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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Bolsa de Nova Iorque negoceia mista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negociava mista no início da sessão com o setor da inteligência artificial (IA) novamente em queda e o preço do petróleo a subir para pretos dos 70 dólares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa em Wall Street negociava mista no início da sessão com o setor da inteligência artificial (IA) novamente em queda e o preço do petróleo a subir para pretos dos 70 dólares. </P><br />
<P>Pelas 14:50 (hora de Lisboa), o industrial Dow Jones era o único de subia, 0,24% para 53.182,01 pontos. </P><br />
<P>O agregado S&amp;P 500 recuava 0,24% para 7.519,27 pontos e o tecnológico Nasdaq caía 0,82% para 25.906,14 pontos. </P><br />
<P>As quedas das ações do setor da inteligência artificial, incluindo a Micron Technology, arrastaram o Nasdaq para uma descida perto de 1%.</P><br />
<P>A fraqueza começou na Ásia, onde a Samsung Electronics desceu 6,9% em Seul, contribuindo para que o índice Kospi da Coreia do Sul caísse 4,9%. </P><br />
<P>Outros índices asiáticos também registaram quedas, enquanto os mercados europeus apresentaram resultados mistos. As taxas de rendibilidade dos títulos do Tesouro subiram ligeiramente.</P><br />
<P>O petróleo bruto do Texas (WTI, na sigla em inglês) subia hoje 0,92%, para 69,18 dólares por barril, depois de a Guarda Revolucionária do Irão ter disparado contra dois navios comerciais perto do estreito de Ormuz.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786388]]></sapo:autor>
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		<title>Trump ameaça retirar mais tropas da Europa e volta a reclamar a Gronelândia para os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:45:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Donald Trump voltou a defender que a Gronelândia deve ficar sob controlo dos Estados Unidos e deixou novas críticas à NATO, afirmando estar “muito dececionado” com os aliados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Donald Trump voltou a defender que a Gronelândia deve ficar sob controlo dos Estados Unidos e deixou novas críticas à NATO, afirmando estar “muito dececionado” com os aliados. As declarações foram feitas esta terça-feira, em Ancara, à chegada à cimeira da Aliança Atlântica, numa conferência de imprensa conjunta com o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente norte-americano não afastou a possibilidade de retirar mais tropas dos Estados Unidos da Europa, depois de ter criticado a falta de apoio dos aliados à recente atuação militar de Washington contra o Irão. Trump afirmou que só participou na cimeira por esta decorrer na Turquia, país liderado por Erdogan, a quem chamou “amigo” e “líder muito forte”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Questionado sobre uma eventual redução da presença militar norte-americana na Europa, Trump respondeu com fortes críticas à NATO. O presidente dos Estados Unidos disse que os aliados não trataram bem Washington durante a ofensiva no Médio Oriente e acusou-os de terem recusado apoio antes mesmo de os Estados Unidos o pedirem formalmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump recordou que os EUA investiram “biliões de dólares” na Aliança Atlântica ao longo dos anos para proteger os países europeus e o Canadá, primeiro da ameaça da antiga União Soviética e depois da Rússia. Para o presidente norte-americano, seria expectável que esses países estivessem mais disponíveis para apoiar Washington.</p>
<p class="isSelectedEnd">O chefe de Estado norte-americano questionou ainda o motivo pelo qual os Estados Unidos continuam a gastar centenas de milhares de milhões de dólares se os aliados não estão disponíveis para os apoiar quando necessário.</p>
<p><strong>Gronelândia volta ao discurso de Trump</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a mesma intervenção, Trump recuperou a reivindicação sobre a Gronelândia, território autónomo sob soberania dinamarquesa. O presidente norte-americano afirmou que a ilha é importante para os Estados Unidos e criticou a Dinamarca, dizendo que Copenhaga não investe o suficiente para ajudar verdadeiramente a Gronelândia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump justificou o interesse estratégico com a presença de navios chineses e russos na região. Para o presidente dos Estados Unidos, a Gronelândia deveria estar sob controlo norte-americano e não dinamarquês.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump também voltou a comentar a relação com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, depois de a ter criticado nos últimos dias. O presidente norte-americano disse que Meloni é uma pessoa “agradável” e que ambos tiveram uma boa relação, mas afirmou que essa relação se deteriorou porque a chefe do Governo italiano se recusou a ajudar os Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Trump, Meloni não quis envolver-se na questão do estreito de Ormuz, ou, nas suas palavras, no dossier do Irão. O presidente dos Estados Unidos afirmou que não pressionou muito a líder italiana, mas considerou que a recusa foi um erro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump sublinhou que Itália depende em grande medida do petróleo proveniente do Médio Oriente, ao contrário dos Estados Unidos, que, segundo afirmou, têm reservas próprias suficientes. O presidente norte-americano disse que Washington não precisa do estreito de Ormuz e que age na região por considerar essa intervenção importante.</p>
<p>As declarações de Trump em Ancara reforçam a tensão entre Washington e alguns aliados europeus, num momento em que a cimeira da NATO decorre sob pressão das divergências sobre defesa, Médio Oriente e presença militar norte-americana na Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786396]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Líder parlamentar do CDS-PP pede a CGTP que atribua medalha de mérito a André Ventura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:45:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder parlamentar do CDS-PP apelou hoje à CGTP para atribuir uma medalha de mérito ao presidente do Chega, André Ventura, depois de ter chumbado com a esquerda a proposta de revisão da lei laboral do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder parlamentar do CDS-PP apelou hoje à CGTP para atribuir uma medalha de mérito ao presidente do Chega, André Ventura, depois de ter chumbado com a esquerda a proposta de revisão da lei laboral do Governo.</P><br />
<P>No encerramento das jornadas parlamentares do PSD/CDS-PP, em Cascais (distrito de Lisboa), Paulo Núncio disse ao Chega que &#8220;não dá para ser de direita e comunista ao mesmo tempo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Diz-me com quem andas, diz-me com quem tens o punho erguido e eu dir-te-ei quem és. De tanto querer agradar à esquerda, o Chega é hoje o maior aliado da esquerda e da extrema-esquerda contra o governo da AD&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Numa nota irónica, deixou um apelo direto ao secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira.</P><br />
<P>&#8220;E o apelo é muito simples. Pelos distintíssimos serviços prestados ao sindicalismo comunista, o deputado André Ventura merece receber a medalha de mérito da CGTP&#8221;, afirmou, acrescentando que, desde Álvaro Cunhal, &#8220;pouca gente terá feito tanto pela causa do sindicalismo comunista como o deputado André Ventura nos últimos tempos&#8221;. </P><br />
<P>Paulo Núncio destacou os resultados do Governo PSD/CDS-PP em três áreas: a economia, o apoio aos mais frágeis e no &#8220;virar de página do delírio &#8216;woke'&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Porque governar não é só administrar bem as finanças públicas, também é proteger os valores e as causas em que acreditamos. E na frente mais prioritária, a das nossas crianças&#8221;, disse.</P><br />
<P>O líder parlamentar do CDS-PP defendeu que é preciso &#8220;proteger as crianças da tragédia das terapias hormonais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vamos acabar com as terapias hormonais para mudança de sexo em crianças. Mas não ficamos por aqui. Queremos proteger o direito constitucional à liberdade de aprender, à participação das famílias na educação dos seus filhos e a um ensino livre de amarras ideológicas, como defendeu e bem o nosso primeiro-ministro&#8221;, disse.</P><br />
<P>Paulo Núncio incluiu ainda neste ponto a defesa dos símbolos nacionais, numa referência à chamada lei das bandeiras, que foi vetada pelo Presidente da República e será alvo de reapreciação parlamentar depois do verão. </P><br />
<P>&#8220;As bandeiras devem ser símbolos de unidade, não de divisão entre os portugueses. E os edifícios públicos não devem ser usados para campanhas políticas ideológicas que dividem a nação portuguesa&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Para os próximos anos, o líder parlamentar do CDS-PP apelou a que não se esqueçam as razões pelas quais os portugueses deram a vitória à AD em duas legislativas antecipadas.</P><br />
<P>&#8220;Para governar com resultados, para transformar Portugal, para fazer mudanças, para trabalhar e avançar, sem medos e com confiança&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786370]]></sapo:autor>
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		<title>Choque energético deve exercer pressão adicional sobre os salários, alerta OCDE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
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					<description><![CDATA[Os salários reais permanecem abaixo dos níveis de 2021 em cerca de um terço dos países da OCDE e espera-se que o choque energético deste ano exerça pressão adicional sobre os rendimentos, segundo um novo relatório.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os salários reais permanecem abaixo dos níveis de 2021 em cerca de um terço dos países da OCDE e espera-se que o choque energético deste ano exerça pressão adicional sobre os rendimentos, segundo um novo relatório.</P><br />
<P>Mesmo antes da recente subida nos preços da energia, a recuperação dos salários reais já estava a desacelerar, ao passo que, num terço dos países da OCDE, os salários reais permaneciam abaixo dos níveis observados no início de 2021, pouco antes da onda inflacionária do pós-pandemia. </P><br />
<P>O crescimento anual dos salários reais foi positivo em praticamente todos os países da OCDE no primeiro trimestre de 2026, mas ficou abaixo do registado um ano antes em dois terços deles.</P><br />
<P>A média entre os países foi de 2,2% no primeiro trimestre de 2026, em comparação com 2,7% no primeiro trimestre de 2025, de acordo com o relatório da OCDE divulgado hoje.</P><br />
<P>Com as novas pressões inflacionárias decorrentes dos custos mais elevados de energia, espera-se que o crescimento dos salários reais desacelere ainda mais, alerta a OCDE, que destaca que os salários dos trabalhadores de menor remuneração &#8220;resistiram melhor à inflação do que os da maioria dos trabalhadores, graças aos aumentos do salário mínimo&#8221;.</P><br />
<P>Já os mercados de trabalho nos países da OCDE mantiveram-se resilientes, com o emprego total a atingir um nível recorde e a previsão de que continue a crescer neste ano e no próximo. </P><br />
<P>A OCDE sublinha ainda que existem grandes diferenças regionais nos resultados do mercado de trabalho, sendo que as taxas de desemprego nas regiões com pior desempenho são, em média, mais do que o dobro das observadas naquelas com melhor desempenho. </P><br />
<P>O relatório salienta também que o comércio e as mudanças tecnológicas afetam os mercados de trabalho locais de maneiras muito distintas, dependendo da sua estrutura industrial. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786371]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Empresas perdem quase 1 milhão de euros por ano devido à complexidade das infraestruturas digitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:28:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A complexidade das infraestruturas digitais está a custar às grandes empresas quase um milhão de euros por ano em crescimento e inovação, segundo um novo estudo da Colt Technology Services.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A complexidade das infraestruturas digitais está a custar às grandes empresas quase um milhão de euros por ano em crescimento e inovação, segundo um novo estudo da Colt Technology Services.</p>
<p>A análise conclui que a gestão de redes complexas continua a ser um dos principais entraves à transformação digital, atrasando projetos estratégicos, dificultando a adoção da inteligência artificial (IA) e comprometendo novas oportunidades de negócio.</p>
<p>O estudo <em>The Cost of Complexity: Why Simplifying Digital Infrastructure Accelerates Enterprise Growth</em> reuniu as respostas de 600 gestores de topo de grandes organizações no Reino Unido, França, Alemanha, Países Baixos e Japão.</p>
<p>De acordo com a investigação, cerca de 401 mil euros anuais ficam em risco devido a atrasos, tempo perdido e repetição de tarefas provocados pela complexidade das infraestruturas digitais. A este valor juntam-se mais de 508 mil euros em iniciativas de inovação que acabam por não avançar, elevando para quase um milhão de euros o potencial anual de crescimento comprometido.</p>
<p>Entre os principais fatores que alimentam esta complexidade destacam-se a gestão de múltiplos fornecedores (57%), a utilização de sistemas legados (48%) e os requisitos de segurança e conformidade (36%). Segundo a Colt, estas dificuldades traduzem-se em custos internos mais elevados, atrasos na execução de projetos, aumento dos encargos com fornecedores, adiamento de receitas e maior exposição a riscos de segurança.</p>
<p>O estudo revela ainda que a complexidade das infraestruturas está também a condicionar a adoção da inteligência artificial. Seis em cada dez inquiridos consideram que a infraestrutura digital das suas organizações impede a obtenção de todos os benefícios da IA em larga escala, enquanto 66% admitem que já perderam oportunidades relacionadas com esta tecnologia.</p>
<p>No plano financeiro, mais de metade das empresas (57%) afirma estar a perder receitas porque a infraestrutura digital não acompanha as suas ambições de crescimento. Nos últimos 12 meses, as organizações participantes indicaram ainda que deixaram de concretizar, em média, 14 iniciativas de inovação devido, pelo menos em parte, à complexidade tecnológica, estimando o valor dessas oportunidades perdidas em cerca de 508 mil euros por ano.</p>
<p>Além do impacto financeiro, a investigação aponta consequências operacionais significativas. Em média, as empresas registaram atrasos equivalentes a sete semanas em projetos críticos ao longo do último ano. Cerca de 91% dos inquiridos afirmam que a complexidade das infraestruturas atrasou a adoção de tecnologias emergentes, como a Agentic AI.</p>
<p>O impacto estende-se também a outras áreas estratégicas: 93% dos participantes referem atrasos na integração de processos de fusões e aquisições, 84% na expansão para novos mercados e 83% no lançamento de novos produtos. Além disso, 56% consideram que esta realidade está a travar a inovação, 44% apontam um aumento dos custos operacionais e 39% dizem que está a limitar o crescimento das receitas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786390]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O ensino superior está a preparar pessoas para um mercado que já não existe</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/o-ensino-superior-esta-a-preparar-pessoas-para-um-mercado-que-ja-nao-existe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Daniel Sá, director executivo do IPAM]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
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<div class="ms-controls-row"><em>Por Daniel Sá, director executivo do IPAM</em></div>
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</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mercado de trabalho mudou. Rápido. Profundo. Irreversível. O ensino superior não. E isso já deixou de ser um problema académico. É um problema económico.</p>
<p>Segundo o “Future of Jobs Report” do World Economic Forum, 39% das competências centrais dos trabalhadores vão mudar até 2030. Quase quatro em cada dez. Em apenas cinco anos.</p>
<p>No mesmo relatório, 86% das empresas dizem que a inteligência artificial vai transformar profundamente os seus negócios. A maioria já sente falta de talento com as competências certas.</p>
<p>O paradoxo é simples. Nunca se falou tanto de qualificação. Nunca houve uma distância tão grande entre o que se ensina e o que o mercado precisa.</p>
<p>A OCDE confirma: o skills mismatch, ou seja, o desencontro entre formação e trabalho, continua a penalizar produtividade, salários e competitividade. Não é um problema marginal. É estrutural.</p>
<p>Enquanto isso, muitas universidades continuam organizadas por lógicas que fazem cada vez menos sentido: ciclos longos, currículos rígidos, validações lentas, decisões tomadas para proteger o sistema e não para servir o mercado.</p>
<p>Formamos para diplomas. Quando o mercado contrata por competências. Formamos para funções. Quando as funções desaparecem. Formamos para carreiras lineares. Quando o trabalho se tornou tudo menos linear.</p>
<p>A McKinsey é clara: até 2030, até 30% das horas de trabalho actuais podem ser automatizadas, aceleradas pela IA generativa. Profissões inteiras vão mudar de perfil. Outras vão simplesmente desaparecer.</p>
<p>Perante isto, insistir em modelos educativos lentos não é conservadorismo. É irresponsabilidade. As empresas já perceberam.</p>
<p>Cada vez mais recrutam por competências, não por títulos. Grandes grupos internacionais estão a remover exigências formais de grau académico porque sabem que isso já não garante adequação ao papel.</p>
<p>O ensino superior, em demasiados casos, continua a agir como se tivesse tempo infinito. Não tem. Relevância não se herda. Constrói‑se. E constrói‑se com velocidade. O futuro não vai esperar que conselhos científicos deliberem. Não vai aguardar ciclos de acreditação. Não vai respeitar tradições.</p>
<p>Ou o ensino superior acelera, ou torna‑se periférico. Pode manter prestígio interno durante algum tempo. Mas perderá impacto real. E quando uma instituição forma pessoas para um mercado que já não existe, o custo não é dela. É dos estudantes. Das empresas. Do país.</p>
<p>A velocidade deixou de ser uma vantagem competitiva. Passou a ser uma condição mínima de sobrevivência.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Daniel Sá, director executivo do IPAM]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>F3M e Católica Portuguesa juntam-se para reforçar competências de profissionais de vários sectores</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/f3m-e-catolica-portuguesa-juntam-se-para-reforcar-competencias-de-profissionais-de-varios-sectores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa tecnológica F3M e a Universidade Católica Portuguesa – Braga assinaram um protocolo de cooperação que visa capacitar e reforçar as competências de profissionais, ligados às mais variadas áreas e mercados, através de iniciativas de formação e qualificação especializadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>A empresa tecnológica F3M e a Universidade Católica Portuguesa – Braga assinaram um protocolo de cooperação que visa capacitar e reforçar as competências de profissionais, ligados às mais variadas áreas e mercados, através de iniciativas de formação e qualificação especializadas.</p>
</div>
</div>
<div id="brxe-tfxagn" class="brxe-block">
<div id="brxe-jnrdez" class="brxe-post-content bm-blog-single-11__post-content">
<p>“Gestão e Comunicação no Setor Social” será o tema do primeiro curso de especialização que terá início em Outubro. A decorrer em formato online e com uma duração total de 51 horas, esta formação dirige-se, sobretudo, a profissionais da área social, mas também a profissionais de outras áreas que procurem competências específicas nestas temáticas. Serão, assim, abrangidos licenciados em Serviço Social, Psicologia, Sociologia, Educação Social, Comunicação, Recursos Humanos, Gestão ou oriundos de outras vertentes científicas.</p>
<p>Para Sérgio Agrelos, administrador da F3M, e Paulo Dias, pró-reitor do Centro Regional de Braga da Universidade Católica Portuguesa, este protocolo visa fundamentalmente estreitar a cooperação em matéria de desenvolvimento, promoção e divulgação de iniciativas de capacitação. Ambos afirmam acreditar que as actividades que se irão realizar e que serão ministradas por formadores e especialistas de relevo serão, acima de tudo, uma mais-valia para os profissionais que pretendam impulsionar a sua carreira, mudar de profissão ou simplesmente reciclar e atualizar conhecimentos.</p>
<p>«O sector social desempenha um papel fundamental na promoção da coesão social, inclusão e desenvolvimento sustentável. Organizações sem fins lucrativos, instituições de solidariedade e projectos comunitários enfrentam desafios crescentes relacionados com a captação de recursos, F3M e Universidade Católica Portuguesa – Braga assinam protocolo de cooperação para a qualificação dos profissionais Iniciativas de formação visam impulsionar a carreira dos profissionais e dotá-los de novos conhecimentos A primeira iniciativa conjunta realiza-se em outubro e destina-se a profissionais do terceiro sector Entidades da economia social enfrentam desafios crescentes visibilidade, credibilidade e impacto social. Neste contexto, a comunicação estratégica deixou de ser apenas uma ferramenta operacional para se tornar um elemento central na definição da identidade, na mobilização de públicos e na sustentabilidade das organizações», explica Sérgio Agrelos.</p>
<p>O programa da formação foi, assim, desenhado com o objectivo de colmatar os principais desafios identificados no mercado. «Existem, de facto, várias lacunas no sector a que importa responder e que vão muito além da debilidade financeira, da dependência de fundos públicos ou da dificuldade que existe na renovação de cargos de topo e gestão. O secctor enfrenta actualmente dificuldades na atração e retenção de pessoas, comunicação limitada, falta de accountability e fragilidades na colaboração e partilha interinstitucional», indica o responsável.</p>
<p>Além desta iniciativa, a F3M e a Universidade Católica Portuguesa – Braga irão desenvolver outras acções conjuntas com vista à capacitação e qualificação de profissionais da região Norte.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786379]]></sapo:autor>
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		<title>AESE Business School cria Campus no Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Com esta abertura, a instituição passa a dispor de uma infraestrutura própria na Invicta, composta por duas salas de aula, uma sala de jantar, e diversas salas de trabalho em grupo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>A AESE Business School inaugurou no dia 30 de Junho o seu novo Campus no Porto. Com esta abertura, a instituição passa a dispor de uma infraestrutura própria na Invicta, composta por duas salas de aula, uma sala de jantar, e diversas salas de trabalho em grupo.</p>
</div>
</div>
<div id="brxe-tfxagn" class="brxe-block">
<div id="brxe-jnrdez" class="brxe-post-content bm-blog-single-11__post-content">
<div></div>
<div>Para a dean da AESE, Maria de Fátima Carioca, este momento reforça a continuidade da missão da escola, «a presença da AESE no Porto ganha agora um enquadramento mais estruturado, que permite reforçar a ligação às empresas e aos participantes da região, mantendo intacta a forma como entendemos a formação de executivos e a exigência com que a colocamos em prática.»</div>
<div></div>
<div>A oferta da AESE organiza-se em duas vertentes complementares: a progressão das responsabilidades de liderança, desde a gestão de equipas até à alta direcção, e a especialização setorial, ajustada às diferentes realidades empresariais. Neste enquadramento, a AESE tem vindo a preparar, no quadro do novo campus do Porto, o desenvolvimento de novas propostas formativas, em resposta às transformações emergentes da gestão e da economia.</div>
<div></div>
<div>Maria de Fátima Carioca sublinha ainda que «esta evolução não representa uma expansão meramente quantitativa, mas sim um aprofundamento consistente da missão da AESE, sustentado por uma filosofia própria de formação de líderes e por uma abordagem que integra rigor académico, reflexão crítica e ligação direta à realidade empresarial.»</div>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786375]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sonae Sierra compra nove supermercados Mercadona em Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercadona]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sonae Sierra]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sonae Sierra, braço imobiliário do grupo liderado por Cláudia Azevedo, adquiriu uma carteira de nove supermercados Mercadona em Espanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sonae Sierra, braço imobiliário do grupo liderado por Cláudia Azevedo, adquiriu uma carteira de nove supermercados Mercadona em Espanha. A operação foi realizada através do fundo Hahn Sierra Food Retail Fonds e contou com assessoria da Savills.</p>
<p>Os nove ativos, adquiridos ao fundo israelita MDSR, somam mais de 15 mil metros quadrados de área de venda e estão distribuídos por seis comunidades autónomas espanholas: Catalunha, Aragão, Andaluzia, Astúrias, Navarra e Extremadura.</p>
<p>Todos os supermercados estão arrendados à Mercadona através de contratos de longo prazo, permitindo à Sonae Sierra assegurar um portefólio diversificado, tanto do ponto de vista geográfico como das respetivas áreas de influência comercial.</p>
<p>Salvador González, Diretor de investimento em retalho da Savills para o mercado espanhol, &#8220;o crescente apetite dos investidores pelos centros comerciais não retirou protagonismo ao setor da alimentação&#8221;. O responsável acrescenta que os supermercados classificados como <em>core</em> &#8220;continuam a ser um dos ativos mais procurados pelos investidores institucionais, graças à elevada qualidade dos seus rendimentos e à capacidade de oferecer estabilidade mesmo em períodos de maior incerteza económica&#8221;.</p>
<p>No âmbito da operação, a EY assessorou a Sonae Sierra nas vertentes legais, enquanto a Eversheds Sutherland prestou assessoria jurídica ao vendedor.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786372]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China &#8216;estraga&#8217; a festa dos 250 anos dos EUA: “América está em declínio”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:43:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Vários órgãos de comunicação estatais chineses publicaram nos últimos dias conteúdos que apresentam os Estados Unidos como uma potência enfraquecida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto os Estados Unidos assinalavam os 250 anos da Declaração de Independência, a imprensa estatal chinesa aproveitou a data para reforçar uma narrativa recorrente em Pequim: a de uma América em declínio, dividida internamente e cada vez menos capaz de liderar uma ordem mundial em mudança.</p>
<p>Segundo a &#8216;Newsweek&#8217;, vários órgãos de comunicação estatais chineses publicaram nos últimos dias conteúdos que apresentam os Estados Unidos como uma potência enfraquecida, contrastando a celebração nacional americana com críticas à política externa, à polarização política e ao funcionamento das instituições democráticas.</p>
<p>Um dos exemplos mais simbólicos foi um vídeo divulgado pela agência estatal &#8216;Xinhua&#8217;, no qual uma figura vestida como o Tio Sam aparece a soprar velas de aniversário em forma de mísseis balísticos. As velas levantam voo e explodem sobre o Irão num mapa-mundo, numa referência à mais recente guerra americana. Ao fundo surgem outros países marcados por intervenções militares dos Estados Unidos, como Vietname, Afeganistão, Iraque e Líbia.</p>
<p>A mensagem contrasta com o tom das celebrações oficiais norte-americanas. Donald Trump aproveitou o aniversário para fazer um discurso nacionalista em Mount Rushmore, onde exaltou o excecionalismo dos Estados Unidos, afirmou que “ninguém se compara” à América e voltou a apresentar o comunismo como uma ameaça existencial.</p>
<p>A imprensa estatal chinesa fez a leitura oposta. Num editorial publicado a 4 de julho, a &#8216;Xinhua&#8217; escreveu que a “experiência” americana enfrenta o seu teste mais difícil e que a capacidade das instituições dos Estados Unidos para corrigirem os seus próprios problemas está sob forte pressão.</p>
<p>Para a agência chinesa, a questão já não é apenas o que os Estados Unidos conseguiram alcançar nos últimos 250 anos, mas se as suas instituições ainda conseguem resolver os problemas internos, se a política externa continua adequada a um mundo em transformação e se a liderança norte-americana está preparada para se adaptar a uma ordem internacional cada vez mais multipolar.</p>
<p>A narrativa foi reforçada por académicos próximos do debate estratégico chinês. Wu Xinbo, professor e diretor do Instituto de Estudos Internacionais da Universidade de Fudan, afirmou num seminário que o papel de Washington como líder e moldador dos acontecimentos globais tem diminuído nos últimos anos.</p>
<p>Também Hu Xijin, antigo editor do jornal estatal ‘Global Times’, escreveu na rede social chinesa Weibo que a China já ultrapassou os Estados Unidos nas exportações de mercadorias e lidera áreas como comboios de alta velocidade, veículos elétricos e grande parte do setor das novas energias, embora continue a enfrentar forte concorrência americana em tecnologias avançadas.</p>
<p>Hu foi mais longe e afirmou esperar que, no tricentenário dos Estados Unidos, a força nacional global e os avanços tecnológicos da China tenham ultrapassado plenamente os norte-americanos.</p>
<p>A ofensiva mediática enquadra-se numa estratégia conhecida de Pequim. A comunicação social estatal chinesa é frequentemente usada para formular críticas mais duras aos Estados Unidos do que as emitidas pelos canais diplomáticos oficiais, apresentando a democracia liberal norte-americana como instável, disfuncional e menos eficaz do que o modelo de governação do Partido Comunista Chinês.</p>
<p>Ainda assim, o tom dos responsáveis oficiais chineses foi mais contido. De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Xi Jinping felicitou Donald Trump pela data, enquanto o embaixador chinês em Washington, Xie Feng, desejou ao povo norte-americano uma celebração feliz.</p>
<p>Xie procurou até aproximar os slogans políticos dos dois países, dizendo que o “Make America Great Again”, de Trump, e o objetivo chinês da “grande revitalização da nação chinesa”, associado a Xi Jinping, podem avançar lado a lado e contribuir para o bem-estar global.</p>
<p>O contraste mostra a dupla linguagem de Pequim perante Washington: diplomacia formal moderada, mas propaganda interna e mediática mais agressiva. No momento em que os Estados Unidos celebram 250 anos de independência, a China tenta transformar a data numa oportunidade para discutir não apenas o passado americano, mas sobretudo a disputa pelo futuro da liderança global.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">250 Candles.<br />A History Written in Smoke.<br />Since its independence on July 4, 1776, in the 250 years, the United States was not at war for less than two decades.<br />Produced by Xinhua Global Service■ <a href="https://t.co/TUutBQpPYV">pic.twitter.com/TUutBQpPYV</a></p>
<p>&mdash; China Xinhua News (@XHNews) <a href="https://x.com/XHNews/status/2073258346317230179?ref_src=twsrc%5Etfw">July 4, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786364]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 97 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-97-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana aumentou para 97 e há 59 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana aumentou para 97 e há 59 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Entre os 97 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, em que 83 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 18 crianças e 79 adultos, indicou o MNE.</P><br />
<P>O anterior balanço divulgado na segunda-feira contabilizava 96 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 60 desaparecidos.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.535 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial do país.</P><br />
<P>Mais de 17 mil pessoas estão desalojadas e 856 edifícios foram danificados ou destruídos, informaram ainda as autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>Várias nações, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Nesse seguimento, o MNE português anunciou que seguirá hoje para Caracas toneladas de ajuda humanitária, ferramentas e duas ambulâncias equipadas, enquanto os operacionais enviados após os sismos regressarão ao país.</P><br />
<P>Concretamente, em comunicado, a diplomacia portuguesa indicou que dois aviões da Força Aérea Portuguesa partem ao início da tarde de hoje de Lisboa, carregando 12 toneladas de material de higiene, abrigo, conforto e saneamento, e 1,5 toneladas de ferramentas e equipamentos de apoio à remoção de escombros, cedidos pela Marinha Portuguesa.</P><br />
<P>Seguem ainda para a Venezuela donativos da Cruz Vermelha, &#8220;incluindo duas ambulâncias totalmente equipadas, que funcionam como unidades móveis de saúde&#8221;, acrescentou, na mesma nota.</P><br />
<P>A ajuda, enviada ao abrigo do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, deverá chegar à Venezuela na quarta-feira.</P><br />
<P>Os mesmos aviões trarão de volta a Portugal os operacionais que integraram a Força Operacional Nacional Conjunta (FOCON) e que foram acionados numa primeira fase para apoiar a missão de busca, salvamento e primeiros socorros.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786360]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bomba de 250 quilos da II Guerra Mundial obriga à retirada de milhares de pessoas na Polónia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bomba-de-250-quilos-da-ii-guerra-mundial-obriga-a-retirada-de-milhares-de-pessoas-na-polonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:33:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[II Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Polónia]]></category>
		<category><![CDATA[Wroclaw]]></category>
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					<description><![CDATA[Descoberta obrigou à criação de um perímetro de segurança com cerca de 300 metros em redor do local, ao corte de várias ruas e ao desvio de transportes públicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de três mil pessoas foram retiradas de casa esta terça-feira em Wrocław, na Polónia, depois de ter sido descoberta uma bomba aérea da II Guerra Mundial durante obras de escavação na rua Trzemeska, no bairro de Szczepin.</p>
<p>Segundo informou a Câmara Municipal de Wrocław, o engenho explosivo encontrado pesava cerca de 250 quilos. A descoberta obrigou à criação de um perímetro de segurança com cerca de 300 metros em redor do local, ao corte de várias ruas e ao desvio de transportes públicos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="pl" dir="ltr">🔴 Przekazujemy komunikat <a href="https://x.com/BiuroPrasoweUMW?ref_src=twsrc%5Etfw">@BiuroPrasoweUMW</a>. <a href="https://t.co/aAYWr4z8Wt">pic.twitter.com/aAYWr4z8Wt</a></p>
<p>&mdash; Wroclaw (@wroclaw_info) <a href="https://x.com/wroclaw_info/status/2074418648811204956?ref_src=twsrc%5Etfw">July 7, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A evacuação começou durante a manhã e foi concluída por volta das 8h50. Todos os residentes e pessoas que se encontravam na zona delimitada foram obrigados a abandonar a área, que foi depois isolada pela polícia, pela guarda municipal e pelos serviços de emergência.</p>
<p>As autoridades disponibilizaram apoio às pessoas que necessitavam de ajuda durante a retirada, incluindo transporte e alojamento temporário. Cerca de 100 residentes recorreram ao ponto de acolhimento criado numa escola da rua Zachodnia. Dois jardins de infância situados nas proximidades também foram evacuados por precaução.</p>
<p>Depois das 9h00, uma patrulha de especialistas entrou no local da obra para avaliar e remover o engenho. A operação terminou com sucesso: a bomba foi isolada, carregada num camião militar e transportada para um campo de treino, onde deverá ser neutralizada em segurança.</p>
<p>A intervenção provocou fortes constrangimentos na zona oeste de Wrocław. O trânsito nas ruas Legnicka e Marchijska foi suspenso, várias linhas da rede municipal de transportes foram desviadas e, durante algumas horas, a ligação entre Nowy Dwór e o centro da cidade ficou fortemente condicionada.</p>
<p>Com o fim da operação, a rua Legnicka foi reaberta ao trânsito e os residentes começaram a regressar gradualmente às suas casas. A autarquia sublinhou que a evacuação foi uma medida preventiva, mas necessária, tendo em conta o risco associado a este tipo de engenhos.</p>
<p>Apesar de terem passado mais de 80 anos desde o fim da II Guerra Mundial, munições não detonadas continuam a ser encontradas com frequência em várias cidades polacas. Wrocław é uma das zonas onde esse risco é particularmente elevado, devido à destruição sofrida durante o Cerco de Wrocław, em 1945.</p>
<p>Nos últimos anos, bombas aéreas, projéteis de artilharia e outras munições antigas têm sido descobertos durante obras de construção, remodelação de vias férreas e intervenções em redes de abastecimento de água. As autoridades lembram que mesmo engenhos corroídos pelo tempo podem continuar a representar perigo mortal.</p>
<p>Cada descoberta obriga, por isso, à aplicação de procedimentos militares rigorosos. Em Wrocław, a operação desta terça-feira voltou a mostrar como os vestígios da guerra continuam escondidos sob o solo urbano, surgindo décadas depois em obras comuns no centro das cidades.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786361]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vai de férias de carro elétrico? Carregar em casa antes de sair pode cortar a despesa a meio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vai-de-ferias-de-carro-eletrico-carregar-em-casa-antes-de-sair-pode-cortar-a-despesa-a-meio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:21:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[elétricos]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Selectra]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a empresa, uma deslocação desta distância pode custar entre 15 e 18 euros quando o carregamento é feito em casa antes da partida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vai de férias de carro elétrico pode reduzir de forma significativa o custo da viagem com uma decisão simples: carregar a bateria em casa antes de partir. Segundo cálculos da Selectra, num percurso de cerca de 500 quilómetros — como uma viagem entre o Porto e o Algarve — a diferença entre sair com o veículo carregado e depender sobretudo de postos rápidos pode ultrapassar os 50%.</p>
<p>De acordo com a empresa, uma deslocação desta distância pode custar entre 15 e 18 euros quando o carregamento é feito em casa antes da partida. Já uma viagem assente maioritariamente em carregadores rápidos durante o percurso pode elevar a despesa para valores entre 32 e 40 euros. Para comparação, a mesma viagem num automóvel a gasolina poderá rondar os 59 euros, dependendo do consumo do veículo e do preço dos combustíveis.</p>
<p>A mobilidade elétrica continua, assim, a apresentar custos de utilização mais baixos do que os automóveis a combustão. Mas a Selectra sublinha que a forma como o veículo é carregado tem um peso decisivo no valor final. “O maior fator de poupança numa viagem de carro elétrico não depende apenas do veículo, mas também do planeamento do carregamento”, defendem os especialistas da Selectra Portugal.</p>
<p>Carregar em casa mantém-se como a opção mais económica. Considerando um consumo médio entre 16 e 18 kWh por cada 100 quilómetros e um preço da eletricidade entre 0,18 e 0,21 euros por kWh, percorrer 100 quilómetros pode custar entre 3 e 4 euros. Num automóvel a gasolina, com consumo médio de 6,5 litros por 100 quilómetros e combustível na ordem dos 1,80 euros por litro, o custo pode aproximar-se dos 12 euros para a mesma distância.</p>
<p>A diferença pode ser ainda maior para quem tem tarifário bi-horário e consegue carregar durante as horas de vazio, período em que o preço da eletricidade pode situar-se entre 0,10 e 0,15 euros por kWh. Neste cenário, a poupança face ao carregamento em postos rápidos torna-se mais expressiva.</p>
<p>Os carregadores rápidos e ultrarrápidos continuam a ser importantes em viagens longas, pela conveniência e pela redução dos tempos de espera. No entanto, são também mais caros. Para uma bateria de 60 kWh, uma carga completa em casa pode custar entre 11 e 15 euros, enquanto num carregador rápido poderá ultrapassar os 30 euros, dependendo do operador e das tarifas aplicadas.</p>
<p>Para reduzir a despesa nas férias, a Selectra recomenda sair de casa com a bateria totalmente carregada, programar o carregamento para horários de menor custo, identificar previamente os postos disponíveis ao longo do percurso e recorrer aos carregadores rápidos apenas quando necessário.</p>
<p>A empresa aconselha ainda uma condução mais eficiente, evitando acelerações bruscas e mantendo uma velocidade constante. Este tipo de condução ajuda a aumentar a autonomia da bateria e pode reduzir a necessidade de paragens adicionais para carregamento.</p>
<p>Com milhares de portugueses a prepararem deslocações de verão, o automóvel continua a ser uma das opções preferidas para viagens de longa distância. Para quem conduz um elétrico, a diferença no orçamento pode estar menos no destino e mais na forma como a viagem é preparada antes de sair de casa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786355]]></sapo:autor>
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		<title>Hugo Soares fala em &#8220;momento de viragem&#8221; e avisa que Governo está só &#8220;no início da caminhada&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:14:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder parlamentar do PSD afirmou hoje que o país vive "um momento de viragem" e que o Governo está apenas "no início da sua caminhada", criticando o "populismo de direita" do Chega e a "sofreguidão estatizante" do PS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder parlamentar do PSD afirmou hoje que o país vive &#8220;um momento de viragem&#8221; e que o Governo está apenas &#8220;no início da sua caminhada&#8221;, criticando o &#8220;populismo de direita&#8221; do Chega e a &#8220;sofreguidão estatizante&#8221; do PS.</P><br />
<P>No encerramento das jornadas parlamentares conjuntas PSD/CDS-PP, em Cascais (distrito de Lisboa), Hugo Soares repetiu a mensagem de que &#8220;a moderação e a virtude&#8221; estão nas bancadas e no executivo PSD/CDS-PP, e deixou uma mensagem de confiança na duração da legislatura.</P><br />
<P>&#8220;É bom que tenhamos a consciência que estamos neste momento de viragem e que estamos no princípio da nossa caminhada. Faltam três anos para terminar esta legislatura. Falta mais tempo do que aquele que nós já governamos&#8221;, frisou, numa referência às legislativas previstas apenas para 2029.</P><br />
<P>Num balanço de dois anos de governação a uma semana do debate parlamentar sobre o estado de nação, Hugo Soares defendeu que o Governo pode estar orgulhoso.</P><br />
<P>&#8220;Nos últimos dois anos, lançámos as bases, não desperdiçamos o que vinha de trás, melhoramos aquilo que estava mal (&#8230;) Sabemos que temos que acelerar para acelerar a convergência com a União Europeia, para aumentarmos a nossa competitividade, t para podermos pagar melhores salários&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O líder parlamentar e secretário-geral do PSD defendeu que os próximos três anos são tempo para &#8220;mostrar aos portugueses&#8221; o que será possível fazer nesse período.</P><br />
<P>&#8220;Se até agora fizemos o que fizemos, imaginem o que nós vamos ser capazes de fazer nos próximos três anos com aquilo que já alcançámos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Em termos de posicionamento político, Hugo Soares insistiu no esforço de diálogo das bancadas que suportam o Governo em cada diploma, comparando-as até a ginastas.</P><br />
<P>&#8220;Às vezes, dou por mim a pensar que nós somos uma espécie de ginastas que procuramos dentro da espargata possível conseguirmos conciliar aquilo que é a aprovação das peças e da legislação com a otimização das soluções políticas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>No entanto, defendeu que tal negociação foi sempre sem que a AD tenha cedido nos seus princípios, quer quando chegou a acordo quer quando não chegou, como foi o caso da lei laboral.</P><br />
<P>&#8220;Entre o 8 e o 80, é no meio que está a virtude. É na AD que está a regra mais elementar e que resolve a esmagadora maioria dos problemas, o bom senso. Gostava eu que o PS e o Chega fizessem dela também um princípio da sua atuação política&#8221;, disse, acusando estes dois partidos de &#8220;infantilidade política&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786342]]></sapo:autor>
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		<title>Ministra do Ambiente e Energia espera que preços dos combustíveis continuem a descer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:12:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, mostrou-se hoje confiante de que o custo dos combustíveis vai continuar a descer, mas insistiu que o Governo quer perceber como são formados os preços.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, mostrou-se hoje confiante de que o custo dos combustíveis vai continuar a descer, mas insistiu que o Governo quer perceber como são formados os preços.</P><br />
<P>&#8220;Temos esperança que os preços continuem a descer, se tudo correr bem a nível internacional, e queremos ver como é que se vai refletir no preço que as pessoas vão ter que pagar pela gasolina e pelo gasóleo&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Falando aos jornalistas à margem da assinatura de um protocolo, em Évora, a governante lembrou que o Governo pediu a instituições públicas ligadas ao setor &#8220;a clarificação e a transparência necessária&#8221; sobre a formação dos preços dos combustíveis.</P><br />
<P>&#8220;Para nós, mas essencialmente para mostrar às pessoas como é que o processo se efetua&#8221;, frisou.</P><br />
<P>A titular da pasta da Energia explicou que fez este pedido porque, &#8220;quando há um aumento [nos mercados internacionais], há um aumento rápido do preço dos combustíveis&#8221; e que &#8220;depois, quando diminui, demora mais a chegar ao bolso de cada um&#8221;.</P><br />
<P>Maria da Graça Carvalho assinalou que a Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE) já &#8220;indicou que há vários fatores extra, como o transporte, a inflação que aumentou desde que começou a crise até agora e o custo de matérias-primas que aumentaram&#8221;.</P><br />
<P>A ministra disse que vai também pedir à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) &#8220;um estudo aprofundado&#8221; sobre a formação de preços, &#8220;principalmente na vertente da descida dos preços, para perceber o que é que se está a passar&#8221;.</P><br />
<P>Na semana passada, no parlamento, a ministra do Ambiente e Energia anunciou que o Governo pediu à ENSE para &#8220;olhar&#8221; para a evolução dos preços dos combustíveis, por considerar que estes não estavam a descer ao mesmo ritmo a que tinham subido.</P><br />
<P>Na ocasião, a governante afirmou que o facto de a evolução dos preços dos combustíveis não acompanhar a queda da cotação do petróleo &#8220;não tem razão de ser&#8221; e que o executivo quer perceber &#8220;exatamente porque é que isso está a acontecer&#8221;.</P><br />
<P>Depois, numa resposta à Lusa, a ENSE apontou os custos fixos da refinação e a escassez de armazenagem na Europa como fatores que explicam uma redução mais lenta dos preços dos combustíveis face à descida da matéria-prima.</P><br />
<P>Esta entidade não esclareceu então se já existe uma análise específica em curso, limitando-se a referir que acompanha semanalmente os Preços de Venda ao Público (PVP) e os Preços de Referência (PR) dos combustíveis.</P><br />
<P>A evolução dos preços dos combustíveis passou a estar sob maior atenção depois da subida registada na sequência dos ataques dos EUA e Israel ao Irão, em 28 de fevereiro, e dos receios de perturbações no abastecimento internacional de petróleo relacionados com o estreito de Ormuz.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786344]]></sapo:autor>
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		<title>Delta prepara compra de fábrica capaz de produzir 350 milhões de cápsulas de café por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:10:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação foi notificada à Autoridade da Concorrência, que publicou esta terça-feira o anúncio relativo à intenção da empresa do grupo Nabeiro de adquirir o “controlo exclusivo” da fabricante]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Delta quer comprar a Mocoffee Europe, empresa que detém uma fábrica na Azambuja com capacidade para produzir 350 milhões de cápsulas de café por ano. A operação foi notificada à Autoridade da Concorrência, que publicou esta terça-feira o anúncio relativo à intenção da empresa do grupo Nabeiro de adquirir o “controlo exclusivo” da fabricante.</p>
<p>A operação surge numa altura em que a Mocoffee atravessa dificuldades financeiras e tem em curso um Processo Especial de Revitalização, avançado em fevereiro.</p>
<p>A Mocoffee dedica-se ao fabrico de cápsulas de café em regime de ‘private label’, ou seja, produz por encomenda de terceiros, que depois vendem as cápsulas sob as suas próprias marcas. A empresa trabalha no segmento B2B e fabrica cápsulas compatíveis com o sistema Nespresso, não tendo marca própria nem venda direta ao consumidor final.</p>
<p>De acordo com dados publicados no portal Citius, a Mocoffee apresentava dívidas superiores a 23,4 milhões de euros na lista provisória de credores divulgada em março. Parte significativa da exposição é à banca, com créditos reclamados pela Caixa Geral de Depósitos, BCP, Montepio, Crédito Agrícola, Bankinter, Santander e Banco do Brasil.</p>
<p>Na mesma lista, os créditos reclamados pelo Estado rondam os 200 mil euros à Segurança Social e 185 mil euros à Autoridade Tributária. O administrador judicial nomeado pelo tribunal é Jorge Calvete.</p>
<p>A proposta de plano de recuperação da empresa previa a entrada de um novo investidor e a concessão de novo financiamento. O documento apontava para a necessidade de ‘new money’ até pelo menos três milhões de euros, destinado a cobrir necessidades imediatas de fundo de maneio e a estabilizar a operação diária da empresa.</p>
<p>A Mocoffee alertava que a obtenção de novo financiamento era essencial para manter a atividade e criar condições para executar a reestruturação. Sem esse reforço financeiro, a empresa admitia risco de incumprimento generalizado das suas obrigações.</p>
<p>A versão final do plano de revitalização foi entretanto depositada no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa no final do mês passado. A eventual entrada da Delta surge, assim, num momento crítico para o futuro da fabricante de cápsulas.</p>
<p>A Mocoffee emprega pouco mais de 30 trabalhadores e faturou nove milhões de euros em 2025. A origem da empresa remonta a 1991 e está ligada ao suíço Eric Favre, inventor da cápsula unidose de café e primeiro presidente executivo da Nespresso.</p>
<p>A empresa é atualmente liderada por Ricardo Flores, que passou a ser o maior acionista individual, com 27,04%, depois de ter conduzido um ‘management buyout’ em 2018. Entre os acionistas estão também a brasileira Alpaca Soluções em Digital, com 24%, e a Iberia Holding Group Limited, criada em 2025 e detida por João Lopes, presidente do conselho de administração da Mocoffee, com 20%.</p>
<p>A compra, caso venha a ser aprovada pela Autoridade da Concorrência e concretizada, permitirá à Delta reforçar a sua presença no negócio das cápsulas de café, num segmento de elevado consumo e forte concorrência, mas também assumir uma unidade industrial com capacidade instalada relevante e em processo de recuperação financeira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786341]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O novo ranking do calor extremo: as cidades onde as temperaturas podem ser mais perigosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:57:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Conclusão é de um novo estudo da Universidade de Oxford, citado pelo 'The Independent', que avaliou 205 cidades com mais de um milhão de habitantes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cidades mais ameaçadas pelo calor extremo concentram-se quase todas na Ásia e em África, onde temperaturas muito elevadas se combinam com pobreza, menor acesso a meios de proteção e limitada capacidade de adaptação. A conclusão é de um novo estudo da Universidade de Oxford, citado pelo &#8216;The Independent&#8217;, que avaliou 205 cidades com mais de um milhão de habitantes.</p>
<p>O estudo, publicado na revista científica ‘Sustainable Cities and Society’, analisou o risco urbano associado ao calor a partir de três dimensões: a exposição a temperaturas extremas, a vulnerabilidade das populações e a capacidade de resposta das cidades. A conclusão principal é que o perigo não depende apenas do calor registado, mas também das condições sociais, económicas e urbanas que determinam a forma como as pessoas conseguem enfrentar esses episódios.</p>
<p>A cidade de Al Basrah, no Iraque, surge como a mais exposta ao risco. No conjunto das cidades classificadas com maior perigo, cerca de 95% situam-se no Sul da Ásia, Sudeste Asiático e África Subsariana. Índia, Paquistão, Nigéria e Gana são os países com maior número de cidades com pontuações elevadas de risco.</p>
<p>A lista inclui também destinos turísticos e centros económicos de grande relevância internacional. Cairo, no Egito, Banguecoque, na Tailândia, Hanói, no Vietname, e Jaipur, na Índia, aparecem entre as 50 cidades com maior risco, mostrando que o problema não se limita a zonas pouco conhecidas ou afastadas dos grandes fluxos globais.</p>
<p>Os investigadores afirmam que este é o primeiro ranking globalmente consistente do risco urbano associado ao calor. Ao contrário de avaliações anteriores, que olhavam sobretudo para a intensidade das temperaturas, este estudo cruza o calor com fatores como idade da população, rendimentos, acesso a ar condicionado, cobertura arbórea, vegetação e preço da eletricidade.</p>
<p>Nethmi Jayaratne Kariyawasam, autora principal do estudo e investigadora da Oxford Smith School of Enterprise and the Environment, sublinha que não é apenas a exposição a temperaturas elevadas que determina o risco. Em muitas grandes cidades, sobretudo na Ásia e em África, o calor extremo coincide com elevada vulnerabilidade social e pouca capacidade de resposta, uma combinação que pode ter consequências potencialmente fatais.</p>
<p>Os resultados mostram que algumas das cidades mais quentes do mundo não aparecem necessariamente no grupo de maior risco. Banguecoque, Kuala Lumpur, na Malásia, e Jeddah, na Arábia Saudita, ficam fora dos 10% de cidades com maior risco global, porque dispõem de mais zonas verdes urbanas ou de energia mais acessível, fatores que ajudam a mitigar os efeitos do calor.</p>
<p>O inverso também acontece. Cidades com temperaturas menos extremas podem surgir entre as mais perigosas quando a população tem baixos rendimentos, pouco acesso a refrigeração e vive em zonas com escassa vegetação. Karachi e Faisalabad, no Paquistão, e Kaduna, na Nigéria, estão entre os casos destacados pelo estudo.</p>
<p>A publicação surge numa altura em que a Europa e o Reino Unido enfrentam novos episódios de calor extremo. Em França, uma vaga de calor recorde em junho foi associada a quase 2.000 mortes em excesso, enquanto os meteorologistas alertam para a possibilidade de novas temperaturas extremas no continente.</p>
<p>Radhika Khosla, investigadora da Oxford Smith School e coorientadora do estudo, defende que o planeamento urbano para o calor deve ir além da medição das temperaturas. As cidades precisam de considerar a vulnerabilidade das populações e a capacidade real de resposta, sobretudo porque a procura por ar condicionado está a aumentar em todo o mundo, mas continua fora do alcance financeiro de muitas famílias.</p>
<p>A investigadora alerta ainda para o risco de uma dependência excessiva do ar condicionado, uma solução intensiva em energia que pode agravar o aquecimento global e alimentar um ciclo vicioso. Por isso, os autores defendem uma abordagem mais ampla, com soluções passivas de arrefecimento, mais vegetação, melhor desenho urbano e tecnologias de baixo consumo, como ventoinhas e sistemas de arrefecimento mais eficientes.</p>
<p>Jesus Lizana, professor associado em ciências da engenharia e também coorientador do estudo, considera que esta avaliação oferece uma ferramenta comparável para identificar as cidades onde a adaptação ao calor é mais urgente. Ainda assim, os investigadores alertam que o ranking deve ser lido como instrumento comparativo, não como previsão absoluta.</p>
<p>Os autores sublinham também que as médias por cidade podem esconder desigualdades profundas dentro do mesmo espaço urbano. Moradores de bairros informais, famílias de baixos rendimentos, crianças pequenas e idosos tendem a enfrentar riscos muito superiores aos sugeridos pelos números globais, tornando o calor extremo não apenas uma questão meteorológica, mas também social.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786338]]></sapo:autor>
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		<title>Kiev ataca a “frota-sombra” de Putin: oito navios-tanque russos atingidos numa noite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:42:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques foram realizados durante a noite desta segunda-feira pelas Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As forças ucranianas afirmam ter atingido oito navios-tanque russos que transportavam combustível para a Crimeia ocupada, numa operação noturna destinada a afetar a logística militar de Moscovo na península. Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, os ataques foram realizados durante a noite desta segunda-feira pelas Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia.</p>
<p>Robert “Madyar” Brovdi, comandante das Forças de Sistemas Não Tripulados, afirmou que os drones ucranianos atingiram oito navios-tanque pertencentes à chamada “frota-sombra” russa, usada por Moscovo para contornar sanções e manter o transporte de petróleo, gás e combustíveis.</p>
<p>“A frota-sombra está a sair da conversa”, escreveu Brovdi, numa formulação de tom provocatório, ao anunciar a operação. O comandante ucraniano disse que os ataques foram conduzidos por pilotos da unidade Kairos, integrada na 414ª Brigada Separada “Madyar’s Birds”, e enquadrou a ação na “batalha pelo abastecimento de combustível à Crimeia no mar de Azov”.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Ukraine’s Unmanned Systems Forces hit eight Russian shadow fleet tankers in a single night, according to commander Robert “Madyar” Brovdi.</p>
<p>All the vessels are under international sanctions, with a deadweight of around 7,000 tonnes each and a length of roughly 140 meters.</p>
<p>Video:… <a href="https://t.co/v5nqjRkxa7">pic.twitter.com/v5nqjRkxa7</a></p>
<p>&mdash; KyivPost (@KyivPost) <a href="https://x.com/KyivPost/status/2074414966765994193?ref_src=twsrc%5Etfw">July 7, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>De acordo com Brovdi, além dos oito navios-tanque, os drones ucranianos atingiram ainda um navio de carga seca e um ferry. O comandante afirmou que todos os petroleiros visados estavam sob sanções internacionais.</p>
<p>Os navios-tanque terão cerca de 7.000 toneladas de porte bruto, aproximadamente 140 metros de comprimento, e terão sido construídos entre 2006 e 2012. Entre as embarcações identificadas estão a Venus-3, Sanar-1, Sanar-17, Klymena, Teti, Alexei Savrasov e Penelope. A identidade do oitavo navio ainda estará a ser apurada.</p>
<p>A operação não se limitou aos meios navais. Segundo o mesmo responsável ucraniano, as forças de Kiev atingiram 58 alvos militares durante a noite na retaguarda operacional das forças russas nos territórios ocupados. A infraestrutura energética da Crimeia, incluindo instalações de fornecimento de eletricidade e centros logísticos, também terá sido visada.</p>
<p>A extensão total dos danos ainda está a ser avaliada. Brovdi apresentou a operação como parte de uma estratégia mais ampla para enfraquecer o abastecimento de combustível às forças russas estacionadas na Crimeia, península anexada por Moscovo em 2014 e que continua a ser um dos principais pontos logísticos da guerra.</p>
<p>A Ucrânia tem defendido os ataques contra a chamada frota-sombra russa, argumentando que os navios envolvidos no transporte de petróleo, gás e combustível ajudam a financiar diretamente o esforço de guerra de Moscovo. Para Kiev, essas embarcações não podem ser vistas apenas como meios comerciais comuns quando desempenham um papel estrutural no financiamento da invasão.</p>
<p>Numa carta enviada à Organização Marítima Internacional, o vice-primeiro-ministro ucraniano Oleksiy Kuleba sustentou que existem “questões legítimas” sobre se a atividade destes navios pode ser considerada apenas comercial. Segundo Kuleba, a frota-sombra é crítica para a geração de receitas orçamentais da Federação Russa e para a continuação da guerra.</p>
<p>Moscovo acusa Kiev de realizar ataques contra navegação comercial e classificou algumas dessas ações como “terroristas”. A Ucrânia rejeita essa leitura e contrapõe que a própria Rússia atacou dezenas de navios mercantes desde o início da invasão em larga escala, incluindo embarcações turcas e de propriedade alemã.</p>
<p>O caso surge numa altura em que vários países europeus intensificam medidas contra a frota-sombra russa. Reino Unido e França têm intercetado navios suspeitos, enquanto Estados-membros da União Europeia pressionam países como Panamá, Barbados e Camarões a retirarem estes petroleiros dos seus registos, o que facilitaria inspeções ou detenções.</p>
<p>Estimativas da indústria indicam que a frota-sombra russa poderá já ultrapassar os 1.500 navios-tanque, permitindo a Moscovo continuar a exportar petróleo apesar das sanções ocidentais. A ofensiva ucraniana no mar de Azov mostra que Kiev está a tentar atacar não apenas as linhas da frente, mas também a rede económica e logística que sustenta a máquina de guerra russa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786314]]></sapo:autor>
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		<title>Fundo de Fundos do Banco Português de Fomento será lançado no outono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:31:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Economia e da Coesão Territorial anunciou hoje o lançamento do Fundo de Fundos do Banco Português de Fomento, que deverá ocorrer no outono, para mobilizar capital privado e reforçar a capitalização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Economia e da Coesão Territorial anunciou hoje o lançamento do Fundo de Fundos do Banco Português de Fomento, que deverá ocorrer no outono, para mobilizar capital privado e reforçar a capitalização.</p>
<p>Queremos &#8220;lançar o Fundo de Fundos do Banco Português de Fomento, dando continuidade à experiência do Fundo de Capitalização e Resiliência do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência]&#8221;, anunciou hoje o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, que falava, em Lisboa, no encerramento da conferência &#8220;Economia sem fronteiras&#8221;, promovida pela NOW.</p>
<p>Esta medida, que integra a estratégia económica do Governo, pretende mobilizar capital privado e reforçar a capitalização do tecido produtivo.</p>
<p>O executivo espera lançar este fundo no próximo outono.</p>
<p>Castro Almeida disse também ser ambição do Governo gerar um &#8220;choque de Inteligência Artificial&#8221; (IA) nas pequenas e médias empresas (PME), tendo a meta de 100.000 trabalhadores com formação em IA nos próximos três anos.</p>
<p>Da estratégia do Governo faz ainda parte a construção de seis médios e grandes parques industriais, no âmbito do PTRR &#8211; Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência, com dimensão entre três e oito quilómetros quadrados (km2), no litoral e interior do país.</p>
<p>Em matéria de fundos, o Governo vai também reprogramar os instrumentos financeiros do Portugal 2030 (PT 202030), reforçando as vertentes de tecnologia e descarbonização, garantindo uma rápida execução.</p>
<p>Por outro lado, o titular da pasta da Economia falou de uma &#8220;reforma profunda do licenciamento empresarial&#8221;.</p>
<p>Neste âmbito, a vistoria prévia será um &#8220;procedimento excecional&#8221;, bastando a comunicação da intenção de iniciar a atividade empresarial, mediante um termo assinado por um técnico.</p>
<p>&#8220;Em vez de legislação avulsa, está a ser preparado um código de licenciamento das atividades económicas, que será apresentado para discussão pública no próximo outono&#8221;, precisou.</p>
<p>A isto soma-se a dinamização do investimento em energia limpa e competitiva, que será o foco prioritário dos fundos europeus, uma vez que a transição energética é uma agenda económica, industrial e tecnológica.</p>
<p>&#8220;Não basta ter ambição, mas a ambição é indispensável para ter sucesso. Precisamos de transformar estabilidade em crescimento e inovação em valor acrescentado&#8221;, apontou Castro Almeida.</p>
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		<title>Bruxelas recomenda monitorização de composto potencialmente tóxico nos tremoços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia recomendou aos Estados-membros que monitorizem a presença de alcaloides quinolizidínicos, um composto natural que pode ser tóxico, nos tremoços e nos seus produtos derivados, anunciou a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia recomendou aos Estados-membros que monitorizem a presença de alcaloides quinolizidínicos, um composto natural que pode ser tóxico, nos tremoços e nos seus produtos derivados, anunciou a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).</p>
<p>A recomendação de Bruxelas surge após as preocupações identificadas pela Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), que alertou para potenciais riscos para a saúde associados à presença destes compostos nos alimentos.</p>
<p>&#8220;Os alcaloides quinolizidínicos são compostos naturais presentes no tremoço, que podem ter efeitos tóxicos quando ingeridos em quantidades elevadas. A EFSA identificou uma dose de referência para efeitos agudos (0,16 mg/kg de peso corporal), mas sublinhou a insuficiência de dados para avaliar adequadamente os riscos decorrentes da exposição crónica&#8221;, explicou a DGAV.</p>
<p>No entanto, ressalvou que face à limitação de informação disponível não é possível fazer uma caracterização completa do risco.</p>
<p>Ainda assim, concluiu que poderá haver um impacto para determinados grupos de consumidores.</p>
<p>A Comissão Europeia recomendou assim aos Estados-membros a recolha sistemática de dados para monitorizar os níveis deste composto em tremoços e produtos derivados, a identificação de fatores que contribuam para níveis elevados desta substância, bem como a avaliação do impacto dos processos de transformação alimentar na sua concentração.</p>
<p>Esta recomendação abrange não só os tremoços, mas também, entre outros, sementes secas de tremoço, farinha de tremoço, tremoço em conserva e produtos de panificação que contenham este ingrediente.</p>
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