Com o aumento das temperaturas e o calor intenso a convidar para um mergulho refrescante, os veranistas em Portugal devem estar cientes de que, neste momento, 11 praias em várias regiões do país têm os banhos proibidos ou desaconselhados devido a problemas de contaminação. Esta situação é resultado de alertas emitidos pela Associação Portuguesa do Ambiente (APA) e outras autoridades competentes.
Praias com Interdições de Banho
1. Região Norte:
- Água Balnear de Verim, Póvoa de Lanhoso
- Interdição: Desde 8 de agosto de 2024
- Motivo: Presença de Salmonella
- Água Balnear de Vale Juncal, Mirandela
- Interdição: Desde 7 de agosto de 2024
- Motivo: Contaminação microbiológica
- Água Balnear de Matosinhos, Matosinhos
- Interdição: Desde 8 de agosto de 2024
- Motivo: Contaminação microbiológica
- Água Balnear da Amorosa, Viana do Castelo
- Interdição: Desde 8 de agosto de 2024
- Motivo: Contaminação microbiológica
2. Região Centro:
- Água Balnear de Sandomil, Seia
- Interdição: Desde 7 de agosto de 2024
- Motivo: Contaminação microbiológica
- Água Balnear de Açude de Vais, Penalva do Castelo
- Interdição: Desde 1 de junho de 2023
- Motivo: Presença de Salmonella
3. Região Tejo e Oeste:
- Água Balnear das Moitas, Cascais
- Interdição: Desde 8 de agosto de 2024
- Motivo: Contaminação microbiológica
- Água Balnear da Poça, Cascais
- Interdição: Desde 8 de agosto de 2024
- Motivo: Contaminação microbiológica
- Água Balnear de Aldeia Ruiva, Proença-a-Nova
- Interdição: Desde 5 de agosto de 2024
- Motivo: Contaminação microbiológica
- Água Balnear de Cambas, Oleiros
- Interdição: Desde 17 de julho de 2024
- Motivo: Contaminação por Salmonella
- Água Balnear de Ribeira Grande, Sertã
- Interdição: Desde 8 de agosto de 2024
- Motivo: Contaminação microbiológica
É crucial para a saúde pública que os banhistas respeitem as interdições e os avisos colocados nas praias. Ignorar essas restrições pode resultar em multas que variam entre 55 e 550 euros, de acordo com a gravidade da infração e as circunstâncias. As autoridades locais recomendam que, ao visitar praias com avisos de interdição, os cidadãos se abstenham de entrar na água e respeitem as indicações afixadas.












