Um em cada quatro portugueses receiam futuro no pós Covid-19

Esta é a principal conclusão do barómetro de opinião Covid-19 da Marktest, realizada entre 13 e 15 de Abril, que está a acompanhar as opiniões dos cidadãos nacionais, os seus comportamentos e percepções face ao momento que o país e o mundo atravessam.

Executive Digest

São agora 91% os portugueses que avaliam positivamente a actuação do Governo durante a pandemia do novo coronvírus. Esta é a principal conclusão do barómetro de opinião Covid-19 da Marktest, realizada entre 13 e 15 de Abril, que está a acompanhar as opiniões dos cidadãos nacionais, os seus comportamentos e percepções face ao momento que o país e o mundo atravessam.

De acordo com os resultados da sondagem, feita na semana em que o Presidente propôs a renovação do Estado de Emergência até 2 de Maio, representa uma subida de três pontos percentuais face à última edição deste estudo.

Revela, igualmente, que «à medida que o tempo passa, as avaliações médias feitas pelos inquiridos à actuação do Governo e do PR continuam muito positivas»: o índice de Avaliação de Desempenho do Governo atinge os 79 pontos, enquanto  o de Avaliação de Desempenho do Presidente da República regista 74,3 pontos.

Relativamente às expectativas que os portugueses têm em relação ao futuro da economia, embora a análise às últimas semanas mostre sinais de recuperação o Índice de Expectativa continua em terreno negativo: 24,1%.

O balanço mais recente da Agence France-Press aponta para 165.216 vítimas mortais em todo o mundo associadas à Covid-19, desde que surgiu em Dezembro na China. Há agora quase 2,5 milhões de infectados em 193 países e, pelo menos, 537.700 recuperados.

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Portugal regista, neste momento, 20.863 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus e o número de vítimas mortais subiu para 735, revela o último boletim da Direção-Geral da Saúde, divulgado nesta segunda-feira, 20 de Abril.

O Governo decretou o estado de emergência a 19 de Março, que já foi prorrogado duas vezes, estando previsto agora o seu fim a 2 de Maio. O diploma prevê a possibilidade de uma «abertura gradual, faseada ou alternada de serviços, empresas ou estabelecimentos comerciais».

*Notícia actualizada às 17:01

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