O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adiou esta sexta-feira o prazo para a venda forçada da plataforma digital ‘TikTok’, de propriedade chinesa, por mais 75 dias.
A decisão do líder republicano surgiu poucas horas depois de a China ter emitido tarifas retaliatórias em resposta ao “Dia da Libertação” de Trump, o que sinalizou um desafio diante da oferta do presidente americano de tarifas mais baixa se Pequim abandonasse a aplicação.
“A minha administração tem trabalhado muito duro num acordo para salvar o ‘TikTok’, e fizemos um progresso tremendo”, referiu Trump, na rede social ‘Truth Social’. “O acordo requer mais trabalho para garantir que todas as aprovações necessárias sejam assinadas, e é por isso que estou a assinar um ordem executiva para manter o ‘TikTok’ a funcionar por mais 75 dias.”
Donald Trump, a 21 de janeiro último, também havia assinado uma ordem executiva que ordena ao seu Governo que suspenda por 75 dias a aplicação da lei que proíbe a rede social ‘TikTok’ nos Estados Unidos.
Esta lei, aprovada pelo Congresso em 2024 e já em vigor, obriga a empresa-mãe da plataforma de partilha de vídeos curtos – a ByteDance – a vendê-la sob pena de proibição em território americano.
A lei prevê multas muito pesadas para os fornecedores de Internet e lojas de aplicações, até 5.000 dólares por utilizador para estas últimas.










