Segundo Andy Carter, os bens de luxo perderam protagonismo e muitos vencedores preferem hoje investir em experiências e viagens em vez de acumular objetos de elevado valor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793770]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil proíbe produção e comercialização de &#8216;foie gras&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 17:48:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente brasileiro, Lula da Silva, aprovou hoje o projeto de lei que torna ilegal o fabrico e a comercialização de alimentos produzidos a partir do método de alimentação forçada de animais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente brasileiro, Lula da Silva, aprovou hoje o projeto de lei que torna ilegal o fabrico e a comercialização de alimentos produzidos a partir do método de alimentação forçada de animais.</P><br />
<P>A proposta foca principalmente o &#8216;foie gras&#8217;, o fígado gordo de gansos e patos, e passa a vigorar de facto daqui a 180 dias.</P><br />
<P>A proibição vale tanto para as mercadorias comercializadas in natura quanto para os enlatados.</P><br />
<P>Segundo a nova lei, publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União, &#8220;alimentação forçada refere-se a qualquer método, mecânico ou manual, que consista em forçar a ingestão de alimento ou de suplementos alimentares além do limite de satisfação natural do animal&#8221;.</P><br />
<P>A lei cita, por exemplo, a utilização de qualquer tipo de &#8220;apetrechos para despejar o alimento diretamente na garganta, no esófago, no papo ou no estômago do animal&#8221;.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa, o deputado federal Fred Costa, autor do projeto de lei, destacou que o Brasil é o segundo país do mundo a proibir o &#8216;foie gras&#8217;, sendo a Índia o primeiro.</P><br />
<P>&#8220;Que essa lei possa ser um exemplo para outros países evitando então a dor de patos e gansos. Para quem acha isso normal, basta se colocar no lugar desses seres vivos que têm sentimentos e sentem dor&#8221;, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Imagine você ser alimentado por um tubo inserido através da sua boca, e você ser obrigado a ingerir cinco vezes mais comida do que você necessita diariamente&#8221;, referiu como exemplo.</P><br />
<P>&#8220;Então, fazer essa analogia já demonstra o quanto esses animais sofriam para que poucos tivessem essa iguaria&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793762]]></sapo:autor>
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		<title>A nova arma de Espanha contra os incêndios: um líquido ecológico que promete revolucionar o combate às chamas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 17:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Produto chama-se Ecofire e, segundo descreve o 'El Economista', trata-se de um fluido à base de água, composto por substâncias orgânicas, concebido para aumentar a eficácia no combate aos incêndios florestais e reduzir o consumo de água]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto dezenas de incêndios florestais continuam a lavrar em vários pontos de Espanha, obrigando à mobilização de centenas de bombeiros, militares e meios de proteção civil, uma tecnologia desenvolvida no país está a ganhar destaque como uma possível aliada no combate às chamas.</p>
<p>O produto chama-se Ecofire e, segundo descreve o &#8216;El Economista&#8217;, trata-se de um fluido à base de água, composto por substâncias orgânicas, concebido para aumentar a eficácia no combate aos incêndios florestais e reduzir o consumo de água.</p>
<p>De acordo com os responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia, o Ecofire pode ser pulverizado sobre vegetação, animais e pessoas sem provocar danos para o ecossistema, funcionando tanto no combate direto às chamas como na prevenção da sua propagação.</p>
<p>Os testes técnicos citados pela publicação indicam que o produto poderá ser entre 30 e 40 vezes mais eficaz do que a água convencional no processo de extinção de incêndios, permitindo controlar os focos de fogo com maior rapidez.</p>
<p>Segundo a explicação avançada pelos seus criadores, o funcionamento do Ecofire baseia-se no seu comportamento termodinâmico. Quando a mistura atinge os 100 graus Celsius, forma uma camada isolante sólida que adere ao material em combustão, criando uma barreira que dificulta a propagação do fogo.</p>
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@ecofire.fighting/video/7566188508927511811" data-video-id="7566188508927511811" style="max-width: 605px;min-width: 325px;" >
<section> <a target="_blank" title="@ecofire.fighting" href="https://www.tiktok.com/@ecofire.fighting?refer=embed" rel="noopener">@ecofire.fighting</a> Hoy volvemos a poner a prueba EcoFire con NEUMÁTICOS 🔥 Sin protección, el fuego avanza rápido. Con EcoFire, se crea una barrera que bloquea el calor y detiene su propagación. 💚 Sin humo tóxico. 🌍 Sin dañar el medio ambiente. 🧯 Seguro para personas y animales. Una protección segura y ecológica para lo que más importa. <a title="ecofire" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ecofire?refer=embed" rel="noopener">#ecofire</a> <a title="incendios" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/incendios?refer=embed" rel="noopener">#incendios</a> <a title="extintor" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/extintor?refer=embed" rel="noopener">#extintor</a> <a title="prevencion" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/prevencion?refer=embed" rel="noopener">#prevencion</a> <a target="_blank" title="♬ sonido original  - Ecofire Fighting" href="https://www.tiktok.com/music/sonido-original-Ecofire-Fighting-7566188529043114774?refer=embed" rel="noopener">♬ sonido original  &#8211; Ecofire Fighting</a> </section>
</blockquote>
<p> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script></p>
<p>Outra das vantagens apontadas é a redução significativa da quantidade de água necessária para combater os incêndios, o que poderá aumentar a autonomia das operações e diminuir os riscos enfrentados pelos bombeiros no terreno.</p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; refere ainda que o sistema é compatível com os veículos e equipamentos atualmente utilizados pelas corporações de bombeiros, dispensando alterações nos camiões ou nos sistemas de combate a incêndios já existentes.</p>
<p>Numa altura em que Espanha enfrenta um verão particularmente exigente em matéria de incêndios florestais, tecnologias como o Ecofire procuram oferecer novas ferramentas para responder a fenómenos cada vez mais frequentes e intensos, embora a sua eficácia em larga escala continue a depender da utilização operacional e dos resultados obtidos no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793761]]></sapo:autor>
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		<title>Escala a vedação da prisão de Santa Cruz do Bispo, chega à rua&#8230; mas a fuga dura apenas alguns instantes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/escala-a-vedacao-da-prisao-de-santa-cruz-do-bispo-chega-a-rua-mas-a-fuga-dura-apenas-alguns-instantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 17:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Cruz do Bispo]]></category>
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					<description><![CDATA[Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) explica que a tentativa de fuga ocorreu pelas 15h25, quando o recluso seguia para a lavandaria para transportar roupa suja]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um recluso de 39 anos tentou fugir, esta sexta-feira à tarde, do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos. O homem conseguiu escalar a vedação e chegar à rua, mas acabou recapturado poucos instantes depois no edifício da Casa do Povo da freguesia, avança o &#8216;<a href="https://www.jn.pt/justica/artigo/recluso-de-santa-cruz-do-bispo-em-fuga-conseguiu-chegar-a-rua-mas-foi-recapturado/18109532?utm_source=egoi&#038;utm_medium=push&#038;utm_term=18109532" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>&#8216;.</p>
<p>Em comunicado, a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) explica que a tentativa de fuga ocorreu pelas 15h25, quando o recluso seguia para a lavandaria para transportar roupa suja.</p>
<p>Segundo a DGRSP, o homem conseguiu furtar-se momentaneamente à vigilância dos guardas prisionais, escalou a rede de vedação, acedeu ao telhado da lavandaria e saltou para o exterior do estabelecimento prisional.</p>
<p>Ainda assim, a fuga foi acompanhada desde o primeiro momento pelos elementos do Corpo da Guarda Prisional, que acabaram por intercetar o recluso pouco depois no edifício vizinho da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo.</p>
<p>O homem cumpre uma pena de nove anos de prisão pelos crimes de roubo agravado, coação agravada na forma tentada e violência depois da subtração. Segundo a DGRSP, atingirá os dois terços da pena em novembro de 2026.</p>
<p>Após a recaptura, o recluso foi colocado em medida cautelar de confinamento enquanto decorre o respetivo processo disciplinar e é analisada a sua transferência para um regime de segurança.</p>
<p>Em comunicado, a DGRSP acrescenta que o recluso se encontrava colocado no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo por questões de saúde.</p>
<p>A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais informa ainda que a ocorrência está a ser investigada pelo Serviço de Auditoria e Inspeção (Norte), coordenado por uma magistrada do Ministério Público em comissão de serviço.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793758]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Operação Marquês: Estado português nega junto da Europa violação de direitos de Sócrates</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/operacao-marques-estado-portugues-nega-junto-da-europa-violacao-de-direitos-de-socrates/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 17:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[José Sòcrates]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estado português negou junto do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) que o antigo primeiro-ministro José Sócrates tenha tido os direitos violados no processo Operação Marquês, revelou hoje o Ministério da Justiça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Estado português negou junto do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) que o antigo primeiro-ministro José Sócrates tenha tido os direitos violados no processo Operação Marquês, revelou hoje o Ministério da Justiça.</P><br />
<P>&#8220;O Estado português considera não ter ocorrido qualquer violação da Convenção Europeia dos Direitos Humanos. Foi nesse sentido que apresentou resposta a todas as questões apresentadas pelo TEDH, tendo submetido, dentro do prazo fixado (23 de julho de 2026), as respetivas Observações, acompanhadas dos meios de prova considerados pertinentes&#8221;, informou, em resposta à Lusa, fonte oficial do Ministério da Justiça.</P><br />
<P>O chefe de Governo entre 2005 e 2011 apresentou, em 01 de julho de 2025, uma queixa no TEDH contra o Estado português pela alegada violação dos seus direitos no processo Operação Marquês, no qual é arguido desde novembro de 2014 e cujo julgamento decorre desde 03 de julho de 2025 em Lisboa.</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte, em 02 de abril de 2026, o Estado português foi questionado pelo TEDH sobre três temas: a &#8220;duração do processo penal&#8221;, a &#8220;violação da vida privada por fugas de informação&#8221;, e a &#8220;existência de um recurso interno efetivo&#8221;, designadamente em sede dos tribunais administrativos nacionais.</P><br />
<P>Dias mais tarde, José Sócrates considerou, numa conferência de imprensa em Bruxelas (Bélgica), que o facto de o TEDH ter pedido estes esclarecimentos constituiu uma &#8220;vitória judicial&#8221; e foi uma &#8220;decisão a todos os títulos extraordinária&#8221;, afirmando que &#8220;mais de 90%&#8221; das queixas apresentadas junto deste tribunal europeu costumam ser rejeitadas.</P><br />
<P>Já em junho de 2026, o Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa condenou o Estado português a indemnizar o antigo primeiro-ministro em 15 mil euros por má administração da justiça no processo Operação Marquês, de modo a compensar José Sócrates pelos danos sofridos em virtude da &#8220;divulgação de informações sujeitas a segredo de justiça&#8221; por órgãos do Estado durante o inquérito, concluído em outubro de 2017.</P><br />
<P>A sentença, resultante de uma queixa apresentada em fevereiro de 2017 pelo ex-governante socialista, vai ser objeto de recurso por parte do Ministério Público, anunciou então a Procuradoria-Geral da República, e, por isso, não é definitiva.</P><br />
<P>No julgamento que decorre desde 03 de julho de 2025 no Tribunal Central Criminal de Lisboa e sem data para terminar, José Sócrates e outros 20 arguidos respondem por corrupção e outros crimes económico-financeiros alegadamente cometidos entre 2005 e 2014, negando todos, em geral, ter praticado qualquer ilegalidade.</P><br />
<P></P><br />
<P>IB/RCV (TA) // ZO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793743]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ser despedido em papel timbrado com o Mr. Incredible? Sim, aconteceu na Pixar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 17:25:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pixar]]></category>
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					<description><![CDATA[Estúdios de animação da Pixar notificaram o Estado da Califórnia de que vão despedir 108 trabalhadores da sede de Emeryville, no âmbito de uma nova ronda de cortes levada a cabo pela Disney]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma carta de despedimento já é, por si só, um momento difícil. Mas, na Pixar, mais de uma centena de trabalhadores receberam a notícia através de um documento oficial com a imagem da Mrs. Incredible no cabeçalho — um detalhe que rapidamente gerou críticas e comentários nas redes sociais.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, os estúdios de animação da Pixar notificaram o Estado da Califórnia de que vão despedir 108 trabalhadores da sede de Emeryville, no âmbito de uma nova ronda de cortes levada a cabo pela Disney.</p>
<p>A comunicação foi feita através do procedimento obrigatório previsto na legislação da Califórnia, mas o que chamou a atenção foi o papel timbrado utilizado: no logótipo da Pixar, a letra &#8220;I&#8221; surge substituída pela personagem Mrs. Incredible (Elastigirl), de Os Incríveis, numa imagem em que aparece de braços na cintura.</p>
<p>O detalhe foi considerado particularmente irónico por muitos fãs, já que Os Incríveis, lançado em 2004, começa precisamente com Mr. Incredible a perder o emprego, antes de regressar mais tarde à ação como super-herói.</p>
<p>Até ao momento, a Disney não comentou a utilização deste papel timbrado nem a controvérsia que se gerou em torno da comunicação dos despedimentos.</p>
<p>Segundo a documentação entregue às autoridades da Califórnia, a maioria dos trabalhadores deixará a empresa a 26 de setembro.</p>
<p>Os cortes atingem sobretudo funções criativas, incluindo 23 diretores técnicos e nove artistas de storyboard, entre outros profissionais ligados à produção.</p>
<p>De acordo com o &#8216;The Independent&#8217;, esta vaga de despedimentos integra um plano mais vasto de redução de custos da Disney, que deverá afetar mais de mil trabalhadores em diferentes áreas do grupo, incluindo a ESPN, a Disney Entertainment Television e a National Geographic.</p>
<p>A reestruturação faz parte da estratégia &#8220;One Disney&#8221;, destinada a simplificar a organização e reduzir custos operacionais.</p>
<p>Embora a Pixar continue a preparar alguns dos seus projetos mais aguardados — entre eles Gatto, previsto para 2027, e Os Incríveis 3, anunciado para 2028 —, fontes citadas pelo TheWrap admitem que os despedimentos poderão estar relacionados com o desempenho abaixo das expectativas de Hoppers, estreado em março, que terá apenas recuperado os custos de produção.</p>
<p>Não é a primeira vez que a Pixar reduz a sua equipa. Em 2024, o estúdio eliminou cerca de 175 postos de trabalho, o equivalente a aproximadamente 14% da força laboral, numa reorganização que marcou o regresso da empresa ao foco nas longas-metragens para cinema, em detrimento das produções destinadas às plataformas de streaming.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793748]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Esperamos que não seja um desastre&#8221;: União Europeia prepara-se para incêndios cada vez mais &#8220;brutais&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[União europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Alerta surge numa altura em que Espanha e França recorreram ao Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia para reforçar os meios de combate aos incêndios]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia mobilizou sete aeronaves da reserva estratégica rescEU para apoiar o combate aos incêndios florestais que atingem Espanha e França, ao mesmo tempo que alertou para um futuro marcado por fenómenos meteorológicos extremos cada vez mais frequentes e intensos.</p>
<p>&#8220;Estamos a preparar-nos para uma situação grave, porque estes eventos climáticos extremos serão mais frequentes, mais severos e mais brutais. Esperamos que não se transforme num desastre, mas estamos a preparar-nos para isso&#8221;, afirmou uma porta-voz da Comissão Europeia.</p>
<p>O alerta surge numa altura em que Espanha e França recorreram ao Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia para reforçar os meios de combate aos incêndios.</p>
<p>Em resposta aos pedidos de ajuda, Bruxelas mobilizou quatro aviões para Espanha e três aviões, além de dois helicópteros, para França, recorrendo à reserva estratégica rescEU.</p>
<p>As aeronaves não partiram de Bruxelas, mas sim de vários Estados-membros onde permanecem estacionadas ao longo do ano, incluindo Grécia, Itália, Portugal, Croácia, Chéquia e Eslováquia, sendo destacadas sempre que um país necessita de apoio.</p>
<p>A comissária europeia para a Gestão de Crises, Hadja Lahbib, confirmou a ativação do mecanismo comunitário, que permite coordenar recursos entre os Estados-membros e recorrer à reserva estratégica quando os meios nacionais se revelam insuficientes.</p>
<p>O aviso da Comissão foi divulgado um dia depois de um estudo da iniciativa científica World Weather Attribution concluir que a seca que afeta a Europa neste verão resulta sobretudo das temperaturas excecionalmente elevadas, mais do que da falta de precipitação.</p>
<p>Também o Serviço de Alterações Climáticas Copernicus confirmou, no início de julho, que a Europa Ocidental registou o mês de junho mais quente desde que há registos, associando essa vaga de calor ao aumento do risco de incêndios florestais, especialmente na Península Ibérica e no sul de França.</p>
<p>Segundo Bruxelas, este verão corresponde ao maior destacamento preventivo alguma vez realizado pela União Europeia. Estão pré-posicionados 22 aviões, cinco helicópteros e 777 bombeiros provenientes de 14 países para responder rapidamente às emergências nas zonas de maior risco.</p>
<p>A Comissão recorda ainda que investiu cerca de 600 milhões de euros na aquisição de 12 novos aviões de combate a incêndios, que começarão a entrar ao serviço a partir de 2027 e ficarão distribuídos por Croácia, Espanha, França, Grécia, Itália e Portugal.</p>
<p>Paralelamente, foi ativado o sistema europeu de observação por satélite Copernicus, que permite acompanhar a evolução dos incêndios em tempo quase real, mapear as áreas ardidas e disponibilizar informação às autoridades responsáveis pelo combate às chamas.</p>
<p>Para Bruxelas, a crescente intensidade das vagas de calor e dos incêndios exige uma resposta europeia cada vez mais robusta, numa altura em que as projeções apontam para verões progressivamente mais extremos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793726]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: E-Redes com custo de cerca de 110 M€ na reposição da rede de energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:50:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[10º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road]]></category>
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					<description><![CDATA[O custo da reposição da rede energia elétrica, na sequência da depressão Kristin, que atingiu sobretudo a região Centro do país, é de cerca de 110 milhões de euros (ME), revelou hoje à agência Lusa a E-Redes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O custo da reposição da rede energia elétrica, na sequência da depressão Kristin, que atingiu sobretudo a região Centro do país, é de cerca de 110 milhões de euros (ME), revelou hoje à agência Lusa a E-Redes.</P><br />
<P>&#8220;As estimativas atualizadas apontam para um impacto de cerca de 110 ME na reposição da rede, incluindo medidas para aumentar a sua resiliência&#8221;, refere a E-Redes, ressalvando que o &#8220;valor pode vir a ser alterado, nomeadamente na sequência de indicações que decorram do estudo que o Governo determinou que fosse executado pela DGEG [Direção-Geral de Energia e Geologia], o qual incide precisamente sobre resiliência&#8221;.</P><br />
<P>A E-Redes é a principal operadora da rede de distribuição de energia elétrica em Portugal Continental das redes de alta, média e baixa tensão.</P><br />
<P>Em 28 de janeiro, a depressão Kristin provocou estragos &#8220;extensos e profundos&#8221; na rede elétrica nacional, &#8220;com impacto em todos os níveis de tensão e respetivos ativos de rede&#8221;.</P><br />
<P>Nesse dia, a E-Redes divulgou ter verificado &#8220;um pico de cerca de um milhão de clientes afetados às 06:00 da manhã&#8221;, sendo que, uma hora depois, estavam cerca de 855 mil clientes sem energia, &#8220;sendo os principais distritos impactados Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Portalegre, Leiria, Santarém e Setúbal&#8221;.</P><br />
<P>Quase um mês depois, em 26 de fevereiro, a EDP, grupo que integra a E-Redes, anunciou ter restabelecido a energia a 100% dos clientes afetados pelas tempestades.</P><br />
<P>Na informação hoje enviada à Lusa, a E-Redes sustenta que &#8220;o impacto foi registado em cerca de 6.000 quilómetros de rede&#8221;, dos quais se estima que &#8220;mais de 500 quilómetros requeira reparação ou substituição de condutores, postes e outros ativos&#8221;.</P><br />
<P>Estão também contabilizados &#8220;5.300 postes/apoios a requerer reparação ou substituição e 47 subestações com danos na infraestrutura, das quais 24 registaram impedimentos de alimentação na sequência da tempestade Kristin&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, estão executados aproximadamente 65 ME, dos quais a alta tensão representa cerca de 30%, a média tensão 50% e a baixa tensão 20%&#8221;, esclarece.</P><br />
<P>Na baixa tensão, &#8220;embora o impacto financeiro seja menor, está em causa um número muito significativo de intervenções distribuídas pelo território&#8221;, explica, assinalando que, &#8220;por oposição, na alta tensão, as intervenções são em menor número, mais complexas e envolvem vários municípios&#8221;.</P><br />
<P>A E-Redes, liderada por José Ferrari Careto, nota que &#8220;o distrito de Leiria representa cerca de 45% do impacto financeiro, Santarém 20%, Coimbra 10% e Castelo Branco 10%, com o restante distribuído por outros distritos em zonas limítrofes dos anteriores e/ou afetados pela sequência de tempestades que atingiu a quase totalidade do território de Portugal Continental&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os ativos em causa estão cobertos por seguro de danos materiais decorrentes de eventos da natureza, do tipo tempestade Kristin. Os ativos cobertos correspondem às linhas, postos de corte e seccionamento/transformação, iluminação pública, subestações, edifícios e respetivo conteúdo&#8221;, adianta.</P><br />
<P>A empresa faz ainda saber que reembolsou gastos registados por municípios.</P><br />
<P>&#8220;O alcance do impacto das tempestades determinou a necessidade de estreita colaboração e articulação permanentes com os municípios em várias atividades, nomeadamente, no caso de alguns dos municípios afetados, no apoio à logística de abastecimento de combustível para alguns geradores, com vista a assegurar o seu funcionamento sem interrupções&#8221;, afirma a E-Redes.</P><br />
<P>A empresa refere que esses custos &#8220;foram reembolsados pela E-Redes, no valor de cerca de 800 mil euros&#8221;.</P><br />
<P>Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março na sequência da passagem das depressões Kristin, em 28 de janeiro, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metades das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.</P><br />
<P>Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793724]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky vai encontrar-se com Trump em Washington na terça-feira, indica Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, vai reunir-se na terça-feira com o homólogo norte-americano, Donald Trump, em Washington, afirmou hoje um responsável da Casa Branca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, vai reunir-se na terça-feira com o homólogo norte-americano, Donald Trump, em Washington, afirmou hoje um responsável da Casa Branca.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente Zelensky deverá reunir-se com o Presidente Trump na Casa Branca na terça-feira&#8221;, disse o responsável, sob condição de anonimato à agência de notícias France-Presse (AFP). </P><br />
<P>Este encontro entre Trump e Zelensky terá lugar no mesmo dia em que se realizará em Washington a cerimónia em homenagem ao senador republicano Lindsey Graham, um reconhecido defensor da causa ucraniana, que morreu no passado dia 11 de julho, aos 71 anos.</P><br />
<P>Kiev ainda não confirmou o encontro entre os dois líderes. </P><br />
<P>A última reunião entre os dois chefes de Estado foi em Ancara, na Turquia, por ocasião da cimeira da NATO.</P><br />
<P>Nesse último encontro, Trump deu autorização a Kiev para produzir mísseis para os sistemas de defesa aérea Patriot norte-americanos, um pedido reiterado de Zelensky.</P><br />
<P>A confirmar-se a reunião de terça-feira, ocorrerá também num contexto em que a Rússia tem sido mais permeável aos bombardeamentos ucranianos, que têm atingido refinarias de petróleo e impossibilitado Moscovo de exportar petróleo e gerando mesmo uma escassez generalizada de combustíveis no país.</P><br />
<P>Além de refinarias, Kiev tem atacado também empresas retalhistas como a Wildberries, a gigante de comércio eletrónico russo equiparada à norte-americana Amazon.</P><br />
<P>Além de venderem produtos de consumo civil na Rússia, estas empresas também comercializam cabos de fibra ótica utilizados em drones e outros materiais utilizados pelos soldados russos na linha da frente.</P><br />
<P>Mas se a Rússia tem estado mais vulnerável às &#8220;sanções de longo alcance&#8221;, como Zelensky tem designado estes ataques, também a capital ucraniana, Kiev, tem sido atingida com mais frequência por mísseis balísticos devido à escassez de mísseis Patriot.</P><br />
<P>Hoje de manhã, o líder ucraniano confirmou a morte de 11 pessoas e dezenas de feridos na sequência de novos ataques contra a capital ucraniana e Sloviansk.</P><br />
<P>Numa mensagem divulgada nas redes sociais, Zelensky acusou Moscovo de ter abandonado &#8220;há muito tempo qualquer consideração pelas normas internacionais e pelos valores humanos&#8221; e defendeu que a Rússia deve ser responsabilizada pelos ataques.</P><br />
<P>Na quinta-feira, Zelensky reuniu-se com a empresa de armamento norte-americana Raytheon, que produz mísseis PAC-3 para os Patriot, e anunciou um acordo que possibilitará Kiev produzir este armamento defensivo.</P><br />
<P>No panorama diplomático, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, e o homólogo norte-americano, Marco Rubio, reuniram-se esta semana em Manila à margem de uma reunião da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).</P><br />
<P>Tanto o lado norte-americano como o russo afirmaram que um acordo está longe de ser alcançado para pôr fim ao conflito.</P><br />
<P>Os enviados especiais de Trump, Jared Kushner e Steve Witkoff, deverão viajar nos próximos dias a Moscovo para retomar a mediação do conflito, segundo afirmou o porta-voz do Kremlin (presidência russa), Dmitri Peskov, na quinta-feira.</P><br />
<P>Zelensky, que se reuniu com Kushner e Witkoff na quarta-feira, afirmou que prevê que as negociações com a Rússia possam ser retomadas no outono.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793699]]></sapo:autor>
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		<title>Terá Boris Johnson travado um acordo de paz na Ucrânia? Kremlin recupera velha acusação, mas não apresenta provas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Boris Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Johnson "sabotou" um acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia depois de receber uma doação de um milhão de libras de um empresário ligado à indústria dos drones militares, acusa Kremlin
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O enviado especial do Kremlin, Kirill Dmitriev, voltou a divulgar uma das narrativas mais repetidas por Moscovo desde o início da guerra na Ucrânia: a de que o antigo primeiro-ministro britânico Boris Johnson terá impedido um acordo de paz entre Kiev e Moscovo. No entanto, segundo uma verificação de factos da &#8216;Euronews&#8217;, não existem provas que sustentem essa alegação.</p>
<p>A polémica surgiu após Dmitriev publicar, a 21 de julho, uma mensagem na rede social X onde afirmava que Johnson &#8220;sabotou&#8221; um acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia depois de receber uma doação de um milhão de libras de um empresário ligado à indústria dos drones militares.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Just a kind reminder that Boris Johnson sabotaged the ready-to-be-signed Russia-Ukraine peace deal after he received a £1 million donation from a military drone manufacturer. <a href="https://t.co/EjiID83Qkd">https://t.co/EjiID83Qkd</a></p>
<p>&mdash; Kirill Dmitriev (@kadmitriev) <a href="https://x.com/kadmitriev/status/2079466659136340172?ref_src=twsrc%5Etfw">July 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, a referência diz respeito ao empresário britânico Christopher Harborne, investidor e financiador político que, em novembro de 2022 — já depois de Boris Johnson ter abandonado o cargo de primeiro-ministro — doou um milhão de libras ao antigo líder conservador.</p>
<p>O facto de a doação ter ocorrido meses após o fim do mandato de Johnson é um dos elementos que contrariam a narrativa divulgada pelo responsável russo, uma vez que as negociações de paz de Istambul decorreram em março de 2022.</p>
<p>A alegação ganhou força na comunicação social russa depois de o The Guardian revelar, em 2025, que Harborne acompanhou Johnson numa visita à Ucrânia em setembro de 2023 e financiou posteriormente o seu gabinete.</p>
<p>Contudo, segundo a Euronews, a investigação do jornal britânico centrou-se em questões de transparência relacionadas com a doação e a viagem, sem concluir que existisse qualquer ligação entre esse apoio financeiro e as negociações de paz entre Moscovo e Kiev.</p>
<p>Apesar disso, meios de comunicação estatais russos utilizaram essa reportagem para afirmar que Johnson teria recebido dinheiro para impedir um acordo entre a Rússia e a Ucrânia, uma conclusão que não consta da investigação original.</p>
<p>Também o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, rejeitou repetidamente esta versão dos acontecimentos.</p>
<p>Numa entrevista concedida ao The Guardian em fevereiro de 2025, Zelensky classificou como &#8220;ilógicas&#8221; as alegações de que Boris Johnson o teria pressionado a abandonar as negociações de Istambul.</p>
<p>&#8220;Houve várias propostas com ultimatos e nunca lhes dei o meu aval&#8221;, afirmou o chefe de Estado ucraniano, acrescentando que nunca fez sentido atribuir ao antigo primeiro-ministro britânico a responsabilidade pelo fracasso das conversações.</p>
<p>O próprio Boris Johnson já descreveu estas acusações como &#8220;propaganda russa&#8221;. Desde o início da invasão, o antigo líder conservador realizou várias visitas à Ucrânia, tanto enquanto primeiro-ministro como depois de deixar Downing Street.</p>
<p>Segundo a Euronews, a narrativa de que o Ocidente terá impedido um acordo de paz continua a ser utilizada pelo Kremlin para procurar transferir para os aliados de Kiev a responsabilidade pelo prolongamento da guerra, apesar de essa versão dos acontecimentos não ser sustentada pelas provas conhecidas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793693]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha no &#8216;vermelho&#8217; com Galp Energia a perder 4,44%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[galp]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno negativo, com o PSI a recuar 0,41% para 9.215,11 pontos, contrariando a tendência das restantes praças europeias, com a Galp Energia a liderar as perdas, ao recuar 4,44%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno negativo, com o PSI a recuar 0,41% para 9.215,11 pontos, contrariando a tendência das restantes praças europeias, com a Galp Energia a liderar as perdas, ao recuar 4,44%.  </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, sete fecharam a última sessão da semana no &#8216;vermelho&#8217;, sete no &#8216;verde&#8217; e a Jerónimo Martins e a Sonae SGPS, inalteradas a cotar nos, 16,81 euros e nos 2,05 euros, respetivamente.</P><br />
<P>Pelas restantes principais europeias, o espanhol IBEX-35 somou 1,65%, o alemão DAX subiu 1,36%, o britânico FTSE 100 avançou 0,91% e o francês CAC-40 valorizou 0,88%. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793689]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Atenção à nova burla do falso acidente: PSP alerta para esquema que já roubou mais de 200 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[PSP explica que, embora o número de denúncias tenha diminuído no primeiro semestre deste ano, o esquema evoluiu e pode provocar prejuízos muito superiores aos da versão tradicional da fraude]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia de Segurança Pública (PSP) alerta para uma nova variante da burla do falso acidente que, segundo a força de segurança, já permitiu aos burlões desviar mais de 200 mil euros em apenas 50 ocorrências analisadas.</p>
<p>Em comunicado, a PSP explica que, embora o número de denúncias tenha diminuído no primeiro semestre deste ano, o esquema evoluiu e pode provocar prejuízos muito superiores aos da versão tradicional da fraude.</p>
<p>Segundo a PSP, entre janeiro e junho de 2026 foram registadas 140 denúncias de burla por falso acidente, menos 24,3% do que as 185 participações registadas no mesmo período de 2025.</p>
<p>Em comunicado, a polícia considera que esta redução representa uma inversão da tendência de crescimento registada nos últimos anos, depois de as denúncias terem aumentado 78% em 2025 face ao ano anterior.</p>
<p>A PSP atribui esta evolução ao reforço das campanhas de sensibilização e à maior atenção dos cidadãos, sobretudo da população idosa, que continua a ser o principal alvo deste tipo de crime.</p>
<p><strong>Como funciona a burla</strong></p>
<p>Segundo a PSP, os suspeitos abordam habitualmente as vítimas em parques de estacionamento de superfícies comerciais, alegando um embate na viatura ou um atropelamento.</p>
<p>Depois, exigem o pagamento imediato de uma indemnização em dinheiro, recorrendo à pressão psicológica, intimidação ou manipulação, tentando evitar que a vítima contacte a polícia ou acione o seguro.</p>
<p>Para tornar a fraude mais credível, chegam a simular dores físicas, danos no veículo ou telefonemas para falsas oficinas e seguradoras que confirmariam o alegado valor da reparação.</p>
<p><strong>A nova variante preocupa a PSP</strong></p>
<p>Em comunicado, a PSP revela que os burlões estão agora a recorrer a um método mais sofisticado.</p>
<p>Depois de convencerem a vítima a introduzir o código PIN num terminal de pagamento portátil, alegando tratar-se do pagamento da indemnização, trocam discretamente o cartão bancário por outro semelhante, pertencente a uma vítima anterior.</p>
<p>De seguida, utilizam o cartão verdadeiro em caixas multibanco para levantar quantias elevadas antes de o titular conseguir bloquear a conta.</p>
<p>Segundo a PSP, esta variante já permitiu subtrair mais de 200 mil euros nas primeiras 50 ocorrências analisadas pelo Departamento de Investigação Criminal.</p>
<p><strong>Como se pode proteger</strong></p>
<p>A PSP aconselha os cidadãos a nunca efetuarem qualquer pagamento por um acidente que sabem não ter provocado e a desconfiarem de quem insiste em receber dinheiro no momento, recusando contactar as autoridades ou recorrer ao seguro.</p>
<p>A polícia recomenda ainda que nunca sejam entregues cartões bancários a desconhecidos nem seja introduzido o código PIN em terminais ou equipamentos apresentados fora de estabelecimentos comerciais legítimos.</p>
<p>Caso o cartão tenha sido entregue, a PSP aconselha a confirmar imediatamente se o cartão devolvido é efetivamente o seu.</p>
<p>Sempre que exista suspeita de burla, a força de segurança recomenda contactar de imediato a PSP, evitar qualquer pagamento sem antes falar com um familiar ou pessoa de confiança e, sempre que possível, recolher informação sobre os suspeitos e a viatura utilizada.</p>
<p>A PSP apela ainda à denúncia de todas as situações, sublinhando que quanto mais rapidamente os factos forem comunicados às autoridades, maiores são as possibilidades de identificar os autores destes crimes.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793688]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>“Durmo entre zero e três horas por dia”: publicação da primeira-ministra japonesa transforma-se num desastre político&#8230; e acaba sob chuva de críticas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/durmo-entre-zero-e-tres-horas-por-dia-publicacao-da-primeira-ministra-japonesa-transforma-se-num-desastre-politico-e-acaba-sob-chuva-de-criticas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Sanae Takaichi]]></category>
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					<description><![CDATA[Mensagem nas redes sociais, publicada no passado dia 20, acumulou dezenas de milhares de reações e milhares de comentários, muitos deles críticos da imagem de dedicação extrema que a líder japonesa procurou transmitir]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma publicação da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, nas redes sociais, destinada a demonstrar a sua dedicação ao cargo, acabou por desencadear uma onda de críticas e reacendeu a polémica em torno do seu Governo.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, Takaichi escreveu na rede social X que tem dormido &#8220;entre zero e três horas por dia&#8221; desde o início de julho, explicando que passa os dias a analisar documentos oficiais e as poucas horas livres a tratar das tarefas domésticas, como lavar roupa, limpar a casa, coser roupa e lavar a loiça.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="ja" dir="ltr">7月に入ってからの土日は、公邸で『骨太方針』『日本成長戦略』『地域未来戦略』に関する分厚い資料を早朝から深夜まで読み続け、2週目は与党審査で加筆修正された部分を熟読検討するなど、高市内閣が初めて骨太方針や概算要求段階から関われる令和９年度予算や本格的に取り組める中長期の成長戦略に向…</p>
<p>&mdash; 高市早苗 (@takaichi_sanae) <a href="https://x.com/takaichi_sanae/status/2079198063672098918?ref_src=twsrc%5Etfw">July 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A mensagem, publicada no passado dia 20, acumulou dezenas de milhares de reações e milhares de comentários, muitos deles críticos da imagem de dedicação extrema que a líder japonesa procurou transmitir.</p>
<p>Vários utilizadores acusaram Takaichi de glorificar uma cultura de excesso de trabalho que há décadas é alvo de críticas no Japão, onde fenómenos como o karoshi — morte por excesso de trabalho — continuam a preocupar especialistas e autoridades.</p>
<p>Outros consideraram que a publicação procura desviar atenções da queda da popularidade do Governo e das polémicas que têm marcado os últimos meses.</p>
<p>Uma das respostas mais partilhadas foi a de uma trabalhadora com deficiência, utilizadora de cadeira de rodas, que descreveu a sua própria rotina exaustiva e afirmou que continua, silenciosamente, a pagar os impostos que sustentam o Estado. &#8220;Quando vejo publicações como a sua, não consigo deixar de pensar: não é isso o óbvio?&#8221;, escreveu.</p>
<p>Outros utilizadores sugeriram que a primeira-ministra deveria delegar parte das tarefas domésticas e concentrar-se na resolução dos problemas que mais preocupam os japoneses, como a desvalorização do iene e o aumento do custo de vida.</p>
<p>A controvérsia surge numa altura em que a popularidade de Takaichi continua a cair. Depois de ter iniciado o mandato com uma taxa de aprovação próxima dos 70%, uma sondagem recente do Mainichi Shimbun indica que esse valor desceu para 41%.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, a pressão política aumentou ainda mais devido às acusações de que um assessor próximo da primeira-ministra terá recorrido a vídeos gerados por inteligência artificial para desacreditar adversários internos durante a disputa pela liderança do Partido Liberal Democrático, em 2025.</p>
<p>Takaichi nega qualquer envolvimento. Esta semana apresentou um documento assinado pelo assessor Takeshi Kinoshita, no qual este rejeita ter criado ou distribuído os alegados vídeos difamatórios.</p>
<p>A oposição, porém, considera insuficiente essa explicação e continua a exigir que Kinoshita seja ouvido no Parlamento para esclarecer o caso.</p>
<p>Enquanto isso, uma simples publicação sobre noites mal dormidas acabou por transformar-se num símbolo das dificuldades políticas da primeira-ministra, alimentando o debate sobre liderança, cultura de trabalho e transparência no Governo japonês.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793664]]></sapo:autor>
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		<title>Creche de Almada em cujo carro morreu bebé cumpria critérios, indica Segurança Social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:52:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Almada]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto de Segurança Social (ISS) garantiu hoje que a creche "Mestre Cuco", em Almada, em cuja viatura morreu uma bebé de 18 meses, cumpria todos os critérios de funcionamento, remetendo a investigação para as autoridades judiciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto de Segurança Social (ISS) garantiu hoje que a creche &#8220;Mestre Cuco&#8221;, em Almada, em cuja viatura morreu uma bebé de 18 meses, cumpria todos os critérios de funcionamento, remetendo a investigação para as autoridades judiciais.</P><br />
<P>Em resposta à agência Lusa, o ISS refere que se trata de um estabelecimento de natureza privada licenciado, com autorização de funcionamento para 54 crianças, ao qual fez uma visita de acompanhamento técnico sem pré-aviso no dia 30 de setembro de 2025.</P><br />
<P>Nessa visita, &#8220;foram analisados todos os aspetos de funcionamento e organização da creche como, por exemplo, as condições das instalações, o quadro de pessoal e a sua formação técnica, os procedimentos de segurança, a alimentação, organização das salas e os processos individuais das crianças&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a Segurança Social, &#8220;a creche apresentava um funcionamento regular, proporcionando às crianças instalações e serviços que cumprem todas as suas necessidades, designadamente, pedagógicas, lúdicas e emocionais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A situação em apreço está a ser investigada pelas autoridades judiciais competentes&#8221;, conclui.</P><br />
<P>A bebé de 18 meses morreu na quinta-feira, em Almada, depois de ter ficado esquecida durante cerca de sete horas no interior de uma viatura ao serviço do colégio &#8220;O mestre Cuco&#8221;.</P><br />
<P>O alerta só foi dado quando a mãe se preparava para levar a menina de volta para casa, tendo sido informada na altura de que filha não tinha dado entrada na creche.</P><br />
<P>A menina viria a ser encontrada pouco tempo depois, já inanimada, no interior da viatura onde terá permanecido cerca de sete horas. As manobras de reanimação de nada valeram, tendo o óbito sido declarado no local.</P><br />
<P>As circunstâncias da morte estão a ser investigadas pela Polícia Judiciária.</P></p>
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