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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2026 04:03:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>ENTREVISTA: AFRICOM defende investimento como motor de estabilidade em África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:03:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Raquel Rio (texto), Marcos Focosso (vídeo), Ampe Rogério (foto), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Raquel Rio (texto), Marcos Focosso (vídeo), Ampe Rogério (foto), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luanda, 30 jun 2026 (Lusa) &#8212; O comandante do AFRICOM rejeitou hoje a presença de tropas americanas para assegurar a paz na República Democrática do Congo e defendeu que o plano para a região assenta no investimento como motor de estabilidade.</P><br />
<P>Dagvin Anderson, general que lidera a estrutura do Departamento de Defesa norte-americano responsável pelas relações militares com os países africanos, falava à Lusa à margem da Conferência de Chefes de Defesa do AFRICOM (Comando dos Estados Unidos para África), que reúne hoje e quarta-feira representantes de 35 países, em Luanda.</P><br />
<P>Questionado sobre se os acordos de paz para a República Democrática do Congo (RDCongo), negociados pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, em Washington, poderiam implicar presença militar dos EUA no terreno, Anderson foi categórico: &#8220;Não estamos a planear ter quaisquer tropas americanas no terreno. Não há nenhuma discussão sobre isso neste momento&#8221;.</P><br />
<P>O general reconheceu que os chamados Acordos de Washington para a Paz e a Prosperidade &#8212; que incluem um cessar-fogo permanente entre a RDCongo e o Ruanda, o desarmamento de grupos armados e acordos bilaterais que concedem a empresas norte-americanas prioridade no acesso a reservas de minerais críticos &#8212; associam paz e investimento económico, mas rejeitou que se trate de uma troca direta.</P><br />
<P>&#8220;Não diria que é um &#8216;quid pro quo&#8217;, mas permitem o investimento e o desenvolvimento para beneficiar desses minerais que lá estão, tanto para os países anfitriões como para outras empresas que estejam disponíveis e sejam capazes de investir&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P> Anderson reconheceu que o Presidente angolano, João Lourenço, tem estado muito envolvido na mediação do conflito, adiantando que há oportunidades para que as nações da região trabalhem em conjunto, com o AFRICOM a disponibilizar-se para apoiar, nomeadamente, na partilha de experiências no combate ao terrorismo.</P><br />
<P>Sobre a escolha de Luanda para acolher a conferência, Anderson sublinhou o papel central de Angola na região e no continente, referindo que a relação bilateral tem vindo a aprofundar-se ao longo dos últimos cinco a seis anos.</P><br />
<P>Relativamente ao Corredor do Lobito &#8211; projeto ferroviário que atravessa Angola, ligando o porto angolano do Lobito à RDCongo e considerado estratégico por Washington &#8212;, Anderson afirmou que o AFRICOM não terá um papel direto na sua segurança, mas destacou que o investimento económico e estabilidade andam lado a lado: &#8220;O investimento ajuda a construir estabilidade e a construir prosperidade em geral, e isso acaba por levar à segurança&#8221;.</P><br />
<P>O general afastou, por outro lado, a hipótese de instalação de uma base militar norte-americana em Angola, esclarecendo que o Acordo de Aquisição e Serviços Recíproco assinado entre os dois países estabelece apenas um quadro logístico para cooperação pontual e não implica uma presença permanente.</P><br />
<P>A visita coincidiu com a assinatura, segunda-feira, de uma parceria entre a Guarda Nacional do estado norte-americano do Ohio e Angola, no âmbito do State Partnership Program, iniciativa que, segundo Anderson, permite construir relações entre forças armadas que vão além do domínio militar, estendendo-se a instituições académicas, sociais e oportunidades de investimento.</P><br />
<P>O general citou o exemplo da parceria entre o Ohio e a Hungria, como modelo do tipo de envolvimento de longo prazo que os EUA pretendem replicar em Angola.</P><br />
<P>Sobre o fim de projetos da USAID (agência dos EUA para o desenvolvimento internacional), o fecho de embaixadas e a redução de pessoal diplomático norte-americano em África, Anderson negou que o AFRICOM pretenda substituir o &#8220;soft power&#8221; pelo poder militar, afirmando que o papel das forças armadas é complementar e não substituto dos restantes instrumentos de poder.</P><br />
<P>Quanto às principais ameaças para o continente, o comandante identificou o terrorismo &#8216;jihadista&#8217; como preocupação central, alertando que a Al-Qaida e o Estado Islâmico transferiram liderança e operações para África, que se tornou &#8220;o epicentro do terrorismo global&#8221;.</P><br />
<P>Anderson destacou a este propósito a colaboração recente com a Nigéria, que resultou na eliminação de Al-Minuki, que descreveu como o segundo terrorista mais procurado do Estado Islâmico a nível mundial.</P><br />
<P>Sobre uma eventual relocalização do quartel-general do AFRICOM, atualmente sediado na Alemanha, para o continente africano, Anderson disse não antever mudanças a curto prazo, invocando os custos de uma tal transferência e o atual contexto orçamental norte-americano, mas remeteu qualquer decisão para os responsáveis políticos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783405]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Marrocos vence Países Baixos nos penáltis e segue para os &#8216;oitavos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 03:59:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Marrocos qualificou-se na segunda-feira para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer os Países Baixos por 3-2, no desempate por penáltis, após 1-1 nos 120 minutos, em Guadalupe, no México.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Marrocos qualificou-se na segunda-feira para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer os Países Baixos por 3-2, no desempate por penáltis, após 1-1 nos 120 minutos, em Guadalupe, no México.</P><br />
<P>Cody Gakpo, aos 72 minutos, adiantou o &#8216;onze&#8217; do ex-técnico do Benfica Ronald Koeman, enquanto Issa Dipo, aos 90+1, apontou o tento da equipa sensação da edição 2022, no quarto jogo dos 16 avos de final.</P><br />
<P>Nos oitavos de final, em encontro marcado para sábado, em Houston, pelas 12:00 locais (18:00 em Lisboa), Marrocos, que na edição de 2022 eliminou Espanha e Portugal antes de cair nas &#8216;meias&#8217; face à França, defronta o coanfitrião Canadá.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783404]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Venezuela/Sismo: Luís converteu-se no portador da notícia da morte dos conterrâneos em Catia La Mar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 03:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[   *** André Campos Ferrão, em serviço para a agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>   *** André Campos Ferrão, em serviço para a agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Catia La Mar, Venezuela, 30 jun 2026 (Lusa) &#8212; Luís tem 19 anos, é filho de Catia La Mar, cidade venezuelana à beira-mar e a mais fustigada pelos terramotos de 24 de junho, e converteu-se no portador das más notícias para as famílias das vítimas.</P><br />
<P>São quase 20:00 de segunda-feira em Catia La Mar, a cidade que se ergueu no areal de uma praia e que foi &#8216;apagada&#8217; pelos dois sismos de há quase uma semana, deixando apenas um rastro de escombros e desespero.</P><br />
<P>Na Avenida de la Playa havia edifícios de dez andares com vista privilegiada para o oceano. Agora, o mar é quase indistinguível perante o cenário de destruição e a altura dos escombros.</P><br />
<P>Nesta avenida convergiu tudo: os desalojados que ocuparam jardins e as estradas com tendas e sacos de cama, as filas que atravessam quarteirões de pessoas a aguardar pela distribuição de comida da noite, e os que aguardam sentados no separador que divide as duas vias da Avenida de la Playa, enquanto decorrem as operações de resgate.</P><br />
<P>&#8220;Já não há nada para resgatar, abandonaram-nos&#8221;, gritou um homem, visivelmente consternado, enquanto retira as luvas, já perfuradas nos dedos polegar e indicativo da mão direita.</P><br />
<P>Luís aproximou-se e pediu-lhe que tivesse calma. É um homem jovem, de 19 anos, calças negras e umas sapatilhas da mesma cor, uma t-shirt cinzenta coberta de pó das escavações, um boné verde de tom escuro, virado ao contrário e um par de óculos de sol a recair sobre a chapéu.</P><br />
<P>Luís cresceu em Catia La Mar, é filho da terra, conhecia as ruas de trás para a frente, cada edifício. E viu tudo ruir à sua frente. </P><br />
<P>O complexo residencial à sua frente continha sete edifícios. Ficaram as paredes de dois e continuam a cair pedaços do que outrora foi uma cozinha de um dos apartamentos.</P><br />
<P>&#8220;Já recuperámos 11 pessoas com vida, a última há 62 horas, precisamente&#8221;, disse à Lusa Luís, que se intitulou o coordenador das operações naquela área, &#8220;abandonada pelas autoridades&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não está aqui ninguém, nem um bombeiro, e os militares estão ali em cima a distribuir comida e a levá-la para eles&#8221;, criticou.</P><br />
<P>À sua volta um tumulto, cidadãos de Catia La Mar e de outras partes da Venezuela, perguntavam pelos familiares. Queriam saber se os socorristas, todos voluntários, já tinham chegado a um determinado andar, se já tinham vasculhado todos os apartamentos, o que tinham encontrado.  </P><br />
<P>O momento para conversar é escasso, aproximaram-se duas mulheres, que tinham sido chamadas ao local. Procuravam-nas há quase duas horas.</P><br />
<P>Luís aproximou-se e com a mão no ombro de uma das mulheres anunciou que tinham encontrado o pai sem vida entre os escombros. O tumulto cessa, permanece o silêncio.</P><br />
<P>Com calma, Luís diz a todas as pessoas que permaneçam sentadas e que vão continuar a procurar até encontrar todas as pessoas.</P><br />
<P>&#8220;Faço-o porque alguém tem de o fazer, as pessoas têm o direito de saber o que aconteceu, para bem e para mal&#8221;, disse à Lusa o jovem que nos últimos cinco dias se encarregou de anunciar o resgate de cada pessoa daquele mar de escombros e de dar &#8220;a dura notícia&#8221; da morte das vítimas dos terramotos de 24 de junho.</P><br />
<P>&#8220;Não o quero fazer, mas se o fizer eu poupo os que já estão exaustos de os procurar e não têm forças para comunicar às famílias estas notícias&#8221;, prosseguiu.</P><br />
<P>&#8220;Eles acham que há uma pessoa presa num elevador no terceiro andar, mas não entraram porque se o tentarem abrir, o prédio inteiro pode cair&#8221;, disse à Lusa Mariana, que veio &#8220;de longe&#8221; para ajudar a distribuir comida. </P><br />
<P>&#8220;Arranjei 100 colchões para as pessoas, mas não os posso trazer, os militares não deixam, dizem que tenho de os entregar para que os distribuam&#8221;, comentou, acrescentando que não o vai fazer porque &#8220;todos sabem que assim que chegam às mãos deles as pessoas não recebem nada&#8221;.</P><br />
<P>A noite avança e já sob a luz de lanternas prosseguem as operações de resgate: &#8220;As câmaras térmicas ontem [domingo] não detetaram sinais de vida debaixo daquele estacionamento, mas nós ouvimos a voz de uma pessoa&#8221;, revelou Mariana, enquanto, apressada, escreve no telemóvel, pedindo apoio a pessoas que possam juntar-se para trazer os colchões que tem &#8220;à espera em Caracas&#8221;.</P><br />
<P>O som das marretas e das pás mistura-se com o das pessoas que exigem mais comida, os murmúrios na rua e a conversa para tentar distrair o pensamento, enquanto cerca de 40 pessoas continuam a procurar sobreviventes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783403]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Prosseguem buscas por deportados pelos EUA que estão sob escombros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 02:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um avião com mais de uma centena de migrantes repatriados dos Estados Unidos chegou a La Guaira horas antes dos terramotos na Venezuela, e o edifício onde se encontravam ruiu, não se sabendo quantos sobreviveram.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um avião com mais de uma centena de migrantes repatriados dos Estados Unidos chegou a La Guaira horas antes dos terramotos na Venezuela, e o edifício onde se encontravam ruiu, não se sabendo quantos sobreviveram. </P><br />
<P>Os migrantes repatriados foram levados para um hotel, onde deveriam ser processados os dados pessoais para que fossem libertados no dia seguinte.</P><br />
<P>&#8220;Ligámos para informar que o seu familiar morreu e que isso está confirmado&#8221;, disse o Governo da Venezuela à irmã de um dos migrantes, que falou na segunda-feira com a agência de notícias EFE e pediu para não ser identificada.</P><br />
<P>A chamada foi feita por uma pessoa que se identificou como membro da &#8220;Misión Vuelta a la Patria&#8221;, o programa que gere as repatriações de migrantes venezuelanos e que, desde 2025, se encarrega de receber os deportados dos Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Não pode ser&#8221;, respondeu a irmã. &#8220;Não pode estar confirmado porque ele está aqui comigo&#8221;, continuou a familiar, que se encontrava ao lado do sobrevivente, nesse momento hospitalizado.</P><br />
<P>O homem tinha emigrado há anos para os Estados Unidos, depois de atravessar a pé várias fronteiras e sobreviver ao Tapón de Darién, uma das rotas migratórias mais perigosas e onde morreram vários venezuelanos na tentativa de chegar ao norte do continente americano.</P><br />
<P>O Governo dos Estados Unidos deteve-o este ano, mantendo-o preso durante mais de um mês até à passada quarta-feira, quando foi deportado para a Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;Esteve cerca de um mês e meio na prisão até ser repatriado. Foi a uma audiência. Obviamente não tínhamos recursos económicos para pagar um advogado que pudesse recorrer em seu nome. O juiz disse-lhe que a única opção era deportá-lo&#8221;, contou a irmã.</P><br />
<P>O migrante disse à família que, durante o terramoto, viu outros repatriados a atirarem-se pela janela do local onde se encontravam para evitar ficarem presos entre os escombros.</P><br />
<P>A partir do segundo andar de um hotel em La Guaira &#8212; o estado mais devastado pelos terramotos &#8212;, saiu a correr em direção a uma porta, mas desmaiou após ser atingido na cabeça.</P><br />
<P>Já sob os escombros, percebeu que havia pelo menos oito pessoas vivas porque gritavam números: &#8220;Um, dois, três&#8230;&#8221; de vez em quando. Mas, a certa altura, ficou sozinho a gritar apenas &#8220;um&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ele gritava &#8216;um&#8217; e ninguém respondia. Não sabe quanto tempo passou até que começaram a chamar. Então, ele gritou que estava vivo. Resgataram-no e trouxeram-no para o hospital&#8221;, relatou a irmã.</P><br />
<P>Já Norbert Martínez procura a irmã, Mariángela, também deportada dos Estados Unidos e que também chegou no voo de repatriação da passada quarta-feira. </P><br />
<P>O Governo não divulgou um número específico de mortos ou feridos que chegaram deportados, mas sim um número geral: 1.719 mortos e 5.034 feridos na sequência dos terramotos.</P><br />
<P>&#8220;Ninguém nos deu informações sobre onde estão os repatriados, se conseguiram salvar-se ou não. Ninguém nos diz nada&#8221;, contou Norbert à agência EFE.</P><br />
<P>Na passada sexta-feira, o segundo dia após os terramotos, Norbert viajou quase quatro horas desde o estado de Yaracuy, a oeste da Venezuela, para chegar a Caracas, onde, desde então, tem visitado morgues e vários hospitais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783402]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Projeto para a Guerra Junqueiro no Porto &#8220;não tem capacidade&#8221; para implementar ciclovia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 01:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto de beneficiação que a Câmara do Porto desenvolveu para a Rua de Guerra Junqueiro, cuja empreitada foi objeto de um concurso público, não permite que seja implantada uma ciclovia, indica um relatório da Assembleia Municipal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>	O projeto de beneficiação que a Câmara do Porto desenvolveu para a Rua de Guerra Junqueiro, cuja empreitada foi objeto de um concurso público, não permite que seja implantada uma ciclovia, indica um relatório da Assembleia Municipal.</P><br />
<P></P><br />
<P>	O documento, redigido pela Divisão Municipal de Apoio à Assembleia Municipal (AM), foi feito a propósito da petição &#8220;Guerra Junqueiro Mais Alegre&#8221;, lançada em março por um grupo de encarregados de educação de escolas naquela zona que pedia que a autarquia procedesse à revisão do projeto, e que foi discutida na AM na noite de segunda-feira.</P><br />
<P>	</P><br />
<P>	&#8220;Considerando o Plano Diretor Municipal [PDM] e a dimensão das bolsas de estacionamento previstas no projeto, a largura do perfil proposto não tem capacidade para a implementação da ciclovia&#8221;, que era uma das reivindicações dos peticionários, pode ler-se no relatório, que ressalva que essa possibilidade foi analisada após reuniões com os representantes da petição, tendo o Departamento Municipal do Espaço Público encontrado condicionantes.</P><br />
<P></P><br />
<P>	Para a criação de uma ciclovia, seria necessário ou eliminar estacionamento, ou abater árvores, ou reduzir a largura do passeio, justifica a autarquia, o que reverteria os pressupostos iniciais do projeto, cujo concurso público para a empreitada encerrou a 03 de abril.</P><br />
<P></P><br />
<P>	Na Assembleia Municipal, a vice-presidente da autarquia, Catarina Araújo, explicou que o projeto foi herdado do anterior executivo, que descartá-lo significaria que a obra não seria feita nos próximos quatro anos, mas que &#8220;não sendo este o projeto que responde de forma cabal aos receios legítimos da petição&#8221; ele tem pontos comuns com o que é pedido pelos peticionários.</P><br />
<P></P><br />
<P>	&#8220;Os passeios são alargados &#8211; reconheço que ligeiramente &#8211; ao longo do arruamento e na aproximação às escolas (&#8230;), a faixa de rodagem passa a ser menor (&#8230;)&#8221;, começou por elencar a autarca, que acrescentou que será também reforçada a sinalização junto às zonas pedonais, a criação de zonas &#8216;kiss and ride&#8217;, a plantação de mais árvores (três), o alargamento da caldeiras das árvores, a implementação de lugares de estacionamento para bicicletas e a adoção de medidas para a redução da velocidade dos automóveis.</P><br />
<P></P><br />
<P>	A petição foi apresentada às várias forças políticas da AM por Márcia Pinto, que pediu que o Porto crie um &#8220;verdadeiro programa municipal de ruas escolares&#8221; começando na Guerra Junqueiro e &#8220;alargando rua a rua a todas as escolas da cidade&#8221; com calendário, orçamento e metas.</P><br />
<P></P><br />
<P>	&#8220;Uma solução para a Guerra Junqueiro não pode ser um caso isolado. Tem que ser uma política pública voltada para todas as crianças do concelho&#8221;, reclamou.</P><br />
<P></P><br />
<P>	Os peticionários pediam ainda que a autarquia suprimisse uma das vias de trânsito e uma das filas de estacionamento existentes, algo que o projeto não acolherá.</P><br />
<P></P><br />
<P>	&#8220;Tendo em consideração a hierarquia viária do arruamento, os dados de tráfego disponíveis e os constrangimentos associados à tomada e largada de crianças junto dos estabelecimentos de ensino, entende-se que a redução das atuais condições de circulação, concretamente a eliminação de uma via de trânsito, agravará significativamente as condições de escoamento e fluidez do tráfego no local&#8221;, dá conta o relatório.</P><br />
<P></P><br />
<P>	O relatório justifica ainda que a eliminação do estacionamento de um dos lados do arruamento &#8220;implicaria uma redução significativa da oferta do estacionamento existente&#8221;, nomeadamente 60 lugares, numa zona onde há uma lista de espera de 283 residentes para a atribuição de avenças de residentes.</P><br />
<P></P><br />
<P>	De acordo com uma memória descritiva e justificativa, anexada ao concurso da autarquia, esta artéria, de apenas um sentido, é classificada como &#8220;um eixo de ligação fundamental&#8221; com &#8220;bastante tráfego automóvel e circulação pedonal intensa&#8221; por servir vários edifícios de escolas, equipamentos e instituições.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783401]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 1,57%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 00:17:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,57% para 70.561,07 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,57% para 70.561,07 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, ganhava 0,55% para 4.007,14 pontos, às 09:14 locais (01:14 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783400]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky recorda 15 prazos falhados pela Rússia para captura de Donetsk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, recordou segunda-feira que a Rússia já falhou 15 prazos para captura da província de Donetsk desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia, há quatro anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, recordou segunda-feira que a Rússia já falhou 15 prazos para captura da província de Donetsk desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia, há quatro anos.</P><br />
<P>No seu pronunciamento diário ao país, o líder ucraniano atribuiu os &#8220;15 prazos diferentes para a captura da região de Donetsk&#8221;, desde 2022, à &#8220;obsessão&#8221; da liderança política russa. </P><br />
<P>&#8220;Quinze vezes sucumbiram a esta ilusão de que tomariam todo o Donbass&#8221;, região no leste do país que inclui também a província de Lugansk, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Em 2022, a data era 31 de março. Depois, 09 de maio. A seguir, 01 de junho, 15 de setembro e 31 de dezembro. Em 2023, [o Presidente russo, Vladimir] Putin estabeleceu duas datas para a captura de Donbass: 01 de março e, após mais uma tentativa falhada, 31 de dezembro&#8221;, relatou Zelensky.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano recordou ainda as duas datas mencionadas em 2024 e as de 2025, quando &#8220;os russos tentaram convencer o Presidente [norte-americano] Donald Trump de que a Ucrânia acabaria por entrar em colapso&#8221;. </P><br />
<P>Este ano, afirmou Zelensky, &#8220;os russos adiaram mais uma vez a data para a captura da região de Donetsk&#8221;. &#8220;Primeiro disseram 31 de março deste ano, depois 01 de setembro e agora a data mais recente é 31 de dezembro&#8221;, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Se a Rússia não acabar com esta guerra, terá de adiar novamente este prazo final&#8221;, disse Zelensky na mensagem.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano denunciou ainda a &#8220;caça a civis&#8221;, referindo-se aos recentes ataques russos em Zaporijia com &#8216;drones&#8217; e outros veículos aéreos não tripulados. </P><br />
<P>Criticou em particular o ataque russo &#8220;brutal e totalmente insensato&#8221; a Dnipro, como parte da &#8220;guerra de terror&#8221; da Rússia e avisou que haverá uma &#8220;resposta justa&#8221;.</P><br />
<P>Resultado do sucesso dos ataques ucranianos a refinarias russas, Zelensky destacou ainda as longas filas nos postos de abastecimento russos como uma &#8220;consequência direta da guerra&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Estamos a trazer a realidade da guerra de volta para a Rússia e a tornar o mais difícil possível para eles continuarem a ocupar as nossas terras&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  </P><br />
<P>A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia contra cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kiev têm visado alvos em território russo próximos da fronteira e na península da Crimeia, ilegalmente anexada em 2014.  </P><br />
<P>No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões &#8211; Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia &#8211; além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).  </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783398]]></sapo:autor>
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		<title>Arquidiocese de São Francisco vai pagar 345,7 ME a vítimas de abusos sexuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A arquidiocese de São Francisco nos Estados Unidos anunciou esta segunda-feira um acordo para pagar 395 milhões de dólares (345,7 milhões de euros) a cerca de 530 vítimas de abusos sexuais cometidos por membros da igreja.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A arquidiocese de São Francisco nos Estados Unidos anunciou esta segunda-feira um acordo para pagar 395 milhões de dólares (345,7 milhões de euros) a cerca de 530 vítimas de abusos sexuais cometidos por membros da igreja.  </P><br />
<P>Estes abusos a menores, que muitas vezes remontam há várias décadas, há muito que tinham prescrito, até que a Califórnia aprovou uma lei dando às vítimas uma janela de três anos para se manifestarem e avançarem com processos, entre o início de 2020 e o final de 2022, por factos antigos.  </P><br />
<P>O acordo &#8220;abre caminho a uma compensação justa para os sobreviventes, que carregaram o peso desses abusos toda a vida&#8221;, considerou o arcebispo de São Francisco, Dom Salvatore Cordileone, num comunicado.  </P><br />
<P>&#8220;Assumimos total responsabilidade pelo que aconteceu, e peço as minhas sinceras desculpas a todas as pessoas que foram prejudicadas&#8221;, acrescentou, referindo-se à &#8220;obrigação moral&#8221; da Igreja Católica de dar uma resposta para os seus crimes. </P><br />
<P>Este acordo financeiro ainda precisa de ser aprovado por votação pelas vítimas, antes de ser validado por um juiz. </P><br />
<P>&#8220;Hoje, a vergonha vai mudar de lado&#8221;, reagiu uma das vítimas, Margie O&#8217;Driscoll, agredida sexualmente há quase 50 anos num estabelecimento escolar católico. </P><br />
<P>&#8220;Como todos os sobreviventes, carreguei essa dor e essa vergonha como um fardo durante muito, muito tempo&#8221;, insistiu Margie durante uma conferência de imprensa, lembrando todos os anos em que as vítimas foram &#8220;desprezadas pelo arcebispo&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O sofrimento mais profundo é o daqueles que morreram enquanto este caso se arrastava, sem que o seu nome fosse alguma vez mencionado no tribunal nem recebessem desculpas do arcebispo&#8221;, recordou. </P><br />
<P>Jeff Anderson, um dos advogados que representa um grande número de vítimas, saudou o acordo como um &#8220;avanço importante&#8221;, sublinhando que, para além das compensações financeiras, o documento obriga o arcebispado a instaurar 14 medidas para &#8220;proteger as crianças e dar meios de agir às vítimas&#8221;. </P><br />
<P>A instituição terá de contratar, nomeadamente um consultor independente a quem dará acesso a todos os seus arquivos, encarregado de produzir um relatório sobre as violências cometidas. Também deverá ser publicada uma lista parcial dos autores de abusos, e deve ser criada uma linha telefónica para denunciar futuras violências sexuais. </P><br />
<P>A Igreja Católica enfrenta escândalos de abusos sexuais cometidos pelos seus elementos em todo o mundo. </P><br />
<P>A forma como lidam com isso varia muito de país para país: em Espanha, por exemplo, onde o Papa Leão XIV esteve no início de junho, a Igreja ainda é muito criticada pela sua falta de transparência sobre a questão. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783395]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Paraguai elimina Alemanha nos penáltis e está nos &#8216;oitavos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:31:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Paraguai qualificou-se na segunda-feira para os oitavos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer a Alemanha por 4-3, no desempate por penáltis, após 1-1 nos 120 minutos, no terceiro jogo dos 16 avos de final.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Paraguai qualificou-se na segunda-feira para os oitavos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer a Alemanha por 4-3, no desempate por penáltis, após 1-1 nos 120 minutos, no terceiro jogo dos 16 avos de final.</P><br />
<P>Em Foxborough, nos Estados Unidos, Julio Enciso adiantou os sul-americanos, aos 42 minutos, enquanto Kai Havertz apontou, aos 54, o tento dos germânicos, que já tinham falhado os &#8216;oitavos&#8217; em 2018 e 2022, ficando-se então pela fase de grupos.</P><br />
<P>Nos &#8216;oitavos, em encontro marcado para sábado, o Paraguai, que tem como melhor registo em Mundiais a presenças nos &#8216;quartos&#8217; em 2010, vai medir forças com o vencedor do embate entre a França e a Suécia, que se defrontam na terça-feira.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783388]]></sapo:autor>
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		<title>Grupos de comunicação social franceses conseguem condenação da Google</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:25:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vários grupos de comunicação social franceses conseguiram a condenação da Google a 126 milhões de euros por práticas anticoncorrenciais na publicidade em linha, informou a AFP com base em fonte próxima do assunto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Vários grupos de comunicação social franceses conseguiram a condenação da Google a 126 milhões de euros por práticas anticoncorrenciais na publicidade em linha, informou a AFP com base em fonte próxima do assunto. </P><br />
<P>Em concreto, a Prisma Media obteve 61 milhões, Le Figaro 26 milhões, Les Echos-Le Parisien 11,5 milhões e a plateforma de video Dailymotion 27,5 milhões, segundo a decisão do Tribunal das Atividades Económicas parisiense. </P><br />
<P>Marc Feuillée, diretor-geral do Le Figaro, citado pela mind Media, &#8220;com as decisões precedentes em favor da Rossel, L&#8217;Equipe e M6, está estabelecida jurisprudência&#8221;. </P><br />
<P>O M6 tinha obtido em março uma indemnização da Google no montante de 23 milhões de euros, também por causa da publicidade em linha. </P><br />
<P>Em junho de 2021, a Autoridade da Concorrência tinha multado a Google pelo mesmo motivo em 220 milhões de euros.</P><br />
<P>E a Comissão Europeia, em setembro, penalizou a Google com uma multa de 2,95 mil milhões de euros.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783383]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>IPMA prevê temperaturas até 43 graus e emite avisos amarelos para Viana do Castelo Braga Porto e Setúbal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:01:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O IPMA prevê um longo período de "tempo muito quente e seco" em Portugal continental com temperaturas máximas até 43 graus em algumas regiões e emite avisos amarelos para Viana do Castelo Braga Porto e Setúbal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O IPMA prevê um longo período de &#8220;tempo muito quente e seco&#8221; em Portugal continental com temperaturas máximas até 43 graus em algumas regiões e emite avisos amarelos para Viana do Castelo Braga Porto e Setúbal.</p>
<p>&#8220;Prevê-se um longo período com tempo quente e seco, com a temperatura máxima a atingir valores entre 40 e 43°C no Vale do Tejo e no Alentejo a partir de dia 1, e que poderão estender-se a alguns locais das restantes regiões no final da semana&#8221;, lê-se no comunicado do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) de hoje ao final do dia.</p>
<p>O instituto refere também que, ao contrário do último episódio de tempo quente, &#8220;os valores de temperatura no litoral também irão subir significativamente&#8221; a partir do dia 1, com valores entre 35 e 40 °C.</p>
<p>Segundo o IPMA, o estado do tempo em Portugal continental está a ser influenciado por um anticiclone localizado a norte e noroeste do arquipélago dos Açores, estendendo-se até ao Golfo da Biscaia, e que a partir de hoje &#8220;se desloca para leste, estabelecendo uma circulação do quadrante leste no continente&#8221;.</p>
<p>Neste contexto de tempo muito quente, o maior impacto será no litoral oeste, onde a brisa marítima será pouco intensa durante a tarde, fazendo com que estejam previstos &#8220;vários dias seguidos com temperatura máxima acima de 35°C e temperatura mínima acima de 20°C&#8221;, adianta.</p>
<p>Assim, foram emitidos avisos &#8220;de nível Amarelo de tempo quente, que serão estendidos aos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto e Setúbal, referindo-se este aviso ao interior destes distritos&#8221;, revela anota. E a partir de dia 01 &#8220;terá início o aviso Laranja para o Alentejo, estendendo-se a vários distritos do litoral no dia 2&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O IPMA alerta também na nota que &#8220;é muito provável que o nível dos avisos seja agravado em vários distritos&#8221; nas atualizações dos próximos dias.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Plano de Israel para construir colonatos em Gaza espera aprovação de Netanyahu</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/plano-de-israel-para-construir-colonatos-em-gaza-espera-aprovacao-de-netanyahu-ministro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 22:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Israel poderá iniciar "imediatamente" a construção de três colonatos na Faixa de Gaza, assim que o primeiro-ministro o aprovar, afirmou hoje o ministro radical Bezalel Smotrich, enquanto ataques israelitas ao território palestiniano fizeram mais oito mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Israel poderá iniciar &#8220;imediatamente&#8221; a construção de três colonatos na Faixa de Gaza, assim que o primeiro-ministro o aprovar, afirmou hoje o ministro radical Bezalel Smotrich, enquanto ataques israelitas ao território palestiniano fizeram mais oito mortos.</P><br />
<P>&#8220;A Administração de Assentamentos, sob a minha direção no Ministério da Defesa, concluiu o seu planeamento e estamos prontos para estabelecer três colonatos imediatamente, assim que recebermos luz verde do primeiro-ministro&#8221;, declarou Smotrich num vídeo da cidade de Sderot, publicado nas redes sociais.</P><br />
<P>Líder da ala radical que apoia o governo de Benjamin Netanyahu, Smotrich acrescentou que Israel deve completar &#8220;a conquista do território restante (em Gaza), derrotar o Hamas e estabelecer um cinturão de colonatos judaicos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Onde não há colonatos, não há segurança. Não vamos voltar à realidade que existia antes de 07 de outubro&#8221;, declarou, recorrendo um slogan que usa há anos.</P><br />
<P>As tropas israelitas já controlam quase 70% do território de Gaza, amontoando mais de dois milhões de palestinianos em pouco mais de 100 quilómetros quadrados, sendo o restante inacessível aos habitantes.</P><br />
<P>O governo israelita de Ariel Sharon desmantelou em 2005 um total de 21 colonatos localizados no sul da Faixa de Gaza, conhecidos como o bloco Gush Katif, apesar da oposição, e obrigou quase 9.000 colonos a abandonar o local, na sequência de um plano de retirada unilateral.</P><br />
<P>Ataques israelitas hoje no sul e centro da Faixa de Gaza mataram pelo menos oito pessoas, incluindo duas crianças, e feriram pelo menos outras 20, segundo as autoridades de saúde e os serviços de emergência, controlados pelo movimento islamita palestiniano Hamas.</P><br />
<P>Em Khan Younis, um ataque atingiu uma tenda no bairro de Al-Mawasi após um aviso prévio, matando uma mãe de 23 anos e a sua filha de um ano, de acordo com o Hospital Nasser.</P><br />
<P>Um outro ataque na cidade de Qarara, a noroeste da cidade, ao início do dia, matou um homem de 31 anos, segundo o Hospital Nasser.  </P><br />
<P>Num incidente separado na mesma área, um ataque atingiu uma tenda de deslocados na zona costeira de Khan Younis, matando duas pessoas e ferindo outras 13, segundo o Hospital Nasser e o Crescente Vermelho Palestiniano.  </P><br />
<P>Na região central de Gaza, um ataque com um &#8216;drone&#8217; atingiu uma tenda em Deir al-Balah, matando pelo menos três palestinianos, incluindo um rapaz de oito anos e o seu avô, segundo as autoridades médicas.</P><br />
<P>Um ataque no sul da Faixa de Gaza, no domingo, matou Zaher Abu Salem, informou o exército israelita, descrevendo-o como membro da Jihad Islâmica e envolvido no ataque de 07 de outubro de 2023 contra Israel, que desencadeou a guerra. </P><br />
<P>Embora os combates tenham diminuído desde o cessar-fogo em outubro, as forças israelitas realizam ataques quase diários, que já resultaram na morte de 1.045 palestinianos, segundo as autoridades de saúde de Gaza. </P><br />
<P>Israel afirma estar a atacar militantes, alegando frequentemente que estes planeavam ataques contra as tropas israelitas. Cinco soldados israelitas foram mortos em ataques de militantes desde o cessar-fogo.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde de Gaza, que faz parte do governo liderado pelo Hamas, mantém registos detalhados das mais de 73 mil vítimas desde início do conflito, mas não proporciona uma discriminação entre civis e militantes.</P><br />
<P>O ataque liderado pelo Hamas, a 07 de outubro, contra Israel, matou cerca de 1.200 pessoas e fez 251 reféns.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783373]]></sapo:autor>
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		<title>ERC vai instaurar processo de contraordenação à plataforma LiveMode</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 22:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Regulador da ERC deliberou hoje proceder à instauração de um processo de contraordenação à plataforma LiveMode por esta, decorrido o prazo de 72 horas, não ter apresentado os elementos legalmente exigidos junto da entidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho Regulador da ERC deliberou hoje proceder à instauração de um processo de contraordenação à plataforma LiveMode por esta, decorrido o prazo de 72 horas, não ter apresentado os elementos legalmente exigidos junto da entidade.</P><br />
<P>Contactada pela Lusa, fonte oficial da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) adiantou que o Conselho Regulador, em reunião extraordinária realizada hoje, &#8220;deliberou, por maioria, dar integral cumprimento à deliberação ERC/2026/169 (AUT-TV), aprovada em 22 de junho, uma vez que, decorrido o prazo de 72 horas concedido à Livemode, Unipessoal, Lda., não foram apresentados os elementos legalmente exigidos para efeitos de comunicação e registo junto da ERC como serviço audiovisual a pedido&#8221;. </P><br />
<P>Na mesma reunião, &#8220;a ERC indeferiu o requerimento apresentado pela LiveMode, em 24 de junho, através do qual esta solicitava a concessão de um prazo adicional de 10 dias para o exercício do direito de audiência prévia relativamente à deliberação ERC/2026/169 (AUT-TV)&#8221;.</P><br />
<P>Face a isto, &#8220;a ERC procederá à instauração do competente processo de contraordenação por incumprimento das obrigações legais de comunicação e de registo, previstas na Lei da Televisão e dos Serviços Audiovisuais a Pedido e no Decreto Regulamentar n.º 8/99, de 9 de junho, bem como à comunicação da situação ao regulador irlandês &#8212; autoridade reguladora competente do Estado-membro sob cuja jurisdição se encontra estabelecida a plataforma de distribuição YouTube &#8212; e ao Coordenador Nacional dos Serviços Digitais&#8221;.</P><br />
<P>O Conselho Regulador considerou que neste caso não se impunha a realização de audiência de interessados previamente à adoção da deliberação, até porque estava em apreciação o cumprimento de obrigações legais de comunicação e registo que são exigidas por lei para o exercício da atividade em causa.</P><br />
<P>Além de que, tendo em conta a especificidade do projeto &#8211; a LiveMode informou em 19 de junho ter procedido a uma reestruturação do projeto, da qual resultou a concentração da atividade numa &#8220;operação digital, temporária e associada a conteúdos desportivos e de entretenimento, durante o Mundial&#8221; &#8211; e a natureza limitada no tempo, dependente deste evento de futebol, tal impunha uma resposta regulatória célere, sob pena da decisão não ter qualquer efeito. </P><br />
<P>A plataforma LiveModeTV, que transmite jogos de futebol do Mundial2026 em Portugal, pediu hoje o registo na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) enquanto serviço audiovisual a pedido (&#8216;streaming&#8217;), conforme exigido, apesar de continuar a opor-se à classificação atribuída pelo regulador.</P><br />
<P>&#8220;Não tendo tido oportunidade de se pronunciar sobre este novo enquadramento, a LiveModeTV invocou o direito de audiência prévia para apresentar os seus argumentos, como decorre do Código do Procedimento Administrativo&#8221;, afirma a plataforma.  </P><br />
<P>&#8220;A LiveModeTV irá agora apresentar a documentação detalhada à ERC sobre o modelo atual do seu projeto, demonstrando que a sua atividade não se enquadra na categoria de serviço audiovisual a pedido. A empresa fá-lo confiante de que, tal como aconteceu com a classificação como serviço de televisão web, a análise destes elementos levará a ERC a concluir que a LiveModeTV não se enquadra nessa categoria&#8221;, adianta.</P><br />
<P>A LiveModeTV Portugal é propriedade da empresa LiveMode Portugal, Unipessoal, Lda.</P><br />
<P>Em Portugal, o projeto destaca-se por transmitir, em direto, 34 jogos do Mundial, um por dia, incluindo jogos da Seleção Nacional, em acesso gratuito, tendo o início da atividade cerca de 6 meses, coincidente com o primeiro vídeo disponibilizado na plataforma YouTube. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783369]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em alta graças à recuperação dos valores tecnológicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 22:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, alicerçada na dinâmica positiva dos valores tecnológicos, a beneficiarem de uma vaga de compras após uma semana de sinal contrário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, alicerçada na dinâmica positiva dos valores tecnológicos, a beneficiarem de uma vaga de compras após uma semana de sinal contrário. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average ganhou 0,59%, o tecnológico Nasdaq avançou 2,07% e o alargado S&amp;P500 subiu 1,17%.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, tudo andou à volta das Sete Magníficas (designação dos principais &#8216;pesos pesados&#8217; tecnológicos), em via de recuperação, o que levou o mercado para a alta&#8221;, disse Angelo Kourkafas, da Edward Jones, à AFP.</P><br />
<P>Este movimento foi liderado pela Alphabet, &#8216;holding&#8217; da Google, que valorizou 4,96%, representativos de um ganho na capitalização bolsista acima de 200 mil milhões de dólares.</P><br />
<P>O grupo realizou hoje a primeira sessão enquanto membro da Dow Jones, substituindo a Verizon, o que consagrou ainda mais o peso do setor tecnológico na economia dos EUA.</P><br />
<P>Angelo Kourkafas realçou em particular o desempenho das empresas ligadas aos semicondutores, ilustrado por Marvell (+4,12%), AMD (+3,43%) e Western Digital, que valorizou mais de 11%. Por sua vez, a Nvidia, primeira capitalização mundial, subiu 1,27%.</P><br />
<P>Estes e outros componentes eletrónicos são indispensáveis à construção de centros de dados onde são treinados os modelos de inteligência artificial.</P><br />
<P> O dinamismo de boa parte deste setor explica a recuperação bolsista desde fim de março. </P><br />
<P>&#8220;Estamos a poucos dias do fim do trimestre, e o mercado está em vias de registar a sua maior subida trimestral desde 2020 (&#8230;), apesar da incerteza geopolítica&#8221;, sublinhou Kourkafas.</P><br />
<P>Durante esta semana, os investidores vão conhecer vários indicadores sobre o mercado de trabalho. </P><br />
<P>Esta informação pode dar sinais sobre a trajetória da política monetária do banco central. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783363]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>LiveModeTV procede ao registo na ERC apesar de discordância com regulador</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/livemodetv-procede-ao-registo-na-erc-apesar-de-discordancia-com-regulador/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 22:04:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A plataforma LiveModeTV, que transmite jogos de futebol do Mundial2026 em Portugal, pediu hoje o registo na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) enquanto serviço audiovisual a pedido ('streaming'), conforme exigido, continuando a opor-se à classificação atribuída pelo regulador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A plataforma LiveModeTV, que transmite jogos de futebol do Mundial2026 em Portugal, pediu hoje o registo na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) enquanto serviço audiovisual a pedido (&#8216;streaming&#8217;), conforme exigido, continuando a opor-se à classificação atribuída pelo regulador.</P><br />
<P>Depois de a ERC ter dado um prazo de 72 horas à plataforma para fazer o registo, foi recusado pelo regulador o exercício do direito de audiência prévia apresentado pela LiveModeTV, que assim &#8220;avançou de imediato&#8221; para cumprir a exigência registando-se como operador de &#8216;streaming&#8217;, afirma a plataforma em comunicado. </P><br />
<P>Numa primeira decisão, datada de 16 de junho, a ERC entendia que a LiveModeTV estava sujeita a registo obrigatório no regulador, qualificando-se como Web TV, por ter &#8220;características próprias de um serviço de comunicação social organizado editorialmente, incluindo identidade visual e editorial própria, programação estruturada, responsabilidade editorial sobre os conteúdos, presença de apresentadores e comentadores, bem como exploração económica do serviço&#8221;.</P><br />
<P>Na deliberação de 22 de junho, a ERC refere que face à &#8220;reconfiguração material do projeto&#8221; da LiveModeTV, deixou de se verificar a &#8220;existência de um serviço de programas televisivo, designadamente a organização de uma grelha de programação linear, contínua e unitária&#8221; e acrescenta que as alterações comunicadas pela LiveModeTV e o início das emissões do Mundial de Futebol, &#8220;permitem conferir um novo ângulo sobre a qualificação dos serviços a disponibilizar&#8221; pela plataforma.    </P><br />
<P>Segundo a ERC, o modelo atual da plataforma consiste na oferta de conteúdos audiovisuais organizados em &#8216;playlists&#8217; e secções temáticas, disponibilização contínua de vídeos gravados, acesso livre e individualizado pelo utilizador e ausência de grelha de programação linear contínua. </P><br />
<P>&#8220;Esta estrutura corresponde, em termos funcionais, a uma forma de organização de conteúdos audiovisuais suscetível de integrar o conceito de serviço audiovisual a pedido&#8221;, sustentado &#8220;por publicidade (Advertising Video On demand- AVOD), através de plataformas de terceiros (OTT &#8211; over the top)&#8221;, lê-se ainda na deliberação. </P><br />
<P>Assim, a ERC considera que alterações introduzidas ao serviço afastam &#8220;não permitem afastar a qualificação de um serviço de comunicação audiovisual &#8211; na modalidade de SAP -, o qual exige registo prévio na ERC antes de iniciar a atividade&#8221;, mas a plataforma também rejeita esta classificação. </P><br />
<P>&#8220;Não tendo tido oportunidade de se pronunciar sobre este novo enquadramento, a LiveModeTV invocou o direito de audiência prévia para apresentar os seus argumentos, como decorre do Código do Procedimento Administrativo&#8221;, afirma a plataforma.  </P><br />
<P>&#8220;A LiveModeTV irá agora apresentar a documentação detalhada à ERC sobre o modelo atual do seu projeto, demonstrando que a sua atividade não se enquadra na categoria de serviço audiovisual a pedido. A empresa fá-lo confiante de que, tal como aconteceu com a classificação como serviço de televisão web, a análise destes elementos levará a ERC a concluir que a LiveModeTV não se enquadra nessa categoria&#8221;, adianta.</P><br />
<P>A LiveModeTV divulgou em 11 de junho, quando arrancou o Mundial2026 que decorre nos Estados Unidos, no México e no Canadá, que iria transmitir 34 jogos da competição, incluindo todos da seleção portuguesa.</P><br />
<P>Na nota de imprensa, a plataforma destacou que está disponível em Portugal na rede social YouTube e na Prime Video, e que &#8220;além do jogo do dia de cada jornada, terá várias horas de programação dedicada ao Campeonato do Mundo 2026, contando com cerca de 8 horas diárias&#8221;.</P><br />
<P>A LiveModeTV apresentou-se como uma &#8220;plataforma de transmissão digital que combina futebol de alto nível com uma experiência interativa e próxima dos fãs&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783360]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Brilhante Dias diz que PSD/CDS sempre &#8220;governou mal&#8221; e que em muitos temas &#8220;pensa como o Chega&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 21:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder parlamentar do PS defendeu hoje que a direita, sempre que chegou ao poder, &#8220;governou mal&#8221;, considerando que a AD em muitos temas &#8220;pensa como o Chega&#8221;, com quem quis resolver &#8220;todos os problemas&#8221;.</P><br />
<P>No discurso do jantar das jornadas parlamentares do PS, que decorrem até terça-feira na Área Metropolitana de Lisboa, Eurico Brilhante Dias considerou que a &#8220;coligação com o Chega foi o elemento mais estrutural desta sessão legislativa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi com o Chega que quiseram resolver todos os problemas. (&#8230;) A direita, a AD, pensa em muitos assuntos como o Chega e é por isso que é mais fácil ter entendimentos com a extrema-direita&#8221;, afirmou, dando como exemplos as tentativas do Governo de negociar a PSU ou a reforma laboral com o partido de André Ventura.</P><br />
<P>Sobre o acordo que entretanto o PS alcançou para a PSU (Prestação Social Única), o líder parlamentar socialista considerou que este honrou aos valores do partido.</P><br />
<P>&#8220;A PSU é hoje um instrumento de combate à pobreza e não de combate aos pobres porque o Partido Socialista teve uma intervenção&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Sobre o que o PS vai ouvindo, &#8220;quando já não sobram argumentos&#8221;, de que foi o &#8220;partido que mais tempo teve no poder nos últimos 20 anos&#8221;, Eurico Brilhante Dias disse que &#8220;é factualmente verdade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas se o PS teve mais tempo no Governo nos últimos 20 anos foi porque sempre que a direita teve a oportunidade de governar, governou mal. E isso tem que ser dito de forma clara. A direita governou mal&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Na perspetiva do dirigente do PS, a direita &#8220;governou mal com Durão Barroso depois dos seis anos de António Guterres&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Governou muito mal depois do governo liderado pelo engenheiro José Sócrates em que tivemos a nossa primeira maioria absoluta. Os portugueses sofreram não apenas a austeridade inerente da situação particularmente difícil que vivia a Europa, os portugueses sofreram pelo viés ideológico que a direita naquele momento teve, infligindo aos portugueses uma austeridade inaudita&#8221;, criticou, numa referência ao executivo de Pedro Passos Coelho.</P><br />
<P>Segundo Eurico Brilhante Dias, PSD e CDS-PP &#8220;governam mal também com Luís Montenegro&#8221; porque os pressupostos &#8220;são precisamente os mesmos&#8221; do tempo de Passos Coelho.</P><br />
<P>&#8220;Luís Montenegro governa mal e é por isso que hoje os portugueses percebem que essa governação está a levar o país para um beco sem saída&#8221;, avisou.</P><br />
<P>Na análise do socialista, &#8220;a direita não pensa como o PS&#8221; mas sim &#8220;numa sociedade de desigualdade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E é por isso que não compreende que a intervenção do Partido Socialista na contrarreforma laboral ou na PSU tenha sido uma intervenção que não é para que fique tudo na mesma, é para que aqueles que são mais frágeis possam ter igualdade de oportunidades e possam lutar por uma vida melhor&#8221;, enfatizou.</P><br />
<P>Antes desta intervenção foi feito um balanço da sessão legislativa através de um vídeo com os deputados, segundo o qual o PS apresentou 200 iniciativas, entre projetos de lei e de resolução, tendo das 100 que estão concluídas, 66 sido aprovadas e as restantes rejeitadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783359]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Keiko Fujimori oficialmente declarada vencedora das presidenciais no Peru</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/keiko-fujimori-oficialmente-declarada-vencedora-das-presidenciais-no-peru/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 21:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A candidata de direita às presidenciais do Peru Keiko Fujimori foi hoje oficialmente declarada vencedora da segunda volta pela autoridade eleitoral, três semanas após a votação.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A candidata de direita às presidenciais do Peru Keiko Fujimori foi hoje oficialmente declarada vencedora da segunda volta pela autoridade eleitoral, três semanas após a votação.  </P><br />
<P> Fujimori obteve 50,13% dos votos, contra os 49,86% alcaçados pelo seu rival de esquerda, Roberto Sanchez, segundo os resultados finais publicados no site da Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE).</P><br />
<P>Esta foi a terceira eleição presidencial consecutiva no Peru que se decide por menos de 50.000 votos.</P><br />
<P>A 26 de junho a então provável vencedora das presidenciais no Peru declarou que é preciso concentrar-se &#8220;nos próximos cinco anos&#8221; de Governo, além de apelar à união entre os peruanos.</P><br />
<P>A candidata de direita garantiu que o seu objetivo é &#8220;fazer com que o Estado volte a funcionar&#8221; e prestar serviços básicos aos moradores de bairros como Villa María del Triunfo e Mariátegui, a sul da capital, Lima, que visitou na quinta-feira.</P><br />
<P>&#8220;O que vamos fazer é recuperar as ruas para podermos sair em segurança, para que as nossas crianças recebam um bom pequeno-almoço na escola, para terem os seus uniformes escolares, para poderem aprender e ter oportunidades&#8221;, disse a líder do partido Força Popular.</P><br />
<P>Fujimori expressou ainda gratidão pela participação dos apoiantes como representantes do partido nas mesas de voto na segunda volta das presidenciais, que decorreram a 07 de junho, e disse que permitiu a supervisão da votação e da contagem.</P><br />
<P>&#8220;Muitos de vós ajudaram-nos nesta cruzada cívica, participando voluntariamente para defender a democracia&#8221;, declarou a filha e herdeira política do antigo presidente Alberto Fujimori (1990-2000).</P><br />
<P>&#8220;O que devemos fazer agora é construir pontes, voltar a abraçar-nos e trabalhar juntos pela unidade de todos os peruanos. Vamos realizar projetos, construir escolas e trabalhar juntos pela paz, pela ordem e pelo desenvolvimento do nosso país&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A comissão eleitoral tinha indicado na quinta-feira que a proclamação do vencedor da segunda volta teria lugar a 03 de julho, data em que esperava concluir o julgamento dos recursos e a proclamação preliminar pelos júris eleitorais especiais de todo o país.</P><br />
<P>Na quarta-feira, Sánchez declarou que vai recorrer para a comissão eleitoral do Peru da rejeição do pedido para anular os votos no estrangeiro da segunda volta.</P><br />
<P>Sánchez denunciou o que chamou &#8220;fraude em curso&#8221; e afirmou que não reconhecerá Keiko Fujimori como vencedora.</P><br />
<P>Segundo afirmou, irregularidades administrativas e na conservação do material eleitoral teriam afetado o sufrágio fora do país, que representa cerca de 300 mil votos e beneficiou amplamente a rival.</P><br />
<P>Entretanto, a missão de observação eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Peru reiterou na quarta-feira que não observou qualquer irregularidade na contagem dos votos da segunda volta das eleições presidenciais, nem dentro, nem fora do país andino.</P><br />
<P>Também uma missão da União Europeia considerou que a segunda volta decorreu de forma &#8220;calma e ordenada&#8221;, apesar de uma campanha fortemente polarizada.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783358]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: ONU insta Moscovo e Kiev a evitar medidas que possam alargar guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-onu-insta-moscovo-e-kiev-a-evitar-medidas-que-possam-alargar-guerra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 19:59:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ONU instou hoje a Rússia e a Ucrânia a evitarem medidas que possam levar a um alastramento da guerra, ao alertar para a possibilidade de uma perigosa escalada "com implicações regionais e globais".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU instou hoje a Rússia e a Ucrânia a evitarem medidas que possam levar a um alastramento da guerra, ao alertar para a possibilidade de uma perigosa escalada &#8220;com implicações regionais e globais&#8221;.</P><br />
<P>O alerta foi deixado pela representante do Departamento de Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz da ONU Martha Pobee, numa reunião do Conselho de Segurança convocada pela Bielorrússia para abordar o ataque com um alegado drone ucraniano que, em 17 de junho, atingiu um autocarro que transportava estudantes bielorrussos na região russa de Bryansk.</P><br />
<P>&#8220;Esta é a sétima vez em seis semanas que o Conselho de Segurança da ONU se reúne em relação à guerra na Ucrânia. A frequência destas reuniões reflete a perigosa escalada desta guerra e os riscos crescentes de maior deterioração, com implicações regionais e globais&#8221;, afirmou Pobee.</P><br />
<P>&#8220;Estamos alarmados com a recente retórica de escalada e com a possibilidade de um maior alastramento desta guerra. Tudo deve ser feito para evitar que isso aconteça. Por conseguinte, instamos a Federação Russa, a Ucrânia e todos os Estados-membros envolvidos a evitarem quaisquer medidas que possam fazer com que esta guerra &#8212; intencionalmente ou não &#8212; se propague ainda mais&#8221;, apelou.</P><br />
<P>Em 17 de junho, um ataque com um drone atingiu um autocarro que transportava uma equipa de futebol juvenil bielorrussa na região de Bryansk, na Rússia. </P><br />
<P>De acordo com as autoridades russas e bielorrussas, uma mulher grávida foi morta e nove pessoas, seis das quais crianças, ficaram feridas.</P><br />
<P>No dia seguinte ao ataque, o Presidente bielorrusso culpou as forças ucranianas pelo ataque.</P><br />
<P>&#8220;Não estamos a tirar conclusões precipitadas, mas notámos claramente que se tratava de um veículo aéreo não tripulado [drone] de origem ucraniana&#8221;, afirmou Alexander Lukashenko, citado pela agência noticiosa BelTA.</P><br />
<P>Na reunião de hoje, Pobee esclareceu que as Nações Unidas não têm informações adicionais sobre o incidente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783357]]></sapo:autor>
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		<title>Operação Marquês: Estado condenado a pagar 15 mil euros a José Sócrates</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 19:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa condenou o Estado português a indemnizar o antigo primeiro-ministro José Sócrates (2005-2011) em 15 mil euros por má administração da justiça no processo Operação Marquês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa condenou o Estado português a indemnizar o antigo primeiro-ministro José Sócrates (2005-2011) em 15 mil euros por má administração da justiça no processo Operação Marquês.</p>
<p>Segundo o acórdão datado de sábado, a que a Lusa teve hoje acesso, o montante visa compensar o antigo chefe de Governo pelos danos sofridos em virtude da &#8220;divulgação de informações sujeitas a segredo de justiça&#8221; por órgãos do Estado durante o inquérito.</p>
<p>José Sócrates, que intentou a ação em 2017, exigia ser indemnizado em 205 mil euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783356]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 400 artistas e intelectuais em defesa do Ensino Português no Estrangeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 19:51:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Preocupados com a nova proposta de reformulação do Regime Jurídico da Rede do Ensino Português no Estrangeiro (EPE), mais de 400 artistas e intelectuais pedem ao Governo que defenda "o mais valioso ativo da diplomacia cultural".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Preocupados com a nova proposta de reformulação do Regime Jurídico da Rede do Ensino Português no Estrangeiro (EPE), mais de 400 artistas e intelectuais pedem ao Governo que defenda &#8220;o mais valioso ativo da diplomacia cultural&#8221;.</P><br />
<P>Da literatura à música, do cinema às artes plásticas, nomes como os de Lídia Jorge, Teolinda Gersão ou José Luís Peixoto, Graça Morais, Sérgio Godinho ou Maria de Medeiros, incluindo quatro vencedores do Prémio Camões &#8212; Hélia Correia, João Barrento, Silviano Santiago e Ana Paula Tavares -, assinam o &#8220;Manifesto em Defesa da Rede EPE: a primeira linha da diplomacia portuguesa&#8221;.  </P><br />
<P>Para os signatários, é &#8220;urgente e necessário rejeitar a precarização&#8221; da rede EPE, bem como &#8220;conferir estabilidade, reconhecimento e solidez às carreiras dos agentes desta rede&#8221;, que dignifiquem os profissionais que desempenham o seu trabalho &#8220;frequentemente em condições de insustentável vulnerabilidade&#8221;.</P><br />
<P>Afirmando a rede EPE como &#8220;o mais sólido espaço de diálogos, circulações, trânsitos e disseminação da literatura, arte e cultura portuguesas pelo mundo&#8221;, os subscritores do Manifesto sublinham o papel &#8220;decisivo&#8221; dos Leitores e Professores que todos os dias trabalham para divulgar autoras e autores de língua portuguesa em vários lugares do mundo.</P><br />
<P>&#8220;A rede de Ensino Português no Estrangeiro não só cria e garante visibilidade às letras e à cultura produzidas em língua portuguesa a uma escala global: esta rede cria pontes, todos os dias, entre escritores, comunidades, países e os públicos mais diversos&#8221;, lê-se no texto do Manifesto.</P><br />
<P>&#8220;Todos os dias, algures no planeta, há uma Leitora ou um Leitor da rede EPE a organizar uma conferência, um seminário, um colóquio, um debate, com artistas e autores de língua portuguesa. Graças a elas e a eles, todos os dias se fala em português nalgum ponto do planeta&#8221;, acrescentam, destacando o que consideram ser um trabalho &#8220;minucioso&#8221; e &#8220;constante&#8221;, que, ao longo dos anos, tem construído &#8220;um dos mais sólidos pilares de internacionalização&#8221; da cultura em língua portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;Apesar de, a cada ano, o número de Leitorados ser menor e a situação profissional de quem neles trabalha mais vulnerável, são elas e eles que, todos os dias, levam a cabo a infinita e minuciosa tarefa de coordenar viagens, residências artísticas, traduções e festivais&#8221;, sublinham. </P><br />
<P>E prosseguem nos elogios aos Leitores e Professores que operam como artesãos que &#8220;tecem diariamente esta poderosa e simultaneamente frágil teia de contactos, ligações, colaborações e pontes que tornam as culturas em língua portuguesa das mais estudadas em todo o mundo&#8221;.</P><br />
<P>Há ainda o contributo da rede EPE junto das comunidades portuguesas na diáspora, que consideram ser um elo de ligação fundamental para a &#8220;re-conexão com as raízes&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É a rede EPE que assegura que as filhas, netos e descendentes de portugueses espalhados pelo mundo encontrem os nossos romances, poesia, música, cinema e outras artes em língua portuguesa; também por esta via a nossa língua se inscreve continuamente em múltiplos, diversos e inovadores ambientes de produção, reflexão e fruição a nível mundial&#8221;.</P><br />
<P>Por tudo isto, consideram todos os espaços da rede EPE como &#8220;o mais valioso ativo da diplomacia cultural portuguesa pelo mundo&#8221; e pedem ao Governo que reconheça esta verdade, com &#8220;investimento sério&#8221;, &#8220;valorização&#8221; e &#8220;estabilidade laboral&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando atravessamos um momento histórico marcado por incógnitas, crises humanitárias e incertezas quanto ao futuro, a importância de reconhecer o trabalho humanístico, de promoção do diálogo, da leitura e das artes que a rede EPE leva a cabo, todos os dias, é mais premente do que nunca&#8221;, defendem.</P><br />
<P>&#8220;Para que possam continuar a desenvolver este trabalho, é fundamental que o seu mérito seja reconhecido, mas também que as estruturas legais em vigor acarinhem todos estes profissionais, garantindo-lhes a indispensável estabilidade, solidez de carreiras e vínculos laborais fortes&#8221;, acrescentam.</P><br />
<P>Terminam com o apelo ao Governo para &#8220;reconsiderar&#8221; a proposta de lei para o Regime Jurídico do Ensino Português no Estrangeiro, rejeitando a precarização e a falta de &#8220;empenho sério&#8221; no investimento na rede EPE e nos seus profissionais.</P><br />
<P>&#8220;Fazê-lo é do mais indispensável respeito pela língua que nos une&#8221;, concluem.</P><br />
<P>O &#8220;Manifesto em Defesa da Rede EPE: a primeira linha da diplomacia portuguesa&#8221; foi assinado até ao momento por 441 personalidades das artes e de universidades de todo o mundo, ligados à cultura e à língua portuguesa.</P><br />
<P>Os sindicatos representativos dos professores e o Governo iniciaram, no passado dia 28 de maio, as reuniões do processo negocial relativas à revisão RJEPE, cuja pasta é tutelada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE). </P><br />
<P>Após esse primeiro encontro, as propostas apresentadas pelo Governo têm sido contestadas pelos docentes e seus respetivos sindicatos. Hoje realizou-se nova reunião, estando ainda outra marcada para 13 de julho.</P></p>
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