As forças russas terão realizado secretamente uma operação macabra para remover os mortos do cruzador ‘Moskva’, segundo apontam diversos relatos – o navio capitão da Frota do Mar Negro de Putin foi afundada a 14 de abril por um suposto ataque de um míssil ‘Neptune’ ucraniano.
A Rússia ainda não reconheceu o enorme número de mortos, até agora admitindo apenas uma vítima do golpe embaraçoso no esforço de guerra do Kremlin. Mas a inteligência militar ucraniana afirmou que a Rússia realizou uma operação de resgate, durante duas semanas, que terá envolvido até sete navios.
“Recuperaram os corpos, removeram todo o equipamente que foi classificado e ‘limparam’ o cruzador”, avançou Vadym Skibitskyi, porta-voz de um dos serviços de inteligência do Ministério da Defesa de Kiev. “Trouxeram tudo o que não deveria cair nas mãos de um terceiro país”, frisou, garantino que não está completamente claro com o que aconteceu com os corpos em seguida.
A operação de resgate coincide com a fúria crescente dos familiares da tripulação sobre um suposto encobrimento pelas autoridades russas sobre o destino de muitos marinheiros do ‘Moskva’, uma grande parte dos quais eram recrutas. Crescem as acusações de que os jovens marinheiros navais terão sido deixados para se afogar enquanto os oficiais fugiram do navio como ratos, segundo relatou o tabloide britânico ‘Daily Mail’.












