O rácio de dependência da velhice da União Europeia (UE) deverá atingir os 57% em 2100, quase o dobro de 2019 (31%), o que significa que haverá menos de duas pessoas em idade ativa para cada idoso com 65 anos ou mais, segundo dados do Eurostat, revelados esta segunda-feira.
O aumento projetado no índice de dependência da velhice segue a tendência observada na última década, já que na década anterior (2009) esta percentagem se situava nos 26%.
Até 2100, nos Estados-Membros da UE, o índice de dependência da velhice deverá ser mais alto na Polónia (63%), seguido por Itália, Malta e Finlândia (todos 62%) e Croácia (61%). Portugal encontra-se ligeiramente abaixo dos 60%.
No outro extremo da escala, os índices mais baixos são projetados em Chipre (52%), Suécia e República Checa (ambos 53%), Alemanha, Dinamarca e Bélgica (todos 54%).
Estes valores são encontrados pelo gabinete de estatística da UE com base no pelo índice de dependência da velhice , definido como o índice do número de idosos (65 anos ou mais) comparado ao número de pessoas em idade ativa (15 a 64 anos).






