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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Acidente/Elevador: Câmara de Lisboa diz que &#8220;é normal&#8221; que ainda haja indemnizações &#8220;em negociação&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:59:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O processo de indemnização às vítimas do acidente do elevador da Glória ainda está em curso, com compensações já pagas e outras "em negociação", revelou hoje o vice-presidente da Câmara de Lisboa, sem detalhar, considerando a demora "normal".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O processo de indemnização às vítimas do acidente do elevador da Glória ainda está em curso, com compensações já pagas e outras &#8220;em negociação&#8221;, revelou hoje o vice-presidente da Câmara de Lisboa, sem detalhar, considerando a demora &#8220;normal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As compensações estão a ser tratadas e já houve compensações pagas e há outras que ainda estão &#8212; é normal &#8212; em negociação, porque há cidadãos que pedem valores &#8212; não vou classificar &#8212; com uma escala muito distinta. Isto acontece em todas as situações em qualquer parte do mundo&#8221;, afirmou Gonçalo Reis (PSD), na reunião pública da Câmara de Lisboa, após ser questionado pela vereação do PS.</P><br />
<P>O vice-presidente da autarquia reforçou que as indemnizações estão a ser atribuídas e que &#8220;é normal que algumas não estejam fechadas&#8221;, sem adiantar quantas são e quais os valores.</P><br />
<P>Em causa está o descarrilamento do elevador da Glória, ocorrido em 03 setembro, que provocou 16 mortos e mais de 20 feridos, entre portugueses e estrangeiros de várias nacionalidades.</P><br />
<P>Passados cerca de 10 meses do acidente, o vereador do PS Pedro Anastácio voltou a exigir respostas da governação PSD/CDS-PP/IL, liderada pelo social-democrata Carlos Moedas, sobre o descarrilamento, nomeadamente quanto às auditorias para &#8220;apuramento cabal&#8221; da causa do acidente e quanto aos apoios às vítimas e seus familiares.</P><br />
<P>&#8220;São esclarecimentos que são devidos à cidade e que estão em falta&#8221;, afirmou o socialista, defendendo que o honrar da memória das vítimas passa por &#8220;um processo de apuramento rigoroso, transparente e cabal&#8221; sobre o acidente.</P><br />
<P>Por isso, Pedro Anastácio insistiu com o pedido de informação sobre as auditorias contratadas, afirmando que já existe uma primeira parte de conclusões, embora, &#8220;até ao momento, elas sejam secretas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quantas vítimas, efetivamente, já foram indemnizadas ou já se alcançou acordo?&#8221; perguntou o socialista.</P><br />
<P>Em resposta, o vice-presidente da câmara acusou o PS de &#8220;continuar a fazer aproveitamento político&#8221; desta tragédia e assegurou que a autarquia está a cumprir com a atribuição de indemnizações, bem como no processo de auditorias, em que está a decorrer uma auditoria interna, por parte da empresa municipal Carris (responsável pelo elevador da Glória), e uma auditoria externa, atribuída ao CATIM &#8211; Centro de Apoio Tecnológico à Indústria Metalomecânica.</P><br />
<P>&#8220;As auditorias não são secretas, as auditorias são técnicas e estão a decorrer [&#8230;] Até haver relatórios finais, estão em processo, e a administração vai analisá-las tecnicamente primeiro. É assim que se faz&#8221;, afirmou Gonçalo Reis, enaltecendo a competência, experiência e credibilidade no setor da nova administração da Carris, liderada por Rui Lopo.</P><br />
<P>Em relação à solução técnica futura para o elevador da Glória, a Carris está a trabalhar nesse âmbito, para que seja apresentada &#8220;nos próximos meses&#8221;, adiantou o social-democrata.</P><br />
<P>O autarca realçou ainda que, por iniciativa da governação PSD/CDS-PP/IL, a administração da Carris vai reunir-se com os vereadores da oposição &#8212; PS, Livre, BE, PCP e Chega &#8211;, na sexta-feira, e com os deputados municipais, na segunda-feira, para &#8220;explicar com toda a transparência&#8221; o que está a fazer.</P><br />
<P>&#8220;Eu vou estar no início e não quero estar no tempo todo porque quero que os senhores falem com toda a liberdade com a administração da Carris&#8221;, disse Gonçalo Reis, procurando pôr fim ao aproveitamento político da tragédia do elevador da Glória.</P><br />
<P>Lamentando a falta de dados concretos, o socialista Pedro Anastácio considerou que, &#8220;num tema desta magnitude&#8221;, não conseguir dizer quantas pessoas foram já indemnizadas &#8220;demonstra bastante impreparação&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>SSM/MPE // MCL</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781263]]></sapo:autor>
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		<title>Quando vai acabar a onda de calor na Europa? Há países que só terão alívio na próxima semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:57:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Situação mais grave foi registada em França, onde pelo menos 48 pessoas morreram, incluindo 40 por afogamento, num contexto de procura de alívio junto de rios, lagos e zonas balneares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa está a atravessar uma vaga de calor extrema que já provocou dezenas de mortes, encerrou escolas, obrigou ao fecho da Torre Eiffel, reduziu a velocidade dos comboios e deixou milhares de casas sem eletricidade. O &#8216;The Independent&#8217; relata que as temperaturas ultrapassaram os 40 graus em vários países e chegaram a superar os 43 graus em França.</p>
<p>A situação mais grave foi registada em França, onde pelo menos 48 pessoas morreram, incluindo 40 por afogamento, num contexto de procura de alívio junto de rios, lagos e zonas balneares. O país registou esta terça-feira o dia mais quente desde que há registos, com uma temperatura média de 29,8 graus.</p>
<p>Em França, vastas áreas do oeste do país permaneceram vários dias acima dos 40 graus. Na cidade de Pissos, no sudoeste, os termómetros chegaram aos 44,3 graus. Em Paris, foram registados valores próximos dos 40 graus, enquanto a Torre Eiffel teve de encerrar devido ao calor extremo.</p>
<p>A vaga de calor também deixou marcas na rede elétrica francesa. Cerca de 68 mil casas ficaram sem eletricidade, numa altura em que a pressão sobre infraestruturas e serviços públicos aumentou. Agricultores foram ainda forçados a colher cereais durante a noite para escapar às horas de maior calor.</p>
<p>Em Espanha, duas pessoas idosas morreram devido a golpes de calor. O país tem enfrentado temperaturas extremas desde o fim de semana, com valores acima dos 40 graus. Embora se tenha registado uma ligeira descida a meio da semana, o calor deverá voltar a intensificar-se em várias zonas nos próximos dias.</p>
<p>O &#8216;The Independent&#8217; refere que algumas áreas do sul de Espanha, perto de Sevilha, poderão atingir temperaturas até 45 graus no início de julho. O calor deverá também voltar a aproximar-se dos 40 graus no sudoeste espanhol e em algumas zonas do sul de Portugal.</p>
<p>Itália prepara-se igualmente para um agravamento das condições, sobretudo nas regiões centro e norte. Os meteorologistas esperam que a vaga de calor atinja o pico entre domingo e segunda-feira.</p>
<p>Entre a Toscana e a Emília-Romanha, as temperaturas poderão chegar aos 41 graus. Em áreas costeiras como a Ligúria, a combinação de calor e humidade extrema pode fazer subir a sensação térmica até aos 45 graus.</p>
<p>O Ministério da Saúde italiano emitiu o alerta máximo de calor para 16 cidades, incluindo Florença, Milão, Roma, Turim e Verona.</p>
<p>Na Alemanha, as autoridades antecipam temperaturas potencialmente recorde nos próximos dias. Depois de vários afogamentos durante o fim de semana, causados por pessoas que procuravam alívio do calor, o país prepara-se para uma nova subida dos termómetros.</p>
<p>O ar quente vindo de França deverá empurrar as temperaturas para valores próximos ou acima dos 40 graus em partes do leste e do oeste da Alemanha durante o fim de semana. Na segunda-feira, espera-se uma descida acentuada, à medida que a vaga de calor se deslocar para o leste da Europa.</p>
<p>A Grécia escapou, até agora, ao pior da vaga de calor, mas também deverá sentir uma subida das temperaturas. Em meados da próxima semana, algumas zonas do norte, perto de Salónica, e do sudoeste do país poderão atingir os 40 graus. Em Atenas, os valores deverão manter-se mais moderados, em torno dos 30 graus.</p>
<p>No Reino Unido, o impacto também é significativo. Pelo menos mil escolas deverão ficar total ou parcialmente fechadas nos próximos dois dias, devido a um raro alerta vermelho de calor em Inglaterra e no País de Gales.</p>
<p>Os meteorologistas preveem que as temperaturas possam chegar aos 40 graus em alguns locais, com o alerta vermelho do Met Office a abranger uma área que vai de Londres a Swansea e de Somerset a Birmingham, incluindo Brighton, Portsmouth e Southampton.</p>
<p>A vaga de calor está a expor a vulnerabilidade de vários países europeus perante episódios extremos cada vez mais intensos. Para além das mortes e dos encerramentos, há pressão sobre serviços de emergência, transportes, agricultura, escolas e redes elétricas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781266]]></sapo:autor>
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		<title>Hugo Soares acusa Chega de desumanidade e &#8220;não querer transformar nada&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:49:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder parlamentar do PSD acusou hoje o partido Chega de desumanidade nas negociações sobre a Prestação Social Única (PSU) e de "borregar na hora da verdade", porque "não quer mudar nada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder parlamentar do PSD acusou hoje o partido Chega de desumanidade nas negociações sobre a Prestação Social Única (PSU) e de &#8220;borregar na hora da verdade&#8221;, porque &#8220;não quer mudar nada&#8221;.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas no Parlamento, depois de ter anunciado um acordo com o PS com vista à viabilização da criação da PSU pelo Governo, Hugo Soares admitiu que, nos últimos dias, parecia que o entendimento com o Chega seria mais simples mas recusou que a mudança de parceiro parlamentar se tenha devido ao chumbo da lei laboral pelo partido de André Ventura, na passada sexta-feira.</p>
<p>&#8220;O deputado André Ventura é extremamente vocal a dizer que quer acabar com a subsidiodependência, que quer acabar com a fraude no acesso aos subsídios, que quem recebe subsídios deve dar um contributo. Na hora da verdade, voltou a borregar, voltou atrás naquilo que proclamou sempre e não conseguiu fazer um entendimento com o Governo&#8221;, criticou.</p>
<p>Por outro lado, o líder parlamentar do PSD acusou o Chega de &#8220;ser altamente desumano&#8221;, ao pretender que os imigrantes fora do espaço comunitário só podiam aceder a esta prestação após cinco anos contributivos em Portugal.</p>
<p>Neste ponto, o acordo com o PS prevê que se mantenha o que estava na proposta de lei original, o acesso ao fim de um ano de residência em Portugal.</p>
<p>Hugo Soares deu como exemplo um casal de imigrantes em Portugal em que um dos elementos morre.</p>
<p>&#8220;O que é que nós vamos fazer a essa mulher que fica sem rendimento? Vamos abandoná-la na pobreza? Vamos atirá-la para a bandidagem? Vamos dizer-lhes que não a vamos proteger? Ou uma criança que viva com essa mulher?&#8221;, questionou.</p>
<p>Hugo Soares sublinhou que o PSD quer que as regras sejam cumpridas e o reforço do combate à fraude, mas recusará sempre &#8220;propostas desumanas&#8221;.</p>
<p>&#8220;O PSD está de onde nunca saiu. O PSD esteve sempre no centro moderado, esteve no centro moderado quando apoiou a forma da imigração com os resultados que hoje estão à vista, quando alterou a lei da nacionalidade, quando aprovou o regime jurídico das instituições de ensino superior, quando baixa repetidamente os impostos ou quando agora aprova a PSU&#8221;, defendeu.</p>
<p>Questionado se não teme que o PS possa, como fez o Chega em relação à lei laboral, mudar de sentido de voto à última hora, o líder parlamentar do PSD respondeu negativamente.</p>
<p>&#8220;Não temo de todo, tenho a certeza absoluta que o PS, depois do anúncio feito hoje pelo presidente do seu Grupo Parlamentar, o Dr. Eurico Brilhante Dias, viabilizará a Prestação Social Única&#8221;, afirmou, salientando que desta aprovação depende uma verba de 600 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência.</p>
<p>E neste ponto, apontou uma diferença quanto aos dois maiores partidos da oposição: &#8220;Esta responsabilidade que o Chega não teve é uma responsabilidade que eu tinha a certeza absoluta que o PS iria ter numa matéria como esta&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ainda assim, Hugo Soares afirmou que o PSD continuará a dialogar com os dois partidos no parlamento, considerando que foi essa a vontade dos portugueses expressa nas últimas legislativas.</p>
<p>&#8220;Os protagonistas que estão aqui no Parlamento não mudam por uma lei ter sido aprovada ou ter sido chumbada. São os mesmos. E é com eles que eu continuarei a dialogar nos termos em que os portugueses nos mandataram&#8221;, assegurou.</p>
<p>A votação final global da PSU está marcada para quinta-feira, depois de ter baixado à especialidade sem votação na generalidade.</p>
<p>A PSU unifica 13 subsídios não contributivos, como o rendimento social de inserção ou pensões várias, numa única prestação social.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781249]]></sapo:autor>
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		<title>Vende artigos usados online? Bruxelas quer mudar o limite que chega ao Fisco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:47:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta faz parte da nova Diretiva Omnibus sobre impostos e pretende simplificar obrigações fiscais, reduzir burocracia e permitir uma poupança estimada de 8 mil milhões de euros para as empresas, dos quais 3,3 mil milhões em custos administrativos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia quer alterar as regras fiscais aplicadas às vendas em plataformas digitais como a Vinted ou a Wallapop, avança o &#8216;El Economista&#8217;. A proposta faz parte da nova Diretiva Omnibus sobre impostos e pretende simplificar obrigações fiscais, reduzir burocracia e permitir uma poupança estimada de 8 mil milhões de euros para as empresas, dos quais 3,3 mil milhões em custos administrativos.</p>
<p>A mudança mais relevante para os cidadãos está no limite a partir do qual as plataformas digitais têm de comunicar às autoridades fiscais as vendas feitas pelos utilizadores. Em Portugal, ao abrigo da DAC7, plataformas digitais como a Vinted, o OLX ou outras semelhantes devem comunicar informação às Finanças quando um utilizador faz pelo menos 30 vendas ou recebe mais de 2.000 euros num ano civil. Este reporte não significa automaticamente que haja imposto a pagar: a Autoridade Tributária esclarece que a DAC7 não criou um novo imposto, servindo sobretudo para reforçar a troca de informação fiscal sobre a atividade nas plataformas digitais.</p>
<p>A Comissão Europeia propõe agora subir esse limite para 3.000 euros. Na prática, as plataformas digitais só teriam de comunicar às autoridades fiscais as transações dos utilizadores quando esse valor anual fosse ultrapassado.</p>
<p>A medida está ligada à Diretiva Europeia sobre a troca de informações fiscais entre países, conhecida como DAC 7. O objetivo é aliviar obrigações consideradas excessivas para vendas de baixo valor, sobretudo no mercado de bens em segunda mão.</p>
<p>Bruxelas argumenta que a alteração pode beneficiar vendedores, plataformas digitais e autoridades fiscais. Segundo a Comissão, cerca de 10 milhões de cidadãos ficariam isentos desta obrigação de comunicação, enquanto as plataformas e administrações fiscais veriam reduzida a carga burocrática associada a transações de menor dimensão.</p>
<p>A proposta também é apresentada como um incentivo à economia circular. Ao simplificar as regras para vendas ocasionais de artigos usados, Bruxelas espera facilitar a reutilização de produtos e reduzir obstáculos administrativos para quem vende bens em segunda mão através da internet.</p>
<p>A Diretiva Omnibus sobre impostos seguirá agora para o Parlamento Europeu, em fase de consulta, antes de passar pelo Conselho para aprovação final. Só depois de totalmente aprovada terá de ser transposta pelos governos nacionais para produzir efeitos em cada Estado-membro.</p>
<p>No caso espanhol, recorda o &#8216;El Economista&#8217;, os utilizadores já estavam obrigados a incluir no IRS rendimentos superiores a 2.000 euros obtidos com vendas de artigos usados na internet a partir de 2024, declaração apresentada na campanha fiscal da primavera passada.</p>
<p>A Agência Tributária espanhola informou este ano, no início da campanha do IRS de 2025, que enviaria 437 mil notificações a cidadãos que realizaram vendas online de artigos acima desse limite. O número representou uma subida de 32% face ao ano anterior.</p>
<p>Se a alteração europeia avançar, o novo patamar de 3.000 euros poderá reduzir o número de pequenos vendedores abrangidos pela comunicação automática às autoridades fiscais. Ainda assim, a proposta não elimina a tributação de rendimentos quando estes sejam legalmente considerados tributáveis; altera, sobretudo, o limite a partir do qual as plataformas devem reportar as transações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781254]]></sapo:autor>
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		<title>Onde é que o mundo ainda confia em Trump? Inquérito mostra os países mais e menos favoráveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Com base num novo inquérito global do Pew Research Center, apenas 23% dos inquiridos em 36 países dizem confiar na liderança mundial de Trump]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A confiança internacional em Donald Trump continua baixa, apesar de alguns países se destacarem por manterem uma avaliação mais favorável do presidente americano. A &#8216;Newsweek&#8217; escreve, com base num novo inquérito global do Pew Research Center, que apenas 23% dos inquiridos em 36 países dizem confiar na liderança mundial de Trump.</p>
<p>O estudo ouviu 42.151 pessoas entre 8 de fevereiro e 13 de maio e mostra uma queda de confiança em grande parte do mundo. Ainda assim, o retrato não é uniforme: em algumas regiões, a perceção sobre Trump não caiu para níveis tão baixos como no final do seu primeiro mandato, o que aponta para um cenário internacional mais fragmentado do que uma simples rejeição global.</p>
<p>A sondagem surge num período marcado por várias crises geopolíticas e por uma reavaliação da fiabilidade dos Estados Unidos entre aliados, parceiros e países diretamente afetados pela política externa americana.</p>
<p>Em resposta à &#8216;Newsweek&#8217;, Olivia Wales, porta-voz da Casa Branca, defendeu que Trump “restaurou a força americana em casa e no estrangeiro”, depois do que descreveu como “quatro anos de fraqueza de Joe Biden”.</p>
<p>A mesma responsável apontou como resultados da Administração Trump o fim de “nove conflitos globais”, o regresso de americanos detidos, a ação contra o líder venezuelano Nicolás Maduro e operações militares dos Estados Unidos contra o Irão. Wales acrescentou que a doutrina de “paz através da força” é, na visão da Casa Branca, uma abordagem testada e eficaz para manter a segurança americana e dissuadir ameaças globais.</p>
<p>Os países onde Trump recolhe maior confiança formam um grupo claro. As Filipinas lideram, com 68%, seguidas por Israel, com 66%, e pela Nigéria, com 65%. Quénia e Gana também registam níveis relativamente elevados de confiança no presidente americano.</p>
<p>Estes resultados refletem realidades diferentes. Em Israel, Trump mantém tradicionalmente alguns dos seus melhores níveis de aprovação internacional. Na Nigéria e no Quénia, sondagens anteriores do Pew apontaram divisões internas acentuadas, incluindo linhas religiosas, que ajudam a explicar médias nacionais mais favoráveis. Nas Filipinas, a recetividade a uma liderança americana mais assertiva e a parcerias de segurança continua a pesar.</p>
<p>No extremo oposto, a confiança em Trump é particularmente baixa em partes do Médio Oriente e da Europa. A Turquia e os territórios palestinianos surgem entre os casos com menor apoio, em alguns casos com níveis de confiança de apenas um dígito.</p>
<p>O padrão reforça uma tendência mais ampla: países diretamente afetados por decisões de política externa dos Estados Unidos, sobretudo em zonas de conflito, tendem a revelar maior ceticismo em relação à liderança americana.</p>
<p>A imagem dos próprios Estados Unidos também se deteriorou. A sondagem mostra que uma mediana de 37% tem uma visão favorável dos EUA, enquanto 57% expressa uma opinião desfavorável. Em vários países, a perceção piorou no último ano, com quedas particularmente fortes na Indonésia, em Itália e na Coreia do Sul.</p>
<p>Em comparação com o período inicial da presidência de Joe Biden, a quebra é ainda mais evidente. Em 2021 e 2022, a chegada de Biden à Casa Branca tinha coincidido com uma recuperação da confiança global nos Estados Unidos. Agora, essa tendência inverteu-se.</p>
<p>O caso do Canadá é um dos mais expressivos. A percentagem de pessoas que vê os Estados Unidos como parceiro fiável caiu de 83% em 2022 para 35% atualmente. A descida repete-se em vários países europeus e asiáticos, sugerindo uma mudança sistémica e não apenas regional.</p>
<p>Há, porém, uma nuance relevante. Em alguns países da Europa Ocidental, como França, Alemanha, Espanha e Reino Unido, os atuais níveis de confiança em Trump continuam baixos, mas estão ligeiramente acima dos registados no final do seu primeiro mandato.</p>
<p>Na Alemanha, por exemplo, a confiança em Trump situava-se nos 11% durante o primeiro mandato e está agora em cerca de 18%. Em Espanha, passou de 7% para cerca de 19%. Em França e no Reino Unido também se registam pequenas recuperações face aos mínimos anteriores.</p>
<p>Isto sugere uma trajetória em forma de curva: a confiança caiu fortemente durante o primeiro mandato de Trump, recuperou com Biden e voltou a descer agora, embora nem sempre para os níveis mais baixos já registados.</p>
<p>A política externa parece pesar diretamente na perceção internacional. Segundo os dados citados, uma mediana de 74% dos inquiridos desaprova a forma como Trump lida com o Irão. Em relação a Gaza, a desaprovação sobe para 76%, sem que nenhum país inquirido registe uma maioria de aprovação.</p>
<p>As tarifas também são amplamente rejeitadas. Uma mediana de 77% desaprova a forma como Trump gere esta política, com níveis de aprovação particularmente baixos em grandes economias como o Reino Unido, o Japão e a Alemanha.</p>
<p>Na crise da Venezuela, apenas 22% aprovam a atuação de Trump. O tema em que o presidente americano obtém melhor resultado é a ajuda humanitária internacional, mas mesmo aí o apoio é limitado: uma mediana de 37% aprova a sua atuação, com maiorias apenas em alguns países de rendimento médio, como Filipinas e Quénia.</p>
<p>O conjunto dos dados aponta para uma erosão mais profunda da confiança nos Estados Unidos. Há menos pessoas a considerar que Washington contribui para a paz global, menos inquiridos a acreditar que os EUA têm em conta os interesses de outros países e menor confiança no modelo democrático americano.</p>
<p>O resultado é um mapa global mais dividido. A influência americana continua a existir, mas depende cada vez mais da região, do tema em causa e do alinhamento político de cada país. A confiança ampla, que durante décadas ajudou a sustentar o poder dos Estados Unidos, está hoje mais fragmentada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781247]]></sapo:autor>
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		<title>Fundo Optimize Portugal reforça participação na Teixeira Duarte para mais de 5%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:25:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O fundo Optimize Portugal Golden Opportunities reforçou a sua participação na Teixeira Duarte para mais de 5%, segundo um comunicado hoje enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O fundo Optimize Portugal Golden Opportunities reforçou a sua participação na Teixeira Duarte para mais de 5%, segundo um comunicado hoje enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). </P><br />
<P>Este fundo de investimento mobiliário aberto passou assim a deter 5,2% da construtora, correspondente a 420.000.000 direitos de voto. </P><br />
<P>Antes, o fundo Optimize Portugal tinha uma participação de 4,8% na Teixeira Duarte. </P><br />
<P>Na sessão de hoje da bolsa, as ações da Teixeira Duarte desceram 2,64% para 0,52 euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781239]]></sapo:autor>
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		<title>Novo presidente afirma que o TC &#8220;não esquece direitos dos estrangeiros e dos apátridas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:25:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo presidente do Tribunal Constitucional (TC), João Carlos Loureiro, afirmou hoje, no seu primeiro discurso nessas funções, que o tribunal "não esquece direitos dos estrangeiros e dos apátridas" e está unicamente comprometido com a Constituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O novo presidente do Tribunal Constitucional (TC), João Carlos Loureiro, afirmou hoje, no seu primeiro discurso nessas funções, que o tribunal &#8220;não esquece direitos dos estrangeiros e dos apátridas&#8221; e está unicamente comprometido com a Constituição.</P><br />
<P>Numa cerimónia de posse realizada no Palácio Ratton, em Lisboa, João Carlos Loureiro respondeu aos que acusam o TC de ser &#8220;um tribunal político&#8221; afirmando: &#8220;Não tenhamos medo da palavra: os tribunais &#8212; todos os tribunais &#8212; são políticos enquanto se inscrevem numa comunidade política, mas não são partidários. É a medida do direito a única que nos deve mover&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, no seu discurso, o novo presidente do TC apontou para a sobrecarga resultante dos casos de fiscalização concreta da constitucionalidade: &#8220;Estamos a assistir a um excesso que corrói as instituições e leva a uma afetação de recursos, a começar pelo tempo, que põe em causa o seu adequado funcionamento. Importa não esquecer que a escassez existe&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Sobrecarregados com inutilidades, com um efeito multiplicador de reclamações em que, nalguns casos, já não se cumprem mínimos de fundamentação, e com incidentes pós-decisórios deletérios. A justiça, também a constitucional, deve ser baluarte dos direitos dos cidadãos, mas confundem-se amiúde garantias com garantismo, num processo que põe em causa o bem comum, o interesse público, que num Estado Constitucional inclui os direitos fundamentais e não o seu sacrifício em nome de uma vontade da maioria, que esqueça a pedra angular: o princípio da dignidade da pessoa humana&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>João Carlos Loureiro, eleito presidente do TC em 15 de outubro, referiu que esta era uma &#8220;celebração de posse&#8221;, mas &#8220;não a clássica tomada de posse, pois esta já ocorreu pela urgência da necessidade&#8221;, após o que qualificou como &#8220;espinhoso processo&#8221; de recomposição do tribunal, que terminou com a posse de quatro novos juízes.</P><br />
<P>Na sua intervenção, enquadrou o TC como &#8220;um tribunal que opera para a comunidade, tribunal dos e para os cidadãos, mas tribunal que não esquece direitos dos estrangeiros e dos apátridas&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O ser para a comunidade não significa a cedência a modismos fáceis. O nosso compromisso é com a Constituição. Esse é o único mastro a que nos amarramos na viagem jurisprudencial que empreendemos. O único referente, a única fidelidade que podemos ter nas vestes de juízes constitucionais é a defesa da Constituição&#8221;, declarou.</P><br />
<P>A seguir, João Carlos Loureiro defendeu que entre os juízes &#8220;há uma saudável pluralidade de leituras constitucionais, que têm de se alicerçar em argumentos&#8221;, e que &#8220;o facto de um juiz votar pela não inconstitucionalidade numa norma não significa que concorde com ela&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isso não é relevante. Apenas temos de saber se a solução proposta é compatível com a lei fundamental, mesmo que jamais a propuséssemos na esfera político-legislativa&#8221;, reforçou, acrescentando: &#8220;Se o quiséssemos fazer, em rigor, só teríamos uma solução lídima: despir a beca e sujeitar-nos ao escrutínio eleitoral&#8221;.</P><br />
<P>João Carlos Loureiro, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, é juiz do TC por cooptação em abril de 2023 e foi eleito vice-presidente do TC em outubro de 2025.</P><br />
<P>Em 15 de outubro, no dia em que tomaram posse os quatro novos juízes eleitos pela Assembleia da República, o plenário do TC elegeu João Carlos Loureiro como presidente e Rui Guerra da Fonseca vice-presidente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781235]]></sapo:autor>
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		<title>Nova fratura na NATO: Itália desmente Mark Rutte sobre voos americanos na guerra contra o Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:23:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Declarações provocaram uma reação dura do Ministério da Defesa italiano, que acusou o secretário-geral da NATO de transmitir uma mensagem “completamente falsa” sobre o tipo de voos autorizados por Roma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra dos Estados Unidos contra o Irão abriu uma nova tensão dentro da NATO, desta vez entre o secretário-geral da Aliança Atlântica, Mark Rutte, e o Governo italiano. O &#8217;20 Minutos&#8217; relata que Rutte elogiou o papel de Donald Trump e afirmou que centenas de aeronaves americanas descolaram de bases dos Estados Unidos em Itália para apoiar a operação militar, uma versão que Roma rejeitou de forma contundente.</p>
<p>“Compreendo perfeitamente a deceção, mas se tomarmos a Itália como exemplo, 500 aeronaves americanas descolaram de bases americanas na Itália para apoiar a operação. É um número enorme”, afirmou Mark Rutte, numa referência às críticas de Washington à atuação dos aliados durante a ofensiva.</p>
<p>As declarações provocaram uma reação dura do Ministério da Defesa italiano, que acusou o secretário-geral da NATO de transmitir uma mensagem “completamente falsa” sobre o tipo de voos autorizados por Roma.</p>
<p>“É surpreendente que o secretário-geral da NATO, que nada tem a ver com a Operação Epic Fury, esteja a oferecer uma reconstrução que transmite uma mensagem completamente falsa, confundindo o tipo de voos autorizados”, afirmou o ministério, em comunicado.</p>
<p>A Operação Epic Fury é o nome atribuído por Donald Trump à ofensiva americana contra o Irão. Rutte, que descreveu o presidente dos Estados Unidos como “o líder do mundo livre”, acabou por colocar a Itália no centro de uma nova disputa diplomática entre aliados.</p>
<p>O Governo italiano insiste que não autorizou atividades de combate ofensivas a partir do seu território. Segundo Roma, a utilização de bases americanas em Itália foi limitada a atividades técnicas e logísticas, dentro dos tratados e dos procedimentos em vigor.</p>
<p>O Ministério da Defesa sublinhou que a Itália “sempre agiu em plena conformidade com a Constituição, os tratados internacionais e as diretrizes parlamentares”, não permitindo, “em nenhuma circunstância”, atividades de combate ofensivas ou “cinéticas” fora do quadro autorizado.</p>
<p>A posição italiana segue a linha já apresentada no Parlamento pelo ministro da Defesa, Guido Crosetto, que autorizou apenas “atividades técnicas e logísticas, e não cinéticas”, no âmbito dos acordos existentes.</p>
<p>“Uma análise mais detalhada da fonte teria bastado para obter um quadro verdadeiro do que aconteceu e continua a acontecer todos os dias: a Itália só autoriza voos estipulados nos tratados, que excluem completamente atividades cinéticas”, lê-se no comunicado.</p>
<p>Roma acrescentou ainda que, sempre que foi feito um pedido que ultrapassava esse âmbito, a autorização não foi concedida.</p>
<p>A tensão surge também num momento difícil das relações entre Itália e Estados Unidos. Donald Trump tinha já provocado irritação em Roma ao dizer que posou para uma fotografia com Giorgia Meloni na cimeira do G7 “por pena”. A reação italiana foi imediata: o ministro dos Negócios Estrangeiros, Antonio Tajani, cancelou uma viagem aos Estados Unidos.</p>
<p>“Nem a Itália nem eu jamais implorámos”, respondeu Giorgia Meloni ao presidente americano.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, a Itália já tinha recusado em março o uso da base de Sigonella, na Sicília, para voos americanos relacionados com o conflito no Irão, por considerar que não se tratava de operações normais ou logísticas abrangidas pelos tratados.</p>
<p>A nova troca de acusações expõe uma fragilidade adicional no interior da NATO: a dificuldade de conciliar o apoio político de Rutte a Trump com as reservas de aliados europeus que não querem ser associados a operações ofensivas americanas no Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781241]]></sapo:autor>
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		<title>BdP acolhe avaliação do FMI e diz que recomendações vão ser consideradas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:09:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal (BdP) disse hoje ter acolhido favoravelmente as recomendações do Fundo Monetário Internacional (FMI) e adiantou que as suas recomendações, como em matéria de riscos sistémicos, vão ser consideradas nos trabalhos futuros da instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco de Portugal (BdP) disse hoje ter acolhido favoravelmente as recomendações do Fundo Monetário Internacional (FMI) e adiantou que as suas recomendações, como em matéria de riscos sistémicos, vão ser consideradas nos trabalhos futuros da instituição.  </P><br />
<P>O FMI concluiu o Programa de Avaliação do Setor Financeiro (FSAP) em Portugal, que faz parte das avaliações periódicas obrigatórias a que estão sujeitos os sistemas financeiros de importância sistémica.  </P><br />
<P>&#8220;O BdP acolhe favoravelmente as conclusões da avaliação&#8221;, sublinhou, num comunicado hoje divulgado, o supervisor financeiro. </P><br />
<P>O FMI considerou que o sistema financeiro nacional mantém-se globalmente estável e resiliente e que o setor bancário tem níveis adequados de capitalização, liquidez e rentabilidade. </P><br />
<P>Por outro lado, destacou progressos na robustez da regulação e supervisão do setor, bem como na eficácia da política macroprudencial. </P><br />
<P>No entanto, o FMI identificou alguns riscos, nomeadamente, associados à exposição ao mercado imobiliário residencial e à dívida soberana. </P><br />
<P>Entre as recomendações deixadas está o aprofundamento da monitorização dos riscos sistémicos, a adoção de políticas de atração e retenção de talento, melhorias na supervisão macroprudencial, cibersegurança e gestão de crises e o reforço do enquadramento legal da política macroprudencial.</P><br />
<P>&#8220;As recomendações agora publicadas serão consideradas nos trabalhos futuros do Banco de Portugal para continuar a assegurar a estabilidade financeira e um sistema financeiro robusto e resiliente&#8221;, apontou a instituição liderada por Álvaro Santos Pereira. </P><br />
<P>O FMI também voltou hoje a rever em baixa a estimativa de crescimento da economia portuguesa, de 1,9% para 1,7% este ano, no relatório relativo ao Artigo IV.</P><br />
<P>Esta projeção representa uma revisão em baixa face à estimativa do World Economic Outlook (WEO) de abril, que já tinha também sido revista em 0,2 pontos percentuais relativamente a outubro do ano passado.</P><br />
<P>Esta organização antecipou ainda que o saldo orçamental de Portugal será nulo este ano, o que compara com a previsão de um défice de 0,1% do PIB em abril. </P><br />
<P>No mesmo relatório, o FMI avisou igualmente que os apoios aos jovens para a compra da primeira casa acabaram por aumentar a procura e agravar desequilíbrios no mercado, pelo que deviam ser retirados. </P><br />
<P>&#8220;O novo pacote de reformas para a habitação do Governo contém elementos que podem estimular a oferta, mas aumentam a despesa fiscal&#8221;, salientou a instituição, que recomendou que &#8220;para alcançar melhorias duradouras na acessibilidade, as reformas devem visar a redução das restrições à oferta, como a flexibilização das regras de licenciamento, permissão, zonamento e uso do solo (conforme planeado), o reequilíbrio da tributação imobiliária e a melhoria do funcionamento do mercado de arrendamento&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781225]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Direita chumba projetos do PS, Livre, PCP e JPP sobre regionalização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:02:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[regionalização]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta foi a segunda vez este ano que o Parlamento debateu a regionalização, depois de em abril ter discutido e rejeitado três projetos do Livre, BE e PAN]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O parlamento rejeitou hoje, com os votos contra do PSD, CDS-PP e Chega, vários projetos sobre a regionalização, num debate agendado pelo PCP, que propunha a realização de novo referendo para as regiões administrativas até 2028.</p>
<p>Os deputados rejeitaram as propostas do PCP, de um projeto de lei-quadro das regiões administrativas e um projeto de resolução para criação e instituição das regiões administrativas, do JPP, da realização de um referendo sobre a regionalização, do Livre, para avançar com a regionalização, e do PS a recomendar uma auscultação nacional sobre a regionalização.</p>
<p>Esta foi a segunda vez este ano que o Parlamento debateu a regionalização, depois de em abril ter discutido e rejeitado três projetos do Livre, BE e PAN.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781214]]></sapo:autor>
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		<title>PSD diz que &#8220;atividade de solidariedade social&#8221; será obrigatória para aceder à PSU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:00:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[PSU]]></category>
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					<description><![CDATA[Hugo Soares saudou, em declarações aos jornalistas, o acordo com o PS para viabilizar a Prestação Social Única (PSU), considerando tratar-se de "uma grande vitória para o país"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder parlamentar do PSD afirmou hoje que o acordo com o PS sobre a Prestação Social Única (PSU) mantém a &#8220;atividade de solidariedade social&#8221; como obrigatória para os que estiverem em condições de a realizar.</p>
<p>Hugo Soares saudou, em declarações aos jornalistas, o acordo com o PS para viabilizar a Prestação Social Única (PSU), considerando tratar-se de &#8220;uma grande vitória para o país&#8221;.</p>
<p>No entanto, depois de os socialistas terem anunciado que &#8220;o trabalho social deixa de ser obrigatório&#8221;, o líder parlamentar do PSD afirmou que esta obrigação não cai, e implica o cumprimento de três horas por dia/15 horas por semana, enquadrada num &#8220;plano de inserção individual&#8221;.</p>
<p>&#8220;A atividade social solidária não cai e não deixa de ser obrigatória&#8221;, afirmou Hugo Soares.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781218]]></sapo:autor>
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		<title>Chatbot de Elon Musk impulsionado por pornografia? Relatório levanta novas dúvidas sobre o Grok</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:57:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[xAI tem investido fortemente em ferramentas de geração de imagens e vídeos explícitos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A xAI, empresa de Elon Musk, está a apostar na geração de conteúdo explícito como um dos principais motores de utilização do Grok, o seu chatbot de inteligência artificial, avança a &#8216;Forbes&#8217;, citando informações divulgadas pelo &#8216;The Information&#8217;. Segundo o relatório, o conteúdo para adultos representa agora a maior parte da atividade da plataforma.</p>
<p>A publicação indica que a xAI tem investido fortemente em ferramentas de geração de imagens e vídeos explícitos. Esse tipo de utilização estende-se também ao modelo de codificação do Grok, que, segundo o &#8216;The Information&#8217;, recebe frequentemente pedidos relacionados com material pornográfico.</p>
<p>De acordo com o relatório, mais de metade do tráfego total do Grok terá origem em imagens e vídeos pornográficos, conversas de interpretação de papéis para adultos ou outras atividades semelhantes. O analista Adam Crisafulli, da Vital Knowledge, classificou esta aposta como “uma tentativa desesperada de se manter relevante”.</p>
<p>A evolução surge numa altura em que o Grok terá ficado ainda mais para trás face a concorrentes como a Anthropic, a OpenAI, a Google e a Meta. Dados da &#8216;Similarweb&#8217; citados no texto indicam que o chatbot de Elon Musk registou este ano a maior queda de tráfego web entre os principais modelos de inteligência artificial.</p>
<p>Entre janeiro e maio, o tráfego do site do Grok caiu 22%, segundo a &#8216;Similarweb&#8217;. A quebra é superior à registada por qualquer outro grande chatbot analisado, embora estes dados não incluam as interações feitas através do X, a rede social de Elon Musk.</p>
<p>O contraste com alguns concorrentes é expressivo. No mesmo período, o tráfego do Claude, da Anthropic, terá aumentado 369%. Já o DeepSeek cresceu 44%, o NotebookLM da Google avançou 43% e o Gemini subiu 40%, de acordo com os mesmos dados.</p>
<p>A &#8216;Forbes&#8217; recorda que a xAI já enfrentou escrutínio legal em várias jurisdições, incluindo União Europeia, Índia, Brasil e Estados Unidos, devido às suas práticas e mecanismos de supervisão. Entre os casos referidos está um processo na Califórnia que acusa um utilizador do Grok de ter alterado imagens e vídeos de três adolescentes, duas delas menores de 18 anos, de forma sexualmente explícita.</p>
<p>As ferramentas de imagem do Grok também foram acusadas de serem usadas para “despir” fotografias de pessoas reais, muitas vezes sem consentimento. Relatórios de entidades de fiscalização e investigações jornalísticas alegam ainda falhas nas salvaguardas da plataforma em situações que envolviam representações sexualizadas de menores ou imagens com aparência infantil.</p>
<p>Elon Musk rejeitou ter conhecimento de imagens de menores nus geradas pelo Grok. “Não tenho conhecimento de qualquer imagem de menores nus gerada pelo Grok”, afirmou.</p>
<p>A xAI lançou o Grok como concorrente direto do ChatGPT, do Claude e do Gemini, apresentando-o como uma alternativa menos restritiva. No entanto, segundo a análise citada, a empresa tem tido dificuldade em reduzir a distância face aos principais rivais, que continuam a lançar modelos mais avançados.</p>
<p>A aposta em conteúdo adulto pode, por isso, expor uma tensão central na estratégia da xAI: tentar diferenciar o Grok pela menor restrição de conteúdos, mas arriscar transformar essa liberdade no principal foco de escrutínio público, legal e reputacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781199]]></sapo:autor>
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		<title>Associação de Oficiais exige a Nuno Melo diálogo sobre condições laborais dos militares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:45:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA) exigiu hoje ao ministro da Defesa, Nuno Melo, a marcação de reuniões "que não se limitem a formalismos" para abordar as condições laborais dos militares, acusando o executivo de "silêncio anómalo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA) exigiu hoje ao ministro da Defesa, Nuno Melo, a marcação de reuniões &#8220;que não se limitem a formalismos&#8221; para abordar as condições laborais dos militares, acusando o executivo de &#8220;silêncio anómalo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Exige-se, de forma clara e inequívoca, a marcação de reuniões de trabalho que não se limitem a formalismos, mas que abordem, com a necessária profundidade, a valorização das carreiras, as condições de trabalho, a resolução dos problemas das pensões, as questões relacionadas com a Assistência na Doença dos Militares (ADM)&#8221;, lê-se em comunicado.</P><br />
<P>A AOFA manifesta &#8220;profundo protesto e indignação perante o persistente silêncio e a contínua omissão por parte do Ministério da Defesa Nacional (MDN) face à necessária abertura de um canal de diálogo sério e efetivo com as associações socioprofissionais militares&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto assistimos, com atenção, à retoma das negociações no Ministério da Administração Interna (MAI) &#8212; que, ainda que sob forte tensão e descontentamento, mantém um processo de reuniões formais com as estruturas das forças de segurança, agora sobre questões salariais &#8212; o MDN teima em ignorar a realidade dos militares portugueses&#8221;, criticam. </P><br />
<P>A associação considera que esta postura de Nuno Melo &#8220;constitui um desrespeito inaceitável pelos direitos de representação coletiva e demonstra um desinteresse preocupante pelas condições socioprofissionais daqueles que garantem a soberania e a segurança do Estado&#8221;.</P><br />
<P>Na opinião da AOFA, o ministério &#8220;não pode continuar a governar de costas voltadas para os seus profissionais&#8221; e &#8220;a ausência de diálogo institucional não é apenas uma falha de gestão, é uma opção política deliberada que só contribui para o agravamento do mal-estar que é sentido pelos militares das Forças Armadas no reconhecimento do exercício das suas funções e na sua condição&#8221;.</P><br />
<P>Este já é o segundo comunicado no espaço de um mês que a AOFA emite sobre este tema. No passado dia 02, a associação lamentou que o Governo dialogue com as forças de segurança para negociar remunerações mas não com as associações militares, acusando-o de uma &#8220;asfixia crónica&#8221; nesta matéria.</P><br />
<P>As associações representativas de Oficiais, Sargentos e Praças há muito que reclamam poder de negociação coletiva, à semelhança dos sindicatos, entidades nas quais os militares não se podem inscrever. </P><br />
<P>Em março do ano passado, o Comité Europeu de Direitos Sociais considerou que Portugal está a violar a Carta Social Europeia por não consagrar direitos sindicais e de negociação coletiva para os militares das Forças Armadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781180]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Netanyahu recusa retirada do Líbano enquanto for primeiro-ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:44:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, recusou hoje a retirada das tropas de Israel do sul do Líbano enquanto estiver à frente do Governo, contrariando o acordo preliminar de paz entre Estados Unidos e Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, recusou hoje a retirada das tropas de Israel do sul do Líbano enquanto estiver à frente do Governo, contrariando o acordo preliminar de paz entre Estados Unidos e Irão.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto eu for primeiro-ministro, manteremos a &#8216;zona de segurança&#8217; no sul do Líbano&#8221;, declarou Netanyahu, durante uma conferência em Telavive, referindo-se à faixa do território libanês ocupada pelas tropas israelitas junto à fronteira entre os dois países.</P><br />
<P>Esta declaração segue-se a outros pronunciamentos do primeiro-ministro israelita nas últimas semanas, incluindo o compromisso de que o Irão não irá desenvolver uma arma nuclear durante o seu mandato, que irá tentar renovar nas eleições nacionais previstas para outubro.</P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita rejeitou hoje igualmente que as tropas do seu país se retirem do sul do Líbano, &#8220;mesmo que haja uma exigência dos Estados Unidos&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781204]]></sapo:autor>
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		<title>Calor leva hospitais a ativar planos de contingência e a reforçar urgências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:37:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[“Furgão Internacional do Ano”]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Martins]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Ana Paula Martins explicou que o nível de contingência 1 passa sobretudo pela divulgação de recomendações à população, com apelos para evitar a exposição ao calor e manter a hidratação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns hospitais portugueses já ativaram o nível mais baixo dos planos de contingência devido ao calor, com reforço das equipas nos serviços de urgência, afirmou esta quarta-feira a ministra da Saúde, Ana Paula Martins. De acordo com o &#8216;<a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/alguns-hospitais-ativaram-nivel-de-contingencia-devido-ao-calor/18098851?utm_source=egoi&#038;utm_medium=push&#038;utm_term=18098851" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>&#8216;, a medida foi acionada nos distritos com maior risco associado às temperaturas elevadas.</p>
<p>“Já ativámos o nível de contingência 1, que tem muitas medidas que estão em articulação com outras entidades e com a Proteção Civil”, afirmou a ministra aos jornalistas, em Lisboa, no final de um almoço-debate promovido pelo International Club of Portugal.</p>
<p>Ana Paula Martins explicou que o nível de contingência 1 passa sobretudo pela divulgação de recomendações à população, com apelos para evitar a exposição ao calor e manter a hidratação. A ministra sublinhou que a atenção deve ser redobrada junto dos grupos mais vulneráveis, como pessoas com doenças crónicas, idosos e crianças.</p>
<p>Além das medidas de prevenção, a ativação dos planos de contingência implicou também o reforço das equipas nos serviços de urgência dos hospitais.</p>
<p>“Há uma maior procura das urgências. Nós temos estado a conseguir dar essa resposta neste momento, mas eu queria dizer que, obviamente, as ondas de calor, tal como as ondas de frio, têm grande impacto na mortalidade”, afirmou Ana Paula Martins.</p>
<p>Segundo a governante, a maior pressão sobre as urgências sente-se sobretudo nas zonas onde a onda de calor é mais intensa, em particular nos distritos que se encontram em alerta. A ministra admitiu, porém, que também na região de Lisboa se poderá ter registado um aumento da procura.</p>
<p>Na terça-feira, o INEM tinha avançado à Lusa que recebeu em junho cerca de seis mil chamadas a mais do que no mesmo mês de 2025. O aumento foi associado aos efeitos das temperaturas elevadas, ao agravamento de doenças crónicas e a situações de doença aguda.</p>
<p>O &#8216;Jornal de Notícias&#8217; refere ainda que Ana Paula Martins foi questionada sobre o caso de ébola detetado em França, num médico que esteve na República Democrática do Congo.</p>
<p>A ministra garantiu que Portugal está preparado para enfrentar a doença, caso chegue ao país, embora tenha sublinhado que o risco é baixo.</p>
<p>“Nós estamos completamente preparados, fazemos parte da rede de emergência sanitária internacional e também europeia e estamos completamente preparados para executar todos os protocolos que vão desde, digamos, a identificação, o diagnóstico, ao isolamento, ao repatriamento”, afirmou.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781196]]></sapo:autor>
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		<title>Prestação Social Única: Governo chega a acordo com PS e deixa cair quatro pontos polémicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:19:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[PSU]]></category>
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					<description><![CDATA[Euricor Brilhante Dias, líder parlamentar do PS, indicou esta quarta-feira ter chegado a acordo com o Governo, "viabilizando a proposta", sobre a Prestação Social Única (PSU). Para tal, houve "quatro aspetos nucleares que caíram"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eurico Brilhante Dias, líder parlamentar do PS, indicou esta quarta-feira ter chegado a acordo com o Governo, &#8220;viabilizando a proposta&#8221;, sobre a Prestação Social Única (PSU). Para tal, houve &#8220;quatro aspetos nucleares que caíram&#8221;, frisando que que, assim o &#8220;país vai poder executar um marco importante do Plano de Recuperação e Resiliência e receber, nesse quadro, centenas de milhões de euros&#8221;.</p>
<p>&#8220;Primeiro, o trabalho dito obrigatório deixará de o ser e estará enquadrado num plano individual e personalizado de inserção, afastando a ideia de que as pessoas com menos recursos têm direito a um percurso que as leve à inclusão social, onde o emprego tem uma palavra&#8221;, precisou.</p>
<p>&#8220;O segundo aspeto é a queda do canal de denúncias: sempre entendemos essa como uma proposta que iria colocar pobres a fiscalizar pobres, e felizmente foi possível um acordo, sem prejuízo de um reforço dos mecanismos de combate à fraude e abuso&#8221;, continuou Brilhante Dias.</p>
<p>&#8220;Terceiro, foi a alteração substantiva da condição de recursos, garantindo que o acesso das pessoas mais vulneráveis continua a ser possível sem a restrição apresentada pelo Governo&#8221;, indicou. Por último, o líder socialista apontou que &#8220;era muito importante para nós que a fixação da prestação fossem valores que o Parlamento pudesse escrutinar&#8221;.</p>
<p>&#8220;É para nós com sentimento de satisfação por considerarmos que cumprimos o nosso papel de apoiar os mais vulneráveis e atingir um acordo, um projeto que começou com o Partido Socialista, mas não era de todo aquilo que o Governo trouxe ao Parlamento. Mas com este conjunto de alterações que foi possível negociar, entre ontem e hoje, penso que atingimos um acordo satisfatório para o Partido Socialista, que também será satifatório para o Governo, o que será bom para o país&#8221;, finalizou.</p>
<p><strong>Montenegro pediu &#8220;sentido de responsabilidade&#8221; a Chega e PS</strong></p>
<p>Antes de ser conhecido o acordo entre PSD e PS para viabilizar a Prestação Social Única, Luís Montenegro apelou aos partidos para que demonstrassem “sentido de responsabilidade” e admitissem “cedências” nas posições iniciais. Em Nova Iorque, após uma passagem pela Missão Permanente de Portugal na ONU, o primeiro-ministro afirmou que o Governo e os grupos parlamentares que o apoiam estavam a fazer “um esforço muito, muito grande de aproximação e de diálogo político” com a oposição, em particular com os dois maiores partidos, por serem aqueles com capacidade para viabilizar a iniciativa.</p>
<p>Montenegro defendeu que a PSU representa uma mudança “muito importante” para reforçar a proteção social dos mais vulneráveis, reunir numa só prestação apoios hoje dispersos e “moralizar” o funcionamento do sistema. O chefe do Executivo garantiu ainda que “ninguém vai perder com esta formulação” e sublinhou que a medida é também um marco do Plano de Recuperação e Resiliência que Portugal deve cumprir.</p>
<p><strong>José Luís Carneiro tinha aberto porta a acordo se caísse &#8220;desumanidade&#8221; do Governo</strong></p>
<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, afirmou que os socialistas estariam disponíveis para aprovar a proposta do Governo sobre a Prestação Social Única se o Executivo “deixar cair a sua desumanidade”. O líder socialista explicou que o partido já entregou propostas de alteração e que as condições fundamentais passam por garantir um apoio mais eficaz aos mais vulneráveis, impedir que a condição de recursos exclua beneficiários e assegurar que a nova prestação não reduza os apoios concedidos.</p>
<p>José Luís Carneiro avisou, porém, que o PS votará contra se o Governo mantiver a proposta inicial, acusando o Executivo de querer “castigar os mais humildes, os mais vulneráveis e os mais pobres”. Os socialistas dizem estar disponíveis para aperfeiçoar os instrumentos de combate à pobreza e às desigualdades, mas rejeitam as propostas que, segundo Carneiro, o Governo e o Chega pretendiam aprovar na Assembleia da República.</p>
<p><strong>Chega vê negadas exigências pelo Governo</strong></p>
<p>Recorde-se que o presidente do Chega, André Ventura, revelou hoje que o Governo considerou inaceitáveis as exigências do seu partido para viabilizar a Prestação Social Única (PSU) e preferiu &#8220;fazer o PS voltar atrás na sua palavra&#8221;. &#8220;Penso, mas é uma intuição, que a determinado momento o Governo compreendeu que estas exigências do Chega não são aceitáveis, por motivos que são do Governo, e que prefere fazer o PS voltar atrás na sua palavra&#8221;, afirmou o líder do Chega.</p>
<p>André Ventura falava aos jornalistas na Assembleia da República, antes da votação na especialidade do diploma que cria a PSU e estabelece as condições de acesso a este apoio.</p>
<p>&#8220;Não sei como é que o PS vai descalçar isso, mas também não é um problema meu&#8221;, afirmou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781163]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha no &#8216;vermelho&#8217; com grupo EDP e Galp a caírem mais de 1%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:18:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno negativo, com o PSI a cair 0,88% para 9.055,89 pontos, com a Teixeira Duarte a recuar 2,64% e grupo EDP e Galp a caírem mais de 1%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno negativo, com o PSI a cair 0,88% para 9.055,89 pontos, com a Teixeira Duarte a recuar 2,64% e grupo EDP e Galp a caírem mais de 1%.  </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, 11 cotadas estavam no &#8216;vermelho&#8217;, três inalteradas (Altri, Mota-Engil e Sonae SGPS) e apenas duas em terreno positivo.</P><br />
<P>Nas restantes principais praças europeias, o espanhol IBEX-35 caiu 0,45% e o alemão DAX perdeu 0,62%, enquanto o britânico FTSE 100 subiu 0,31% e o francês CAC-40 ganhou 0,54%.  </P></p>
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		<item>
		<title>Ventura diz que Governo prefere &#8220;fazer o PS voltar atrás na palavra&#8221; na PSU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:17:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[André Ventura falava aos jornalistas na Assembleia da República, antes da votação na especialidade do diploma que cria a PSU e estabelece as condições de acesso a este apoio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Chega, André Ventura, revelou hoje que o Governo considerou inaceitáveis as exigências do seu partido para viabilizar a Prestação Social Única (PSU) e preferiu &#8220;fazer o PS voltar atrás na sua palavra&#8221;.</p>
<p>&#8220;Penso, mas é uma intuição, que a determinado momento o Governo compreendeu que estas exigências do Chega não são aceitáveis, por motivos que são do Governo, e que prefere fazer o PS voltar atrás na sua palavra&#8221;, afirmou o líder do Chega.</p>
<p>André Ventura falava aos jornalistas na Assembleia da República, antes da votação na especialidade do diploma que cria a PSU e estabelece as condições de acesso a este apoio.</p>
<p>&#8220;Não sei como é que o PS vai descalçar isso, mas também não é um problema meu&#8221;, afirmou.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781166]]></sapo:autor>
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		<title>Eni procura no mercado soluções para terceira plataforma de gás em Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:17:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Mozambique Rovuma Venture (MRV), liderada pela Eni, lançou hoje uma manifestação de interesse internacional para construção e instalação de uma terceira unidade flutuante de produção de gás natural liquefeito (FLNG) em Moçambique.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Mozambique Rovuma Venture (MRV), liderada pela Eni, lançou hoje uma manifestação de interesse internacional para construção e instalação de uma terceira unidade flutuante de produção de gás natural liquefeito (FLNG) em Moçambique.</P><br />
<P>Segundo o edital, a que a Lusa teve hoje acesso, o consórcio liderado pela petrolífera italiana procura identificar empresas interessadas em executar um contrato EPCIC (Engenharia, Aquisição, Construção, Instalação e Comissionamento) para uma nova unidade FLNG de grande escala destinada às águas profundas da Área 4 da bacia do Rovuma, ao largo de Cabo Delgado, com capacidade até seis milhões de toneladas anuais (mtpa) de Gás Natural Liquefeito (GNL).</P><br />
<P>O âmbito dos trabalhos deste concurso, aberto até 03 de julho, inclui a entrega integral da unidade FLNG, desde a engenharia e aquisição até à construção, transporte, amarração, comissionamento, arranque operacional e testes de desempenho, para operação em águas com cerca de 2.000 metros de profundidade.</P><br />
<P>As empresas candidatas deverão demonstrar experiência em projetos FLNG ou empreendimentos &#8216;offshore&#8217; comparáveis executados nos últimos dez anos, apresentar soluções tecnológicas de liquefação e identificar os fornecedores dos sistemas de amarração e de armazenamento a utilizar na futura plataforma.</P><br />
<P>O concurso surge pouco mais de um mês depois de a Eni ter confirmado à Lusa que está a avaliar o avanço de um terceiro projeto FLNG em Moçambique, depois da Coral Sul, em produção desde 2022, e da Coral Norte, cuja decisão final de investimento foi assinada em outubro de 2025.</P><br />
<P>Numa resposta enviada à Lusa em maio, a petrolífera italiana sublinhou que a bacia do Rovuma &#8220;possui reservas significativas de gás natural, permitindo não apenas a implementação dos projetos em curso, mas também criando oportunidades para novos desenvolvimentos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nesse contexto, a Eni está atualmente avaliando a possibilidade de avançar com um terceiro projeto baseado na tecnologia FLNG, cujo sucesso foi demonstrado pelo projeto Coral South FLNG&#8221;, acrescentou então a empresa.</P><br />
<P>A Coral Sul, a primeira plataforma flutuante de gás natural liquefeito em águas ultraprofundas de África, produz atualmente cerca de 3,4 milhões de toneladas anuais de GNL.</P><br />
<P>A segunda unidade, Coral Norte, representando um investimento de 7,2 mil milhões de dólares (6,2 mil milhões de euros), deverá entrar em produção em 2028 e duplicar a capacidade de produção de GNL da Área 4.</P><br />
<P>Na assinatura da decisão final de investimento da Coral Norte, em Maputo, o diretor-executivo da Eni, Claudio Descalzi, afirmou que a nova plataforma permitirá elevar Moçambique à posição de terceiro maior produtor africano de gás natural liquefeito, atrás apenas da Nigéria e da Argélia.</P><br />
<P>Segundo a Eni, a Coral Sul já realizou mais de 120 carregamentos de GNL desde o arranque da produção e deverá gerar cerca de 16 mil milhões de dólares (13,7 mil milhões de euros) em receitas fiscais ao longo da vida útil do projeto.</P><br />
<P>A Coral Norte deverá acrescentar cerca de 23 mil milhões de dólares (20,1 mil milhões de euros) em receitas fiscais para o Estado moçambicano durante os seus 30 anos de operação.</P><br />
<P>A MRV é a entidade que representa os concessionários da Área 4 da bacia do Rovuma, integrando a Eni, a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), a chinesa CNPC, a sul-coreana Kogas e a XRG, dos Emirados Árabes Unidos.</P><br />
<P>Moçambique possui três megaprojetos aprovados para exploração das reservas de gás natural da bacia do Rovuma, consideradas entre as maiores do mundo, incluindo o projeto Mozambique LNG, da TotalEnergies, já retomado após vários anos de suspensão devido à insegurança em Cabo Delgado, e o projeto Rovuma LNG, liderado pela ExxonMobil, que aguarda a decisão final de investimento ainda este ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781158]]></sapo:autor>
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		<title>Volume de negócios da Cabify sobe 10,7% para 839 M€ em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Cabify]]></category>
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					<description><![CDATA[A Cabify encerrou 2025 com um volume de negócios de 950 milhões de dólares (839 milhões de euros), o que representa um aumento de 10,7% em relação ao ano anterior, informou hoje a empresa de mobilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Cabify encerrou 2025 com um volume de negócios de 950 milhões de dólares (839 milhões de euros), o que representa um aumento de 10,7% em relação ao ano anterior, informou hoje a empresa de mobilidade.</P><br />
<P>O resultado bruto de exploração (EBITDA) situou-se nos 31 milhões de dólares (27 milhões de euros), 8,8% abaixo dos 34 milhões (30 milhões de euros) registados em 2024, rentabilidade que se verificou em todos os mercados em que a empresa espanhola opera, ou seja, mais de 40 cidades em seis países, Espanha, Chile, Argentina, Peru, Colômbia e Uruguai. </P><br />
<P>O lucro bruto da empresa atingiu 141,4 milhões de dólares (124,8 milhões de euros), indicou a Cabify, cujo presidente, Juan de Antonio, destaca que, no último ano, a empresa impulsionou &#8220;um crescimento sustentável, trabalhando para que a rentabilidade e o serviço diferenciado estejam presentes em cada cidade&#8221;.</P><br />
<P>O último exercício marcou o encerramento da anterior estratégia de negócio sustentável 2022-2025 da empresa, &#8220;alcançando diversos marcos auditados e verificados de acordo com os mais elevados padrões internacionais&#8221;.</P><br />
<P>Graças à colaboração de todos os setores envolvidos, em 2025, o número de quilómetros percorridos em veículos com emissões zero registou um crescimento &#8220;exponencial&#8221; de 180% em Espanha e de 122% na América Latina.</P><br />
<P>Além disso, a nível global, em 2025, foram reduzidas 5.497 toneladas de dióxido de carbono (CO2) destacando-se mercados como a Espanha (onde 98% das viagens já são realizadas em veículos com emissões zero) e o Uruguai (com 45% dos quilómetros percorridos por uma frota com emissões zero).</P><br />
<P>Nos últimos quatro anos, a Cabify tem vindo a promover diversas iniciativas de impacto social que contribuíram para impulsionar a inclusão de grupos vulneráveis, a redução da disparidade de género no setor ou a melhoria da acessibilidade.</P><br />
<P>Durante 2025, a plataforma aumentou em 20% o número de mulheres que colaboram na aplicação como motoristas e mais de 685.000 pessoas utilizaram funcionalidades de acessibilidade ao deslocarem-se com a Cabify.</P></p>
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