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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Financiamento da rede nacional para vítimas de violência doméstica incluido no OE 2027 &#8211; Ministra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:26:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ministra da Cultura garantiu hoje que nenhuma resposta de apoio a vítimas vai encerrar por causa do fim dos financiamentos europeus e que o financiamento da rede nacional para vítimas de violência doméstica será assegurado pelo Orçamento do Estado para 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Cultura garantiu hoje que nenhuma resposta de apoio a vítimas vai encerrar por causa do fim dos financiamentos europeus e que o financiamento da rede nacional para vítimas de violência doméstica será assegurado pelo Orçamento do Estado para 2027.</P><br />
<P>Margarida Balseiro Lopes esteve hoje a ser ouvida na Comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde assumiu o &#8220;compromisso de assegurar, também através do Orçamento do Estado e já em 2027, o financiamento da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Deste modo, nenhuma resposta de apoio às vítimas, quer no domínio da violência doméstica, quer já agora no domínio do tráfico de seres humanos, vai encerrar em consequência do termo dos financiamentos europeus&#8221;, afirmou a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, que tem também as pastas da igualdade de género e da prevenção e combate à violência doméstica.</P><br />
<P>Segundo a ministra, tratou-se de concretizar um objetivo assumido desde o início, ou seja, o &#8220;compromisso de gradualmente transitar o financiamento das respostas da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica para o Orçamento do Estado&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;Terminando assim com o ciclo de instabilidade e fragilidade decorrente do facto de esta rede ser essencialmente sustentada por fundos europeus&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Margarida Balseiro Lopes explicou que as respostas que terminavam entre junho e dezembro de 2026 tiveram o financiamento assegurado até ao final do ano, adiantando que estão em causa 80 respostas, distribuídas entre os anos de 2026 e 2027.</P><br />
<P>&#8220;As que terminam em [20]27, à medida que terminarem, transitam para o Orçamento do Estado&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>Revelou que o Governo não se limitou a incluir no OE o valor que era financiado por fundos europeus.</P><br />
<P>&#8220;Se nós considerássemos apenas aquilo que era financiado pelos fundos europeus, nós estaríamos a falar de 8.487.000 euros, mas nós quisemos, além de garantir essa base de financiamento, de fazer incrementos salariais e o pagamento do subsídio de turno, para garantir que os profissionais que trabalham nestas respostas têm melhores condições&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>De acordo com a ministra, o valor inscrito no OE será de cerca de 11,9 milhões de euros.</P><br />
<P>Acrescentou que com esta transição para o Orçamento do Estado vai ser possível &#8220;assegurar maior estabilidade, previsibilidade e sustentabilidade às respostas existentes, bem como criar condições para continuar a valorizar o trabalho das equipas que diariamente acompanham e apoiam as vítimas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Além disso, e contrariamente ao que sucedia com os fundos europeus, este novo modelo de financiamento vai ser acompanhado por uma atualização dos montantes atribuídos às estruturas, reforçando assim a capacidade de resposta destas entidades&#8221;, disse Margarida Balseiro Lopes.</P><br />
<P>Na mesma altura, a ministra adiantou que está previsto abrir até ao final do ano várias linhas de financiamento para criar novas respostas multidisciplinares no domínio da violência doméstica e violência sexual.</P><br />
<P>Disse também que solicitou ao Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas a realização da primeira avaliação da nova Ficha de Avaliação de Risco, &#8220;um ano após a sua entrada em vigor, de forma a identificar oportunidades de aperfeiçoamento e assegurar que este instrumento continua a responder adequadamente às necessidades identificadas pelas entidades que o aplicam&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente ao tráfico de seres humanos, a ministra adiantou que &#8220;um dos principais desenvolvimentos dos últimos dois meses&#8221; foi a criação do grupo de trabalho que irá elaborar um regime jurídico integrado para esta área.</P><br />
<P>Acrescentou que no dia 30 de julho, Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, vai entrar em funcionamento uma nova linha de apoio técnico e financeiro, com uma verba de 100 mil euros, para &#8220;apoiar iniciativas dirigidas ao reforço da prevenção, da capacitação dos profissionais e da proteção das vítimas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793241]]></sapo:autor>
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		<title>Vulcan investe 140,6 ME para primeira mina elétrica em Moçambique e África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:22:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A mineradora Vulcan investiu cerca de 140,6 milhões de euros na eletrificação da mina de Moatize, no centro de Moçambique, projeto que permitirá produzir até 300 megawatts de energia, reduzir o consumo de diesel e os impactos ambientais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A mineradora Vulcan investiu cerca de 140,6 milhões de euros na eletrificação da mina de Moatize, no centro de Moçambique, projeto que permitirá produzir até 300 megawatts de energia, reduzir o consumo de diesel e os impactos ambientais.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a instalar uma `powerplant´ de 300 megawatts e cerca de 90 megawatts serão usados nas nossas operações de mineração, 30 serão usados para essa sessão e cerca de 100 serão usados para eletrificação da nossa linha&#8221;, explicou Mukesh Kumar, diretor-executivo da mineradora, que explora as minas de carvão na província de Tete, centro de Moçambique.</P><br />
<P>Falando durante a inauguração dos equipamentos na mina de Moatize, o responsável afirmou que o projeto, orçado em cerca de 160 milhões de dólares (140,6 milhões de euros), permitirá à empresa alcançar a autossuficiência energética e fornecer à rede nacional a energia excedente produzida.</P><br />
<P>A mineradora explora em Moatize uma área de 250 quilómetros quadrados e a comunidade mais próxima das minas está localizada a cerca de 350 metros.</P><br />
<P>&#8220;O nosso último objetivo é melhorar, aumentar a capacidade ou a economia do país. Hoje em dia gastamos cerca de 150 milhões de dólares [131,8 milhões de euros] só na importação de diesel&#8221;, avançou Kumar.</P><br />
<P>O responsável destacou que o projeto trará múltiplos benefícios, com a eliminação dos impactos ambientais associados à operação, a eletrificação total dos equipamentos e o aproveitamento dos resíduos da central termoelétrica para a produção de cimento verde, permitindo à Vulcan tornar-se na primeira mina totalmente elétrica de África.</P><br />
<P>Etevão Pale, ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique disse, na ocasião, que o projeto representa um passo decisivo para uma mineração mais sustentável e eficiente, destacando a redução do consumo de gasóleo, das emissões de poeiras e a melhoria das condições ambientais das comunidades que vivem nas zonas próximas da mina.</P><br />
<P>&#8220;Primeiro é a redução do consumo de combustível, sabemos que basicamente o país ainda não produz combustível, gasóleo e pretendemos que esta operação seja mais eficiente, tenham menos custos ambientais e possam trazer mais valor para o próprio país e para a própria empresa em si e para os próprios moçambicanos, na perspetiva de que vai aumentar a produtividade da mina&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Pale salientou que a eletrificação das operações contribuirá para a redução significativa da emissão de poeiras, melhorando a qualidade ambiental e as condições de vida das comunidades vizinhas.</P><br />
<P>&#8220;Espera-se uma melhoria significativa da qualidade ambiental e das condições de vida das comunidades residentes nas zonas circunvizinhas à mina&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>A empresa privada indiana faz parte do Jindal Group, com um valor de mercado de 18 mil milhões de dólares (15,5 mil milhões de euros), e antes já estava presente em Moçambique, operando a mina Chirodzi, localizada também na região de Tete.</P><br />
<P>Só nos últimos três anos, a Vulcan produziu anualmente mais de 35 milhões toneladas de carvão nas suas minas em Moatize, uma operação comprada, em abril de 2022, à brasileira Vale por mais de 270 milhões de dólares (233 milhões de euros).</P><br />
<P>A Vale esteve presente em Moçambique por 15 anos, tendo explorado a mina de Moatize e 912 quilómetros de ferrovia no Corredor Logístico de Nacala para o transporte de carvão, infraestrutura também vendida à Vulcan.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793240]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Guiné-Bissau: Portugal confirma que vai acolher Domingos Simões Pereira para tratamento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:05:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou hoje que Portugal vai acolher "por razões médicas e humanitárias" o opositor guineense Domingos Simões Pereira, que saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou hoje que Portugal vai acolher &#8220;por razões médicas e humanitárias&#8221; o opositor guineense Domingos Simões Pereira, que saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva.</P><br />
<P>&#8220;Portugal acolhe Domingos Simões Pereira, conforme solicitado pelos seus familiares, depois da libertação hoje ocorrida por razões médicas e humanitárias&#8221;, lê-se no comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.</P><br />
<P>O opositor guineense Domingos Simões Pereira saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico.</P><br />
<P>&#8220;Reconhecendo o gesto humanitário, continuaremos a trabalhar com empenho e recato, pelas vias diplomáticas, no quadro da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa] e em cooperação com a CEDEAO [Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental] e União Africana, em prol do regresso das instituições da Guiné-Bissau à normalidade constitucional e democrática&#8221;, frisou a diplomacia portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;Sempre no respeito pelo povo guineense e pela soberania da Guiné-Bissau, país e povo amigo e irmão, fundador da CPLP&#8221;, completou.</P><br />
<P>Simões Pereira cumpria prisão preventiva desde o passado dia 10 de julho, no âmbito de um processo em que é acusado pela justiça militar de participação numa alegada tentativa de golpe de Estado ocorrida em outubro de 2025.</P><br />
<P>Citando o despacho do juiz, uma fonte da defesa do político disse à Lusa, num contacto telefónico feito a partir de Lisboa, que Simões Pereira foi autorizado a ausentar-se da Guiné-Bissau durante noventa dias e nesse período não poderá desenvolver atividade política.</P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que a decisão do juiz se baseou num relatório médico do Hospital Militar de Bissau, segundo o qual seria necessário que o líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) fosse observado num centro médico especializado em Portugal.</P><br />
<P>Durante a conversa telefónica, a fonte explicou à Lusa que Domingos Simões Pereira abandonou as celas da Segunda Esquadra de Bissau, às 18:20 minutos (hora de Bissau), seguindo para o Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, onde irá embarcar num voo da TAP para Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Já saiu e segue para o aeroporto na companhia de alguns familiares diretos&#8221;, disse à Lusa a mesma fonte, adiantando, entretanto, que Domingos Simões Pereira já se encontra no avião.</P><br />
<P> </P><br />
<P>MIM (MLL)//</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793239]]></sapo:autor>
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		<title>Estoril Open: Darderi afasta finalista de 2024 e encontra Faria nos &#8216;quartos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:00:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O tenista italiano Luciano Darderi, segundo cabeça de série, vai defrontar o português Jaime Faria nos quartos de final do Estoril Open, após ter derrotado o espanhol Pedro Martínez, finalista em 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista italiano Luciano Darderi, segundo cabeça de série, vai defrontar o português Jaime Faria nos quartos de final do Estoril Open, após ter derrotado o espanhol Pedro Martínez, finalista em 2024.</P><br />
<P>Depois de ter ficado isento da primeira ronda, o transalpino, 21.º do ranking ATP, estreou-se da melhor forma no Clube de Ténis do Estoril, com uma vitória por 6-0 e 6-1, em apenas uma hora e três minutos, sobre o &#8216;qualifier&#8217; espanhol, que é 159.º do mundo.</P><br />
<P>Nos quartos de final, marcados para sexta-feira, Darderi, que vem de uma derrota na final de Bastad, na Suécia, vai encontrar Jaime Faria (88.º), que está pela primeira vez nesta fase do torneio, face ao triunfo sobre o peruano Gonzalo Bueno (180.º), que vinha da qualificação, por 6-2 e 6-4.</P><br />
<P>Este será o segundo encontro entre os dois tenistas, com o português a ter vencido o italiano na primeira ronda em Santiago do Chile em 2025.</P><br />
<P></P><br />
<P>NFO/SRYS // MO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793238]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>URGENTE: Guiné-Bissau: Portugal confirma que vai acolher Domingos Simões Pereira para tratamento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:56:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo português confirmou hoje que Portugal vai acolher "por razões médicas e humanitárias" o opositor guineense Domingos Simões Pereira, que saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo português confirmou hoje que Portugal vai acolher &#8220;por razões médicas e humanitárias&#8221; o opositor guineense Domingos Simões Pereira, que saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva.</P><br />
<P>&#8220;Portugal acolhe Domingos Simões Pereira, conforme solicitado pelos seus familiares, depois da libertação hoje ocorrida por razões médicas e humanitárias&#8221;, lê-se no comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.</P><br />
<P>O opositor guineense Domingos Simões Pereira saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793237]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucros do grupo Ramada sobem 31,6% para 2,9 ME até junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucros-do-grupo-ramada-sobem-316-para-29-me-ate-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:39:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo Ramada encerrou o primeiro semestre com um resultado líquido consolidado atribuível aos acionistas de 2,9 milhões de euros, um aumento de 31,6% face ao período homólogo, segundo comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo Ramada encerrou o primeiro semestre com um resultado líquido consolidado atribuível aos acionistas de 2,9 milhões de euros, um aumento de 31,6% face ao período homólogo, segundo comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). </P><br />
<P>As receitas totais do grupo Ramada Investimentos e Indústria ascenderam a 5,7 milhões de euros até junho, o que representa um recuo de 12,2% face a igual período do ano passado.</P><br />
<P>Este desempenho deve-se &#8220;essencialmente&#8221; ao efeito da venda, em 2025, &#8220;dos imóveis arrendados à Socitrel e a consequente perda da sua contribuição para as receitas do grupo&#8221;, bem como à &#8220;mais-valia registada, em 2025, com a alienação do armazém de Palmela&#8221;, justifica. </P><br />
<P>Em termos de custos totais, estes ascenderam a 1,29 milhões de euros, um aumento de 75,7% face ao primeiro semestre de 2025. </P><br />
<P>&#8220;Esta evolução ficou a dever-se, por um lado, ao incremento dos encargos com conservação e reparação e, por outro, aos custos associados ao processo, atualmente em curso, de cancelamento das inscrições hipotecárias e das consignações de rendimentos que oneravam os prédios rústicos do grupo, na sequência da amortização dos financiamentos bancários ocorrida em 2024 e da subsequente emissão dos respetivos distrates, no final de 2025&#8221;, acrescenta. </P><br />
<P>Relativamente aos encargos com conservação e reparação, a empresa refere, por isso, o impacto dos custos decorrentes das tempestades Kristin e Marta, que assolaram a região Centro no início de fevereiro, sublinhando que &#8220;provocaram danos com alguma materialidade, em particular, nos imóveis industriais do Grupo Ramada localizados em Vieira de Leiria e na Marinha Grande, tendo-se registado ainda danos, de menor expressão, no imóvel sito em Ovar&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Na sequência destes eventos, o grupo promoveu, de imediato, todas as intervenções necessárias à reparação dos imóveis afetados, assegurando a rápida reposição das respetivas condições de operacionalidade, a continuidade da atividade desenvolvida pelos arrendatários e a preservação do valor dos ativos&#8221;, adianta o grupo. </P><br />
<P>No primeiro semestre do ano, o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) caiu 25%, em comparação com o período homólogo, para 3,789 milhões de euros.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793236]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Guiné-Bissau: Opositor Domingos Simões Pereira viaja para Portugal para tratamento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:28:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O opositor guineense Domingos Simões Pereira saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O opositor guineense Domingos Simões Pereira saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico. </P><br />
<P>A informação foi avançada à Lusa por fonte da defesa do político, num contacto telefónico feito a partir de Lisboa.</P><br />
<P>Simões Pereira estava a cumprir prisão preventiva desde o passado dia 10 de julho, no âmbito de um processo em que é acusado pela justiça militar de participação numa alegada tentativa de golpe de Estado ocorrida em outubro de 2025.</P><br />
<P>Citando o despacho do juiz, a fonte referiu que Simões Pereira foi autorizado a ausentar-se da Guiné-Bissau durante noventa dias e nesse período não poderá desenvolver atividade política.</P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que a decisão do juiz se baseou num relatório médico do Hospital Militar de Bissau, segundo o qual seria necessário que o líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) fosse observado num centro médico especializado em Portugal.</P><br />
<P>Durante a conversa telefónica, a fonte explicou à Lusa que Domingos Simões Pereira abandonou as celas da Segunda Esquadra de Bissau, às 18:20 minutos (hora de Bissau), seguindo para o Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, onde irá embarcar num voo da TAP para Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Já saiu e segue para o aeroporto na companhia de alguns familiares diretos&#8221;, disse à Lusa a mesma fonte, adiantando, entretanto, que Domingos Simões Pereira já se encontra no avião.</P><br />
<P></P><br />
<P>* A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto de 2025 após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância *</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793235]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: Guiné-Bissau: Opositor Domingos Simões Pereira viaja para Portugal para tratamento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:19:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O opositor guineense Domingos Simões Pereira saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O opositor guineense Domingos Simões Pereira saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico. </P><br />
<P>A informação foi avançada à Lusa por fonte da defesa do político, num contacto telefónico feito a partir de Lisboa.</P><br />
<P>Simões Pereira estava a cumprir prisão preventiva desde o passado dia 10 de julho, no âmbito de um processo em que é acusado pela justiça militar de participação numa alegada tentativa de golpe de Estado ocorrida em outubro de 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793233]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Sociedade Portuguesa de Matemática aponta erro na 2.ª fase de Matemática A</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:19:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) identificou um erro na formulação de uma das perguntas do exame de Matemática A da segunda fase, realizado na quarta-feira, que diz comprometer o rigor matemático do item em causa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) identificou um erro na formulação de uma das perguntas do exame de Matemática A da segunda fase, realizado na quarta-feira, que diz comprometer o rigor matemático do item em causa.</P><br />
<P>Numa carta dirigida ao presidente do Conselho Diretivo do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), a SPM explica tratar-se do enunciado da questão 5 da prova de Matemática A.</P><br />
<P>O item em causa pede ao aluno que &#8220;considere todos os números naturais com cinco algarismos diferentes&#8221; e &#8220;determine quantos destes números são múltiplos de cinco e maiores do que 50.000&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta formulação, que não exprime certamente a intenção dos autores do enunciado, não é (&#8230;) compatível com os passos apresentados nos critérios específicos de classificação&#8221;, refere a carta, publicada hoje no &#8216;site&#8217; da SPM.   </P><br />
<P>A SPM acrescenta que, conforme os critérios gerais de classificação, as etapas indicadas só seriam adequadas se a primeira frase do enunciado definisse um conjunto finito de números, mas, conforme está formulada, abrange &#8220;infinitos números que satisfazem os requisitos definidos&#8221;.</P><br />
<P>Em alternativa, refere que uma formulação adequada seria, por exemplo: &#8220;Considere todos os números naturais de cinco algarismos, todos diferentes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A SPM lamenta esta imprecisão no enunciado que, na realidade, é um erro formal&#8221;, escreve a SPM, acrescentando que &#8220;as incorreções de português são reprováveis em qualquer prova e refletem-se (&#8230;) no rigor matemático dos itens&#8221;.</P><br />
<P>A Lusa questionou o EduQA, sem resposta até ao momento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793234]]></sapo:autor>
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		<title>Cerca de 72% dos jovens com 18 anos admite uso de álcool nos últimos 12 meses &#8211; Estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:09:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 72% dos mais de 88,5 mil jovens de 18 anos inquiridos no Dia da Defesa Nacional admitiram ter consumido álcool nos últimos 12 meses, revelou hoje o Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 72% dos mais de 88,5 mil jovens de 18 anos inquiridos no Dia da Defesa Nacional admitiram ter consumido álcool nos últimos 12 meses, revelou hoje o Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências.</P><br />
<P>De acordo com um estudo do Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD) hoje divulgado, dos 91.754 presentes no Dia da Defesa Nacional em 2025, 88.682 participaram num inquérito.</P><br />
<P>72% dos inqueridos assumiram ter consumido álcool nos 12 meses anteriores e 75% uma qualquer bebida ao longo das suas vidas.</P><br />
<P>O mesmo inquérito revelou que 41% destes jovens assumiram consumo de tabaco durante a vida (36% nos últimos 12 meses), 23% de substâncias ilícitas (19&amp; nos últimos 12 meses), designadamente canábis, num total de 21% durante a vida e 17% nos últimos 12 meses.</P><br />
<P>Por sua vez, uma menor percentagem de jovens &#8212; relativamente aos inquéritos de 2022/2023 &#8212; apontou a ingestão de tranquilizantes ou sedativos sem receita médica em 6% dos casos, sendo 4% nos últimos 12 meses. </P><br />
<P>Permanece reduzida a percentagem de jovens que adquire estas substâncias pela internet, sendo a canábis aquela que é mais mencionada nesta forma de aquisição. </P><br />
<P>No total de inquiridos, 5% declararam esta via (19% dos consumidores recentes de canábis). </P><br />
<P>De acordo com o estudo, a maioria dos consumidores de cada uma das substâncias declarou que, nos 12 meses anteriores ao inquérito, consumiu num número inferior a 10 ocasiões. </P><br />
<P>Constituem exceção o consumo de bebidas alcoólicas, o consumo de tabaco e o consumo de heroína ou outros opiáceos. </P><br />
<P>Indicaram ainda ter consumido álcool de forma &#8220;binge&#8221; (repetida) nos 12 meses anteriores (45%), sendo que 56% se embriagaram ligeiramente e 32% severamente. </P><br />
<P>A definição &#8220;binge&#8221; utilizada pelos técnicos é o consumo de cinco bebidas alcoólicas seguidas.</P><br />
<P>Ainda no que diz respeito a consumos de maior risco, verifica-se que 20% dos jovens associam o consumo de mais do que uma substância psicoativa (incluindo as lícitas) na mesma ocasião. </P><br />
<P>O principal problema mencionado quanto ao álcool são as situações de mal-estar emocional, sendo que o mesmo se verifica no caso das drogas ilícitas, embora com valores muito semelhantes ao envolvimento em relações sexuais desprotegidas. </P><br />
<P>No conjunto dos indicadores analisados, os diferentes consumos tendem a ser mais mencionados por rapazes do que por raparigas, com algumas exceções. </P><br />
<P>No campo das substâncias legais, são as raparigas que mais declaram o consumo de tranquilizantes/sedativos sem receita médica, e, desde 2022, o consumo de bebidas alcoólicas, estando, por sua vez, a par dos rapazes quanto ao consumo de tabaco (diferença de apenas de 1%). </P><br />
<P>O consumo de cada uma das substâncias ilegais é mais declarado por rapazes do que por raparigas, o mesmo acontecendo com as frequências de consumo mais intensas e policonsumos.</P><br />
<P>Apesar desta conjuntura, as raparigas apresentam a mesma prevalência de problemas relacionados com o consumo de bebidas alcoólicas e, embora declarem menos os problemas relacionados com substâncias ilícitas, a diferença percentual (6 pontos percetuais) é inferior às discrepâncias identificadas quanto aos padrões de consumo. </P><br />
<P>Segundo o estudo, &#8220;isto significa que as raparigas, por uma série de condições pessoais e sociais, poderão ser mais suscetíveis ao desenvolvimento de problemas, mas também que poderão ser mais propensas a problemas devido ao consumo de terceiros&#8221;. </P><br />
<P>O ICAD destaca como evoluções preocupantes o aumento do consumo mais frequente de outras substâncias ilícitas sem ser a canábis, bem como de embriaguez severa e consumo &#8220;binge&#8221; de bebidas alcoólicas, embora na população de 18 anos estas prevalências se mantenham estáveis. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793232]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>FMI avalia que impacto das tarifas dos EUA de 25% ao Brasil deve ser modesto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou hoje que o impacto das tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros deverá ser "modesto", devido às isenções previstas e à limitada dependência do mercado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou hoje que o impacto das tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros deverá ser &#8220;modesto&#8221;, devido às isenções previstas e à limitada dependência do mercado norte-americano.</P><br />
<P>O FMI assinalou que o efeito sobre a economia brasileira tende a ser limitado, porque os Estados Unidos respondem por 11% das exportações brasileiras e vários produtos ficaram isentos da sobretaxa, a exemplo do café, carne bovina, energia e peças aeronáuticas.</P><br />
<P> No relatório, recorda que as tarifas norte-americanas sobre a maioria das importações brasileiras chegaram a 50% em agosto de 2025, o que elevou a taxa efetiva para 29,1%, acima da média aplicada a outros países.</P><br />
<P>Posteriormente, destaca o FMI, houve reduções em novembro de 2025 e em fevereiro de 2026, levando a taxa efetiva para 12,2%.</P><br />
<P>As exportações brasileiras para os EUA diminuíram após o aumento das tarifas em 2025, mas recuperaram gradualmente desde novembro desse ano, observou o organismo internacional</P><br />
<P>O FMI atribui parte dessa resiliência ao crescimento das exportações para outras regiões e ao aumento das vendas de soja para a China.</P><br />
<P>Apesar do contexto de tensões comerciais, o FMI destacou que o setor externo brasileiro continua a apresentar fatores de robustez, incluindo reservas internacionais de 358 mil milhões de dólares no final de 2025 e um regime cambial flexível.</P><br />
<P>Ainda no relatório divulgado após a conclusão da consulta anual do Artigo IV, o FMI sublinha que o gigante da América-Latina tem procurado diversificar os seus parceiros comerciais.</P><br />
<P>Nesse sentido, cita o acordo Mercosul-União Europeia, já ratificado e em fase de implementação, como um elemento que pode reforçar a resiliência da economia perante choques externos.</P><br />
<P>O FMI advertiu, contudo, que uma escalada das tensões comerciais globais poderá pesar sobre o investimento estrangeiro e o comércio internacional, sendo o setor agrícola um dos mais expostos a eventuais perturbações nas cadeias de abastecimento, nomeadamente de fertilizantes.</P><br />
<P>&#8220;O principal risco é a escalada das tensões geopolíticas, especialmente no Médio Oriente, que poderia aumentar a inflação e, por condições financeiras mais restritivas e menor demanda global, reduzir a atividade económica&#8221; destaca o FMI.</P><br />
<P>Na avaliação geral, a instituição manteve a projeção de crescimento de 2,4% para a economia brasileira em 2026 e de 2,5% no médio prazo, considerando que o país continua &#8220;notavelmente resiliente&#8221; perante choques externos, embora enfrente desafios fiscais e de produtividade.</P><br />
<P>O FMI afirma que será necessário &#8220;um esforço fiscal mais ambicioso&#8221; para colocar a dívida pública numa trajetória firme de queda e criar espaço para investimentos prioritários, sendo uma das sugestões a de reduzir benefícios tributários considerados pouco eficazes.</P><br />
<P>O Fundo avalia ainda que o ajuste fiscal atualmente previsto não é suficiente para reduzir a dívida pública e defende medidas adicionais, como guardar parte da receita extra gerada pelo petróleo e tornar o orçamento menos engessado.</P><br />
<P>Segundo o Fundo, a dívida bruta do Governo brasileiro deverá atingir 97,8% do PIB em 2026 e estabilizar em torno de 106% do PIB até 2035, na metodologia utilizada pela instituição.</P><br />
<P>No relatório também projeta que a inflação atingirá 5,6% no fim de 2026, convergindo gradualmente para a meta de 3% apenas em meados de 2028.</P><br />
<P>Em reação ao relatório, o Banco Central brasileiro avaliou que a equipa do &#8220;FMI reconhece o papel desempenhado pelo regime de metas para a inflação e pelo arcabouço de políticas económicas do país&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793231]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo:Sobe para 133 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:57:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O balanço anterior, divulgado na segunda-feira, indicava 130 portugueses e lusodescendentes mortos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 133 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.</p>
<p>O balanço anterior, divulgado na segunda-feira, indicava 130 portugueses e lusodescendentes mortos.</p>
<p>Entre os 133 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 105 eram adultos e 28 menores, 113 tinham também a nacionalidade venezuelana.</p>
<p>O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 21 cidadãos portugueses.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 5.398 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial oficial divulgado esta quarta-feira.</p>
<p>Entretanto, o número de feridos manteve-se em 16.740, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, que publicou o balanço na sua conta na rede de mensagens Telegram.</p>
<p>Dois abalos de magnitude 7,2 e 7,5 sacudiram a 24 de junho o norte do país, em particular o estado costeiro de La Guaira, próximo da capital Caracas.</p>
<p>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793227]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O ChatGPT decidiu agir sozinho. Porque é que este episódio está a causar tanto alarme pelo mundo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:55:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OpenAI]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sistema de inteligência artificial contorna as barreiras impostas pelos criadores, liga-se sozinho à Internet e lança um ataque informático para completar uma tarefa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece um cenário retirado de um filme de ficção científica: um sistema de inteligência artificial contorna as barreiras impostas pelos criadores, liga-se sozinho à Internet e lança um ataque informático para completar uma tarefa. Mas foi precisamente isso que uma versão experimental do ChatGPT terá feito, segundo revelou esta semana a OpenAI.</p>
<p>O modelo estava a ser testado num ambiente que os investigadores julgavam controlado quando conseguiu ultrapassar as limitações de acesso à Internet e entrar nos sistemas da Hugging Face, uma plataforma utilizada para alojar modelos e bases de dados de inteligência artificial, relata o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>A OpenAI descreveu o episódio como um “incidente informático sem precedentes” que envolveu capacidades avançadas de ataque e admitiu estar ainda a tentar compreender como o sistema conseguiu contornar as salvaguardas criadas para o manter isolado.</p>
<p>O caso provocou preocupação não apenas porque a IA decidiu lançar o ataque sem ter recebido instruções para o fazer, mas também porque foi capaz de o executar com sucesso. O sistema ultrapassou as restrições de conectividade e conseguiu explorar vulnerabilidades nos sistemas da Hugging Face.</p>
<p>A plataforma já tinha revelado na semana anterior ter sido alvo de um ataque que parecia ter sido conduzido, do princípio ao fim, por um agente de inteligência artificial. Na altura, a origem era desconhecida, embora o fundador da Hugging Face, Clément Delangue, tenha admitido suspeitar do envolvimento de um dos principais laboratórios do setor.</p>
<p>A explicação surgiu dias depois, quando a OpenAI reconheceu que o agente responsável tinha sido desenvolvido pela empresa. O comportamento do modelo, contudo, tinha uma lógica própria: estava a realizar o ExploitGym, um teste destinado a avaliar a capacidade de encontrar vulnerabilidades informáticas, alojado precisamente na Hugging Face.</p>
<p>Segundo a OpenAI, o sistema ficou “hiperconcentrado” em encontrar uma solução para o teste e foi levado a extremos para cumprir um objetivo muito restrito. Na prática, terá tentado entrar na plataforma para obter uma vantagem e fazer batota na avaliação.</p>
<p>É precisamente essa explicação que mais inquieta os especialistas. O caso mostra como uma inteligência artificial pode interpretar um objetivo de forma literal e recorrer a métodos imprevistos — e potencialmente perigosos — para o alcançar.</p>
<p>Durante anos, investigadores têm alertado para o problema do “alinhamento”: a dificuldade de garantir que sistemas cada vez mais poderosos atuam de acordo com as intenções humanas e não apenas da maneira mais eficiente para cumprir uma ordem.</p>
<p>Um modelo menos sofisticado poderia ter tentado lançar o mesmo ataque, mas provavelmente não teria capacidade para romper as barreiras de segurança. Neste caso, a combinação entre autonomia e competências informáticas avançadas permitiu-lhe transformar uma decisão inesperada numa ação real.</p>
<p>O incidente fez regressar o exemplo do “maximizador de clipes”, uma experiência teórica proposta pelo filósofo Nick Bostrom. Nesse cenário, uma inteligência artificial criada apenas para produzir o maior número possível de clipes poderia eliminar tudo o que ameaçasse impedir o cumprimento desse objetivo — incluindo os próprios seres humanos.</p>
<p>O sistema da OpenAI esteve muito longe de um cenário semelhante. Ainda assim, demonstrou o mesmo problema em escala reduzida: quando recebe uma missão, uma IA pode encontrar soluções que nunca foram previstas pelos criadores.</p>
<p>Há, porém, quem veja também uma operação de marketing na forma como o episódio foi divulgado. Matthew Green, especialista em segurança da Universidade Johns Hopkins, alerta que começa a ser difícil distinguir incidentes reais de segurança de campanhas destinadas a demonstrar o poder dos modelos.</p>
<p>Ao revelar que a sua tecnologia foi capaz de contornar restrições e vencer um teste através de um ataque informático, a OpenAI provoca alarme, mas também reforça a ideia de que possui sistemas extremamente poderosos — precisamente o tipo de capacidade que poderá querer vender a empresas interessadas em cibersegurança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793152]]></sapo:autor>
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		<title>Na corrida aos exércitos do futuro, os EUA procuram o soldado do passado: branco, musculado e movido a testosterona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:45:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Pete Hegseth]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das medidas mais polémicas passa pela realização de testes aos níveis de testosterona dos militares com mais de 30 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Poucos meses depois de Donald Trump regressar à Casa Branca, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, iniciou uma profunda transformação das Forças Armadas, assente na ideia de que o Exército se tornou demasiado &#8220;woke&#8221; e deve regressar a um modelo mais tradicional, relata o &#8216;El Confidencial&#8217;.</p>
<p>Uma das medidas mais polémicas passa pela realização de testes aos níveis de testosterona dos militares com mais de 30 anos. Segundo Hegseth, o objetivo é garantir que os soldados possuem os níveis &#8220;ideais&#8221; da hormona para maximizar o desempenho em combate e preservar aquilo que considera serem as características biológicas necessárias para a guerra.</p>
<p>Os militares que não atingirem esses valores poderão recorrer, de forma voluntária, a terapias de reposição hormonal. No entanto, endocrinologistas ouvidos pelo &#8216;El Confidencial&#8217; sublinham que não existe evidência científica de que níveis mais elevados de testosterona façam de alguém um melhor soldado.</p>
<p>Pelo contrário, vários estudos indicam que fatores como o treino, a alimentação, o descanso e a preparação física têm muito mais impacto no desempenho militar. Além disso, os especialistas alertam que a administração de testosterona a pessoas saudáveis pode provocar infertilidade, diminuição do volume dos testículos, acne, queda de cabelo e até o desenvolvimento de tecido mamário.</p>
<p>A visão de Hegseth estende-se também ao papel das mulheres nas Forças Armadas. O secretário da Defesa defende que a integração feminina nas unidades de combate tornou o Exército menos eficaz e já afirmou que &#8220;precisamos de mães, mas não nas forças armadas, e certamente não em unidades de combate&#8221;.</p>
<p>Muito antes de chegar ao Pentágono, Hegseth já defendia estas posições no livro &#8216;The War on Warriors&#8217;, onde argumentava que determinadas funções militares deveriam continuar reservadas aos homens.</p>
<p>Para Megan MacKenzie, professora de Relações Internacionais da Universidade Simon Fraser e autora de Beyond the Band of Brothers, esta visão assenta numa conceção muito específica da masculinidade, segundo a qual os homens são naturalmente superiores para o combate e a testosterona simboliza essa suposta vantagem.</p>
<p>A investigadora rejeita, contudo, essa interpretação e lembra que não existem provas de que a presença de mulheres reduza a eficácia operacional. Pelo contrário, vários estudos mostram que muitas militares alcançaram desempenhos de excelência, cumprindo ou ultrapassando os exigentes padrões físicos das unidades de combate.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Confidencial&#8217;, as decisões tomadas por Hegseth já começam a ter consequências na progressão das carreiras militares. Este ano, pela primeira vez em mais de uma década, a Marinha dos Estados Unidos não promoveu qualquer mulher ao posto de almirante.</p>
<p>O jornal refere ainda que Hegseth terá bloqueado pessoalmente a promoção de vários oficiais selecionados por um comité militar, entre os quais Amy Bauernschmidt, a primeira mulher a comandar um porta-aviões nuclear americano, numa decisão descrita como altamente invulgar.</p>
<p>Apesar do discurso da atual liderança do Pentágono, a realidade das operações militares tem vindo a mudar. As guerras modernas dependem cada vez mais de áreas como a inteligência, os sistemas aéreos não tripulados e as tecnologias de informação, funções em que homens e mulheres desempenham papéis idênticos.</p>
<p>Desde 2015, as mulheres podem servir oficialmente em todas as funções de combate das Forças Armadas dos Estados Unidos. Hoje representam mais de 17% dos efetivos militares e participam em praticamente todas as áreas operacionais, da aviação às operações especiais, depois de décadas em que muitas já combatiam no Iraque e no Afeganistão, apesar das restrições então em vigor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793196]]></sapo:autor>
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		<title>UE prolonga até 2028 regras para deteção de abuso sexual infantil online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:44:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[abuso sexual]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Os prestadores de serviços online vão voltar a poder rastrear e reportar material de abuso sexual infantil, graças a um novo regulamento aprovado hoje pelo Conselho da União Europeia e que irá permanecer em vigor até abril de 2028.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os prestadores de serviços online vão voltar a poder rastrear e reportar material de abuso sexual infantil, graças a um novo regulamento aprovado hoje pelo Conselho da União Europeia e que irá permanecer em vigor até abril de 2028.</P><br />
<P>De acordo com a informação divulgada hoje, o &#8220;Conselho deu luz verde definitiva a um regulamento que permite aos prestadores de serviços em linha retomar a deteção e remoção voluntárias de material de abuso sexual de crianças nas suas plataformas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A medida é temporária e visa proteger as crianças enquanto se negoceia um quadro legislativo a longo prazo&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>Desde o dia 03 de abril de 2026, os prestadores de serviços online estavam impedidos de rastrear e reportar material de abuso sexual infantil, tendo em conta que se tratava de um regime temporário que funcionaria enquanto não fosse aprovado um quadro legislativo permanente.</P><br />
<P>Como o Conselho da UE e o Parlamento Europeu não chegaram a acordo sobre este mecanismo legal da União Europeia, as regras provisórias, em vigor desde 2021, que permitiam que, em casos específicos de deteção de conteúdos com abusos sexuais sobre crianças, não se aplicasse temporariamente a chamada diretiva &#8216;ePrivacy&#8217;, que regula a privacidade nas comunicações eletrónicas, expiraram em 03 de abril.</P><br />
<P> No comunicado, o Conselho da UE defende que &#8220;as ações voluntárias dos prestadores de serviços em linha são cruciais, uma vez que ajudam a identificar, investigar e levar a julgamento os autores dos crimes&#8221;, contribuindo para o resgate das vítimas e para reduzir a disseminação de conteúdos com abusos sexuais de crianças.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o ministro da Justiça, dos Assuntos Internos e da Migração da Irlanda destaca que &#8220;hoje é um dia importante para a proteção das crianças&#8221;, apontando que os países agiram &#8220;rapidamente para colmatar a lacuna jurídica que existia&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Jim O&#8217;Callaghan, &#8220;esta é a atitude correta&#8221; e disse estar confiante que os países terão &#8220;o mesmo sentido de responsabilidade&#8221; na negociação das regras a longo prazo para a deteção do abuso sexual de crianças na internet.</P><br />
<P>Segundo a informação do comunicado, esta medida hoje aprovada será publicada no Jornal Oficial da UE &#8220;nos próximas dias e entrará em vigor três dias depois&#8221;, permanecendo em vigor até 03 de abril de 2028.</P><br />
<P>Na prática, e a partir do momento que entre em vigor a medida provisória, trata-se basicamente de uma derrogação às regras de proteção de dados aplicáveis às comunicações eletrónicas, de modo a que os fornecedores possam detetar material pedófilo ou a aliciamento de menores para fins sexuais nas suas plataformas e denunciar e remover esses conteúdos.</P><br />
<P>O Conselho diz ainda que está atualmente a negociar com o Parlamento Europeu as regras de longo prazo e que o acordo de hoje não prejudica as negociações em curso, &#8220;com vista a proporcionar clareza e segurança jurídicas a longo prazo&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793208]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da NOS sobe 13,7% no 1.º semestre para 128 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:43:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[NOS]]></category>
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					<description><![CDATA[O resultado líquido da NOS, excluindo efeitos não recorrentes, subiu 13,7% no primeiro semestre, face a igual período de 2025, para 128,1 milhões de euros, anunciou hoje a empresa liderada por Miguel Almeida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O resultado líquido da NOS, excluindo efeitos não recorrentes, subiu 13,7% no primeiro semestre, face a igual período de 2025, para 128,1 milhões de euros, anunciou hoje a empresa liderada por Miguel Almeida.</p>
<p>Já a receita consolidada &#8220;atingiu 918,5 milhões de euros, um crescimento de 1,0%, com o contributo das receitas da unidade de negócio empresarial, do segmento de TI, e de Cinema &amp; Audiovisuais a compensar a descida no &#8216;wholesale'&#8221;, refere a NOS, em comunicado.</p>
<p>O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) cresceu 2,3% face ao período homólogo de 2025, &#8220;fixando-se nos 409,3 milhões de euros, com contributos positivos de todos os segmentos de negócio&#8221;.</p>
<p>No período em análise, &#8220;as receitas de telecomunicações mantiveram-se em linha com o mesmo período do ano passado, nos 782,2 milhões de euros, com as receitas da unidade de negócio empresarial a crescer 3,0%&#8221;.</p>
<p>Por sua vez, as receitas de TI [tecnologias], &#8220;segmento de negócio da NOS que agrega receitas de TI da NOS e da Claranet Portugal, &#8220;aumentaram 13,4%, para 103,5 milhões de euros face ao primeiro semestre do ano passado, registando um crescimento de dois dígitos na venda de equipamentos e licenças&#8221;.</p>
<p>O segmento de Cinema &amp; Audiovisuais &#8220;registou um desempenho positivo face ao primeiro semestre de 2025, com as receitas a aumentar 3,2% para 50,5 milhões de euros&#8221;.</p>
<p>De acordo com a empresa, &#8220;a unidade de negócio de Cinema beneficiou de um maior volume de sucessos de bilheteira ao longo do semestre face ao período homólogo&#8221;.</p>
<p>A NOS Audiovisuais &#8220;manteve um papel relevante na distribuição de conteúdos em Portugal, reforçando o posicionamento da NOS no mercado de cinema e entretenimento, com vários filmes no top dos mais vistos&#8221;, refere a empresa.</p>
<p>O grupo salienta que a adoção generalizada da inteligência artificial (IA) permitiu à empresa &#8220;implementar iniciativas disruptivas, que se traduziram em melhorias de processos e ganhos de eficiência em áreas críticas&#8221;.</p>
<p>Segundo dados da empresa, entre janeiro e junho, a NOS &#8220;adicionou 229,2 mil serviços, um crescimento de 2,1% face ao período homólogo de 2025, num contexto de forte concorrência&#8221;.</p>
<p>No móvel, &#8220;contabilizou 206,1 mil novos serviços face ao final de junho de 2025, representando um crescimento de 3,7%&#8221;. No final de junho, a empresa prestava 5,781 milhões de serviços.</p>
<p>Relativamente ao número de serviços de clientes empresariais, este registou um aumento de 53,3 mil, para 1,7 milhões face ao mesmo período do ano passado (+ 3,1%).</p>
<p>A rede fixa de última geração da NOS &#8220;chega a 6,2 milhões de lares e empresas&#8221;.</p>
<p>O número de serviços fixos atingiu, &#8220;no final de junho, cerca de 4,8 milhões, aproximadamente 82 mil acima do semestre homólogo do ano passado&#8221;.</p>
<p>O segmento TI, que é a nova aposta da NOS, &#8220;registou um crescimento significativo, reforçando o posicionamento&#8221; da empresa em &#8220;soluções integradas de elevado valor&#8221;.</p>
<p>&#8220;No segundo trimestre de 2026, a NOS voltou a demonstrar a sua resiliência operacional e capacidade de geração de valor, apesar do contexto competitivo muito desafiante&#8221;, afirma o presidente executivo (CEO), Miguel Almeida, citado no comunicado.</p>
<p>A transformação suportada em IA &#8220;continua a gerar eficiência operacional, reforçando os ganhos de produtividade que sustentam a expansão da margem EBITDA e da rentabilidade&#8221;, refere o responsável, adiantando que &#8220;as receitas consolidadas continuam pressionadas pela unidade de negócio de Consumo, impactada por um mercado que se mantém excecionalmente competitivo&#8221;.</p>
<p>Já naa unidade Empresarial, tanto o segmento de Telecomunicações como o segmento de TI, &#8220;apresentaram um crescimento positivo, o que permitiu manter as receitas consolidadas ao nível do mesmo período do ano anterior&#8221;.</p>
<p>&#8220;Este trimestre foi também marcado por reconhecimentos externos, incluindo as distinções da revista Time e do Financial Times, que atestam o compromisso e os resultados atingidos pela empresa em matéria de sustentabilidade&#8221;.</p>
<p>Agora, &#8220;entramos na segunda metade do ano com a expectativa de manter esta trajetória &#8211; o mesmo padrão de disciplina financeira, eficiência operacional e conversão crescente de cash flow que caracterizou o primeiro semestre&#8221;, remata Miguel Almeida.</p>
<p>Os títulos da NOS fecharam hoje a cair 0,16% para 4,91 euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793207]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidentes de Cabo Verde e Portugal apontam oceanos para alargar cooperação bilateral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:42:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[José Maria Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Ilha da Boa Vista, Cabo Verde (Lusa), 23 jul 2026 (Lusa) - Os presidentes de Cabo Verde e Portugal apontaram hoje os oceanos como área para alargamento da cooperação bilateral entre os dois países, convidando à participação do setor privado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os presidentes de Cabo Verde e Portugal apontaram hoje os oceanos como área para alargamento da cooperação bilateral entre os dois países, convidando à participação do setor privado.</p>
<p>&#8220;Os oceanos são uma área aberta e com enorme potencial em termos de cooperação entre os dois países&#8221;, referiu António José Seguro, num balanço da visita de Estado de três dias a Cabo Verde, apontando como exemplo o trabalho já desenvolvido na cooperação ao nível das Forças Armadas.</p>
<p>Segundo referiu, há margem para crescer &#8220;do ponto de vista da investigação marítima e daquilo que o mar pode dar numa perspetiva sustentável&#8221; a ambos os países.</p>
<p>&#8220;É uma área que pode e deve ser desenvolvida e essa cooperação multiplica-se depois noutros domínios&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Na sua visão, os oceanos são uma das áreas fundamentais, &#8220;inclusivamente no seio da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP)&#8221;, porque &#8220;todos os Estados que são membros da comunidade&#8221; têm contacto com o mar.</p>
<p>José Maria Neves partilhou da mesma convicção: &#8220;é uma área de enormes potencialidades, onde pode haver um crescimento considerável de investimentos, formação, investigação e cooperação entre universidades&#8221;.</p>
<p>Mas os mares não ofuscam outras áreas de ligação, referiram os dois chefes de Estado.</p>
<p>Neves apontou também para a área da saúde, onde espera poder haver apostas conjuntas com &#8220;hospitais, universidades e empresas portuguesas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se há algo de muito concreto em Cabo Verde é o contributo que Portugal tem dado para o crescimento e desenvolvimento&#8221; do país, referiu.</p>
<p>António José Seguro está no último de três dias de visita a Cabo Verde.</p>
<p>Para o Presidente português, &#8220;o que é extremamente gratificante é ver que em cada momento&#8221; da viagem se deparou com &#8220;investimentos que estão a ser feitos em termos de cooperação entre os dois países&#8221;.</p>
<p>Há 30 instrumentos de cooperação bilateral assinados desde a cimeira de 2025 e o Presidente português faz um balanço positivo: &#8220;a cooperação já ganhou uma velocidade tal que a certa altura já não vão ser necessários acordos&#8221;, disse, dirigindo-se à secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Ana Isabel Xavier, que integra a comitiva.</p>
<p>O Presidente António José Seguro terminou a visita à ilha da Boa Vista com uma passagem pela Reserva Natural do Morro de Areia.</p>
<p>Os últimos pontos da agenda em Cabo Verde incluem paragens no Hospital Agostinho Neto, no Parque Tecnológico da cidade da Praia e um encontro com a comunidade portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793201]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Menina de 1 ano morre esquecida no interior de viatura de um colégio em Almada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:41:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma menina com 1 ano de idade morreu hoje no interior de uma viatura de um colégio, na Avenida do Cristo Rei, em Almada, no distrito de Setúbal, confirmaram à Lusa fontes da PSP e do INEM.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma menina com 1 ano de idade morreu hoje no interior de uma viatura de um colégio, na Avenida do Cristo Rei, em Almada, no distrito de Setúbal, confirmaram à Lusa fontes da PSP e do INEM.</P><br />
<P>Segundo a PSP, a menina terá ficado esquecida no interior da viatura do colégio.</P><br />
<P>Contactado pela agência Lusa, o INEM informou que foi acionado às 15:53 para uma ocorrência relacionada com uma criança do sexo feminino, de 1 ano, tendo sido mobilizados para o local os Bombeiros Voluntários de Cacilhas, uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) e a Unidade Móvel de Intervenção Psicológica de Emergência (UMIPE) do INEM.</P><br />
<P>O INEM adianta ainda que à chegada das equipas de socorro foram iniciadas de imediato manobras de reanimação, mas que, &#8220;apesar dos esforços das equipas, não foi possível reverter a situação, tendo o óbito sido verificado no local&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793198]]></sapo:autor>
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		<title>Barack Obama debate liderança em Portugal em outubro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/barack-obama-debate-lideranca-em-portugal-em-outubro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:41:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changers Forum]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo presidente norte-americano Barack Obama vai estar em Portugal, em outubro, para debater questões relacionadas com liderança, na sexta edição do Game Changers Forum, anunciou hoje a organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo presidente norte-americano Barack Obama vai estar em Portugal, em outubro, para debater questões relacionadas com liderança, na sexta edição do Game Changers Forum, anunciou hoje a organização. </P><br />
<P>O 44.º presidente dos Estados Unidos (2009&#8211;2017) vai ser o orador principal numa conversa dedicada à liderança, resiliência e impacto, num evento aberto ao público, com a presença de mais de 30 oradores nacionais e internacionais. </P><br />
<P>Em novembro de 2010, o então chefe de Estado norte-americano esteve em Portugal para participar nas cimeiras UE-EUA e da NATO. </P><br />
<P>Obama voltou a parar em Portugal, em novembro de 2016, numa escala técnica na base das Lajes, na ilha Terceira, numa viagem entre a Alemanha e o Peru.</P><br />
<P>Antes, esteve na Grécia e na Alemanha, na sua última visita oficial à Europa enquanto presidente dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Em 2018, já depois de ter abandonado a Casa Branca, Obama abordou, numa conferência, no Porto, a importância de agir perante o problema que representam as alterações climáticas para o mundo, uma das prioridades dos dois mandatos presidenciais do democrata. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Valet, ioga, violino ao vivo e menus à la carte: o hospital de luxo em Espanha onde os doentes são tratados como realeza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:39:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Inaugurado em outubro de 2025, o centro pretende combinar cuidados médicos altamente especializados com uma experiência personalizada para pacientes que valorizam conforto, privacidade e exclusividade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Valet à entrada, quartos dignos de um hotel de luxo, aulas de ioga, música ao vivo junto à cama, menus personalizados e até a possibilidade de escolher o médico que fará uma cirurgia. Parece um hotel de cinco estrelas, mas é um hospital. Em Marbella, no sul de Espanha, o Hospital Recoletas Salud aposta num conceito de &#8220;hospital boutique&#8221;, relata o &#8216;El Mundo&#8217;.</p>
<p>Inaugurado em outubro de 2025, o centro pretende combinar cuidados médicos altamente especializados com uma experiência personalizada para pacientes que valorizam conforto, privacidade e exclusividade.</p>
<p>Logo à chegada, o ambiente distingue-se do habitual. Não há salas de espera cheias, as consultas são marcadas para uma hora exata e cada paciente dispõe de, pelo menos, 30 minutos com o médico. Os quartos privados têm decoração cuidada, obras de arte e um ambiente pensado para reduzir o stress da hospitalização.</p>
<p>Segundo a administração do hospital, muitos dos seus clientes são pacientes internacionais ou pessoas com elevado poder de compra. A diária começa nos 500 euros, mas pode aumentar consoante os serviços prestados.</p>
<p>Uma das características mais invulgares é o conceito de &#8220;hospital aberto&#8221;. Se o paciente preferir ser operado por um especialista de outro hospital — mesmo vindo do estrangeiro —, o centro procura tornar isso possível, desde que existam condições clínicas e o custo adicional seja suportado pelo próprio.</p>
<p>A personalização estende-se também à alimentação. Se o médico autorizar, o hospital pode até ir buscar refeições a restaurantes de Marbella para satisfazer os pedidos dos doentes. Também há quem solicite serviços de cabeleireiro durante o internamento ou sessões individuais de ioga adaptadas à condição física de cada paciente.</p>
<p>A música faz igualmente parte da experiência. A violinista Alison Harling visita alguns quartos para tocar ao vivo. Elena, uma paciente de 86 anos, emocionou-se ao ouvi-la interpretar várias peças depois de recuperar de uma infeção grave provocada por complicações de uma fratura no fémur.</p>
<p>Outra paciente, Vanessa, de 50 anos, conta ao &#8216;El Mundo&#8217; que chegou ao hospital depois de um diagnóstico errado noutro centro de saúde. Em Marbella descobriram que sofria de uma pneumonia bilateral causada por uma bactéria. Após cerca de um mês de internamento, recebeu alta e descreveu o tratamento como &#8220;de primeira classe&#8221;.</p>
<p>Também Anita, de 65 anos, recuperou após uma delicada cirurgia à coluna, realizada depois de outros hospitais lhe terem dito que a intervenção seria demasiado arriscada. &#8220;A dor ficou na sala de operações&#8221;, afirmou.</p>
<p>Apesar do ambiente luxuoso, a direção faz questão de sublinhar que existem limites. Houve pacientes que pediram champanhe para celebrar a alta ou quiseram ser transferidos de avião sem autorização médica. Em ambos os casos, a resposta foi negativa.</p>
<p>&#8220;O conforto é importante, mas a segurança vem sempre em primeiro lugar&#8221;, afirma a administração. É por isso que, apesar do valet, das suítes, dos menus personalizados e da música ao vivo, o lema continua a ser claro: &#8220;Isto não é um hotel. É um hospital.&#8221;</p>
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