Trump volta a defender decisão de matar Soleimani

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu esta segunda-feira a morte do general iraniano Qassem Soleimani. Trump argumentou que este representava uma «ameaça iminente» para o país e que só o passado do general é suficiente para justificar o ataque.

«A comunicação social ‘fake news’ e os seus parceiros democratas estão a esforçar-se por determinar se o futuro ataque do terrorista Soleimani estava ou não ‘iminente’ e se a minha equipa estava de acordo [comigo]. A resposta a ambas [as perguntas] é um forte SIM, mas isso não importa verdadeiramente por causa do seu passado horrível!», escreveu na rede social Twitter.

No mesmo dia, o líder da Casa Branca já tinha partilhado vários tweets de outros utilizadores contra a presidente da Câmara dos Representantes Nancy Pelosi. Num deles, a líder democrata surge com um hijab (um véu islâmico) ao lado do líder democrata no Senado, Chuck Schumer, com um turbante. O fundo da fotomontagem é bandeira iraniana.

Recorde-se que os meios de comunicação locais noticiaram ontem que Donald Trump autorizara a morte do general iraniano em Junho, com condições: teria de ser ele a dar o aval final em qualquer operação para matar Soleimani e essa opção só seria posta em prática se um americano fosse morto pelas autoridades iranianas.

Na passada quinta-feira, 9 de Janeiro, a Câmara dos Representantes aprovou uma resolução não vinculativa que visa limitar a capacidade de Trump de atacar o Irão no sem aprovação do Congresso.

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