Um futuro em que os automóveis não precisam de condutor para se deslocarem parece o cenário ideal para uma empresa como a Uber, cuja actividade se concentra no transporte de passageiros. Sem custos associados à mão-de-obra, o futuro deste negócio poderá basear-se nesta tecnologia e, por isso mesmo, a Uber mostrou recentemente o seu interesse em adquirir a primeira vaga de automóveis autónomos produzidos pela Tesla.
Apesar de não ser o único fabricante a apostar nesta tecnologia, a Tesla foi a marca escolhida por Travis Kalanick, CEO da Uber, que alegadamente terá informado Steve Jurvetson, membro do Conselho Executivo da marca de eléctricos norte-americana, sobre a sua intenção de adquirir os primeiros 500 mil automóveis autónomos que o fabricante prevê produzir até meados de 2020, de acordo com a revista Forbes.
Até lá, a Uber enfrenta, por um lado, a ainda inexistente legislação referente à tecnologia autónoma, e por outro, os constantes ataques à sua actividade que é considerada concorrência desleal pelos taxistas.





