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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>&#8220;O risco não é inexistente&#8221;: Especialista alerta para eventual chegada do Ébola à Europa. Está Portugal preparado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 07:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A declaração de emergência de saúde pública internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS) devido ao novo surto de Ébola na República Democrática do Congo colocou os países europeus em estado de vigilância reforçada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A declaração de emergência de saúde pública internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS) devido ao novo surto de Ébola na República Democrática do Congo colocou os países europeus em estado de vigilância reforçada. Em Portugal, as autoridades de saúde estão a atualizar protocolos e mecanismos de resposta, enquanto especialistas alertam que, embora o risco seja reduzido, a possibilidade de surgirem casos importados através de viagens internacionais “não é inexistente”.</p>
<p>Em entrevista exclusiva à Executive Digest, Joana Moreno, médica especialista em Saúde Pública e secretária-geral da direção da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública (ANMSP), explicou que a principal preocupação passa pela circulação internacional de pessoas entre países afetados e regiões sem transmissão ativa da doença.</p>
<p>“Relativamente ao risco para a expansão desta doença ou à chegada de casos à Europa, nós não podemos dizer que este risco é inexistente”, afirmou a especialista, sublinhando que “as viagens internacionais fazem com que uma pessoa, de um momento para o outro, possa estar num país afetado e num país não afetado”.</p>
<p>Ainda assim, Joana Moreno considera improvável um cenário de pandemia global. Segundo explicou, “a probabilidade de se propagar a larga escala como uma pandemia é pouco provável, por causa das características da doença”, embora admita que “é sempre possível que um caso seja importado e que venha para a Europa por causa das viagens internacionais de hoje em dia”.</p>
<p><strong>Como se transmite o vírus do Ébola?</strong><br />
A especialista esclareceu que o Ébola não se transmite por via aérea, ao contrário do que acontece com doenças respiratórias altamente contagiosas. “Este é um vírus que se passa pessoa a pessoa, mas não é por via aérea, é por contacto com fluidos da pessoa, como sangue, saliva ou outros materiais contaminados”, explicou.</p>
<p>De acordo com Joana Moreno, o contacto direto com fluidos corporais de pessoas infetadas continua a ser o principal mecanismo de transmissão, o que faz com que as medidas de proteção de barreira sejam essenciais.</p>
<p>“A primeira e mais básica de todas é a lavagem das mãos”, destacou, acrescentando que, perante suspeitas de infeção, “o contacto deve ser feito sempre de forma protegida”, recorrendo a equipamentos como máscara, viseira e outras barreiras utilizadas pelos profissionais de saúde.</p>
<p>A médica deixou ainda recomendações para viajantes que possam deslocar-se a zonas afetadas. Segundo afirmou, estas pessoas devem “manter-se afastadas dos focos conhecidos” e, sempre que possível, “adiar viagens para alturas posteriores onde o surto já esteja mais controlado”.</p>
<p><strong>OMS em alerta devido a estirpe sem vacina</strong><br />
A decisão da OMS de declarar emergência internacional está relacionada com vários fatores que tornam o atual surto particularmente preocupante. Entre eles está o facto de a estirpe Bundibugyo, atualmente em circulação, não ter vacina disponível.</p>
<p>Joana Moreno explicou que “esta declaração por parte da OMS deve deixar os Estados-membros atentos a esta situação”, salientando que a ausência de vacina dificulta significativamente o controlo local da doença.</p>
<p>“Estamos a falar de uma estirpe do vírus que não tem vacina e, portanto, não havendo esta vacina, torna também mais difícil o controlo localmente”, afirmou.</p>
<p>Além disso, acrescentou que estes vírus “normalmente não têm tratamento específico”, o que limita as opções terapêuticas disponíveis para os doentes infetados.</p>
<p>Outro dos problemas identificados prende-se com a capacidade de diagnóstico. A especialista alertou para “alguma dificuldade na capacidade de diagnóstico com os testes que estão disponíveis atualmente”, considerando que a conjugação destes fatores ajuda a explicar o crescimento do número de casos.</p>
<p>“Desde sábado e domingo os números têm crescido e por isso faz sentido que haja aqui esta declaração por parte da OMS”, referiu.</p>
<p><strong>Sintomas iniciais confundem-se com outras doenças</strong><br />
Uma das maiores dificuldades no combate ao Ébola é a identificação precoce dos casos. Segundo Joana Moreno, a doença apenas se torna transmissível quando surgem sintomas, mas esses sinais iniciais são frequentemente confundidos com outras infeções comuns.</p>
<p>“Quando a pessoa desenvolve sintomas é quando ela tem a capacidade de transmitir a doença a outros”, explicou, salientando que pessoas assintomáticas não transmitem o vírus.</p>
<p>No entanto, os primeiros sintomas podem passar despercebidos. “São sintomas muito inespecíficos, como febre, dores musculares, cansaço, dores de cabeça e, em algumas pessoas, dor de garganta”, detalhou.</p>
<p>Só numa fase mais avançada surgem sinais mais associados ao Ébola, como vómitos, diarreia e episódios hemorrágicos. Segundo a médica, é precisamente nessa altura que “as pessoas efetivamente suspeitam que possam estar doentes”, embora possam já ter tido contacto com outras pessoas.</p>
<p>Por isso, Joana Moreno insiste na importância da vigilância epidemiológica e da identificação de histórico de viagens. “Qualquer sintoma, mesmo que inespecífico, deve ser valorizado”, alertou.</p>
<p>A especialista recomenda ainda que pessoas regressadas de zonas afetadas não se dirijam diretamente às urgências hospitalares. “Devem sempre contactar telefonicamente e informar que estiveram nesse destino e que podem ter estado em contacto com alguém com Ébola”, frisou.</p>
<p><strong>Portugal tem protocolos preparados para responder</strong><br />
Apesar do alerta internacional, Joana Moreno garante que Portugal dispõe atualmente de capacidade hospitalar e organizativa para responder a um eventual caso importado.</p>
<p>“Quando começaram a surgir os primeiros casos de Ébola, há mais de 10 anos, o país preparou-se nessa altura com planos específicos para o Ébola”, recordou.</p>
<p>Segundo explicou, existem hospitais de referência e protocolos previamente definidos para lidar com estas situações. “O nosso país tem capacidade e estruturas organizativas para dar resposta a estes casos no caso de surgir algum caso importado”, assegurou.</p>
<p>Ainda assim, admite que o principal desafio poderá ser a deteção precoce. “Como não é uma doença habitual em Portugal, pode realmente haver dificuldade em detetar precocemente estes casos”, reconheceu, acrescentando que a história clínica e epidemiológica dos doentes será determinante para um diagnóstico rápido.</p>
<p>A médica considera, contudo, que Portugal parte de uma posição mais favorável do que muitos países africanos afetados pelo surto. “Nós temos mais meios, mais pessoas especializadas, quer epidemiologistas quer infecciologistas, que são recursos que em Portugal existem”, afirmou.</p>
<p>Joana Moreno revelou ainda que já existem protocolos detalhados para vários cenários, incluindo procedimentos relacionados com funerais e gestão de cadáveres em casos de doenças altamente contagiosas.</p>
<p>“Muitas coisas já foram pré-determinadas nessa altura, continuam vigentes e serão novamente repescadas numa situação destas”, explicou.</p>
<p><strong>DGS reforça vigilância após alerta internacional</strong><br />
Segundo informação avançada pela Direção-Geral da Saúde (DGS) ao Expresso, Portugal está a reforçar mecanismos de deteção precoce, capacidade laboratorial e procedimentos hospitalares após a declaração de emergência internacional pela OMS.</p>
<p>A DGS indicou que estão a ser atualizadas medidas de preparação e resposta em alinhamento com recomendações do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), incluindo informação dirigida a profissionais de saúde e vigilância de viajantes oriundos de zonas afetadas.</p>
<p>O atual surto tem epicentro na província de Ituri, na República Democrática do Congo, e já se estendeu ao Uganda. Dados citados pela OMS e pelo ECDC apontam para centenas de casos suspeitos e dezenas de mortos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764877]]></sapo:autor>
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		<title>IGCP realiza hoje leilão de Bilhetes do Tesouro para encaixar até 1.500 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 07:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[IGCP vai realizar esta próxima quarta-feira um leilão da linha de Bilhetes do Tesouro (BT), com maturidade em 2027 e montante indicativo entre 1.250 e 1.500 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>IGCP vai realizar esta próxima quarta-feira um leilão da linha de Bilhetes do Tesouro (BT), com maturidade em 2027 e montante indicativo entre 1.250 e 1.500 milhões de euros.</p>
<p>“O IGCP [Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública] vai realizar no próximo dia 20 de maio, pelas 10:30, um leilão de linha de BT com maturidade em 21 de maio de 2027”, lê-se numa nota divulgada na passada sexta-feira.</p>
<p>O montante indicativo é entre 1.250 e 1.500 milhões de euros. Os BT são títulos de dívida pública de curto prazo, até um ano, que permitem ao Estado obter financiamento num modelo de gestão de tesouraria mais ágil.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764889]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Despedimento, prémios e rendimentos retroativos: as regras do IRS explicadas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/despedimento-premios-e-rendimentos-retroativos-as-regras-do-irs-explicadas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 07:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tributação em IRS de indemnizações por despedimento, prémios de produtividade e outros rendimentos laborais continua a levantar dúvidas entre trabalhadores e empresas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tributação em IRS de indemnizações por despedimento, prémios de produtividade e outros rendimentos laborais continua a levantar dúvidas entre trabalhadores e empresas. Em vários casos, a obrigação de pagar imposto depende do montante recebido, da natureza do rendimento e até do histórico fiscal do contribuinte.</p>
<p>As regras aplicáveis em 2026 determinam que uma indemnização por despedimento pode beneficiar de isenção parcial ou total de IRS, enquanto os prémios de produtividade atribuídos pelas empresas apenas escapam ao imposto se forem cumpridos determinados critérios salariais.</p>
<p>Indemnizações por despedimento podem ficar parcialmente isentas</p>
<p>As compensações pagas por cessação do contrato de trabalho são consideradas rendimentos do trabalho dependente. Ainda assim, nem todas ficam automaticamente sujeitas a tributação.</p>
<p>No caso de gestores públicos, administradores ou gerentes, a indemnização é sempre tributada na totalidade. Já para os restantes trabalhadores existe um limite de isenção definido pela lei.</p>
<p>Esse limite corresponde à média das remunerações regulares recebidas nos últimos 12 meses antes do despedimento, multiplicada pelo número de anos de antiguidade na empresa.</p>
<p>Por exemplo, um trabalhador com 10 anos de antiguidade e uma remuneração média mensal de 1.500 euros poderá beneficiar de isenção até 15 mil euros.</p>
<p>Para este cálculo entram componentes como salário base, subsídios de férias e de Natal, diuturnidades, subsídio de turno ou compensações por isenção de horário. Já os subsídios de férias e de Natal ainda não pagos no momento da saída não são integrados na indemnização e continuam sujeitos às regras normais de IRS.</p>
<p><strong>Excedente da indemnização fica sujeito a imposto</strong><br />
Quando o valor recebido ultrapassa o limite de isenção, apenas a parcela excedente fica sujeita a tributação.</p>
<p>Nesse caso, a entidade patronal deve efetuar retenção na fonte sobre o montante tributável, sendo depois necessário declarar esse valor no Anexo A da declaração de IRS, para englobamento com os restantes rendimentos do trabalho.</p>
<p>A tributação não é feita através de uma taxa autónoma específica. O valor é somado aos restantes rendimentos anuais e sujeito aos escalões gerais do imposto.</p>
<p><strong>Há situações em que a isenção pode ser perdida</strong><br />
A legislação prevê ainda circunstâncias em que o trabalhador perde o direito à isenção sobre a indemnização por despedimento.</p>
<p>Isso acontece quando o contribuinte já beneficiou da mesma isenção nos cinco anos anteriores ou quando estabelece um novo vínculo profissional ou empresarial com a entidade empregadora nos 24 meses seguintes ao despedimento.</p>
<p>Nestas situações, a totalidade da indemnização passa a ficar sujeita a IRS.</p>
<p><strong>Prémios de produtividade podem ficar isentos até determinado limite</strong><br />
Os prémios de produtividade, desempenho, participações nos lucros ou gratificações de balanço atribuídos de forma voluntária e sem carácter regular também podem beneficiar de isenção fiscal.</p>
<p>A lei estabelece que estes montantes ficam isentos até ao limite de 6% do salário anual do trabalhador.</p>
<p>No entanto, a empresa só pode beneficiar deste regime se cumprir determinadas condições relacionadas com aumentos salariais.</p>
<p>Para os prémios pagos em 2025, é necessário que a entidade empregadora tenha registado um aumento médio salarial de 4,7% face ao ano anterior e que os trabalhadores com remunerações iguais ou inferiores à média da empresa tenham tido aumentos de pelo menos 4,7%.</p>
<p>Caso uma destas condições não seja cumprida, ou se o prémio ultrapassar o limite previsto, o valor deixa de beneficiar da isenção e passa a ser tributado normalmente.</p>
<p>Mesmo quando isentos, estes prémios têm de ser declarados no IRS, concretamente no quadro 4 do Anexo H do Modelo 3, utilizando o código 413.</p>
<p><strong>Rendimentos retroativos podem ser imputados a anos anteriores</strong><br />
Os trabalhadores que recebam rendimentos relativos a anos anteriores — como salários ou pensões pagos em atraso — podem optar por imputar esses montantes aos anos a que efetivamente dizem respeito.</p>
<p>Para isso, é necessário preencher o quadro 5B do Anexo A da declaração de IRS, indicando o valor recebido e o respetivo ano.</p>
<p>Posteriormente, deve ser entregue uma declaração de substituição referente ao ano em causa, até ao limite do quinto ano anterior ao recebimento.</p>
<p>Existe ainda uma alternativa através do quadro 5A do mesmo anexo, permitindo que a Autoridade Tributária divida os rendimentos pelo número de anos a que respeitam, incluindo o ano do pagamento. Contudo, esta solução pode levar a um agravamento do escalão de IRS e resultar numa tributação menos favorável.</p>
<p><strong>Indemnizações por doença, lesão ou morte continuam isentas</strong><br />
A legislação fiscal prevê também isenção de IRS para indemnizações atribuídas devido a lesão corporal, doença ou morte.</p>
<p>Esta isenção aplica-se quando as compensações são pagas pelo Estado, regiões autónomas ou autarquias, atribuídas ao abrigo de contratos de seguro, decisões judiciais ou acordos homologados em tribunal, ou ainda quando são pagas por associações mutualistas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764872]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fotografia rara e inédita de Oscar Wilde vai hoje a leilão e pode valer milhares de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 06:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma fotografia inédita do escritor irlandês Oscar Wilde, tirada há cerca de 150 anos durante os seus tempos de estudante em Oxford, vai esta quarta-feira a leilão em Inglaterra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma fotografia inédita do escritor irlandês Oscar Wilde, tirada há cerca de 150 anos durante os seus tempos de estudante em Oxford, vai esta quarta-feira a leilão em Inglaterra, numa venda que está a despertar forte interesse entre colecionadores e admiradores da literatura do século XIX.</p>
<p>A imagem, descrita como “presumivelmente inédita”, foi recentemente descoberta num álbum de família e será leiloada pela Dominic Winter, no condado inglês de Gloucestershire. A leiloeira estima que a fotografia possa ser arrematada por cerca de seis mil euros.</p>
<p>A fotografia mostra um grupo de estudantes e professores do Magdalen College, em Oxford, e terá sido captada por volta de 1876, numa altura em que Wilde frequentava a universidade inglesa.</p>
<p>O autor de O Retrato de Dorian Gray ingressou em Oxford em 1874 para estudar Artes e Letras, curso que viria a concluir alguns anos depois. Nessa fase da sua vida, já começava a ganhar notoriedade pelas suas frases espirituosas e observações mordazes, frequentemente reproduzidas na imprensa da época.</p>
<p>Na fotografia agora colocada à venda surgem mais de 50 homens distribuídos em três filas. A maioria aparece trajada de forma formal, com vários elementos a usarem chapéus de coco, típicos da época vitoriana.</p>
<p>Wilde surge na fila do meio, no quinto lugar a contar da esquerda, olhando diretamente para a câmara. Ao seu lado encontram-se alguns dos seus amigos e colegas, entre eles E. Cholmley Jones, William Welsford Ward, Rowland Childers e Reginald Harding.</p>
<p><strong>Primeiro estudante negro diplomado em Oxford também surge na fotografia</strong><br />
A imagem inclui ainda Christian Frederick Cole, natural da Serra Leoa, que ficou conhecido por ter sido o primeiro homem negro a concluir um curso na Universidade de Oxford.</p>
<p>A presença de Cole na fotografia acrescenta importância histórica ao registo, que documenta uma geração de estudantes da universidade britânica durante o final do século XIX.</p>
<p><strong>Leilão inclui fotografias dos Kennedy e de Churchill</strong><br />
Além da rara imagem de Wilde, o leilão “Photographs, Posters &#038; Postcards, Autographs, Documents &#038; Ephemera” inclui outros lotes históricos relacionados com figuras políticas e culturais internacionais.</p>
<p>Entre eles está uma fotografia da família Kennedy tirada em Londres, em 1939, pertencente ao espólio do fotógrafo britânico Marcus Adams, conhecido pelos seus retratos de famílias da alta sociedade.</p>
<p>A imagem foi captada na residência da embaixada norte-americana em Londres, quando Joseph P. Kennedy Sr. desempenhava funções diplomáticas no Reino Unido. Na fotografia aparecem onze membros da família, incluindo o futuro presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, bem como os futuros senadores Robert F. Kennedy e Ted Kennedy. O valor estimado deste lote ronda os 920 euros.</p>
<p>Outro dos destaques da venda é uma fotografia de Winston Churchill a cavalo durante uma caçada na Chartwell Farm, captada em 1948. A leiloeira prevê que essa imagem possa atingir aproximadamente 1.700 euros.</p>
<p>O leilão decorre esta quarta-feira em formato presencial e online, seguindo o modelo habitual adotado pela leiloeira britânica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764896]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Gemini, Android XR e automação: tudo o que se espera do Google I/O 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 06:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Google dá início à edição de 2026 do seu principal evento anual para programadores e tecnologia, o Google I/O, uma conferência que deverá ficar marcada por anúncios centrados na inteligência artificial, automação e integração entre software, cloud e dispositivos inteligentes.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Google dá início à edição de 2026 do seu principal evento anual para programadores e tecnologia, o Google I/O, uma conferência que deverá ficar marcada por anúncios centrados na inteligência artificial, automação e integração entre software, cloud e dispositivos inteligentes.</p>
<p>O evento decorre até amanhã, no Shoreline Amphitheatre, em Mountain View, na Califórnia, reunindo apresentações em direto, sessões técnicas e demonstrações das próximas apostas estratégicas da tecnológica norte-americana.</p>
<p>Depois de ter antecipado algumas novidades no início do mês durante o “Android Show: I/O Edition”, a empresa reservou os anúncios mais importantes para a conferência principal, onde a inteligência artificial deverá assumir um papel central em praticamente todas as áreas do ecossistema da Google.</p>
<p><strong>Inteligência artificial no centro da estratégia</strong><br />
A tecnológica já confirmou que o evento será fortemente orientado para áreas como inteligência artificial, plataformas móveis, Google Chrome e serviços cloud.</p>
<p>Entre os anúncios mais aguardados estão novas funcionalidades da plataforma Gemini, incluindo capacidades de automação de tarefas, integração com aplicações e avanços nos chamados agentes autónomos de programação.</p>
<p>A empresa deverá também apresentar melhorias nos modelos multimodais de IA, capazes de compreender e gerar texto, imagem, áudio e vídeo, além de novidades relacionadas com geração de media e robótica.</p>
<p>Segundo as informações antecipadas para o evento, a Google pretende demonstrar como a inteligência artificial será integrada em vários dos seus produtos e serviços, numa estratégia que reforça a competição com outras gigantes tecnológicas no setor da IA generativa.</p>
<p><strong>Android 17 e novas ferramentas para programadores</strong><br />
O sistema operativo móvel Android será outro dos protagonistas do Google I/O 2026.</p>
<p>Durante as sessões técnicas dedicadas aos programadores, a empresa deverá detalhar melhorias de desempenho no Android 17, bem como novas capacidades para aplicações multimédia, ferramentas de câmara e integração com serviços baseados em inteligência artificial.</p>
<p>A próxima geração do Android entrou recentemente na fase de estabilidade, tendo o lançamento oficial sido apontado para meados de junho.</p>
<p>No evento deste ano, espera-se ainda que a Google destaque novas ferramentas destinadas a criadores e programadores, incluindo soluções baseadas em IA para desenvolvimento de aplicações e automação de fluxos de trabalho.</p>
<p><strong>Googlebook e ecossistema Gemini ganham força</strong><br />
Entre os rumores e expectativas que rodeiam a conferência está também a possível apresentação do chamado “Googlebook”, uma plataforma que deverá combinar Android, inteligência artificial Gemini e hardware desenvolvido em parceria com fabricantes como HP, Dell e Lenovo.</p>
<p>As informações antecipadas apontam para uma aposta num ecossistema mais integrado entre dispositivos, inteligência artificial e serviços cloud.</p>
<p>Além disso, o Google I/O deverá servir para mostrar novos avanços ligados aos óculos inteligentes Android XR e às tecnologias de realidade estendida, um segmento onde várias empresas tecnológicas procuram consolidar presença.</p>
<p><strong>Evento terá transmissão em direto</strong><br />
A keynote de abertura do Google I/O 2026 arranca às 18h00, hora de Portugal Continental, com uma duração prevista de cerca de uma hora e 45 minutos.</p>
<p>Mais tarde, entre as 21h30 e as 22h45, decorrerá uma sessão inteiramente dedicada a programadores e especialistas técnicos.</p>
<p>A Google anunciou transmissões em direto através das suas plataformas oficiais, incluindo o YouTube, permitindo acompanhar em tempo real os principais anúncios da conferência.</p>
<p>Além das novidades imediatas para Android e Gemini, o evento é encarado como uma demonstração da visão estratégica da Google para os próximos anos.</p>
<p>Nos últimos meses, a empresa tem reforçado a aposta em inteligência artificial generativa, automação e integração entre dispositivos e serviços, numa corrida tecnológica cada vez mais intensa.</p>
<p>Depois das primeiras revelações feitas no “Android Show: I/O Edition” — onde surgiram novidades relacionadas com Android Auto, emojis Noto 3D, ferramentas para criadores e funcionalidades destinadas a reduzir o chamado “doomscrolling” — o Google I/O deverá agora aprofundar o futuro da IA dentro do universo da empresa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764906]]></sapo:autor>
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		<title>Transmitido hoje o telefilme que dramatiza interrogatório da PJ a mãe de Maddie McCann</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 06:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O interrogatório conduzido pela Polícia Judiciária à mãe de Madeleine McCann, desaparecida em 2007 na Praia da Luz, no Algarve, é o tema central de um filme a transmitir no canal britânico Channel 5 esta quarta-feira.
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O interrogatório conduzido pela Polícia Judiciária à mãe de Madeleine McCann, desaparecida em 2007 na Praia da Luz, no Algarve, é o tema central de um filme a transmitir no canal britânico Channel 5 esta quarta-feira.</p>
<p>Intitulado “Sob suspeita: Kate McCann” (“Under Suspicion: Kate McCann”), o filme centra-se no momento específico da investigação, três meses após o desaparecimento da criança britânica de três anos, quando as autoridades portuguesas começaram a suspeitar dos pais.</p>
<p>Baseado nos registos oficiais do interrogatório, o filme retrata de forma detalhada como Kate McCann foi confrontada pela Polícia Judiciária num tom acusatório, coincidindo com a divulgação de alegadas provas forenses incriminatórias. Segundo a sinopse, os investigadores estavam sob crescente pressão mediática internacional e escrutínio público perante a falta de pistas concretas, provas substanciais ou detenções.</p>
<p>A narrativa acompanha o prolongado interrogatório, que se estende por várias horas, e o dilema enfrentado por Kate entre colaborar com as autoridades e salvaguardar a sua posição em termos jurídicos se fosse constituída arguida. A possibilidade de ser formalmente acusada levanta, segundo o filme, receios de que a investigação se afaste da procura da criança, que nunca foi encontrada.</p>
<p>A reconstituição questiona o papel das autoridades portuguesas e a controvérsia que marcou uma das investigações mais mediáticas das últimas décadas.</p>
<p>O filme, com 90 minutos de duração, termina com o último interrogatório conduzido pela Polícia Judiciária, no qual Kate, a conselho dos advogados, opta por responder “sem comentários”. A produção, descrita como “drama factual”, vai ser transmitida pelo Canal 5 hoje.</p>
<p>Protagonizado pela atriz britânica Laura Bayston, no papel de Kate McCann, o elenco inclui os portugueses Joana Borja, Hugo Nicolau, Miguel Freire e Carlos Agualusa</p>
<p>Em declarações citadas no material fornecido pelo canal, o argumentista, Philip Ralph, falou na dificuldade em dramatizar as notas dos interrogatórios escritas pelos agentes da PJ. “O maior desafio foi criar diálogos que representassem com precisão as perguntas da polícia portuguesa e a orientação do inquérito, garantindo simultaneamente que as respostas de Kate fossem fiéis ao registo e aos factos do caso”, disse.</p>
<p>Ralph admitiu ter ficado surpreendido com as acusações “inacreditáveis” aos pais baseadas “em provas altamente questionáveis”, mas, no filme, evita analisar as “alegações, afirmações, inverdades e acusações”. “Ao abordar a história através do foco específico destas entrevistas, quis cortar todo esse ruído e aprofundar-me nos pormenores precisos do que aconteceu naquela sala, naqueles dias, entre Kate McCann e os agentes da PJ”, explicou.</p>
<p>Desta maneira, explicou, “o filme oferece um antídoto muito necessário para a hipérbole e a teoria da conspiração que têm assombrado esta história há quase 20 anos”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764914]]></sapo:autor>
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		<title>Dia da Marinha celebrado hoje com visitas a navios, faróis abertos e atividades gratuitas em todo o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 06:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As comemorações do Dia da Marinha 2026 arrancam esta quarta-feira em vários pontos do país, com um programa que inclui visitas gratuitas a navios militares, faróis, museus, exposições, batismos de mar, sessões no Planetário de Marinha e iniciativas culturais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As comemorações do Dia da Marinha 2026 arrancam esta quarta-feira em vários pontos do país, com um programa que inclui visitas gratuitas a navios militares, faróis, museus, exposições, batismos de mar, sessões no Planetário de Marinha e iniciativas culturais destinadas a aproximar os portugueses da atividade marítima nacional.</p>
<p>As celebrações decorrem nos Açores, em Lisboa e em Setúbal, evocando também os 528 anos da chegada de Vasco da Gama à Índia, a 20 de maio de 1498, uma das datas mais marcantes da história marítima portuguesa.</p>
<p><strong>Açores recebem primeiras iniciativas das comemorações</strong><br />
Nos Açores, a Marinha Portuguesa promove desde hoje várias atividades que pretendem dar a conhecer à população a missão, os meios e os militares que servem Portugal no mar. As iniciativas prolongam-se até 24 de maio.</p>
<p>Entre os destaques do primeiro dia estão as visitas abertas aos faróis da Região Autónoma dos Açores, disponíveis entre as 14h00 e as 17h00.</p>
<p>As comemorações incluem igualmente a presença do NRP Figueira da Foz, navio que se encontra em missão na região, permitindo aos visitantes contactar de perto com a realidade operacional da Marinha.</p>
<p>Segundo o programa oficial, o objetivo passa por reforçar a ligação entre a instituição e a população açoriana, valorizando simultaneamente o património marítimo português.</p>
<p><strong>Lisboa abre gratuitamente espaços culturais da Marinha</strong><br />
Em Lisboa, os Órgãos Culturais da Marinha abrem hoje portas gratuitamente ao público no âmbito das celebrações do Dia da Marinha 2026.</p>
<p>A iniciativa abrange o Museu de Marinha, o Planetário de Marinha, o Aquário Vasco da Gama e o Núcleo Museológico Fragata D. Fernando II e Glória.</p>
<p>O Aquário Vasco da Gama assinala este ano 128 anos de atividade dedicada ao estudo da vida marinha, à ciência e à divulgação do património ligado ao oceano.</p>
<p>Já no Museu de Marinha, os visitantes podem percorrer séculos de história naval portuguesa através de coleções e testemunhos relacionados com a expansão marítima e a ligação histórica do país ao mar.</p>
<p>No Núcleo Museológico Fragata D. Fernando II e Glória será possível visitar a última grande nau da Carreira da Índia, bem como o Submarino Barracuda, numa experiência que atravessa diferentes períodos da história naval portuguesa.</p>
<p>O Planetário de Marinha terá igualmente sessões gratuitas durante todo o dia, com um programa especial adaptado às comemorações. Às 11h00 realiza-se a sessão “Da Terra ao Universo”, seguindo-se às 14h00 “O Sol, a Nossa Estrela Viva”.</p>
<p><strong>Setúbal concentra principais celebrações do Dia da Marinha</strong><br />
As maiores iniciativas do Dia da Marinha decorrem hoje em Setúbal, cidade que acolhe um vasto programa de atividades até 24 de maio.</p>
<p>As comemorações assinalam os 528 anos da chegada de Vasco da Gama à Índia e incluem exposições, concertos, atividades desportivas, visitas a navios militares e batismos de mar.</p>
<p>Um dos momentos centrais desta quarta-feira será a inauguração do Monumento do Dia da Marinha, marcada para as 10h00 no Jardim Eng.º Luís da Fonseca, cerimónia que contará com a presença do chefe do Estado-Maior da Armada, almirante Jorge Nobre de Sousa.</p>
<p>Ao longo do dia estarão também abertas visitas ao público aos navios NRP Bartolomeu Dias, NRP Setúbal, NRP D. Carlos I e NRP Zarco, atracados no Cais da Doca Pesca e no Cais 2 do Porto de Setúbal, junto ao Mercado do Rio Azul.</p>
<p><strong>Batismos de mar e exposições marcam programa</strong><br />
Entre as iniciativas mais procuradas deverão estar os batismos de mar, previstos entre as 10h00 e as 12h00 e novamente entre as 14h00 e as 18h00.</p>
<p>Os participantes terão oportunidade de embarcar em meios como a Lancha Anfíbia de Reabastecimento e Carga (LARC) dos Fuzileiros, junto ao Clube de Vela do Sado, além do NRP Hidra, NRP Sagitário, botes dos Fuzileiros e embarcações da Polícia Marítima, na zona da Doca Pesca.</p>
<p>O programa inclui ainda um núcleo expositivo interior, instalado no Edifício Cais 3 do Porto de Setúbal, e um núcleo expositivo exterior no Jardim Eng.º Luís da Fonseca, ambos abertos entre as 10h00 e as 19h30.</p>
<p>Durante a tarde, entre as 14h00 e as 17h00, decorrem igualmente visitas ao Farol do Cabo Espichel, em Sesimbra.</p>
<p>Já às 15h00 será inaugurada oficialmente a exposição “Dia da Marinha 2026”, novamente com a presença do chefe do Estado-Maior da Armada.</p>
<p>As comemorações do Dia da Marinha têm como objetivo reforçar a ligação histórica de Portugal ao mar, à navegação, à ciência e à descoberta, promovendo simultaneamente um maior contacto da população com os meios e missões da Marinha Portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764925]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhadores da Lusa fazem hoje greve em defesa da independência da agência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 05:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores da Lusa cumprem esta quarta-feira uma greve de 24 horas e concentram-se em frente à Assembleia da República, num protesto que coincide com a discussão parlamentar sobre o futuro da agência noticiosa portuguesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhadores da Lusa cumprem esta quarta-feira uma greve de 24 horas e concentram-se em frente à Assembleia da República, num protesto que coincide com a discussão parlamentar sobre o futuro da agência noticiosa portuguesa.</p>
<p>A paralisação foi aprovada esta terça-feira em plenário por uma “larga maioria” dos trabalhadores, segundo uma resolução interna divulgada antes da greve. Tal como aconteceu em anteriores protestos na Lusa, é expectável que a produção noticiosa sofra fortes perturbações ao longo do dia, podendo mesmo ocorrer interrupções totais na emissão de notícias.</p>
<p>No centro das preocupações dos trabalhadores estão os novos estatutos da agência, que consideram representar uma ameaça à independência editorial da Lusa.</p>
<p>Na resolução aprovada em plenário, os profissionais acusam as alterações propostas de agravarem “os riscos de influência política e de governamentalização”, considerando ainda que essas mudanças “contrariam a proteção de independência que a Constituição portuguesa confere aos jornalistas”.</p>
<p>Os trabalhadores receiam que a evolução do modelo da agência possa comprometer a autonomia editorial e institucional da principal agência noticiosa nacional.</p>
<p>Outro dos pontos contestados prende-se com a possibilidade de transferência das instalações da Lusa para o campus onde funciona a RTP, em Lisboa.</p>
<p>Segundo os trabalhadores, essa mudança poderá “diminuir a independência funcional da agência” e abrir caminho, “a prazo, ao seu desmantelamento”.</p>
<p>A hipótese de concentração física com a RTP tem sido encarada com preocupação por parte de estruturas representativas dos trabalhadores, que receiam uma perda gradual de autonomia operacional.</p>
<p><strong>Críticas ao plano estratégico e às condições laborais</strong><br />
A resolução aprovada no plenário critica ainda a ausência de informação sobre o plano estratégico e de investimento da empresa, que, segundo os trabalhadores, “continua a ser um segredo”.</p>
<p>Além disso, os profissionais da agência consideram que os salários “continuam a ser insuficientes para garantir a dignidade laboral e financeira dos trabalhadores”.</p>
<p>Os participantes no plenário lamentaram igualmente que a administração da Lusa não tenha dado resposta, até ao momento, ao caderno reivindicativo entregue em 15 de janeiro de 2025.</p>
<p>Entre as críticas surge também a falta de esclarecimentos sobre o plano de rescisões e a ausência de uma estratégia clara para reforço de pessoal, numa altura em que, afirmam os trabalhadores, persistem situações de precariedade laboral dentro da agência.</p>
<p><strong>Episódios com assessor ministerial agravaram tensão</strong><br />
O clima de tensão intensificou-se nos últimos dias após um incidente envolvendo um assessor do ministro da Presidência, António Leitão Amaro.</p>
<p>Na semana passada, representantes da Comissão de Trabalhadores da Lusa e de três sindicatos acusaram Miguel Ferreira da Silva, assessor do governante, de ter adotado “comportamentos insultuosos e intimidatórios” no final de uma reunião formal.</p>
<p>Segundo os trabalhadores, o assessor acabou por se retratar junto do gabinete ministerial, mas a Comissão de Trabalhadores insistiu na necessidade de um pedido de desculpas formal.</p>
<p>Na resolução aprovada esta terça-feira, os trabalhadores consideram que episódios desta natureza representam “um sinal preocupante de tentativas de intromissão no trabalho editorial da agência, cuja independência urge preservar”.</p>
<p><strong>Debate sobre o futuro da agência coincide com paralisação</strong><br />
A greve desta quarta-feira coincide com um momento considerado decisivo para o futuro da Lusa, numa altura em que o tema está em discussão na Assembleia da República.</p>
<p>Os trabalhadores pretendem aproveitar o debate parlamentar para chamar a atenção para aquilo que consideram ser riscos crescentes para a independência editorial, condições de trabalho e futuro estrutural da agência noticiosa portuguesa.</p>
<p>A paralisação deverá afetar o funcionamento regular dos serviços da Lusa durante todo o dia, incluindo a produção e distribuição de conteúdos para órgãos de comunicação social nacionais e internacionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764907]]></sapo:autor>
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		<title>Paulo Rangel queria ser ouvido hoje sobre as Lajes… mas vê audição adiada e vai ter de esperar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 05:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, não será ouvido esta semana no parlamento sobre a utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos no contexto dos ataques ao Irão, apesar de ter manifestado disponibilidade para prestar esclarecimentos já esta quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, não será ouvido esta semana no parlamento sobre a utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos no contexto dos ataques ao Irão, apesar de ter manifestado disponibilidade para prestar esclarecimentos já esta quarta-feira.</p>
<p>Segundo informação avançada pela agência Lusa, não está agendada qualquer reunião da Comissão de Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas para esta semana, o que inviabiliza a audição do chefe da diplomacia portuguesa nos próximos dias.</p>
<p>A mesma fonte parlamentar indicou que os requerimentos apresentados pelo Partido Socialista e pelo Partido Comunista Português deverão ser votados “com a maior urgência” na próxima reunião da comissão, marcada para 26 de maio.</p>
<p><strong>Ministro mostrou-se disponível para esclarecimentos públicos</strong><br />
Na segunda-feira, Paulo Rangel afirmou estar preparado para comparecer no parlamento já hoje, quarta-feira, para responder às dúvidas relacionadas com o uso da Base das Lajes pelos Estados Unidos durante o conflito com o Irão.</p>
<p>“Eu tenho uma agenda internacional complicada nas próximas semanas, mas estou disponível, se isso for possível, de acordo com as regras do parlamento, para ir na quarta-feira”, declarou o ministro aos jornalistas, à margem da assinatura do protocolo negocial do regime jurídico do ensino do português no estrangeiro.</p>
<p>O governante garantiu ainda que pretendia que a sessão decorresse publicamente. “E vou dizer uma coisa: vou fazer esta sessão à porta aberta”, afirmou, defendendo que “quanto à questão que está em causa, não há nenhum elemento de confidencialidade, tudo foi explicado”.</p>
<p><strong>Polémica surgiu após declarações de Marco Rubio</strong><br />
O pedido de audição parlamentar surgiu depois de declarações do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, feitas na quinta-feira passada numa entrevista à Fox News.</p>
<p>Na ocasião, Rubio elogiou Portugal por ter autorizado a utilização da Base das Lajes no conflito com o Irão, afirmando que a autorização portuguesa teria sido dada antes mesmo de Lisboa conhecer o conteúdo concreto do pedido norte-americano.</p>
<p>As declarações levaram o PS a anunciar que chamaria Paulo Rangel ao parlamento e motivaram também uma proposta do PCP para a criação de uma comissão parlamentar de inquérito.</p>
<p><strong>Governo insiste que autorização só surgiu após os ataques</strong><br />
Ainda na quinta-feira, o Ministério dos Negócios Estrangeiros esclareceu, através de comunicado, que “o pedido a Portugal para utilização da Base das Lajes só foi feito já depois do ataque ao Irão”.</p>
<p>Segundo o Governo, a autorização portuguesa apenas foi concedida mediante condições específicas, entretanto tornadas públicas, nomeadamente que a utilização da infraestrutura serviria para responder a ataques sofridos, seria considerada necessária e proporcional e não teria como alvo civis.</p>
<p>Esta quarta-feira, Paulo Rangel voltou a defender a atuação do executivo e condenou “veementemente” a posição assumida pelo PS sobre este dossier, garantindo que os socialistas foram “informados e consultados previamente”.</p>
<p><strong>PS acusa Governo de falta de transparência</strong><br />
Do lado socialista, as críticas ao Governo intensificaram-se após as declarações de Marco Rubio.</p>
<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, lamentou a ausência de “sentido de Estado do Governo português” e afirmou que “um dos dois está a faltar à verdade”.</p>
<p>Já o líder parlamentar socialista, Eurico Brilhante Dias, classificou o episódio como uma “humilhação à escala planetária”, afirmando que Portugal “viveu, desde aquele momento, agachado, de cócoras”.</p>
<p>Perante a polémica, Paulo Rangel procurou desvalorizar a formulação usada por Marco Rubio, sustentando que “toda a gente sabe que não tem valor literal”.</p>
<p>O ministro recordou que já tinha esclarecido publicamente que “obviamente houve uma autorização para o uso da base das Lajes no contexto deste conflito”.</p>
<p>“Não há nenhum problema com os Estados Unidos”, assegurou o governante.</p>
<p>Paulo Rangel explicou ainda que existe uma diferença clara entre a utilização da base antes e depois dos ataques norte-americanos e israelitas ao Irão, ocorridos em 28 de fevereiro.</p>
<p>“Uma coisa é antes do ataque e outra coisa é depois do ataque. Portanto, a partir do momento em que se dá o ataque, houve uma autorização formal e ela foi dada”, afirmou.</p>
<p>Segundo o ministro, antes do início da ofensiva israelo-americana, a Base das Lajes “foi usada como todas as bases europeias em fevereiro”, incluindo instalações militares em Espanha e Itália, ao abrigo do chamado “regime geral de autorizações tácitas”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764938]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Calor chega em força a Portugal: Temperaturas disparam e termómetros podem atingir 35 graus esta quarta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 05:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental prepara-se para uma mudança abrupta do estado do tempo esta quarta-feira com uma subida muito significativa das temperaturas máximas em praticamente todo o território.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental prepara-se para uma mudança abrupta do estado do tempo esta quarta-feira com uma subida muito significativa das temperaturas máximas em praticamente todo o território. Em algumas regiões, os termómetros poderão registar valores até 10 graus superiores aos observados no dia anterior, com máximas a aproximarem-se dos 35 graus nas zonas tradicionalmente mais quentes do país. A alteração marca o início de um período de calor mais intenso, que poderá prolongar-se nos próximos dias.</p>
<p>Segundo as previsões divulgadas pelo portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/tempo-na-quarta-20-maio-30551/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, esta será a jornada mais quente do ano até ao momento e poderá mesmo representar o arranque de uma onda de calor nas regiões do Sul. Apesar da subida generalizada das temperaturas, as primeiras horas do dia deverão continuar relativamente frescas em várias regiões do Norte, especialmente em zonas de vale e no litoral, onde poderão formar-se nevoeiros e nebulosidade baixa até ao final da manhã.</p>
<p>Durante a tarde, o céu deverá apresentar-se pouco nublado ou limpo em praticamente todo o território continental, permitindo uma subida rápida das temperaturas. As máximas poderão ultrapassar os 30 graus em grande parte do país, embora a faixa costeira mantenha valores mais moderados devido à influência marítima. A mudança meteorológica é explicada pela subida da dorsal africana do anticiclone, associada a alterações na circulação atlântica provocadas por uma depressão localizada a norte dos Açores.</p>
<p>A previsão aponta ainda para vento geralmente fraco de leste durante a manhã, rodando gradualmente para oeste a partir da tarde, podendo atingir rajadas entre os 35 e os 40 quilómetros por hora nas terras altas e zonas mais expostas. Na costa ocidental, a ondulação deverá variar entre dois e três metros, com a temperatura da água do mar entre os 16 e os 17 graus, enquanto no Algarve as ondas serão inferiores a um metro e a água rondará os 17 a 18 graus.</p>
<p>Nos Açores, o cenário será bastante diferente. O arquipélago continuará sob influência de tempo húmido e instável, embora a perturbação atmosférica que afeta a região esteja já em afastamento gradual. São esperados períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes nas ilhas orientais durante a madrugada, acompanhados de vento moderado a forte de sudoeste, com rajadas que poderão atingir os 75 quilómetros por hora nas zonas montanhosas. A tendência, contudo, será de melhoria progressiva ao longo do dia.</p>
<p>Na Madeira, o domínio das altas pressões deverá proporcionar um dia relativamente estável e seco, com vento fraco de nordeste e temperaturas sem alterações significativas ou em ligeira subida. Ainda assim, não está totalmente excluída a ocorrência de aguaceiros fracos e dispersos nas zonas montanhosas e nas vertentes norte da ilha. A temperatura da água do mar deverá rondar os 19 graus.</p>
<p>Os meteorologistas alertam ainda para o desconforto térmico associado a esta mudança repentina, depois de um mês de maio marcado por temperaturas relativamente amenas. A recomendação passa pela utilização de roupa leve, hidratação frequente e redução da exposição solar nas horas de maior calor, sobretudo entre as 11h00 e as 17h00, numa altura em que os níveis de radiação ultravioleta deverão atingir valores muito elevados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764874]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Google lança modelos de IA mais rápidos e agente disponível 24 horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:57:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A gigante tecnológica Google lançou hoje os seus novos modelos de inteligência artificial (IA), Gemini 3.5 Flash e Gemini Omni, juntamente com um agente virtual integrado capaz de operar de forma autónoma 24 horas por dia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A gigante tecnológica Google lançou hoje os seus novos modelos de inteligência artificial (IA), Gemini 3.5 Flash e Gemini Omni, juntamente com um agente virtual integrado capaz de operar de forma autónoma 24 horas por dia.</P><br />
<P>A principal inovação divulgada durante a sua conferência anual para programadores, o Google I/O 2026, é o Gemini 3.5 Flash, um modelo concebido para a programação de agentes e fluxos de trabalho do mundo real.</P><br />
<P>De acordo com o CEO da Alphabet, Sundar Pichai, este novo modelo é &#8220;muito capaz e verdadeiramente comparável aos melhores modelos, mas é notavelmente rápido&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, o modelo oferece a capacidade de gerar interfaces &#8216;web&#8217; e gráficos mais completos e interativos, e representa um avanço significativo na programação de agentes de IA úteis, superando o Gemini 3.1 Pro em testes de codificação e de agentes, segundo a Google.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa antes do evento, Pichai destacou que os programadores da Google estão a utilizar o Flash 3.5 internamente no Antigravity 2.0, a sua plataforma de desenvolvimento centrada em agentes, o que &#8220;acelerou drasticamente a forma como a Google desenvolve&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com os dados da empresa, esta versão supera o modelo anterior, 3.1 Pro, em quase todas as métricas e processa os &#8216;tokens&#8217; de saída quatro vezes mais rápido do que os seus concorrentes diretos, reduzindo os custos em mais de metade.</P><br />
<P>Paralelamente, foi apresentado o Gemini Omni, um modelo nativamente multimodal para as suas entradas (aceitando texto, áudio, imagens e vídeo) que gera inicialmente saídas de vídeo, com saídas de áudio e imagem a serem adicionadas em breve.</P><br />
<P>O CEO e cofundador da Google DeepMind, Demis Hassabis, enfatizou durante o evento que este novo modelo é capaz de &#8220;alcançar um novo nível de compreensão do mundo, da multimodalidade e da edição&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Modelos como o Leo, o Nano, o Banana e o Genie (todos da Google) são capazes de criar vídeos, imagens e simulações interativas extremamente realistas. Embora não sejam perfeitos, já demonstram capacidades intuitivas impressionantes. Com o Omni, demos um passo mais além. Representa uma mudança radical na simulação de fenómenos como a energia cinética e a gravidade&#8221;, explicou Hassabis na apresentação.</P><br />
<P>O Gemini Omni e o Flash 3.5 já estão disponíveis, e a Google planeia lançar a versão 3.5 Pro no próximo mês.</P><br />
<P>Também lançado hoje, o Gemini Spark é um assistente pessoal que opera 24 horas por dia, 7 dias por semana, em máquinas virtuais dedicadas na nuvem (cloud, em inglês).</P><br />
<P>O Spark pode automatizar projetos de investigação, gerar relatórios através do cruzamento de dados de várias aplicações e gerir agendas de forma autónoma, sem a necessidade de manter o dispositivo ligado.</P><br />
<P>&#8220;Sim, pode usá-lo com o computador fechado&#8221;, vincou Pichai.</P><br />
<P>Entre os vários lançamentos de hoje relacionados com a IA, um novo assistente chamado Daily Brief também se destacou. </P><br />
<P>Recolhe informações das aplicações que o utilizador ligou ao Gemini, a IA do Google.</P><br />
<P>Uma das suas funções é enviar ao utilizador um resumo diário do seu dia todas as manhãs, com base nos próximos eventos da agenda e nas atualizações recebidas no Gmail.</P><br />
<P>Esta funcionalidade estará disponível para os subscritores do Google AI Plus, Pro e Ultra nos Estados Unidos a partir de hoje.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765074]]></sapo:autor>
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		<title>Pobreza baixa para 15,4%, mas desigualdades persistem em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 19 mai 2026 -- O risco de pobreza caiu de 17% para 15,4% em dois anos e o poder de compra aumentou 25,2% na última década, mas persistem "fortes desigualdades" sociais, regionais, salariais e habitacionais, segundo o "Portugal, Balanço Social 2025".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 19 mai 2026 &#8212; O risco de pobreza caiu de 17% para 15,4% em dois anos e o poder de compra aumentou 25,2% na última década, mas persistem &#8220;fortes desigualdades&#8221; sociais, regionais, salariais e habitacionais, segundo o &#8220;Portugal, Balanço Social 2025&#8221;.</P><br />
<P>A taxa de risco de pobreza desceu de 17% em 2023 para 15,4% em 2025, mantendo a tendência de redução iniciada no ano anterior, indica o relatório, elaborado por investigadores da Nova SBE, que sublinha, contudo, que continuam a existir &#8220;fragilidades estruturais&#8221; em vários domínios.</P><br />
<P>O estudo mostra que o rendimento médio disponível aumentou de 9.856 euros em 2014 para 14.951 euros em 2024, correspondendo a um crescimento real do poder de compra de 25,2%, depois de descontada a inflação.</P><br />
<P>Os maiores ganhos relativos ocorreram entre os rendimentos mais baixos, com aumentos superiores a 30% nos primeiros cinco decis da distribuição.</P><br />
<P>Apesar da melhoria dos indicadores médios, a pobreza continua particularmente elevada entre desempregados (42,6%), famílias monoparentais (35,1%) e pessoas com menor escolaridade. </P><br />
<P>Em 2024, havia cerca de 301 mil crianças pobres e 541 mil pessoas com mais de 65 anos em situação de pobreza.</P><br />
<P>O relatório conclui também que os 10% mais ricos continuam a concentrar quase oito vezes mais rendimento do que os 10% mais pobres, enquanto os 25% mais ricos detêm 46,5% do rendimento nacional.</P><br />
<P>No capítulo dedicado à privação infantil, os investigadores concluem que quase 30% das crianças pobres vivem em situação de privação material e social. </P><br />
<P>Entre estas, cerca de metade não participa regularmente em atividades extracurriculares ou de lazer e mais de um terço vive em habitações sobrelotadas.</P><br />
<P>Os investigadores destacam também o papel das transferências sociais na redução da pobreza.</P><br />
<P>Sem apoios sociais, a taxa de pobreza subiria para 40,3%, refere o documento, que aponta ainda para a existência de 214 mil beneficiários do Rendimento Social de Inserção em 2025, dos quais quase um terço são menores de idade.</P><br />
<P>As desigualdades regionais permanecem significativas. O Alentejo registava a taxa de pobreza mais elevada do país, com 17,9%, enquanto a Grande Lisboa apresentava a mais baixa, com 12,2%. Já os Açores e a Madeira destacavam-se pelos níveis mais elevados de privação material e social.</P><br />
<P>A privação material e social afetava 10,2% da população nacional em 2025, sendo quase seis vezes mais frequente entre pessoas pobres. Entre os agregados economicamente vulneráveis, um terço suportava encargos excessivos com habitação e quase 40% não conseguiam manter a casa confortavelmente fresca durante o verão.</P><br />
<P>Na saúde, as dificuldades de acesso permanecem mais expressivas entre os mais pobres, sobretudo na medicina dentária, área em que mais de um terço reportou não conseguir obter cuidados necessários.</P><br />
<P>O mercado de trabalho apresenta melhorias, com a taxa de desemprego nos 6% em 2025, mas persistem diferenças salariais entre homens e mulheres. Segundo o estudo, por cada euro recebido por um homem, uma mulher ganha entre 57 e 72 cêntimos, consoante o nível de escolaridade.</P><br />
<P>O estudo conclui que as dificuldades económicas têm igualmente impacto na perceção social e política, indicando que as pessoas com maiores dificuldades financeiras demonstram menor confiança nas instituições e maior pessimismo em relação ao futuro económico do país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765073]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Carneiro não acompanha comissão de inquérito sobre Lajes e acusa Rangel de nervosismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:54:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do PS rejeitou hoje uma comissão de inquérito sobre a Base das Lajes, mas quer explicações no parlamento do ministro dos Negócios Estrangeiros, que acusa de nervosismo, para esclarecer as declarações do secretário de Estado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do PS rejeitou hoje uma comissão de inquérito sobre a Base das Lajes, mas quer explicações no parlamento do ministro dos Negócios Estrangeiros, que acusa de nervosismo, para esclarecer as declarações do secretário de Estado norte-americano.</P><br />
<P>&#8220;Considerando que países aliados de Portugal &#8211; o Reino Unido, a Alemanha, a França e a Itália &#8211; atuaram de forma diferente daquela que foi a atuação do Governo português, o PS tem um dever porque aquilo que nos foi transmitido não corresponde àquilo que foi transmitido pelo Secretário de Estado norte-americano&#8221;, respondeu José Luís Carneiro esta noite, em entrevista ao NOW, sobre a polémica em torno do uso da Base das Lajes.</P><br />
<P>Na perspetiva do secretário-geral do PS, o dever do seu partido é exigir &#8220;o escrutínio no Parlamento, nomeadamente na Comissão dos Negócios Estrangeiros&#8221;, audição do ministro Paulo Rangel que os socialistas já pediram no parlamento.</P><br />
<P>&#8220;No nosso entender, não é necessária uma comissão de inquérito, porque é normal, é regular que o ministro dos Negócios Estrangeiros responda às perguntas que lhe são feitas pelos deputados&#8221;, disse, quando questionado sobre a comissão de inquérito que PCP e BE já pediram.</P><br />
<P>Para José Luís Carneiro, a &#8220;pergunta é simples&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se aquilo que disse o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, não corresponde à verdade daquilo que se passou, o senhor ministro dos Negócios Estrangeiros transmite essa mensagem em sede própria e com certeza que as questões ficam esclarecidas&#8221;, desafiou.</P><br />
<P>Sobre Paulo Rangel, o líder do PS disse compreender &#8220;o desconforto&#8221;, mas considerou que &#8220;não justifica tanto nervosismo&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro contactou-me no dia 27 de fevereiro para perguntar a posição do PS sobre o uso da Base das Lajes. (&#8230;)  E aquilo que eu disse foi que nós éramos contrários a uma intervenção militar feita à margem das Nações Unidas&#8221; e do direito internacional, referiu, enfatizando que já tinha dito o mesmo no parlamento perante Luís Montenegro.</P><br />
<P>Segundo o secretário-geral do PS, o Governo transmitiu que &#8220;colocou três condições em relação ao uso da base das lajes&#8221; e os socialistas consideraram que &#8220;essa justificação era uma justificação válida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O uso da Base das Lajes seria feito não para atos de guerra, mas para operações de logística e para apoio logístico a ações de retaliação, desde que fundamentadas, justificadas e proporcionais e nunca contra alvos civis. Nós concordamos com estas condições que o Governo colocou e dissemo-lo na Assembleia da República&#8221;, disse.</P><br />
<P>No entanto, de acordo com Carneiro, aquilo que Marco Rubio veio &#8220;afirmar, para todo o mundo, é que Portugal que disponibilizou a utilização sem perguntar para que efeito&#8221;.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros escusou-se hoje a &#8220;falar mais&#8221; sobre o uso da base das Lajes pelos Estados Unidos nos ataques ao Irão, argumentando que já foi &#8220;muito claro&#8221; e &#8220;o tempo da clareza agora é para outros&#8221;.</P><br />
<P>Rangel insistiu que não vai &#8220;falar mais sobre isso&#8221;, convidando a fazê-lo &#8220;quem lançou a confusão&#8221;, sem nunca mencionar explicitamente o PS, cuja posição sobre esta matéria o ministro condenou &#8220;veementemente&#8221; na véspera.</P><br />
<P>Os pedidos do PS para audição de Rangel e do PCP e BE para uma comissão de inquérito surgiram na sequência de declarações do secretário de Estado norte-americano na quinta-feira, quando elogiou Portugal por aceitar o pedido dos Estados Unidos para utilizar a base das Lajes no conflito com o Irão.</P><br />
<P>Em entrevista à Fox News, Marco Rubio disse que essa autorização foi dada ainda antes de Portugal saber qual seria o pedido.</P><br />
<P>No mesmo dia, o ministério esclareceu em comunicado que &#8220;o pedido a Portugal para utilização da Base das Lajes só foi feito já depois do ataque ao Irão, sendo que o Governo português só autorizou mediante condições que foram logo tornadas públicas e que são conhecidas&#8221;.</P><br />
<P>Segunda-feira, Rangel condenou a posição do PS sobre este tema, garantindo que o partido foi &#8220;informado e consultado previamente&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765072]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 30 armas de fogo apreendidas em casas de suspeitos de ataque a mesquita nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:33:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 30 armas de fogo foram apreendidas em residências em San Diego ligadas aos dois adolescentes suspeitos do ataque à maior mesquita da cidade no estado norte-americano da Califórnia, que fez cinco mortos, anunciaram hoje as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 30 armas de fogo foram apreendidas em residências em San Diego ligadas aos dois adolescentes suspeitos do ataque à maior mesquita da cidade no estado norte-americano da Califórnia, que fez cinco mortos, anunciaram hoje as autoridades. </P><br />
<P>Mark Remily, agente especial responsável pela delegação da agência federal de investigação criminal (FBI) em San Diego, afirmou em conferência de imprensa que foram realizadas buscas em duas residências ligadas aos dois atacantes, de 17 e 18 anos, e que além de pistolas, armas automáticas e uma besta, foram encontrados equipamentos táticos, munições e dispositivos eletrónicos.  </P><br />
<P>As autoridades recuperaram ainda um manifesto relacionado com o ataque, que pode esclarecer o que motivou os dois adolescentes, que mataram três pessoas na segunda-feira numa mesquita de San Diego, antes de se suicidarem. </P><br />
<P>Ambos conheceram-se online e partilhavam um &#8220;ódio generalizado&#8221; contra diferentes religiões e raças, disse Remily, recusando-se a especificar quais as ideologias ou opiniões que foram expressas pelos atiradores. </P><br />
<P>Remily disse que as autoridades ainda estão a tentar descobrir se os atiradores tinham planos mais vastos. </P><br />
<P>De acordo com o comandante da polícia, Scott Wahl, horas antes do ataque, a polícia estava à procura dos dois adolescentes, depois de a mãe de um deles ter relatado que o seu filho tinha tendências suicidas e tinha fugido de casa com armas e o seu veículo.  </P><br />
<P>Duas horas após a chamada, o tiroteio começou no Centro Islâmico de San Diego, que também alberga uma escola. </P><br />
<P>O tiroteio foi o mais recente de uma série de ataques a locais de culto e ocorre num contexto de aumento das ameaças e crimes de ódio contra as comunidades muçulmana e judaica desde o início da guerra no Médio Oriente, o que levou ao reforço da segurança. </P><br />
<P>As autoridades ainda não identificaram publicamente os adolescentes, mas segundo a imprensa local os investigadores revistaram a casa de um estudante do último ano do ensino secundário em San Diego, Cain Clark. </P><br />
<P>Não houve nenhuma ameaça específica contra o centro islâmico, a maior mesquita de San Diego, mas as autoridades descobriram que os suspeitos se envolveram numa &#8220;retórica de ódio generalizada&#8221;, disse Wahl. </P><br />
<P>Entre os mortos estava um segurança que, segundo as autoridades, impediu os atacantes de entrarem na mesquita. </P><br />
<P>O imã Taha Hassane identificou as vítimas como Abdullah, Mansour Kaziha e Nader Awad. Kaziha, conhecido como Abu Ezz, &#8220;era tudo&#8221; para o Centro Islâmico, desde &#8220;cozinheiro&#8221; a &#8220;zelador&#8221;, disse Hassane. </P><br />
<P>Abdullah trabalhava na mesquita há mais de uma década e &#8220;queria defender os inocentes, por isso decidiu tornar-se segurança&#8221;, disse o xeique Uthman Ibn Farooq, que conversou com o filho de Abdullah. </P><br />
<P>Todos os alunos e pessoal do Centro Islâmico foram retirados em segurança. </P><br />
<P>A mesquita fica num bairro residencial com centros comerciais, restaurantes e mercados.    </P><br />
<P>Na sequência do ataque em San Diego, a presidente da Câmara de Los Angeles, Karen Bass, anunciou que vai aumentar a segurança e a vigilância nos centros islâmicos. </P><br />
<P>&#8220;Conversei com líderes da comunidade muçulmana em Los Angeles para oferecer a minha ajuda e ordenei ao Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) que mobilize recursos adicionais para proteger as mesquitas da cidade&#8221;, afirmou Bass nas redes sociais. </P><br />
<P>&#8220;Os locais de culto devem ser verdadeiros santuários onde o ódio e a violência não têm lugar&#8221;, insistiu a autarca da maior cidade do estado da Califórnia. </P><br />
<P>A medida, que visa conter o risco de um &#8220;efeito de contágio&#8221;, surge poucas semanas antes do início do campeonato mundial de futebol, do qual Los Angeles é uma das principais cidades-sede.  </P><br />
<P>Seleções como a do Irão estão entre as que vão disputar os seus jogos da fase de grupos no SoFi Stadium, na área metropolitana de Los Angeles.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765071]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente do Banco Central do Brasil compara banco Master a equipa da terceira divisão do futebol</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:23:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Banco Central (BC) do Brasil, Gabriel Galípolo, afirmou hoje que o Master não representa risco ao sistema financeiro e comparou o banco a uma equipa da terceira divisão do futebol brasileiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Banco Central (BC) do Brasil, Gabriel Galípolo, afirmou hoje que o Master não representa risco ao sistema financeiro e comparou o banco a uma equipa da terceira divisão do futebol brasileiro.</P><br />
<P>Galípolo voltou a reafirmar que a liquidação do banco de Daniel Vorcaro, feita pela BC em novembro de 2025, ocorreu por conta de indícios de irregularidades.</P><br />
<P>&#8220;Concordo que isso está consternando as pessoas (&#8230;) Mas o que foi feito com o dinheiro. Um banco S3, espero que os outros bancos S3 não se ofendam &#8211; da terceira divisão do futebol que é o sistema financeiro brasileiro&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Em seguida disse que o Master é um banco que não oferece risco, porque &#8220;é menos de 0,5%&#8221; do património total do sistema financeiro. </P><br />
<P>&#8220;Parece-me &#8211; tomando uma liberdade aqui (&#8230;) que talvez não caiba ao presidente do Banco Central &#8211; que o que tem chamado a atenção das pessoas é o que se fazia com o dinheiro que estava no Banco Master, é isso&#8221;, afirmou</P><br />
<P>&#8220;É menos um problema de você entender que existe um risco sistémico para o sistema financeiro e mais o que se fazia com aquele dinheiro&#8221;, completou durante audiência da Comissão de Assuntos Económicos do Senado.</P><br />
<P>Na última semana, o portal The Intercept Brasil mostrou que o então banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar o filme &#8220;Dark Horse&#8221;, cinebiografia do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro.</P><br />
<P>Áudios do senador Flávio Bolsonaro e pré-candidato à Presidência do Brasil nas eleições mostram que ele pediu e cobrou Vorcaro pelo pagamento das parcelas, e o banqueiro chegou a pagar 64 milhões de reais (10,9 milhões de euros).</P><br />
<P>Operações deflagradas pela Polícia Federal do Brasil nas últimas semanas também mostra que Vorcaro custeava gastos de luxo de um senador brasileiro e de um ex-presidente de um banco estatal, em troca de apoio político e institucional. </P><br />
<P>A Polícia brasileira também tem feito várias operações mirando servidores e gestores de fundos de previdência de cidades brasileiras, por suspeita de fraudes e corrupção ao pegarem os recursos de aposentados e aplicarem no Banco Master. </P><br />
<P>Atualmente, Daniel Vorcaro segue preso em Brasília acusado de cometer fraudes contra o sistema financeiro e por crimes de corrupção. </P><br />
<P>O pai e um primo do ex-banqueiro também foram detidos recentemente por serem, segundo as autoridades policiais, um dos operadores do esquema criminoso coordenado por Vorcaro, inclusive de uma milícia digital.</P><br />
<P>Dois diretores do Banco Central também foram afastados suspeitos de receberem imóveis e recursos para favorecerem o Master. </P><br />
<P>Ainda na audiência do Senado, Galípolo disse que o BC agiu rápido no caso Master ao vetar a venda do banco de Vorcaro ao Banco de Brasília (BRB), atualmente investigado e em crise pelo rombo multimilionário. </P><br />
<P>Na sequência, o presidente do BC cobrou dos senadores reforço estrutural da autoridade monetária por estar sem recursos para investir em tecnologia e com &#8216;deficit&#8217; de mil servidores.  </P><br />
<P>&#8220;O que vai começar a acontecer é o Banco Central, ciente de que o cobertor é curto, ter que escolher o que a gente cobre e o que a gente não cobre&#8221;, disse. </P><br />
<P>&#8220;A gente vai ter que começar a fazer uma gestão de risco dizendo assim: &#8216;Não há cobertor para cobrir tudo. O que é mais sistêmico vamos passar a analisar'&#8221;, frisou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765070]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Hezbollah relata confrontos com soldados israelitas no sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:23:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Hezbollah reportou hoje confrontos entre os seus combatentes e soldados israelitas no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo na guerra entre o movimento xiita pró-Irão e Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Hezbollah reportou hoje confrontos entre os seus combatentes e soldados israelitas no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo na guerra entre o movimento xiita pró-Irão e Israel.</P><br />
<P>O movimento indicou, em comunicado, que os seus combatentes &#8220;entraram em confronto com forças armadas inimigas israelitas que tentavam avançar em direção aos arredores da praça central da cidade de Haddatha&#8221;.</P><br />
<P>O grupo pró-iraniano acrescentou que os confrontos &#8220;ainda estavam em curso&#8221; no momento da divulgação do comunicado.</P><br />
<P>Já o Exército israelita anunciou hoje a morte em combate de um reservista de 27 anos no sul do Líbano.</P><br />
<P>&#8220;O oficial na reserva Itamar Sapir, de 27 anos, natural de Maali, vice-comandante do Batalhão 7008 (&#8230;) foi morto em ação no sul do Líbano&#8221;, referiu o Exército numa breve nota.</P><br />
<P>Com a sua morte, o número de soldados israelitas mortos no sul do Líbano desde o cessar-fogo estabelecido em meados de abril sobe para oito, e para 21 desde a intensificação das hostilidades no meio das tensões com o Irão, em 02 de março.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, expressou as suas condolências pela &#8220;grande perda&#8221; sofrida pela família de Sapir e transmitiu as suas &#8220;mais profundas condolências&#8221; após a sua morte em combate no sul do Líbano.</P><br />
<P>De acordo com o Ministério da Saúde libanês, os ataques aéreos israelitas no sul do país causaram hoje 19 mortos.</P><br />
<P>&#8220;Um ataque aéreo israelita na cidade de Deir Qanoune al-Nahr, no distrito de Tiro, resultou num número inicial de 10 mortos, incluindo três crianças e três mulheres, além de três feridos, entre eles uma criança&#8221;, indicou o ministério em comunicado, classificando o ataque como um massacre.</P><br />
<P>Uma mulher estava entre as nove pessoas mortas noutros ataques no sul do país, que fizeram 29 feridos, incluindo seis mulheres e uma criança.</P><br />
<P>Israel e o Hezbollah continuam os seus confrontos apesar do cessar-fogo, e o Exército israelita já realizou ataques para lá da &#8220;Linha Amarela&#8221;, uma zona com aproximadamente dez quilómetros de profundidade no sul do Líbano, onde os soldados israelitas continuam as suas operações, afirmando proteger a população do norte de Israel dos ataques do movimento pró-Irão.</P><br />
<P>Desde o início da guerra, os ataques israelitas provocaram a morte a mais de três mil pessoas no Líbano, segundo as autoridades libanesas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765069]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street baixa com subida dos rendimentos obrigacionistas e medo da inflação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:05:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, no seguimento da subida dos rendimentos obrigacionistas e dos receios da inflação e sem notícias positivas da situação decorrente da guerra ao Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, no seguimento da subida dos rendimentos obrigacionistas e dos receios da inflação e sem notícias positivas da situação decorrente da guerra ao Irão. </P><br />
<P>Os resultados da sssão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average perdeu 0,65%, o tecnológico Nasdaq cedeu 0,84% e o alargado S&amp;P500 baixou 0,67%.</P><br />
<P>&#8220;O rendimento das obrigações a 30 anos atingiu o seu máximo de 19 anos, fazendo cair as ações pela terceira sessão consecutiva&#8221;, especificou Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Os títulos com este prazo atingiram um máximo desde 2007 e a crise económico-financeira de então, atingindo até 5,19% durante a sessão, depois dos 5,12% da véspera e dos 4,61% antes dos primeiros ataques israelo-norte-americanos ao Irão, em 28 de fevereiro. </P><br />
<P>Já estes títulos da dívida federal a 10 anos conheceram um movimento pouco frequente, atingindo os 4,69% &#8211; um máximo desde o início de 2025 -, depois dos 4,59% no fecho da sessão de segunda-feira. Antes dos ataques israelo-norte-americanos o rendimento oferecido estava nos 3,94%.</P><br />
<P>Em causa: &#8220;os receios legados à inflação&#8221; perante o impasse diplomático no Médio Oriente, apontou Sam Burns, da Mill Street Research, em declarações à AFP.</P><br />
<P>&#8220;Para mais, o Estreito de Ormuz continua fechado&#8221;, acentuou. </P><br />
<P>Com a inflação a corroer o valor do capital emprestado, os credores exigem taxas superiores. </P><br />
<P>Durante os dois primeiros meses da guerra ao Irão, Wall Street ignorou estas inquietações, graças a uma boa época de resultados empresariais e ao vigor dos conglomerados tecnológicos. </P><br />
<P>Mas esta época está a acabar e &#8220;os rendimentos retêm agora mais a atenção dos investidores&#8221; disse Burns.</P><br />
<P>Face às pressões inflacionistas, os investidores aguardam que a Reserva Federal comece a ser mais restritiva.</P><br />
<P>Uma subida da taxa de juro de referência poderia crispar a praça bolsista.</P><br />
<P>Por outro lado, os investidores aguardam a publicação na quarta-feira dos resultados da Nvidia, valor emblemático da inteligência artificial. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765068]]></sapo:autor>
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		<title>Homem detido após efetuar disparos e barricar-se em casa em Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:05:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um homem com cerca de 60 anos foi hoje detido após alegadamente ter efetuado disparos num prédio na Ajuda, em Lisboa, e barricar-se na sua habitação, adiantou à Lusa fonte da PSP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um homem com cerca de 60 anos foi hoje detido após alegadamente ter efetuado disparos num prédio na Ajuda, em Lisboa, e barricar-se na sua habitação, adiantou à Lusa fonte da PSP. </P><br />
<P>As forças policiais foram acionadas ao final da tarde de hoje após relatos de disparos dentro de um prédio, referiu fonte oficial do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa (COMETLIS).</P><br />
<P>Ao chegarem ao local, os agentes constataram que haviam vestígios do impacto dos projéteis e que o suspeito estava dentro da sua residência, sem efetuar qualquer comunicação.</P><br />
<P>Para o local foram acionados elementos do Grupo de Operações Especiais (GOE), com os negociadores a tentarem o contacto com o suspeito, que acabou por sair da residência e foi detido, indicou fonte do COMETLIS.</P><br />
<P>A mesma fonte referiu à Lusa que o homem estava na posse de uma caçadeira, a arma que terá sido utilizada para efetuar os disparos, que atingiram a porta de uma habitação vizinha e uma parede.</P><br />
<P>O suspeito foi conduzido ao Hospital S. José para avaliação psiquiátrica, acrescentou a fonte policial, sublinhando que o homem terá sofrido uma descompensação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765067]]></sapo:autor>
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		<title>Áustria investiga dois suspeitos de caçarem pessoas em Sarajevo na década de 90</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:52:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A justiça austríaca está a investigar duas pessoas suspeitas de terem disparado sobre civis como atiradores durante o cerco de Sarajevo na Guerra da Bósnia (1992-1995), em operações conhecidas como "safari humano", também investigadas pela Procuradoria de Milão (Itália).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A justiça austríaca está a investigar duas pessoas suspeitas de terem disparado sobre civis como atiradores durante o cerco de Sarajevo na Guerra da Bósnia (1992-1995), em operações conhecidas como &#8220;safari humano&#8221;, também investigadas pela Procuradoria de Milão (Itália).</P><br />
<P>A informação foi hoje avançada por dois jornais vienenses, com base numa resposta do Ministério da Justiça austríaco a uma pergunta parlamentar da ex-titular do cargo, a deputada do Partido Verde, Alma Zadic.</P><br />
<P>&#8220;Desde 25 de abril de 2026 que uma procuradoria austríaca conduz uma investigação contra um cidadão austríaco e outro indivíduo, ainda não identificado, em ligação com o seu possível envolvimento nas chamadas &#8216;rotas de atiradores&#8217; em Sarajevo durante a Guerra da Bósnia&#8221;, respondeu o ministério, citado pelo jornal Der Standard.</P><br />
<P>Trata-se de uma investigação formal do Ministério Público, o que implica a existência de suspeitas bem fundamentadas de que os dois indivíduos sob investigação pagaram para que civis fossem fuzilados durante a Guerra da Bósnia.</P><br />
<P>Zadic realçou em comunicado que as alegações apontam para &#8220;crimes de guerra extremamente graves&#8221; que devem ser investigados minuciosamente.</P><br />
<P>&#8220;É difícil imaginar que pessoas tenham alegadamente pago para que civis, incluindo crianças, fossem deliberadamente fuzilados, dada a sua crueldade&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Mais de 11.000 pessoas, incluindo 5.500 civis e 1.600 crianças, foram mortas durante o cerco de quatro anos a Sarajevo pelas milícias sérvias da Bósnia e pelos paramilitares sérvios, que estavam sediados nas colinas em redor da cidade.</P><br />
<P>Os rumores de que os estrangeiros ricos pagaram grandes somas para participar nesta &#8220;caça ao homem&#8221; ressurgiram depois de o escritor e jornalista italiano Ezio Gavazzeni ter apresentado uma queixa ao Ministério Público de Milão, em novembro.</P><br />
<P>O crime que está a ser analisado pela Procuradoria de Milão é o homicídio múltiplo com as agravantes de &#8220;motivos abjetos&#8221; e &#8220;crueldade&#8221;.</P><br />
<P>O Ministério da Justiça austríaco afirmou que as investigações no país não se baseiam nas descobertas de Gavazeni e, segundo o jornal Der Standard, a pista partiu de outra fonte dentro da Áustria.</P><br />
<P>Embora os líderes sérvios da Bósnia, Radovan Karadzic e Ratko Mladic, tenham sido condenados em Haia a prisão perpétua por genocídio e crimes de guerra, incluindo os relacionados com o cerco de Sarajevo, nenhum dos atiradores que perpetraram os massacres foi ainda condenado em tribunais bósnios ou internacionais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765066]]></sapo:autor>
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		<title>Livro &#8220;Taiwan Travelogue&#8221; de taiwanesa Yáng Shuang-zi vence Booker Internacional</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O livro "Taiwan Travelogue", da taiwanesa Yáng Shuang-zi, traduzido do mandarim por Lin King, venceu a edição deste ano do prémio literário Booker Internacional, anunciou hoje a organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O livro &#8220;Taiwan Travelogue&#8221;, da taiwanesa Yáng Shuang-zi, traduzido do mandarim por Lin King, venceu a edição deste ano do prémio literário Booker Internacional, anunciou hoje a organização.</P><br />
<P>O livro, publicado pela editora britânica And Other Stories (que também foi responsável pelo vencedor de 2025), passa-se em 1938 e é uma &#8220;história agridoce do amor entre duas mulheres, acomodada numa habilidosa exploração de linguagem, história e poder&#8221;, segundo a sinopse do prémio.</P><br />
<P>Publicado originalmente em mandarim em 2020, o livro foi uma &#8220;sensação&#8221;, tendo vencido o prémio Golden Tripod, a que se seguiram, já na tradução para inglês, o National Book Award para literatura traduzida, nos EUA, e o primeiro prémio Baifang Schell da Asia Society. A obra torna-se na primeira escrita em mandarim a ser premiada com o Booker Internacional.</P><br />
<P>No discurso de agradecimento, na cerimónia que teve lugar na Tate Modern, em Londres, a autora Yáng Shuang-zi sublinhou acreditar que a literatura não se pode dissociar do solo em que cresce e, por consequência, da política.</P><br />
<P>&#8220;Ao olhar para a história moderna da literatura de Taiwan, é aparente que nós, escritores, temos estado a colocar as mesmas questões ao longo do último século: que tipo de futuro quer o povo de Taiwan? Que tipo de nação quer o povo de Taiwan?&#8221;, questionou a escritora, num discurso traduzido por Lin King.</P><br />
<P>Para além de &#8220;Taiwan Travelogue&#8221;, os finalistas deste ano foram a tradução para inglês, por Padma Viswanathan, de &#8220;Assim na Terra como embaixo da Terra&#8221;, da escritora e argumentista brasileira Ana Paula Maia, &#8220;The Nights Are Quiet in Tehran&#8221;, da alemã Shida Bazyar, traduzido por Ruth Martin, &#8220;She Who Remains&#8221;, da búlgara Rene Karabash, traduzido por Izidora Angel, &#8220;The Director&#8221;, do alemão Daniel Kehlmann, traduzido por Ross Benjamin, e &#8220;The Witch&#8221;, da francesa Marie NDiaye, traduzido por Jordan Stump.</P><br />
<P>O prémio Booker Internacional distingue uma obra literária traduzida para inglês, publicada no Reino Unido ou na Irlanda.</P><br />
<P>As seis obras finalistas vão receber um prémio de cinco mil libras, a repartir entre autor e tradutor. O livro vencedor terá um prémio de 50 mil libras, igualmente dividido entre autor e tradutor.</P><br />
<P>O vencedor da edição de 2025 do Prémio Booker Internacional foi o livro de contos &#8220;Heart Lamp&#8221;, da escritora indiana Banu Mushtaq, traduzido por Deepa Bashthi.</P></p>
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