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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 10:46:12 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ucrânia lança um dos maiores ataques com drones contra Moscovo desde o início da guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:46:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Vários drones FP-1 atingiram um dos maiores centros logísticos da Wildberries, localizado em Koledino, perto de Podolsk]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia lançou, durante a última noite, um dos maiores ataques com drones contra a região de Moscovo desde o início da guerra. Segundo autoridades russas, mais de 400 drones visaram a capital e as áreas circundantes, provocando incêndios em importantes infraestruturas logísticas, num depósito de combustível e num edifício residencial.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Kyiv Post&#8217;, que cita canais de monitorização ucranianos e meios de comunicação russos, vários drones FP-1 atingiram um dos maiores centros logísticos da Wildberries, localizado em Koledino, perto de Podolsk.</p>
<p>Vídeos divulgados pelo portal russo Astra mostram pelo menos dois grandes incêndios e densas colunas de fumo negro na zona.</p>
<p><strong>Wildberries garante que armazém não sofreu danos estruturais</strong></p>
<p>A Wildberries afirmou que o centro logístico não sofreu danos estruturais, acrescentando que a evacuação foi realizada por precaução.</p>
<p>&#8220;Todo o pessoal abandonou o edifício de forma ordeira&#8221;, informou a empresa, numa declaração divulgada pelo canal pró-governamental Dva Mayora.</p>
<p>Além deste complexo, o ataque terá atingido um depósito de combustível no distrito de Lvovsky, em Podolsk, e outro centro logístico localizado no parque industrial Yuzhnye Vorota, próximo de Domodedovo, uma das maiores plataformas de distribuição da região de Moscovo.</p>
<p>Segundo o Astra, foram registados pelo menos cinco focos distintos de incêndio na região de Moscovo.</p>
<p><script async src="https://telegram.org/js/telegram-widget.js?24" data-telegram-post="astrapress/119235" data-width="100%"></script></p>
<p><strong>Edifício residencial atingido em Domodedovo</strong></p>
<p>Um drone atingiu igualmente um edifício residencial em Domodedovo.</p>
<p>De acordo com o Astra, seis pessoas ficaram feridas, incluindo três cidadãos estrangeiros, tendo sido hospitalizadas com lesões provocadas pelas explosões.</p>
<p>O governador da região de Moscovo, Andrei Vorobyov, confirmou o ataque e afirmou que as defesas aéreas russas conseguiram intercetar grande parte dos drones.</p>
<p>Segundo Vorobyov, uma pessoa ficou ferida após o incêndio de uma habitação em Domodedovo, enquanto outra sofreu ferimentos na autoestrada M-4 quando um drone caiu junto de um veículo em circulação.</p>
<p>As autoridades russas referem ainda que a queda de destroços provocou incêndios e danos em várias infraestruturas civis, incluindo uma habitação na aldeia de Maloye Tolbino e uma casa e um automóvel em Odintsovo.</p>
<p><strong>Moscovo diz ter intercetado a maioria dos drones</strong></p>
<p>O presidente da Câmara de Moscovo, Sergei Sobyanin, afirmou que mais de 400 drones se aproximaram da região da capital entre as 20h30 de domingo e as 05h00 de segunda-feira.</p>
<p>Segundo o autarca, a maioria foi intercetada antes de alcançar Moscovo, incluindo 85 drones abatidos na aproximação final à cidade.</p>
<p>As alegações das autoridades russas não puderam ser confirmadas de forma independente.</p>
<p><strong>Segundo ataque em três dias contra a infraestrutura logística russa</strong></p>
<p>O ataque surge apenas três dias depois de uma outra operação ucraniana ter atingido dois centros logísticos da Wildberries: um em Elektrostal, a leste de Moscovo, e outro na região de Tambov.</p>
<p>O incêndio em Elektrostal destruiu parte significativa do complexo logístico, gerando uma coluna de fumo visível a mais de 200 quilómetros de distância.</p>
<p>Segundo meios de comunicação russos, o fogo afetou até 15% da capacidade logística da Wildberries, destruiu mercadorias pertencentes a milhares de vendedores independentes e provocou prejuízos avaliados em milhões de rublos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791332]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estudo alerta: quatro em cada dez jovens portugueses já foram aliciados por adultos na internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[assédio sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação, realizada junto de mais de 170 adolescentes portugueses, demonstra ainda que o grooming e o sexting estão intimamente ligados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 40% dos jovens portugueses entre os 12 e os 17 anos já foram alvo de grooming online — o aliciamento sexual de menores por adultos através da internet — e 26% admitem ter correspondido a esse tipo de interação. </p>
<p>As conclusões são de um estudo desenvolvido pelo Centro de Investigação da Egas Moniz School of Health &#038; Science, que alerta para a crescente vulnerabilidade dos adolescentes nas plataformas digitais e para a necessidade urgente de reforçar a prevenção.</p>
<p>A investigação, realizada junto de mais de 170 adolescentes portugueses, demonstra ainda que o grooming e o sexting estão intimamente ligados, aumentando o risco de exploração sexual online e agravando os impactos emocionais e psicológicos nas vítimas.</p>
<p><strong>O aliciamento acontece de forma gradual e pode culminar em encontros presenciais</strong></p>
<p>Segundo os investigadores, o grooming online caracteriza-se por uma aproximação progressiva por parte de adultos, que procuram conquistar a confiança dos menores através de conversas persistentes, frequentemente de natureza sexual, pedidos de fotografias íntimas e manipulação emocional.</p>
<p>Os resultados revelam ainda um dado particularmente preocupante: 9,3% dos adolescentes afirmam ter chegado a marcar encontros presenciais com esses adultos.</p>
<p><strong>Sexting aumenta a exposição aos riscos</strong></p>
<p>O estudo mostra que o sexting faz parte da realidade de muitos adolescentes inquiridos.</p>
<p>Entre os participantes, 52,9% referem ter enviado mensagens de teor sexual, 41,3% fotografias íntimas e 16,3% vídeos de natureza sexual.</p>
<p>Embora estes comportamentos sejam muitas vezes percecionados como voluntários, os investigadores alertam que podem ocorrer sob pressão, manipulação ou influência externa, tornando-se um fator que aumenta a vulnerabilidade ao grooming.</p>
<p><strong>Ansiedade, medo e vergonha entre as principais consequências</strong></p>
<p>A investigação evidencia uma relação significativa entre estas experiências e a saúde mental dos jovens.</p>
<p>Os adolescentes que reportam ter sido vítimas de grooming apresentam, em média, níveis mais elevados de ansiedade, medo e vergonha, bem como menor presença de emoções positivas.</p>
<p>O estudo identifica igualmente uma maior exposição ao aliciamento online entre jovens com experiências anteriores de vitimização, apontando para a existência de perfis particularmente vulneráveis.</p>
<p>&#8220;Estes fenómenos devem ser compreendidos de forma integrada, enquanto comportamentos de risco com impacto significativo na vulnerabilidade emocional e na saúde mental dos jovens. As redes sociais tornaram-se um novo palco para este tipo de riscos acrescidos e é, por isso, importante reforçar a literacia digital e a prevenção junto de adolescentes, famílias e contextos educativos&#8221;, afirmam Telma Catarina Almeida, docente e investigadora da Egas Moniz, e André Pereira, investigador da mesma instituição.</p>
<p><strong>Investigadores defendem mais prevenção e educação digital</strong></p>
<p>Perante estes resultados, os autores defendem o reforço das estratégias de prevenção, propondo a integração da educação para a segurança digital nas escolas, a formação de profissionais que trabalham com adolescentes, campanhas de sensibilização dirigidas às famílias e a criação de mecanismos de denúncia mais acessíveis.</p>
<p><strong>Sobre o estudo</strong></p>
<p>Os resultados foram publicados no estudo &#8220;Prevalence of Grooming and Sexting among Portuguese Youth: Adaptation of the Questionnaire for Online Sexual Solicitation and Interactions with Adults and Sexting Questionnaire&#8221;, desenvolvido pelo Centro de Investigação da Egas Moniz School of Health &#038; Science, com base numa amostra de mais de 170 adolescentes portugueses entre os 12 e os 17 anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791317]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugueses já escolheram os melhores automóveis elétricos de 2026</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugueses-ja-escolheram-os-melhores-automoveis-eletricos-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[acp]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Organizado pelo Automóvel Club de Portugal desde 2023, o ACP Elétrico do Ano pretende aproximar os consumidores da mobilidade elétrica e dar-lhes um papel ativo na distinção dos modelos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidos os vencedores das quatro categorias do ACP Elétrico do Ano 2026, iniciativa do Automóvel Club de Portugal que dá voz aos consumidores na escolha dos melhores automóveis 100% elétricos disponíveis no mercado nacional.</p>
<p>Nesta edição, os participantes elegeram o Mercedes-Benz CLA como vencedor na categoria Familiares, o Audi A6 e-tron entre os modelos Premium, o Citroën ë-C3 nos Citadinos/Utilitários e o Jeep Compass EV na categoria SUV/Crossover.</p>
<p><strong>Quatro categorias, quatro vencedores</strong></p>
<p>Dedicado exclusivamente a veículos 100% elétricos, o concurso colocou a votação seis candidatos em cada categoria, representando diferentes segmentos e perfis de utilização.</p>
<p>Na categoria Familiares, o Mercedes-Benz CLA conquistou a preferência dos participantes graças à sua elevada autonomia, capacidade de carregamento ultrarrápido e equilíbrio entre eficiência, desempenho e tecnologia.</p>
<p>Entre os modelos Premium, o vencedor foi o Audi A6 e-tron, distinguido pela qualidade de construção, conforto, espaço interior, desempenho e autonomia adequada às viagens de longa distância.</p>
<p>Na categoria Citadinos/Utilitários, o Citroën ë-C3 destacou-se como a escolha dos consumidores, afirmando-se como uma proposta prática, confortável e eficiente para a mobilidade urbana.</p>
<p>Já nos SUV/Crossover, o Jeep Compass EV reuniu o maior número de votos, graças ao design robusto, ao espaço interior, às tecnologias de assistência à condução e à autonomia, que pode atingir os 650 quilómetros.</p>
<p><strong>Falta conhecer o grande vencedor de 2026</strong></p>
<p>Concluída a eleição dos vencedores por categoria, o próximo momento do concurso será o anúncio do ACP Elétrico do Ano 2026, distinção máxima da iniciativa, que será revelada no próximo 4 de setembro.</p>
<p>Organizado pelo Automóvel Club de Portugal desde 2023, o ACP Elétrico do Ano pretende aproximar os consumidores da mobilidade elétrica e dar-lhes um papel ativo na distinção dos modelos que melhor respondem às diferentes necessidades de utilização, valorizando critérios como a eficiência, a tecnologia, o conforto e a experiência de condução.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791308]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;O meu trabalho está feito&#8221;: Starmer discursa pela última vez como primeiro-ministro do Reino Unido antes de apresentar demissão ao rei Carlos III</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Starmer apresentará formalmente a demissão antes de Andy Burnham assumir o cargo de novo primeiro-ministro do Reino Unido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Keir Starmer despediu-se esta segunda-feira do cargo de primeiro-ministro britânico com um discurso marcado pelo balanço do seu mandato, pelo agradecimento aos cidadãos e por um apelo à união nacional perante os desafios internacionais. Pouco antes de seguir para o Palácio de Buckingham para apresentar formalmente a demissão ao rei Carlos III, o líder trabalhista afirmou que deixa funções convicto de que o Reino Unido está hoje &#8220;mais forte e mais justo&#8221; do que quando assumiu o Governo, há dois anos, sublinhando que considera concluída a missão que se propôs cumprir. &#8220;O meu trabalho está feito&#8221;, declarou.</p>
<p>Na intervenção, Starmer recordou a expressiva vitória eleitoral que levou o Partido Trabalhista ao poder e afirmou que liderar o Governo foi &#8220;o privilégio da minha vida&#8221;. Defendeu que o Executivo deixa um legado de melhoria em várias áreas, apontando para uma economia mais robusta, serviços públicos em recuperação, menos crianças em situação de pobreza, uma redução da imigração e uma reputação internacional do Reino Unido &#8220;consideravelmente reforçada&#8221;. Apesar desse balanço político, afirmou que aquilo que mais levará consigo da experiência em Downing Street foi a oportunidade de assistir, na primeira fila, &#8220;às maiores qualidades deste país em ação&#8221;, elogiando o trabalho diário de militares, profissionais do Serviço Nacional de Saúde (NHS) e cidadãos que servem as suas comunidades.</p>
<p>O primeiro-ministro cessante aproveitou ainda a despedida para deixar uma mensagem de alerta sobre o atual contexto geopolítico, referindo que o Reino Unido enfrenta adversários externos que procurarão explorar as divisões internas para enfraquecer os valores democráticos do país. Fazendo referência ao conflito na Ucrânia, advertiu que &#8220;os nossos inimigos não vão parar por nada no esforço de nos dividir&#8221; e sustentou que, precisamente por esse motivo, é essencial recordar &#8220;a grandiosidade do Reino Unido&#8221;. Para Starmer, é o caráter da sociedade britânica que permite acreditar que o país pode continuar a melhorar e que pessoas com diferentes origens e convicções podem permanecer unidas sob a mesma bandeira, desde que não cedam à polarização.</p>
<p>Na reta final da intervenção, Starmer desejou &#8220;todo o sucesso&#8221; ao seu sucessor, Burnham, garantindo que este contará com o seu &#8220;total apoio&#8221;. Deixou ainda palavras de agradecimento à família, ao Partido Trabalhista, aos militantes e apoiantes que acompanharam o seu Governo, terminando com uma mensagem dirigida aos britânicos: agradeceu a oportunidade de servir o país e afirmou sentir-se &#8220;orgulhoso de tudo o que alcançámos&#8221; durante o período em que liderou o Executivo. Minutos depois do discurso, Starmer partiu para o Palácio de Buckingham, onde apresentou formalmente a demissão ao rei Carlos III, encerrando oficialmente o seu mandato como primeiro-ministro britânico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791222]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O smart de dois lugares está de volta: novo #2 entra na reta final antes da estreia mundial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-smart-de-dois-lugares-esta-de-volta-novo-2-entra-na-reta-final-antes-da-estreia-mundial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[smart]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao longo das últimas semanas, os engenheiros da smart colocaram o #2 à prova em cenários urbanos exigentes, incluindo mudanças bruscas de faixa, obstáculos inesperados e pisos molhados de baixa aderência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo smart #2 já está a percorrer estradas e pistas de ensaio numa fase intensiva de desenvolvimento, preparando a estreia mundial marcada para o Salão Automóvel de Paris, em outubro de 2026. Equipado com uma camuflagem exclusiva em preto e branco criada pela equipa de Design Global da Mercedes-Benz, o novo modelo está a ser submetido a um rigoroso programa de testes destinado a validar o seu desempenho, conforto e fiabilidade.</p>
<p><strong>Concebido para a cidade, testado em condições reais</strong></p>
<p>Ao longo das últimas semanas, os engenheiros da smart colocaram o #2 à prova em cenários urbanos exigentes, incluindo mudanças bruscas de faixa, obstáculos inesperados e pisos molhados de baixa aderência.</p>
<p>O desenvolvimento contínuo da direção, suspensão e chassis tem como objetivo garantir uma condução estável, precisa e ágil, proporcionando a facilidade de utilização que se espera de um automóvel concebido para a mobilidade urbana.</p>
<p><strong>Conforto e silêncio como prioridades</strong></p>
<p>O programa de desenvolvimento vai muito além do comportamento dinâmico. O smart #2 está também a ser submetido a um extenso processo de validação NVH (Noise, Vibration and Harshness), destinado a reduzir ruído, vibrações e aspereza.</p>
<p>Os testes decorrem em túneis de vento, câmaras acústicas, instalações climatizadas, pistas especializadas e estradas públicas, permitindo otimizar o isolamento acústico do habitáculo, reduzir o ruído aerodinâmico e de rolamento, melhorar o comportamento do sistema de propulsão elétrica e criar um ambiente de condução mais confortável.</p>
<p><strong>Autonomia e durabilidade também estão em desenvolvimento</strong></p>
<p>Os engenheiros estão igualmente a avaliar diferentes compostos de pneus em superfícies de características distintas para encontrar o melhor compromisso entre baixa resistência ao rolamento — essencial para maximizar a autonomia — e redução do ruído.</p>
<p>Em paralelo, o modelo enfrenta exigentes ensaios de durabilidade em pisos degradados, estradas com ondulações contínuas, buracos e obstáculos típicos da condução urbana, incluindo impactos provocados por passeios elevados.</p>
<p><strong>Estrutura reforçada para maior segurança</strong></p>
<p>O aperfeiçoamento da rigidez estrutural e do chassis faz igualmente parte deste programa de desenvolvimento.</p>
<p>A nova geração da célula de segurança tridion combina dimensões compactas com uma estrutura altamente resistente, concebida para responder aos atuais requisitos de segurança e proporcionar elevados níveis de proteção, estabilidade e confiança ao condutor.</p>
<p><strong>O regresso do ADN smart</strong></p>
<p>Enquanto citadino 100% elétrico de dois lugares, o smart #2 recupera uma das características que marcaram a identidade do histórico fortwo: a configuração wheels-at-the-corners, que maximiza o aproveitamento do espaço e melhora significativamente a manobrabilidade.</p>
<p>Esta arquitetura foi concebida para enfrentar com facilidade os desafios da circulação e estacionamento nos centros urbanos, preservando o ADN que tornou a smart uma referência na mobilidade citadina.</p>
<p>Com a fase final de desenvolvimento em curso, o smart #2 prepara-se para a apresentação oficial no Salão Automóvel de Paris, em outubro de 2026, onde será revelado pela primeira vez ao público europeu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791304]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Donativos renderam deduções de 21,4 milhões de euros no IRS e PPR garantiram benefícios de 112 milhões</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/donativos-renderam-deducoes-de-214-milhoes-de-euros-no-irs-e-ppr-garantiram-beneficios-de-112-milhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os contribuintes portugueses beneficiaram de deduções à coleta em IRS no valor de 21,4 milhões de euros por donativos efetuados durante o ano fiscal de 2025, segundo o Relatório da Despesa Fiscal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os contribuintes portugueses beneficiaram de deduções à coleta em IRS no valor de 21,4 milhões de euros por donativos efetuados durante o ano fiscal de 2025, segundo o Relatório da Despesa Fiscal. O documento revela ainda que os benefícios fiscais associados aos Planos de Poupança Reforma (PPR) e produtos semelhantes atingiram 112,1 milhões de euros, confirmando a crescente utilização destes mecanismos para reduzir o imposto a pagar ou aumentar o reembolso do IRS.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/donativos-dao-bonus-de-21-4-milhoes-de-euros-no-irs" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>, o Relatório da Despesa Fiscal de 2025 indica que a Autoridade Tributária contabilizou 13,3 milhões de euros em deduções relativas a donativos em dinheiro destinados a entidades de caráter social, ambiental ou desportivo, aos quais se somam mais 8,1 milhões de euros referentes a donativos concedidos a igrejas e instituições religiosas, perfazendo um total de 21,4 milhões de euros em benefícios fiscais. O documento mostra ainda que estes valores têm vindo a aumentar desde, pelo menos, 2022, quando as deduções ascendiam a 11,4 milhões de euros para outras entidades e a 7,2 milhões para instituições religiosas.</p>
<p>A legislação permite que estes donativos sejam deduzidos à coleta do IRS, contribuindo para reduzir o imposto devido ou aumentar o eventual reembolso. Nos casos em que não existem limitações específicas, os contribuintes podem deduzir 25% do montante doado, correspondendo a um benefício fiscal de 25 cêntimos por cada euro entregue. Em regra, estas despesas surgem já pré-preenchidas na declaração de IRS, mas, caso não aconteça, podem ser incluídas pelo contribuinte mediante a identificação dos respetivos recibos.</p>
<p>O relatório evidencia igualmente o peso crescente dos incentivos à poupança para a reforma. Os benefícios fiscais associados aos PPR, fundos de pensões e produtos equiparados ascenderam a 112,1 milhões de euros em 2025, mais 23,6 milhões do que em 2022. Nestes casos, a dedução corresponde a 20% das quantias aplicadas, estando sujeita a limites anuais entre 300 e 400 euros, consoante a idade do aforrador. No total, o Estado contabilizou 396 benefícios fiscais, dos quais 182 representam uma despesa superior a um milhão de euros cada. A despesa fiscal global foi estimada em 3,8 mil milhões de euros em 2025, refletindo um aumento face ao ano anterior, impulsionado sobretudo pelo crescimento das isenções tributárias e das deduções à coleta. Segundo a Autoridade Tributária, o aumento das isenções ficou sobretudo a dever-se ao novo regime do IRS Jovem.</p>
<p>O relatório divulgado pela Autoridade Tributária inclui ainda dados sobre o combate à fraude e à evasão fiscal, revelando que, em 2025, foram recuperados 1.550,2 milhões de euros em dívidas ao Estado através de processos de execução fiscal, um crescimento de 10% face a 2024. Mais de um terço deste montante correspondeu a dívidas de IVA, no valor de 523,6 milhões de euros, sendo que o total recuperado inclui ainda 137,8 milhões de euros em juros de mora. O documento refere igualmente que o levantamento do sigilo bancário foi solicitado em 803 processos durante o ano passado, tendo sido autorizado pelos próprios contribuintes em cerca de 73% dos casos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791281]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Xi Jinping apresenta propostas para reforçar a governança global da inteligência artificial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/xi-jinping-apresenta-propostas-para-reforcar-a-governanca-global-da-inteligencia-artificial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente chinês, Xi Jinping, defendeu a construção de um sistema global de governança da inteligência artificial mais justo e equilibrado durante a abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial 2026, que decorre em Shanghai.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Conteúdo Patrocinado por Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China.</strong></em></p>
<p>No discurso de abertura, intitulado <em>“Construir em conjunto um sistema global de governança da inteligência artificial justa e razoável”</em>, Xi Jinping destacou os desafios colocados pelo rápido desenvolvimento da inteligência artificial, sublinhando a necessidade de encontrar respostas para questões relacionadas com a segurança, a ética, a tomada de decisões automatizada e a distribuição equitativa dos benefícios gerados pela tecnologia.</p>
<p>O líder chinês apresentou quatro propostas consideradas centrais para o futuro da governança global da inteligência artificial: promover a abertura e o benefício mútuo para estimular a inovação; reforçar os mecanismos de gestão de riscos para garantir uma utilização segura da tecnologia; incentivar a inclusão e o intercâmbio entre diferentes civilizações; e aprofundar a cooperação internacional na definição de modelos de governança.</p>
<p>Segundo analistas citados pelos meios oficiais chineses, estas orientações refletem a visão da China para o desenvolvimento da inteligência artificial, assente em quatro dimensões fundamentais: desenvolvimento, segurança, civilização e governança. A abordagem procura conciliar a inovação tecnológica com a proteção dos interesses sociais e o bem-estar coletivo.</p>
<p>A China destacou igualmente o crescimento do seu setor de inteligência artificial. De acordo com dados apresentados durante a conferência, o valor dos setores centrais da economia inteligente chinesa já ultrapassa um bilião de yuans, enquanto os modelos de código aberto desenvolvidos no país registaram mais de 10 mil milhões de downloads acumulados.</p>
<p>No plano internacional, Pequim tem procurado reforçar a cooperação em matéria de inteligência artificial. As autoridades chinesas salientaram os progressos alcançados na criação da Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (WAICO), iniciativa apresentada como uma plataforma destinada a promover a coordenação internacional, a harmonização de normas e o aprofundamento da cooperação tecnológica entre os países.</p>
<p>Segundo a China, a nova organização poderá contribuir para responder aos desafios globais colocados pela inteligência artificial e favorecer uma utilização mais inclusiva e equilibrada desta tecnologia à escala mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791283]]></sapo:autor>
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		<title>Como poupar na leitura este verão: ainda vai a tempo de aproveitar o Cheque-Livro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/como-poupar-na-leitura-este-verao-ainda-vai-a-tempo-de-aproveitar-o-cheque-livro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[DECO PROteste deixa algumas recomendações para poupar na compra de livros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O verão costuma trazer mais tempo para ler. Seja na praia, na piscina ou durante as férias, é também uma boa oportunidade para renovar a estante sem gastar mais do que o necessário. Se nasceu em 2007 ou 2008, pode ainda beneficiar do Cheque-Livro, um apoio de 30 euros que foi prolongado até 31 de agosto.</p>
<p>Mas este não é o único truque para reduzir a despesa. A DECO PROteste deixa algumas recomendações para poupar na compra de livros.</p>
<p><strong>1. Verifique se tem direito ao Cheque-Livro</strong></p>
<p>O programa destina-se aos jovens nascidos em 2007 e 2008 e permite utilizar um voucher de 30 euros na compra de livros não escolares em mais de 200 livrarias aderentes. O apoio é válido apenas para uma compra igual ou superior a 30 euros e pode ser solicitado através da plataforma oficial do Cheque-Livro. O prazo termina a 31 de agosto.</p>
<p><strong>2. Compare preços antes de comprar</strong></p>
<p>O preço do mesmo livro pode variar entre livrarias, sobretudo quando existem campanhas promocionais ou programas de fidelização. Uma pesquisa rápida pode traduzir-se numa poupança relevante, especialmente quando compra mais do que um título.</p>
<p><strong>3. Aproveite campanhas e cartões de fidelização</strong></p>
<p>Ao longo do verão, muitas livrarias promovem descontos, campanhas &#8220;leve dois, pague um&#8221; ou oferecem vantagens aos clientes registados. Antes de finalizar a compra, confirme se existe alguma promoção acumulável.</p>
<p><strong>4. Recorra às bibliotecas públicas</strong></p>
<p>Nem sempre é necessário comprar. As bibliotecas municipais disponibilizam milhares de títulos gratuitamente e, em muitos casos, permitem reservar livros online ou requisitar versões digitais.</p>
<p><strong>5. Considere livros em segunda mão</strong></p>
<p>Quando procura clássicos, livros infantis ou obras já editadas há alguns anos, o mercado de usados pode representar uma poupança significativa, desde livrarias especializadas a plataformas de venda entre particulares.</p>
<p><strong>Ler mais, gastar menos</strong></p>
<p>Num contexto em que o preço dos livros continua a pesar no orçamento de muitas famílias, aproveitar apoios públicos como o Cheque-Livro e adotar hábitos de compra mais informados pode fazer a diferença. A leitura é um investimento, mas não tem de representar um esforço excessivo para a carteira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790968]]></sapo:autor>
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		<title>Multinacional portuguesa Capwatt vende projeto de baterias em Espanha à maior produtora de energia da Suíça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[baterias]]></category>
		<category><![CDATA[Capwatt]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Capwatt concluiu a venda à Axpo de um projeto de armazenamento de energia em baterias com 38 MW de capacidade, localizado na Catalunha, em Espanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Capwatt, <span data-olk-copy-source="MessageBody">detida pela Prismore Capital,</span> concluiu a venda à Axpo de um projeto de armazenamento de energia em baterias com 38 MW de capacidade, localizado na Catalunha, em Espanha. Esta é a primeira transação da empresa portuguesa na área dos sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês).</p>
<p>A operação contempla a alienação dos ativos do projeto à Axpo, maior produtora de energia da Suíça e uma das principais empresas internacionais no trading de energia e na comercialização de eletricidade de origem solar e eólica. A Capwatt manterá, por sua vez, um mandato para desenvolver o projeto e conduzir o processo de licenciamento até à fase &#8220;ready-to-build&#8221; (RTB).</p>
<p>A empresa especializada em soluções energéticas sustentáveis conta atualmente com um pipeline de cerca de 2 GW de projetos BESS em Portugal, Espanha, Itália e Polónia, em diferentes fases de desenvolvimento. A atividade passa pelo desenvolvimento e licenciamento de projetos de armazenamento de energia desde a fase inicial até à obtenção do estado RTB.</p>
<p>Os projetos desenvolvidos pela Capwatt são maioritariamente concebidos como instalações &#8220;standalone&#8221;, ou seja, sistemas independentes de armazenamento ligados diretamente às redes de transporte ou distribuição de eletricidade. A empresa desenvolve também sistemas &#8220;co-located&#8221;, integrados em centrais de produção renovável existentes ou em desenvolvimento, como complemento a projetos solares ou eólicos.</p>
<p>&#8220;O armazenamento de energia é uma peça essencial para garantir a segurança e a resiliência das redes, num contexto de crescente penetração renovável&#8221;, afirma Luís Castro Rocha, Head of Utility Scale da Capwatt.</p>
<p>Segundo o responsável, a intermitência da produção solar e eólica exige soluções capazes de gerir os desequilíbrios entre a oferta e a procura, estabilizar a rede e evitar o desperdício da energia produzida. &#8220;Os sistemas que a Capwatt desenvolve respondem precisamente a essa necessidade, contribuindo para a flexibilidade do sistema elétrico, para a descarbonização e para uma transição energética mais robusta e fiável&#8221;, acrescenta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791260]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bruxelas multa AliExpress em 550 ME por venda de produtos ilegais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia multou hoje a chinesa AliExpress em 550 milhões de euros por falhas na avaliação e redução do risco de venda de produtos ilegais, inseguros ou contrafeitos na sua plataforma de comércio eletrónico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia multou hoje a chinesa AliExpress em 550 milhões de euros por falhas na avaliação e redução do risco de venda de produtos ilegais, inseguros ou contrafeitos na sua plataforma de comércio eletrónico.</p>
<p>O executivo comunitário considerou que a plataforma violou as suas obrigações ao abrigo da Lei dos Serviços Digitais (DAS, na sigla inglesa) &#8220;ao não avaliar e mitigar de forma diligente os riscos relacionados com a venda de produtos ilegais, inseguros ou contrafeitos na sua plataforma de comércio eletrónico&#8221;, segundo um comunicado.</p>
<p>A coima foi calculada tendo em conta a natureza das infrações, a sua gravidade em termos do número de utilizadores da União Europeia &#8211; 193 milhões &#8211; afetados e a sua duração, que se prolongou pelo menos até junho de 2025, quando a Comissão emitiu conclusões preliminares no processo contra a AliExpress.</p>
<p>A Comissão ordenou ainda que a plataforma adotasse medidas corretivas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791282]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>XLVIII BARÓMETRO: João Pinto, Católica Porto Business School</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/xlviii-barometro-joao-pinto-catolica-porto-business-school/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de João Pinto, Dean da Católica Porto Business School.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de João Pinto, Dean da Católica Porto Business School</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Num contexto ainda marcado por incerteza, os dados sugerem uma nota de cautela, mas não de retração. As empresas continuam a investir, privilegiando ajustamentos moderados ou manutenção, o que revela uma leitura prudente do enquadramento, sem perda de confiança estrutural.</p>
<p style="text-align: justify;">A Inteligência Artificial começa, entretanto, a produzir efeitos mensuráveis, ainda que graduais. Os ganhos observados são maioritariamente incrementais, confirmando que não estamos perante uma rutura imediata, mas antes um processo de adoção progressiva, onde prevalece a experimentação informada. Neste quadro, a prioridade estratégica mantém-se essencialmente inalterada: crescer. A expansão de mercado continua a dominar as decisões, acima de agendas mais instrumentais, como a eficiência ou a própria digitalização. A tecnologia surge, assim, como meio e não como fim.</p>
<p style="text-align: justify;">O desafio desloca-se, por isso, para a capacidade de integrar estas ferramentas em decisões de gestão com impacto mensurável, assegurando simultaneamente critérios de utilização responsável. Neste plano, as organizações começam a procurar cada vez mais talento que combine competências técnicas com a capacidade de incorporação da Inteligência Artificial de forma ética, consistente e sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Junho (nº. 243) da Executive Digest, no âmbito da XLVIII edição do seu Barómetro</em>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780650]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>World Corporate Golf Challenge: Empresas de todo o país na 3.ª etapa disputada em ponte de lima</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/world-corporate-golf-challenge-empresas-de-todo-o-pais-na-3-a-etapa-disputada-em-ponte-de-lima/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[World Corporate Golf Challenge Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Axis Golfe Ponte de Lima recebeu mais uma jornada de qualificação para a final nacional do maior torneio corporativo de golfe do mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>FOTOS: Visionari Visuals</p>
<p style="text-align: justify;">Ponte de lima recebeu, no passado dia 30 de maio, a 3.ª etapa de qualificação do world corporate Golf challenge portugal by audi, reunindo empresários, gestores e líderes empresariais de várias regiões do país no desafiante percurso do Axis Golfe Ponte de Lima.</p>
<p style="text-align: justify;">Integrado no maior torneio corporativo de golfe do mundo, o World Corporate Golf Challenge continua a afirmar-se como uma plataforma privilegiada de networking, relacionamento empresarial e promoção dos valores do desporto, proporcionando aos participantes uma experiência única dentro e fora do campo.</p>
<p style="text-align: justify;">A competitividade foi uma constante ao longo da jornada disputada no Axis Golfe Ponte de Lima, com a dupla Jaime Cunha e Rui Lira Silva, da APR Mediação Seguros, a conquistar o primeiro lugar da classificação Net, assegurando a presença na Final Nacional do World Corporate Golf Challenge Portugal by AUDI. O segundo lugar Net foi alcançado por João Martins Ribeiro e Francisco Lopo, em representação da FL Construções. Na classificação Gross, o destaque foi para a equipa CGPL 2, composta por José Simão Oliveira e Custódio Castro, que arrecadou o primeiro lugar da categoria.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipa vencedora da classificação Net não escondeu a satisfação pela conquista: “Já há muito tempo que procurávamos chegar à Final do World Corporate Golf Challenge Portugal by AUDI. Temos participado nos últimos anos e ficado sempre muito perto. Esta vitória representa o culminar de todo o nosso esforço e dedicação ao longo do tempo. É uma enorme satisfação conseguir finalmente alcançar este objetivo.”</p>
<p style="text-align: justify;">Para o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Paulo Sousa, a realização desta prova representa uma importante oportunidade para promover o território: “O facto deste torneio se realizar em Ponte de Lima é muito importante para nós porque promovemos o desporto, mas também o território. Hoje é indissociável falar de qualidade de vida, de uma ligação à natureza, de bons serviços públicos e de uma excelente gastronomia. Estou certo de que este tipo de eventos é essencial para projetarmos Ponte de Lima, a vila mais antiga de Portugal, e dar a conhecer tudo aquilo que nos distingue. Estes torneios trazem pessoas de várias localidades do país, que têm a oportunidade de praticar golfe num campo de excelência e, simultaneamente, descobrir melhor esta vila extraordinária.”</p>
<p style="text-align: justify;">Também o Diretor do Axis Golfe Ponte de Lima, Manuel de Miguel, destacou a relevância da competição para o clube e para a região: “Para Ponte de Lima é um enorme orgulho receber esta etapa do World Corporate Golf Challenge, que integra o maior torneio corporativo de golfe amador do mundo. Fazemos tudo o que está ao nosso alcance para apresentar o campo nas melhores condições possíveis e para garantir que todos os jogadores saem daqui satisfeitos e a falar bem de Ponte de Lima. Esse é o nosso principal objetivo.”</p>
<p style="text-align: justify;">O patrocinador principal do circuito, a LG Portugal, voltou a reforçar o seu compromisso com o evento. O representante da marca destacou a importância estratégica da parceria: “É uma honra para a LG associar-se ao World Corporate Golf Challenge como patrocinador principal. Sendo uma das marcas líderes de eletrónica de consumo em Portugal, sentimos a responsabilidade de continuar próximos dos nossos clientes e parceiros. Este evento é particularmente importante porque reúne empresários, gestores e decisores, permitindo fortalecer relações, criar novas oportunidades de negócio e consolidar parcerias. Para a LG, trata- -se de uma plataforma privilegiada para reforçar o networking e a proximidade ao tecido empresarial português.”</p>
<p style="text-align: justify;">As Executive Partner do WCGC Portugal sublinharam igualmente a dimensão nacional do projeto e a relevância do apoio dos parceiros: “O World Corporate Golf Challenge é um circuito verdadeiramente nacional. Costumamos dizer que é um circuito nómada, porque percorre o país de norte a sul com o objetivo de estar próximo dos jogadores e das empresas, sejam elas regionais ou nacionais. O nosso propósito é unir o golfe e o mundo empresarial através de uma plataforma de relacionamento única. O apoio de parceiros como a LG confere uma enorme credibilidade ao evento e é fundamental para o seu crescimento. Partilhamos os mesmos valores de networking, proximidade e construção de relações duradouras com empresas e clientes.”</p>
<p style="text-align: justify;">Com mais uma etapa concluída, o World Corporate Golf Challenge Portugal aproxima-se da reta final da temporada, continuando a proporcionar experiências únicas aos participantes e a fortalecer a ligação entre o desporto e o mundo empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">A última etapa de qualificação decorrerá no dia 26 de Junho, antes da realização da Final Nacional, onde serão encontradas as equipas que representarão Portugal na Final Mundial do World Corporate Golf Challenge.</p>
<p style="text-align: justify;">A organização agradece ainda o apoio de todos os parceiros que contribuíram para a realização deste evento: AUDI, LG, Município de Óbidos, Turkish Airlines, Visit Azores, Axis Hotéis, CC Viagens, Associação de Promoção da Madeira, Madeira Golf Passport, IB Putter Sweetspot, Ivan Ballesteros Golf Design, Câmara Municipal de Sesimbra, Octant, Vista Alegre, BDR, Distintus, Simões e Guerreiro, Fitness Nestlé , Sogenave, Cigala, Nicola, Poças, Ursu, Uriage, Santos e Vale, Fundação S. João de Deus, Floor Sensation e Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa, Município de Ponte de Lima, Federação Portuguesa de Golfe, Executive Digest, RFM, Viagens &amp; Resorts, Evoque Mag, Analógica Group, TNews, Revista Business Portugal, Wherever Magazine.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781457]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Assembleia-geral de acionistas do Conta Lá convocada para 06 de agosto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/assembleia-geral-de-acionistas-do-conta-la-convocada-para-06-de-agosto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A assembleia-geral (AG) do canal Conta Lá está marcada para 06 de agosto, onde os acionistas vão votar, entre outros pontos, a nomeação de nova Comissão de Gestão, confirmaram hoje à Lusa fontes ligadas ao processo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A assembleia-geral (AG) do canal Conta Lá está marcada para 06 de agosto, onde os acionistas vão votar, entre outros pontos, a nomeação de nova Comissão de Gestão, confirmaram hoje à Lusa fontes ligadas ao processo.</p>
<p>Em 15 de julho, o presidente executivo (CEO) do Conta Lá, Sérgio Figueiredo, comunicou aos trabalhadores a sua saída e informou a convocação de uma AG de acionistas para aprovar o plano de reestruturação, segundo missiva a que Lusa teve na altura acesso.</p>
<p>De acordo com fontes contactadas hoje pela Lusa, a AG foi convocada para 06 de agosto.</p>
<p>Entre os pontos na ordem de trabalhos estão o aumento de capital social, a aprovação do plano de reestruturação (reconversão) e a nomeação da nova Comissão de Gestão.</p>
<p>Na semana passada, os trabalhadores do projeto de media Conta Lá manifestaram-se preocupados com a continuidade do projeto que &#8220;defende a coesão territorial&#8221; e o &#8220;serviço público&#8221; de televisão e sublinharam que o coletivo estava unido e empenhado na procura de soluções.</p>
<p>No final de junho foi noticiado que o canal de televisão, que é transmitido no cabo desde o ano passado, iria recorrer à suspensão temporária dos contratos de trabalho ou redução do horário (&#8216;lay-off&#8217;), numa reestruturação para reduzir custos, perante um cenário de salários em atraso.</p>
<p>Atualmente, o projeto deverá contar com cerca de 100 pessoas, dos quais 40 jornalistas, de acordo com uma fonte da empresa, e tem salários em atraso há quase três meses.</p>
<p>&#8220;Espero que, com a chegada de novos acionistas, surjam novos líderes, gente de energia renovada e enorme vontade de afirmar um projeto que, depois de religado, terá finalmente os meios de que precisa para acelerar investimentos e cumprir o seu propósito &#8211; na verdade, novos propósitos que ainda podem torná-lo maior do que foi sonhado&#8221;, referiu Sérgio Figueiredo, na mensagem enviada aos trabalhadores na semana passada.</p>
<p>&#8220;Esta Comissão Executiva, composta por Maurício Ribeiro, por Jorge Santos e por mim próprio, sai de cena no dia em que a assembleia-geral de acionistas aprovar este Plano e a Comissão de Gestão &#8211; algo que, devido aos prazos legais e estatutários da empresa, deverá ocorrer no fim deste mês&#8221;, sublinhou Sérgio Figueiredo, que assume a parte de responsabilidade &#8220;nesta hora de tremenda frustração&#8221;, que classifica &#8220;quase tão pesada quanto a desilusão&#8221; que provoca nos trabalhadores.</p>
<p>Há quase um ano, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) autorizou atividade dos canais Conta Lá Sul, Conta Lá Centro e Conta Lá Norte e ainda do Conta Lá Rural, do projeto liderado por Sérgio Figueiredo, o qual previa a criação de 205 postos de trabalho, sendo 133 afetos à área de informação, 28 na área de programas e produtora e os restantes 44 em áreas de apoio técnico, gestão, RH, financeiro, comercial e jurídico.</p>
<p>Profissionais que seriam distribuídos de forma estratégica por áreas profissionais e localizações geográficas [de norte a sul do país, incluindo ilhas, com vários polos regionais], assegurando, assim, uma cobertura operacional eficiente e descentralizada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791276]]></sapo:autor>
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		<title>Diretores pedem abolição dos 25 euros para pedir reapreciação dos exames</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:43:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O representante dos diretores escolares defendeu hoje a abolição da taxa de 25 euros que os alunos têm de pagar para pedir a reapreciação dos exames nacionais do ensino secundário, tendo em conta as falhas no processo de classificação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O representante dos diretores escolares defendeu hoje a abolição da taxa de 25 euros que os alunos têm de pagar para pedir a reapreciação dos exames nacionais do ensino secundário, tendo em conta as falhas no processo de classificação.</p>
<p>&#8220;Gostaria que este ano fosse abolido o valor de 25 euros para pedir a revisão das provas, tendo em conta como o processo decorreu&#8221;, defendeu Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), em declarações à Lusa.</p>
<p>Os 25 euros são reembolsados apenas se a classificação final subir. Se a nota descer ou se se mantiver, o dinheiro não é devolvido.</p>
<p>Habitualmente, apenas cerca de 2% dos alunos pedem revisão de prova, mas este ano os diretores escolares temem que haja um aumento exponencial tendo em conta os problemas identificados durante o processo de classificação, com folhas de respostas perdidas, folhas em branco ou respostas de alunos misturadas.</p>
<p>As falhas no processo de digitalização levaram o ministério a adiar a divulgação dos resultados, que foi reagendada para a passada sexta-feira, mas as escolas começaram a receber as notas apenas ao início da noite.</p>
<p>Ainda na noite de sexta-feira, as notas foram afixadas, mas mais de 1.400 exames surgiram na pauta com a informação de &#8220;suspenso&#8221; por falhas no processo e muitas outras notas tiveram de ser posteriormente corrigidas, segundo o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA).</p>
<p>Apenas no domingo foram enviados às escolas os ficheiros sobre os 1.400 exames com as notas suspensas.</p>
<p>&#8220;Durante o fim de semana, enviámos os PDF com as classificações. Alguns alunos já estiveram a analisar as provas, mas vão pedir ajuda aos professores e hoje é que se vai notar mais&#8221;, estimou Filinto Lima.</p>
<p>Após receber a cópia da prova, os alunos têm apenas dois dias úteis para formalizar o pedido de revisão.</p>
<p>No requerimento é preciso justificar com argumentos científicos, pedagógicos ou processuais o motivo para pedir a revisão e por isso convém ter a ajuda de um professor, até porque a nota pode descer. Filinto Lima acredita que hoje se vai notar uma maior afluência de alunos nas escolas a pedir ajuda aos professores.</p>
<p>Por outro lado, termina hoje o prazo para os alunos se inscreverem na 2.ª fase dos exames nacionais que arrancam na terça-feira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791272]]></sapo:autor>
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		<title>Ibersol recompra 46.900 por 426.747 euros e passa deter 433.585 ações próprias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal anunciou hoje junto do mercado a recompra de 46.900 ações, passando agora a deter 433.585 ações próprias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal anunciou hoje junto do mercado a recompra de 46.900 ações, passando agora a deter 433.585 ações próprias.</p>
<p>O valor do investimento ascendeu a 426.747 euros, com o preço médio por ação adquirida a rondar os 9,10 euros.</p>
<p>No dia 09 de julho a empresa anunciou que concluiu a redução do capital social em quase 900 mil euros, passando para um valor de 40 milhões de euros.</p>
<p>Em comunicado enviado ao mercado, a Ibersol anunciou que, &#8220;em cumprimento da deliberação aprovada na assembleia-geral de acionistas de 20 de maio de 2026, tal como oportunamente divulgado, foi cumprida a inscrição, junto da Conservatória do Registo Comercial, mostrando-se concluído, em 08 de julho de 2026, o respetivo registo, da redução do capital social da sociedade&#8221;.</p>
<p>Com esta alteração, a Ibersol extinguiu 899.126 ações próprias para libertação de excesso de capital.</p>
<p>A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal, anunciou então que concluiu a redução do capital social em quase 900 mil euros, passando agora para um valor de 40 milhões de euros.</p>
<p>Em comunicado enviado ao mercado, a Ibersol anunciou então que, &#8220;em cumprimento da deliberação aprovada na assembleia-geral de acionistas de 20 de maio de 2026, tal como oportunamente divulgado, foi cumprida a inscrição, junto da Conservatória do Registo Comercial, mostrando-se concluído, em 08 de julho de 2026, o respetivo registo, da redução do capital social da sociedade&#8221;.</p>
<p>Com esta alteração, a Ibersol extinguiu 899.126 ações próprias para libertação de excesso de capital.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791269]]></sapo:autor>
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		<title>Residências universitárias atrasadas: apenas um quarto das novas camas está disponível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:36:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A menos de dois meses do prazo definido para concluir as obras financiadas pelo Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), a execução continua longe das metas previstas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A menos de dois meses do prazo definido para concluir as obras financiadas pelo Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), a execução continua longe das metas previstas. Cerca de 60% dos projetos permanecem por concluir e, das 18.758 camas planeadas, apenas 5014 estão efetivamente prontas, o equivalente a 27% da capacidade prevista. Ao mesmo tempo, o custo do alojamento continua a aumentar, com o preço médio de um quarto a ultrapassar os 400 euros e a atingir os 500 euros em Lisboa, cenário que leva as associações estudantis a defenderem desde já um reforço da estratégia nacional para responder às necessidades futuras.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/20/sociedade/noticia/alojamento-estudantil-60-projectos-estao-concluir-so-quarto-camas-pronto-2182281" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, os dados oficiais do PNAES, atualizados a 24 de junho, mostram que das 134 empreitadas previstas apenas 53 estavam concluídas, enquanto 81 continuavam em execução. Entre estas contam-se 31 novas residências, 24 projetos de adaptação de edifícios, 17 intervenções de requalificação e nove obras realizadas em edifícios parcialmente ocupados. As empreitadas concluídas representam um investimento de cerca de 129 milhões de euros, num programa global avaliado em quase 467 milhões. Apesar dos progressos registados ao longo do último ano, a Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR já tinha alertado para o risco de parte das obras não ficar concluída até ao prazo de 31 de agosto, apontando como causas os efeitos das tempestades, a escassez de mão de obra e dificuldades logísticas, incluindo ligações a infraestruturas essenciais.</p>
<p>Apesar dos atrasos, algumas instituições começam a reforçar a capacidade de alojamento. O Instituto Politécnico de Coimbra inaugurou recentemente a residência R2, com 105 camas, que se junta à residência R1, totalizando 211 camas renovadas através de um investimento de 2,7 milhões de euros financiado pelo PRR. Já a Universidade de Lisboa anunciou que disponibilizará mais 1018 camas no ano letivo de 2026/27, depois de ter acrescentado outras 488 no ano anterior, num investimento global de 80 milhões de euros, dos quais 49,5 milhões provenientes do PRR. Ainda assim, o presidente da Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico (FNAEESP), Diogo Machado, considera que o reforço em curso será insuficiente para responder às necessidades dos mais de 100 mil estudantes deslocados, defendendo a criação de um &#8220;PNAES 2.0&#8221; que permita aumentar a oferta de camas, incluindo através da recuperação de edifícios devolutos pertencentes ao Estado.</p>
<p>Enquanto a rede pública continua a crescer lentamente, muitos estudantes mantêm-se dependentes do mercado privado de arrendamento. Os dados do Observatório do Alojamento Estudantil indicam que o preço médio de um quarto subiu para 423 euros em julho, mais 30 euros do que em 2024 e mais oito euros do que há um ano. Lisboa continua a ser a cidade mais cara, com uma renda média de 500 euros, seguida do Porto, com cerca de 450 euros. Faro, Setúbal, Ponta Delgada e Funchal registam valores próximos dos 400 a 450 euros, enquanto Aveiro e Braga apresentam rendas na ordem dos 350 euros. Apesar do aumento de 63% na oferta de quartos entre 2024 e 2026, passando de 5666 para 9254 anúncios, os preços continuam elevados e a pressionar o orçamento das famílias.</p>
<p>Em paralelo, mantêm-se dúvidas sobre a entrada em vigor do novo modelo de ação social para o ensino superior. O Ministério da Educação pondera aplicar já algumas medidas no próximo ano letivo, incluindo o aumento do valor máximo cobrado aos estudantes bolseiros alojados em residências, acompanhado de um apoio de 160 euros. O novo regime prevê ainda que os bolseiros possam optar por arrendar um quarto no mercado privado sem perder esse apoio e que os estudantes sem vaga em residência recebam uma bolsa ajustada ao custo do alojamento no concelho onde estudam. No entanto, Diogo Machado receia que esta alteração reduza a procura pelas residências recentemente construídas, muitas delas com quartos duplos, e acabe também por incentivar uma nova subida das rendas no mercado privado, à medida que os proprietários passem a considerar os novos apoios atribuídos aos estudantes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791239]]></sapo:autor>
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		<title>Euribor sobe a três meses para novo máximo desde março de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:24:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Euribor subiu hoje a três e a 12 meses, no prazo mais curto para um novo máximo desde março de 2025, e desceu a seis meses em relação a sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Euribor subiu hoje a três e a 12 meses, no prazo mais curto para um novo máximo desde março de 2025, e desceu a seis meses em relação a sexta-feira.</p>
<p>Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,493%, continuou abaixo das taxas a seis (2,687%) e a 12 meses (2,881%).</p>
<p>A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, recuou hoje, ao ser fixada em 2,687%, menos 0,001 pontos que na sexta-feira.</p>
<p>Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a maio indicam que a Euribor a seis meses representava 39,17% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.</p>
<p>Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,73% e 24,79%, respetivamente.</p>
<p>No prazo de 12 meses, a taxa Euribor subiu hoje para 2,881%, mais 0,008 pontos do que na sessão anterior.</p>
<p>No mesmo sentido, a Euribor a três meses avançou hoje, ao ser fixada em 2,493%, mais 0,010 pontos que na sexta-feira e um novo máximo desde março de 2025.</p>
<p>Em 11 de junho, como antecipado pelo mercado, o BCE decidiu na reunião de política monetária subir, pela primeira vez desde setembro de 2023, as taxas diretoras, designadamente em 0,25 pontos percentuais.</p>
<p>Na anterior reunião, em 30 de abril, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como também tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 22 e 23 de julho em Frankfurt.</p>
<p>Em junho, a média mensal da Euribor subiu, de novo, a três e a seis meses, mas desceu no prazo mais longo.</p>
<p>A média mensal da Euribor em junho subiu 0,113 pontos para 2,339% a três meses e 0,060 pontos percentuais para 2,596% a seis meses.</p>
<p>Já a 12 meses, a média da Euribor baixou 0,006 para 2,798%.</p>
<p>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 21 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791264]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A economia mundial ainda cresce, mas economistas apontam três riscos que estão a preocupar os investidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:13:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia mundial deverá continuar a crescer acima da tendência na segunda metade de 2026 e nos anos seguintes, impulsionada pelo investimento em IA, pelo consumo resiliente e pelo alívio da política orçamental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia mundial deverá continuar a crescer acima da tendência na segunda metade de 2026 e nos anos seguintes, impulsionada pelo investimento em inteligência artificial (IA), pelo consumo resiliente e pelo alívio da política orçamental.</p>
<p>A previsão é da Aberdeen Investments, que, na sua análise trimestral House View para o terceiro trimestre, alerta, contudo, para uma maior volatilidade da inflação, riscos geopolíticos e sinais de uma fase mais avançada do ciclo económico.</p>
<p>A gestora de ativos estima que o crescimento global atinja cerca de 3,2% este ano, apesar de a inflação permanecer elevada na sequência do recente choque energético. Embora o contexto macroeconómico continue a favorecer os ativos de risco, a Aberdeen considera que o nível de incerteza é elevado e limita a convicção dos investidores.</p>
<p>&#8220;A economia global continua a demonstrar resiliência, apoiada pelos fortes resultados das empresas e pela continuidade do ciclo de investimento em IA. No entanto, estamos claramente numa fase mais complexa do ciclo, em que os riscos geopolíticos permanecem elevados e os choques inflacionistas são mais frequentes&#8221;, afirma Peter Branner, Chief Investment Officer da Aberdeen Investments.</p>
<p>O cenário central da gestora prevê uma estabilização dos mercados petrolíferos e a continuidade da expansão económica, embora os riscos extremos permaneçam significativos. Neste contexto, a Aberdeen recomenda uma postura ainda construtiva face aos ativos de risco, mas defende uma maior diversificação e resiliência das carteiras.</p>
<p>A inflação deverá permanecer acima do anteriormente previsto devido aos efeitos persistentes da energia, embora as pressões subjacentes tendam a moderar-se. Por isso, a gestora antecipa que os bancos centrais poderão alterar as taxas de juro menos do que os mercados atualmente esperam.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a Reserva Federal deverá manter as taxas inalteradas durante 2026, retomando os cortes apenas em 2027. Também o Banco de Inglaterra e o Banco Central Europeu deverão interromper o ciclo de subida das taxas, enquanto o Banco do Japão deverá continuar a aumentá-las de forma gradual.</p>
<p>Na China, o crescimento continua a beneficiar da procura associada à IA e às tecnologias verdes. No entanto, a fragilidade do consumo interno e os desafios no setor imobiliário deverão levar Pequim a adotar novas medidas de estímulo direcionadas.</p>
<p>Os mercados emergentes mantêm, de forma geral, uma perspetiva resiliente, apoiados pelo investimento relacionado com a IA, embora com diferenças significativas entre regiões.</p>
<p>&#8220;A economia global entrou num regime de maior volatilidade da inflação, impulsionada em parte pela geopolítica e pelas perturbações nas cadeias de abastecimento. Embora o choque energético esteja a revelar-se temporário, futuros choques do lado da oferta poderão tornar-se mais frequentes&#8221;, afirma Paul Diggle, Chief Economist da Aberdeen Investments.</p>
<p>Segundo o economista, este cenário aumenta a probabilidade de períodos em que as ações e as obrigações evoluem na mesma direção, reforçando a importância de diversificar os investimentos por diferentes classes de ativos e regiões.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Emergentes e imobiliário entre as apostas</strong></p>
<p>A gestora mantém uma visão positiva sobre as obrigações e ações dos mercados emergentes, que continuam a apresentar um crescimento superior às tendências registadas antes da pandemia. A dinâmica é particularmente evidente na Ásia emergente, onde o investimento associado à IA constitui um importante motor de crescimento.</p>
<p>O recente choque energético poderá penalizar temporariamente os países que não são exportadores de matérias-primas, mas os fatores estruturais continuam a ser favoráveis. Na América Latina, várias economias mantêm margem para novos cortes nas taxas de juro. Ainda assim, a dispersão de desempenho entre mercados está a aumentar, com os ganhos cada vez mais concentrados num grupo restrito de exportadores ligados à tecnologia.</p>
<p>No crédito privado, a Aberdeen mantém uma posição neutra, refletindo preocupações crescentes relacionadas com uma fase mais avançada do ciclo económico. Os segmentos de investment grade continuam resilientes e oferecem um prémio de rendimento atrativo face aos mercados públicos, mas começam a surgir sinais de pressão em algumas áreas do mercado de direct lending, nomeadamente ao nível dos critérios de concessão de crédito, da liquidez dos fundos e do risco de deterioração das condições à medida que o ciclo económico avança.</p>
<p>Já no imobiliário direto global, a gestora mantém uma visão positiva, sustentada pela procura resiliente dos arrendatários e pela estabilidade dos fluxos de rendimento. A evolução está a tornar-se mais equilibrada entre regiões e setores, refletindo a melhoria dos fundamentos, embora alguns segmentos, como o alojamento estudantil no Reino Unido, continuem a ser considerados menos atrativos.</p>
<p>A infraestrutura é, por sua vez, uma das áreas onde a Aberdeen mantém uma visão mais otimista. A digitalização, a descarbonização e o aumento da despesa em defesa deverão gerar necessidades significativas de investimento em todo o mundo e uma oferta sustentada de oportunidades.</p>
<p>A gestora antecipa ainda um papel crescente do capital privado no financiamento destas necessidades. Embora as energias renováveis continuem a dominar o volume de transações, as infraestruturas digitais estão a conquistar uma fatia cada vez maior do valor total investido. As avaliações são, segundo a Aberdeen, geralmente mais atrativas nas operações de pequena e média dimensão.</p>
<p>No conjunto, a gestora considera que ações e obrigações deverão manter um desempenho moderadamente positivo, com a inteligência artificial a continuar a ser um dos principais motores dos mercados. A maior volatilidade da inflação, a geopolítica e os riscos associados à fase avançada do ciclo económico deverão, contudo, exigir uma abordagem mais diversificada e seletiva por parte dos investidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791249]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: Maioria das escolas já afixou notas das provas do 9.º ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A grande maioria das escolas já afixou os resultados das provas finais do 9.º ano, havendo apenas casos pontuais que continuam a aguardar a chegada dos ficheiros, revelou o representante dos diretores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A grande maioria das escolas já afixou os resultados das provas finais do 9.º ano, havendo apenas casos pontuais que continuam a aguardar a chegada dos ficheiros, revelou o representante dos diretores.</p>
<p>&#8220;Algumas escolas já receberam as provas, outras não. Mas o grosso já recebeu. Neste momento tenho apenas dois ou três relatos de colegas que não receberam&#8221;, afirmou à agência Lusa o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima.</p>
<p>Às 09:30, havia já famílias a consultar os resultados das provas de Português e de Matemática, até porque também estes alunos podem precisar de ir à 2.ª fase, que começa terça-feira.</p>
<p>&#8220;Na minha escola tenho dois alunos que chumbaram e precisam de se inscrever hoje para fazer a prova. É tudo muito em cima do acontecimento, mas nada comparado com o que se passa com os exames do secundário&#8221;, disse Filinto Lima.</p>
<p>A 2.ª fase da prova de Português realiza-se na terça-feira de manhã e a de Matemática na quinta-feira, segundo o calendário. No caso destes exames do 9.º ano as provas são realizadas em formato digital.</p>
<p>As classificações das provas finais do ensino básico também deveriam ter sido publicadas na sexta-feira, mas, nesse mesmo dia, o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) anunciou que tal não seria possível, uma vez que iria ser dada prioridade aos resultados dos exames do 11.º e 12º ano.</p>
<p>Este ano, pela primeira vez, os exames nacionais do secundário foram digitalizados, apesar de terem sido feitos pelos alunos em papel.</p>
<p>Assim que arrancou o período de classificação dos exames dos cerca de 166 mil alunos, começaram também os problemas com a plataforma e com o processo de digitalização, obrigando a tutela a adiar uns dias a divulgação dos resultados.</p>
<p>As escolas começaram a receber apenas ao início da noite de sexta-feira as notas dos exames nacionais do secundário, que ainda foram afixadas nesse dia.</p>
<p>No entanto, mais de 1.400 exames surgiram na pauta com a informação de &#8220;suspenso&#8221;, por falhas no processo, e muitas outras notas tiveram de ser corrigidas, segundo o EduQa.</p>
<p>Apenas no domingo foram enviados às escolas os ficheiros sobre os 1.400 exames com a sua nota suspensa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791252]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo Pestana insiste há mais de uma década numa solução para melhorar acessos em Tróia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:01:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo hoteleiro garante que está disponível para colaborar com a Câmara Municipal de Grândola, o Governo e as restantes entidades competentes na procura de uma solução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Pestana Hotel Group voltou a defender uma solução integrada para melhorar o acesso público à Praia das Camarinhas, em Tróia, que passe pela criação de uma zona de estacionamento público junto ao atual acesso pedonal. O grupo hoteleiro garante que está disponível para colaborar com a Câmara Municipal de Grândola, o Governo e as restantes entidades competentes na procura de uma solução.</p>
<p>A posição surge na sequência da visita da ministra do Ambiente e Energia às praias do concelho de Grândola e recupera um processo que, segundo o Pestana Hotel Group, se prolonga há mais de uma década.</p>
<p>No âmbito do desenvolvimento do Pestana Tróia Eco-Resort, o grupo disponibilizou, em 2011, uma faixa de terreno no extremo norte da propriedade para permitir a criação de um acesso pedonal público à Praia das Camarinhas. A solução, formalizada em 2015 em articulação com as entidades competentes, criou um percurso com cerca de 200 metros, no ponto onde a distância entre a estrada e a praia é mais curta, procurando minimizar a intervenção no sistema dunar.</p>
<p>De acordo com o Pestana Hotel Group, o local já era utilizado pelo público para chegar à praia antes da construção do empreendimento, precisamente por ser o percurso mais direto para o areal. O acesso pedonal permanece atualmente aberto e livre ao público, mas não é acompanhado por estacionamento público.</p>
<p>A criação de uma área de estacionamento ordenado foi, aliás, uma das soluções defendidas pelo grupo desde o início. Em 2014, o Pestana Hotel Group apresentou uma proposta para instalar uma zona de estacionamento público em terreno da sua propriedade, com o objetivo de facilitar o acesso à praia e evitar o estacionamento desorganizado junto à via.</p>
<p>A proposta acabou por não avançar devido às regras previstas no Plano de Ordenamento da Orla Costeira em vigor na altura. Ainda assim, o grupo afirma ter mantido a intenção de encontrar uma solução integrada para melhorar as condições de acesso à Praia das Camarinhas.</p>
<p>Em 2024, perante a evolução do enquadramento aplicável, o Pestana Hotel Group retomou o tema junto da Câmara Municipal de Grândola, formalizando novamente a sua disponibilidade para colaborar na procura de uma solução conjunta.</p>
<p>“O acesso pedonal à Praia das Camarinhas existe, está aberto e nunca foi condicionado pelo Pestana Hotel Group. O que continuamos a defender é que esse acesso seja complementado por uma solução de estacionamento, que permita o acesso à praia em melhores condições ao público”, afirmou José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group.</p>
<p>“Há cerca de uma década que procuramos contribuir para essa solução e continuamos totalmente disponíveis para trabalhar com a Câmara Municipal de Grândola, com o Governo, com as entidades competentes e com os proprietários do empreendimento”, acrescentou.</p>
<p>O grupo considera que o próximo passo deverá passar pela definição de um processo de trabalho estruturado, com alternativas concretas, interlocutores identificados e articulação entre todas as partes envolvidas, incluindo o universo de proprietários do Pestana Tróia Eco-Resort.</p>
<p>O objetivo, segundo o Pestana Hotel Group, é encontrar uma solução que permita melhorar a acessibilidade, a segurança e a organização da chegada à Praia das Camarinhas, conciliando o acesso público com a proteção ambiental e o cumprimento das regras de ordenamento do território.</p>
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