Começam esta terça-feira as exéquias da fadista Mísia, que morreu há cerca de duas semanas , em Lisboa, aos 69 anos, segundo divulgou a promotora da artista.
O velório da criadora de “Um Raio de Luz Ardente” (Pedro Ayres Magalhães) realiza-se esta terça-feira, a partir das 18:00 até às 23:00, na Basílica da Estrela, em Lisboa.
Em 2022, Mísia editou o álbum “Animal Sentimental”, parte de um projeto tríptico sobre 30 anos de carreira, que incluiu um livro, com o mesmo título, saído no verão desse ano, e estreou um novo espetáculo.
Em 2004, foi condecorada com a Ordem das Artes e das Letras de França e no ano seguinte foi distinguida com a Ordem de Mérito da República Portuguesa.
Numa nota de pesar, o Governo realçou que “foi uma voz fundamental na renovação do fado”.
“Com uma vasta carreira, Mísia foi uma voz fundamental na renovação do fado, sem receio de experimentar novas sonoridades e abordagens menos convencionais”, afirmou a ministra da Cultura, Dalila Rodrigues, referindo que “granjeou o reconhecimento dos seus pares”.
“Deixa-nos uma vasta lista de colaborações com músicos de todo o mundo, que demonstra a sua versatilidade e o seu talento”, realçou ainda a titular da Cultura.














