Trump elogia Europa pela libertação do gasóleo e descarta proibir exportação

O Presidente norte-americano, Donald Trump, elogiou hoje os países europeus pelo acordo alcançado pelo G7 para 100 milhões de barris de petróleo e gasóleo para aliviar os preços dos combustíveis, e afastou a proibição das exportações de gasóleo.

Executive Digest com Lusa

O Presidente norte-americano, Donald Trump, elogiou hoje os países europeus pelo acordo alcançado pelo G7 para 100 milhões de barris de petróleo e gasóleo para aliviar os preços dos combustíveis, e afastou a proibição das exportações de gasóleo.

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“A Europa foi ótima, pois vai libertar muito gasóleo. Eles usam gasóleo de forma mais desproporcional do que nós. Fizeram algo muito bom”, realçou o republicano aos jornalistas na Casa Branca antes de embarcar no helicóptero presidencial Marine One.

O responsável negou ainda que o seu governo tivesse ponderado proibir, durante três meses, as exportações americanas de gasóleo, uma possibilidade que tinha circulado antes das eleições legislativas de 3 de novembro.

“Isso nunca esteve na ordem do dia”, garantiu.

A Comissão Europeia tinha avisado hoje que uma proibição da exportação de gasóleo, ponderada pelos Estados Unidos, “não beneficiaria ninguém” e colocaria em causa o estatuto de Washington como “parceiro fiável”.

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Durante uma videoconferência em que Trump participou, o G7 (França, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Itália e Japão) aceitou libertar de forma coordenada, através da Agência Internacional de Energia (AIE), 100 milhões de barris de petróleo nos próximos quatro meses.

Uma parte significativa deste volume será disponibilizada como gasóleo nos primeiros 20 dias.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, que convocou a reunião, afirmou que as medidas acordadas “devem fazer baixar os preços” dos combustíveis e garantiu que não haverá “qualquer proibição” às exportações de gasóleo entre os países do G7.

A iniciativa procura aumentar a oferta de combustíveis e aliviar as pressões em alta sobre os preços da gasolina, resultantes do bloqueio do estreito de Ormuz provocado pela guerra que os Estados Unidos têm travado contra o Irão desde fevereiro.

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