Dos 195 milhões de pessoas que estavam empregadas na União Europeia (UE) no segundo trimestre de 2020, o grupo ocupacional mais comum (21% do emprego total ) inclui profissionais com formação superior em domínios como ciência e engenharia, saúde, ensino, negócios e administração, tecnologia da informação e comunicação e área jurídica, social e cultural.
Seguem-se ‘técnicos e profissionais associados’ (17%), ‘operários e vendedores’ (16%), ‘artesãos e afins’ (12%) e ‘auxiliares de escritório’ (10%), segundo dados do Eurostat, divulgados esta sexta-feira.
Na outra extremidade da escala, menos de um em cada dez trabalhadores (8%) tinha uma ‘ocupação elementar’, com ensino básico, (por exemplo, limpezas e auxiliares de preparação de alimentos, vendedores ambulantes e trabalhadores de serviços) ou estavam a trabalhar como ‘ operadores em fábricas, máquinas e montadores (7%), gerentes (5%) ou trabalhadores agrícolas, florestais e pescadores (4%).
O gabinete de estatística da UE explica ainda que a baixa percentagem de pessoas empregadas nas forças armadas (1%) deve-se em parte à exclusão dos recrutas desta pesquisa.
Com o emprego na UE a sofrer uma queda de 2% no segundo trimestre de 2020, as reduções mais acentuadas diziam respeito a pessoas em ‘ocupações elementares’ (-10%), ‘trabalhadores de serviços e vendas’ (-8%), ‘operadores em fábricas e máquinas e montadores’ (-6%), ‘artesãos e trabalhadores do comércio relacionado’ ( -5%) e ‘gerentes’ (-3%).
No entanto, o número de pessoas empregadas com qualificação superior aumentou (+ 5%) e, em menor medida, o número de ‘técnicos e profissionais associados’ (+ 1%).







